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sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

sorriam... é preciso!

 A partir de hoje, volta a situação de março. Ou não...


JOGAR: as sugestões do Daniel

“Tu tens o turno da noite...”

Bom, não estamos no Halloween, mas, para muitos, 2020 foi um ano assustador. Então, em memória do ano que passou, o jornal CRESCER traz uma série de jogos de terror.

Five Nights at Freddy 's (FNAF) é uma série de jogos e livros de terror feitos unicamente pelo desenvolvedor independente Scott Cawthon. O primeiro jogo, “Five Nights at Freddy ’s”, foi lançado no dia 18 de agosto de 2014. O jogo tinha mecânicas bastante simples que se baseavam em observar as câmaras, fechar as portas, e principalmente, poupar energia. No jogo, nós somos um segurança de um restaurante responsável pelo turno da noite cuja principal preocupação não é proteger o restaurante mas sim sobreviver. Os nossos inimigos durante o jogo são quatro “bonecos mecânicos" ou “animatronics”: Freddy o urso, Chica a galinha, Bonnie o coelho, Foxy o raposo e Golden Freddy que aparece aleatoriamente como um quinto inimigo extra. O jogo foi originalmente inspirado numa Pizzaria que existe na vida real, Chuck E Cheese, e no caso de Nathan Dunlap de 1993.

O jogo foi bastante apoiado pela comunidade, tornando-se um fenómeno na internet, mais especificamente, no youtube. Um dos maiores fatores para o crescimento e sucesso do jogo foi o facto da atmosfera misteriosa e da falta de informações sobre a história do jogo, dando a fãs e a grandes canais como TheGameTheory uma abertura para a criação de milhares de teorias. O amor das pessoas pelo jogo motivou Scott a continuar a trabalhar no jogo e a pôr mais empenho na história do jogo.

Inesperadamente, em menos de três meses Scott publica FNAF 2, com novos animatronics, novas dinâmicas, um novo mapa e novos sustos. Tal como no primeiro jogo, o segundo jogo recebeu críticas bastante positivas e as teorias continuavam a inundar a internet. Após isso, Scott lançou FNAF 3, FNAF 4, FNAF world (um jogo em formato de RPG feito para um público mais infantil), FNAF: Sister Location (FNAF 5), Freddy Fazbear’s Pizzaria Simulator (FNAF 6), Ultimate Custom Night (um jogo sem história com todos os personagens dos jogos juntos num só), FNAF: HELP WANTED (FNAF 7) e, por último, FNAF Security Breach (FNAF 8) que será lançado este ano. Em menos de 7 anos, foram 10 jogos lançados e 6 livros escritos por uma só pessoa.

Para mim, a melhor coisa sobre ter acompanhado esta história ao longo de todos estes anos não foi apenas os jogos em si, mas sim tentar descobrir uma história tão complexa que até hoje não está totalmente descoberta. Para além disso, acredito que o Scott seja uma boa inspiração e exemplo para quem pretende começar um projeto (independentemente do tipo), porque foi através das críticas negativas aos seus jogos antigos e às suas animações, que ele teve a coragem para melhorar e ser capaz de criar uma boa série de jogos, cada vez mais complexos, com tão pouco tempo.

Mas, claro, nem tudo é bom. A gigantesca quantidade de jogos fez com que a história do jogo ficasse proporcionalmente enorme e complexa, tornando-a muitas vezes bastante confusa e até mesmo sem sentido. Não só os jogos, mas os fãs também são um grande problema, pois, por mais incrível que pareça, este jogo atraiu uma grande quantidade de crianças para a sua comunidade dando uma reputação negativa ao jogo. Apesar destas coisas, eu acredito que o jogo já teve e ainda tem um bom potencial para aqueles que apenas procuram apanhar uns bons sustos e jogar sem compromisso.

Aqui está um vídeo feito por mim* em homenagem a esta série de jogos que marcou a minha infância e parte da minha adolescência.

 Para todos aqueles que estão dispostos a entrar na Pizzaria, boa sorte. Obrigado por acompanharem mais uma rubrica do jornal CRESCER, e, não se esqueçam: joguem, leiam, ouçam, vejam e, principalmente, divirtam-se!

*Daniel Barbosa, aluno de 12º ano

Portugal é o 3º país com maior número de casos da nova estirpe

Variante da nova estirpe "importada" do Reino Unido faz subir casos de Covid-19. Esta variante poderá ser uma das causas do elevado número de infeções registadas nos últimos dias. 

O infecciologista Fernando Maltez defende que as escolas deveriam fechar.

