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sexta-feira, 21 de junho de 2024

50 anos ESÁS: "conta-me como foi..." (5)

No âmbito das comemorações dos 50 anos da ESÁS, o CRESCER continua a conversar com aqueles que por cá passaram, desde os fundadores até aos atuais alunos, funcionários e professores.

Sra. D. Rosa Oliveira (Rosinha)

Desta vez a conversa foi com a Sra. D. Rosa Oliveira (Rosinha, como todos carinhosamente a tratam), atualmente aposentada, que fez percurso e carreira na ESÁS desde 1974/75.

A Sra. D. Rosa Oliveira fez questão de vir até à escola conversar com a equipa do “conta-me como foi…” e foi com grande alegria que recordamos muitas histórias: as que aqui se publicam e outras mais particulares que ficam só para nós. Sim, porque esta equipa é formada por dois professores que contam com muitos anos de casa e, por isso, guardam alguns tesourinhos.

A Rosinha começou a trabalhar na ESÁS no ano letivo 1974/75, já na escola que ficava “ao lado da D. Paio”, escola essa que existia desde 1972/73.

“Nós iniciamos a nossa escola em 73/74, nas Enxurreiras, e eu entrei ao serviço no dia 12 de agosto de 1974, na altura em que íamos mudar para as instalações ao lado da escola de D. Paio. Foi o professor José Manuel Dias da Cunha que me entrevistou. Lá, só a cantina e o pavilhão desportivo eram partilhados. Tínhamos pavilhões distintos. E depois mudamos para aqui em 1986/87. Fizemos a mudança antes do ano letivo começar.”

Como aqui o CRESCER revelara, a ESÁS inicia-se nas Enxurreiras em 1973/74 como uma secção da Escola da Maia e muda-se no ano seguinte para Pedrouços (ao lado da Escola D. Paio) onde esteve de 1974/75 a 1985/86.

a palmeira antes de 2011
Como já dizia professor Rui Costa, quem veio para o Corim, andou literalmente com “a casa às costas”. “É verdade! Até trouxemos a palmeira. Ai, aquela palmeira! Tão simbólica!”

Assim sendo, a Escola Secundária de Águas Santas, com morada na Rua Nova do Corim, nasce em 1986/87 sob a presidência do professor Rui Costa e com o professor Ferreira como vice-presidente. No ano letivo seguinte, 1987/88, assume a presidência o professor Ferreira, com o professor Rui Costa como vice-presidente. E desde aí até aos dias de hoje, o professor Ferreira manteve-se sempre como presidente/diretor das várias equipas que democraticamente foram eleitas.

Nesse sentido, apelando à sua prodigiosa memória, a Rosinha foi recordando alguns professores que participaram das várias equipas diretivas, desde a formação da ESÁS, referindo-se a eles pelos nomes e apelidos ou pela associação à disciplina que lecionavam: Elisabete (de Matemática), Helena Coutinho (como presidente), Rui Costa, Rute Teles, Abílio da Fonseca, Manuela Marques (como presidente), Manuela Eirola, Maria Ana Pacheco, Elisabete Almeida, Eugénia (de Trabalhos Oficinais), Carlos Cardoso, Isabel Agrelos, Isabel Azevedo, Judite Cardoso, Manuela Couto, Helena Coelho, Manuela Barbosa…

Recordou também alguns colegas de profissão: o peculiar senhor Hernâni – guarda-noturno; o senhor Pilar – chefe dos serviços administrativos; o senhor Agostinho – que começou como guarda-noturno e depois passou para o dia; o filho do sr. Agostinho, Bruno Alves, que foi aluno da escola e depois foi segurança; a D. Arminda, a Rosinha e a Teresa – da cozinha que foi aberta em Pedrouços em 1975…

Neste jogo de memórias, a Sra. D. Rosa Oliveira também recordou alguns episódios menos bons, nomeadamente, algum “sururu” nas festas em Pedrouços. “O ambiente à volta da escola não era grande coisa!”

Mas a Rosinha também se recorda da autoridade que conseguia ter. “Às vezes, eu chegava às confusões e punha tudo na ordem.” É importante registar que a Rosinha foi chefe dos funcionários depois do Sr. Lívio ter saído. Ele também veio de Pedrouços, como tantos. Agora, o Sr. Lívio já tem 91 anos. “O senhor Agostinho e eu fazíamos parte da equipa de chefia.”

“A minha vida dava um filme”

A Sra. D. Rosa Oliveira tem um longo percurso profissional. Começou a trabalhar aos 11 anos, numa fábrica de candeeiros e noutra de tecidos, e só depois chegou à escola. Anos depois de aqui trabalhar, foi-lhe sugerido que fizesse formação no CNO (Centro das Novas Oportunidades), para ficar com mais habilitações, mas isso não a atraía. “Tinha vergonha de dizer que tinha apenas a 4.ª classe e que tinha começado a trabalhar tão cedo. As lágrimas rolavam-me como pérolas.”

