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09/10/2026

VER: Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia

Decorre até domingo dia 11 de outubro o Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia. 

visitmaia.pt

O Fórum da Maia recebe companhias de Portugal, Espanha, Itália e Brasil, com espetáculos ao ar livre e sessões no Grande Auditório e no Café-Teatro. Os espetáculos no Auditório Exterior são gratuitos, com acesso por ordem de chegada. No Grande Auditório e no Café-Teatro, o bilhete custa 5 euros e o Passe Fidelidade, com acesso a três espetáculos, custa 12 euros. Os bilhetes estão disponíveis na bilheteira do Fórum da Maia e em forummaia.bol.pt. (saiba mais aqui)

Uma oportunidade para passar um fim de semana descontraído e bem-humorado.

escola sede: "Eu oiço(-me)"

 Sessão de Promoção da Literacia em Saúde Mental para Docentes
«Eu oiço(-me)»
Ser professor é, também, estar diariamente disponível para ouvir, acompanhar, ensinar e cuidar. Mas quem cuida dos outros também precisa de cuidar de si.
Neste sentido, a UCC de Águas Santas, em articulação com a Escola Secundária de Águas Santas, dinamizou a sessão «Eu oiço(-me)», dirigida ao corpo docente, a qual decorreu no dia 7 de outubro, no Auditório.
Num ambiente descontraído, propício ao tema da sessão, Liliana Alves (enfermeira e mestranda em ESMP na ESE-UP), sob orientação de Melânia Rocha (enfermeira especialista em ESMP na UCC Águas Santas), interpelou os presentes sobre rotinas de autocuidado e conceitos relacionados com a saúde mental. A partir da análise das respostas dos participantes e de dados estatísticos resultantes de estudos internacionais, o foco foi o desenvolvimento de estratégias de autocuidado para o dia a dia de quem ensina, passíveis de serem transpostos para a sala de aula.
Uma das “principais escolhas capaz de produzir grandes impactos” positivos na saúde mental foi a música. Através da “escuta consciente”, todos puderam experimentar o impacto ao nível das emoções de diferentes estilos e como a música pode ser promotora de bem estar físico e emocional.
A sessão terminou com um momento musical com guitarras eletroacústicas e piano, da responsabilidade de Marta Pontes e Rita Alves (ex-aluna da ESAS), um final mais que adequado para esta sessão que se revelou muito agradável num final de dia agitado. Fica a sensação de que há forma de regular as emoções (ainda que nem sempre seja fácil fazê-lo) e que “ouvir-se é também uma forma de cuidar e de ensinar”.
ESMP - Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica



08/10/2026

texto de opinião: 15 minutos de livro para não ser governado pelo algoritmo

Por indicação de Pedro Ferreira Braga, sugerimos a leitura do texto de opinião de Hugo Oliveira, publicado na revista Sábado a 5 de outubro de 2026.

"Há quem diga que o polegar é o novo cérebro. Desliza para cima, desliza para baixo, e, de repente, já sabemos tudo sobre economia, vacinas, geopolítica e a vida privada de toda a gente, tudo em vídeos de 15 segundos com música dramática.   
Singapura, percebendo que o “scroll” estava a comer o tempo de leitura, decidiu pagar às pessoas para lerem 15 minutos por dia. Sim, ler vale dinheiro. Em Portugal, o Presidente da República já tinha dito que “ler é o melhor antídoto contra a ignorância”. Ou seja, se lêssemos mais, talvez deixássemos de acreditar que o mundo se resolve com slogans de TikTok, e promessas de “vou resolver tudo em dois minutos”. 
A leitura profunda, aquela em que não há like, não há comentário, não há nada, só nós e o texto, treina coisas chatas, mas úteis, como a concentração, a paciência, o pensamento crítico e a capacidade de perceber que nem tudo cabe num cartaz.  Os estudos sobre literacia não mentem: quando se lê menos, desce o desempenho em áreas que nada têm de “literaturas”, como a matemática e as ciências. 
Ou seja, quem não lê tem mais dificuldade em entender um orçamento, um plano de mobilidade ou um relatório sobre o clima; confunde “opinião forte” com “argumento sólido” e acha que “medidas simples para problemas complexos” são sinal de génio, e não de preguiça intelectual. 

É exatamente o perfil que o populismo adora recrutar. 