Na Grande Entrevista da RTP, o diretor do Serviço de Infecciologia do Hospital Curry Cabral lembrou que a nova variante do vírus é mais contagiosa, em especial nas idades mais jovens.

Veja ou reveja aqui a Grande Entrevista.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

cansado da pandemia? oito dicas para evitar a fadiga

Manter uma rotina, separar a vida profissional da pessoal e não descurar cuidados de proteção apesar do cansaço tornam-se aspetos cada vez mais importantes nesta pandemia que teima em não dar tréguas. O PÚBLICO falou com um psiquiatra e analisou os conselhos da Ordem dos Psicólogos para lhe dar algumas sugestões.

Getty images

Com um novo confinamento à vista e após quase um ano de restrições e cuidados redobrados, há quem se sinta cansado e acuse “fadiga pandémica”. Este fenómeno identificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma “reacção natural” à adversidade e incerteza, está relacionada com o desgaste emocional em torno do vírus SARS-CoV-2 e manifesta-se através de um sentimento de cansaço e desmotivação — sobretudo em assuntos relacionados com a covid-19.

Outra das suas características é fazer com que haja quem descure cuidados para se proteger (a si e aos outros) do vírus, havendo quem desvalorize a gravidade da covid-19 e tenha menos vontade de cumprir as medidas de protecção por sentir que de nada servem. Ainda assim, o psiquiatra Pedro Morgado refere que “a verdade é que a esmagadora maioria das pessoas tem aderido às regras e cumprido com os sacrifícios que lhes são pedidos” — e acredita que neste segundo confinamento, se voltará a ter “elevadas taxas de cumprimento”. Com o novo confinamento a entrar em vigor na quinta-feira, o PÚBLICO selecionou algumas recomendações para enfrentar um novo período de isolamento em casa.

Saiba o que é normal sentir, o que é importante fazer e evitar:

1. Saiba que sentir-se cansado e desmotivado é normal

2. É importante manter uma rotina (e ter planos para o futuro)

3. Não descurar cuidados apesar do cansaço

4. O bem-estar deve ser prioridade

5. Evitar álcool, drogas e outros comportamentos abusivos

6. Aprender a desligar, seja das redes sociais ou das notícias

7. Separar o trabalho da vida pessoal

8. Não ter receio de falar ou pedir ajuda

Para mais pormenores, leia aqui

confinamento com 52 exceções

Gustav Klimt

  Os 311 mortos de ontem e anteontem (155+156), se os extrapolássemos para a população dos E.U.A., seriam mais de 10.000 (por lá foram 6.100 neste período). Fazendo o mesmo para o Reino Unido, dariam quase 2.100 óbitos (o número real andou pelas 1.800). 

"Quanto mais cedo (confinarmos) melhor! Nunca será menos de quatro semanas... Se os valores continuarem a subir pode ser um pouco mais. Os valores que hoje (quarta-feira) são conhecidos de óbitos e de internamentos colocam-nos num patamar de muito risco." palavras do infecciologista Dr. Silva Graça, ontem.

As escolas continuam abertas. Confina-se com 52 exceções. Conheça-as aqui.


poesia à solta

Alunos dos 8.ºA, 8.ºE, 8.ºH e 8.ºJ  deixaram na Biblioteca a marca da produção escrita desenvolvida em contexto de sala de aula.

Vejam AQUI a exposição dos seus  trabalhos/poemas visuais. Biblioaescas

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

algumas palavras do Sr Primeiro Ministro

Cada um deve ficar em casa, mas pode ir à mercearia.

As escolas ficam todas a funcionar, porque ouviu “as famílias” e os “diretores escolares”

O teletrabalho deve ser obrigatório.

“A vida não tem preço.”

Quanto à vacinação do pessoal docente e não docente, a decisão é da responsabilidade de um “grupo técnico”.

“Temos pela frente as semanas mais difíceis da pandemia”

Mesmo com confinamento, Portugal terá 14 mil casos e até 150 mortes por dia

Estimativa foi avançada pelo epidemiologista Manuel Carmo Gomes na reunião de especialistas no Infarmed. Será preciso aguardar oito semanas para que número de casos desça para valores registados antes do Natal.

Temos pela frente as semanas mais difíceis da pandemia”, alertou o especialista, avisando que, mesmo com o confinamento geral e o encerramento das escolas "dificilmente evitaremos os 14 mil casos daqui a duas semanas”, data em que o número de mortos por covid-19 rondará os 150 por dia. 


(Ontem, registaram-se 155 óbitos!)

ora pensem...