Mas a Rosinha obteve o certificado de frequência do 5.º e 6.º ano, orientada pela formadora Cristina ("uma joia de senhora”), só não quis prosseguir. “Tinha vergonha, mas reconheço que às vezes sabia mais que algumas colegas com mais habilitações. Foi a vida que me ensinou.”

Aqui na escola “adaptei-me muito bem, mas sempre me senti diminuída apesar de ser muito acarinhada por todos. É feitio! Talvez fosse porque em casa éramos necessitados e era preciso levar pão para a mesa. Os meus pais deram-me a emancipação total para poder trabalhar.”

A escola e a família

A Rosinha sente muito amor pela instituição Escola. “Toda a minha família esteve e está ligada ao trabalho nas escolas: a minha mãe, a minha irmã, eu, o meu filho, a minha nora, a minha sobrinha e o meu sobrinho.”

“Por isso, eu sinto esta escola como uma família e vivi-a como tal.”

Quando convidada a definir o tempo que viveu na ESÁS disse: “Éramos uma família!Esta não foi a primeira vez que o CRESCER ouviu esta expressão. Curiosamente, outros entrevistados a usaram também.

De outros tempos, recorda a grande agitação e as muitas atividades. Era o tempo da Escola Cultural. “Os pais faziam muitas coisas. Havia folclore. Os meninos dançavam e faziam mais coisas. Também havia teatro. Lembro-me da Denise, da Carla Maciel (que agora é atriz, assim como o marido)...” E tinha muito trabalho, Rosinha?  “Não, não tinha muito trabalho. Era bom! Éramos poucos, todos se conheciam. Isso antes de sermos agrupamento, claro!” (riu)

a palmeira em 2011

Antes de terminarmos esta conversa, a Rosinha recordou outros momentos/outras fases vividas na escola: as festas - do final de ano e do início do ano; as pessoas que vinham de fora para assistir; o polivalente, sempre tão cheio de meninos nos intervalos; o seu bufete; o nascimento do pavilhão B (atual A2); a rádio escola; o jornal em papel; as obras de reabilitação; a palmeira…

A Rosinha, a Sra. D. Rosa Oliveira, pessoa muito querida por toda a comunidade, guarda no coração as vivências da ESÁS e “numa moldura, na minha sala, uma fotografia que a senhora me tirou, quando me fui embora." (Ora veja se foi a que o CRESCER usou nesta notícia de 31.03.2014. 😉)

Sra. D. Rosa Oliveira, saiba que a ESÁS não a esquece. Em nome da escola, o CRESCER agradece a sua disponibilidade e o tempo concedido a esta tão bela conversa, deseja-lhe muita saúde e boa disposição para o tempo presente e para o tempo futuro e espera que continue a guardar no seu coração - ou numa moldura - esta "fotografia" que, hoje, lhe oferecemos. 

texto de Manuela Couto, docente de Português
colaboração de Cândido Pereira, diretor do centro de formação maiatrofa

Ir: vá à festa de São João mas conheça todos os condicionamentos da cidade

Vem aí o São João e toda a gente sabe que a principal tradição envolve o lançamento de balões. Ainda assim, há condicionamentos, já que só os poderá lançar entre as 21h45 de domingo (23) e a 1h de segunda-feira (24).

