Número total de visualizações de páginas

31/05/2016

quatro minutos de contacto direto, olhos nos olhos


Um vídeo produzido pela Amnistia Internacional da Polónia e pela agência publicitária DDB&Tribal promove os primeiros contactos olhos nos olhos entre refugiados acabados de chegar à Europa, vindos da Somália e da Síria, com europeus de Bélgica, Itália, Alemanha, Polónia e Reino Unido, num armazém de Berlim próximo do famoso 'Checkpoint Charlie'.
A experiência produz um resultado muito emotivo e remete, conforme relembra o site "Mashable", para a teoria desenvolvida pelo psicólogo Arthur Aron em 1997: quatro minutos de contacto directo, olhos nos olhos, sem qualquer interrupção aproximam as pessoas mais do que qualquer outra situação.
"É preciso um coração de pedra para ver este vídeo sem verter uma lágrima", opina Draginja Nadazdin, director da Amnistia Internacional na Polónia. "Na actualidade, quando o mundo parece perdido em divisões e conflitos, vale sempre a pena olhar para tudo a partir da perspectiva de outra pessoa", refere. @ Económico

30/05/2016

parabéns ao nosso campeão da Biologia Júnior!



Como o CRESCER aqui noticiou, o nosso aluno Pedro Mota (do 9º B) está de parabéns, bem como toda a comunidade escolar. 




Ele foi, com a sua mãe e com o professor José Gomes, no sábado passado, ao Pavilhão do Conhecimento, receber o prémio e o diploma respetivo correspondentes à sua excelente classificação em 3º lugar (ex-aequo) a nível nacional nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia - Júnior, organizadas pela Ordem dos Biólogos e que seleciona todos os anos, de entre os melhores discentes do Ensino Secundário, quatro representantes quer para as Olimpíadas Internacionais de Biologia, quer para as Olimpíadas Ibero-Americanas de Biologia. 


Muitos dos jovens premiados já são das mentes brilhantes do nosso país, o Pedro vai certamente pelo mesmo caminho.

Até o nosso presidente da República deixou uma mensagem expressamente gravada para homenagear estes jovens que são, sem dúvida, grande parte do futuro do nosso país na ciência.

Bem valem a pena estas armas de instrução massiva!

Parabéns ao Pedro Mota!

29/05/2016

parabéns, campeões de ouro!






















Alunos de Desporto Escolar-Boccia ganham medalhas de ouro nas Finais dos Campeonatos Nacionais 2016. Estes realizaram-se em Aveiro, de 19 a 22 de maio, onde participaram cerca de 2500 alunos.


A medalha de ouro na divisão I1 (competição individual) foi conquistada pelo aluno Tiago Tavares, que, mais uma vez, demonstrou ser imbatível. Não perdeu qualquer jogo desde a fase de escola, iniciada em novembro, ganhou o campeonato regional e revalidou o título ganho no ano anterior sagrando-se BI-CAMPEÃO NACIONAL.






















Na vertente de equipas divisão E1, foi campeã a equipa composta pelos alunos Tiago Tavares, Rui Pedro, Nuno Silva e José Correia recuperando o título ganho no ano letivo 2013-14.

Foram dias de competição intensa, que só com grande espírito de amizade, companheirismo e entreajuda permitiram a conquista dos referidos títulos que era, sem dúvida, o objetivo do grupo desde o início do ano letivo.

Parabéns, campeões!



27/05/2016

as escolhas de...





Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o de Leonilda Costa, docente de  Psicologia.


O CRESCER quis saber que balanço faz da sua carreira, como vive a sua ligação às origens, aos animais e à família.





Que balanço faz da sua carreira profissional?

O meu balanço de carreira profissional é muito positivo em relação a tudo: aos alunos, à escola, aos colegas, aos funcionários. Sempre tive o sonho de ser professora. Em criança, colocava as bonecas em fila e as minhas brincadeiras passavam por ensiná-las. A minha profissão sempre foi muito gratificante, pelo que não tenho momentos muito negativos. Vejo a reforma com um bocadinho de ansiedade, mas vou fazer quarenta anos de carreira, pelo que tem de ser. Outra coisa que torna a minha profissão gratificante são os meus alunos e o relacionamento que ainda hoje mantenho com alguns. Nós, professores, apreciamos muito os bons alunos e, quando havia exame, era muito compensador vê-los a ter bons resultados, mas os que não eram/são tão bons também merecem o meu carinho e a minha estima, porque, às vezes, esforçam-se e não conseguem ou, outras vezes, não se esforçam sequer porque são muito jovens e não têm sentido de responsabilidade. Ajudá-los a crescer é maravilhoso, porque eles são realmente a pedra basilar da minha carreira, aquilo que é muito importante para mim.

