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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

dia mundial da música

É difícil escolher uma música, assim como difícil é escolher um livro, ou um filme, ou uma viagem. Porém, o CRESCER ouviu alguns professores da casa e decidiu escolher esta composição para assinalar o dia. Uma verdadeira subida "aos céus" pela "escada" dos Led Zeppelin, datada de 1971 e considerada uma das melhores canções de rock de todos os tempos.
A data para a comemoração da música foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música.

morreu o cartoonista Quino, criador da Mafalda

 Joaquín Salvador Lavado (Quino) morreu aos 88 anos, na Argentina.

Joaquín Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, morreu aos 88 anos. A notícia da morte foi confirmada no Twitter, pelo seu editor.

Filho de espanhóis, nascido em 1932, Joaquín Salvador Lavado desenhou e publicou vários livros de desenho gráfico para um público mais adulto, nos quais predomina um humor corrosivo e negro sobre a realidade social e política. Ficou célebre, porém, por uma personagem que se tornou numa das mais improváveis comentadoras políticas da atualidade, Mafalda, uma menina que detestava sopa, adorava os Beatles e tinha monólogos preocupados e existencialistas, em frente a um globo terrestre.

Quino imaginou Mafalda para um anúncio publicitário a uma marca de eletrodomésticos, para o qual lhe pediram que desenhasse a história de uma família típica da classe média.

A banda desenhada não chegou a ser publicada, mas Quino recuperou a personagem Mafalda quando o convidaram para publicar no Primera Plana, na altura um jornal que procurava fazer uma reflexão crítica da atualidade argentina e internacional. Foi a 29 de setembro de 1964 que Mafalda surgiu.

Das tiras de Quino saíam comentários sobre a ordem do mundo, a luta de classes, o capitalismo e o comunismo, mas também, de forma mais subtil, sobre a situação política e social argentina.

Quino deixou de desenhar Mafalda em 1973, admitindo ter ficado extenuado, e continuou a desenhar e a publicar outros desenhos de humor, compilados em diversos álbuns, mas foi a criança contestatária que mais fez espalhar o seu nome e o seu trabalho pelo mundo.

Em 2014, o Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, em França, e o AmadoraBD dedicaram exposições a Quino, a propósito dos 50 anos da criação de Mafalda.

O diário El País descreve-o como "o cartunista mais internacional e mais traduzido em língua espanhola, e talvez o mais cativante", com centenas de tiras publicadas na imprensa de todo o mundo, e recorda que, em 2014, Quino foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades.

Hoje, o jornal espanhol recorda ainda a resposta de Quino quando lhe perguntaram como seria Mafalda, na atualidade. Segundo o El País, Quino contrapôs que provavelmente essa "menina sábia" estaria morta, porque seria um dos desaparecidos da ditadura militar argentina (1976-1983).

Em 2016, numa entrevista à agência Efe, por ocasião da Feira do Livro de Buenos Aires, Quino afirmava que o mundo atual seria para a personagem Mafalda "um desastre e uma vergonha".

"Olhando as coisas que fiz todos estes anos, percebo que digo sempre as mesmas coisas e que continuam atuais. É terrível... não?", referiu Quino, a propósito dos seus temas de sempre: "A morte, a velhice, os médicos e outras coisas", como as injustiças sociais, a pobreza.

Profundamente tímido e reservado, Quino reconheceu na mesma entrevista que gostaria de ser recordado como "alguém que fez pensar as pessoas sobre as coisas que acontecem". @ Mundo ao Minuto



quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Portugal tem cada vez menos água disponível

Portugal tem cada vez menos água disponível e nos próximos cem anos a precipitação em certas regiões do país, como o Algarve, pode sofrer uma redução de até 30%, alertou hoje a Associação Natureza Portugal (ANP).


Em antecipação do Dia Mundial da Água, que se assinala a 01 de outubro (quinta-feira), a organização ambientalista portuguesa que trabalha em parceria com o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), defende que é necessário limitar o consumo de água em algumas bacias do país, como Sado, Mira e Barlavento algarvio para prevenir que no futuro a água não falte às populações dessas regiões.

Num relatório intitulado "O Futuro tem menos Água", a organização analisa os efeitos das alterações climáticas e alerta que Portugal tem cada vez menos água disponível.

"Devido ao aumento global da temperatura, a verões mais longos, menos chuva no inverno e, consequentemente menos água a infiltrar-se na terra, o nosso país tem atravessado secas cada vez mais frequentes e prolongadas", mesmo em zonas onde não era habitual, lê-se no documento.

Para a ANP/WWF, é necessário "agir o quanto antes" e já não basta apelar ao consumidor para poupar água ou melhorar a eficiência das redes de abastecimento.

