Número total de visualizações de páginas

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

a luta continua

A luta dos professores não tem, para já, fim à vista. Porém, os docentes ambicionam, para o bem de todos, que tal aconteça.

Bastará para tal, que o Ministro da Educação queira, realmente, ir ao encontro do que move a classe e que as forças sindicais trabalhem em prol daqueles que representam, pois está mais do que provado que o descontentamento dos professores está muito para além de quem convoca as manifestações e concentrações, está muito para além de guerras sindicais e de agendas de negociações sem temas pertinentes.

A causa dos professores é clara e, por isso, eles vão-se automotivando, de forma galvanizada. É que não há como não se sentir motivado quando se sabe que há razão e há união.

No sábado, desfilaram desde a Praça do Marquês de Pombal até à Avenida dos Aliados, no Porto.


Entretanto, os professores do agrupamento encomendaram camisolas para demonstrarem claramente aquilo por que lutam.

Mobilizam-se para a greve distrital do Porto, no dia 8, apesar das dificuldades que outra greve (a da CP) poderá provocar na movimentação até à Baixa do Porto. 

Os professores do agrupamento concentrar-se-ão, inicialmente, à porta da escola sede (fase 1) e, depois, pelas 10h, encontrar-se-ão com outros colegas, junto ao café Brasileira, em frente ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto (fase 2), para dali seguirem juntos até à Avenida dos Aliados (fase 3). 

nota do secundário é influenciada em 20% por turma e escola, revela estudo da Nova SBE


Cerca de 20% da nota que cada aluno obtém no final do ensino secundário é ditada pela turma e escola que integra, segundo um estudo realizado pelo Centro de Economia da Educação na Nova School of Business and Economics que compara as classificações atribuídas a vários estudantes nos últimos anos.
O desempenho dos colegas influencia as notas individuais, ou seja, quanto pior for, mais possibilidade cada estudante tem de obter uma classificação alta, principalmente na disciplina de matemática, concluiu a análise intitulada de ‘Notas internas no ensino secundário: o impacto da comparação entre alunos/as’.
Os estudantes são avaliados tendo em consideração diversos fatores, não apenas o seu conhecimento. No caso de fazerem parte de uma turma com menos capacidades, têm possibilidade de ter uma nota mais alta, de acordo com o investigador na Nova SBE Pedro Freitas.
Esta pesquisa tem como objetivo entender como “dois alunos com o mesmo tipo de conhecimento, mas inscritos em escolas ou turmas com níveis de aproveitamento muito diferentes, terão a mesma nota”. Para tal, foram analisadas as notas de 930 mil jovens do 10.º ano do ensino público, com português ou matemática, nos anos letivos de 2007-2008 e 2017-2018.
“Um aluno que está numa turma ou numa escola em que o nível médio dos alunos é relativamente mais baixo tem uma maior capacidade de ter uma nota mais alta porque aquele aluno está a ser avaliado não apenas pelos seus conhecimentos em absoluto, mas está também a ser comparado com os seus colegas”, esclareceu Pedro Freitas à Renascença ao frisar que “a âncora de avaliação do professor” determina parte da nota, com base na média da turma ou na média dos alunos que o docente tem.
Apesar de o estudo dar conta que “pelo menos 20% da nota pode vir destes fatores”, no geral, há distinções entre disciplinas, sendo que “em matemática é maior do que em português, por exemplo”, relatou o investigador.
Esta investigação, divulgada na inauguração da sala virtual do Nova SBE Digital Experience Lab, MetaDEL, foi apresentada como “a primeira sala no metaverso de uma escola portuguesa”.@ Sapo 

4 de fevereiro foi o Dia Mundial do Cancro

A esse propósito, Marisol Garcia Pulgar, General Manager da Unidade de Cuidados Especializados da Sanofi, escreveu uma artigo. É importante unir vozes em torno da mesma causa.

De acordo com a Liga Portuguesa contra o Cancro, “o Dia Mundial do Cancro é a oportunidade para Organizações de todo o mundo se unirem sob uma mesma causa e falarem a uma só voz.”
A população mundial está a envelhecer mais rapidamente do que nunca e tudo indica que, até 2050, o número de pessoas com mais de 60 anos deve duplicar, o que significa o aumento da probabilidade em aumentar o número de pessoas idosas com cancro. 
Sabemos que aproximadamente 37% dos novos casos de cancro em todo o mundo são diagnosticados em pessoas com mais de 70 anos, e a previsão é que esse número duplique até 2040.
O mais recente estudo sobre cancro em Portugal, divulgado pelo Registo Oncológico Nacional 2019 no final de 2022, revelou que entre 2010 e 2019 a taxa de incidência destas doenças subiu quase 20%. O mesmo estudo chama a atenção para a idade crítica dos doentes, quer para homens quer para mulheres, que se apresenta entre os 60 e os 74 anos. 