Em Singapura, o Governo lançou uma campanha: lê 15 minutos por dia, regista o tempo numa plataforma oficial e recebe moedas virtuais que depois se transformam em pequenas recompensas.  É basicamente o “passa e vai” da leitura: em vez de comprar cartas, compras minutos de livro. 
As autoridades não escondem a preocupação: as pessoas estão cada vez mais viciadas em conteúdos curtos, a atenção está em frangalhos e o tempo de concentração caiu a pique.  A solução? Pagar para as pessoas lerem. Há quem critique, dizendo que “ler por dinheiro não é ler de verdade”. Mas a mensagem política é clara - o Estado prefere gastar uns trocados a criar leitores do que lidar com uma sociedade que só consegue processar ideias em formato de legenda de Instagram. Em Singapura, já perceberam que, se não houver incentivo, o algoritmo ganha sempre. 

O Presidente da República tem repetido que “ler é o melhor antídoto contra a ignorância” e que “uma nação que lê é mais culta, mais livre e faz melhores escolhas”.  Disse ainda que “uma nação a ler é mais resistente às ventanias do populismo, da desigualdade, da injustiça e do esquecimento”.   

Quem lê tende a desconfiar de quem promete resolver tudo num fim de semana e entende que há problemas que exigem tempo, trade-offs e alguma chatice técnica. 

O populismo, por outro lado, prospera onde a leitura é rara e o espetáculo é abundante. Quanto menos se lê, mais fácil é vender “nós contra eles”, “eles é que estão a roubar tudo” e “eu sozinho resolvo”. 

As redes sociais não são o demónio em si, mas o modelo conteúdos curtos, emocionais, polarizantes é perfeito para o populismo.  Slogans curtos funcionam melhor do que diagnósticos longos; a indignação gera mais engagement do que a nuance; o bode expiatório é mais “partilhável” do que a explicação estrutural.   

No fundo, a questão é que tipo de cidadãos queremos ser? 

Estudos sobre desinformação mostram que, mesmo quando os jovens dizem “eu sei que há perfis falsos”, continuam a reagir de forma defensiva e individual, sem verificar fontes de forma sistemática. 

Num mundo em que o algoritmo recompensa o extremo, a leitura profunda é como ir ao ginásio num domingo de manhã, ninguém vê, mas fortalece os músculos que vão aguentar o resto da semana. 

A leitura não é uma vacina mágica, mas é um dos melhores “antídotos” que temos pois alarga o tempo (lê-se sobre o passado, pensa-se no futuro), complica o presente (bons livros raramente dão certezas absolutas) e humaniza o outro (a literatura obriga-nos a viver outras vidas, mesmo que só na cabeça). 

Como disse o Presidente, “uma nação que lê promove a inteligência humana e não fica passivamente à espera dos benefícios e facilidades da inteligência artificial”.  Num mundo de algoritmos que nos dizem o que queremos ouvir, ler é uma forma de recuperar a capacidade de escolher o que queremos pensar. 

A iniciativa de Singapura pode parecer exagerada, pagar para ler, mas aponta para uma direção sensata, tratar a leitura como política pública, não como “coisa de quem gosta”. 

O Presidente já pediu “um novo impulso nas políticas de educação para a leitura”, lembrando que, passados 40 anos da Rede de Leitura Pública, os resultados do PISA não permitem grandes festejos.  Não é obrigar ninguém a ler Eça ao pequeno-almoço. É criar condições para que ler seja uma opção real, e não um castigo escolar. 

Ouso assim sugerir assim algumas pistas para reflexão.  

Primeiro, nas escolas criar mais clubes de leitura onde se possa discutir, discordar e até “brincar” com os livros, mas lendo-os primeiro. Mas também nas autarquias pensar em bibliotecas que não sejam só depósitos de livros, mas espaços de encontro, debate, leitura guiada, com horários que façam sentido para quem trabalha. E nos media e redes, mais entrevistas longas, mais crítica, menos “titularite aguda” e menos “isto vai mudar tudo” a cada nova medida. Imaginem no trabalho e na administração clubes de leitura sobre democracia, história, políticas públicas, isto porque também se governa melhor quando se lê o que outros já pensaram.
No mesmo registo de ousadia, exorto-vos a fazerem o seguinte exercício, nas vossas permanências matinais na casa de banho experimentem a trocar o scroll pela leitura de quatro ou cinco páginas de um livro e no final do mês verifiquem se já estão a terminar a leitura do mesmo. No passado nas casas de banho era habitual encontrar-mos revistas, que mais tarde foram trocadas pelo digital. Voltemos ao analógico com a liberdade de aproveitar para ler um bom livro.  

