Número total de visualizações de página

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

visita de estudo a Arouca


     

      No dia 20 de fevereiro, os alunos EMRC do 8º ano visitaram o Museu de Arte Sacra de Arouca e percorreram os Passadiços do Paiva. Vivemos um dia primaveril! Bem sabemos como a amizade não se alimenta de encontros episódicos ou de feitos extraordinários. A amizade é um contínuo. Por isso fomos a Arouca, para vivermos a alegria de estarmos juntos.
       Muito obrigado aos Professores Ângela Ferreira, Carla Alves e António Lopes pela amizade, companhia e ajuda durante todo este dia. Bem hajam!                                                                                                                                                                                                                                                                                    cortesia de Eleutério Gomes (texto e fotos)

3ª jornada de badminton

     

       No passado sábado, dia 15 de fevereiro de 2020, decorreu a 3ª Jornada de Badminton do Desporto Escolar, organizada na Escola Básica de Pedrouços.
        Todos os atletas estiveram de parabéns pelo comportamento, responsabilidade,  empenho e resultados demonstrados.
      Os alunos Gonçalo Lamares e Luana Pinto alcançaram o 1º lugar na competição individual e estão de parabéns, pois passaram à Final da CLDE Porto. Já os alunos João Almeida e Diogo Fernandes obtiveram o 2º e 3º lugar respetivamente. Todos os restantes atletas obtiveram melhorias nas suas prestações.
                                         cortesia de Carla Isabel Alves

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Concurso Nacional de Leitura - fase municipal

       No dia 10 de fevereiro realizou-se na Biblioteca Municipal da Maia a 2.ª fase do Concurso Nacional de Leitura  onde estiveram presentes em representação do nosso Agrupamento os alunos:
1.º ciclo
EB1 de Corim
Ana Beatriz Morais, 4ºA
 Letícia Mendes Vieira, 4ºA
EB1 de Gandra
Gustavo Oliveira, 4ºA
 Érica Farromba, 4ºB
EB1 de Pícua
Sofia Kondrateva, 4ºA
Kiara Lobato, 4ºA

2.º ciclo
Ana Filipa Rodrigues, nº1, 6ºC
Francisco Monteiro Correia, nº14, 6ºA

3º ciclo
Catarina Cordeiro, nº3, 8ºB
Maria João Brandão, nº17, 8ºH

Ensino Secundário
 Daniela Barbosa, nº10, 12º E
 Ana Margarida Silva, nº2, 11ºB
      Depois de realizadas as provas escrita e oral, as alunas Letícia Mendes Vieira e Catarina Cordeiro foram selecionadas para a fase seguinte, a fase intermunicipal, que decorrerá na Biblioteca Municipal de Gaia no dia 22 de abril.
Catarina Cordeiro
Letícia Mendes Vieira   Parabéns a todos os participantes pela demonstração de responsabilidade, interesse e gosto pela leitura.
                                                                                         
                                                    
 @ Biblioteca

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

concurso "Colheres do Amor"

      No âmbito da dsiciplina de Francês e para comemorar o Dia de São Valentim, alunos dos 8.º e 9.º anos decoraram  com muita criatividade simples colheres de pau que podem apreciar na Biblioteca.


                                                                                                                                                                 @ Biblioteca

Árvore dos Afetos

      No âmbito das disciplinas de Português, Francês e Inglês, os alunos do 3.º ciclo partilharam em sala de aula vivências, memórias e histórias de afetos, produzindo mensagens nas diferentes línguas.

      Mensagem a mensagem  um grande painel é construído, sobressaindo "de mão dada" as bandeiras dos três países.
A beleza do painel está bem presente nas imagens que se seguem, mas há muito mais beleza em cada uma das mensagens que podem ler numa visita às Biblioteca.

                                                                                                                                                                  @ Biblioteca

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

dia mundial do síndrome de Asperger

É possível integrar-se profissionalmente e ter síndrome de Asperger.