 "Crianças têm mais carga viral do que se pensava e podem contribuir para a propagação da covid-19, diz estudo. Estudo de investigadores do Hospital Pediátrico e do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, é o mais abrangente já feito. Ao PÚBLICO, a autora Lael Yonker explica que, por terem um carga viral alta, as crianças podem contribuir para a propagação da doença, apesar de muitas serem assintomáticas. As crianças podem ter um papel mais importante na propagação comunitária da covid-19 do que se julgava. Os mais jovens podem ter cargas virais superiores às dos adultos doentes, mas permanecem assintomáticas ou têm manifestações muito leves da doença causada pelo SARS-CoV-2. Leal Yonker disse: “Fiquei surpreendida com os elevados níveis de vírus que encontrámos em crianças de todas as idades, especialmente nos dois primeiros dias de infecção. Não estava à espera de que a carga viral fosse tão elevada. Pensa-se num hospital e em todas as precauções tomadas para tratar adultos gravemente doentes, mas as cargas virais destes doentes hospitalizados são significativamente inferiores às de uma ‘criança saudável’ que anda por aí com uma elevada carga viral SARS-CoV-2”, acrescentou."

conclusão de agosto de 2020

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

edição especial 10 anos "Jornal daTarde"

 O "Jornal da Tarde", num "piscar de olhos", fez 10 anos e houve edição especial. Cá está ela. Parabéns a todos os envolvidos! 

página 1

página 2

página 3

página 4

cortesia de Ricardo Mazzei

diretores escolares aceitam aulas em casa para mais velhos e pedem vacinação de profissionais

Os diretores escolares concordam com a reativação do ensino à distância para os alunos mais velhos, mantendo os restantes na escola e pedem que professores e funcionários sejam considerados prioritários na vacinação contra a covid-19.

Remo Casilli - Reuters

O agravamento da situação epidemiológica em Portugal levantou a hipótese de os alunos do secundário deixarem de ter aulas presenciais, uma medida compreendida pelos diretores escolares contactados pela Lusa. 

“Nada substitui a presença em sala de aula, mas perante a situação que o país atravessa neste momento percebemos que é preciso tomar medidas”, contou à Lusa Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), defendendo o “ensino misto para os mais velhos”.

A posição é corroborada pelo presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANADEP), que lembrou que menos alunos na escola significam menos pessoas nos transportes públicos. Filinto Lima explicou que é melhor que sejam os mais velhos a ficar em casa, uma vez que têm mais maturidade para acompanhar as aulas online. @ RTPN

o Musikes tem novo design

Já todos conhecem o MusikesMas, este novo ano, surgiu um novo desafio.


O Pedro Ferreira Braga apresenta um novo design no seu blogue, numa nova plataforma, com conteúdos renovados, maior acessibilidade e comunicação, ao ritmo de qualquer seguidor, em qualquer dispositivo, esteja onde estiver, a ouvir as músicas dos grandes compositores de sempre.

O que esperar?

No novo domínio, foram implementadas novas atualizações, adicionados novos textos e videoclips. Embora ainda em fase de execução, tal não invalida uma visita para conhecer

Para o Pedro Braga, gerir duas plataformas em simultâneo, tem sido um desafio e um processo demorado. Contudo, o “Musikes” continua disponível como sempre.
Também, a publicação de diversos artigos do panorama cultural do grande Porto continua a marcar presença no Facebook.

Não esqueça a visita e não deixe de dar a sua opinião. 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

"Neste momento, a solução é o confinamento geral."

fotografia: EPA

O diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, Carlos Robalo Cordeiro, afirmou discordar do hiato entre a subida pronunciada das infeções pelo novo coronavírus e o expectável anúncio de um novo confinamento.

"Têm que se acionar as medidas que forem necessárias com algumas rapidez. O vírus não vai esperar estes dias", afirmou o responsável.

Facilitou-se no Natal, agora pagamos a fatura. Segundo o chefe de Estado, em relação ao período do Natal, "todos os partidos" se pronunciaram a favor de uma atenuação das medidas e alguns dos quais até a favor de um regime "mais permissivo". "A decisão teve os efeitos que teve. Na altura falei de um pacto de confiança com os portugueses. Mas o pacto de confiança não funcionou. É um facto."

Carla Araújo, médica intensivista, diz que em 13 dias teremos 20 a 25 mil novos casos. Ao longo da próxima semana, não haverá resposta do SNS. "Neste momento, a solução é o confinamento geral."

governo apela a que pessoas confinem já

 Medidas do novo confinamento geral ainda demoram quatro dias, mas com 10 mil casos por dia, Governo pede para reduzir contactos o quanto antes. Partidos querem apoios à economia rapidamente.

