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sexta-feira, 14 de junho de 2024

OUVIR: António Variações morreu há 40 anos

António Variações, cujo nome verdadeiro era António Joaquim Rodrigues Ribeiro, foi uma figura icónica e inovadora na música e cultura portuguesa. Variações faleceu no dia de Santo António, 13 de junho de 1984, há 40 anos. Mesmo após quatro décadas, a sua influência permanece viva e relevante.

Variações era conhecido pela sua criatividade desmedida, estilo exuberante, talento inegável e uma resiliência que o ajudou a romper barreiras num Portugal ainda bastante conservador na época. A sua música, uma fusão única de fado, pop e rock, aliada a letras introspectivas e poéticas, capturava e ainda captura a atenção de muitos.

O cantor foi muitas vezes incompreendido durante a sua curta vida, tanto pelo seu visual ousado quanto pela sua abordagem musical inovadora. No entanto, essa incompreensão não impediu que se tornasse um ícone, um símbolo de liberdade de expressão e autenticidade.

A obra de António Variações é celebrada até hoje, não apenas pelas suas músicas cativantes, mas também pelo seu papel em desafiar normas sociais e culturais. O seu legado continua a inspirar novas gerações de músicos e artistas, mantendo-se sempre à frente do seu tempo.

A última aparição de António Variações na televisão foi no programa “Passeio dos Alegres”, em 1984, apresentado por Júlio Isidro, alguns meses antes da sua morte, aos 39 anos. Nessa apresentação, António Variações cantou “Canção de Engate” e “Erva Daninha”. Este momento é lembrado como uma despedida emocional, pois Variações já estava visivelmente debilitado devido à doença. (daqui

Foi a primeira figura pública portuguesa que se soube ter morrido vítima de SIDA. Júlio Isidro recebe Variações com todo o carinho. Não sendo a melhor atuação de Variações é memorável.

Porto: horário de verão da STCP entra em vigor a partir de amanhã

O objetivo é reforçar os trajetos junto ao mar e reduzir a frequência do serviço das linhas que passam junto a estabelecimentos de ensino. São cinco as linhas que vão sofrer alterações.

O horário de “verão/férias escolares” da STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto vai entrar em vigor já este sábado (15), com algumas alterações nos percursos e frequência de viagens.
A STCP anunciou esta terça-feira (11) que, com a entrada do horário de verão, as linhas 200 (Bolhão-Castelo do Queijo) e 203 (Marquês-Castelo do Queijo) vão ser prolongadas até à Praça Cidade Salvador, em Matosinhos. Ao sábado e domingo, vai ser reforçada a operação das linhas 205 (Campanhã-Castelo do Queijo) e 906 (Trindade-Madalena) e introduzido serviço na linha ZF (Valadares Estação-Francelos), em Vila Nova de Gaia.
Esta alteração de horário tem como objetivo reforçar os trajetos junto ao mar, facilitando o acesso às praias, e diminuir a frequência das linhas com percursos próximos a estabelecimentos de ensino na hora de “ponta”, uma vez que terminou o período escolar.
Todas as alterações, horários e trajetos estão disponíveis para consulta nas paragens, no website da STCP ou através da linha azul STCP. Fonte: JP

professores: três meses de férias?


"Sobre os professores, ainda há muitos a julgar que, terminadas as aulas, entram imediatamente de férias. Mal sabem eles da quantidade de tarefas de final de ano que ainda subsistem nas escolas, umas imprescindíveis, outras meras imposições da burocracia escolar que impedem que em Portugal, como se faz na generalidade dos países desenvolvidos, se encerrem as escolas após a conclusão do ano letivo.