Cada português que trocar 15 minutos de “scroll” por 15 minutos de livro estará, modestamente, a capacitar-se para entender melhor o mundo, reforçar sua resistência à manipulação e ao simplismo, e contribuir para uma cultura pública mais exigente e menos vulnerável ao populismo.  Como resume o apelo do Presidente: “Leiam, leiam, leiam”, porque “uma nação que lê sabe escolher melhor”.  E, sim, talvez um dia o Estado pague para lermos. Mas, até lá, podemos começar por não deixar que o algoritmo leia por nós. "

Língua Solta: "devido a" vs "derivado de"

 

Canva
Hoje analisamos a diferença entre a locução prepositiva "devido a" e o adjetivo "derivado".

"Devido a" exprime causa ao passo que "derivado de" exprime origem/procedência.

Exemplos:
- Ele está sem carta devido ao excesso de infrações.
- O combustível está caro devido à guerra no Médio Oriente.
- O plástico é um derivado do petróleo.
- Uma boa parte do léxico português é derivado do latim.

Fontes:
Infopédia, Porto Editora
Disponível em: 
Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Disponível em: 

07/10/2026

escola sede: Desporto Escolar

Divulgamos o cartaz alusivo às propostas disponíveis no âmbito do Desporto Escolar.




envio de Paulo Lacerda,
Coordenador do Desporto Escolar

 

escola sede: 10ºI da Escola para o Dragão

Da Escola para o Dragão: Uma noite inesquecível de apoio à Seleção! 

No passado domingo, 4 de outubro, fomos dar um apoio gigante a Portugal no Estádio do Dragão. A nossa escola marcou presença com a turma do 10ºI, no jogo contra a Noruega, num encontro onde Portugal carimbou o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações com uma reviravolta por 2-1.
O fantástico ambiente que se viveu nas bancadas foi o grande motor da noite, entre cânticos, bandeiras ao vento e a vibrante "onda" que correu o estádio, o apoio da nossa escola fez-se ouvir bem alto. Os nossos alunos lideraram a festa com uma energia contagiante do primeiro ao último minuto, mas não foram sozinhos! O nosso Diretor, vários professores e outros elementos da nossa comunidade escolar também se juntaram à comitiva, provando que a paixão pelo desporto e o espírito de união da nossa escola vão muito além das salas de aula.
No final, com as gargantas já um bocadinho cansadas de tanto gritar mas com grandes sorrisos na cara, ficou a certeza de que esta aventura foi única e inesquecível.
O nosso muito obrigado à Federação Portuguesa de Futebol por nos ter proporcionado esta experiência, que ficará guardada na memória de todos.



envio de Paulo Lacerda

06/10/2026

CEGandra: aluno apurado para competição nacional de Patinagem Artística

No dia 4 de outubro teve lugar, no Pavilhão Municipal de Sobrado, o Torneio Distrital de Benjamins 2026, a principal prova competitiva para os atletas mais novos da patinagem artística em Portugal.
O Martim Castro Sobral, aluno do 3.º B do Centro Escolar da Gandra e atleta da União Desportiva de Patinagem da Maia (UDPM) sagrou-se Vice-campeão Distrital de Solo Dance e, com este desempenho, garantiu o apuramento direto para o Torneio Nacional de Benjamins, na respetiva especialidade.
Na categoria de Pares de Dança, com o seu par Victoria Ferreira, aluna do Centro Escolar de Gueifães, sagraram-se Campeões Distritais, pelo que irão também representar o distrito do Porto no Torneio Nacional de Benjamins de Patinagem Artística, que terá lugar em Albufeira, Algarve, entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro.
Organizado pela Federação de Patinagem de Portugal (FPP), este torneio assume uma importância fundamental no panorama desportivo nacional por se afirmar como o principal pilar de base e desenvolvimento da formação de jovens atletas na modalidade.
Esta competição reúne os melhores atletas do país, incluindo as ilhas. Além do rigor técnico e físico, ajuda os jovens atletas a lidarem com a vertente emocional da competição, a exprimirem-se perante o público e a consolidarem o gosto pela modalidade.


poesia: "As pinceladas dos professores", Marisa Barradas

 A propósito do Dia do Professor, publicamos um poema, da autoria de Marisa Barradas, assistente operacional da ESAS.