Que ligação tem às suas origens?
Lousada
Ermesinde
Eu nasci em Lousada, o meu marido também é de Lousada. Construímos uma casa lá, quando herdamos uns terrenos, pelo que passo lá parte dos feriados, fins de semana e afins. Talvez vá para lá mais tempo, quando me reformar. Levo para Lousada o meu cão e dedico-me também à terra, porque gosto muito de plantas e flores. Costumo dizer que sou um bocado como os sem terra, porque nasci numa e fui criada noutra, mantendo a ligação com as duas. Estou dividida. Também aqui, em Ermesinde, tenho as minhas raízes, família e amigos de infância que são praticamente irmãos, mas lá tenho irmãs e sobrinhos. Sinto-me repartida entre Lousada e Ermesinde.


Platão, o cão, e Julieta,
a gata adotada pelo Platão
O CRESCER conhece a sua paixão por animais...
Sempre tive uma paixão muito grande por animais e tenho tido, ao longo da minha vida, gatos, cães, tartarugas e passarinhos. Neste momento, tenho um cão, o meu Platão, uma gata que adotei e outra vadia que começou a andar pelo jardim e foi adotada pelo Platão. Acho que os animais nos trazem coisas novas constantemente. Têm comportamentos espetaculares. Às vezes, chegamos a casa, o marido está mal disposto, mas o cão está sempre a abanar a cauda e as gatas, mesmo a vadia, vêm-me esperar. Não consigo viver sem qualquer animal, aliás, às vezes penso “se morrer um dia, quem vai ficar com os meus animais?”. Gostava de ter outro tipo de espécies, como um burro ou uma cabrinha de estimação na aldeia, mas isso requer muito trabalho, tempo e força suficiente para cuidar deles, o que é difícil. Não consigo criar animais para matar. Já tive galinhas e patos, mas nunca coragem para matar nem comer. Acho que eles nos trazem coisas muito importantes, até para as crianças, daí que goste muito que o meu neto conviva com eles, é uma forma de desenvolver a afetividade e aprender que não são peluches, mas seres vivos que nós temos de respeitar e tratar bem.


O CRESCER também sabe do valor imenso que dá à família...
A família é realmente muito importante. Sempre fui muito ligada à minha. Tenho um casamento de quarenta anos, os meus filhos e agora uma alegria muito grande, o meu neto. Não o criei, mas vai visitar-nos e, apesar de não termos acreditado nisto quando nos diziam, fazem-se coisas com os netos que não se fizeram com os filhos. O meu marido era muito exigente com os filhos e não se jogava à bola dentro de casa, por exemplo. Agora, joga-se à bola na sala, anda-se de kart na sala, muita coisa. O meu neto é um miúdo fantástico, muito vivo, muito meigo e sempre muito alegre. Somos uma família a rejuvenescer graças a ele, o que é fabuloso. Depois do nascimento dos meus filhos, o nascimento do meu neto é o mais importante para mim. Nesta fase da vida em que parece que não temos muitas alegrias, surge assim uma lufada de ar fresco. Está tudo muito sossegado, entra o Bernardo e tudo fica diferente. É das melhores coisas!

Ana Pinto e Rita Almeida

"Os novos desafios que se colocam à União Europeia"


As turmas de Humanidades e a turma de Economia de 11º ano estiveram presentes numa palestra subordinada ao tema “Os novos desafios que se colocam à União Europeia” no âmbito das disciplinas de Geografia e Economia.
Foi com muito agrado que puderam relembrar vários assuntos relacionados com esta temática através de um questionário seguido de troca de opiniões.

 O CRESCER aproveita para deixar a todos quantos estiverem interessados o endereço do gabinete de apoio à oferta de emprego nos países da União Europeia – Eures.europa.eu

25/05/2016

diálogo (im)provável


- Mãe, já viu ou ouviu as notícias de hoje?

