Número total de visualizações de página

segunda-feira, 6 de julho de 2020

"a gratidão é a memória do coração"

Hoje é o primeiro dia de exames nacionais. E, neste dia deste ano letivo tão atípico e tão prolongado, o projeto jornal CRESCER 2019/2020 faz uma pausa até setembro.

Isto porque os professores, os alunos e os colaboradores deste projeto seguem, agora, os seus caminhos (estudo de preparação para exames; exames; correção de provas; férias) e o jornal fica a aguardar o início de 2020/2021 para arrancar de novo, revitalizado e com equipa remoçada de jovens jornalistas.

Às vezes repetimos palavras e ideias, mas, efetivamente, queremos fazer chegar a TODOS a nossa gratidão e, como alguém disse no passado ano letivo, em comentário ao nosso último post, "a gratidão é a memória do coração".

Por isso, neste dia tão especial, a equipa do CRESCER quer agradecer. Agradecer a atenção que foi dedicada ao nosso projeto; agradecer aos seus leitores e seguidores; agradecer a colaboração de tantos professores pelo envio de textos e imagens; agradecer aos alunos que tão bem trabalharam connosco; agradecer aos pais e à comunidade envolvente por não se esquecerem do provecto jornal; agradecer o reconhecimento que nos fazem chegar.

Estamos gratas pelo envolvimento de TANTOS. Desejamos o melhor para TODOS. Voltaremos de novo, para continuarmos a CRESCER juntos.

Votos de muita SAÚDE para todos. Até breve!

Eduarda Ferreira e Manuela Couto
(professoras responsáveis pelo projeto)

domingo, 5 de julho de 2020

começam amanhã os exames nacionais

O calendário de provas e exames a realizar em 2020 foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 14-G/2020. Assim, no Ensino Básico são canceladas todas as Provas de Aferição e todas as Provas Finais Nacionais relativas ao 9.º ano.   
 A realização dos Exames Finais Nacionais mantém-se com alteração dos calendários relativos às 1.ª e 2.ª Fases:

como vai ser o novo ano letivo?

O próximo ano letivo vai ser mais longo, com férias da Páscoa encurtadas e com regime presencial como "regra".
RUI MIGUEL PEDROSA/LUSA

O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já tinha anunciado 125 milhões para a contratação de professores e funcionários e o início do ano letivo entre dias 14 e 17 de setembro.


      Um ano letivo mais longo, com férias da Páscoa mais curtas, para todos os alunos que não acabem a época escolar com provas nacionais. O ministro da Educação revelou por que regras se vai reger o novo ano letivo, depois de ter sido aprovada no Conselho de Ministros uma resolução que engloba um conjunto de medidas "temporárias e excecionais", nas quais se incluem também três regimes possíveis - um presencial, um misto e um totalmente à distância -, aplicados de acordo com a situação pandémica.
      Porque a pandemia assim o exige, o novo ano letivo fugirá da norma, com medidas "excecionais e temporárias" lançadas pelo governo para retomar atividades letivas, ao mesmo tempo que se mantêm as condições de segurança.
     O novo e díspar ano letivo será mais longo, começando, como já havia sido anunciado, entre os dias 14 e 17 de setembro e terminando a 30 de junho para as crianças do pré escolar, do 1º e do 2º ciclos e a 16 de junho para os alunos do 7º, 8º e 10º anos. A exceção é feita a quem não tem exames, que verá o período letivo dado como encerrado logo no dia nove do mesmo mês. O período de férias da Páscoa será, para isso, encurtado, com apenas sete dias úteis, a começar a 24 de março e com término a 6 de abril.
     Como também já tinha sido revelado por Tiago Brandão Rodrigues, Ministro da Educação, o "regime regra será o regime presencial". Ainda assim, e perante a "imprevisibilidade do surto epidemiológico", a tutela preparou um regime misto, com sessões presenciais e sessões síncronas à distância, e um regime não presencial, "a funcionar única e exclusivamente em situação contingencial", para serem 'ativados' caso se demonstre necessário. Em caso de contingência, serão os alunos mais novos, do pré-escolar, do 1º e do 2º ciclos, bem como os alunos sinalizados como sendo de risco, aqueles para os quais se deverá privilegiar o "regime regra".
     A contrução dos três regimes serve "para as escolas estarem preparadas e terem uma resposta mais rápida em caso de necessidade temporária", argumenta o Ministro da Educação.