Na próxima semana, a partir de quarta-feira, há novo confinamento geral por quinze dias, para já — mas deverá ir além disso. O país vai voltar ao “fique em casa”, com mais uma renovação do estado de emergência mas, desta vez, mais pesado do que os que aconteceram nesta nova leva, que se iniciou em novembro. Será uma fase semelhante à que aconteceu em março e abril do ano passado, mas com escolas abertas. No entanto, com cerca de 10 mil casos diários há quatro dias consecutivos, o Governo pede aos portugueses que confinem  e não esperem pelo decreto da próxima semana.

“Sabendo o número de casos com que estamos, cada um deve tomar medidas desde já. Não é preciso estarmos à espera do decreto para sabermos que devemos proteger-nos e reduzirmos ao máximo os nossos contactos”. A ministra Mariana Vieira da Silva falava no final de dois dias de reuniões dos partidos com o primeiro-ministro, ao final da manhã deste sábado, para anunciar que existe “um grande consenso face à necessidade de tomar novas medidas adicionais” e deixou um aviso para que as pessoas comecem o confinamento o quanto antes.

O que será feito, explicou sem detalhes a ministra, “será muito próximo do que aconteceu em março e abril. Não fecharemos nada que não tivesse sido fechado” nessa altura, disse, exemplificando com a agricultura, a indústria e a distribuição, que se mantiveram sempre em funcionamento. Quanto às lojas e o comércio, a ministra explica que essas decisões ainda estão a ser tomadas.

Quando ainda há muitas incertezas sobre o que vai ser fechado, há uma certeza: as escolas estarão abertas. 

No final do segundo dia de reuniões, o primeiro-ministro tweetou para falar em “números preocupantes” — entretanto tinham sido conhecidos os das últimas 24 horas confirmando o que se temia — e afirmava ainda que “todos os esforços são poucos para controlar a pandemia”. Mas mais do que “consenso político” para avançar com nova carga pesa de medidas, António Costa quer também decidir com “base em conhecimento científico”, ou seja, vai querer mesmo esperar mais três dias, pela reunião de terça-feira com os especialistas em saúde pública e os epidemiologistas, no Infarmed. @ The World News

testes antigénio a professores e funcionários

Os cerca de quatro mil professores e funcionários das escolas da Maia estão a realizar o teste rápido à Covid-19, de forma gratuita. Desde dia 6 de janeiro, brigadas móveis da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) estão nas sedes dos agrupamentos escolares do concelho da Maia, para realizarem os testes antigénio.

No nosso agrupamento, os testes decorreram na passada quinta-feira. Existe a possibilidade de os testes decorrerem ainda hoje e amanhã na sede do nosso agrupamento, se houver mais interessados.

Segundo o Notícias da Maiadez dos três mil professores e funcionários das escolas da Maia testados tiveram um resultado positivo para a Covid-19.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

COVID-19: Portugal com novos máximos de casos e mortes

 Mais 118 óbitos e 10.176 infetados em 24 horas.

medidas mais restritivas a partir da próxima semana


O primeiro-ministro admitiu que as medidas que têm sido adotadas “não são suficientes” e, por isso, o Governo decidiu “estender as regras atualmente em vigor” no combate à pandemia no território continental
, determinando ainda uma “medida cautelar” no próximo fim de semana para os concelhos com maior risco.

Para avaliar esse impacto, está marcada uma reunião de especialistas no Infarmed para o próximo dia 12.
"Provavelmente teremos de adotar medidas mais restritivas a partir da próxima semana”.
considera como cenário provável regressarmos “ao conjunto de medidas-tipo adotadas em março”
No entanto, Costa descarta a hipótese de encerramento das escolas, explicando que “todos os especialistas indicam que não se justifica afetar o normal funcionamento das escolas”.
Cinquenta e seis concelhos de Portugal continental integram a partir desta quinta-feira o nível de risco extremo de contágio por Covid-19, segundo a mais recente lista de níveis de risco divulgada pelo Governo.
Como medida cautelar, no fim de semana vão aplicar-se por igual, a todos os concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes, as regras de circulação entre concelhos e da proibição de circulação na via pública após as 13 horas”, anunciou o primeiro-ministro.
Estas medidas “só não se aplicam em 25 concelhos, em que o número de novos casos é inferior a 240”, explicou António Costa.“Os números de ontem e hoje são muitos díspares daquilo que tínhamos no início da semana, quando tínhamos cerca de 4.500 casos. Houve uma duplicação dos números em dois dias”, observou o primeiro-ministro.
“Temos que ver o que é efeito da maior circulação, o efeito de a maioria das pessoas durante o período das festas terem testado menos”, diz Costa, sublinhando que 91 por cento dos casos são testes realizados antes de ontem e, portanto, “são muito recentes”. @ RTP

LER: as sugestões do Manel



O Direito à Preguiça é, provavelmente, a obra mais conhecida de Paul Lafargue, um revolucionário, escritor, e ativista socialista franco-cubano que, surpreendentemente (ou não) foi genro de Karl Marx.