- Sim... É estranho! Dantes, as pessoas lutavam por questões políticas e por convicções. Hoje, manifestam-se por interesses instalados!

a ARCO chegou a Lisboa

A Feira Internacional de Arte Contemporânea vem de Madrid para Lisboa. A ARCO abre ao público esta quinta-feira.
ARCO Lisboa/DR
Depois de fevereiro ter tido mais uma edição madrilena, maio é o mês da ARCO na capital portuguesa. 
O diretor da ARCO Lisboa garante que esta é uma feira autónoma, com identidade própria, a olhar a história da cidade de Lisboa no edifício da Cordoaria Nacional e na especificidade da característica portuguesa. São 45 galerias escolhidas, com muitos artistas na linha da frente. Foi muito difícil fazer a escolha das galerias, diz Carlos Urraz, porque houve muitos pedidos de espaços e foi o comité organizador da ARCO Lisboa que analisou uma a uma, em função da qualidade. Foram escolhidas as mais adequadas para o contexto português. Quanto aos artistas desta primeira ARCO Lisboa, o diretor diz que a responsabilidade foi de cada uma das galerias. 
Lisboa está agora cada vez mais neste trilho da arte contemporânea e a ARCO é um dos caminhos principais. Carlos Urraz está convencido disso. "Queríamos que a ARCO Lisboa fosse uma feira mais inclusiva, que não se dedicasse apenas à arte contemporânea, também tivesse mestres como Vieira da Silva, Torres Garcia e outros artistas que têm agora 80, 90 anos, mas também artistas jovens, portanto percorrer um tempo que vá desde as vanguardas até agora", explica.
No grande espaço da Cordoaria, parece que a ARCO está sem muito ar, com tantas ideias, debates e conversas alargadas sobre a arte, com entrada livre no Torreão Nascente. Com a assinatura da EGEAC, a ARCO traz a arte dos últimos tempos, assinaturas de um mundo contemporâneo. @ TSF

24/05/2016

à descoberta da Biodiversidade (IV)

O Jornal Crescer dá continuidade à rubrica à descoberta da Biodiversidade, da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, cujo objetivo é a promoção científica e a sensibilização para questões da biodiversidade da Maia. 

Esta rubrica pretende contribuir para um conhecimento mais alargado da população escolar sobre aspetos ligados à biodiversidade, pois conhecer é o meio para preservar. 
Os desenhos são da responsabilidade dos artistas que quiserem ilustrar os textos. Neste caso, o desenho é da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, autor do texto.

Athene noctua (Scopoli) 1769
desenho de Pedro Pimenta, docente de Biologia
Mocho-galego
Descrição
Comprimento: 23-27 cm.
Pequeno, com cabeça grande e bastante arredondada, patas compridas e cauda curta. Partes superiores castanhas com pintas brancas e partes inferiores esbranquiçadas, densamente listradas de castanho. Sobrancelhas oblíquas e esbranquiçadas. Olhos amarelos.

Distribuição global
Espécie que se distribui principalmente pela Europa, Ásia e norte de África.
 Distribuição nacional
O mocho-galego distribui-se por quase todo o território continental, sendo mais comum na metade sul.
Habitat
É uma ave própria de espaços abertos, frequentando pastagens, incultos, montados, hortas e pomares.
 Alimentação
Alimenta-se de insetos, aves, pequenos anfíbios e répteis.
Águas Santas
Em Águas Santas habita preferencialmente as áreas de cultivo.
Reprodução
O mocho-galego inicia a reprodução no mês de abril. Nidifica em buracos de árvores, muros e tocas de coelhos. Põe 3 a 5 ovos, incubados unicamente pela fêmea durante 28-29 dias, voando os jovens pelas quatro semanas.
Referências
Equipa Atlas (2008). Atlas das aves nidificantes em Portugal (1999-2005). Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Parque Natural da Madeira e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Assírio & Alvim. Lisboa.

Mullarney, K., Svensson, L., Zetterstrom, D. & Grant, P.J. (2003). Guia de Aves. Guia de campo das aves de Portugal e Europa. Assírio & Alvim. Lisboa.

à descoberta da Biodiversidade (IV)

O Jornal Crescer dá continuidade à rubrica à descoberta da Biodiversidade, da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, cujo objetivo é a promoção científica e a sensibilização para questões da biodiversidade da Maia. 