Segundo a Câmara do Porto, tal acontece já que a Autoridade Nacional de Aviação Civil apenas permite o lançamento dos balões nesse período. Recorde-se que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro estará por alguns instantes encerrado, na noite de São João.
No seguimento desta medida de segurança, os municípios do Porto e de Gaia também dão mais algumas sugestões de segurança à população. Desde já, deixar “o carro em casa ou nas proximidades das redes de transportes públicos”.
Como refere o Porto Canal, as limitações de circulação já se irão fazer sentir na noite de sábado. Isto porque será montado o fogo de artifício na ponte Luís I. O fogo resulta de um investimento “a meias” entre Gaia e Porto, a rondar os 73.000 euros.
Condicionamentos de circulação na noite de São João
Sendo noite de São João, naturalmente que alguns pontos da cidade estarão condicionados. Um exemplo disso é o tabuleiro inferior da ponte Luís I, que deixará de ter circulação a partir das 19h.
Durante toda a madrugada, os carros também não poderão passar, pelo que tudo voltará ao normal, apenas quando a limpeza estiver feita e todas as condições de segurança asseguradas.
Também a circulação pedonal do tabuleiro inferior estará condicionada. Das 22h30 de domingo à 1h de segunda-feira, os peões não poderão andar a pé na zona em questão. Apenas poderão voltar a fazê-lo quando as entidades responsáveis garantirem que a segurança está restabelecida.
No tabuleiro superior, por sua vez, as pessoas também não poderão circular a pé entre as 14h de domingo e as 4h de segunda-feira. Importa referir também que entre as 23h30 e a 1h o metro não vai circular no tabuleiro superior.
Quanto à Ponte do Infante, esta também estará fechada aos carros a partir das 19h de domingo. Segundo a informação dos municípios, os transportes públicos também não operam entre as 22h de domingo e as 3h de segunda-feira.
No coração da cidade do Porto, há zonas onde os carros não irão passar, como a Cordoaria e a Boavista. Isto, entre as 20h de dia 23 e as 8h de dia 24. Tal acontece porque os palcos serão instalados nessas zonas.
Todos os condicionamentos serão assegurados pela Polícia. O trânsito relativo ao acesso a moradores (garagens), circulação de autocarros da STCP, veículos em urgência, prestação de socorro e veículos policiais e realização de cargas e descargas será garantido de acordo com as instruções que os elementos da Divisão de Trânsito da PSP ou da Polícia Municipal transmitirem em cada ponto de controlo.
Quanto aos transportes públicos, a STCP não circulará entre as 19h do dia 23 e as 6h do dia 24 de junho na Ponte Luís I, assim como entre as 22h do dia 23 e as 3h do dia 24 de junho na Ponte do Infante.
No caso do Metro do Porto, a estação Jardim do Morro vai estar encerrada entre as 14h do dia 23 de junho e as 4h do dia 24 (durante este período, a Metro manterá a circulação de composições até e a partir da estação de S. Bento; e até e a partir da estação de General Torres, em Gaia). 
Não haverá circulação do metro entre General Torres e São Bento entre as 23h30 do dia 23 e a 1h do dia 24 de junho. De ressalvar que estes horários poderão sofrer alterações de acordo com indicações das forças de segurança. Fonte: Viva Porto

atualidade: startup portuguesa lança 1.ª rede social para idosos em Portugal, Espanha e Brasil

A 'startup' portuguesa Sioslife anunciou esta quarta-feira que lançou primeira rede social para idosos em Portugal, Espanha e Brasil, contando já com mais de 600 instituições, num universo de 16 mil utilizadores.

"Há no mercado uma nova rede social destinada aos mais velhos - criada pela 'startup' nacional Sioslife -, que permite que estes façam novas amizades, se encontrem e comuniquem entre si, e de forma simples, nomeadamente, através de chamadas, videochamadas e partilha de conteúdos", explica a empresa em comunicado, salientando que está disponível em Portugal a partir de hoje.
A nova plataforma pode ser usada, em exclusivo, através dos "sistemas interativos de inclusão digital da Sioslife - tablets e computadores - já presentes em mais de 600 instituições", em Portugal, em Espanha e, mais recentemente, no Brasil, adianta. A nova rede social vocacionada para a terceira idade tem o mesmo nome da startup que a criou, "Sioslife", sendo fruto da experiência de mais de 10 anos de trabalho da startup.
Esta 'agetech', com origem em Braga, que se financiou no montante de 2,3 milhões de euros numa ronda de financiamento em 2023, disponibiliza uma solução tecnológica para facilitar o contacto e partilha de dados entre utentes, tanto profissionais e como cuidadores de mais de 600 instituições, num universo que já ascende os 16 mil utilizadores.
O presidente executivo e fundador da 'startup', Jorge Oliveira, explica que a Sioslife é "uma rede social especial, dedicada exclusivamente às pessoas mais velhas e tem um objetivo muito claro, "combater o isolamento social", um dos principais problemas associados ao envelhecimento".
Para Jorge Oliveira, o potencial de crescimento da rede social é enorme, já que só em Portugal uma em cada cinco pessoas sofre de isolamento social, e na Europa o cenário é ainda mais alarmante, representando 20,8% da população. Fonte: DN 

investigação: investigadores recorrem ao kiwi para tratar efeitos secundários da quimioterapia

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o projeto envolve investigadores da REQUIMTE e da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, tendo já um parceiro interessado na comercialização do filme muco adesivo.

