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14/10/2026

escola sede: Clube Europeu AESCAS

Clube Europeu AESCAS lança novo espaço digital

O Clube Europeu do Agrupamento de Escolas de Águas Santas acaba de lançar o seu Google Sites, um novo espaço digital pensado para dar a conhecer o Clube, divulgar as suas atividades e promover os valores da cidadania europeia.

Neste espaço, a comunidade educativa poderá acompanhar notícias, descobrir projetos e atividades, explorar recursos sobre a União Europeia e conhecer melhor o trabalho desenvolvido pelo Clube Europeu.

Visita o nosso Google Sites e junta-te ao Clube Europeu!

📍 Link ou QR Code 

https://sites.google.com/view/clubeeuropeuaescas

envio de Sílvia Vieira,
Coordenadora do Clube Europeu AESAS



13/10/2026

escola sede: Dia Mundial da Saúde Mental

A saúde mental não é apenas um tema discutido nas redes sociais, nem se resume a um dia com um significado específico. Neste dia, é fundamental valorizar a importância de um assunto que, durante muito tempo, foi ignorado ou subvalorizado. O Dia Mundial da Saúde Mental foi celebrado pela primeira vez em 1992, por iniciativa da Federação Mundial para a Saúde Mental, embora só em 1994 tenha sido definido um tema específico para a comemoração. Este dia é dedicado a todos, sobretudo àqueles que já sofreram as consequências da falta de consciencialização sobre a saúde mental.
Segundo a definição divulgada pelo SNS 24, a saúde mental corresponde a um estado de bem-estar emocional, psicológico e social que permite a um indivíduo lidar com o stress do quotidiano e levar uma vida plena. Assim, constitui uma base importante para uma boa qualidade de vida.
A saúde mental envolve produtividade, resiliência, relações saudáveis e, sobretudo, equilíbrio emocional. Desta forma, podemos perceber que ter saúde mental não significa apenas não ter uma doença, nem estar sempre «feliz», mas também passar por momentos difíceis e conseguir enfrentá-los e ultrapassá-los.
Por vezes, a saúde mental pode ser um assunto sensível, sobre o qual nem todos concordam, mas isso não significa que deva ser deixado completamente de lado. Quase uma em cada sete pessoas vive com uma perturbação mental, como a depressão, a perturbação bipolar ou as perturbações do comportamento alimentar, entre outras. Atualmente, as perturbações de ansiedade estão entre as mais comuns, embora muitas pessoas não recebam o tratamento de que necessitam. Infelizmente, muitas têm de lidar diariamente com estas dificuldades e ultrapassar os obstáculos que delas resultam.
É por isso que chamar a atenção para as perturbações mentais, para a forma como afetam o dia a dia e para a importância de promover atividades que incentivem a inclusão, a empatia e o respeito são algumas das formas de assinalar este dia e de sensibilizar a sociedade para a sua importância.
A saúde mental é algo que nunca devemos dar como garantido e mostra-nos a importância de cuidarmos de nós próprios. Embora não exista uma forma de erradicar estas perturbações ou de as prevenir totalmente, há medidas que podemos adotar para proteger o nosso bem-estar. Pequenos passos, como manter uma alimentação equilibrada, ter horários de sono regulares, manter o contacto com familiares e amigos e desenvolver estratégias para lidar com o stress e as dificuldades do quotidiano, podem ajudar a promover a saúde mental.
Existem também serviços de saúde e instituições que prestam apoio a quem desenvolve problemas desta natureza, para além do acompanhamento que pode ser assegurado por um psicólogo, um psiquiatra ou um psicoterapeuta. O importante é reconhecer a existência de um problema e saber como procurar ajuda.
Como turma, o 12.º D decidiu centrar-se num tema particular e muito atual: será que as pessoas preferem falar dos seus problemas com uma inteligência artificial (IA) ou com um ser humano? Terão estas ferramentas capacidade para desempenhar o papel de um bom psicólogo ou será essa uma ideia enganadora?
Partindo da pergunta «IA, posso falar contigo?», alguns alunos do 12.º D decidiram realizar um questionário a diferentes estudantes da nossa escola, com o objetivo de perceber em quem confiavam mais para pedir conselhos sobre questões sociais e psicológicas, fossem problemas familiares, amorosos ou até situações de tristeza. Os resultados revelaram-se surpreendentes e suscitaram uma reflexão sobre o recurso cada vez mais frequente a estas ferramentas, que não possuem sentimentos, nem experiências humanas.
Com base nesta reflexão, a turma decidiu também colocar cartazes nos corredores da escola, com o objetivo de promover a consciencialização e a reflexão sobre o tema. Pretendeu-se não só informar os estudantes sobre a importância de preservar a saúde mental, mas também salientar o quão essencial é conversar sobre estas questões com familiares, amigos ou profissionais, em vez de recorrer exclusivamente à inteligência artificial.
Também as outras turmas de Psicologia do 12.º ano se associaram a esta reflexão, desenvolvendo iniciativas próprias para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental. A turma do 12.º B também elaborou cartazes e realizou vídeos, vídeos esses que serão partilhados durante a semana através do Jornal CRESCER, dando a conhecer à comunidade escolar mais um contributo dos alunos para a sensibilização em torno deste tema.
Em conclusão, o Dia Mundial da Saúde Mental constitui uma oportunidade para sensibilizar a sociedade, especialmente os jovens, para a necessidade de cuidar e preservar o seu bem-estar psicológico. A saúde mental deve ser encarada com a mesma importância que a saúde física, sendo fundamental promover iniciativas que permitam consciencializar os mais novos para a relevância deste tema, através de atividades dinâmicas e apelativas.
É importante recordar que, apesar da utilidade da inteligência artificial para informar, acompanhar ou orientar em determinadas situações, esta não substitui o contacto humano, a empatia e a relação de confiança essenciais no acompanhamento psicológico. Por isso, quando está em causa a nossa saúde mental, devemos privilegiar a procura de apoio junto de familiares, amigos ou, se necessário, de profissionais da área. Afinal, cuidar da nossa mente também significa reconhecer quando precisamos de alguém que nos ouça verdadeiramente.
Fátima Silva e Neuza Lima (12ºD)