Com base nestas tendências, que indicam que estas doenças irão representar um peso significativo para cuidadores, famílias, comunidades e sistemas de saúde em todo o mundo, acredito que é muito importante que instituições da sociedade civil assumam também o compromisso de contribuir com projetos ou atividades focadas nos doentes oncológicos sénior, que os ajudem a enfrentar os desafios do envelhecimento e do cancro, e a melhorar a sua jornada enquanto doentes. Segundo dados da Direção Geral da Saúde, em Portugal, as doenças oncológicas são a principal causa de anos de vida potencialmente perdidos ajustados para a morbilidade, e representam a segunda causa de mortalidade, afirmando-se, assim, como uma das principais prioridades para os próximos anos, tanto em Portugal como na União Europeia.  Para além da importância do investimento em investigação, tão bem representada na área da oncologia em Portugal, é necessário ainda garantir o apoio e promover melhores cuidados aos doentes e familiares/prestadores de cuidados. "Não tenho dúvidas de que é fundamental para a indústria farmacêutica, enquanto parceiros com o compromisso de desenvolver tratamentos inovadores, capazes de marcar a diferença e de alargar a esperança média de vida, estarem ao lado das pessoas que lidam com estas doenças e com os prestadores de cuidados de saúde." É nossa missão contribuirmos para que seja possível encontrar a melhor forma de enfrentar o peso crescente do cancro em especial nas populações mais idosas e facilitar o diálogo para identificar soluções políticas concretas na abordagem às necessidades das pessoas idosas com cancro. Acredito que unidos neste propósito conseguiremos alcançar melhores resultados. Acredito que apenas unindo esforços será possível melhorar a vida das pessoas no que à saúde diz respeito e não posso terminar sem reforçar que o apoio às pessoas com cancro continuará a exigir uma forte união na construção de parcerias e colaborações mais duradouras e mais inovadoras. @ Sapo

visita de estudo ao Estádio do Dragão

 Dragon Stadium - school trip

On the 20th of January, the 9ºI class visited the dragon museum and its stadium. This event occurred because of a physical education school trip for ninth-grade classes of Águas Santas school.

The visit began with a guided tour of the museum where the guide started by showing sculptures of important personalities of FC Porto, such as José Mourinho, André Vilas Boas, and other managers and presidents of the club.

Then we were shown the evolution of the club from its birth 28 September 1893 to the present day. We also saw the major FC Porto trophies and the most iconic goals. The last part of the museum displayed a field with players and a screen showing some players' amazing moves.

After the Museum, there was a giant screen that showed us a film with various special effects and images related to FC Porto. After the movie, we visited the stadium where we went to see the footballers’ changing rooms, the VIP presidential boxes, where you can only watch the games if you are invited by the president, the pitch and the bench – the place where the subs and the coach sit during the game.


Overall, we all found the experience rewarding from a sportive and cultural point of view. The history of FC Porto means a lot to almost all of us and so this trip won’t be forgotten. We recommend this visit, and we wish every student could be as lucky as we were.                                                                                                                           
Made by the 9°I students: Diogo Barros, e João Figueiredo 

                                                                                                                                     cortesia de envio de Eugénia Fernandes, docente de Inglês


exposição "Máscaras de Veneza" na Casa do Corim

A Casa do Corim, agora sob gestão da Lipor, irá festejar o Carnaval, com uma exposição de máscaras de Veneza na Casa do Corim, cidade onde o Carnaval está entre as festas mais sumptuosas e famosas do mundo. As máscaras em exposição foram contruídas pelas mãos do único artista a fazê-las em Portugal – Joel Fagundo.

Esta exposição será ainda enriquecida com atividades diversas que decorrerão no Mercado Sábado Gordo, dia 18 de fevereiro entre as 14h00 e as 18h00, com artesanato, produtos biológicos, hortícolas e fumeiro. Workshops de máscaras sustentáveis de Carnaval ou de caricaturas serão outra atração do Mercado que fechará com uma tertúlia de Joel Cleto sob o mote “Outros Carnavais”.

Assim, a Casa do Corim estará aberta ao público e grupos organizados todos os dias úteis entre as 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30 de 6 a 24 de fevereiro.

 

Junte-se a esta iniciativa e faça a sua inscrição para uma visita guiada, enviando um email para este endereço casadocorim@lipor.pt .

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

a luta dos professores continua: ainda não há acordo

Depois da ronda de reuniões de ontem, entre o ME e as doze forças sindicais dos professores, ainda não há acordo. A luta continua. 

A greve distrital de professores realiza-se, esta sexta-feira, em Viana do Castelo. Foi convocada por uma plataforma de oito estruturas sindicais, que inclui a Fenprof.

em Viana

Ao mesmo tempo continua a decorrer a greve por tempo indeterminado convocada pelo STOP.