Por cá, entre formação de turmas, requisição de professores, inventários, recursos, correção de exames, classificações, reapreciações e mais uma série de coisas que nem ao diabo lembram, há sempre qualquer coisinha que ficou por fazer. Quando parece estar tudo terminado, eis que aparece, oriundo do ministério ou das autarquias, que agora também mandam nas escolas, mais um questionário, uma reunião, uma plataforma, um telefonema a requerer resposta imediata. Nem a semana de fecho obrigatório superiormente determinada, consegue ser cumprida por algumas direções escolares, pois há sempre qualquer procedimento urgente a exigir andamento…

Dir-se-ia que, com tanto trabalho nas férias, o arranque do novo ano letivo decorre de forma exemplar. Mas nem isso. Quanto do trabalho feito em julho e agosto tem de ser refeito em setembro, porque um curso não abriu, um docente não foi colocado, uma turma foi desdobrada, o plano ou o projeto de não sei quê não foi autorizado?…" (daqui)

saúde: uma dieta 'amiga' do ambiente tem mais benefícios do que pensa

Segundo um novo estudo pode reduzir significativamente o risco de morte precoce.


Geralmente, uma alimentação mais sustentável inclui maioritariamente vegetais e pouca carne, ou seja, foi concebida para reduzir o risco de doenças e o impacto da agricultura nas alterações climáticas e no mundo natural.

Para o estudo, disponibilizado na American Journal of Clinical Nutrition, os cientistas acompanharam mais 200 mil adultos americanos saudáveis ao longo de três décadas. Classificaram a dieta de cada um de acordo com o grau de correspondência com uma dieta sustentável. Durante mais de três décadas foram registadas 54 536 mortes no grupo de estudo. Mais de 14 600 estavam relacionadas com algum tipo de cancro e pouco mais de 13 700 atribuídas a doenças cardiovasculares.

Concluíram assim que 10% dos participantes que seguiram rigorosamente uma dieta 'eco-friendly' apresentavam um risco quase um terço inferior de morte prematura do que os indivíduos que menos o faziam. Mais especificamente, apresentavam um risco 14% mais baixo de uma morte associada a doenças cardiovasculares, um risco 10% menor de uma morte relacionada com cancro e estavam 47% menos em risco de morrer devido a doenças respiratórias.  

De acordo com os investigadores, uma dieta mais 'amiga' do ambiente tinha ótimos benefícios para as pessoas, assim como para o planeta. Porquê? Descobriram que a adesão a este tipo de alimentação reduziu a quantidade de emissões de gases com efeito de estufa em 29% (comparando com as de uma dieta normal).  Fonte: NaoM

atualidade: “o bullying que existe nas escolas não é uma brincadeira”

As comissões de proteção das crianças e jovens estão a receber cada vez mais casos de crianças com comportamentos autolesivos, muitas delas vítimas de bullying nas escolas, alertou a presidente da comissão nacional.

“O bullying que existe nas escolas não é uma brincadeira”, alertou esta quarta-feira a presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ), Rosário Farmhouse, durante uma audição parlamentar na Comissão de Educação para analisar o dever de reporte das escolas face às suspeitas de violência sobre crianças.

Rosário Farmhouse revelou que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) receberam “um aumento enorme de comportamentos autolesivos, grande parte delas vítima de bullying, de qualquer tido de bullying, mas muito deste bullying que os pais não têm noção do que se está a passar, porque é mais invisível e só em casos extremados é que se apercebem”.

Farmhouse referia-se ao “bullying social”, dando como exemplos histórias em que todos os colegas da turma são convidados para uma festa menos um: “Ela percebe que foram todos a uma festa e ela foi excluída. E fazem-no sistematicamente”.

“O bullying social é mais invisível mas tem trazido consequências enormes nas crianças, principalmente com comportamentos autolesivos”, alertou, voltando a reforçar que o bullying é muitas vezes desvalorizado pelos próprios colegas, “que acham que é só a brincar”.

“Não é a brincar quando se faz um ato repetido, quando se exerce poder e quando a outra pessoa não quer, sejam humilhações, violência verbal ou física”, salientou.