escola: eTwinning no AESCAS

 🌍 eTwinning no AESCAS: cinco selos, muitas conquistas e um futuro sem fronteiras!

Há conquistas que nos enchem de orgulho e caminhos que nos inspiram a ir mais longe!

O eTwinning continua a crescer no Agrupamento de Escolas de Águas Santas (AESCAS), aproximando escolas europeias e proporcionando aos nossos alunos experiências de aprendizagem que vão muito além da sala de aula.
No ano letivo 2025/2026, quatro projetos do Agrupamento foram distinguidos com cinco Selos Nacionais de Qualidade, reconhecendo a dedicação dos professores, o envolvimento ativo dos alunos e a qualidade do trabalho colaborativo desenvolvido.

🏆 Os projetos distinguidos foram:

  • WWW – Sandra Fontes | 2.º A | EB1/JI de Moutidos;
  • Global Superpenpals – Rosa Azevedo | 3.º A | EB1/JI de Moutidos;
  • Cultural Bridge – Isabel Monteiro e Rosa Azevedo | 3.º B | Centro Escolar da Gandra;
  • CityScapes: Digital and Cultural Exchange – Isabel Guimarães | 5.º H | Escola Básica e Secundária de Águas Santas

✨ Aprender sem fronteiras começa desde cedo!

O crescente envolvimento dos docentes e alunos do 1.º ciclo é um dos aspetos mais marcantes deste percurso, que integra também a participação do 2.º ciclo. A atribuição do Selo Nacional de Qualidade ao projeto WWW, desenvolvido com uma turma do 2.º ano, demonstra que não existe uma idade mínima para começar a descobrir o mundo através do eTwinning! Com atividades adequadas à sua idade e o acompanhamento dos professores, até os mais pequenos podem comunicar, cooperar e aprender com crianças de outros países.
Também as famílias são parceiras fundamentais nesta aventura, acompanhando e incentivando os filhos e valorizando as aprendizagens realizadas.

A renovação do Selo Escola eTwinning para 2026–2027 reforça o reconhecimento deste caminho e motiva-nos a continuar. Há novas ideias, projetos e desafios à nossa espera, porque estes são apenas os primeiros passos de um percurso que queremos cada vez mais participativo, colaborativo e enriquecedor!

A todos os alunos, professores, famílias e parceiros, o nosso agradecimento por fazerem parte desta caminhada.

A equipa eTwinning do AESCAS

Juntos, construímos pontes, criamos oportunidades e aprendemos sem fronteiras! 🌍

envio de Rosa Azevedo,
Mentora ETwinning do Agrupamento







12/10/2026

cultura: Prémios Nobel - Literatura e Paz

Termina hoje, dia 12 de outubro, a atribuição dos Prémios Nobel de 2026, iniciada a 5 de outubro. Destacamos dois dos prémios atribuídos:

Anne Carson
Craig Barritt
A escritora Anne Carson foi a vencedora do Prémio Nobel da Literatura 2026. A Academia Sueca destacou a "obra ousada e inventiva“ da canadiana, que ”em diálogo lúdico com a tradição clássica, criou novas formas para a literatura contemporânea”. Segundo Ingrid Carlberg, secretária permanente da Academia a quem coube o anúncio deste ano, a autora “foi apanhada de surpresa” e “ficou feliz” ao ser-lhe dada a notícia.
Trata-se da 19ª mulher a ser premiada desde 1901 e entre, ao todo, 123 laureados. Há anos que a também poeta e tradutora era considerada favorita, sendo que nesta edição concorria com nomes como a chinesa Can Xue, o australiano Gerald Murnane, a mexicana Cristina Rivera Garza e o espanhol Enrique Vila-Matas. Também a portuguesa Lídia Jorge estava na corrida, assim como a brasileira Adélia Prado e o moçambicano Mia Couto.
Leia mais aqui e aqui