Investigadores do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) desenvolveram um "método inovador" de uso oral que, feito a partir do kiwi, permite tratar os efeitos secundários provocados pela quimioterapia e radioterapia em doentes oncológicos, foi esta quarta-feira revelado.
O projeto, intitulado Kiwi4Health, pretende "trazer alívio a milhares de doentes oncológicos" e "revolucionar o tratamento" da Mucosite Oral, complicação associada aos tratamentos de quimioterapia citotóxica e radioterapia, revela o ISEP em comunicado. Caracterizada por lesões eritematosas e ulcerativas na mucosa oral, a Mucosite Oral causa dor intensa. Atualmente, os tratamentos são de curta duração e requerem frequentemente o uso de analgésicos, "proporcionando apenas um alívio temporário". "Estima-se que entre 40 a 80% dos doentes submetidos a quimioterapia convencional e quase todos os que recorrem a radioterapia sofrem desta condição muitas vezes incapacitante", indica. Investigações mais recentes apontaram para o potencial benéfico dos polifenóis presentes na fruta, especialmente no babykiwi, para o tratamento da Mucosite Oral.
Aproveitando esses avanços, os investigadores do ISEP desenvolveram "um método inovador para a criação de um filme bucal utilizando compostos bioativos extraídos dos subprodutos do cultivo de babykiwis". Citada no comunicado, a investigadora Francisca Rodrigues, afirma que o processo envolve técnicas de extração verde, utilizando água e compostos bioativos encapsulados, resultando "num produto que pode ser facilmente aplicado na mucosa oral, proporcionando alívio prolongado e eficaz". "Os ensaios 'in vitro' em modelos bucais, acoplados aos ensaios 'in vivo' em animais que realizamos já com o extrato, são muito promissores, indicando uma nova esperança para os pacientes que sofrem desta dolorosa condição", indica a investigadora. O desenvolvimento deste método representa uma "abordagem positiva na prevenção e tratamento dos efeitos secundários" da quimioterapia e radioterapia, "destacando-se pela utilização de componentes naturais e sustentáveis". "O filme bucal demonstrou ter uma rápida capacidade de dissolução e permitindo a transferência dos compostos", adianta a investigadora. Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o projeto envolve investigadores da REQUIMTE e da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, tendo já um parceiro interessado na comercialização do filme muco adesivo. Fonte: DN 

atualidade: encontro do sistema solar com uma nuvem de gás pode ter causado era glacial

Um novo estudo sugere que, há cerca de dois milhões de anos, o Sistema Solar atravessou uma densa nuvem molecular que teve um impacto significativo no clima da Terra. 


Publicado na revista Nature Astronomy pela astrofísica Merav Opher, da Universidade de Boston, e pelo astrónomo Avi Loeb, de Harvard, o artigo revela que esta passagem pode ter reduzido drasticamente a quantidade de radiação solar que atinge a Terra, provocando um período de frio extremo.

Há dois milhões de anos, a Terra era um lugar bastante diferente. Os nossos primeiros ancestrais humanos viviam ao lado de tigres de dentes de sabre, mastodontes e enormes roedores, num ambiente extremamente frio. Este período de gelo, que se repetiu regularmente até há cerca de 12.000 anos, é atribuído a vários fatores como a inclinação e rotação do planeta, movimentos tectónicos, atividade vulcânica e níveis de dióxido de carbono. No entanto, a nova pesquisa sugere que fatores extraterrestres, como a posição do Sol na galáxia, também desempenharam um papel crucial.

A investigação de Opher e Loeb utiliza modelos informáticos sofisticados para retroceder no tempo e mapear a posição do Sol e do Sistema Solar. Os resultados indicam que, há dois milhões de anos, o Sistema Solar atravessou uma nuvem interestelar fria e densa, conhecida como Cinta Local de Nuvens Frias. Esta nuvem, composta principalmente por hidrogénio, teria comprimido a heliosfera – a bolha de plasma que protege o Sistema Solar da radiação cósmica.

“Ao atravessar esta nuvem densa, a heliosfera ficou comprimida, deixando a Terra e outros planetas do Sistema Solar temporariamente desprotegidos”, explicou Opher. Esta exposição ao meio interestelar permitiu que partículas radioativas e raios cósmicos atingissem a Terra, afetando o seu clima e ambiente.

A teoria de Opher e Loeb é apoiada por evidências geológicas. Isótopos de ferro-60 e plutónio-244, que são indicativos de eventos de alta radiação, foram encontrados em sedimentos oceânicos, na Lua, na neve da Antártida e em núcleos de gelo datados de há cerca de dois milhões de anos. Este período coincide com registros de temperaturas que indicam um arrefecimento significativo.
“A passagem pela nuvem densa poderia ter bloqueado a heliosfera por centenas de anos a até um milhão de anos”, explicou Opher. “Mas, assim que o Sol se afastou da nuvem, a heliosfera voltou a envolver todos os planetas, incluindo a Terra.”

Esta descoberta sugere que a posição do Sol na galáxia pode ter um impacto maior na história climática da Terra do que se pensava anteriormente. Avi Loeb destaca a importância desta pesquisa: “Descobrimos que a nossa vizinhança cósmica pode influenciar drasticamente a vida na Terra. A nossa passagem por nuvens densas de gás há milhões de anos expôs a Terra a um fluxo maior de raios cósmicos e átomos de hidrogénio.”