CRÉDITO HORÁRIO DE 2.500 PROFESSORES SERÁ USADO PELAS ESCOLAS PARA APOIAR OS ALUNOS

     Como também anunciado anteriormente, haverá um reforço das condições de recuperação dos conteúdos não apreendidos no ano letivo de 2019/2020, pautado essencialmente pelas primeiras cinco semanas de aulas. O governo aponta o documento que intitula de 'Aprendizagens Essenciais', criado na anterior legislatura, como "guião" das escolas, porque, avisa Tiago Brandão Rodrigues, "é preciso centrarmo-nos no essencial".
      As escolas e agrupamentos terão flexibilidade para afinar as normais gerais de acordo com o que acharem necessário. E por isso, tal como tinham pedido os diretores de escolas, o Ministério irá reforçar o número de professores no crédito horário, para que os Conselhos Pedagógicos das escolas, os diretores e os professores possam "construir a sua resposta à possível perda de aprendizagens", e jogar com os apoios às disciplinas.
     “O crédito horário será o equivalente a 2.500 professores”, explica Tiago Brandão Rodrigues. “Isto significa que um professor que agora tinha um horário de 16 horas, pode passar a ter mais 6 horas para esta faceta. Na prática, corresponde a 2.500 horários completos de professores.”
Com um investimento de 125 milhões de euros, o Ministério da Educação irá contratar mais professores e funcionários, incluindo especialistas que integram as equipas preparadas para dar apoio aos alunos com necessidades educativas especiais. Por outro lado, também prevê a contratação de mais psicólogos e outros técnicos de intervenção, "numa estratégia de apoio pessoal, social e comunitário para as escolas". Serão acrescentados à equação cerca de mais 600 assistentes operacionais e 200 assistentes técnicos”, garante o ministro.
      Os alunos que reprovaram terão um apoio tutorial mais próximo, anuncia ainda Tiago Brandão Rodrigues, na mesma lógica do que já existia para alunos do 2º e 3º ciclo. No próximo ano, todos os alunos que reprovaram no ano letivo agora terminado terão um apoio suplementar de quatro horas por semana com um professor tutor.

MENOS DE 10 PROFESSORES INFETADOS COM COVID-19

      O conturbado ano letivo que agora encerra vai ser alvo de estudo. O impacto do 3º período, feito à distância, nos alunos do 3.º. 6.º e 9.º anos do ensino básico será estudado numa investigação levada a cabo pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave) - o mesmo que é responsável pela realização dos exames nacionais, indicou também a tutela.
     Já na fase de respostas às perguntas dos jornalistas, e quando questionada acerca do número de professores infetados, a secretária de Estado da Educação Susana Amador afirmou serem menos de uma dezena, em meados de maio, sendo que, garantiu Tiago Brandão Rodrigues, os contágios aconteceram "sempre fora do ambiente escolar". @ Expresso

sexta-feira, 3 de julho de 2020

faculdades de Medicina do Porto e Lisboa vão poder abrir mais vagas

As faculdades de Medicina vão poder aumentar o número de vagas no ano letivo 2020-2021, incluindo nas regiões de Lisboa e Porto, segundo o despacho orientador, que mantém o país dividido em três regiões em termos de acesso.
     O despacho que define as regras para a fixação de vagas no Ensino Superior para o próximo ano letivo foi publicado em Diário da República e a principal novidade é a possibilidade de as instituições disponibilizarem mais lugares nos cursos de Medicina.
   No ano anterior, os cursos de Medicina ficaram excluídos das novas orientações para abertura e fecho de vagas, mantendo-se o mesmo 'numerus clausus', mas o despacho para 2020-2021 autoriza as instituições a aumentarem o número de vagas até 15% e estabelece uma obrigação de assegurar, no mínimo, a manutenção dos mesmos lugares.
    A orientação aplica-se a todas as instituições, incluindo aquelas sediadas em Lisboa e Porto, para as quais são fixadas regras diferentes noutros cursos, à semelhança do despacho anterior, que dividia já o país em três regiões em termos de acesso. @Sapo

eles aí vêm!