Na segunda-feira, a paralisação abrange o distrito de Vila Real e, na terça-feira, em Viseu. O protesto distrital termina no distrito do Porto, dia 8, quarta-feira, com uma manifestação agendada para a Avenida dos Aliados.

Cá por casa, os professores encomendam camisolas com slogan para poderem usar nas próximas manifestações. Tanto no dia 8 de fevereiro, na greve distrital do Porto, como no dia 11 de fevereiro, no dia da manifestação nacional, em Lisboa.

É que "Num mundo em que tudo vale, a educação deve perceber-se como a reserva ecológica da beleza, da utopia, da inocência.

É verdade que os professores protegem, amparam e defendem os seus miúdos. Por vezes defendem até rapazes e raparigas que nem deviam defender mas fazem-no porque esses são, a maior parte das vezes, miúdos que não têm mais ninguém que os defenda.

Perceber que existe uma agenda política que não respeita o valor patrimonial da inocência leva qualquer profissional da educação à justa cólera. E é assim que deve ser. É nesses momentos que o copo transborda e a classe, heterogénea como a gente culta sempre será, se une e escancara a sua impaciência. Nesses momentos de indignação aberta, unida, os professores não precisam de quem verta mais palavras. Por mais virtuosas que sejam, serão sempre poucas e postiças. Querem-se gestos. Nesses instantes exigem-se testemunhos de coragem. Exigem-se estadistas em lugar de políticos.

Guardadores da candura, industriados em preservá-la de toda a manha, os professores reclamam uma absoluta ausência de malícia. Querem actos que cumpram palavras. Ser estadista é isso mesmo: decidir em completa autenticidade. Agir em conformidade com o que se diz. Ir à liça."  Rui Correia

opinião: "Autopsicografia do professor português"

Recordando o poema referido pelo professor Carlos Ceia* no seu texto de opinião: 

"O que há em mim é sobretudo cansaço", de Álvaro de Campos, dito por Manuela Couto

"O cansaço que nasce disto tudo não é metafísico nem poético, é um sintoma de exaustão que empurra os professores para um espaço fora de si mesmos. Os professores portugueses mereciam outro país. 

Se quisermos compreender o estado de alma de um professor português de hoje, se alguém quiser analisar a sua autopsicografia, comece por ler o poema O que há em mim é sobretudo cansaço, de Álvaro de Campos, e encontrará aí o melhor retrato psicológico do professor português de hoje. “Um supremíssimo cansaço”, num dos versos do poema, é aquilo que sentem os professores que nas últimas décadas se têm adaptado a todas as modificações que lhes impuseram na sua vida profissional. Agora rebentaram as águas do desespero, da exaustão de quem não aguenta mais as vicissitudes da sua profissão.

O professor português cumpriu tudo o que lhe pediram nas últimas décadas, a cada mudança curricular, a cada mudança do sistema de avaliação, a cada mudança dos processos de gestão escolar, a cada regra nova que chegou à sua escola quase diariamente. Foi calando, foi desabafando com os seus pares, porque a sociedade desistiu de o compreender, tentou pequenos protestos e nada resultou. Não me surpreende ver este reerguer de toda uma classe de forma espontânea, como se todos pertencessem ao mesmo partido da educação, que não existe, mas que devia existir, que não tem fronteiras políticas e que obedece apenas ao coração de cada um. Se na "Crónica de D. João I", de Fernão Lopes, aprendemos como se constrói o sentimento colectivo do povo português pela consciência de que todos pertencemos a uma mesma nação ou comunidade, esta “arraia-miúda” de professores que agora veio para as ruas transporta o mesmo sentimento colectivo de uma nação de professores que não aceita mais a discriminação social e política.

Cada vez tenho menos argumentos para convencer jovens estudantes a optar por esta profissão. Como explicar-lhes que o Estado trata os professores de forma diferente: aos governantes que declarem residir fora de Lisboa dá-lhes ajudas de custo no valor do ordenado mínimo; aos médicos que queiram ir trabalhar longe de casa, a partir de 2024, através do programa “Mais médicos”, dá-lhe um aumento salarial de 40% e casa para morar; aos restantes funcionários públicos conta-lhes todo o tempo de serviço prestado, mas deixa os professores de fora nesta equação; na Madeira e nos Açores, os professores conseguiram recuperar faseadamente todo o tempo de serviço; no continente, os professores continuam à espera dessa recuperação, embora todos descontem por igual para a Caixa Geral de Aposentações; os técnicos superiores da função pública com doutoramento foram aumentados 400 euros, mas os muitos professores que hoje já têm doutoramento ficaram exactamente onde estão, com o mesmo dinheiro e sem uma justa progressão na carreira.