AS PINCELADAS DOS PROFESSORES

Cada manhã nasce uma tela,
branca, serena, por pintar,
e há mãos que seguram pincéis
com sonhos para semear.

São mãos que levam conhecimento,
sabedoria e dedicação,
e deixam em cada aluno
uma marca no coração.

São pintores de futuros,
artistas de uma missão,
que transformam cada ensinamento
numa nova inspiração.

Mergulham o pincel na esperança,
na coragem e na amizade,
e pintam, com tanta paciência,
os caminhos da liberdade.

Há telas cheias de cores,
outras cobertas de solidão,
há quem esconda as suas lágrimas
atrás de um muro de insegurança.

E o Professor, com uma palavra,
pode mudar uma direção;
um simples “tu consegues”
pode despertar um coração.

Quando um aluno tem medo,
quando pensa em desistir,
há uma voz que lhe recorda:
“Ainda podes conseguir.”

Porque ensinar não é somente
letras, números ou lições;
é também ensinar a vida,
a vencer dificuldades e desilusões.

É ensinar que um erro
não apaga o nosso valor,
que depois de uma tempestade
também pode nascer uma flor.

Professor é ser bússola
quando não sabemos caminhar,
é ser luz numa noite escura,
é ajudar-nos a acreditar.

É ser âncora nas tempestades,
quando o mundo parece ruir,
é oferecer uma mão amiga
e dizer: “Não deixes de seguir.”

Há professores que passam
pelos nossos dias sem saber
que uma pequena palavra sua
nos ensinou a crescer.

Talvez nunca saibam
o tamanho da sua importância,
nem quantas vidas transformaram
com um gesto de confiança.

Por isso hoje quero pintar
uma tela cheia de gratidão,
e escrever com letras de luz
o nome de cada Professor
no meu coração.

Que nunca vos falte coragem,
nem esperança para continuar,
pois cada aluno que ensinam
é uma semente a germinar.

Que nunca vos falte a força
nos dias de maior cansaço,
nem a certeza de que o vosso trabalho
deixa no mundo um novo traço.

A Vida oferece a tela,
mas vocês ajudam a escolher
as cores dos nossos sonhos
e a coragem para os viver.

E quando, um dia, os alunos
olharem para trás,
hão de encontrar nas suas telas
as marcas de quem lhes ensinou a lutar.

Porque existem pinceladas
que o tempo não consegue apagar,
e existem professores
que ficam para sempre
na nossa forma de sonhar.

Hoje, o meu pincel mergulha
na cor mais bonita que conheço:

a Gratidão.

E deixo nesta tela
uma homenagem sincera,
a todos os professores
que fazem da Educação
uma ponte para a Primavera.

Que continuem a pintar futuros,
a semear esperança e união,
a transformar sonhos em caminhos
e conhecimento em transformação.

Porque ser Professor
é muito mais do que ensinar.

É tocar vidas,
acender sonhos,
abrir portas,
dar asas
e ajudar alguém
a descobrir que pode voar.

E se a Vida é uma tela
que nunca deixamos de pintar,
que cada Professor saiba
que existe uma cor sua
em cada aluno que ajudou a transformar.

Obrigada, Professores,
por todas as pinceladas de luz.

Que Deus vos acompanhe
em cada novo amanhecer
e vos dê força e sabedoria
para continuar a ensinar,
a inspirar
e a fazer florescer.🌺🎨

Porque há professores que ensinam matérias…
e há professores que ensinam a Vida.

E esses,
ficam para sempre
na tela do nosso coração. ❤️

Marisa Pires Barradas
17/09/2026. 

02/10/2026

OUVIR: "Surto", Milhanas

A cantora e compositora Milhanas lançou há dias “Surto”, álbum que marca o início de um novo ciclo, num lugar de “liberdade, curiosidade e descoberta”. Neste segundo álbum, a portuguesa de 24 anos revela a influência por músicos como Nick Cave e Patti Smith e o cinema de Bergman e Godard.