Tendo isto em conta, pelo título e por esta breve descrição do seu autor, podemos assumir do que é constituído este relativamente curto livro.

O Direito à Preguiça, como o título explicita, é uma tese de como o ser humano devia ter completa liberdade relativamente à questão do ócio.

É preciso primeiro ter em conta que este livro foi publicado em 1880, onde na França havia uma média de 12 horas diárias de trabalho. Lafargue escreveu uma grande porção deste livro (se não, o livro inteiro) na prisão, preso por questões de ideologia política que o opunham ao antigo regime francês.

Lafargue acreditava que sempre houve, na maior parte das sociedades, um enaltecimento do conceito do trabalho. Uma pessoa só podia ser considerada íntegra se fosse trabalhadora, e aquele que não trabalhasse era descartado e esquecido. Isto, para Lafargue, era completamente ridículo, e só um meio para contribuir para as riquezas da burguesia.

O autor também encorajava revoluções, mencionando que o poder estava nas mãos do proletariado. Trabalhar 12 horas diárias é excessivo, mas será que ter uma rotina regular de trabalho para atingir fins que deviam ser direitos básicos também não é? E porquê o preconceito contra aqueles que não desejam trabalhar? Podemos mesmo julgá-los? Ou invejamo-los?

Paul afirmava que o futuro era comunista, e que era uma questão de tempo até as pessoas serem consciencializadas para poderem reclamar os seus direitos. Pode haver liberdade, mas primeiro é necessário que haja expressão, e, inevitavelmente, revolução.

Este é um livro que recomendo vivamente.

Manuel Ferreira, aluno de 12º ano

com janelas e portas abertas, os casacos e as mantas ajudam a fintar o frio nas escolas

 

Paulo Pimenta

Os relatos de frio nas escolas sempre se ouviram, mas este ano a pandemia veio obrigar a que janelas e portas estejam abertas sempre que possível para permitir o arejamento das salas de aula. DGS diz que a ventilação mecânica de ar “não está desaconselhada”, mas que espaços devem ser arejados preferencialmente com ventilação natural. Como se ensina e aprende? Mais encasacados e com mantas. “É um ano atípico, uma situação absolutamente anormal.”

Vítor Santos está votado às salas frias. Como professor de Biologia e Geologia, as aulas práticas que dá decorrem num laboratório num piso abaixo da terra, sem janelas nem ponta de sol. Na passada segunda-feira lá chegou, às 8h10, para arrancar com as duas primeiras aulas da manhã. “Estive lá duas horas e fiquei com os pés gelados o dia todo”, conta o professor da Escola Secundária Clara de Resende, no Porto. Com as temperaturas a rondarem os zero graus àquela hora da manhã, pouco aquecendo durante o dia, com o aquecimento central ainda desligado e com a necessidade de ir tendo janelas e portas abertas para que o ar circule — e o vírus não se propague —, professores, alunos e funcionários enfrentam, por estes dias, o difícil desafio de se abstraírem do frio para conseguirem trabalhar.

Nesta escola do Porto, há turmas de 28 alunos em salas com 49 metros quadrados. O distanciamento é o possível, por isso insiste-se em ter as janelas abertas e, quando é possível, também a porta para garantir que o ar se vai renovando. Mesmo com temperaturas baixas. “Os miúdos encasacam-se e os professores também”, diz a directora do agrupamento, Rosário Queirós. 

Até agora não lhe chegou nenhuma queixa por parte de encarregados de educação, mas a situação, admite, é “complicada”. No início da semana, depois da visita de um engenheiro da Parque Escolar para aferir se o sistema de aquecimento da escola estaria adequado para permitir a renovação de ar (não comprometendo a recomendação da Direcção-Geral de Saúde de que a ventilação deve ser, sobretudo, natural), a escola ligou “o sistema de ar forçado”, aquecendo assim algumas salas. Mas ainda assim, com as portas e algumas janelas abertas — sobretudo os frisos superiores — o calor vai-se perdendo. “Vamos ter de abrir menos as janelas porque senão as pessoas morrem de frio. Os alunos não tiram os casacos. Nós também não. Que remédio!”, sublinha Vítor Santos. 

