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segunda-feira, 6 de julho de 2020

"a gratidão é a memória do coração"

Hoje é o primeiro dia de exames nacionais. E, neste dia deste ano letivo tão atípico e tão prolongado, o projeto jornal CRESCER 2019/2020 faz uma pausa até setembro.

Isto porque os professores, os alunos e os colaboradores deste projeto seguem, agora, os seus caminhos (estudo de preparação para exames; exames; correção de provas; férias) e o jornal fica a aguardar o início de 2020/2021 para arrancar de novo, revitalizado e com equipa remoçada de jovens jornalistas.

Às vezes repetimos palavras e ideias, mas, efetivamente, queremos fazer chegar a TODOS a nossa gratidão e, como alguém disse no passado ano letivo, em comentário ao nosso último post, "a gratidão é a memória do coração".

Por isso, neste dia tão especial, a equipa do CRESCER quer agradecer. Agradecer a atenção que foi dedicada ao nosso projeto; agradecer aos seus leitores e seguidores; agradecer a colaboração de tantos professores pelo envio de textos e imagens; agradecer aos alunos que tão bem trabalharam connosco; agradecer aos pais e à comunidade envolvente por não se esquecerem do provecto jornal; agradecer o reconhecimento que nos fazem chegar.

Estamos gratas pelo envolvimento de TANTOS. Desejamos o melhor para TODOS. Voltaremos de novo, para continuarmos a CRESCER juntos.

Votos de muita SAÚDE para todos. Até breve!

Eduarda Ferreira e Manuela Couto
(professoras responsáveis pelo projeto)

domingo, 5 de julho de 2020

começam amanhã os exames nacionais

O calendário de provas e exames a realizar em 2020 foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 14-G/2020. Assim, no Ensino Básico são canceladas todas as Provas de Aferição e todas as Provas Finais Nacionais relativas ao 9.º ano.   
 A realização dos Exames Finais Nacionais mantém-se com alteração dos calendários relativos às 1.ª e 2.ª Fases:

como vai ser o novo ano letivo?

O próximo ano letivo vai ser mais longo, com férias da Páscoa encurtadas e com regime presencial como "regra".
RUI MIGUEL PEDROSA/LUSA

O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já tinha anunciado 125 milhões para a contratação de professores e funcionários e o início do ano letivo entre dias 14 e 17 de setembro.


      Um ano letivo mais longo, com férias da Páscoa mais curtas, para todos os alunos que não acabem a época escolar com provas nacionais. O ministro da Educação revelou por que regras se vai reger o novo ano letivo, depois de ter sido aprovada no Conselho de Ministros uma resolução que engloba um conjunto de medidas "temporárias e excecionais", nas quais se incluem também três regimes possíveis - um presencial, um misto e um totalmente à distância -, aplicados de acordo com a situação pandémica.
      Porque a pandemia assim o exige, o novo ano letivo fugirá da norma, com medidas "excecionais e temporárias" lançadas pelo governo para retomar atividades letivas, ao mesmo tempo que se mantêm as condições de segurança.
     O novo e díspar ano letivo será mais longo, começando, como já havia sido anunciado, entre os dias 14 e 17 de setembro e terminando a 30 de junho para as crianças do pré escolar, do 1º e do 2º ciclos e a 16 de junho para os alunos do 7º, 8º e 10º anos. A exceção é feita a quem não tem exames, que verá o período letivo dado como encerrado logo no dia nove do mesmo mês. O período de férias da Páscoa será, para isso, encurtado, com apenas sete dias úteis, a começar a 24 de março e com término a 6 de abril.
     Como também já tinha sido revelado por Tiago Brandão Rodrigues, Ministro da Educação, o "regime regra será o regime presencial". Ainda assim, e perante a "imprevisibilidade do surto epidemiológico", a tutela preparou um regime misto, com sessões presenciais e sessões síncronas à distância, e um regime não presencial, "a funcionar única e exclusivamente em situação contingencial", para serem 'ativados' caso se demonstre necessário. Em caso de contingência, serão os alunos mais novos, do pré-escolar, do 1º e do 2º ciclos, bem como os alunos sinalizados como sendo de risco, aqueles para os quais se deverá privilegiar o "regime regra".
     A contrução dos três regimes serve "para as escolas estarem preparadas e terem uma resposta mais rápida em caso de necessidade temporária", argumenta o Ministro da Educação.