Como explicar ainda aos jovens aprendizes de professor que aquilo que têm de ensinar amanhã não é um currículo completo, mas apenas aprendizagens essenciais que nunca foram concebidas para serem currículo completo? Como explicar-lhes a lógica de um sistema de avaliação de aprendizagens que anula a função de um professor e o transforma num polícia de comportamentos que vai anotando em grelhas insanas cada estímulo recebido, sobrando tempo nenhum para o acto de ensinar, de pensar naquilo que se ensina e de ajudar a aprender verdadeiramente?

O cansaço que nasce disto tudo não é metafísico nem poético, é um sintoma de exaustão e descrença profissional que empurra os professores para um espaço fora de si mesmos: já não agem, apenas reagem; já não pensam no seu próprio discurso de aula, apenas informam; já não conseguem avaliar aprendizagens, apenas registam resultados visíveis.

Em matéria de educação, os programas de todos os partidos portugueses são paupérrimos. Não há um plano estratégico a médio, longo prazo, tudo é pensado para o momento ou para o tempo de uma legislatura. Mudanças eficazes em educação exigem muito mais tempo de maturação e, sobretudo, visão estratégica. Se no início deste ano lectivo, em França, faltavam 4000 professores, o Presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu que nenhum professor iniciaria a sua carreira profissional com salário inferior a 2000 euros e tentou assim atrair novos profissionais.

Nos EUA, o American Rescue Plan Act, de Joe Biden, representou em 2021 o maior investimento público de sempre em educação, com 170 biliões de dólares, focado sobretudo na contratação de mais professores e combate ao abandono escolar. A República da Irlanda, país da nossa dimensão, tem um orçamento de quase dez mil milhões de euros para a educação em 2023, dos quais dois mil milhões para contratar novos professores. Estes são breves exemplos de políticas com visão estratégica de quem quer realmente apostar na educação e nos professores.

Também começo a sentir “um supremíssimo cansaço” disto tudo. Em breve, terei de enfrentar, num único seminário, 150 novos candidatos a professor. Não sei quantos ficarão até ao fim do curso, e quantos irão sobreviver ao primeiro impacto da vida real. 

Ninguém acolhe um jovem professor numa terra estranha. Poucos sobrevivem com apenas 1000 euros líquidos para alimentação, alojamento e viagens e muitos têm de pedir ajuda aos pais para poderem trabalhar. Parecem condenados a sentir logo “um supremíssimo cansaço” assim que experimentam a profissão pela primeira vez.

O professor português não é um fingidor e sente todas as suas dores. Mais, tem de gerir as dores de todos à sua volta diariamente, substituindo tantas vezes aqueles que tinham a responsabilidade de cuidar dos afectos dos seus alunos. Hoje, tudo se pede a um professor, pede-se-lhe a responsabilidade total de educação de um jovem, embora seja pago apenas para ensinar, por isso, reconhecer que os professores estejam cansados, supremissimamente cansados, devia ser suficiente para reconhecer que o seu protesto de classe é justo. Os professores portugueses mereciam outro país."

 *Carlos Ceia, professor catedrático de Didática do Português na Universidade Nova de Lisboa
28.01.2023

curiosidade: chama-se Bobi, é português, e é o cão mais velho do mundo

O cão mais velho do mundo chama-se Bobi e é português. Sociável e aventureiro, teve uma vida livre pela floresta numa aldeia de Leiria. É um Rafeiro Alentejano e pertence à família Costa. É também o cão mais velho de todos os tempos. 

Bobi, o cão rafeiro alentejano mais velho do mundo

Chama-se Bobi e há 30 anos (quase 31) que vive livremente pela aldeia. Bebe muita água e come o mesmo que os donos. A sorte começou logo nos primeiros dias de vida quando foi o único da ninhada a sobreviver a um enterro propositado. 
Quando Leonel concorreu para o Guinness World Records nunca pensou que seria também o cão mais velho de todos os tempos.
"Os nossos animais sempre viveram muitos anos", acrescenta.
A Gira, mãe do Bobi, viveu até aos 18 anos e outro cão, Chicote, viveu até aos 22.
A idade do cão foi confirmada pelo Serviço Médico-Veterinário de Leiria e pelo SIAC, um banco de dados administrado pelo Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários.
Com 30 anos (a meses de fazer 31), Bobi é também o cão mais velho de todos os tempos. Até agora, o título estava entregue a Bluey, um pastor australiano que viveu até aos 29 anos e cinco meses.
"O Bobi é especial porque olhar para ele é como lembrar as pessoas que fizeram parte da nossa família e infelizmente não estão vivas, como o meu pai, o meu irmão ou os meus avós".
Se fizermos as contas de acordo com a “idade dos cães”, Bobi tem mais de 210 anos.

Longevidade: o que pode explicar?