"O futuro vai ter menos água, e é essencial que todos nós tenhamos esta consciência. Deve partir dos nossos governantes preparar esta realidade, limitando o consumo em algumas bacias portuguesas, permitindo apenas os consumos onde tenham garantia de abastecimento e promovendo medidas efetivas para proteger os recursos hídricos em particular no sul do país", adverte a organização dedicada ao ambiente.

Portugal "consome mais do que as suas disponibilidades numa ótica de segurança e prevenção de riscos", particularmente em situações de seca como a que se tem vivido, fruto de "uma sequência de anos pouco chuvosos e cujos efeitos são agravados pelas alterações climáticas", sustenta a ONG.

Esta situação é mais gravosa no setor agrícola, maior consumidor de água e também aquele que exerce uma maior pegada hídrica sobre os recursos, quer do País quer dos restantes países donde importamos bens que necessitam de água para serem produzidos. @ Sapo

 

alunos portugueses são únicos da OCDE com cada vez melhores resultados

Portugal destaca-se por ser o único país da OCDE que conseguiu que os seus alunos “melhorassem significativamente” os seus conhecimentos ao longo dos anos a Leitura, Matemática e Ciências.

Os alunos portugueses foram os únicos da OCDE que têm vindo a melhorar significativamente os seus desempenhos a Leitura, Matemática e Ciências, segundo uma análise que compara o desempenho académico de jovens de 15 anos desde 2010.

Esta é uma das conclusões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) com base nos resultados que os alunos de 15 anos têm nos testes PISA (Programme for International Student Assessment), desde 2010. Na última década, os gastos médios por aluno nos países da OCDE aumentaram mais de 15% mas este investimento não se traduziu em grandes melhorias de desempenhos escolares, revela o relatório divulgado esta terça-feira. A única exceção é Portugal. O país destaca-se por ser o único país da OCDE que conseguiu que os seus alunos “melhorassem significativamente” os seus conhecimentos ao longo dos anos a Leitura, Matemática e Ciências. Os resultados foram divulgados esta terça-feira na publicação “Effective Policies, Successful Schools” (Políticas Efectivas, Escolas de Sucesso), que constitui o quinto e último volume de série PISA 2018, que agrega dados de 79 países e economias. Nesta comparação entre o dinheiro investido e os resultados académicos, o secretário-geral da OCDE, Angek Gurría, chama também a atenção para o caso de sucesso registado em quatro províncias da China: Pequim, Xangai, Jiansgsu e Zheijiang. @ Sapo


terça-feira, 29 de setembro de 2020

Dia Mundial do Coração: nunca é tarde para começar a fazer exercício

O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia enumera algumas regras para ter o coração “numa boa onda”. Numa entrevista concedida à Visão, Victor Gil alerta: no mínimo, as pessoas devem andar a pé 30 minutos, três vezes por semana.
Fazer exercício, ter uma alimentação saudável, não aumentar de peso e, caso tenha diabetes ou colesterol alto, fazer o controlo regular. Há um estudo recente, feito nos EUA, que mostra que se as pessoas cumprirem estas regras, começando-as na juventude, têm adicionalmente mais 14 anos de esperança de vida no caso das mulheres e 12 no dos homens do que quem não tem um estilo de vida saudável. A boa onda cardiovascular não é uma fantasia, não é retórica, é, isso sim, consubstanciada em números. (Leia toda a entrevista aqui)

Covid 19: qual é a maneira mais provável de ser infetado?

Transmissão por contacto com superfícies ou transmissão via aérea através de partículas? Cientistas sugerem qual é a forma mais provável de ser infetado com o novo coronavírus.

Em março, ainda nos estágios iniciais da pandemia de covid-19, o médico norte-americano Jeffrey VanWingen divulgou um vídeo no YouTube, no qual aconselhava as pessoas deixar as compras de supermercado ao ar livre durante três dias, borrifar desinfetante em cada produto e mergulhar frutas em água com sabão. O objetivo de todo este processo era desinfetar os produtos que potencialmente poderiam carregar o novo coronavírus.

Agora que temos mais conhecimento sobre a doença, sabemos que alguma das dicas de VanWingen são desnecessárias e até mesmo perigosas. De momento, os cientistas dizem que o maior risco de infeção vem da inalação do que outra pessoa infetada está a exalar. Usar uma máscara parece a solução mais prática e segura.

A teoria de que o novo coronavírus se podia espalhar ao entrar em contacto com objetos que carregam o vírus não é descabida. Afinal de contas, é assim que cientistas e epidemiologistas acreditam que a maioria das doenças respiratórias se espalha, escreve o portal Elemental. É por isso que devemos lavar as mãos antes de comer ou preparar comida, por exemplo.