Alguns destes casos chegam à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), que hoje também esteve no parlamento e disse receber em média oito denúncias por dia de famílias que se queixam de falta de apoio por parte das escolas quando sentem que os seus filhos são vítimas de um qualquer tipo de agressão.

“As crianças são confrontadas com formas perversas de violência dolorosas”, disse David Cotrim, da APAV, apontando como as situações mais comuns na escola a indisciplina em sala de aula, os comportamentos antissociais e delinquentes, o bullying e atos de agressão contra profissionais de educação.

Apesar das críticas, tanto a coordenadora nacional das CPCJ como o representante dos diretores escolares Filinto Lima, defenderam que são “casos pontuais” aqueles que não são reportados às autoridades.

No ano passado, as escolas denunciaram quase dez mil casos de crianças em perigo às comissões de proteção de menores: Houve “9.929 comunicações de perigo vindas diretamente das escolas”, disse Rosário Farmhouse, citando dados do relatório anual que será entregue ainda este mês no parlamento.

Este número revela um aumento em relação a 2022, quando houve 9.082 comunicações à CPCJ por parte de estabelecimentos de ensino, acrescentou a deputada Isabel Mendes Lopes, do Livre, partido que requereu a audição parlamentar de hoje.

Durante a audição, a presidente nacional das CPCJ aproveitou ainda para alertar para o modelo de proteção de dados que “muitas vezes protege os dados e não protege as pessoas”.

Farhmouse disse que tal como está desenhada a legislação, a comissão nacional acaba por ter muita dificuldade em ter acesso a informações básicas, mesmo “quando uma criança está desaparecida”.

Questionados por um tribunal sobre se existem processos a favor da criança desaparecida, “nós temos de dizer ao tribunal que escreva para as 312 comissões para saber se existe processo porque não temos acesso a isso”, lamentou a presidente, apelando a um modelo semelhante ao de outros países, onde “são bastante mais protetores das crianças”.

“As nossas plataformas correm o risco de serem vedadas pela proteção de dados de não termos este acesso transversal aos dados, respeitando na integra os dados das crianças, mas por uma questão de proteção das crianças termos acesso para as melhor proteger”, concluiu. Fonte: Sapo


educação: mais de 30% dos alunos faltaram às provas de aferição do 2.º ano

Pais e alunos não valorizam as provas de aferição e a prova está nos números. Dados do Júri Nacional de Exames revelam que dos 94.460 alunos inscritos nas provas de ontem, apenas 65.908 as realizaram.

Um total de 65.908 alunos do segundo ano do primeiro ciclo do Ensino Básico realizaram a prova de aferição a Português e Estudo do Meio.

Dos 94460 alunos inscritos, 28.552 faltaram à prova, tendo a taxa de presenças sido de 69,8%, segundo dados oficiais do Júri Nacional de Exames (JNE), divulgados hoje pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

As provas de aferição visam conhecer o estado das aprendizagens de cada aluno, não sendo classificadas com uma nota. As provas de aferição são realizadas por alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos. Os mais pequenos foram os primeiros a ser postos à prova. A partir de  2 de maio foram realizadas as aferições de Educação Artística e Educação Física. Em junho respondem às provas de Português e Estudo do Meio e Matemática e Estudo do Meio. Fonte: Sapo

 

educação: época de exames arranca esta semana e há corrida a explicações

Com o início iminente dos exames nacionais e das provas finais de ciclo, um estudo recente da plataforma Fixando revela um aumento significativo na procura por explicações para alunos do ensino básico e secundário. Este ano, a procura por explicadores aumentou 7% nos primeiros seis meses comparativamente ao mesmo período de 2023, com um crescimento de 11% em maio face ao mesmo mês do ano passado.

O aumento da procura criou uma situação de desequilíbrio entre a oferta e a procura de explicadores, resultando em 40% dos interessados a não conseguirem encontrar um explicador disponível. Este fenómeno é particularmente notável em distritos como Évora, Vila Real, Viana do Castelo e Aveiro, onde a escassez de explicadores é mais acentuada.