“Quis começar como concretizei o ‘Sombra à Sombra’ (álbum de estreia, editado em 2023) no seu todo, que é uma viagem cronológica pela minha vida. Quis começar esta nova fase, este novo ciclo, com esse pequeno apontamento, quase aquelas referências em que ninguém repara, mas a que gosto de dar atenção. É aquela canção que volta à origem, mas que já mostra que o caminho tem outra perspetiva”, partilhou, em entrevista à Lusa. (adaptado daqui)

Ouça aqui "Deserto", o primeiro single do álbum. A voz quente de Milhanas trasmite uma dor persistente mas também uma esperança de que esse "deserto" é passageiro e que pode ser utrapassado. No fundo, uma mensagem de esperança.

Milhanas reconhece o papel libertador da música ao afirmar: “Enquanto me fizer sentido, ou pelo menos enquanto sentir que tenho coisas que se calhar não consigo dizer de outra maneira, e que só consigo dizer através da música, far-me-á sentido fazê-lo desta maneira”.

"Resisti às memórias frias
Já não é tempo de chorar
O grito antigo adormeceu
Afundou-se noutra história

Cala em mim o deserto
Cala em mim o deserto, que eu já não posso mais"



CEGandra: Dia Mundial da Música

Música e Alegria marcam o Dia Mundial da Música no Centro Escolar da Gandra 

Alunos do 4.º A assinalam o Dia Mundial da Música com ritmo, melodias e muita criatividade. 

Gandra, 1 de outubro — O Centro Escolar da Gandra encheu-se hoje de som, cor e entusiasmo. Para comemorar o Dia Mundial da Música, assinalado neste dia 1 de outubro, os alunos da turma do 4.º A protagonizaram uma jornada especial dedicada à arte dos sons, demonstrando como a música é uma linguagem universal capaz de unir, inspirar e alegrar a comunidade escolar.
Os alunos participaram em diversas dinâmicas pedagógicas e artísticas, que incluíram a exploração de instrumentos musicais, jogos de ritmo e a interpretação em conjunto de temas preparados para a ocasião. Entre acordes e sorrisos, a sala de aula e os espaços comuns da escola transformaram-se num verdadeiro palco de partilha e aprendizagem. 
A iniciativa serviu não só para homenagear os músicos e a importância da arte no quotidiano, mas também para reforçar o papel do ensino musical e criativo no desenvolvimento das crianças.

envio de Fausto Saavedra

01/10/2026

Língua Solta: curiosidades da língua portuguesa (2)

Canva
Ainda no rescaldo da celebração do Dia Europeu das Línguas, hoje focamo-nos em algumas curiosidades da língua portuguesa. Já anteriormente tínhamos dedicado uma publicação ao mesmo tema, aquando da celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa. 

Vejamos as curiosidades de hoje:

- o português é a 5ª língua com mais falantes, representando cerca de 3,7% da população mundial;

- o português é língua oficial em vários continentes como a Europa (Portugal), África e América (países da CPLP - Comunidade de paísed de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe) e Ásia (Macau e Timor-Leste);

- estima-se que apenas 5% dos falantes de português se encontrem em Portugal;

- cerca de 80% dos falantes de língua portuguesa são de origem brasileira - por cada 5 falantes de português, 4 são brasileiros;

- o português é língua curricular em 35 países, o que significa que faz parte dos currículos públicos (como L1 e/ou L2), podendo ser uma opção de língua estrangeira;

- as Escolas Portuguesas no Estrangeiro abrangiam mais de 7.000 alunos em 2022.23 e, embora não haja dados oficias posteriores, várias fontes estimam números provisórios superiores a 10.500 alunos;

- ainda que ainda não seja uma língua oficial da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2026 arrancou na sede da ONU em Nova Iorque o primeiro curso regular de língua portuguesa para diplomatas e funcionários da organização, fruto de uma parceria com o Governo de Portugal através do Instituto Camões, tendo as vagas esgotado em menos de 24h;

- podemos encontrar palavras com mais de uma grafia - "oiro"/"ouro"; "loira"/"louro"; "loiça"/"louça";

- a maior palavra em português tem 46 letras - “pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico” - pessoa que tem uma doença respiratória resultante da inalação de cinzas vulcânicas.

Podemos concluir que a língua portuguesa está "de boa saúde" e apresenta grande potencial de crescimento relativamente ao número de falantes a nível mundial, com carater pessoal, público e institucional.