CRÉDITO HORÁRIO DE 2.500 PROFESSORES SERÁ USADO PELAS ESCOLAS PARA APOIAR OS ALUNOS

     Como também anunciado anteriormente, haverá um reforço das condições de recuperação dos conteúdos não apreendidos no ano letivo de 2019/2020, pautado essencialmente pelas primeiras cinco semanas de aulas. O governo aponta o documento que intitula de 'Aprendizagens Essenciais', criado na anterior legislatura, como "guião" das escolas, porque, avisa Tiago Brandão Rodrigues, "é preciso centrarmo-nos no essencial".
      As escolas e agrupamentos terão flexibilidade para afinar as normais gerais de acordo com o que acharem necessário. E por isso, tal como tinham pedido os diretores de escolas, o Ministério irá reforçar o número de professores no crédito horário, para que os Conselhos Pedagógicos das escolas, os diretores e os professores possam "construir a sua resposta à possível perda de aprendizagens", e jogar com os apoios às disciplinas.
     “O crédito horário será o equivalente a 2.500 professores”, explica Tiago Brandão Rodrigues. “Isto significa que um professor que agora tinha um horário de 16 horas, pode passar a ter mais 6 horas para esta faceta. Na prática, corresponde a 2.500 horários completos de professores.”
Com um investimento de 125 milhões de euros, o Ministério da Educação irá contratar mais professores e funcionários, incluindo especialistas que integram as equipas preparadas para dar apoio aos alunos com necessidades educativas especiais. Por outro lado, também prevê a contratação de mais psicólogos e outros técnicos de intervenção, "numa estratégia de apoio pessoal, social e comunitário para as escolas". Serão acrescentados à equação cerca de mais 600 assistentes operacionais e 200 assistentes técnicos”, garante o ministro.
      Os alunos que reprovaram terão um apoio tutorial mais próximo, anuncia ainda Tiago Brandão Rodrigues, na mesma lógica do que já existia para alunos do 2º e 3º ciclo. No próximo ano, todos os alunos que reprovaram no ano letivo agora terminado terão um apoio suplementar de quatro horas por semana com um professor tutor.

MENOS DE 10 PROFESSORES INFETADOS COM COVID-19

      O conturbado ano letivo que agora encerra vai ser alvo de estudo. O impacto do 3º período, feito à distância, nos alunos do 3.º. 6.º e 9.º anos do ensino básico será estudado numa investigação levada a cabo pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave) - o mesmo que é responsável pela realização dos exames nacionais, indicou também a tutela.
     Já na fase de respostas às perguntas dos jornalistas, e quando questionada acerca do número de professores infetados, a secretária de Estado da Educação Susana Amador afirmou serem menos de uma dezena, em meados de maio, sendo que, garantiu Tiago Brandão Rodrigues, os contágios aconteceram "sempre fora do ambiente escolar". @ Expresso

sexta-feira, 3 de julho de 2020

faculdades de Medicina do Porto e Lisboa vão poder abrir mais vagas

As faculdades de Medicina vão poder aumentar o número de vagas no ano letivo 2020-2021, incluindo nas regiões de Lisboa e Porto, segundo o despacho orientador, que mantém o país dividido em três regiões em termos de acesso.
     O despacho que define as regras para a fixação de vagas no Ensino Superior para o próximo ano letivo foi publicado em Diário da República e a principal novidade é a possibilidade de as instituições disponibilizarem mais lugares nos cursos de Medicina.
   No ano anterior, os cursos de Medicina ficaram excluídos das novas orientações para abertura e fecho de vagas, mantendo-se o mesmo 'numerus clausus', mas o despacho para 2020-2021 autoriza as instituições a aumentarem o número de vagas até 15% e estabelece uma obrigação de assegurar, no mínimo, a manutenção dos mesmos lugares.
    A orientação aplica-se a todas as instituições, incluindo aquelas sediadas em Lisboa e Porto, para as quais são fixadas regras diferentes noutros cursos, à semelhança do despacho anterior, que dividia já o país em três regiões em termos de acesso. @Sapo

eles aí vêm!