As disciplinas mais procuradas
As explicações de várias disciplinas são as mais solicitadas, representando 50% da procura, seguidas por Matemática do Ensino Secundário (8%) e Matemática do 3º Ciclo (6%). Este aumento na procura é impulsionado principalmente por três objetivos dos alunos: melhorar as notas (55%), aprender novos temas e técnicas (10%) e preparar-se para testes (39%).

Apesar do aumento na procura por apoio educacional, 32% dos explicadores consideram que os alunos estão mal preparados para os exames nacionais. Entre os principais fatores apontados para esta falta de preparação estão as turmas sobrelotadas (65%), a falta de interesse dos alunos (61%), a falta de professores (48%), a baixa qualidade dos programas de ensino (30%), o desinteresse dos pais e encarregados de educação (17%) e as consequências da pandemia (13%).

Comparando com o ano passado, 65% dos explicadores acredita que o nível de preparação dos alunos se manteve o mesmo, enquanto 35% considera que piorou. Em relação ao próximo ano, 18% dos inquiridos está otimista de que os alunos estarão melhor preparados, 14% teme uma piora e 68% espera que o nível se mantenha inalterado. Apenas 34% dos explicadores acredita que o nível de aprendizagem e sucesso escolar está num patamar razoável.

Com a crescente demanda, o preço médio por sessão de explicação também aumentou, passando de 13,65€ em 2023 para 14€ em 2024. Os preços variam consoante o tipo de explicações e o nível de escolaridade do aluno, refletindo a pressão sobre o sistema educativo e a necessidade crescente de apoio suplementar para os estudantes.

A época de exames que agora se inicia traz consigo não só a habitual ansiedade dos alunos, mas também uma reflexão necessária sobre o estado atual da educação em Portugal. Com um número significativo de explicadores a destacar deficiências no sistema e a preparação insuficiente dos alunos, torna-se crucial abordar estas questões para garantir uma melhoria contínua no desempenho académico e no sucesso escolar dos estudantes. Fonte: Sapo 

quinta-feira, 13 de junho de 2024

escola sede: os vencedores da final do concurso "Spelling Contest" são...

"Spelling Contest" – Final 5th and 6th grades


Ao longo do 1.º e 2.º períodos, os alunos realizaram vários exercícios de oralidade que culminaram com a prova final, sendo escolhido o melhor por turma.

O concurso decorreu no Anfiteatro, entre as 10h10m e as 12h00m do dia 13 de junho de 2024.

Todos os participantes receberam um Certificado de Participação e os vencedores receberam um Diploma, bem como um prémio. Todos foram unânimes em afirmar que esta atividade foi uma mais-valia para o enriquecimento dos alunos, bem como para uma maior motivação, por parte deles, para o estudo do Inglês.

Os alunos vencedores foram os seguintes:

5.ºano:Turma F; n.º10: Gabriel Mendanha

6.ºano: Turma D; n.º 10: Hugo Rentes

cortesia de Teresa Lacerda, docente de Português e Inglês

50 anos ESÁS: "conta-me como foi..." (4)

No âmbito das comemorações dos 50 anos da ESÁS, o CRESCER continua a conversar com aqueles que por cá passaram, desde os fundadores até aos atuais alunos e professores.

professor Rui Barreto Costa
Desta vez a conversa foi com Rui Barreto Costa, professor de História atualmente aposentado, que fez percurso e carreira na ESÁS desde 1976/77.

O professor Rui Costa iniciou a sua carreira em 1968, em Matosinhos, mas foi obrigado a interrompê-la para ir combater para a Guiné em 1972. Até fevereiro de 1974 por lá ficou, cumprindo os dois anos de serviço militar obrigatório, regressando a Portugal nessa altura, na expectativa de que “uma revolução acontecesse”, segundo tinha ouvido dizer da boca de um coronel.