Este ano, os alunos do secundário vão poder escolher os exames nacionais que querem fazer de acordo com as disciplinas específicas pedidas pelas instituições do Ensino Superior a que se queiram candidatar. 
foto de Diana Tinoco
A 1.ª fase dos exames nacionais, que vai arrancar no dia 6 de julho, vai avaliar 151.530 alunos, que estão inscritos em 254.865 provas, divulgou, esta sexta-feira, o Ministério da Educação.
Estes números representam menos 8.310 alunos inscritos face ao ano passado e quase menos 90 mil provas a realizar (87.705), devido ao regime de exceção introduzido pela tutela por causa da pandemia de covid-19.
Contudo, a tutela ressalva que os dados do Júri Nacional de Exames são provisórios, uma vez que não incluem as inscrições fora de prazo.
Recorde-se que este ano as provas nacionais não são um requisito obrigatório para a conclusão do ensino secundário. 
Os alunos do secundário vão poder escolher os exames nacionais que querem fazer de acordo com as disciplinas específicas pedidas pelas instituições do Ensino Superior a que se queiram candidatar. Recorde-se que, habitualmente, para concluir o ensino secundário, os alunos fazem dois exames nacionais no 11.º ano e dois no 12.º ano, independentemente de os utilizarem, ou não, para ingressar no Ensino Superior.
Regras que também explicam a redução da média de exames por aluno, este ano situada nos 1,69, abaixo dos dois exames.
No entanto, apenas 55% dos alunos inscritos nos exames nacionais tencionam prosseguir estudos no ensino superior.
Com estes regras, Português deixa este ano de ser a prova mais realizada, contando com apenas 41.887 inscrições. O ano passado teve mais de 77 mil.
O exame mais concorrido na 1.ª fase é, por sua vez, Biologia e Geologia (44.047), seguindo-se Física e Química A (42.269), Português e Matemática A (38.669).
Do ensino profissional chegam apenas 558 matriculas, menos 208 em relação a 2019. Recorde-se que este ano foi criada uma nova via de acesso ao ensino superior para estes estudantes, que passam a poder realizar exames regionais, agendados para setembro.
A 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário arranca este ano a 06 de julho com a prova de Português e termina a 23 de julho com Literatura Portuguesa.@ SOL

quinta-feira, 2 de julho de 2020

próximo ano letivo: ainda uma incógnita

As escolas públicas aguardam as indicações do Governo, que anseiam chegar com a máxima rapidez possível. Nas privadas, começa-se a desenhar não um plano, mas vários para o próximo ano letivo. A disciplina de Educação Física é a maior preocupação das escolas.
© Rui Oliveira / Global Imagens

A escola não será a mesma que começou por ser no início do ano letivo que passou e há regras que vieram para ficar.
Para já, no ensino público, os diretores de escolas estão de mãos atadas, a aguardar o documento orientador do próximo ano letivo, que o Ministério da Educação prometeu fazer chegar dentro de dias
Os diretores consideram que deve chegar "o mais rapidamente possível, para que haja tempo para preparar bem o ano", diz Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Para já, sabe-se que o ano irá arrancar entre 14 e 17 de setembro, apenas uma semana após o final da segunda fase de exames nacionais do ensino secundário. As primeiras cinco semanas deverão ser de recuperação de aprendizagens que podem ter ficado em falta durante o decorrer do final do presente ano, com o acesso às aulas dividido entre alunos de diferentes contextos sociais.
A maior preocupação, a nível curricular, passa pelo funcionamento da disciplina de Educação Física, que conta com desportos coletivos que envolvem contacto. "Aqui, estamos dependentes daquilo que as autoridades de saúde disserem. Haverá educação física, mas pode não ser nos moldes habituais, evitando o contacto."
Um dos grandes desafios, admite quer o setor privado quer o público, passará pela construção dos horários, para tentar que haja o menor contacto entre grupos. "Mas tudo isto sem drama, sem alterar o que não é alterável, porque não podemos ter alunos e professores até às 20.00 na escola", diz. Rodrigo Queiroz e Melo.
Acrescenta que o mais fundamental para o sucesso do arranque do ano letivo passará por definir planos de contingência. "Quando corre tudo bem, parece não importar muito. Mas quando corre mal, são fundamentais. Se aparece um miúdo com febre, temos de saber como reagir", alerta. E frisa: "Prevenção, prevenção, prevenção." (adaptado de DN)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

projeto ABCovid-19

Está a decorrer um concurso nacional em que todas as escolas reconhecidas pelo Ministério da Educação podem participar. É bastante interessante pois para participar basta fazer um video com limite de 1 min. sobre os cuidados a ter relativamente à propagação do vírus. É um concurso semanal (10 semanas) e os vídeos semanais ficam habilitados ao concurso final onde os 3 primeiros lugares ganham 3000€, 1500€ e 1000€, respetivamente. O vencedor semanal ganha 350€. 
É um concurso patrocinado por uma farmacêutica portuguesa (Hovione), inaugurada pelo primeiro ministro António Costa, em janeiro deste ano. 


O link do site é: http://www.abcovid.pt

Qualquer dúvida podem usar contactos por whatsapp ou por email.

A Inês Rebelo, nossa aluna do 12º F, teve conhecimento do projeto, decidiu participar e foi a vencedora desta primeira semana. 
Deu reconhecimento à escola e mais alunos o podem fazer! Aqui fica o seu vídeo vencedor.


Parabéns, Inês, e obrigado pela partilha.

Obrigado, D. Lurdes Ribeiro!