Novos estudos sugeriram que o Sars-COV-2 sobrevivia 24 horas em cartão e 72 horas em plástico. Como tal, recomendou-se a lavagem e higienização das mãos como a primeira linha de defesa.

O professor de microbiologia e bioquímica da Universidade Rutgers, Emanuel Goldman, diz que as recomendações foram feitas com base nas experiências erradas.

“Eles começaram com uma quantidade enorme e totalmente irreal de vírus no início da experiência, e então, com certeza, encontraram o vírus no final. Mas eles começaram com muito mais do que você jamais encontraria na vida real”, explica Goldman.

“Você teria que ter 100 pessoas a tossir e espirrar numa pequena área da superfície para obter a quantidade de vírus que foi usada nos estudos que relataram a sobrevivência do vírus nas superfícies”, acrescenta.

Um outro estudo sugere que o vírus vai morrendo aos poucos, em que a cada seis horas, 50% do vírus enfraquece e torna-se inativo ou não infeccioso.

Em maio, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças adiantou que a infeção através do contacto com superfícies não era significativo. Em contrapartida, o contacto com partículas de mucosa e saliva no ar era a principal causa.

Quando expelimos ar, seja a respirar, tossir ou até a respirar, pequenos pedaços de saliva são expelidos. Enquanto as partículas mais pesadas caem rapidamente ao chão, as mais leves ficam no ar durante mais tempo. Estar em contacto próximo com alguém aumenta o risco de ficar exposto às pequenas partículas que estão a ser expelidas.

Muitos cientistas pensam que é assim que a maioria das pessoas é infetada com o coronavírus.

“Não é que [a disseminação através da superfície] não possa acontecer, é apenas que a probabilidade é menor do que se alguém estivesse realmente à sua frente, a respirar o vírus vivo nas gotículas em você”, diz Nahid Bhadelia, médica de doenças infecciosas e professora da Escola de Medicina da Universidade de Boston. “Este é um inóculo muito maior, é muito mais provável que haja muito mais vírus vivo nele, por isso é um risco maior”. @ZAP aeiou

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Ensino Superior: 2ª fase com 6 mil vagas — mas não há lugares em todas as instituições

 As instituições de ensino superior têm mais de seis mil vagas para os alunos que queiram concorrer à 2.º fase do Concurso Nacional de Acesso, mas existem quatro instituições já sem qualquer vaga.

Estes são alguns dos dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), dia em que são conhecidos os resultados da 1.º fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.

Nesta 1.º fase concorreram mais de 62 mil alunos e quase 51 mil já têm um lugar garantido numa instituição de ensino superior.

Na segunda-feira arranca a 2.º fase do concurso e as instituições têm, pelo menos, 6.050 vagas para os estudantes, ou seja, metade do número de alunos que ficou de fora na 1.º fase.

Mas nem todas as instituições têm vagas: O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, por exemplo, volta a repetir a situação do ano passado, tendo preenchido todos os 1.338 lugares que disponibilizou.

Também não sobraram vagas nas escolas superiores de Enfermagem de Coimbra, Lisboa e do Porto, segundo os dados da DGES.

A Universidade Nova de Lisboa também surge como uma das escolas mais procuradas, tendo ficado apenas com uma das quase três mil vagas que disponibilizou para esta fase. No ano passado, a Nova surgiu ao lado do ISCTE como as duas instituições cuja procura por parte dos alunos fez com que não sobrassem vagas.

Já em sentido inverso, a instituição com menos vagas preenchidas nesta 1.º fase é o Instituto Politécnico de Bragança: Das 2.160 vagas disponibilizadas foram ocupadas 1.029, ou seja, cerca de metade.

Também nesta lista surgem o Instituto Politécnico da Guarda que tem 512 vagas sobrantes, o Politécnico de Viseu com 484 lugares, o de Castelo Branco que tem 400 e o de Viana do Castelo com 375 vagas.

Este ano concorreram muito mais alunos na 1.º fase (aumento de 15% em relação ao ano passado) e cerca de 12 mil não conseguiram colocação.

Das 56.121 vagas que estavam disponíveis, sobraram 6.050 vagas para a 2.ª fase do concurso, representando uma diminuição de 10% em relação à mesma fase do concurso de 2019.

No ano passado, na 2.º fase havia 6.734 lugares e, em 2015, o número foi ainda mais elevado, com 8.714 vagas disponíveis para os estudantes que concorreram na 2.º fase.