Um dos fatores pode ser o "ambiente calmo" da aldeia, aponta Leonel. Além disso, sempre comeu "comida humana": "O que comíamos, ele comia também". A família deixa a comida de molho antes de dar aos animais para tirar a maior parte dos temperos.
"Bebe muita água, cerca de um litro por dia".
O cão nunca foi acorrentado ou preso a uma coleira e sempre passeou pela floresta junto à casa da família Costa. @ SicN

IR: santuários de Portugal a visitar

IR, porque vem aí o fim de semana...

São lugares sagrados e de devoção para muitas pessoas, além de estarem 'decorados' com muita história. Quando tiver oportunidade, seja crente ou não, visite os santuários mais bonitos de Portugal.

Portugal sempre foi um país bastante dedicado à religião e, por isso, igrejas e santuários estão presentes de norte a sul, no litoral e interior, continente e ilhas, cidades grandes e aldeias pequenas.

Seja qual for a sua religião ou mesmo que não tenha qualquer convicção religiosa, e aprecie a beleza destes santuários em todo o seu esplendor.





                                                                                                                 veja a galeria completa @ Sapo


ensino superior: redução de jovens poderá levar ao fim ou fusão de instituições

O presidente da comissão de avaliação do Ensino Superior alertou para o possível desaparecimento de algumas instituições e necessidade de fusão de outras, tendo em conta as previsões de redução drástica de alunos.


Dentro de uma década, os jovens na zona de Porto serão menos 26% do que eram em 2020 e na Madeira serão menos 30%, segundo dados da OCDE que preocupam o presidente da comissão independente recém-criada para avaliar o Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior (RJIES).
Em entrevista à Lusa, Alberto Amaral disse que “há um problema muito complicado de demografia” que irá afetar a atual rede de Instituições de Ensino Superior (IES), prevendo-se o “fecho ou a fusão de algumas instituições”.
Alberto Amaral explicou que o trabalho da comissão ainda está numa fase inicial e que, neste momento, só é possível fazer “futurologia” sobre as propostas que irão estar no relatório, que será apresentado no final do ano.
Entre 2020 e 2035, haverá uma quebra na zona norte de 26% dos jovens entre os 18 e os 29 anos, ou seja, “cerca de um quarto dos jovens desaparece”, alertou Alberto Amaral, acrescentando que os estudantes estrangeiros não serão suficientes para colmatar esta diminuição.
Na Madeira serão menos 30%, segundo a OCDE, que prevê uma redução na ordem dos 14% a 15% para o centro do país. As exceções serão Lisboa e Algarve, onde haverá “um ligeiro aumento” de jovens.
“Tudo isto vai refletir-se num problema muito complicado que é o da rede do Ensino Superior. Haverá provavelmente um maior esvaziamento no interior”, salientou o responsável, acrescentando que o ensino privado será o mais afetado, porque é “mais caro e com menos prestígio”.
Mas, alertou, “onde não houver privado, irá afetar diretamente o público”, podendo ocorrer “fechos ou fusão de instituições”.
Salientando tratar-se de um mero exercício de futurologia, Alberto Amaral admitiu fusões no interior do país, por exemplo, entre os politécnicos de Beja, Portalegre e Évora.
Nas propostas de alteração do RJIES, a comissão poderá vir a sugerir ao Governo – “a quem cabe decidir” - um número mínimo de alunos por instituição ou um determinado número de doutoramentos, exemplificou.
Alberto Amaral lembrou o caso australiano, onde o Governo decidiu deixar de financiar instituições que tivessem menos de dois mil alunos, levando a várias fusões: “O ministro disse que tinham que se casar, mas não disse com quem”, afirmou.
A comissão iniciou agora um conjunto de conferências e debates para ouvir a comunidade: A proposta da comissão “será uma interpretação daquilo que é sentido pelas pessoas, nomeadamente dos académicos e pessoas que estão no ensino superior e não, propriamente, uma posição da comissão”, explicou.
Hoje começa a conferência internacional “Autonomia e Governo no Ensino Superior”, na Academia das Ciências de Lisboa, organizada pela Edulog - iniciativa da Fundação Belmiro de Azevedo.
O primeiro dia será para olhar para o que se faz lá fora, com a presença de vários especialistas estrangeiros, e na sexta-feira debate-se a situação nacional.
Um dos temas será a forma de gestão das instituições superiores, acrescentou Alberto Amaral, explicando que o primeiro conferencista é um professor americano que vai mostrar que “nas grandes Universidades de investigação a Colegialidade se manteve”. @  Sapo

nacional: pais com filho de qualquer idade com deficiência ou doença crónica passam a ter direito ao teletrabalho

Foi aprovada uma proposta do PS de alteração ao Código do Trabalho, esta quarta-feira, que prevê que os trabalhadores com filhos com deficiência ou doença crónica, independentemente da idade, passem a ter direito ao teletrabalho.