Os cientistas agora procuram determinar a posição do Sol há sete milhões de anos e até mais longe no tempo, utilizando dados da missão Gaia da Agência Espacial Europeia, que mapeia a posição e trajetória de mais de mil milhões de estrelas na Via Láctea.
Conclusão

“Este é apenas o começo”, afirma Opher. A equipa espera que esta pesquisa promova uma maior exploração de como o Sistema Solar pode ter sido influenciado por forças externas no passado e como estas influências ajudaram a moldar a vida na Terra. Através desta investigação, a compreensão sobre a interação entre o clima da Terra e eventos cósmicos pode ser significativamente aprofundada, abrindo novas possibilidades para a ciência climática e astronómica. Fonte: Sapo  

atualidade: agência Europeia do Medicamento investiga analgésico ligado a casos de morte

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) abriu na sexta-feira uma investigação a medicamentos para as dores contendo metamizol, como o Nolotil, que também é vendido nas farmácias nacionais.

O metamizol é um medicamento utilizado para o tratamento da dor e febre há cerca de 40 anos. Em Portugal, os medicamentos comercializados contendo metamizol são o Nolotil, o Dolocalma, o Metamizol Magnésico Tolife e o Metamizol Vitória.

A investigação da Agência Europeia do Medicamento (EMA) iniciada esta sexta-feira "vai analisar o risco de  agranulocitose, uma queda repentina nos glóbulos brancos que pode levar a infeções graves, e medidas para minimizá-la".

A agranulocitose é uma doença aguda do sangue caracterizada pela falta ou acentuada redução de glóbulos brancos, e pode ser fatal.

Esta investigação é justificada pela EMA com "preocupações de que as medidas em vigor para minimizar o risco conhecido de agranulocitose possam não ser eficazes".

A EMA irá agora "rever o risco de agranulocitose para todos os medicamentos contendo metamizol autorizados na União Europeia, nos diferentes usos autorizados, e as medidas de minimização aos riscos existentes".

Após a análise será "emitida uma recomendação sobre se as autorizações de comercialização deste medicamento devem ser mantidas, alteradas ou suspensas em toda a União Europeia".

A investigação foi iniciada "a pedido da agência finlandesa de medicamentos, uma vez que continuam a ser notificados casos de agranulocitose com metamizol, apesar do esforço recente reforço da Finlândia em medidas de minimização. Na sequência de casos recentes notificados às autoridades, a empresa que comercializa o único medicamento contento metamizol autorizado na Finlândia solicitou a retirada da sua autorização de comercialização, por questões de segurança", explica a EMA em comunicado.

Em outubro de 2023, um britânico de 42 anos a viver em Espanha morreu após uma aparente reação alérgica ao metamizol. Este procurou ajuda por causa de uma dor no ombro numa clínica local e recebeu uma injeção com metamizol, tendo falecido dias depois.

Em 2018 a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) aconselhou cuidados especiais no uso de medicamentos para as dores contendo metamizol.

À data, esta recomendação do Infarmed surgiu na sequência de um alerta da Autoridade para o Medicamento Espanhola, na sequência da morte de dez britânicos que compraram o medicamento em Espanha.

Em outubro desse ano, a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) atualizou a ficha técnica do metamizol para alertar para o risco de efeitos adversos como a agranulocitose.

Para minimizar os riscos de agranulocitose associado à utilização de metamizol, o Infarmed recomendou que o seu uso deve ser restrito a um período temporal (máximo de sete dias) e a monitorização através dos valores do hemograma se for por mais tempo.

“Estes medicamentos não devem ser utilizados em doentes com reações hematológicas prévias ao metamizol, em tratamento com imunossupressores ou outros medicamentos que possam causar agranulocitose. Deve ser tida particular atenção à prescrição destes medicamentos em doentes idosos”, destacou o Infarmed.

Os doentes a quem foi prescrito metamizol não devem interromper o tratamento, mas sim consultar o médico caso surjam sintomas de discrasia sanguínea, tais como mal-estar geral, infeção, febre persistente, hematomas, hemorragias ou palidez, acrescentou o regulador nacional à data.

Aos médicos prescritores e restantes profissionais de saúde, o Infarmed solicitou especial atenção para a prevenção e/ou deteção precoce do aparecimento deste ou de outros efeitos indesejáveis. Fonte:  Sapo

exames ensino secundário: dia 21 de junho

 


quinta-feira, 20 de junho de 2024

escola sede: fase final do concurso "Soletrando"

No âmbito do projeto "Escola a Ler", realizou-se na Biblioteca da escola sede a final do concurso "Soletrando".

Estiveram presentes 24 alunos dos 1.º e 2.º anos das quatro escolas do 1.º ciclo do agrupamento.

Os alunos soletraram palavras, por níveis de dificuldade, de forma convicta e rigorosa. 

E os vencedores foram: 

1.º ano:

- Francisca Ferreira (1.ºB - CEG); Luana Araújo (1.º B - CEG); Tomás Peixoto (1.º A - CEG)

2.º ano:

- António Melo (2.ºB - EB1 Moutidos); Leonor Carvalho (2.ºB - EB1 Moutidos); Oziel Teixeira (2.ºB -EB1 Pícua).