Este ano, os alunos do secundário vão poder escolher os exames nacionais que querem fazer de acordo com as disciplinas específicas pedidas pelas instituições do Ensino Superior a que se queiram candidatar. 
foto de Diana Tinoco
A 1.ª fase dos exames nacionais, que vai arrancar no dia 6 de julho, vai avaliar 151.530 alunos, que estão inscritos em 254.865 provas, divulgou, esta sexta-feira, o Ministério da Educação.
Estes números representam menos 8.310 alunos inscritos face ao ano passado e quase menos 90 mil provas a realizar (87.705), devido ao regime de exceção introduzido pela tutela por causa da pandemia de covid-19.
Contudo, a tutela ressalva que os dados do Júri Nacional de Exames são provisórios, uma vez que não incluem as inscrições fora de prazo.
Recorde-se que este ano as provas nacionais não são um requisito obrigatório para a conclusão do ensino secundário. 
Os alunos do secundário vão poder escolher os exames nacionais que querem fazer de acordo com as disciplinas específicas pedidas pelas instituições do Ensino Superior a que se queiram candidatar. Recorde-se que, habitualmente, para concluir o ensino secundário, os alunos fazem dois exames nacionais no 11.º ano e dois no 12.º ano, independentemente de os utilizarem, ou não, para ingressar no Ensino Superior.
Regras que também explicam a redução da média de exames por aluno, este ano situada nos 1,69, abaixo dos dois exames.
No entanto, apenas 55% dos alunos inscritos nos exames nacionais tencionam prosseguir estudos no ensino superior.
Com estes regras, Português deixa este ano de ser a prova mais realizada, contando com apenas 41.887 inscrições. O ano passado teve mais de 77 mil.
O exame mais concorrido na 1.ª fase é, por sua vez, Biologia e Geologia (44.047), seguindo-se Física e Química A (42.269), Português e Matemática A (38.669).
Do ensino profissional chegam apenas 558 matriculas, menos 208 em relação a 2019. Recorde-se que este ano foi criada uma nova via de acesso ao ensino superior para estes estudantes, que passam a poder realizar exames regionais, agendados para setembro.
A 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário arranca este ano a 06 de julho com a prova de Português e termina a 23 de julho com Literatura Portuguesa.@ SOL

quinta-feira, 2 de julho de 2020

próximo ano letivo: ainda uma incógnita

As escolas públicas aguardam as indicações do Governo, que anseiam chegar com a máxima rapidez possível. Nas privadas, começa-se a desenhar não um plano, mas vários para o próximo ano letivo. A disciplina de Educação Física é a maior preocupação das escolas.
© Rui Oliveira / Global Imagens

A escola não será a mesma que começou por ser no início do ano letivo que passou e há regras que vieram para ficar.
Para já, no ensino público, os diretores de escolas estão de mãos atadas, a aguardar o documento orientador do próximo ano letivo, que o Ministério da Educação prometeu fazer chegar dentro de dias
Os diretores consideram que deve chegar "o mais rapidamente possível, para que haja tempo para preparar bem o ano", diz Filinto Lima, dirigente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Para já, sabe-se que o ano irá arrancar entre 14 e 17 de setembro, apenas uma semana após o final da segunda fase de exames nacionais do ensino secundário. As primeiras cinco semanas deverão ser de recuperação de aprendizagens que podem ter ficado em falta durante o decorrer do final do presente ano, com o acesso às aulas dividido entre alunos de diferentes contextos sociais.
A maior preocupação, a nível curricular, passa pelo funcionamento da disciplina de Educação Física, que conta com desportos coletivos que envolvem contacto. "Aqui, estamos dependentes daquilo que as autoridades de saúde disserem. Haverá educação física, mas pode não ser nos moldes habituais, evitando o contacto."
Um dos grandes desafios, admite quer o setor privado quer o público, passará pela construção dos horários, para tentar que haja o menor contacto entre grupos. "Mas tudo isto sem drama, sem alterar o que não é alterável, porque não podemos ter alunos e professores até às 20.00 na escola", diz. Rodrigo Queiroz e Melo.
Acrescenta que o mais fundamental para o sucesso do arranque do ano letivo passará por definir planos de contingência. "Quando corre tudo bem, parece não importar muito. Mas quando corre mal, são fundamentais. Se aparece um miúdo com febre, temos de saber como reagir", alerta. E frisa: "Prevenção, prevenção, prevenção." (adaptado de DN)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