Apesar destes números, as instituições podem aumentar o número de vagas através da transferência de vagas fixadas e não ocupadas nos concursos especiais de acesso e ingresso no ensino superior, caso se venham a verificar novas vagas não preenchidas em concursos especiais nas instituições de ensino superior até ao início de outubro, sublinha o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Entre segunda-feira, 28 de setembro, e 9 de outubro decorre a apresentação das candidaturas à 2.ª fase do concurso nacional de acesso para o ano letivo de 2020/2021. @Sapo

Ensino Superior: entraram 51 mil novos alunos e 12 mil ficaram de fora

 Quase 51 mil alunos conseguiram uma vaga na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, tendo ficado de fora cerca de 12 mil estudantes.

Segundo dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Ensino Superior, 50.964 estudantes ficaram colocados no concurso nacional de acesso para ano letivo de 2020/2021, que começa esta semana na maioria das Instituições de Ensino Superior (IES).

São mais 15% do que no ano passado e mais 21% do que em 2015, segundo dados da Direção-Geral do Ensino Superior.

No entanto, também foram mais os estudantes que decidiram concorrer (mais 23% do que no ano passado) e este ano quase 12 mil não ficaram colocados, podendo agora concorrer à 2.ª fase que começa na segunda-feira com mais de seis mil vagas disponíveis.

Ou seja, este ano houve 62.930 alunos a tentar a sua sorte, dos quais 11.966 não conseguiram lugar no ensino universitário nem politécnico.

Do total de candidatos à primeira fase do concurso, 82% ficaram colocados, sendo que 84% foram admitidos numa das suas três primeiras opções.

Pouco mais de metade conseguiu mesmo um lugar no curso e instituição que desejava: 51% ficou colocado na sua primeira opção.

Em termos percentuais é um pouco mais baixo do que no ano passado (53% dos alunos ficaram na 1.º opção), mas em termos absolutos representa um aumento de cerca de 23 mil para 25 mil alunos.

Dos 50 mil caloiros, pouco mais de 30 mil vão para o ensino universitário (30.671) enquanto as instituições politécnicas vão receber cerca de 20 mil novos estudantes (20.293).

Tanto as universidades como os institutos politécnicos registam um aumento de cerca de três mil alunos em relação ao ano passado: As universidades passam de 27.280 para 30.671 e o ensino politécnico de 17.220 para 20.293 alunos.

As regiões de Lisboa e do Porto continuam a concentrar quase metade dos novos alunos: Este ano são 23.916 caloiros, o que significa um aumento de cerca de mais três mil do que no ano passado.

Também há cada vez mais alunos a escolher instituições localizadas em regiões com menor pressão demográfica: Este ano serão 12.314 estudantes (mais 20% do que no ano passado).

Além disso, cerca de 10 mil alunos escolheram como primeira opção um curso em instituições localizadas nestas regiões, o que representa um aumento de 28% em relação ao concurso do ano passado. @Sapo

Dia Mundial do Turismo 2020

O dia mundial do turismo celebra-se desde 1980. Este ano a Organização Mundial do Turismo escolheu como tema o desenvolvimento do turismo rural.


Devido à pandemia  Covid -19 o turismo foi provavelmente o  setor económico mais afetado. A  OMT receia uma diminuição do turismo internacional que pode chegar aos 80%.

As pessoas que puderam gozar férias evitaram as grandes cidades viajando, muitas delas,  para zonas mais pacíficas e isoladas como as áreas rurais. A crescente  procura destes territórios pode contribuir para o reconhecimento da sua importância, para  o seu desenvolvimento e fixação de população.

Em Portugal foram muitos os que partiram à descoberta do interior, em busca de locais sossegados e tranquilos, onde pudessem estar mais isolados mas em contacto com a natureza.

O turismo rural respeita valores ecológicos, protege o património natural e  cultural assim como  pode proporcionar  experiências genuínas aos viajantes, nomeadamente a participação em tarefas relacionadas com a agropecuária. O turismo rural pode ser socialmente responsável e contribuir para o desenvolvimento sustentável de muitas comunidades.  

11º K - Curso Profissional de Técnico de Turismo 

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Google Maps vai localizar e mapear áreas de contágio

 O Google Maps, 'website' e aplicação de cartografia da gigante norte-americana Google, vai poder revelar nos mapas, consultados por utilizadores, as áreas de infeção da covid-19.


"Ao abrir o Google Maps, clique na guia à direita em 'informações da covid-19' e pode ver a taxa por cada 100.000 habitantes de casos de covid-19 numa média de sete dias na área do mapas que está a ver", pode ler-se hoje numa publicação da Google num 'blog'.

No mapa de um bairro ou destino que visita, o internauta pode também ver se os casos tendem a aumentar. Um código de cores identificará a densidade de casos variando de cinza (menos de um caso), a vermelho (entre 30 a 40 casos), depois vermelho escuro (mais de 40 casos por cada 10.000 habitantes), com os valores intermédios a amarelo e laranja.