A equipa da Biblioteca agradece a colaboração dos docentes e encarregados de educação envolvidos e felicita todos os participantes. O seu desempenho foi excelente! 

cortesia de Rosa Pinelo, docente coordenadora da Biblioaescas

atualidade: ninguém quer perder os miúdos nas férias - pulseiras "Estou Aqui!"

Ir de férias com os miúdos pode ser um desafio, principalmente quando há a possibilidade de os perder de vista em locais com muitas pessoas. Seja na praia ou na cidade, a PSP quer "facilitar o reencontro" nestes casos, através do programa "Estou Aqui! Crianças", destinado a menores entre os dois e os 15 anos. E para isso basta ter uma pulseira. Saiba tudo aqui. 

O programa "Estou Aqui! Crianças", uma ideia da PSP, é destinado a menores entre os dois e os 15 anos e "pretende facilitar o reencontro da criança momentaneamente perdida com a família" de uma forma simples: através da utilização de uma pulseira.

Embora muitas crianças saibam os contactos de algum familiar, "seja pela ansiedade ou pânico quando se sentem perdidas ou, simplesmente, porque seguem as recomendações da família de não disponibilizarem informação sobre si e ou sobre a família a pessoas que não conhecem, normalmente não facultam dados que permitam rapidamente solucionar a situação". Por isso, este mecanismo ajuda a resolver a situação. E o processo é simples: "um adulto que encontre uma criança perdida só necessita de contactar o 112 e informar onde se encontra e o código da pulseira. Com esta informação, os polícias da PSP contactam de imediato a família e deslocam-se ao local onde a criança se encontra para a recolher e garantir o reencontro familiar". "A criança, ainda que saiba, não necessita de partilhar qualquer dado familiar com desconhecidos", é referido. Este programa, criado em 2012, funciona durante todo o ano e não apenas no verão.

Quantas crianças já foram apoiadas por este programa?

Desde que foi criado, o programa “Estou Aqui! Crianças” distribuiu mais de 540.500 pulseiras, das quais 57.927 em 2023 e 2.717 este ano, de acordo com os dados da PSP divulgados em março. Em 12 anos, o programa a PSP já promoveu o reencontro rápido de 53 crianças, cujo paradeiro se desconhecia momentaneamente, com as suas famílias, tendo este ano promovido “o reencontro entre uma criança autista e a sua progenitora”.

Como aderir ao "Estou Aqui! Crianças"?

As crianças entre os 2 e os 15 anos de idade "podem ser inscritas por um dos pais, tutor ou outra pessoa que se encontre responsável pela criança (inscrição nominal) ou pela pessoa responsável por um grupo de crianças (inscrição de grupo – professor ou educador, dinamizador da atividade, grupo desportivo ou campo de férias)", é explicado no site. Desta forma, "a pessoa que procede à adesão e inscrição da criança no programa tem a responsabilidade de informar outras que, legalmente, tenham igualmente dever de cuidar pela criança e direito a ter conhecimento da adesão". Por isso, "no caso das adesões de grupo é obrigatório inserir também o contacto dos pais, tutor ou responsável legal pela criança inscrita".

A inscrição da criança pode ser feita online (aqui para pedidos individuais e aqui para pedidos em grupo) e depois a pulseira tem de "ser recolhida numa esquadra da PSP". No momento da recolha os dados da criança vão ser confirmados e a polícia "associa o código alfanumérico da pulseira à criança inscrita". "Desta forma, em caso de urgência, será possível à PSP rapidamente contactar a(s) pessoa(s) responsável(is) pela criança e promover o reencontro familiar", é explicado. A PSP destaca ainda que plataforma do programa é gerida apenas pelas autoridades e que os dados pessoais são utilizados exclusivamente no contexto do "Estou Aqui! Crianças".

Como explicar a importância da pulseira às crianças?

A PSP apela a que os pais ou tutores expliquem à criança que, caso se desoriente e não reconheça ninguém à sua volta, deve permanecer no local onde se encontra. “Se visualizar um polícia deve dirigir-se a ele de imediato e pedir ajuda”, recomenda, salientando que, “caso alguém se dirija à criança, esta deve saber que pode mostrar a sua pulseira” e pedir que liguem para o 112 e indiquem o código alfanumérico que lá está inscrito.

Uma criança com menos de dois anos pode ter a pulseira?

Segundo a informação disponibilizada, "podem ser facultadas, excecionalmente, pulseiras para crianças de idade inferior a dois anos se estas forem, comprovadamente, capazes de andar sozinhas".

E há menores com mais de 15 anos. Ainda podem aderir?

Qualquer pessoa a partir dos 15 anos pode continuar a usufruir deste apoio da PSP. Para isso, só tem de completar a inscrição no programa "Estou Aqui! Adultos".