COMEMORAÇÃO NO CENTRO ESCOLAR DA GANDRA


AS PALAVRAS DE EMPENHO E GRATIDÃO PARA A NOSSA FUNCIONÁRIA 
D. LURDES RIBEIRO

Ontem, dia 30, estivemos juntos, no Centro Escolar da Gandra a comemorar, com imensa gratidão, a brilhante e marcante passagem da Lurdinhas, pela nossa Escola e a sua transição merecida para a aposentação.
Como todos os seres humanos, com a sua inata complexidade, a Lurdinhas, em cada dia da sua prática profissional ao longo destes anos, ensinou-nos a verdadeira arte do descomplicar, do tornar tudo possível e em harmonia.
Com a D. Lurdes, através dos seus exemplos, todos os dias aprendemos algo. O respeito, a compaixão, a honestidade, a educação, a responsabilidade, a integridade, a disponibilidade para o outro e o amor sempre presente no seu caráter, permitiram que os dias de todos nós, (Direção do Agrupamento, Pais, Alunos, Docentes, Não Docentes e toda a Comunidade Educativa), se tornassem mais tranquilos, seguros e agradáveis.
Desejamos que esse dom da palavra certa e da forma certa em cada ocasião para tantos seres tão diferentes, a acompanhem por muitos e muitos anos.
São pessoas como a D. Lurdes que o mundo inteiro precisa e que fazem a diferença para melhor… muito melhor, na vida de cada um de nós!
Quando temos uma ligação profunda com os outros, estamos completos e, nesta Escola todos reconhecemos a sua completude porque sempre fomos por ela imbuídos em cada dia.
Foi um prazer trabalhar com esta PROFISSIONAL e construir esta caminhada da vida, passo a passo, ao seu lado.
Profissionais assim fazem sempre muita falta em qualquer organização, desejamos-lhe que tenha muito sucesso no seu futuro, que imaginamos de afetos e muito amor.
Sabemos que há outros meninos que a esperam, desejosos que cuidem deles, sedentos de aprender sobre «ser-se completo»!
Por tudo isto, foi-lhe atribuído um louvor por parte da Direção do Agrupamento, que foi para publicação em Diário da República.
Votos de muita Gratidão, «Lurdinhas», por tudo o que fez por nós, sempre com o coração cheio de um Amor incondicional! 


cortesia da professora  Coordenadora do Centro Escolar da Gandra

terça-feira, 30 de junho de 2020

LPCC: atividades de Verão para os mais novos

É habitual, nesta fase do ano, a Liga Portuguesa Contra o Cancro - Núcleo Regional do Norte dinamizar uma série de atividades gratuitas destinadas aos mais novos durante o período de férias escolares, reforçando a mensagem da prevenção de cancro.

Este ano, atendendo à situação que o país e o mundo atravessam devido à pandemia pela COVID-19, as estratégias foram reajustadas de forma a permitirem a continuidade do trabalho desenvolvido apesar das restrições impostas, nomeadamente no que diz respeito ao distanciamento social.

É objetivo da Liga poder ajudar as famílias e alunos nesta altura de adaptação para todos, permitindo uma oferta interessante em tempo de férias. 

Assim sendo, temos o prazer apresentar duas propostas, para grupos-alvo distintos: Colónia de Férias Virtual  designada por Verão em Liga'Ação, da responsabilidade do Departamento de Educação para a Saúde e destinada a crianças  adolescentes entre os 10 e os 15 anos. Todas as informações constam do Regulamento mas desde já se informa que:
  • Calendário: mês de julho (cada criança/adolescente poderá inscrever-se para uma semana)
  • Desenvolvimento: todos os dias da semana se proporciona uma conversa síncrona com os participantes, apresentando-lhes um desafio a ser desenvolvido ao longo do dia. No final do dia existirá novo encontro para saber os resultados. A ideia não será ficar todo o dia em frente ao computador, mas antes promover oportunidades de desenvolvimento acompanhado por técnicas da LPCC  - NRN
  • à partida as sessões desenvolver-se-ão no zoom e haverá alguma propostas de trabalho colaborativo (por exemplo o padlet) INSCRIÇÕES AQUI

LIP- Laboratório de Investigação Pedagógico. O projeto tem como objetivos fomentar a consciencialização, formação e prevenção do cancro na população jovem, nomeadamente jovens a frequentar a escolaridade obrigatória, idealmente do 9º ao 12º ano. O LIP permite a elaboração de experiências relacionadas com a oncobiologia, potenciando a conciliação de conceitos básicos adquiridos, segundo os planos curriculares em vigor, com a experimentação prática. Os procedimentos experimentais visam uma melhor compreensão dos mecanismos subjacentes à funcionalidade do organismo humano e a sua relação com os processos inerentes ao desenvolvimento de cancro. Destacando-se o conhecimento da unidade básica de vida, a célula; da molécula chave da vida, o DNA; a influência da individualidade genética do indivíduo e a possível interação destes com o meio ambiente onde o indivíduo está inserido e de alguns procedimentos importantes ao nível dos rastreio, como o caso do rastreio do cancro do colo do útero. 
  • Calendário: mês de julho, agosto e setembro 
  • Apenas 8 alunos em cada semana- mediante inscrição
  • Horário reduzido (9:00h 12:30h ou 14:00-17:30h)- Escolher qual dos horários.
  • O transporte até às instalações é da responsabilidade dos encarregados de educação.
Caso esteja interessado nesta atividade, ou necessite de mais informação, pode utilizar os seguintes contactos: 
Laboratório de Investigação Pedagógico-LIP
E-mail:  lip.nrnorte@ligacontracancro.pt  |  telefone: 225492423  |  telemóvel: 914018976