A Google, que afirma ser capaz de oferecer essas informações cartográficas em 122 países, indica que recolhe a informação através dos Estados Unidos, particularmente da Universidade Johns Hopkins, que é a referência para a contagem de casos de infeção, extraindo ainda informações do The New York Times e da Wikipedia.

 Os dados vão também ser baseados na atualização da situação de saúde estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), autoridades públicas e instituições locais.

"Mais de mil milhões de pessoas recorrem ao Google Maps para obter informações essenciais sobre como ir de um lugar para outro, especialmente durante a pandemia, quando as preocupações com a saúde estão em primeiro plano", escreveu Sujoy Banerjee, diretor de produto do Google Maps.

"Portanto, esta semana vamos apresentar um novo recurso para o Maps, uma ferramenta que revela informações vitais sobre os casos covid-19 numa área, para que possam tomar decisões informadas sobre onde desejam ir e o que fazer", acrescentou o responsável. @ Sapo

Portugal mantém-se em Estado de Contingência até 14 de outubro


© António Cotrim/Lusa

Governo decidiu, esta quinta-feira, prolongar o Estado de Contingência em Portugal Continental. "O Conselho de Ministros aprovou a resolução que prorroga a declaração da situação de contingência em todo o território nacional, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59 do dia 14 de outubro de 2020", pode ler-se no comunicado do Conselho de Ministros.

A decisão do Governo foi anunciada pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, adiantando que a situação de contingência no Continente será reavaliada pelo Executivo dentro de duas semanas, então já com uma análise mais aprofundada sobre o impacto das primeiras semanas de aulas nas escolas. @ NaoM

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

sorriam... também é preciso!

Para ajudar a definir os novos critérios de avaliação.

daqui: null

festival Internacional de Marionetas do Porto regressa em outubro com 14 espetáculos

 

O Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP) regressa entre 9 e 18 de outubro, com 14 espetáculos, um dois quais um concerto, estando a lotação das 10 salas, limitada a 50%.

Sob o tema "Limites do Humano", a edição de 2020 propõe-se explorar discursos e pensamentos sobre as ciências e a política, com uma programação que inclui ainda um concerto-performance, três workshops online e as duas masterclasses.

Realizada em contexto de pandemia, a 31.ª edição do FIMP conta com a participação de seis países - Holanda, Cabo Verde, Bélgica, França, Espanha e Portugal -, num total de 25 apresentações que acontecem em dez salas de espetáculo do Porto e de Matosinhos.

"Esta é uma edição marcada pelo surto de um vírus [COVID-19] que poderá ter vindo para ficar por uns tempos. Neste contexto, procuramos o mais possível manter o programa inicialmente previsto. Deste modo, assumimos os nossos compromissos com os artistas, as equipas, as instituições parceiras e claro, o público", salientou o diretor artístico do festival, Igor Gandra, reiterando as palavras que escreveu no texto de apresentação da edição de 2020. @Sapo

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de João Botelho estreia a 01 de outubro

 Com estreia marcada para 01 de outubro, "O Ano da Morte de Ricardo Reis" é uma adaptação da obra homónima de José Saramago para cinema, do realizador João Botelho

Filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de João Botelho estreia a 01 de outubro - ®DR

filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” passa-se em Lisboa, em 1936, ano em que o médico Ricardo Reis regressa do auto-exílio de mais de uma década no Brasil. Entrelaçando a ficção com a história, José Saramago concebeu um encontro particular, o do defunto Fernando Pessoa, com este heterónimo. 1936 é o ano de todos os perigos, do fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, da terrível guerra civil espanhola e do Estado Novo de Salazar.  Pessoa e Reis são dois lúcidos observadores da agonia de um tempo, tão similar ao que vivemos, onde ascendem os populismos e os totalitarismos. Nessa relação intrometem-se duas mulheres, Marcenda (Victoria Guerra) e Lídia (Catarina Wallenstein), as paixões platónicas, carnais e impossíveis de Ricardo Reis.

Produzido pela Ar de Filmes, com distribuição pela NOS Audiovisuais, o filme ‘O Ano da Morte de Ricardo Reis’ é uma alegoria que tem como pano de fundo a afirmação do Estado Novo. Para estar à altura deste notável romance do realismo fantástico, João Botelho decidiu filmar a preto e branco, criando um ambiente verosímil, onde os personagens se vão movendo, aflitos ou entusiasmados.