Há custos para aderir ao programa?

Não. Este programa, tanto para crianças como para adultos, "é absolutamente gratuito para todos os cidadãos". Assim, não tem "custos de adesão, manutenção, reinscrição ou qualquer outro".

A pulseira fica ativa durante quanto tempo?

O programa tem duração anual, ou seja, a pulseira fica ativa entre 1 de janeiro e 31 de dezembro. Depois disso, é necessário fazer novo pedido através do site.

Uma criança que viva noutro país pode ter esta pulseira se estiver de férias em Portugal?

Sim. As pulseiras são válidas em todo o país e podem ser solicitadas tanto para crianças residentes em Portugal como não residentes, por exemplo crianças que se deslocam em férias.

E se a meio das férias a pulseira se estragar?

Em caso de perda ou deterioração da pulseira ou se o código alfanumérico se tornar ilegível, os pais ou tutores podem solicitar a sua substituição no site oficial do programa, diz a PSP. Fonte: Sapo

atualidade: população residente em Portugal ultrapassou 10,6 milhões

O acréscimo populacional de cerca de 123 mil pessoas resultou de um saldo migratório de 155.701 pessoas, compensando o saldo natural negativo de -32.596.

A população residente em Portugal aumentou em 2023, pelo quinto ano consecutivo, ultrapassando 10,6 milhões, anunciou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Em 31 de dezembro, a população residente no país foi estimada em 10.639.726 pessoas, mais 123.105 do que em 2022.

“O acréscimo populacional resultou de um saldo migratório de 155.701 pessoas (136.144 em 2022), que compensou o saldo natural negativo, de -32.596 (-40.640 em 2022)”, de acordo com o INE.

Em 2023, em consequência do aumento da natalidade, o número médio de filhos por mulher em idade fértil aumentou para 1,44 filhos, contra 1,42 em 2022. O envelhecimento demográfico em Portugal “continuou a acentuar-se”, notou o Instituto, segundo o qual, no ano passado, o índice de envelhecimento, que compara a população com 65 e mais anos com a população dos zero aos 14 anos, atingiu o valor de 188,1 idosos por cada 100 jovens (184,4 em 2022).

“A idade mediana da população residente em Portugal, que corresponde à idade que divide a população em dois grupos de igual dimensão, passou de 46,9 anos em 2022 para 47,1 anos em 2023“, referiu o INE, ao divulgar as estimativas da população residente. Do total de residentes no país no final do ano passado, 5.083.568 eram homens e 5.556 158 mulheres. O aumento de 123.105 pessoas relativamente a 2022 representa uma taxa de crescimento efetivo 1,16%, face a 0,91% em 2022, segundo a mesma fonte. Fonte: Sapo

saúde: cerca de 20% dos portugueses tem uma doença mental e ‘epidemia’ preocupa seguradoras

Portugal é o quinto país da União Europeia com maior prevalência de doenças mentais: cerca de 20% da população portuguesa tem uma doença mental e 50% ou já teve ou virá a ter. 


De acordo com o ‘Jornal de Notícias’ desta terça-feira, o setor dos seguros está preocupado com a ‘epidemia’ mental, sendo que os seguros de saúde cresceram 400 mil novos clientes este ano, num total de 3,7 milhões de utentes. De acordo com o presidente da APS, a subida de 10% ao ano “explica-se pelos problemas no acesso ao Serviço Nacional de Saúde”.

A saúde mental vai custar ao mundo cerca de 6 triliões de dólares em perda de produtividade em 2030, segundo avança o ‘The Geneve Association’, apresentados há dias em Lisboa no Encontro Internacional de Resseguros. Atualmente, já são pagos 15 mil milhões de dólares anuais em indemnizações de seguros de invalidez relacionados com a saúde mental, de acordo com o think tank.

Os novos seguros de saúde são uma das áreas que mais cresce em Portugal. “O ramo tem crescido em torno dos 10% ao ano nos últimos anos, numa tendência que já vinha de trás, mas que se intensificou, sobretudo, a partir de 2018”, refere José Galamba de Oliveira, responsável pela Associação Portuguesa de Seguradores.

A explicação? “As dificuldades de acesso ao SNS”, aponta. “Se antes, a adesão se devia mais ao facto de as pessoas procurarem mais liberdade de escolha, agora é cada vez mais por necessidade efetiva de garantir diagnósticos, tratamentos ou cirurgias atempadamente.” A tendência é cada vez mais evidente, indica, pois “nos inquéritos às empresas, o seguro de saúde é a ‘regalia’ que os trabalhadores mais valorizam”.