segunda-feira, 29 de junho de 2020

oferta formativa para o ano 2020/2021

Esta é a oferta formativa da nossa escola para o próximo ano letivo. Escolha em consciência.










as palavras do nosso Diretor sobre o lugar da nossa escola no "ranking"

foto do artigo em papel do JN




Como sabem, este ano o famoso "ranking" das escolas saiu mais cedo.






Foi publicado na comunicação social no passado sábado, pelas 00h00m, no dia imediatamente a seguir ao último dia de aulas deste ano letivo.







O nosso diretor, Professor Manuel Carneiro Ferreira, foi ouvido pelo Jornal de Notícias, a pretexto de a nossa escola ter sido a melhor escola pública do ano 2019 no concelho da Maia a que pertence. 





Aqui fica o registo.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

o último dia de aulas num país a várias velocidades

Este, que é o último dia de aulas do ano letivo 2019/2020, neste período alongado e tão atípico, não nos deixa ainda relaxados. 


Os alunos, professores e funcionários que tiveram de se deslocar para as escolas desde 18 de maio vivenciaram, certamente, muitas preocupações. Sentiram-se, muito provavelmente, as cobaias do sistema, pois foi referido pela tutela que seria uma "experiência" para ver se corria tudo bem. Como aparentemente tudo correu bem na maioria das escolas - apesar do número reduzido de alunos e professores, das turmas divididas em turnos, da ausência de intervalos, do gel e das luvas e do uso obrigatório de máscaras, é bem provável que em setembro, entre os dias 14 a 17, comece um novo ano letivo com "toda a normalidade".

Será assim? Não sabemos. Só sabemos que essa é a data prevista do arranque. O resto está por definir. 

Mas, por agora, o CRESCER quer desejar aos jovens de 11º e de 12º ano que ainda terão de realizar exames, as maiores felicidades, muita capacidade de trabalho e muita saúde, para que a sorte os bafeje. A todos os restantes alunos, o CRESCER deseja um tempo de férias tão saudável e agradável quanto possível e anseia ver todos em setembro, com muita energia e vontade de trabalhar.



Entretanto, e depois do Conselho de Ministros de ontem, estas são as novas medidas num país que vive, agora, a várias velocidades:

Portugal Continental – Estado de alerta

Medidas:
  • Confinamento obrigatório para doentes e pessoas em vigilância ativa;
  • Mantêm-se regras sobre distanciamento físico, uso de máscara, lotação, horários e higienização;
  • Ajuntamentos limitados a 20 pessoas;
  • Proibição de consumo de álcool na via pública;
  • Contraordenações: 100 a 500 euros (pessoas singulares); 1000 a 5000 euros (pessoas coletivas).
 Área Metropolitana de Lisboa – Estado de contingência
Medidas adicionais:
  • Encerramento de estabelecimentos comerciais às 20h, exceto: restauração para serviço de refeições e take-away; super e hipermercados (até às 22h); abastecimento de combustíveis; clínicas, consultórios e veterinários; farmácias; funerárias; equipamentos desportivos;
  • Proibição de venda de álcool nas estações de serviços;
  • Ajuntamentos limitados a dez pessoas.
19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa – Estado de calamidade
Amadora e Odivelas: todas
Sintra: Queluz e Belas; Massamá e Monte Abraão; Agualva e Mira Sintra, Algueirão-Mem Martins; Rio de Mouro; Cacém e São Marcos
Loures: Camarate, Unhos, Apelação, Sacavém e Prior Velho
Lisboa: Santa Clara
Medidas adicionais:
Dever cívico de recolhimento domiciliário;
Proibidas feiras e mercados de levante;
Ajuntamentos limitados a cinco pessoas;
Reforço da vigilância dos confinamentos obrigatórios por equipas conjuntas da Proteção Civil, Segurança Social e Saúde Comunitária;
Programa Bairros Saudáveis. É um “instrumento participativo que promove iniciativas de saúde, sociais, económicas, ambientais e urbanísticas junto das comunidades locais mais atingidas pela pandemia, ou por outros fatores que afetam as suas condições de saúde e bem-estar”, diz o comunicado do Conselho de Ministros.