Em simultâneo com as antestreias do filme previstas para 20 de setembro no Teatro Nacional São João e dia 21 no CCB, estará patente, neste último, uma exposição ao ar livre no Caminho José Saramago, que inaugurará já dia 15 de setembro na Fundação José Saramago. É uma exposição composta por materiais gráficos do filme e da famosa agenda do escritor, elaborada pelo próprio, a partir da sua investigação na Biblioteca Nacional sobre a imprensa de 1936 e que serviram de base para a construção da trama da obra literária. Será uma oportunidade de confrontarmos as anotações de José Saramago com os Jornais da época.

Sinopse
Fernando Pessoa, um dos maiores escritores da língua portuguesa estabeleceu um gigantesco universo paralelo criando uma série de heterónimos para sobreviver à sua solidão de génio. José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, fez regressar o heterónimo Ricardo Reis a Portugal, ao fim de 16 anos de exílio no Brasil. 1936 é o ano de todos os perigos, do fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, da terrível guerra civil espanhola e do Estado Novo em Portugal, de Salazar. Fernando Pessoa, o criador, encontra Ricardo Reis, a criatura. Duas mulheres, Lídia e Marcenda são as paixões carnais e impossíveis de Ricardo Reis. “Vida e Morte é tudo um”, permite a literatura e o cinema também. Realismo fantástico.

 

Elenco Principal:

Chico Diaz – Ricardo Reis

Luis Lima Barreto – Fernando Pessoa

Catarina Wallensteien – Lídia

Victoria Guerra – Marcenda

João Barbosa – Victor

Rui Morisson – Dr. Sampaio (pai de Marcenda)

Hugo Mestre Amaro – Salvador (gerente do hotel)

Outros atores: Gustavo Vargas, Dinis Gomes, Rafael Fonseca, Cláudio da Silva, Francisco Vistas, Hugo Silva, Luís Lucas, José Martins, André Gomes, Miguel Monteiro, Márcia Breia, Luísa Cruz, Marcello Urgeghe, Solange Santos, Francisco Tavares, Paulo Filipe Monteiro, Ricardo Aibéo, Dinarte Branco, Pedro Lacerda, Mário Sabino Sousa, Alexandra Rosa, Carolina Serrão, Bruno Ferreira.@aNotícia

matemáticos fazem nova descoberta sobre o dodecaedro

 Apesar da sua antiguidade, ainda há muito a descobrir sobre os “sólidos platónicos”: cinco sólidos diferentes caracterizados por terem todos os lados iguais.

Em maio, um trio de matemáticos resolveu uma questão aparentemente simples sobre o dodecaedro, mas continuava sem resposta: imagine-se um dos vértices do dodecaedro, um sólido com doze faces e vinte vértices. Será que existe alguma linha direta que permita voltarmos à nossa posição original, sem passar por nenhum dos outros dezanove vértices?

Os três matemáticos, Jayaved Athreya, David Aulicino e Patrick Hooper, mostraram no seu estudo, publicado no jornal Experimental Mathematics, que há um número infinito destas linhas no dodecaedro, contrariando a regra dos outros quatro sólidos platónicos, já que não existem estas linhas no tetraedro, no cubo, no octaedro e no icosaedro.

No entanto, a descoberta não foi fácil: foi necessário adotar técnicas modernas e algoritmos de computador. De acordo com Anton Zorich, um matemático do Instituto de Matemática de Jussieu, em Paris, “este processo seria impensável há vinte anos”. Mesmo há dez anos, “requereria um enorme esforço para escrever todo o softare necessário.”

O projeto de investigação começou em 2016, quando Athreya e Aulicino estavam a montar figuras geométricas com recortes de cartas. Enquanto montavam e desmontavam os sólidos, tiveram a ideia de responder à pergunta que permanecia sem resposta sobre o dodecaedro. Juntaram-se a Hooper e começaram uma pesquisa que viria a durar quatro anos.

A tradução de superfícies

Os matemáticos já especulavam sobre estas linhas diretas no dodecaedro há mais de cem anos, mas o interesse por este tópico ressurgiu nos últimos anos, após serem feitas novas descobertas sobre a “tradução de superfícies”, uma técnica da geometria que se caracteriza pela formação de superfícies através da colagem dos lados paralelos de um polígono.

O resultado final da experiência foi uma representação do dodecaedro com dez cópias de cada pentágono , que se assemelha a “um donut com oitenta e um buracos”. Ao analisar esta enorme superfície, os matemáticos chegaram à conclusão de que ela representava também uma das traduções de superfícies mais estudadas por matemáticos – o “duplo pentágono”, criada através da colagem de dois pentágonos.

Dado que o duplo pentágono e o dodecaedro são “primos geométricos”, o alto nível de simetria do primeiro ajudou a elucidar a estrutura do segundo. A relação entre estas superfícies permitiu aos investigadores utilizarem um algoritmo de análise de superfícies já existente. Através deste algoritmo, os especialistas identificaram e classificaram todas as linhas diretas que permitem ir e voltar ao mesmo vértice sem passar por outro vértice.