Esta rubrica pretende contribuir para um conhecimento mais alargado da população escolar sobre aspetos ligados à biodiversidade, pois conhecer é o meio para preservar. 
Os desenhos são da responsabilidade dos artistas que quiserem ilustrar os textos. Neste caso, o desenho é da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, autor do texto.

Athene noctua (Scopoli) 1769
desenho de Pedro Pimenta, docente de Biologia
Mocho-galego
Descrição
Comprimento: 23-27 cm.
Pequeno, com cabeça grande e bastante arredondada, patas compridas e cauda curta. Partes superiores castanhas com pintas brancas e partes inferiores esbranquiçadas, densamente listradas de castanho. Sobrancelhas oblíquas e esbranquiçadas. Olhos amarelos.

Distribuição global
Espécie que se distribui principalmente pela Europa, Ásia e norte de África.
 Distribuição nacional
O mocho-galego distribui-se por quase todo o território continental, sendo mais comum na metade sul.
Habitat
É uma ave própria de espaços abertos, frequentando pastagens, incultos, montados, hortas e pomares.
 Alimentação
Alimenta-se de insetos, aves, pequenos anfíbios e répteis.
Águas Santas
Em Águas Santas habita preferencialmente as áreas de cultivo.
Reprodução
O mocho-galego inicia a reprodução no mês de abril. Nidifica em buracos de árvores, muros e tocas de coelhos. Põe 3 a 5 ovos, incubados unicamente pela fêmea durante 28-29 dias, voando os jovens pelas quatro semanas.
Referências
Equipa Atlas (2008). Atlas das aves nidificantes em Portugal (1999-2005). Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Parque Natural da Madeira e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Assírio & Alvim. Lisboa.

Mullarney, K., Svensson, L., Zetterstrom, D. & Grant, P.J. (2003). Guia de Aves. Guia de campo das aves de Portugal e Europa. Assírio & Alvim. Lisboa.

23/05/2016

o céu não é o limite

Mais uma vez a escola foi colorida pelas mãos dos nossos artistas. Desta vez, pela mãos dos meninos de 8º ano.
Bem hajam por nos colorirem os dias!




20/05/2016

j´aime le DELF!

       Pela terceira vez consecutiva, os alunos da nossa Escola realizaram com sucesso os exames do DELF Escolar que decorreram na Escola Secundária Carolina Michaelis e na Aliança Francesa do Porto, nos dias 28 e 29 de abril.

       Este projeto foi levado a cabo pelo Clube DELF e contou com todo o apoio da Direção da Escola.
     O DELF (Diplôme d'Études en Langue Française) é um diploma oficial emitido pelo Ministério Francês da Educação Nacional, para certificar as competências dos alunos estrangeiros dos Ensinos Básico e Secundário, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas da União Europeia. Os alunos realizaram uma prova escrita coletiva e uma prova oral individual, de acordo com o nível a que se candidataram. É  um diploma reconhecido internacionalmente.
            A certificação DELF é uma mais-valia para o Curriculum Vitae de qualquer aluno.
             Eis agora os nomes dos nossos alunos aprovados no DELF Escolar 2016, os quais nos encheram a todos de enorme satisfação pelo sucesso alcançado.

Nível A2  - Beatriz de Sousa Ribeiro Baptista – 9ºC
                  - Catarina Raquel Silva Gonçalves – 9ºC
                  - Luís Paulo Araújo Duque da Costa – 9ºC
                  - Beatriz da Graça Pinheiro Novais Silva – 9ºB
                 - Pedro Oliveira da Costa Andrade – 9º A
                 - Gonçalo Ferreira da Mata – 9ºA
                 - Francisco Oliveira Nunes – 9º A
                 - Ricardo António Santos Carvalho - 9º F
Nível B1 -  Ana Rita da Silva Gonçalves - 11º G
                 - Andreia Patrícia Araújo Pinto - 11º G
                 - Mariana Leis Roque - 11º G
                 - Rita Gomes da Silva - 11º G                       
Félicitations!         

"que nunca caiam as pontes entre nós"


Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,

Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós
                                                                   Pedro Abrunhosa

12º B foi à ETAR


cortesia de Augusta Vítor

Os alunos da turma B do 12º ano foram à ETAR no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia numa visita que é já tradição nos cursos de Ciências e Tecnologias. Foram acompanhados pela docente titular da disciplina, Celeste Castro, e pela docente de Psicologia, Leonilda Costa.