E assim foi. Em 1974/75 voltou à Escola Secundária de Matosinhos, onde conheceu aquela que é a sua companheira de vida, Maria José Costa, também ela professora da ESÁS até à aposentação. Em 1975/76 fez o estágio profissional e é em 1976/77 que chega a Pedrouços.

No entretanto, o professor Rui ainda passou por uma escola em Lisboa e por duas no Porto: a Escola Secundária de Aurélia de Sousa e a Escola Secundária de Soares dos Reis. A esposa efetivou, entretanto, na Secundária de Águas Santas, instalada na escola de Pedrouços.

Então, quando o professor Rui Costa chega a Pedrouços, em 1976/77, “não havia Conselho Diretivo. Na altura, decorria uma reunião geral, pois antes estavam no Conselho Diretivo dois colegas, a Rute de Matemática e um tal Bráulio de Português, mas não eram profissionalizados. Só uma colega de Economia, Helena Coutinho, o era.” Como era necessário que os professores dos Conselhos Diretivos fossem profissionalizados, os primeiros dois não poderiam fazer parte da equipa, razão pela qual o nome do professor Rui Costa foi um dos escolhidos, pois reunia as condições necessárias.

Assim, a colega de Economia, Helena Coutinho, que já lá estava e era efetiva, assumiu o cargo de presidente. O professor Rui Costa passou a ser o vice-presidente e uma outra colega de Trabalhos Oficinais também fazia parte da equipa.

“Aí começaram as minhas tricas com o Ministério da Educação, porque eu contestava algumas das medidas/dos diplomas por ele tomadas.” Por exemplo, lembra-se de não concordar com as regras para a contratação do pessoal auxiliar e de as ter contestado. Também se recorda de ter alguma animosidade com a inspetora do ensino da época por a considerar “conservadora”.

Esses tempos foram um pouco bizarros pois a Escola Secundária de Águas Santas estava instalada no mesmo espaço da Escola D. Paio Mendes da Maia – nome oficial da atual EBS de Pedrouços -, nuns pavilhões provisórios, num território que nem delimitado estava. “Não havia segurança nem dignidade naquelas instalações: havia poças de água por todo o lado, os lavradores passavam por aqueles terrenos à-vontade” e um dia, por contestação, o professor Rui endereçou “um convite irónico à imprensa do Porto para ir assistir à inauguração das piscinas municipais de Águas Santas”. Os alunos mais velhos alinharam na brincadeira, vestiram-se de veraneantes a preceito, e o JN apareceu para fazer reportagem. Isso deu bronca”, não vedaram o terreno - só o fizeram muito mais tarde -, e entretanto “construíram uns pavilhõezitos”.

O tempo foi passando e o professor Rui Costa cansou-se do cargo. Em férias foi-lhe pedido que justificasse, em papel selado, o motivo de não querer dar continuidade ao lugar. Assim fez, quando voltou de férias, em duas folhas “cheiinhas” de razões e a renúncia foi aceite. Logo de seguida, a professora Manuela Marques, de Físico-Química, foi nomeada para o cargo.

Entretanto, “soubemos que o Senhor Secretário de Estado da altura queria criar uma Escola Secundária de Águas Santas na atual morada, Rua Nova do Corim, e esses tempos foram difíceis." Não era uma Escola Secundária de Águas Santas 2, como alguns pensavam, era deslocar a Escola Secundária de Águas Santas do espaço de Pedrouços para a Rua Nova do Corim.

Nessa fase, a Comissão de Pais, a Inspeção, o diretor da DREN e a Comissão Especializada da Educação da Assembleia da República apoiaram a proposta de haver mudança de instalações da ESÁS para o Corim, com uma Comissão Instaladora.

“Houve eleições, pois o número de alunos aumentou e não podia constituir-se um Conselho Diretivo apenas com três pessoas.” Nomearam o professor Rui e ele assumiu de novo a Direção da já designada ESÁS, na companhia do professor Ferreira. Apesar das “tricas” anteriores com o ME, diz, "sempre o trataram com a maior deferência e respeito".