A exceção à regra

Este estudo provou que o dodecaedro é o único sólido platónico em que é possível desenhar linhas diretas que saem de um vértice e regressam ao mesmo, sem passar por outros vértices.

De acordo com Aulicino, esta exceção justifica-se porque “há certas simetrias que o dodecaedro não tem, mas que os outros sólidos têm.” Esta “falta de simetrias” é o que permite delinear estas linhas diretas no dodecaedro e que impede os outros de as ter.

Os “sólidos platónicos” são estudados há mais de dois mil anos. Platão associava cada um destes a um elemento natural – o cubo com a terra, o octaedro com o ar, o icosaedro com água e o tetraedro com o fogo. O quinto sólido – o dodecaedro – terá sido “utilizado pelos deuses para formar as constelações do céu”, de acordo com o filósofo grego. Agora, depois de 2380 anos, um trio de matemáticos voltou a garantir um estatuto especial ao sólido geométrico. @Sapo

 

terça-feira, 22 de setembro de 2020

chegou!

O Outono (do latim autumnus ) é a estação do ano que sucede o Verão e antecede o Inverno. Nas regiões de clima temperado ou subtropical é caraterizado por queda gradativa na temperatura e pelo amarelar e início da queda das folhas das árvores, que indica a passagem das estações (exceto nas regiões próximas à linha do Equador).
O outono do hemisfério norte é chamado de "outono boreal" e o do hemisfério sul é chamado de "outono austral".
O começo do Outono, assim como o começo da Primavera, é marcado pelo exato instante em que os raios solares incidem perpendicularmente à linha do Equador. Isso resulta em dias e noites com duração iguais, fenómeno que é chamado de Equinócio e ocorre duas vezes por ano.
Detalhe: o Outono nunca ocorre ao mesmo tempo nos dois hemisférios. Se no Norte é Outono, no Sul é Primavera. @ Wikipédia

como identificar os sintomas?

 Coronavírus, constipação, gripe? Conheça as diferenças.

                                                                        GIA (Gabinete de Informação ao Aluno)

governo procura "soluções alternativas" para impedir concentrações à porta de escolas

 A ministra da Saúde afirmou que o Governo está a procurar "soluções alternativas" para acabar com as concentrações de pessoas que são obrigadas a estar à porta de escolas e centros de saúde pelas restrições às entradas.

Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia da covid-19, Marta Temido declarou que "os vários setores do Governo que se defrontam com esse problema estão a procurar fazer o melhor para, em tempo, encontrar soluções alternativas", como criar condições para horários de entrada desfasados.

Serão "soluções que permitam que os horários sejam ajustados ou que as pessoas tenham condições para estarem mais protegidas", afirmou a ministra, sem concretizar, indicando que "algumas já estão a ser instaladas", mas salientando que "nada disto é fácil".

"A vida prática com a covid é, de facto, muito difícil, e não conseguiremos nunca decretar todas as medidas que resolvam estes problemas", admitiu.

Desde o início da semana, com o começo do ano letivo, verificaram-se concentrações de centenas de pais e crianças à porta de algumas escolas, confrontadas com horários de entrada diferentes para alunos de anos diferentes e com restrições nas entradas para limpeza das mãos e calçado que fazem aumentar o tempo necessário para a entrada dos alunos na escola.

Os estabelecimentos de ensino seguem o referencial da Direção-Geral de Saúde para a reabertura do ano escolar, contestadas numa petição que reunia hoje à tarde cerca de cinco mil assinaturas e que exige uma revisão de algumas medidas, como a obrigatoriedade de uso de máscaras por crianças com menos de 12 anos -- as autoridades de saúde determinaram que a partir dos 10, é preciso usá-las -, as restrições nos intervalos ou a obrigatoriedade do uso permanente de máscaras por educadores de infância.

Questionada sobre riscos para a saúde mental e para o desenvolvimento infantil em consequência destas restrições, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, desvalorizou-os e afirmou que nenhuma medida foi adotada "de ânimo leve".

Acrescentou que "muitos pediatras" consultados pelas autoridades de saúde "sobre o potencial efeito da máscara no desenvolvimento das crianças" afirmaram que na avaliação dos custos e benefícios da medida, "as crianças facilmente se adaptam".

"Não temos escolha. Ou corremos um risco maior de nos infetarmos ou, se não queremos correr um risco tão grande - não havendo risco zero - temos que viver de forma diferente", declarou a diretora-geral da Saúde. @Sapo

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

mais de 1 milhão de pessoas descarregaram a aplicação Stayaway Covid

 A aplicação de rastreio 'StayAway Covid' já foi descarregada por mais de um milhão de pessoas, dezanove dias após o seu lançamento, anunciou hoje o administrador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).