As pessoas com Síndrome de Asperger, um doença do espectro autista, experimentam grandes dificuldades na entrada no mercado de trabalho devido às suas limitações na comunicação, na relação interpessoal e na capacidade de adaptação. Para ajudar a superá-las é preciso criar condições para uma efetiva igualdade no acesso ao emprego e, por outro, criar condições para que estes colaboradores sejam uma mais-valia. Hoje, Dia Mundial da Síndrome de Asperger, contamos-lhe duas histórias reais de sucesso.
EPA/Peter Komka

Manuel, 44 anos
Os resultados escolares do Manuel nunca desiludiram os pais. Entrou para a universidade e, aos 27 anos, obteve a licenciatura. Os seus tempos livres eram passados em casa, com a família. Apaixonado por cinema, passava a pente fino todos os guias de TV para não perder uma emissão, que gravava e listava numa base de dados com milhares de registos.
O número e diversidade de empregos que teve também mereciam uma base de dados. Apesar de ser um profissional assíduo e empenhado, os desentendimentos com colegas e comportamentos desadequados faziam com que cada experiência de trabalho terminasse ao fim de pouco tempo.
Foi aos 35 anos que o Manuel e família encontraram uma explicação para estas dificuldades ao ser-lhe diagnosticada Síndrome de Asperger. Com o apoio da equipa do CADIn - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil, iniciou a colaboração com uma empresa que compreendeu e aceitou a sua diferença.
Nas visitas periódicas da psicóloga do CADIn foram feitos os ajustes necessários para que o colaborador Manuel fosse considerado uma mais-valia para a equipa. É atento aos detalhes que os outros ignoram e não se importa de realizar as mesmas tarefas todos os dias. 
Pelo contrário, é isto que o faz feliz há mais de 10 anos.
Maria, 30 anos
A vida da Maria mudou depois de um entrevista de emprego. Já tinha percebido que era “esquisita”, que coisas que para os outros eram fáceis, para ela eram um quebra-cabeças: atar os sapatos, andar sem tropeçar, entender piadas, fazer amigos.
Foi a diretora da escola onde estagiava quem primeiro percebeu que os comportamentos diferentes da Maria podiam ter uma explicação e a encaminhou para uma avaliação no CADIn. Quando soube que tinha Síndrome de Asperger, pensou: “boa, afinal não sou esquisita!”.
Todos os dias a Maria enfrenta dificuldades para lidar com coisas que são banais para a maioria das pessoas. Conta com o apoio da diretora da escola, que agora sente como mãe, e do CADIn. A sua maior conquista é acreditar em si mesma: “Chego a todo lado como os outros, mas mais lentamente”.
No futuro, quer ser educadora de infância e continuar a trabalhar com crianças que, diz, a entendem melhor que ninguém. @Sapo

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

saúde: lavar muitas vezes as mãos e beijar menos

      A Diretora-Geral de Saúde foi a convidada da entrevista TSF/DN. Graça Freitas garante que existe "um arsenal terapêutico muito grande" para lidar com o COVID-19. Mas a contenção está "literalmente nas mãos". Aqui fica um excerto dessa entrevista.