Navi Pillay, na Suíça, em 2011
Valentin Flauraud
O aguardado Prémio Nobel da Paz de 2026 foi atribuído na sexta-feira a Navanethem "Navi" Pillay, que tem uma longa carreira ligada ao direito internacional. Foi juíza do Tribunal Penal Internacional para o Ruanda, alta-comissária de Direitos Humanos das Nações Unidas e presidente de uma comissão de inquérito da ONU que concluiu que as autoridades israelitas são responsáveis por crimes contra a humanidade na Faixa de Gaza. Atualmente, é juíza no Tribunal Internacional de Justiça, no caso em que Myanmar é acusado de genocídio.
O Comité norueguês descreveu-a como uma pessoa de "coragem e integridade excecionais", com "firme compasso moral" ao longo da sua carreira, que "abriu caminho para uma ordem jurídica global mais abrangente" e "desempenhou um papel fundamental para garantir que os crimes de guerra, os crimes contra a humanidade e o genocídio são processados". O comité considera que, num momento de desafios existencias, o direito internacional é "uma necessidade absoluta" para a paz e segurança.
Leia mais aqui e aqui

escola sede: CityScapes

CITYSCAPES: 5.ºH, missão cumprida!

Há projetos que ficam na escola. E há projetos que atravessam fronteiras.

No ano letivo 2025/2026, a turma do 5.ºH embarcou numa aventura eTwinning chamada “CityScapes: Digital and Cultural Exchange”.
O desafio? Conhecer outras escolas, outras cidades, outras culturas e descobrir que, apesar das diferenças, temos muito mais em comum do que imaginamos.
E não, não foi preciso fazer as malas nem apanhar um avião!
Através do mundo digital, o 5.ºH trabalhou com alunos de diferentes países europeus, partilhou ideias, imagens, tradições, música, criatividade e… claro, também um bocadinho daquilo que é ser aluno numa escola portuguesa.

E chegou a boa notícia!

O projeto recebeu o Selo Nacional de Qualidade eTwinning, atribuído pela Organização Nacional de Apoio eTwinning.
A avaliação destacou o planeamento consistente, a qualidade do projeto, a colaboração europeia, a inovação pedagógica e o empenho desenvolvido ao longo da aventura.

Traduzindo para linguagem de aluno: CITYSCAPES passou no teste. E passou com distinção!

A Organização Nacional de Apoio eTwinning deixou ainda uma mensagem de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e incentivou a continuação de projetos colaborativos europeus.

E o 5.ºH?

Bem… o 5.ºH cresceu! Agora já não é 5.ºH. É 6.ºH.
Mas há coisas que não mudam: a curiosidade, a vontade de descobrir, a criatividade e, pelos vistos, a capacidade de levar o nome da nossa escola mais longe.
O CityScapes mostrou que uma sala de aula pode ter muitas portas — e algumas delas dão diretamente para a Europa.

envio de Isabel Guimarães


educação: IX Seminário "A cultura Motora na Escola do 1º ciclo do Ensino Básico"

No dia 9 de outubro de 2026 realizou-se o IX Seminário "A cultura Motora na Escola do 1º ciclo do Ensino Básico", no Auditório do Campus da Universidade da Maia, onde estiveram presentes todos os elementos do núcleo de estágio de educação física da nossa escola, Prof. Carlos Simão (orientador cooperante) e os professores Rui Moutinho e Gonçalo Neves (professores estagiários).

O grande destaque foi a participação do nosso diretor, Prof. Óscar Brandão, numa mesa redonda denominada, "A Educação Física do 1º CEB: Implicações e reconfigurações curriculares, pedagógicas, profissionais e formativas emergentes das novas orientações governamentais", juntamente com o diretor do AE de Vilela, Prof. Albino Nogueira, Profª Doutora Mariana Cunha em representação da Universidade da Maia, Drª Ana Isabel Ferreira (deputada da assembleia da república - comissão da educação e ciência) e Prof. Doutor Fernando Santos (docente universitário e investigador ESE/IPP) sendo o mediador desta mesa redonda o Prof. Doutor Rui Araújo, elemento pertencente ao conselho geral da nossa escola em representação da Universidade da Maia.
Um momento de reflexão, troca de ideias e perspectivas futuras sobre o futuro da educação física no 1º ciclo e de que maneira todo este processo deverá ser implementado.
O nosso diretor teve duas intervenções de excelência, onde demonstrou de que forma todo este processo já decorre no nosso agrupamento, quer no 1º ciclo quer noutros ciclos de ensino e a forma como é feita esta articulação, entre o professor de educação física e as professoras titulares das diferentes turmas do 1º ciclo.
Mais um momento alto para a nossa escola, que em em cerca de 4 meses é convidada a participar com voz ativa em dois seminários distintos.
Em junho do ano letivo passado, o núcleo de estágio de educação física (orientador e estagiários) da nossa escola participou no "8º Seminário de Educação Física: Repensando a Inovação e a Inclusão na Educação Física", como oradores convidados onde apresentaram o projeto que realizaram e concretizaram na escola no âmbito da inclusão. Agora passados mais ou menos 4 meses, outro convite surgiu para a nossa escola e em particular para o nosso diretor.
Sinal que começamos a ser uma referência para a Universidade da Maia nestas vertentes, sendo uma escolha efetiva de entre 44 núcleos de estágio.