Na verdade, o problema do frio nas escolas não é novidade. Todos os invernos, sucedem-se relatos de escolas sem condições térmicas, seja por terem instalações muito antigas, equipamentos avariados ou falta de verba para assegurar o seu funcionamento. Mas este ano, face à situação pandémica e às recomendações de que se devem manter janelas e portas abertas para permitir uma melhor ventilação das salas de aula, a sensação de frio tende a agravar-se. 

No Liceu Camões, em Lisboa, os alunos já se habituaram a “trazer mantinhas” para a escola, diz o director, João Jaime. “O Camões sempre foi gelado, gelado.” Há anos que por ali se luta por melhores condições para os alunos desta centenária instituição mas, este ano, nem sequer o calor de um abraço pode ajudar a colmatar o frio. Nos monoblocos onde os alunos têm aulas, os equipamentos de ventilação não são ligados devido à pandemia, diz o director. 

No entanto, para João Jaime, há preocupações maiores, que não passarão com o fim desta vaga de frio: a incerteza de como decorrerão as actividades lectivas até ao final do ano lectivo, a falta de instruções de como será feita a avaliação final dos alunos neste ano de excepção.

À Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), não têm chegado queixas devido ao frio nas escolas. “Sabemos que num ou outro caso há situações que têm de ser melhor ponderadas porque é óbvio que o arejamento das salas não se pode fazer quando temos temperaturas negativas”, nota Jorge Ascenção. Mas o presidente da CONFAP quer “acreditar que ninguém está a obrigar os alunos e os professores a estarem dentro de uma sala com a porta e janelas abertas quando está frio”. Caso contrário, aprender e ensinar torna-se ainda uma missão mais exigente. “É preciso ter bom senso naquelas que são as normas e orientações. Podemos arejar, fazer mais intervalos”, sugere o responsável.

Questionada pelo PÚBLICO sobre a recomendação actual relativa aos sistemas de ventilação e aquecimento nas escolas, a Direcção-Geral de Saúde (DGS) esclarece que “não está desaconselhada a utilização de ventilação mecânica de ar (sistema AVAC)”, apesar de o arejamento dos espaços dever ser feito “preferencialmente com ventilação natural”. “Quando estes sistemas são utilizados, deve ser garantida a limpeza e manutenção adequada, de acordo com as recomendações do fabricante, e a renovação do ar dos espaços fechados, por arejamento frequente e/ou pelos próprios sistemas de ventilação mecânica (quando esta funcionalidade esteja disponível)”, aconselha ainda a DGS. 

Numa recomendação de Julho, esclarece que “as unidades de tratamento de ar com recirculação devem funcionar com 100% de ar novo, sempre que possível”. Ora, é precisamente isto que alguns dos sistemas que equipam as escolas não garantem, daí a precaução dos dirigentes.

“É a situação que temos”

Para Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, o momento que atravessamos deve ser encarado como “excepcional e temporário”: “Não queremos que os nossos alunos passem frio”. Mas as escolas estão também focadas em seguir a sua actividade com as cautelas e não serem focos de propagação do vírus, “como não foram no primeiro período”, sublinha. “Cada escola está a adoptar medidas e a ver qual a melhor maneira de garantir a aprendizagem dos alunos, mas não ser um foco de propagação”, diz o também o director do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia. 

No agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães, dirigido por Manuel Pereira, as temperaturas têm descido abaixo de zero. O aquecimento é a gasóleo, por isso está sempre ligado. “No caso das escolas que têm ar condicionado, a situação é mais complicada”, nota o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares. É o caso de escolas que foram intervencionadas pela Parque Escolar. Em algumas, acrescenta, as janelas são difíceis ou até impossíveis de abrir. 

“Na escola onde trabalho, tenho o aquecimento ligado o dia inteiro, as bandeiras das janelas e as portas abertas. De alguma forma, desperdiça-se imenso calor e energia”, observa, notando ser difícil manter algumas salas “minimamente aquecidas”. À semelhança do que tem acontecido noutras escolas, a solução tem sido comprar aquecedores eléctricos para colocar nas salas mais frias. 

Neste “ano atípico, numa situação absolutamente anormal”, pede paciência aos estudantes e encarregados de educação. “Pedimos aos alunos e aos pais que tenham alguma compreensão e que venham mais protegidos para a escola, com roupa que os ajude a estar mais confortáveis na sala de aula. É a situação que temos. É esperar que num futuro próximo a situação não se mantenha.” @ Público

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Moutidos: nos nossos átrios…





Segundo pesquisas que fizemos, esta tradição terá surgido no século VIII e marca o dia da veneração aos Reis Magos, convertendo em santos, Belchior, Gaspar e Baltazar. É ainda nesta data que se encerram, para os católicos, os festejos natalícios, sendo tradição desmontar os presépios e retirar os enfeites natalícios.