© DR

"Estamos muito satisfeitos, ainda que não esteja propriamente surpreendido. A aplicação é uma ajuda à população portuguesa, mas ainda faltam os restantes cinco milhões de portugueses [que têm 'smartphones']", afirmou.
A aplicação móvel, lançada no dia 01 de setembro, permite rastrear, de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre 'smartphones', as redes de contágio por covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus. A sua instalação é voluntária.
No dia do lançamento da aplicação, o primeiro-ministro, António Costa considerou que instalar nos telemóveis a aplicação 'Stayaway Covid' é um "dever cívico" para travar a pandemia enquanto não existir uma vacina.
"Entendam que é um dever cívico descarregar esta aplicação e sinalizarem se vierem a ser diagnosticados como testando positivo", afirmou António Costa, na cerimónia que contou com a presença da ministra da Saúde, Marta Temido.
Contudo, a organização de defesa do consumidor Deco Proteste colocou reservas à instalação nos telemóveis desta aplicação, invocando a possibilidade de uso não-declarado e indevido de dados pessoais pela Google e Apple. @ NaoM

Cruz Vermelha tem 500 mil testes rápidos para oferecer a escolas e lares

 

A Cruz Vermelha Portugal quer disponibilizar gratuitamente novos testes rápidos capazes de detetarem o novo coronavírus em apenas 15 minutos e quase sem erro. Governo estuda proposta.

A Cruz Vermelha Portugal quer disponibilizar gratuitamente novos testes rápidos capazes de detetarem infeções pelo novo coronavírus em apenas 15 minutos e quase sem erro, para utilização nas escolas e lares, avança o jornal Express.

Ao todo, são meio milhão de análises que a Cruz Vermelha, liderada por Francisco George, propõe oferecer e para as quais já recebeu financiamento internacional. Francisco George já fez uma primeira proposta informal, por mensagem de telemóvel, à ministra da Saúde, mas não obteve resposta. Ao jornal, o gabinete do ministério da Saúde diz que a “proposta está em análise”.

“Através de um protocolo para articulação com as autoridades de saúde, seria possível iniciar os diagnósticos ainda em setembro. Esta é a solução para cortar as cadeias de transmissão e mudar o paradigma da intervenção em saúde pública”, garantiu o ex-diretor-geral da Saúde. @Sapo

 

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

o CRESCER saiu por aí e perguntou...

O CRESCER retomou uma rubrica antiga e "saiu por aí e perguntou..."


Estás a gostar deste regresso à escola? Sentes-te confiante? Tens algum receio? 

Maria, aluna de 11º ano - Estou admirada! Tenho visto toda a gente com máscara e a ser bem comportada. Sempre pensei que não seria possível. Confesso que vim com muito receio, mas agora estou confiante.

Pedro, aluno de 12º ano - Acho que todos estão a cumprir. Estou confiante. É pena não nos podermos abraçar, mas tem de ser assim... Pelo menos este ano. Receios tenho, mas sou prudente e acho que todos devemos ser cautelosos. 

Ana, aluna de 7º ano - Os meus pais insistiram muito comigo que deveria ter muitos cuidados, e eu estou a ter. Brinco na mesma com os meus colegas, mas não me aproximo muito (risos).

João, aluno de 9º ano - Estou muito contente por estar de volta. Tinha muitas saudades da escola, dos meus amigos e dos professores. Não gostei nada do Ensino à distância, nem de estar em casa a olhar para o computador. Tenho os cuidados que os professores dizem para termos. 

Rita, aluna de 6º ano - Estou a adorar! Estava "cheia" de estar em casa! (risos) Não tenho receio.

É uma amostra deste nosso universo: alunos animados e confiantes.  

Oxalá assim continuem!

cada pessoa prevenida vale por duas

 "Não há razões para ter medo, mas há razões para todos termos cautela. Cada pessoa prevenida vale por duas."
O primeiro-ministro disse, esta sexta-feira, numa comunicação ao país, que, durante a próxima semana, é provável que Portugal volte a atingir os novos mil casos diários de covid-19.
"Estamos a sofrer um forte crescimento de novos casos diários. A manter-se esta tendência, na próxima semana chegaremos a mil novos casos por dia. Temos de travar o crescimento desta pandemia, mas não vamos poder parar o país como parámos em março", disse António Costa, no fim de uma reunião do Gabinete de Crise, insistindo, por várias vezes, que "o controlo da pandemia depende do controlo pessoal de cada um".