    
     Dados da OMS dizem que existem por ano entre três a cinco milhões de casos graves de gripe e que há até 650 000 mortes por doenças respiratórias relacionadas. Nesta ordem de grandeza, como é que devem ser encarados estes casos cíclicos de vírus, como o COVID-19? Ou devemos pensá-lo de uma forma completamente diferente?
      A pergunta é muito pertinente. Uma coisa é aquilo a que nós estamos habituados: nós sabemos o que nos espera numa boa época de gripe, numa época de gripe moderada ou numa época de gripe em que o vírus é mais agressivo. E a humanidade habitua-se a lidar com o que conhece. O problema é quando emerge um novo vírus - neste caso é um vírus, mas pode ser outro agente microbiano - e essa emergência traz pela frente o desconhecido e nós não sabemos como é que esse vírus se vai propagar na natureza, como é que vai ser a sua dinâmica e como é que ele se vai transmitir entre os seres humanos e, portanto, aguarda-nos o desconhecido. É esse desconhecido que leva a que estas doenças emergentes provoquem estes movimentos de preocupação, de alerta, de atenção. Porque é exatamente isto: Qual vai ser o comportamento? Como é que se vai propagar? Quantas pessoas vai atingir? Quantas pessoas vai atingir ao mesmo tempo? Esta é a grande incógnita, aquilo a que nós chamamos em epidemiologia a taxa de ataque que é a quantidade de pessoas que está doente num determinado período. É totalmente diferente ter 10% da população atingida por uma doença, seja ela qual for - gripe, sarampo, qualquer uma -, ou ter 20% ou 30% da população atingida.
(...)      
       O que é que cada pessoa pode fazer para tentar travar?
    Em termos de medidas, costumamos dizer que há medidas que são do foro da medicina propriamente dita, dos medicamentos, das vacinas, do internamento, do ambulatório, dos cuidados de saúde. Essas são as medidas, umas preventivas, no caso da vacina, outras de tratamento, no caso dos medicamentos. Depois há aquilo a que nós chamamos as medidas de controlo de infeção, as medidas de saúde pública, aquelas por que todos nós somos responsáveis. Aqui a questão é retardar a sua propagação e evitar que num curto espaço de tempo existam muitas pessoas doentes. Retardar a propagação está nas mãos de todos nós. Literalmente nas mãos, porque se nós lavarmos as mãos frequentemente, não estamos a propagar vírus. Podemos propagar vírus - este em concreto - de várias formas: expeli-lo pela fala, pela tosse, pelo espirro. E é óbvio que levamos frequentemente as mãos à nossa cara e, portanto, ficamos com as mãos conspurcadas, pomo-las numa superfície e esses vírus são viáveis, as gotículas que contêm esses vírus são viáveis durante dias, horas, conforme a temperatura, a humidade, as características meteorológicas e conforme, também, as superfícies em que ficam. Portanto, outras mãos irão também para essas superfícies e depois irão para a boca e para o nariz de outras pessoas. Se tomarmos medidas tão simples como lavarmos frequentemente as mãos, não se impede totalmente a infeção, mas retarda-se a infeção, ou seja, diminui-se o número de pessoas infetadas num determinado momento, e a quantidade de vírus que passa de uma pessoa para a outra. Esta história da quantidade de vírus também é muito importante, pode fazer a diferença na gravidade da doença. Os vírus depois replicam-se e, quantos mais entrarem na primeira leva, como eu costumo dizer, mais se replicam. Portanto, lavar as mãos é importantíssimo. Parece que não é, mas é. Não espirrar para cima de ninguém quando se está doente, não tossir para cima de ninguém, o distanciamento social... Não é agora: agora continuamos a beijar-nos como sempre, mas nas alturas das epidemias convém socializarmos um bocadinho menos, termos alguma distância social, não nos beijarmos tanto, não nos abraçarmos tanto. @ TSF

sábado, 15 de fevereiro de 2020

enquanto decorriam as reuniões intercalares...

Hoje, houve quem andasse por Matosinhos a tentar a sorte nas ondas. Foi o 11º K que foi surfar as ondas de Matosinhos. E no dia 7 de Fevereiro  o 10ºI foi a turma que praticou bodyboard .
  



Que dias fantásticos! Todos ganharam muito com a experiência!

cortesia de Gabriela Lopes (texto e fotos)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Valentine’s Day no 1.º Ciclo




Nas escolas do 1.º Ciclo, do nosso agrupamento, os alunos participaram, com muito entusiasmo, na celebração do Valentine´s Day, dinamizada pelas professoras de Inglês. 
Entre os dias 10 e 14 de fevereiro, todos os alunos tiveram oportunidade de revelar o seu lado mais afetuoso e escrever cartas ou cartões aos amigos, professores e funcionários da escola. As mensagens foram escritas em Inglês e em Português do 1.º ao 4.º ano, contando com a especial participação dos alunos do Pré-Escolar do Centro Escolar da Gandra. As professoras titulares abordaram os temas da amizade e dos sentimentos, promovendo a escrita de mensagens positivas entre os alunos da turma, através da realização da atividade - amigo secreto. As cartas foram colocadas no marco do correio que se encontrava, no interior de cada escola, envolvido por um cenário que apelava aos sentidos e à descoberta de novas palavras, em inglês, relacionadas com a efeméride.
Foi, sem dúvida, uma semana repleta de emoções e de afetos! 


HAPPY VALENTINE’S DAY!







             As professoras de Inglês: Carla Lopes, Lara Amaral e Rosa Azevedo

a "Semana dos Afetos" no 2º ciclo



                                                                                                                                                            cortesia de Serafim Silva

Dia de S. Valentim

       O Dia dos Namorados, ou dia de São Valentim, celebra-se a 14 de fevereiro.
      Mais romântico do que o amor que está no ar nesta altura é a origem dessa comemoração, a mais romântica do ano.
      Você sabe quando e como surgiu o dia dos namorados?
      Origem do Dia dos Namorados
    A história do Dia de São Valentim remonta ao século III d.c. O Imperador romano Cláudio II proibiu os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas tropas.
    Um sacerdote da época, de nome Valentim, desrespeitou este decreto imperial, realizando casamentos. O segredo foi descoberto e Valentim foi preso, torturado e condenado à morte.
      Executado no dia 14 de fevereiro do ano de 269, a data deu origem ao dia dos namorados.
     Antes de morrer, porém, Valentim conseguiu enviar e receber algumas cartas ainda na cela, o que originou a troca de cartões, os chamados "valentines". @ Calendarr