outra DAC, do 10º C, em tempo de quarentena


Desta feita foi o 10º C que lançou mãos à obra e trabalhou a Cidadania e Desenvolvimento numa DAC,* em tempos de quarentena, nas disciplinas de Física e Química e Biologia e Geologia. Basta clicar na expressão sublinhada para poderem ver o vídeo.


cortesia da prof. Carmen Madureira
* visível apenas para os leitores do domínio "aescas"

uma DAC, do 10º A, ao serviço da Cidadania e Desenvolvimento





Aqui fica um trabalho realizado pelo 10º A no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento*, fruto de uma DAC entre Filosofia, Física e Química e Biologia e Geologia. 
Para poderem ver este "Jornal Virtual" sobre os tempos de pandemia que vivemos, basta carregar na expressão sublinhada.
cortesia da prof. Maria João Albuquerque

*visível para todos

quinta-feira, 25 de junho de 2020

situação no país não vai permitir que ensino retome a normalidade, alerta ex-ministro da Educação

      O antigo ministro da Educação Nuno Crato reconheceu que o regime de ensino a distância pode ser positivo, mas apenas se servir como um complemento ao ensino presencial, que disse ser aquele que funciona melhor.
      Em entrevista à agência Lusa, Nuno Crato considerou que o recurso a alguns dos modelos de trabalho que marcaram o 3.º período letivo pode ter “bons resultados”, sublinhando, no entanto, que isso deve acontecer sob uma lógica de interação com o presencial.
    “É bom que essa interação seja muito bem estruturada”, defendeu, referindo a necessidade de definir os mesmos objetivos para os dois regimes e que essas metas sejam claras.
      Nos últimos três meses, o ensino foi obrigado a afastar-se do espaço físico das escolas e passou a fazer-se à distância, sobretudo, através de meios digitais, depois de o Governo ter suspendido todas as atividades letivas presenciais, em 16 de março, devido à pandemia da covid-19.
      Para o antigo ministro da Educação (2011-2015), que atualmente lidera o projeto Teresa e Alexandre Soares dos Santos – Iniciativa Educação, este período tornou claro que o ensino presencial “é, sem dúvida, a melhor forma de funcionar”.
    “Além da dinâmica do trabalho presencial e da relação que se estabelece entre professor e alunos, elementos que considera essenciais no bom ensino”, Nuno Crato acredita que a prevalência deste modelo é uma opinião partilhada por todos e que o sentimento generalizado, ao longo do 3.º período, foi o de nostalgia em relação ao espaço físico escola.”
     “Nós temos saudades de salas de aula, onde possamos estar a falar diretamente com os alunos, onde possamos ver por que é que os alunos estão preocupados, se estão a seguir as coisas, onde possamos manter um diálogo, onde possamos ir acompanhando as dificuldades. Temos saudades disso”, afirmou.
     Nuno Crato não arriscou fazer previsões sobre como vai decorrer o próximo ano letivo, mas disse acreditar que se em setembro a situação epidemiológica no país não permitir que o ensino retome a normalidade, os alunos vão estar mais bem preparados para trabalhar com as ferramentas digitais.
     “Acho que isso é uma coisa que as gerações adquirem com facilidade, e que ficou demonstrado durante este período que todos nós conseguimos rapidamente dominar instrumentos que são necessários para isso”, considerou.
      A literacia digital é, aliás, uma competência que o antigo ministro considerou importante valorizar, mas sublinhou que a aprendizagem desses conteúdos deve ser feita no decorrer do ensino, sem prejuízo do conhecimento. 
     (...)
       A avaliação foi um dos temas que mais marcou o 3.º período letivo uma vez que, do lado da avaliação externa, o Ministério da Educação decidiu suspender todas as provas finais e exames nacionais do ensino básico e que as decisões sobre a avaliação interna foram passadas às escolas.
    Nuno Crato absteve-se de comentar as decisões tanto da tutela como dos professores que optaram por não avaliar as matérias lecionadas em regime de ensino à distância, admitindo que o contexto é complexo, embora sublinhando que avaliar é essencial.
     “Agora estamos num momento muito especial, mas o que é importante é que se perceba isto: Há um momento especial, ok, vamos voltar à normalidade. E a normalidade deve incluir o que o bom ensino inclui”, afirmou, referindo a avaliação dos alunos.
     (...)
     Nuno Crato acredita que os alunos mais prejudicados pelo ensino à distância vão necessitar um “cuidado especial” no início do próximo ano letivo, para recuperar dos constrangimentos do 3.º período causados pela pandemia.
    Apesar de considerar que o ensino a distância pode ser positivo, se funcionar como um complemento ao ensino presencial, aquele que entende funcionar melhor, o antigo ministro (2011-2015) admitiu que, por si só e como funcionou durante o último período, este modelo é “duplamente prejudicial”.
     Nos últimos três meses, o ensino foi obrigado a afastar-se do espaço físico das escolas e passou a fazer-se à distância, sobretudo, através de meios digitais, depois de o Governo ter suspendido todas as atividades letivas presenciais, em 16 de março, devido à pandemia da covid-19.
     Ao longo deste tempo, um dos principais problemas apontados ao regime de ensino a distância foi o acentuar de desigualdades pré-existentes entre alunos, pelo contexto socioeconómico e familiar em que se inserem, ou pelas dificuldades de acesso aos meios digitais para acompanhar as aulas.
     Nuno Crato partilhou essa perceção e, em entrevista à Lusa, explicou que quando o ensino é feito exclusivamente a distância acaba por ser prejudicial para alguns alunos, em particular para aqueles com constrangimentos do ponto de vista tecnológico e para aqueles que, num contexto normal, já tinham maior dificuldade em acompanhar as matérias.
     “É preciso dar uma atenção grande a esses alunos, porque se esses alunos se atrasam, atrasam-se em relação a tudo”, explicou, sublinhando que no início do próximo letivo as escolas terão de ter isso em conta no âmbito da recuperação de algumas matérias.
      (...)
     “É muito importante, às primeiras dificuldades dos jovens, haver uma intervenção atempada para que possam acompanhar os seus colegas e que possam desenvolver-se e chegar todos ao que nós queremos. E esta pandemia trouxe de facto problemas acrescidos aí”, explicou. (leia na íntegra a entrevista @ Sapo)