Em 2023, o número de portugueses com seguros de saúde fixava-se em 3,3 milhões de pessoas, “mas as estimativas apontam que até ao fim do ano o universo de pessoas com estes produtos chegue aos 3,7 milhões”. A saúde já é, no entanto, o segundo ramo mais importante do setor, a seguir ao automóvel, valendo qualquer coisa como 1,2 mil milhões de euros anuais em prémios.

O Serviço Nacional de Saúde representa mais de 24 mil milhões de euros, enquanto aquilo que os portugueses gastam do seu bolso em saúde, incluindo farmácia, ronda os 7 mil milhões de euros. É, de resto, das percentagens mais altas da União Europeia, o que coloca Portugal entre os países europeus com maior desproteção financeira no acesso à saúde, conclui um estudo do Observatório da Despesa em Saúde. Fonte: Sapo 

atualidade: governo aprova despesa de 24 milhões para licenças digitais de manuais escolares

Estão englobados todos os alunos do ensino público abrangidos pela medida de gratuitidade dos manuais escolares.

O Conselho de Ministros autorizou a realização da despesa relativa à aquisição de licenças digitais de manuais, no ano letivo de 2023-2024, distribuídas a todos os alunos do ensino público abrangidos pela medida de gratuitidade dos manuais escolares, até ao montante global de 24,2 milhões de euros.

“O desenvolvimento das competências digitais em todos os níveis de ensino é um objetivo prioritário do XXIV Governo Constitucional. O acesso a manuais escolares digitais por alunos e professores é uma condição necessária para o desenvolvimento dessas competências e para a promoção da igualdade de oportunidades de acesso a uma educação de qualidade”, lê-se na resolução, que entra em vigor esta segunda-feira.

Os encargos financeiros resultantes da presente resolução são satisfeitos por verbas inscritas no orçamento, para 2024, do Instituto de Gestão Financeira da Educação.

O Ministério da Educação decidiu levar a cabo um projeto de substituição de manuais em papel por livros digitais, que começou de forma gradual em 2020/2021. O projeto dos manuais digitais arrancou em dez escolas escolas em diferentes contextos geográficos.

No entanto, a decisão de trocar os livros por manuais digitais não agrada a alguns pais e professores que fizeram uma petição a pedir o regresso dos manuais em papel. O abaixo-assinado defendia que os livros em papel são “recursos mais saudáveis e eficazes para todas as crianças”, lembrando que as crianças e adolescentes já passam tempo excessivo em frente a ecrãs, com consequências negativas para a sua saúde. Fonte: Sapo

exames ensino secundário: dia 20 de junho

 

quarta-feira, 19 de junho de 2024

meteorologia: OMS alerta para os perigos do calor extremo que se espera na Europa este verão

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta, esta terça-feira, que as temperaturas “vão subir” este verão por toda a Europa: para aumentar a sensibilização para os perigos do calor extremo e oferecer orientações simples de como se manter seguro, a OMS Europa lançou a sua campanha anual ‘#KeepCool’.


No foco da OMS estão alguns dos principais eventos de massa do Velho Continente: os Jogos Olímpicos em Paris ou o Campeonato da Europa de futebol, na Alemanha, além dos Jogos Paraolímpicos, agendados para 28 de agosto e 8 de setembro, também na capital francesa.

Além de todos os eventos e festivais habituais que acontecem durante os meses de verão, estes eventos atrairão multidões ainda maiores de espectadores. “Todos podemos proteger-se seguindo o simples conselho de ‘#KeepCool’, bem como algumas considerações específicas durante a viagem”, destaca a OMS.

Entre as principais recomendações estão ficar longe do calor, evitar sair nas horas mais quentes do dia e manter a casa fresca, aproveitar o ar noturno para refrescar a casa e usar persianas: por último, desligar o máximo de aparelhos elétricos que possível. Foi também lembrada a importância de se manterem hidratados, evitar bebidas açucaradas, alcoólicas ou com cafeína devido ao seu efeito desidratante no corpo e usar roupas leves – por último, ligar a familiares, amigos e vizinhos que passam “muito tempo sozinhos”.

Para os turistas, a OMS recomenda comer alimentos leves nos dias quentes, optando por várias pequenas refeições ao longo do dia; use proteção solar, chapéus e óculos de sol; planeie o seu dia ao agendar os eventos, passeios e excursões nas manhãs ou tardes mais frias e verifique a sua medicação quanto à tolerância ao calor.

Nos últimos 20 anos, houve um aumento de 30% na mortalidade relacionada com o calor, e estima-se que este aumento tenha ocorrido em quase todos os países da Região Europeia da OMS onde é realizado um acompanhamento. Da mesma forma, o stress térmico é a principal causa de morte relacionada com o clima na Região Europeia da OMS. “É importante que todos estejamos conscientes dos riscos do calor extremo e de como proteger a nossa saúde para podermos desfrutar dos eventos desportivos e festivais que irão decorrer nos próximos meses”, afirmaram.  Fonte: Sapo