Fontes:
https://www.ethnologue.com/language/por/
https://www.ethnologue.com/statistics/
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_portuguesa
https://www.cplp.org/estados-membros/
https://www.publico.pt/2025/03/04/infografia/lingua-portuguesa-mundo-854
https://www.dgae.medu.pt/download/escolas-portuguesas-no-estrangeiro/infoestatistica/infografia-alunos-2022-23-publicas.jpg
https://news.un.org/pt/story/2026/09/1854451
https://dicionario.priberam.org/pt-pt/pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconi%C3%B3tico



30/09/2026

Prémio de Mérito Escolar "António Santos Marabano"


O Lions Clube da Maia institui um prémio de mérito escolar destinado ao(à) melhor aluno(a) do ensino secundário do Concelho da Maia, designado Prémio "António Santos Marabano".

Este prémio tem como objetivo incentivar a excelência escolar, premiando monetariamente o melhor aluno do conjunto dos seis agrupamentos que constituem o correspondente universo escolar. Podem aceder a este prémio de mérito os(as) alunos(as) do último ano do ensino secundário que cumpram os seguintes requisitos:
a) Tenham residência no concelho da Maia;
b) Apresentem conclusão sem qualquer retenção no ensino secundário.

O prémio será atribuído em cada ano letivo ao longo da vigência deste prémio, ao(à) aluno(a), do universo constituído pelos seis agrupamentos de escolas acima referenciados, com a CFC - Classificação Final de Curso mais elevada do ensino secundário. Estão previstos critérios de desempate.

O prémio instituído concretiza-se numa atribuição monetária anual, agora ajustada para o valor de um salário mínimo nacional, cujo montante atualmente são 920,00€ (novecentos e vinte euros).

A escola já procedeu à seleção interna do/a melhor aluno/a, pelo que brevemente saberemos se é da nossa escola o/a feliz contemplado/a.
envio de Manuela Barbosa
Sub-diretora do Agrupamento

28/09/2026

escola sede: Dia Mundial do Turismo

Alunos de Turismo celebram Dia Mundial do Turismo com inovação e profissionalismo

Os alunos do Curso Profissional de Turismo assinalaram o Dia Mundial do Turismo, na passada sexta-feira, dia 25 de setembro, com a organização de múltiplas atividades destinadas a comemorar e divulgar esta data global. 
Com o empenho e dedicação de sempre, os estudantes das três turmas promoveram momentos de forte interação com toda a comunidade escolar. Desde o início da manhã, o ambiente na escola refletiu a multiculturalidade e o dinamismo que caracterizam esta área profissional. Os alunos envolveram-se ativamente no planeamento, organização e execução de uma vasta panóplia de atividades que captaram a atenção de toda a comunidade educativa.
 A iniciativa reforçou o papel essencial da escola na preparação prática para os novos desafios de um mercado de trabalho global e cada vez mais digital, tendo recebido rasgados elogios de professores, funcionários e colegas de outros cursos.

PARABÉNS TURISMO AESCAS!

Maria Manuel Landeiro
Paulo Barros
Sílvia Vieira


escola: Dia Europeu das Línguas

https://edl.ecml.at/pt
Dia Europeu das Línguas: na nossa escola, fala-se… de tudo!

No dia 26 de setembro (teve que ser a 25...), as línguas europeias tiveram direito a palco na nossa escola — e, felizmente, ninguém precisou de legenda!

Há quem diga que, quando pessoas diferentes falam línguas diferentes, é fácil não nos entendermos. Nós decidimos testar a teoria.
Por ocasião do Dia Europeu das Línguas, o Departamento de Línguas, em articulação com a UNESCO, Clube Europeu e a equipa do Plano Nacional de Cinema, promoveu uma celebração simples, mas cheia de significado: porque aprender línguas não é apenas aprender palavras novas — é descobrir outras formas de olhar para o mundo.

🇬🇧 Hello!
🇫🇷 Bonjour!
🇪🇸 ¡Hola!
🌍 E, naturalmente, muitas outras palavras, sons e sotaques passaram pela escola.

COMO SE DIZ…?

Uma das propostas convidou os alunos a descobrir como se dizem palavras tão importantes como amizade, escola, paz, respeito, família e felicidade noutras línguas.
Porque, convenhamos, “paz” pode dizer-se de muitas maneiras, mas continua a significar paz. E foi precisamente essa a mensagem que quisemos deixar:

“Na nossa escola falam-se muitas línguas, mas partilhamos os mesmos valores.”

