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segunda-feira, 15 de maio de 2023

a luta dos professores: às 17h de hoje, mais uma reunião com o ME

Desde setembro de 2022 que o "braço-de-ferro" entre o Ministério da Educação e os sindicatos do setor não tem tréguas.

crachá adotado pelo AESCAS
Depois de cerca de sete meses de instabilidade, greves e manifestações pelo país, há muitas questões e reivindicações que ainda aguardam resposta da tutela. Assim sendo, os professores prometem "não parar" e continuar a lutar pelo respeito e valorização da profissão. 

No dia em que está marcada mais uma ronda negocial no Ministério da Educação, em Lisboa, os docentes esperam encontrar soluções para a recuperação do tempo de serviço.

As organizações sindicais voltam a reunir-se com o Ministério da Educação esta tarde, pelas 17h00, para discutir a "correção dos efeitos assimétricos internos à carreira docente, decorrentes do período de congelamento" - 6 anos, 6 meses e 23 dias.

Que diferenças existem nas regiões autónomas dos Açores e Madeira?

Tendo em conta a recuperação do tempo de serviço, os professores defendem que os colegas das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores viram todo o tempo congelado contabilizado e, por esse motivo, recusam-se a abdicar do tempo que trabalharam.

Nos Açores já não existem quotas na avaliação da carreira e a Madeira promete seguir a mesma medida. Esta é uma realidade que os professores garantem ser possível estender a Portugal Continental. Logo, "não paramos" é a palavra de ordem dos docentes que mantm as greves, manifestações e protestos em frente às escolas até ao final do ano letivo. (adaptado daqui)

(post editado com correção da hora da reunião)

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