No fim do ano letivo, havia quase uma duplicação de pessoas, tanto no corpo docente como no não-docente. “O Sr. Pilar, chefe dos Serviços Administrativos, veio para cá [Corim]. Alguns funcionários acompanharam a mudança, outros foram dispensados. Muitos professores vieram também, outros mudaram os seus caminhos conforme as conveniências das distâncias.” Andaram claramente com a casa às costas, mudando de instalações.

Em 1982/83, o professor Rui Costa era, então, o Presidente do Conselho Diretivo da ESÁS, na Rua Nova do Corim. O professor Ferreira era o vice-presidente. Da equipa também fez parte a professora Isabel Bacelar, de Geografia, e ainda a professora de Filosofia, Maria Helena de Menezes.

Hoje, apreciando o tempo passado, o professor Rui Costa acha que “foi bom” e recorda com saudade a convivência com professores e alunos. Aposentado desde 2002, o professor adora esta nova fase da sua vida. Continua ligado ao Clube UNESCO da cidade do Porto e a atividades dinamizadas por esta organização, da qual faz parte desde o tempo em que ainda estava profissionalmente ativo.

O CRESCER agradece ao professor Rui Barreto Costa a sua disponibilidade e deseja-lhe muita saúde e boa disposição para o tempo presente e para o tempo futuro, já que o passado - bem o pudemos constatar in loco -, foi excelente. 

                                                                                                                              texto de Manuela Couto, docente de Português 
colaboração de Cândido Pereira, diretor do centro de formação maiatrofa
Episódios anteriores:

13 de junho: "cheira a Lisboa" em Dia de Santo António

Cheira bem, cheira a Santos Populares com sardinhas e bailaricos...
IMAGEBROKER/ROBERT POORTEN
Junho é sinónimo de festa pelas ruas de Lisboa. Em pé ou a dividir mesa com amigos ou desconhecidos, há sempre espaço para um dedinho de conversa enquanto come uma sardinha, uma bifana ou caldo verde antes de se lançar pelos (muitos) arraiais da capital. 
Na noite de 12 de junho, dedicada ao santo mais querido dos lisboetas, o santo casamenteiro, todos os caminhos vão dar aos bairros tradicionais de Lisboa. A animação é garantida, com música popular no ouvido (e nos pés) dos foliões. Mas prepare-se para a confusão: são milhares as pessoas nos largos e ruas estreitas da bonita Lisboa.
Mas já lá vamos. Primeiro, as marchas populares, que enchem uma das principais avenidas da cidade de música e cor.
Pela Avenida da Liberdade desfilam, a partir das 21:00 desta quarta-feira, centenas de pessoas. No total, são 24 marchas. Cada bairro tem uma coreografia, música e trajes próprios e terá pontuações. O desfile começa na Avenida da Liberdade e termina no Rossio.
O tema "O Tejo afinal", de Flávio Gil e João Paulo Soares, é a Grande Marcha deste ano.
Pode ver o desfile das ruas laterais da Avenida da Liberdade, mas deve ir cedo para conseguir arranjar um bom campo de visão.
As marchas populares serão transmitidas na televisão.
A Avenida da Liberdade vai estar encerrada ao trânsito a partir das 18:00. Mas logo a partir da manhã, já "de olho" nos arraiais, há cortes na zona da Sé e da Baixa. Fonte: SICn 

escola sede: cronograma de entrega/devolução de manuais escolares 2024

                                                      AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUAS SANTAS

            CRONOGRAMA DE ENTREGA/DEVOLUÇÃO DE MANUAIS ESCOLARES - 2024

 

Alunos que frequentaram em 2023/2024

JUNHO

JULHO

25

26

27

28

01

02

03

04

05

08

09

10

11

12

5.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12.º ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 





Local da devolução e recolha dos manuais:  Pavilhão A1   –   9H00 às 16H00