A iniciativa permitiu ainda recordar que a diversidade linguística não é um obstáculo à comunicação. Pelo contrário: é uma oportunidade para conhecer, compreender e respeitar outras culturas.

Mas não ficámos apenas pelas palavras. As paredes da escola também começaram a falar!

Ao longo da celebração, foram expostos diversos trabalhos produzidos pelos alunos: marcadores de livros, ilustrações de provérbios e comparações de expressões idiomáticas em diferentes línguas, mostrando que, afinal, aquilo que parece muito diferente pode ter mais pontos de contacto do que imaginamos. Porque chover a cântaros, raining cats and dogs, il pleut des cordes ou outras expressões aparentemente improváveis têm algo em comum: as línguas podem usar imagens diferentes para dizer coisas muito parecidas. E é precisamente aí que começa a parte interessante: perceber que as línguas e as culturas não vivem em ilhas isoladas. Encontram-se, cruzam-se, influenciam-se e, às vezes, até dizem praticamente a mesma coisa… só que de maneiras muito mais criativas!
Mas não se pense que apenas os alunos mais crescidos estiveram envolvidos. Também os alunos do 1º ciclo dinamizaram atividades, contactando com diferentes línguas e testando até o seu conhecimento. Miúdos e graúdos foram sensibilizados para a importância da preservação da riqueza linguística e cultural.

Uma escola, muitas línguas, os mesmos valores

A celebração do Dia Europeu das Línguas integra-se na visão de uma escola aberta à diversidade, ao diálogo intercultural, à cidadania europeia e à cultura de paz, valores que encontram na UNESCO, no Clube Europeu e no Plano Nacional de Cinema parceiros naturais.
No fundo, a mensagem é simples: podemos não saber dizer tudo em todas as línguas, podemos tropeçar numa pronúncia ou esquecer aquele bonjour no momento menos oportuno… Mas há palavras que todos devemos saber dizer: respeito, amizade, paz e inclusão. E essas, felizmente, não precisam de tradução.

Porque na nossa escola falam-se muitas línguas, mas a linguagem dos valores é universal.

Veja o registo completo das atividades aqui

texto de Isabel Guimarães
fotos de Isabel Guimarães e Paulo Barros 


25/09/2026

OUVIR: Jorge Palma

Visão

Jorge Palma, um dos maiores músicos e compositores portugueses contemporâneos, faleceu esta semana, a 21 de setembro, aos 76 anos.

Com 14 álbums editados (o último dos quais "Vida", editado em 2023) e prémios recebidos como reconhecimento do seu talento, o músico fez a sua carreira compondo em português (à exceção de um projeto no início da carreira) e as suas letras marcaram gerações. Dono de uma voz inconfundível, o seu talento sobreviveu à vida boémia e às dependências, algo que ultrapassou no final da sua vida.

Hoje prestamos-lhe homenagem através de duas das suas mais emblemáticas canções: "Deixa-me Rir" e "Encosta-te a mim". Com uma carreira de mais de 50 anos, a sua música certamente perdurará.

IR/VER: “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência”

“Smithsonian Viagem Pelo Cosmos: Uma Experiência” é uma nova experiência imersiva e interativa que instalada na sala subterrânea da Estação do Metro do Terreiro do Paço.

Os amantes de ciência e astronomia e todos os demais com mentes curiosas podem viajar além da Terra e testemunhar o nascimento e a morte de estrelas, atravessar milhares de galáxias, descobrir exoplanetas extremos ou aproximar-se de um buraco negro supermassivo. 

https://smithsonianstarstruck.com/lisboa/

Desenvolvida em colaboração com o Smithsonian Astrophysical Observatory (SAO), a experiência recorre ao trabalho de alguns dos mais importantes instrumentos de observação do espaço, entre os quais o Telescópio Espacial Hubble, o Telescópio Espacial James Webb e o Observatório de Raios X Chandra e utiliza dados astronómicos reais para construir um universo virtual que os visitantes podem explorar, transformando décadas de investigação científica numa viagem de aproximadamente 40 minutos pelo cosmos. 

saiba mais aqui

EBMoutidos: Dia da Paz - Um Abraço à Escola

No dia 21 de setembro, vivenciamos o Dia da Paz, na escola de Moutidos, onde todos, de mãos dadas, nos reunimos para um grande abraço à escola!!!