projeto ABCovid-19

Está a decorrer um concurso nacional em que todas as escolas reconhecidas pelo Ministério da Educação podem participar. É bastante interessante pois para participar basta fazer um video com limite de 1 min. sobre os cuidados a ter relativamente à propagação do vírus. É um concurso semanal (10 semanas) e os vídeos semanais ficam habilitados ao concurso final onde os 3 primeiros lugares ganham 3000€, 1500€ e 1000€, respetivamente. O vencedor semanal ganha 350€. 
É um concurso patrocinado por uma farmacêutica portuguesa (Hovione), inaugurada pelo primeiro ministro António Costa, em janeiro deste ano. 


O link do site é: http://www.abcovid.pt

Qualquer dúvida podem usar contactos por whatsapp ou por email.

A Inês Rebelo, nossa aluna do 12º F, teve conhecimento do projeto, decidiu participar e foi a vencedora desta primeira semana. 
Deu reconhecimento à escola e mais alunos o podem fazer! Aqui fica o seu vídeo vencedor.


Parabéns, Inês, e obrigado pela partilha.

Obrigado, D. Lurdes Ribeiro!

COMEMORAÇÃO NO CENTRO ESCOLAR DA GANDRA


AS PALAVRAS DE EMPENHO E GRATIDÃO PARA A NOSSA FUNCIONÁRIA 
D. LURDES RIBEIRO

Ontem, dia 30, estivemos juntos, no Centro Escolar da Gandra a comemorar, com imensa gratidão, a brilhante e marcante passagem da Lurdinhas, pela nossa Escola e a sua transição merecida para a aposentação.
Como todos os seres humanos, com a sua inata complexidade, a Lurdinhas, em cada dia da sua prática profissional ao longo destes anos, ensinou-nos a verdadeira arte do descomplicar, do tornar tudo possível e em harmonia.
Com a D. Lurdes, através dos seus exemplos, todos os dias aprendemos algo. O respeito, a compaixão, a honestidade, a educação, a responsabilidade, a integridade, a disponibilidade para o outro e o amor sempre presente no seu caráter, permitiram que os dias de todos nós, (Direção do Agrupamento, Pais, Alunos, Docentes, Não Docentes e toda a Comunidade Educativa), se tornassem mais tranquilos, seguros e agradáveis.
Desejamos que esse dom da palavra certa e da forma certa em cada ocasião para tantos seres tão diferentes, a acompanhem por muitos e muitos anos.
São pessoas como a D. Lurdes que o mundo inteiro precisa e que fazem a diferença para melhor… muito melhor, na vida de cada um de nós!
Quando temos uma ligação profunda com os outros, estamos completos e, nesta Escola todos reconhecemos a sua completude porque sempre fomos por ela imbuídos em cada dia.
Foi um prazer trabalhar com esta PROFISSIONAL e construir esta caminhada da vida, passo a passo, ao seu lado.
Profissionais assim fazem sempre muita falta em qualquer organização, desejamos-lhe que tenha muito sucesso no seu futuro, que imaginamos de afetos e muito amor.
Sabemos que há outros meninos que a esperam, desejosos que cuidem deles, sedentos de aprender sobre «ser-se completo»!
Por tudo isto, foi-lhe atribuído um louvor por parte da Direção do Agrupamento, que foi para publicação em Diário da República.
Votos de muita Gratidão, «Lurdinhas», por tudo o que fez por nós, sempre com o coração cheio de um Amor incondicional! 


cortesia da professora  Coordenadora do Centro Escolar da Gandra