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

festival de micro-metragens


O CINEMAESCAS está a promover um concurso de micro-metragens.
Informa-te no site, consulta o regulamento e concorre.
As candidaturas são até ao dia 28 de fevereiro.

a Rádio faz hoje 74 anos


        O Dia Mundial da Rádio celebra-se anualmente a 13 de fevereiro
      A data foi escolhida pois foi neste dia que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez, em 1946, um programa em simultâneo para um grupo de seis países. 
      A data foi declarada em 2011 pela UNESCO e o primeiro Dia Mundial da Rádio foi celebrado em 2012. A rádio continua a ser o meio de comunicação social que atinge as maiores audiências, continuando a adaptar-se às novas tecnologias e a novos equipamentos, com a transmissão online via streaming, por exemplo.
     É um meio bastante útil para a população, seja como ferramenta de apoio ao debate e comunicação, de promoção cultural ou em casos de emergência social. Para os profissionais de comunicação social, a rádio é uma plataforma para se divulgarem factos e histórias.
      A rádio acompanhou os principais acontecimentos históricos mundiais e hoje continua a ser um meio de comunicação fundamental. Este meio de comunicação social adaptou-se à era digital e continua a ser um meio fiável para a população, que recebe a informação na hora, sendo esta uma das características mais positivas da rádio. @ Calendarr

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

nunca é demais saber...

      No dia 13 de fevereiro, quinta-feira, o Centro de Saúde de Águas Santas, juntamente com o CAD (Centro de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH) e  com o GIA (Gabinete de Informação ao Aluno desta escola, que funciona no Gab1- Bloco A1) irão dinamizar uma nova  palestra sobre SIDA/VIH.
      A equipa do CAD é constituída, pela Enfermeira Inês Lima e pela Psicóloga, Dr.ª Clara Silva.  Haverá uma carrinha estacionada junto ao refeitório, dirigida pelo Sr. Nuno Batista. 

      A professora Virgínia Magalhães será, desta vez, a responsável, juntamente com os alunos do 10º ano do Curso Profissional de Saúde.

"Concurso dos Afetos"


No âmbito da comemoração do Dia dos Namorados, e para os alunos do 3º ciclo, está a decorrer o Concurso dos Afetos, que consiste na criação de uma mensagem, uma frase ou até a citação de versos que expressem um sentimento  (Amor, Amizade, Carinho, Ternura, Admiração ou Afeição) por algo ou alguém: amigo(a), namorado(a), natureza… que depois serão “plantados” na Árvore dos Afetos.

Haverá prémios para os três primeiros classificados.
A data limite de participação é até ao dia 17 de fevereiro.

                                                                                              cortesia de Maria do Carmo Barbosa e Maria Anunciação Pereira

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

OPE - orçamento participativo das escolas


       O Orçamento Participativo das Escolas, OPE, tem como objetivos contribuir para as comemorações do Dia do Estudante e estimular a participação cívica e democrática dos estudantes, promovendo o seu espírito de cidadania e o diálogo, a mobilização coletiva em prol do bem comum e o respeito pelas escolhas diferentes, valorizando a sua opinião em decisões nas quais são os principais interessados e responsáveis, e, finalmente, permitir o conhecimento do mecanismo do voto.
      Pretende-se que os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e/ou do ensino secundário elaborem propostas onde seja identificada claramente uma melhoria pretendida na escola, através da aquisição de bens e/ou serviços que sejam necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou destinados a melhorar os processos de ensino-aprendizagem e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.
       As propostas podem ser apresentadas individualmente por qualquer aluno ou em grupo (máximo de 5 elementos), de acordo com as Normas de Participação, através da redação de um texto contendo o máximo de 1000 palavras, com ou sem imagens e referindo, caso seja viável, a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com o orçamento previsto (aproximadamente 1500€);
Calendarização: As propostas terão de ser desenvolvidas e apresentadas até ao dia 28 de fevereiro de 2018;
Entrega das propostas: para o endereço de correio eletrónico carmen.madureira@aescas.net
Divulgação e debate das propostas: De 9 a 20 de março de 2020;
Votação das propostas: Dia 24 de março de 2020;
Apresentação dos resultados: Até 27 de março de 2020;
Execução da medida: até 31 de dezembro de 2020.