Veja o vídeo completo aqui

      

envio de Maria José Ribeiro

24/09/2026

Língua Solta: "despender" e "dispendioso"

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Vivemos numa sociedade em que o tempo é valioso, fazendo jus à expressão "tempo é dinheiro". Daí sermos cuidadosos com onde e como o gastamos. 

O verbo transitivo "despender", com "e" na primeira sílaba, é frequentemente utilizado para nos referirmos à forma como fazemos uso, dispêndio de (tempo ou dinheiro). 

Pode ser usado da seguinte forma:

- "É importante despender tempo com os que nos são mais queridos."
- "Despendemos muito dinheiro em combustíveis."

No entanto, o adjetivo "dispendioso" (que exige grande despesa, caro) escrevem-se com "i" na primeira sílaba.

- "O combustível está cada vez mais dispendioso."


Fontes:
Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa, Porto Editora.
Disponível em: https://www.infopedia.ptdicionarios/lingua-portuguesa/despender
Disponível em https://www.infopedia.ptdicionarios/lingua-portuguesa/dispendioso 

23/09/2026

CEGandra: Unidos pela Paz

Unidos pela Paz: Centro Escolar da Gandra Celebra a Data com um Cordão Humano

No dia 21 de setembro de 2026, a comunidade escolar do Centro Escolar da Gandra reuniu-se para assinalar o Dia da Paz de uma forma profundamente simbólica e inspiradora.

Alunos, professores e colaboradores uniram-se num grande cordão humano que percorreu o espaço exterior do recinto escolar. Vestidos predominantemente de t-shirt branca, toda a comunidade educativa deu as mãos e ergueram-nas ao ar sob a sombra das árvores, num gesto coletivo de fraternidade, união e solidariedade. A energia vibrante dos sorrisos das crianças e o entusiasmo vivido ao ar livre transformaram o recinto num cenário vivo de harmonia e esperança.

Esta iniciativa teve como grande objetivo sensibilizar toda a comunidade para a importância de cultivar valores fundamentais como o respeito, a tolerância, a empatia e a cooperação, não apenas no ambiente escolar, mas em toda a sociedade. A celebração mostrou que a construção da paz começa nas pequenas ações do dia a dia e no abraço ao próximo, deixando uma marca inesquecível no coração de todos os presentes.

envio de Fausto Saavedra


EBPícua: Círculo da Paz

Na passada segunda-feira, dia 21 de setembro,as crianças e os alunos da Escola da Pícua reuniram-se no campo de futebol para assinalar o Dia Internacional da Paz.

Num momento de união, partilha e reflexão, realizaram o Círculo da Paz, simbolizando a importância da amizade, do respeito, da solidariedade e da convivência harmoniosa entre todos.
Para acompanhar este momento especial, ouviram a emblemática canção “Imagine”, de John Lennon, uma música que nos convida a sonhar com um mundo onde a paz, a união e o respeito prevaleçam.

Foi um momento simples, mas cheio de significado, que permitiu a toda a comunidade escolar celebrar a Paz e reforçar a importância de construirmos, juntos, um mundo melhor.

envio de Cândida Moita



22/09/2026

EBCorim: Dia Internacional da Paz

 Escola Básica de Corim celebra Dia Internacional da Paz

A Escola Básica de Corim juntou a comunidade escolar para comemorar o Dia Internacional da Paz, que se assinala a 21 de setembro.
Num dia que teve como objetivo relembrar que pequenas ações podem fazer uma grande diferença no mundo, a comunidade vestiu-se de branco para lembrar a importância desta data. O dia contou ainda com a construção da palavra “PAZ” pelos diversos alunos no espaço exterior da escola.

A Paz em Diversas Línguas na Turma do 4.ºB

Dentro da sala de aula, o tema foi explorado de diversas formas. No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, sob o tema “Pluralismo e Diversidade Cultural”, a turma do 4.ºB desenvolveu um projeto de pesquisa dedicado à temática.
Os alunos investigaram como se escreve e como se pronuncia a palavra "PAZ" em diversas línguas. Para além de desenvolverem a escrita e a pronúncia, desenharam também as respetivas bandeiras de cada país estudado.
Todo este empenho resultou num painel expositivo que se encontra em exposição na escola e que inspira quem passa pelos corredores da escola, demonstrando que, independentemente do idioma ou da cultura, a mensagem de paz é universal!
envio de Orquídia Matos