Muito obrigado Sr. Diretor pela excelente representação.


envio de Carlos Simão


09/10/2026

VER: Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

Decorre até domingo dia 11 de outubro o Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia. 

visitmaia.pt

O Fórum da Maia recebe companhias de Portugal, Espanha, Itália e Brasil, com espetáculos ao ar livre e sessões no Grande Auditório e no Café-Teatro. Os espetáculos no Auditório Exterior são gratuitos, com acesso por ordem de chegada. No Grande Auditório e no Café-Teatro, o bilhete custa 5 euros e o Passe Fidelidade, com acesso a três espetáculos, custa 12 euros. Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira do Fórum da Maia e em forummaia.bol.pt. (saiba mais aqui)

Uma oportunidade para passar um fim de semana descontraído e bem-humorado.

escola sede: "Eu oiço(-me)"

 Sessão de Promoção da Literacia em Saúde Mental para Docentes
«Eu oiço(-me)»
Ser professor é, também, estar diariamente disponível para ouvir, acompanhar, ensinar e cuidar. Mas quem cuida dos outros também precisa de cuidar de si.
Neste sentido, a UCC de Águas Santas, em articulação com a Escola Secundária de Águas Santas, dinamizou a sessão «Eu oiço(-me)», dirigida ao corpo docente, a qual decorreu no dia 7 de outubro, no Auditório.
Num ambiente descontraído, propício ao tema da sessão, Liliana Alves (enfermeira e mestranda em ESMP na ESE-UP), sob orientação de Melânia Rocha (enfermeira especialista em ESMP na UCC Águas Santas), interpelou os presentes sobre rotinas de autocuidado e conceitos relacionados com a saúde mental. A partir da análise das respostas dos participantes e de dados estatísticos resultantes de estudos internacionais, o foco foi o desenvolvimento de estratégias de autocuidado para o dia a dia de quem ensina, passíveis de serem transpostos para a sala de aula.
Uma das “principais escolhas capaz de produzir grandes impactos” positivos na saúde mental foi a música. Através da “escuta consciente”, todos puderam experimentar o impacto ao nível das emoções de diferentes estilos e como a música pode ser promotora de bem estar físico e emocional.
A sessão terminou com um momento musical com guitarras eletroacústicas e piano, da responsabilidade de Marta Pontes e Rita Alves (ex-aluna da ESAS), um final mais que adequado para esta sessão que se revelou muito agradável num final de dia agitado. Fica a sensação de que há forma de regular as emoções (ainda que nem sempre seja fácil fazê-lo) e que “ouvir-se é também uma forma de cuidar e de ensinar”.
ESMP - Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica



08/10/2026

texto de opinião: 15 minutos de livro para não ser governado pelo algoritmo

Por indicação de Pedro Ferreira Braga, sugerimos a leitura do texto de opinião de Hugo Oliveira, publicado na revista Sábado a 5 de outubro de 2026.

"Há quem diga que o polegar é o novo cérebro. Desliza para cima, desliza para baixo, e, de repente, já sabemos tudo sobre economia, vacinas, geopolítica e a vida privada de toda a gente, tudo em vídeos de 15 segundos com música dramática.   
Singapura, percebendo que o “scroll” estava a comer o tempo de leitura, decidiu pagar às pessoas para lerem 15 minutos por dia. Sim, ler vale dinheiro. Em Portugal, o Presidente da República já tinha dito que “ler é o melhor antídoto contra a ignorância”. Ou seja, se lêssemos mais, talvez deixássemos de acreditar que o mundo se resolve com slogans de TikTok, e promessas de “vou resolver tudo em dois minutos”. 
A leitura profunda, aquela em que não há like, não há comentário, não há nada, só nós e o texto, treina coisas chatas, mas úteis, como a concentração, a paciência, o pensamento crítico e a capacidade de perceber que nem tudo cabe num cartaz.  Os estudos sobre literacia não mentem: quando se lê menos, desce o desempenho em áreas que nada têm de “literaturas”, como a matemática e as ciências. 
Ou seja, quem não lê tem mais dificuldade em entender um orçamento, um plano de mobilidade ou um relatório sobre o clima; confunde “opinião forte” com “argumento sólido” e acha que “medidas simples para problemas complexos” são sinal de génio, e não de preguiça intelectual. 