19/05/2016

um vencedor nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia


"É com enorme satisfação que comunico à comunidade educativa que temos um aluno na nossa escola entre os primeiros classificados do 9º Ano nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia Júnior 2016, organizadas pela Ordem dos Biólogos, mais concretamente: PEDRO MIGUEL DOS SANTOS MOTA do 9º B.

A cerimónia de entrega de Prémios realizar-se-á no Pavilhão de Conhecimento, em Lisboa, no próximo dia 28 de maio, pelas 15 horas.

Muitos parabéns, PEDRO (e à sua família e docentes que o acompanharam desde o 1º ciclo)!

O professor responsável pelas ONB Júnior,
José Gomes

18/05/2016

e esta? é um estudo do MIT

Recurso à tecnologia nas salas de aula prejudica resultados académicos

foto de José Carlos Coelho
Estudos recentes concluem que as turmas que não usam tecnologia nas salas de aula conquistam melhores resultados académicos e conseguem responder a raciocínios mais complexos.
Um estudo publicado pelo departamento de Economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conclui que as turmas sem computadores nas salas de aula obtêm melhores resultados do que turmas que podem recorrer parcial ou totalmente a tecnologia. O estudo é destacado peloWashington Post e relança a discussão dos últimos anos sobre as consequências do uso de computadores nas salas de aula. O jornal norte-americano escreve que este estudo ganha relevância pelo número de alunos analisado, comparativamente com os estudos anteriores. 
O tema tem dividido professores e educadores e multiplicado as teorias e opiniões entre os especialistas na área da Educação. Se, por um lado, há quem considere que os computadores na sala de aula são uma distracção, por outro o molde “aborrecido e tradicional” das aulas é apontado como o principal culpado da desatenção dos alunos. Em 2003, por exemplo, um estudo da Universidade de Princeton e da Universidade de Califórnia, alertava que tirar apontamentos no computador dificultava a aprendizagem. Ao escrever em computadores, os alunos tinham mais dificuldade em recordar-se do que tinham escrito comparativamente com alunos que faziam as suas anotações num caderno. Já em 2014, um outro estudo acrescentava que os alunos tinham mais dificuldade em compreender os raciocínios mais complexos quando tiravam notas através de um computador. À data, os investigadores explicavam que os alunos que usam os computadores tendem a transcrever as aulas e não processam a informação, o que prejudica o desenvolvimento do seu raciocínio e e da sua aprendizagem, diminuindo a capacidade de resposta e os resultados académicos. @ PÚBLICO

e esta? é um estudo do MIT

Recurso à tecnologia nas salas de aula prejudica resultados académicos

foto de José Carlos Coelho
Estudos recentes concluem que as turmas que não usam tecnologia nas salas de aula conquistam melhores resultados académicos e conseguem responder a raciocínios mais complexos.
Um estudo publicado pelo departamento de Economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conclui que as turmas sem computadores nas salas de aula obtêm melhores resultados do que turmas que podem recorrer parcial ou totalmente a tecnologia. O estudo é destacado peloWashington Post e relança a discussão dos últimos anos sobre as consequências do uso de computadores nas salas de aula. O jornal norte-americano escreve que este estudo ganha relevância pelo número de alunos analisado, comparativamente com os estudos anteriores. 
O tema tem dividido professores e educadores e multiplicado as teorias e opiniões entre os especialistas na área da Educação. Se, por um lado, há quem considere que os computadores na sala de aula são uma distracção, por outro o molde “aborrecido e tradicional” das aulas é apontado como o principal culpado da desatenção dos alunos. Em 2003, por exemplo, um estudo da Universidade de Princeton e da Universidade de Califórnia, alertava que tirar apontamentos no computador dificultava a aprendizagem. Ao escrever em computadores, os alunos tinham mais dificuldade em recordar-se do que tinham escrito comparativamente com alunos que faziam as suas anotações num caderno. Já em 2014, um outro estudo acrescentava que os alunos tinham mais dificuldade em compreender os raciocínios mais complexos quando tiravam notas através de um computador. À data, os investigadores explicavam que os alunos que usam os computadores tendem a transcrever as aulas e não processam a informação, o que prejudica o desenvolvimento do seu raciocínio e e da sua aprendizagem, diminuindo a capacidade de resposta e os resultados académicos. @ PÚBLICO