A medida, agora aprovada, prevê que seja aplicada desde que as funções sejam compatíveis e que os trabalhadores tenham os equipamentos necessários para o exercício da atividade laboral a partir de casa, estipula a nova lei, aprovada por unanimidade pelo grupo de Trabalho da Agenda do Trabalho Digno, na Assembleia da República.
Até agora, o Código do Trabalho só previa o acesso ao teletrabalho aos pais com filhos dependentes até aos três anos, ou até aos 8 em condições como o caso de famílias monoparentais.
Assim, o n.º 2 do artigo 166º passa a prever que “um trabalhador com filho com idade até três anos ou, independentemente da idade, com filho com deficiência ou doença crónica que com ele viva em comunhão de mesa e habitação, tem direito a exercer a atividade em regime de teletrabalho, quando seja compatível com a atividade desempenhada e o empregador disponha de recursos e meios para o efeito”.
Mantém-se que o empregador, quando questionado “não pode opor-se ao pedido do trabalhador”, quando efetuado segundo o que está previsto na legislação.
Na mesma sessão, o PSD apresentou uma proposta que estendia a medida aos pais com filhos com doença oncológica, também independentemente da idade, mas acabou chumbada pelo PS, contando com apoio do PCP e Bloco de Esquerda. @ Sapo 

12º L: visita de estudo à Oficina da Regueifa e do Biscoito

Na última sexta-feira, dia 27 de janeiro, os alunos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde, 12º L, e as professoras Sara Botelho, de Área de Integração, e Bárbara Basto, de Português, realizaram uma visita guiada à Oficina da Regueifa e do Biscoito, em Valongo.

No início da visita, visualizamos um filme, em 3D, explicativo da história da regueifa e do biscoito de Valongo.

Depois da exibição do filme, foi iniciada a visita pela Oficina para vermos os artefactos utilizados na produção quer da regueifa quer dos biscoitos, os tipos de cereais, os tipos de biscoitos, a história por detrás da regueifa. Ficamos a saber como eram fabricados nos primeiros tempos e como são produzidos atualmente.

Terminada a visita guiada, tivemos a oportunidade de “pôr as mãos na massa” e criar as nossas figuras de biscoitos. Adoramos!

Enquanto aguardávamos pela cozedura dos biscoitos, a turma desfrutou de uma área de jogos interativos relacionados com o conteúdo da Oficina.

Por fim, depois de 20 minutos de espera, cada aluno experimentou os biscoitos que fez. Estavam deliciosos!

Após a visita, fomos também à famosa fábrica da Paupério comprar lembranças e os afamados biscoitos.

No regresso à escola, pelas 12h30, a turma e as professoras deram a sua opinião sobre a visita de estudo e todos concordaram que foi muito agradável, interessante e divertida. Viemos satisfeitos pela oportunidade de conhecer melhor um dos alimentos mais consumidos em Portugal: a regueifa.

                                                                                                                                Rafaela Cunha, 12º L (texto)
                                                                                                    cortesia de envio de Sara Botelho, docente de Área de Integração

textos de alunos: "Take a minute, take five!"

 Mais uma curiosidade, com informação local, sugestão de Rafaela Gonçalves, 11ºG,   subcategoria "The World Around Us".

                                                Our city has been classified as a world heritage site by UNESCO

The Historic Centre of Porto is the oldest area of the district, classified as World Heritage Site by UNESCO since 1996. 


It gathers the parishes of Sé, Vitória, São Nicolau and Miragaia. With medieval origins, and despite all the changes, the Historic Centre of Porto maintains its unique urban characteristics, incomparable to other cities in Europe...


I decided to share this curiosity because I think it's always good to know a little more about what surrounds us.

                                                                                                                                                                                        Rafaela Gonçalves, 11º G

cortesia do envio de Constância Silva, docente de Inglês e colaboradora do CRESCER 

próximos dias em Portugal: diminuição do frio e novo pico de poluição do ar

Primeiros dias de fevereiro em Portugal com diminuição gradual do frio, apesar da persistência de temperatura mínima baixa, e de algumas geadas e nevoeiro matinal no interior. Haverá também tendência para a acumulação de poluição atmosférica em torno dos principais centros urbanos. Consulte a previsão!

pôr-do-sol em Faro (foto de Meteored)


O tempo seco e soalheiro, de cariz anticiclónico, irá continuar no que resta da semana em Portugal continental. Ao longo dos próximos dias viveremos uma situação de estabilidade meteorológica no nosso país, alimentado pelas altas pressões e pelo vento de Leste/Nordeste.

O frio começará a diminuir lenta e gradualmente à medida que uma massa de ar mais temperada for percorrendo a Península Ibérica de norte para sul. As noites continuarão frescas, mas os períodos diurnos estarão mais amenos e termicamente confortáveis.

No interior de Portugal continental as noites manter-se-ão bastante frias, com formação de gelo e geada e surgimento de nevoeiro/neblina matinal nalguns locais do Nordeste Transmontano e da Beira Alta.