Para mais informações consultar:
https://www.facebook.com/opescolas/                                                                                                     cortesia de Carmen Madureira

"Florescer Águas Santas"


"A escola em mudança"


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

"Once upon a time… "


No âmbito da disciplina de Inglês, na semana passada, todas as escolas do 1.º Ciclo do nosso agrupamento, receberam a visita da plataforma de criação teatral Círculo de Giz, que apresentou uma estreia nacional - Once upon a time… Esta peça foi falada em Inglês, muito interativa, didática e divertida. A reação dos alunos e professores não poderia ter sido melhor! 
      Muito obrigada a todos os intervenientes por este momento de partilha!

 


cortesia de Carla Lopes e Rosa Azevedo (texto e fotos)

dia de "La Chandeleur"

       
       No dia cinco de fevereiro, a turma do 10ºJ, do Curso Profissional de Comércio, no âmbito da disciplina de Comunicar em Francês e da comemoração do dia de "La Chandeleur" confecionou e vendeu crepes à comunidade escolar.



cortesia de Valéria Gomes (texto e fotos)


   

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

"Os Maias" vieram à escola

     Hoje, o auditório da escola encheu-se por duas vezes.


      A companhia de teatro ATE apresentou duas sessões de uma adaptação da obra de leitura integral,  para o 11º ano, "Os Maias" de Eça de Queirós.
     Aqueles que já leram a obra, quem ainda a está a ler ou quem ainda não iniciou a leitura teve a oportunidade de compreender quão bem Eça retrata a sociedade portuguesa de então.
     Os promotores da atividade acreditam que esta se reverteu de grande interesse para os alunos do 11º ano e os professores que acompanharam todas as turmas mostraram também o seu agrado.
     Obrigado, ATE, por esta visita dinâmica.

fotos de Luana Rodrigues

     (Notícia atualizada às 22h)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

abandono escolar em Portugal cai para mínimo histórico

A taxa de abandono precoce de educação e formação atingiu 10,6% em 2019, o valor mais baixo de sempre, revela o INE.

      Portugal registou em 2019 um abandono escolar precoce de 10,6%, o valor mais baixo de sempre, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quarta-feira. E o número desce para 10,1% se se contabilizar apenas o Continente.
       A descida do abandono escolar tem sido gradual, mas acelerou nos últimos dois anos. De 2017 para 2018, Portugal havia evoluído de 12,6% para 11,8%.
     Há duas décadas, quando este indicador começou a ser apurado de acordo com uma metodologia comum à escala europeia, Portugal registava valores nas casa dos 50%, que ultrapassavam em cerca de 30% a média europeia.
     O Ministério da Educação congratula-se com o resultado agora alcançado, que coloca o país mais próximo da meta europeia de atingir a meta de 10% de abandono escolar precoce até 2020.
     “Esta situação é ainda mais positiva considerando que coincide com um aumento muito considerável do emprego jovem, nos últimos anos, já que poderia constituir um estímulo para o não prosseguimento de estudos desta franja da população”, destaca o Ministério de Tiago Brandão Rodrigues, em comunicado.
     Entre os instrumentos que contribuíram para este resultado, a tutela destaca o programa TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), o programa nacional de promoção do sucesso escolar, o apoio tutorial específico, a aposta no ensino profissional e na educação inclusiva, bem como a autonomia e flexibilidade curricular.
     O indicador estatístico abandono escolar precoce mede a percentagem de jovens que chegam ao mercado de trabalho sem o secundário completo e que não frequentam qualquer programa de formação.@Sapo

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

escolas vão ter reforço de nutricionistas e desfibrilhadores automáticos

      Os deputados aprovaram hoje, durante a votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), o reforço de nutricionistas para as escolas públicas e uma proposta que visa dotar os estabelecimentos de ensino de desfibrilhadores automáticos externos.