É exatamente o perfil que o populismo adora recrutar. 

Em Singapura, o Governo lançou uma campanha: lê 15 minutos por dia, regista o tempo numa plataforma oficial e recebe moedas virtuais que depois se transformam em pequenas recompensas.  É basicamente o “passa e vai” da leitura: em vez de comprar cartas, compras minutos de livro. 
As autoridades não escondem a preocupação: as pessoas estão cada vez mais viciadas em conteúdos curtos, a atenção está em frangalhos e o tempo de concentração caiu a pique.  A solução? Pagar para as pessoas lerem. Há quem critique, dizendo que “ler por dinheiro não é ler de verdade”. Mas a mensagem política é clara - o Estado prefere gastar uns trocados a criar leitores do que lidar com uma sociedade que só consegue processar ideias em formato de legenda de Instagram. Em Singapura, já perceberam que, se não houver incentivo, o algoritmo ganha sempre. 

O Presidente da República tem repetido que “ler é o melhor antídoto contra a ignorância” e que “uma nação que lê é mais culta, mais livre e faz melhores escolhas”.  Disse ainda que “uma nação a ler é mais resistente às ventanias do populismo, da desigualdade, da injustiça e do esquecimento”.   

Quem lê tende a desconfiar de quem promete resolver tudo num fim de semana e entende que há problemas que exigem tempo, trade-offs e alguma chatice técnica. 

O populismo, por outro lado, prospera onde a leitura é rara e o espetáculo é abundante. Quanto menos se lê, mais fácil é vender “nós contra eles”, “eles é que estão a roubar tudo” e “eu sozinho resolvo”. 

As redes sociais não são o demónio em si, mas o modelo conteúdos curtos, emocionais, polarizantes é perfeito para o populismo.  Slogans curtos funcionam melhor do que diagnósticos longos; a indignação gera mais engagement do que a nuance; o bode expiatório é mais “partilhável” do que a explicação estrutural.   

No fundo, a questão é que tipo de cidadãos queremos ser? 

Estudos sobre desinformação mostram que, mesmo quando os jovens dizem “eu sei que há perfis falsos”, continuam a reagir de forma defensiva e individual, sem verificar fontes de forma sistemática. 

Num mundo em que o algoritmo recompensa o extremo, a leitura profunda é como ir ao ginásio num domingo de manhã, ninguém vê, mas fortalece os músculos que vão aguentar o resto da semana. 

A leitura não é uma vacina mágica, mas é um dos melhores “antídotos” que temos pois alarga o tempo (lê-se sobre o passado, pensa-se no futuro), complica o presente (bons livros raramente dão certezas absolutas) e humaniza o outro (a literatura obriga-nos a viver outras vidas, mesmo que só na cabeça). 

Como disse o Presidente, “uma nação que lê promove a inteligência humana e não fica passivamente à espera dos benefícios e facilidades da inteligência artificial”.  Num mundo de algoritmos que nos dizem o que queremos ouvir, ler é uma forma de recuperar a capacidade de escolher o que queremos pensar. 

A iniciativa de Singapura pode parecer exagerada, pagar para ler, mas aponta para uma direção sensata, tratar a leitura como política pública, não como “coisa de quem gosta”. 

O Presidente já pediu “um novo impulso nas políticas de educação para a leitura”, lembrando que, passados 40 anos da Rede de Leitura Pública, os resultados do PISA não permitem grandes festejos.  Não é obrigar ninguém a ler Eça ao pequeno-almoço. É criar condições para que ler seja uma opção real, e não um castigo escolar. 

Ouso assim sugerir assim algumas pistas para reflexão.  

Primeiro, nas escolas criar mais clubes de leitura onde se possa discutir, discordar e até “brincar” com os livros, mas lendo-os primeiro. Mas também nas autarquias pensar em bibliotecas que não sejam só depósitos de livros, mas espaços de encontro, debate, leitura guiada, com horários que façam sentido para quem trabalha. E nos media e redes, mais entrevistas longas, mais crítica, menos “titularite aguda” e menos “isto vai mudar tudo” a cada nova medida. Imaginem no trabalho e na administração clubes de leitura sobre democracia, história, políticas públicas, isto porque também se governa melhor quando se lê o que outros já pensaram.
No mesmo registo de ousadia, exorto-vos a fazerem o seguinte exercício, nas vossas permanências matinais na casa de banho experimentem a trocar o scroll pela leitura de quatro ou cinco páginas de um livro e no final do mês verifiquem se já estão a terminar a leitura do mesmo. No passado nas casas de banho era habitual encontrar-mos revistas, que mais tarde foram trocadas pelo digital. Voltemos ao analógico com a liberdade de aproveitar para ler um bom livro.  