Como tal, também nos átrios principais da escola básica de Moutidos, nos expositores de ardósia, com a participação dos alunos, docentes e assistentes operacionais, se construíram painéis alusivos a este dia e se iniciaram as tarefas de desmontagem dos enfeites natalícios.

Aqui fica o registo!

 cortesia (texto e imagens) de Olga Dias, professora

Covid-19: aulas à distância para alunos a partir dos 13 anos pode ser medida preventiva, defende especialista

 

Vasco Ricoca Peixoto, médico investigador da Escola Nacional de Saúde Pública, defendeu esta quarta-feira que uma das medidas preventivas a adotar nas escolas em função da evolução da pandemia da Covid-19, pode passar pelo ensino à distância em alunos a partir dos 13 anos.

Em declarações à ‘Rádio Observador’ o responsável começa por sublinhar que «as escolas não existem sozinhas na sociedade e podem ser seguras», contudo, «viemos de uma situação em que no Natal e na Passagem de Ano houve um potenciamento dos riscos (da doença) e muitos destes sintomas são ligeiros e podem não ser detetados em muitos contextos», afirma.

No caso concreto das escolas, «por um lado nós sabemos que conseguimos, em muitos contextos, ter uma noção de risco e que os sintomas sejam identificados precocemente pelos professores e auxiliares, mas deve estar em cima da mesa esta opção» de impor medidas mais restritivas.

«Tinha pensado nos alunos com mais autonomia, ou a partir dos 13 anos, por exemplo, poderem ter aulas à distância e isto pode também ser importante preventivamente precisamente por esta questão: Nós não temos a noção real da transmissão, até que ela atinja valores mais avançados», explica o especialista à mesma publicação, adiantando que a medida pode e deve ser considerada já, mesmo antes dos resultados da reunião do Infarmed.

O responsável apela também que «por outro lado, a escola, em qualquer faixa etária, seja uma ferramenta de comunicação para motivar os alunos para os comportamentos preventivos», considera. «Se tivermos as crianças fora da escola mas se continuarem a não ter motivação para fazer certos comportamentos, podemos continuar a ter transmissão e algum descontrolo», alerta.

Sobre a nova variante e a necessidade de implementar mais medidas restritivas, o responsável indica que «esta é mais uma coisa a pesar na balança». «Esse vírus circulou muito intensamente no Reino Unido e é expectável que haja circulação dessa variante cá (como já se confirmou)», afirma. «Agora temos de fazer o controlo de dados», acrescenta. @ Sapo

conheça os conselhos da DGS para o frio que aí vem

 

A Direção Geral da Saúde (DGS) lançou esta quarta-feira um alerta para a continuação das baixas temperaturas em Portugal, que podem chegar aos -6 graus, tal como já confirmou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deixando algumas recomendações para que a população se proteja.

Num comunicado enviado às redações, o organismo explica que «as previsões meteorológicas apontam para a continuação de tempo frio e seco, a descida das temperaturas do ar (máxima e mínima), um acentuado arrefecimento noturno, a formação de gelo ou geada e a intensificação do vento frio com um consequente aumento do desconforto térmico».

Para além disso, «a partir da madrugada de dia 10/01, prevê-se a substituição gradual de uma massa de ar polar por uma massa de ar com caraterísticas de ar Ártico, sobre Portugal continental. Como consequência, na próxima semana, a temperatura mínima deverá variar entre -6 e 6°C na generalidade do território e a temperatura máxima não ultrapassará os 14°C, estando previsto que os valores mais baixos sejam registados nas regiões do interior Norte e Centro».

Perante este cenário, a DGS alerta para a probabilidade de «que as baixas temperaturas tenham repercussões sobre a mortalidade nos próximos dias, nomeadamente nas pessoas com 65 ou mais anos», que deverão ter especial preocupação em protegerem-se do frio.  Conheça agora as recomendações das autoridades de saúde.

Medidas de proteção individual:
• Evitar a exposição prolongada ao frio e mudanças bruscas de temperatura;
• Manter o corpo quente, utilizando várias camadas de roupa;
• Proteger as extremidades do corpo (utilizando luvas, gorro, cachecol, meias quentes e calçado quente e antiderrapante;
• Manter a hidratação, ingerindo sopas e bebidas quentes e evitando o álcool que proporciona uma falsa sensação de calor;
• Prestar atenção aos grupos mais vulneráveis (crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam atividade no exterior e pessoas sem abrigo);
• Acautelar a prática de atividades no exterior (evitar esforços excessivos, utilizar vestuário adequado e prestar atenção às condições do piso para evitar quedas);
• Seguir as recomendações do médico assistente, garantido a toma adequada da medicação para doenças crónicas;
• Adotar uma condução defensiva, uma vez que poderão existir locais na estrada com acumulação de gelo.