      “Reconhecendo a importância dos nutricionistas na alimentação das crianças em idade escolar, o Governo desenvolve, em 2020, uma estratégia com o objetivo de melhorar a alimentação nos estabelecimentos de ensino, a qual deverá prever a contratação de 15 nutricionistas para o Ministério da Educação, para operacionalização das medidas desta estratégia”, refere a proposta do PAN aprovada.
    Os deputados aprovaram ainda duas normas de uma outra proposta do PAN sobre produtos alimentares disponibilizados nas escolas, com votos favoráveis do PS, PSD, BE, PAN e CDS e a abstenção dos restantes partidos.
     “À semelhança do previsto para as instituições do Ministério da Saúde no Despacho n.º 7516-A/2016, o Governo determina, em 2020, as condições para a limitação de produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática, disponíveis nas escolas, com vista a implementar um conjunto de medidas para a promoção da saúde em geral, e em particular para a adoção de hábitos alimentares saudáveis”, define a proposta do PAN.
    A iniciativa refere ainda que “em 2020 o Governo procede à regulamentação do modo de organização e funcionamento dos bufetes escolares, que contemplem nomeadamente informação sobre os alimentos que podem ou não ser disponibilizados, bem como sobre a composição da refeição e componentes e formas de elaboração de ementas, à semelhança das orientações sobre refeitórios escolares, assegurando que as refeições disponibilizadas são nutricionalmente equilibradas, saudáveis e seguras”.
     Foi também aprovada uma proposta do PEV que estabelece que “durante o ano de 2020 o Governo promove as diligências necessárias tendo em vista dotar os estabelecimentos de ensino de desfibrilhadores automáticos externos.” Os deputados aprovaram ainda por unanimidade a proposta do PAN sobre o reforço do Programa Escola Segura.
     "Em 2020, o Governo procede ao reforço do Programa Escola Segura, com o objetivo de garantir segurança, prevenir e reduzir a violência e comportamentos de risco, bem como melhorar o sentimento de segurança no meio escolar”, refere a proposta. @Sapo

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Dia Mundial do Cancro

        O que mais preocupa os especialistas portugueses?

      Por um lado, o cancro é a segunda causa de morte em todo o mundo. Por outro, apresenta uma taxa de sobrevida já superior a 50%. Prevê-se que em 2040 haja cerca de 70 mil novos casos de cancro no país. Neste dia, recordamos quais são as principais preocupações dos especialistas para fazer face a estes números.


      Dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial do Cancro e o seu objetivo principal é desmistificar algumas das ideias pré-concebidas sobre o cancro e informar sobre os fatos reais da doença, sensibilizar a população e mobilizá-la na luta contra o cancro.
      Há duas décadas que a doença oncológica é uma preocupação global. A celebração desta data remonta ao ano 2000 e baseia-se na Carta de Paris, aprovada em 4 de fevereiro desse ano, na World Summit Against Cancer for the New Millenium. A Carta apela à aliança entre investigadores, profissionais de saúde, doentes, governos e parceiros da indústria no âmbito da prevenção e do tratamento do cancro.
      Em Portugal, o cancro é também um assunto sério: Segundo dados do Observatório Global de Cancro (Globocan, 2018) em 2018, Portugal registou 58 mil 199 novos casos de cancro, prevendo-se um aumento para 69 mil 565 novos casos em 2040. Já no que se refere à mortalidade por cancro prevê-se um aumento de cerca de 31%, com quase 38 mil mortes em 2040.
      Para além disso, é importante recordar que somos um dos países mais envelhecidos da Europa, sendo que o maior fator de risco para o aparecimento do cancro é, precisamente, o envelhecimento.
   Estes são alguns dos problemas comprovados e prioridades por alcançar, identificados por especialistas e instituições, e que são, em si mesmos, os motivos que justificam a existência deste Dia Mundial do Cancro:
- A incidência de cancro tende a aumentar e todos os anos 9.6 milhões de pessoas continuam a morrer de cancro. Algumas destas mortes seriam evitáveis com maior apoio governamental e financiamento para programas de deteção precoce, prevenção primária e secundária (rastreios) e tratamento.
- Portugal não tem uma comunidade científica com acesso às melhores condições de trabalho. Pensar numa estrutura e estratégia nacional que permita ao investigadores avançarem com o seu trabalho e que facilite a execução de mais ensaios clínicos no país parece ser um dos focos.
- Ainda não existe plena equidade no acesso a meios de diagnóstico, tratamento e cuidados em oncologia. Há desigualdades muito acentuadas.
- Os tempos de espera são demasiado elevados, para diagnóstico, tratamentos e cirurgias.
- Existe uma necessidade em aumentar a literacia em saúde e a compreensão sobre o cancro, reduzindo o medo causado por mitos, visto que 1 em cada 3 cancros podem ser evitados com a redução dos riscos comportamentais. Mais de 50% dos doentes com cancro conseguem curar-se.
- Outra das prioridades apontadas é a de criar instituições de apoio a sobreviventes, sobretudo para aqueles que ficam com sequelas tardias. Pensar de que forma é que estes podem regressar à sua vida normal o antes possível é importante. @ SICnotícias