Cada português que trocar 15 minutos de “scroll” por 15 minutos de livro estará, modestamente, a capacitar-se para entender melhor o mundo, reforçar sua resistência à manipulação e ao simplismo, e contribuir para uma cultura pública mais exigente e menos vulnerável ao populismo.  Como resume o apelo do Presidente: “Leiam, leiam, leiam”, porque “uma nação que lê sabe escolher melhor”.  E, sim, talvez um dia o Estado pague para lermos. Mas, até lá, podemos começar por não deixar que o algoritmo leia por nós. "

Língua Solta: "devido a" vs "derivado de"

 

Canva
Hoje analisamos a diferença entre a locução prepositiva "devido a" e o adjetivo "derivado".

"Devido a" exprime causa ao passo que "derivado de" exprime origem/procedência.

Exemplos:
- Ele está sem carta devido ao excesso de infrações.
- O combustível está caro devido à guerra no Médio Oriente.
- O plástico é um derivado do petróleo.
- Uma boa parte do léxico português é derivado do latim.

Fontes:
Infopédia, Porto Editora
Disponível em: 
Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Disponível em: 

07/10/2026

escola sede: Desporto Escolar

Divulgamos o cartaz alusivo às propostas disponíveis no âmbito do Desporto Escolar.




envio de Paulo Lacerda,
Coordenador do Desporto Escolar

 

escola sede: 10ºI da Escola para o Dragão

Da Escola para o Dragão: Uma noite inesquecível de apoio à Seleção! 

No passado domingo, 4 de outubro, fomos dar um apoio gigante a Portugal no Estádio do Dragão. A nossa escola marcou presença com a turma do 10ºI, no jogo contra a Noruega, num encontro onde Portugal carimbou o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações com uma reviravolta por 2-1.
O fantástico ambiente que se viveu nas bancadas foi o grande motor da noite, entre cânticos, bandeiras ao vento e a vibrante "onda" que correu o estádio, o apoio da nossa escola fez-se ouvir bem alto. Os nossos alunos lideraram a festa com uma energia contagiante do primeiro ao último minuto, mas não foram sozinhos! O nosso Diretor, vários professores e outros elementos da nossa comunidade escolar também se juntaram à comitiva, provando que a paixão pelo desporto e o espírito de união da nossa escola vão muito além das salas de aula.
No final, com as gargantas já um bocadinho cansadas de tanto gritar mas com grandes sorrisos na cara, ficou a certeza de que esta aventura foi única e inesquecível.
O nosso muito obrigado à Federação Portuguesa de Futebol por nos ter proporcionado esta experiência, que ficará guardada na memória de todos.



envio de Paulo Lacerda

06/10/2026

CEGandra: aluno apurado para competição nacional de Patinagem Artística

No dia 4 de outubro teve lugar, no Pavilhão Municipal de Sobrado, o Torneio Distrital de Benjamins 2026, a principal prova competitiva para os atletas mais novos da patinagem artística em Portugal.
O Martim Castro Sobral, aluno do 3.º B do Centro Escolar da Gandra e atleta da União Desportiva de Patinagem da Maia (UDPM) sagrou-se Vice-campeão Distrital de Solo Dance e, com este desempenho, garantiu o apuramento direto para o Torneio Nacional de Benjamins, na respetiva especialidade.
Na categoria de Pares de Dança, com o seu par Victoria Ferreira, aluna do Centro Escolar de Gueifães, sagraram-se Campeões Distritais, pelo que irão também representar o distrito do Porto no Torneio Nacional de Benjamins de Patinagem Artística, que terá lugar em Albufeira, Algarve, entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro.
Organizado pela Federação de Patinagem de Portugal (FPP), este torneio assume uma importância fundamental no panorama desportivo nacional por se afirmar como o principal pilar de base e desenvolvimento da formação de jovens atletas na modalidade.
Esta competição reúne os melhores atletas do país, incluindo as ilhas. Além do rigor técnico e físico, ajuda os jovens atletas a lidarem com a vertente emocional da competição, a exprimirem-se perante o público e a consolidarem o gosto pela modalidade.


poesia: "As pinceladas dos professores", Marisa Barradas

 A propósito do Dia do Professor, publicamos um poema, da autoria de Marisa Barradas, assistente operacional da ESAS.

AS PINCELADAS DOS PROFESSORES

Cada manhã nasce uma tela,
branca, serena, por pintar,
e há mãos que seguram pincéis
com sonhos para semear.

São mãos que levam conhecimento,
sabedoria e dedicação,
e deixam em cada aluno
uma marca no coração.

São pintores de futuros,
artistas de uma missão,
que transformam cada ensinamento
numa nova inspiração.

Mergulham o pincel na esperança,
na coragem e na amizade,
e pintam, com tanta paciência,
os caminhos da liberdade.