Medidas ambientais:
• Verificar o estado de funcionamento dos equipamentos de aquecimento;
• Manter a casa quente, garantido uma adequada ventilação das habitações (renovação do ar), em particular quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;
• Ter especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex.: braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte;
• Evitar o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar. @ Sapo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

João Cutileiro (1937-2021)

João Cutileiro, o escultor do mármore, da polémica e dos corpos femininos em pedra. "Nunca foi indiferente nem nunca nos deixou indiferente", escreveu Marcelo Rebelo de Sousa.

foto de Cotrim/Lusa

Conheça as obras mais emblemáticas do artista, aqui.

“saudade” é a Palavra do Ano de 2020


Ao longo do mês de dezembro, os portugueses foram chamados a votar para eleger a Palavra do Ano. A palavra “saudade” alcançou 26,8% dos cerca de 40 mil votos, sendo a palavra a mais votada pelos portugueses, anunciou esta segunda-feira a Porto Editora.

O termo foi o favorito, depois de um ano marcado pela “Covid-19” e a “pandemia”, duas palavras que surgiram em segundo (24,4%) e terceiro lugar (10,037%), respetivamente, nas sondagens.

Fora do pódio ficaram “confinamento”, que conquistou 16,23% dos votos ‘online’, seguida de “zaragatoa” (7%), “telescola” (2,58%), “discriminação” (1,85%), “infodemia” (1,59%), “digitalização” (1,33 %) e, em último lugar, “sem-abrigo” (1,16 %).

Esta foi a 12.ª edição da iniciativa “Palavra do Ano”, e a votação ‘online’ decorreu de 1 a 31 de dezembro do ano passado. @ Sapo

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

agasalhe-se!

 

Hoje, por cá, por volta das 7h da manhã.

Covid -19: teste antigénio na sede do agrupamento


Fruto de um protocolo celebrado com a Cruz Vermelha Portuguesa, o Município da Maia oferece a oportunidade de professores e funcionários das escolas da rede pública da Maia realizarem o teste rápido à Covid-19, 
no dia 7 (quinta-feira), das 14h00 às 19h45.

O processo de testagem ficará à responsabilidade de uma brigada móvel da Cruz Vermelha Portuguesa e será realizado na sede do agrupamento.

O teste destina-se a toda a comunidade docente e não docente, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário, incluindo medidas de contrato emprego-inserção e funcionários das cantinas concessionadas. 

O teste antigénio, através de colheita por zaragatoa, é gratuito e voluntário, garantindo-se o resultado num período máximo de 30 minutos.

Para efetuar o teste, o docente ou não docente deverá preencher o questionário acessível através de um  link enviado para o e-mail de cada um, impreterivelmente até às 12h00 do dia 6 de janeiro (quarta-feira):

Alerta-se para o facto de que o teste não se destina a quem testou positivo nos últimos 90 dias ou a quem esteja ausente da escola por motivo de doença ou outro.

Covid -19: professores e funcionários das escolas da Maia vão ser testados gratuitamente

 

Os cerca de quatro mil professores e funcionários das escolas da Maia vão poder fazer o teste rápido à Covid-19, a partir de quarta-feira, de forma gratuita.

A partir de quarta-feira, dia 6 de janeiro, Brigadas móveis da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) estarão nas sedes dos agrupamentos escolares do concelho da Maia, para realizarem os testes antigénio. Esta testagem é gratuita e facultativa, estando direcionada a todos os professores e funcionários do universo escolar da Maia, fruto de um protocolo assinado pelo Município da Maia e pela Cruz Vermelha Portuguesa.

António Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia, considerou que “ao disponibilizarmos a testagem de todos os funcionários e professores das escolas maiatas, estamos a contribuir para o arranque do segundo período em condições de segurança. O Município tem estado na linha da frente do combate à pandemia, dando todas as condições possíveis para que consigamos ultrapassar este exigente desafio”.

A testagem será feita por brigadas móveis na sede dos agrupamentos escolares, a exceção do agrupamento de Moreira da Maia, cuja campanha será feita no posto fixo para realização de testes à Covid-19 da CVP no parque de estacionamento da estação do Metro de Pedras Rubras.

No sábado, os funcionários do pré-escolar da rede solidária do concelho da Maia poderão fazer os testes no posto fixo. @ Notícias Maia