Na faixa litoral entre Viana do Castelo e Lisboa, haverá tendência para a concentração de poluentes atmosféricos nocivos para a saúde, especialmente para os grupos populacionais mais vulneráveis (idosos, crianças e indivíduos com doenças respiratórias).

A acumulação maior de partículas poluentes está prevista para sexta-feira, dia 3 de fevereiro, entre o final da tarde e a noite, sobretudo nas áreas geográficas entre Braga e Porto, e também em redor de Aveiro, e de Lisboa.

No fim de semana espera-se não só uma diminuição ligeira do frio noturno (menos geadas), como também um pequeno aumento da temperatura máxima, com ambiente seco e céu limpo ou pouco nublado.@ Meteored

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

hoje é dia de reunião com o ME

 Estarão presentes doze forças sindicais para negociarem com o Ministro da Educação, pelas 10h de hoje. Mas... o Ministro não vai estar. 


VER: é "Essencial"

 O programa "ESSENCIAL" de Conceição Lino, na SIC, conquistou os professores. Trabalho sério e honesto, coisa rara sobre o tema da educação. 

Para ver, clique aqui, uma vez que o vídeo anteriormente publicado ficou indisponível.


(post editado às 18h)

opinião: "O que prejudica os alunos, senhor ministro?"


 O que prejudica os alunos é falta de tempo para preparar aulas atraentes, dinâmicas, é a falta de computadores, projetores e internet operacionais. São salas frias, geladas em pleno inverno.

Tânia Santos *
O que prejudica os alunos, senhor ministro, não são as greves; são os professores desmotivados atulhados em burocracias, projetos sem sentido, criados num gabinete qualquer e que mudam ano após ano. Atas, sínteses, justificações, relatórios, grelhas, planificações, RTP, PCT, relatórios de processos disciplinares, relatórios para a CPCJ e reuniões e mais reuniões, que muitas vezes não levam a lado nenhum. Professores cansados porque fazem dezenas (ou centenas) de quilómetros por dia, isto quando não tiveram de arrendar uma segunda casa e deixaram tudo para trás, que pagam literalmente para trabalhar!

O que prejudica os alunos é falta de tempo para preparar aulas atraentes, dinâmicas, é a falta de computadores, projetores e internet operacionais. São os programas desajustados à nova realidade, salas frias, geladas em pleno inverno (porque não há orçamento para o aquecimento, isto quando ele existe), salas onde o vento entra pelas janelas, onde nos cai pingas de água na cabeça e onde, por vezes, temos a companhia de ratos, gaivotas e pombos.

O que prejudica os alunos, senhor ministro, é a falta de assistentes operacionais, técnicos especializados, psicólogos e o excessivo número de alunos por turma. Professores que são falsas necessidades temporárias, que são obrigados a abandonar alunos que já conhecem e conquistaram, assim como bons projetos, não desses imaginados por quem nunca deu uma aula, mas por quem conhece o contexto escolar onde trabalha, isto porque o contrato termina sempre no final do ano letivo… e lá vem outra escola … e lá vamos nós começar tudo de novo. 

E o que prejudica a sociedade, senhor ministro, é tentarem acabar com qualidade da escola pública, uma escola que não seleciona, que não escolhe, mas acolhe todos, que tenta dar as mesmas oportunidades e que é o principal motor de desenvolvimento de um país. 

Não me posso esquecer de salientar a falta de respeito com que sucessivos governos têm tratado os professores. Que exemplo estão a dar à sociedade? É assim que devemos tratar quem educa, ensina, cuida e muitas vezes abraça as nossas crianças e jovens? Talvez seja por isso que ultimamente não há quem queira ser professor, há centenas de alunos sem professor a pelo menos uma disciplina, e isso não é responsabilidade das greves.

Mas, caríssimo senhor ministro, o que prejudica mesmo os nossos alunos é o facto de no futuro pensarem que não têm o direito de lutar por melhores condições de trabalho, que o direito à greve não é um direito constitucional, de qualquer país democrático e um direito de todos, incluindo daqueles que o ensinaram, estimularam a pensar, que contribuíram para que esteja a ocupar esse lugar. O passado tem memória curta. @ Observador

*Tânia Santos, docente de Português e Espanhol no Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto

educação: professores exigem redução das tarefas burocráticas nas escolas

Professores queixam-se das tarefas burocráticas que dizem retirar-lhes tempo para ensinar. Conheça o caso de Catarina Carvalho, professora em Loures, que entre atas, relatórios e papeladas, ainda atende os encarregados de educação e gere os conflitos entre alunos.