Há telas cheias de cores,
outras cobertas de solidão,
há quem esconda as suas lágrimas
atrás de um muro de insegurança.

E o Professor, com uma palavra,
pode mudar uma direção;
um simples “tu consegues”
pode despertar um coração.

Quando um aluno tem medo,
quando pensa em desistir,
há uma voz que lhe recorda:
“Ainda podes conseguir.”

Porque ensinar não é somente
letras, números ou lições;
é também ensinar a vida,
a vencer dificuldades e desilusões.

É ensinar que um erro
não apaga o nosso valor,
que depois de uma tempestade
também pode nascer uma flor.

Professor é ser bússola
quando não sabemos caminhar,
é ser luz numa noite escura,
é ajudar-nos a acreditar.

É ser âncora nas tempestades,
quando o mundo parece ruir,
é oferecer uma mão amiga
e dizer: “Não deixes de seguir.”

Há professores que passam
pelos nossos dias sem saber
que uma pequena palavra sua
nos ensinou a crescer.

Talvez nunca saibam
o tamanho da sua importância,
nem quantas vidas transformaram
com um gesto de confiança.

Por isso hoje quero pintar
uma tela cheia de gratidão,
e escrever com letras de luz
o nome de cada Professor
no meu coração.

Que nunca vos falte coragem,
nem esperança para continuar,
pois cada aluno que ensinam
é uma semente a germinar.

Que nunca vos falte a força
nos dias de maior cansaço,
nem a certeza de que o vosso trabalho
deixa no mundo um novo traço.

A Vida oferece a tela,
mas vocês ajudam a escolher
as cores dos nossos sonhos
e a coragem para os viver.

E quando, um dia, os alunos
olharem para trás,
hão de encontrar nas suas telas
as marcas de quem lhes ensinou a lutar.

Porque existem pinceladas
que o tempo não consegue apagar,
e existem professores
que ficam para sempre
na nossa forma de sonhar.

Hoje, o meu pincel mergulha
na cor mais bonita que conheço:

a Gratidão.

E deixo nesta tela
uma homenagem sincera,
a todos os professores
que fazem da Educação
uma ponte para a Primavera.

Que continuem a pintar futuros,
a semear esperança e união,
a transformar sonhos em caminhos
e conhecimento em transformação.

Porque ser Professor
é muito mais do que ensinar.

É tocar vidas,
acender sonhos,
abrir portas,
dar asas
e ajudar alguém
a descobrir que pode voar.

E se a Vida é uma tela
que nunca deixamos de pintar,
que cada Professor saiba
que existe uma cor sua
em cada aluno que ajudou a transformar.

Obrigada, Professores,
por todas as pinceladas de luz.

Que Deus vos acompanhe
em cada novo amanhecer
e vos dê força e sabedoria
para continuar a ensinar,
a inspirar
e a fazer florescer.🌺🎨

Porque há professores que ensinam matérias…
e há professores que ensinam a Vida.

E esses,
ficam para sempre
na tela do nosso coração. ❤️

Marisa Pires Barradas
17/09/2026. 

02/10/2026

OUVIR: "Surto", Milhanas

A cantora e compositora Milhanas lançou há dias “Surto”, álbum que marca o início de um novo ciclo, num lugar de “liberdade, curiosidade e descoberta”. Neste segundo álbum, a portuguesa de 24 anos revela a influência por músicos como Nick Cave e Patti Smith e o cinema de Bergman e Godard.

“Quis começar como concretizei o ‘Sombra à Sombra’ (álbum de estreia, editado em 2023) no seu todo, que é uma viagem cronológica pela minha vida. Quis começar esta nova fase, este novo ciclo, com esse pequeno apontamento, quase aquelas referências em que ninguém repara, mas a que gosto de dar atenção. É aquela canção que volta à origem, mas que já mostra que o caminho tem outra perspetiva”, partilhou, em entrevista à Lusa. (adaptado daqui)

Ouça aqui "Deserto", o primeiro single do álbum. A voz quente de Milhanas trasmite uma dor persistente mas também uma esperança de que esse "deserto" é passageiro e que pode ser utrapassado. No fundo, uma mensagem de esperança.

Milhanas reconhece o papel libertador da música ao afirmar: “Enquanto me fizer sentido, ou pelo menos enquanto sentir que tenho coisas que se calhar não consigo dizer de outra maneira, e que só consigo dizer através da música, far-me-á sentido fazê-lo desta maneira”.

"Resisti às memórias frias
Já não é tempo de chorar
O grito antigo adormeceu
Afundou-se noutra história

Cala em mim o deserto
Cala em mim o deserto, que eu já não posso mais"



CEGandra: Dia Mundial da Música

Música e Alegria marcam o Dia Mundial da Música no Centro Escolar da Gandra 

Alunos do 4.º A assinalam o Dia Mundial da Música com ritmo, melodias e muita criatividade. 