quarta-feira, 24 de junho de 2020

o Porto reinventou o São João para uma festa à moda da pandemia

Para fazer frente à pandemia, o Porto celebrou a noite mais longa do ano dentro de portas. Com ruas praticamente vazias — mas não desertas — a Invicta viveu um São João diferente, mas viveu-o na mesma.
     “É para que ninguém se esqueça do São João”, legenda uma mulher as fotografias que vamos fazendo às suas sardinhas. Estamos na Sé, mesmo colados ao terreiro. Subindo a rampa, não se vê ninguém. O topo deste morro é um dos miradouros mais concorridos do centro do Porto. Hoje, como desde o início da pandemia, está completamente vazio. Aqui ao canto, dois homens, uma mulher. “Tira aí uma”, oferecem. “Não tenho a broa, mas posso ir buscar”, insistem, abanando ar sobre o bojo do peixe, que reluz ao pôr-do-sol.
      Por toda a parte há indícios da festa — só não vê é festa. O cheiro no ar é o das sardinhas e o das fêveras. Ouve-se música nalguns recantos. E vão estalando os fogos de artifício, com maior frequência quanto mais baixo o sol andar.
      A câmara cancelou os festejos da noite mais longa da Invicta. O Porto recebe sempre o verão com muita estima, dedicando ao respetivo solstício a principal festa da cidade. Agora, pela primeira vez desde que a memória guarda o tempo, a festa foi fechada em casa — mas nem por isso cancelada. Porque o povo daqui é elástico, capaz de se adaptar aos tempos anormais, sem normalidade possível. E se a festa do grupo não se pode fazer, faça-se dela um natal de verão, juntando a família ao grelhador em vez de à lareira.
     “É a primeira vez que vejo esta zona assim”, confessa Esmeraldina Ferreira, 73 anos, que vive nas Fontainhas. Está à espera dos filhos, que vêm para “assarem as sardinhas”. Ao lado, António Costa, proprietário do café La Fontaine, também “não tem memória de dia igual”. A poucos minutos das 19:00, hora de encerrar o estabelecimento, ia arrumando o espaço para “cumprir as regras” e ir jantar a casa.
     Se pelo Passeio das Fontainhas poucos eram os que passavam, nas casas localizadas na escarpa, os vizinhos iam-se juntando debaixo de fitas festivas em forma de manjerico. No espaço comum, que une as pequenas habitações, as brasas começavam a acender-se. Do Passeio das Fontainhas aos Guindais, manjericos iam aparecendo, entre janelas e varandas, como se preces se fizessem ao santo padroeiro para que, no próximo ano, a festa possa ser celebrada a dobrar.
    “Roubaram-nos o São João, mas para o ano festejamos, desde que tenhamos saúde”, ouvia-se ao passar entre as pequenas casas, onde ainda resistem moradores nos Guindais.
      Se as Fontainhas são o palco mais emblemático, e as escadas do Guindalense o mais castiço, é nos Aliados que a festa habitualmente junta mais gente.
     Passa pouco das 21:30. Uma ambulância vem a descer da Trindade aos gritos. Quando desaparece, a avenida volta à sua calma semanal. Há mendigos à cata de esmolas na esplanada do McDonald’s (a única montada na avenida, para além da do vizinho Estambul, onde se junta gente também), autocarros a recolher as filas de pouca gente que para aqui anda, seguramente distanciada, como pérolas de um colar rebentado. @ Sapo