Há muito que os professores alertam para o aumento de trabalho burocrático, um problema reconhecido em janeiro pelo ministro da Educação, João Costa, que anunciou que iria apresentar um plano para eliminar “documentos e plataformas que não contribuem para a qualidade do processo de ensino e aprendizagem”.
João Costa prometeu que iria “simplificar documentos administrativos” e “eliminar redundâncias”, mas as medidas ainda não chegaram e nas escolas os professores dizem-se “exaustos e frustrados”.
Catarina Carvalho é professora há 22 anos e tem agora a seu cargo a direção de sete turmas. Os diretores de turma e os professores do 1.º ciclo são os mais penalizados, segundo os sindicatos, que alertam para o facto de raramente conseguirem cumprir a legislação, que prevê um horário de trabalho máximo de 35 horas semanais.
Todos os dias, a diretora de turma tem um conjunto de tarefas que não podem esperar, como verificar o registo de faltas dos alunos.
“Tenho sete turmas e tenho de contar as faltas de todos os alunos, verificar se há casos que precisam de justificação dos encarregados de educação. Se isso acontecer, tenho de contactar os pais, o que nem sempre é fácil, porque os pais esquecem-se e nós temos de andar atrás deles a insistir”, exemplificou.
Naquela escola de Loures há alunos em risco de insucesso e de pobreza. “Há situações que temos de sinalizar para a Comissão de Proteção de Menores e, se o caso segue para tribunal, somos nós que temos de elaborar todo o processo”, acrescentou.
Os sindicatos alertam que também são pedidos aos professores relatórios para entregar aos médicos, tribunais e outras entidades.
Também os diretores escolares têm chamado a atenção para as inúmeras tarefas das escolas, que vão desde realizar as matrículas dos alunos a fazer listagens de dados sobre alunos e encarregados de Educação e atualizar esses mesmos registos biográficos.
São os diretores de turma que tratam dos processos quando chega um aluno com necessidades educativas especiais.
“A lei diz que temos de justificar quando temos pelo menos 50% dos alunos com negativas. Temos de deixar tudo registado. Todas as diligências que levámos a cabo para que não houvesse insucesso”. (adaptado daqui)

sociedade: quais são as profissões mais procuradas por recrutadores internacionais?

Com um mundo a mudar cada vez mais rápido, decidir o que estudar pode ser desafiante. Perante o “desfasamento” entre a educação e o mercado, Karoli Hindriks, CEO da plataforma de realocação de talento Jobbatical, deixa algumas recomendações para os jovens

Entrar no ensino superior tem muitos desafios e escolher em que área apostar é logo o primeiro deles. Com o mundo do trabalho a mudar rapidamente, vivemos um paradoxo. Enquanto das universidades está a sair a geração mais qualificada de sempre, também “estamos a entrar na maior escassez de talento da História humana”.

“Acredito que existem duas causas principais”, afirma Karoli Hindriks, CEO da Jobbatical, uma plataforma internacional que ajuda as empresas a relocalizar as novas contratações. “A primeira é o envelhecimento da população e a segunda é o desfasamento entre a educação e o mercado do trabalho.”

Este segundo é “um enorme problema”. “Há um desencontro entre a forma como estamos a educar a nossa juventude e o que o mercado de trabalho espera, quais os principais trabalhos hoje e quais serão daqui a dez anos”, vaticina a empreendedora estónia.

“Alguns dos trabalhos que vemos no top de contratações não existiam há 15 anos. Também aí o setor público está bastante atrasado, porque não estão a ser capazes de avançar lado a lado com as tendências (atuais e futuras). Isto significa que os jovens saem (da universidade) com um mestrado e começam a sua vida, para depois perceberem que as competências [que aprenderam no curso] já não se aplicam.”

ESTAS SÃO AS NOVE PROFISSÕES MAIS PROCURADAS DO MOMENTO:

A Jobbatical entrou no mercado português em fevereiro do ano passado. “Tivemos um início louco em Portugal. Lançamos em fevereiro e, em três meses, a nossa receita cresceu seis vezes. Até agora fizemos cerca de 400 relocalizações para Portugal.”

Da experiência do mercado português, a CEO da Jobbatical consegue para já tirar algumas conclusões. De acordo com a especialista, esta é a lista de profissões mais procuradas neste momento:

- Programador de software,

- Engenheiro de software,

- Engenheiro QA (Quality Assurance),

- Engenheiro de software senior,

- Gestor de produto,

- Designer de produto,

- Engenheiro de back-end,

- Programador de software senior,

- Designer de produto.

“Estas são as principais profissões que temos estado a relocalizar para Portugal, o que significa que há falta destes (profissionais no país)”, afirma.

Mas dado o ritmo a que o mercado está a transformar-se, estudar estas profissões hoje não oferece a mesma garantia de empregabilidade no futuro, como acontecia noutros tempos. Perceber as tendências futuras torna-se “complicado”.

“Isto é referente a hoje. O que recomendo mesmo é olhar para o que irá ser. Se está a ir para a universidade, deve olhar para quais as prováveis (tendências) para os próximos cinco anos. Será big data? Inteligência artificial será certamente, a procura é enorme nessa área. @ Expresso