Gandra, 1 de outubro — O Centro Escolar da Gandra encheu-se hoje de som, cor e entusiasmo. Para comemorar o Dia Mundial da Música, assinalado neste dia 1 de outubro, os alunos da turma do 4.º A protagonizaram uma jornada especial dedicada à arte dos sons, demonstrando como a música é uma linguagem universal capaz de unir, inspirar e alegrar a comunidade escolar.
Os alunos participaram em diversas dinâmicas pedagógicas e artísticas, que incluíram a exploração de instrumentos musicais, jogos de ritmo e a interpretação em conjunto de temas preparados para a ocasião. Entre acordes e sorrisos, a sala de aula e os espaços comuns da escola transformaram-se num verdadeiro palco de partilha e aprendizagem. 
A iniciativa serviu não só para homenagear os músicos e a importância da arte no quotidiano, mas também para reforçar o papel do ensino musical e criativo no desenvolvimento das crianças.

envio de Fausto Saavedra

01/10/2026

Língua Solta: curiosidades da língua portuguesa (2)

Canva
Ainda no rescaldo da celebração do Dia Europeu das Línguas, hoje focamo-nos em algumas curiosidades da língua portuguesa. Já anteriormente tínhamos dedicado uma publicação ao mesmo tema, aquando da celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa. 

Vejamos as curiosidades de hoje:

- o português é a 5ª língua com mais falantes, representando cerca de 3,7% da população mundial;

- o português é língua oficial em vários continentes como a Europa (Portugal), África e América (países da CPLP - Comunidade de paísed de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe) e Ásia (Macau e Timor-Leste);

- estima-se que apenas 5% dos falantes de português se encontrem em Portugal;

- cerca de 80% dos falantes de língua portuguesa são de origem brasileira - por cada 5 falantes de português, 4 são brasileiros;

- o português é língua curricular em 35 países, o que significa que faz parte dos currículos públicos (como L1 e/ou L2), podendo ser uma opção de língua estrangeira;

- as Escolas Portuguesas no Estrangeiro abrangiam mais de 7.000 alunos em 2022.23 e, embora não haja dados oficias posteriores, várias fontes estimam números provisórios superiores a 10.500 alunos;

- ainda que ainda não seja uma língua oficial da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2026 arrancou na sede da ONU em Nova Iorque o primeiro curso regular de língua portuguesa para diplomatas e funcionários da organização, fruto de uma parceria com o Governo de Portugal através do Instituto Camões, tendo as vagas esgotado em menos de 24h;

- podemos encontrar palavras com mais de uma grafia - "oiro"/"ouro"; "loira"/"louro"; "loiça"/"louça";

- a maior palavra em português tem 46 letras - “pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” - pessoa que tem uma doença respiratória resultante da inalação de cinzas vulcânicas.

Podemos concluir que a língua portuguesa está "de boa saúde" e apresenta grande potencial de crescimento relativamente ao número de falantes a nível mundial, com carater pessoal, público e institucional.


Fontes:
https://www.ethnologue.com/language/por/
https://www.ethnologue.com/statistics/
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_portuguesa
https://www.cplp.org/estados-membros/
https://www.publico.pt/2025/03/04/infografia/lingua-portuguesa-mundo-854
https://www.dgae.medu.pt/download/escolas-portuguesas-no-estrangeiro/infoestatistica/infografia-alunos-2022-23-publicas.jpg
https://news.un.org/pt/story/2026/09/1854451
https://dicionario.priberam.org/pt-pt/pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconi%C3%B3tico



30/09/2026

Prémio de Mérito Escolar "António Santos Marabano"


O Lions Clube da Maia institui um prémio de mérito escolar destinado ao(à) melhor aluno(a) do ensino secundário do Concelho da Maia, designado Prémio "António Santos Marabano".

Este prémio tem como objetivo incentivar a excelência escolar, premiando monetariamente o melhor aluno do conjunto dos seis agrupamentos que constituem o correspondente universo escolar. Podem aceder a este prémio de mérito os(as) alunos(as) do último ano do ensino secundário que cumpram os seguintes requisitos:
a) Tenham residência no concelho da Maia;
b) Apresentem conclusão sem qualquer retenção no ensino secundário.

O prémio será atribuído em cada ano letivo ao longo da vigência deste prémio, ao(à) aluno(a), do universo constituído pelos seis agrupamentos de escolas acima referenciados, com a CFC - Classificação Final de Curso mais elevada do ensino secundário. Estão previstos critérios de desempate.

O prémio instituído concretiza-se numa atribuição monetária anual, agora ajustada para o valor de um salário mínimo nacional, cujo montante atualmente são 920,00€ (novecentos e vinte euros).

A escola já procedeu à seleção interna do/a melhor aluno/a, pelo que brevemente saberemos se é da nossa escola o/a feliz contemplado/a.
envio de Manuela Barbosa
Sub-diretora do Agrupamento