terça-feira, 23 de junho de 2020

último dia da SEMANA das ARTES

Hoje é o último dia da SEMANA das ARTES. 
foto do blogartes 
O Vitral conceção e concretização do professor José Alberto Matos
Foram 7 dias de trabalhos, entrevistas, pequenos vídeos e curiosidades.
Nesta período de E@D, a maioria dos alunos e professores não pôde ver "in situ" estes trabalhos, porém o blogartes possibilitou que tudo fosse visto por todos e ainda permite que se veja sempre que se quiser, pois o digital dá-nos essa possibilidade.
Não deixem de visitar o blogartes e fiquem a conhecer um pouquinho melhor os professores das artes visuais e os trabalhos dos alunos desta escola, sempre tão colorida graças a eles.
Parabéns a todos!

“a festa é como a sardinha, quer-se pequenina”

No Porto, pandemia obriga a um São João confinado.


Logo a 4 de abril, as câmaras do Porto e de Vila Nova de Gaia anunciaram o cancelamento dos festejos de São João. Na véspera da grande festa, aumentam as restrições e os incentivos a uma coisa diferente: sem balões, sem rusgas, sem túneis de martelos e alhos porros. Em 2020, “Arraial? Só meia dúzia no quintal”.

A noite mais longa do ano da Invicta não vai existir. A pandemia, que já teve o epicentro no Norte, obrigou ao cancelamento dos festejos que unem Porto e Gaia para, noite dentro, brincar ao São João. Desta vez, porém, as ordens são para fechar tudo e ficar em casa.
As cores garridas dos cartazes da câmara destoam das ruas que, há poucas semanas, não tinham vivalma. Um pouco por toda a cidade, a autarquia portuense espalhou mensagens a pedir para que o São João deste ano seja em casa. "A festa é como a sardinha, quer-se pequenina", "Arraial? Só meia dúzia no quintal", "Grão na asa, festa em casa", "No São João, fica ao portão”, lê-se nas mensagens.
Os MUPI, que pegam na imagem criada em 2014 por Eduardo Aires para o município, fazem parte de uma estratégia maior para evitar ajuntamentos nas ruas da Invicta numa noite que costuma ser cheia, da Trindade à Ribeira, das Fontainhas a Miragaia. @ Sapo 24

há um linha telefónica que disponibiliza apoio nas aplicações de ensino a distância

Para além das aplicações de Comunicação, a “Linha Somos Tod@s Digitais” disponibiliza agora apoio nas aplicações de ensino a distância, através da linha de telefone gratuita 800 100 555, que está disponível diariamente entre as 12h00 e as 20h00.
     Com uma nova normalidade imposta pela pandemia COVID-19 e o início do desconfinamento, a maioria das escolas continua a manter o ensino a distância. Contudo, com o regresso dos pais ao trabalho, muitas crianças ficam à guarda de avós ou outros cuidadores que, muitas vezes, não têm conhecimentos básicos sobre a utilização de meios digitais para poder apoiar estes estudantes na sua interacção com as escolas.
     Assim, através da linha de telefone gratuita estes cuidadores de crianças do ensino básico poderão colocar todas as dúvidas relativamente às aplicações do Microsoft Teams, Google Classroom e Google Meet, as mais utilizadas pelas escolas portuguesas. Através dos websites www.somostodosdigitais.pt ou www.somostodasdigitais.pt estarão também disponíveis vários tutoriais explicativos sobre estas aplicações.
      Para a validação dos conteúdos das aplicações de ensino a distância mais utilizadas no ensino básico, o projecto conta com o apoio da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Manuel António Pina (APMAP).
     «Este apoio às Aplicações de Ensino a Distância é mais uma iniciativa que surge na sequência do trabalho que tem vindo a ser realizado pelo INCoDe.2030, no apoio à população com menos competências digitais, e que, neste contexto actual da COVID-19, faz ainda mais sentido. Sendo a educação um dos pilares da nossa sociedade, torna-se fundamental que todos tenham acesso à informação e sabemos que esta linha será um veículo essencial para quebrar esta e outro tipo de barreiras», explica Nuno Feixa Rodrigues, coordenador geral do INCoDe.2030,
     O projecto “Somos Tod@s Digitais” é uma iniciativa do programa INcoDe.2030 que reúne esforços de diversas entidades nacionais para ajudar a população portuguesa, com menos competências digitais, a ultrapassar da melhor forma os constrangimentos sociais provocados pela COVID-19.
     A iniciativa é coordenada pelo Digital Transformation Colab (DTx) e conta com o apoio da operadora NOS e da Fundação para a Ciência e Tecnologia, através da sua Unidade de Computação Científica Nacional (FCT/FCCN). @Sapo