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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Dia Internacional da Reciclagem


As imagens  que nos chegam, quase diariamente, alertam-nos para o facto da saúde do planeta estar em risco.  São as alterações climáticas, a praga dos plásticos que se espalham pelos oceanos, as enormes lixeiras a "céu aberto", as espécies animais e vegetais em risco de extinção e muito mais. 

Não existe um planeta B.

O que já fizeste para manter o que tens?

A propósito, hoje é o Dia Internacional da Reciclagem instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O CRESCER sugere que em tua casa dês o teu contributo para melhorares a saúde do planeta, efetuando a separação do lixo. Procura a aplicação “Wasteapp” lançada pela Quercus que te ajudará na gestão dos resíduos domésticos.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

depois dos Dias da Dança, os dias do teatro: chegou o 42.º FITEI

Nelson Garrido

O Porto entra esta quarta-feira na sua quarta semana consecutiva de festival, para já sem quebras de público. O Brasil continua em foco, mas também há espectáculos portugueses, argentinos e uruguaios para ver até dia 25.
Às 19h desta quarta-feira, quando a Nova Companhia de Martim Pedroso estrear no Salão Nobre do Palácio do Bolhão a sua História Ilustrada do Teatro Português, a 42.ª edição do FITEI – Festival Internacional de Teatro e Expressão Ibérica (FITEI) já irá a meio. Mas após duas semanas em que o palco desta joint-venture que agregou os dois principais eventos de artes performativas da cidade foi todo do Festival DDD – Dias da Dança, e ainda uma semana intermédia de transição, a Semana +, que atraiu ao Porto um inédito contingente de mais de 80 programadores estrangeiros, o FITEI é agora o centro das atenções. @ PÚBLICO

quarta-feira, 15 de maio de 2019

alunos portugueses conquistam medalhas de prata nas Olimpíadas da Ciência da UE

A participação portuguesa na mais recente edição da EUSO (Olimpíadas da Ciência da União Europeia) garantiu ao país duas medalhas de prata, distinguindo os jovens talentos nas áreas da Biologia, Química e Física. 


Foi a primeira vez que Portugal recebeu a competição, com a edição deste ano a decorrer na Faculdade de CIências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em Almada. Entre os dias 4 e 11 de maio, foram 150 os alunos, com menos de 16 anos, a participar na Olimpíada, oriundos de 24 países. As duas medalhas de ouro foram atribuídas à Alemanha.
Não é a primeira vez que Portugal conquista medalhas no evento. Na edição de 2018 das Olimpíadas, Portugal já tinha arrecadado medalhas de ouro, tal como aconteceu na edição de 2016.
A preparação desta operação exigiu a intervenção de duas centenas de profissionais (professores e técnicos) ao longo de um ano, o que contribuiu para o grande êxito do resultado: o país fortaleceu a sua capacidade e imagem de envolvimento na arena internacional da ciência, da tecnologia e da inovação. Todos os participantes internacionais (estudantes e mentores) foram unânimes no reconhecimento da forma exemplar como tudo foi planeado e organizado – foram vários os estudantes a quem ouvimos dizer que tinha sido a melhor semana das suas vidas”, afirma o diretor da FCT NOVA, Virgílio Cruz Machado, em comunicado. 
Estas Olimpíadas são compostas por duas provas, sendo que cada uma tem um mínimo de três tarefas, que decorrem ao longo dos dois dias de evento. O primeiro ano destas Olimpíadas foi em 2003, em Dublin, na Irlanda.  @ DN

terça-feira, 14 de maio de 2019

prepare-se: temperaturas vão descer drasticamente

Este fim de semana ficou marcado pela subida repentina das temperaturas: hoje, em Lisboa, os termómetros chegaram aos 34º C, no Porto aos 29º C. Mas tal como subiram muito, também vão descer muito. 


Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), no próximo fim de semana, as temperaturas vão ser consideravelmente mais baixas. Em Lisboa, por exemplo, os termómetros não vão passar os 20º C e o céu vai estar bastante nublado, com possibilidade de chuva.
O mesmo cenário está previsto para o resto do país, com aguaceiros por todo o território a partir de sexta-feira. O Algarve será a zona mais quente, com as temperaturas a rondarem os 23º C durante o fim de semana. @ SAPO                                                                  

segunda-feira, 13 de maio de 2019

atividade dos JPS de Águas Santas




Na última sexta-feira, no auditório da escola, o 11º J dinamizou mais uma atividade integrada no Projeto de Jovens Promotores de Saúde (JPS). Esta atividade foi apresentada à turma do 9ºI, vencedora do concurso de individuais de tabuleiro, desenvolvido nas aulas de Ciências Naturais sobre a temática do HPV. Foi feita uma apresentação de todas as atividades que os JPS dinamizaram este ano letivo. Os presentes assistiram ainda a um sarau de danças urbanas e à presença da bonita voz da nossa antiga aluna Mariana Guerra. Um especial agradecimento à Mariana Guerra pela sua colaboração no projeto e pelo seu donativo, que reverteu a favor da LPCC (Liga Potuguesa Contra o Cancro).
Os trabalhos desenvolvidos encontram-se em exposição na escola.
                                                                                                            cortesia de Cristina Matos (cartaz e texto)

transferências de energia e ecossistemas na nossa escola

Da teoria à prática!
Depois de aprenderem como se processa a transferência de energia nos ecossistemas, os alunos de 8ºAno, em Oficina Ciências Naturais, construíram, eles próprios, as mais variadas cadeias e teias alimentares. O resultado foi surpreendente!                                                                                                                                                                                                                         cortesia de Isabel Loureiro 



O início é o Sol. 

O Sol que torna a Terra amena e que, com a sua luz, faz crescer as plantas. 

As plantas alimentam os insetos que, por sua vez, são presas dos sapos. Estes últimos são o sustento dos pássaros que são comidos pelos falcões. 

Esta sucessão denomina-se cadeia alimentar. Em cada etapa da cadeia há perda de energia. Valha-nos o Sol que, como é fonte inesgotável, impede o fim deste processo. 
Mas, as plantas também alimentam a lebre que é presa da coruja e, esta última, o é da águia. Também, o pequeno musaranho, comedor de plantas, é presa da coruja e, esta, como está escrito em cima, é presa da águia. A lebre também é presa da raposa que é capturada pela águia. 
A este entrelaçado de cadeias alimentares chamamos teia alimentar e, claro, em cada etapa há perda de energia. 
Fecha-se os ciclos com os decompositores que transformam os restos dos animais em alimento das plantas. 
Algumas ideias mais estão implícitas na exposição de trabalhos dos nossos alunos dos oitavos anos com o tema, transferências de energia nos ecossistemas.




Se gostas de ter motivos de te interrogar e pensares em novos assuntos encontras por lá bons motivos para isso. E, se não encontrares respostas, é uma boa razão para colocares essa pergunta a uma professora de Ciências Naturais.

E tu? Não poderás ser, também, um elo de uma outra cadeia na Terra?


                          cortesia de Sérgio Viana

                                                                                                                  

sexta-feira, 10 de maio de 2019

"Questões em torno da adolescência – um apontamento para pais”


"Questões em torno da adolescência – um apontamento para pais”-  é o mote para um encontro com pais e encarregados de educação, no dia 16 de maio de 2019, dinamizado pelo Gabinete de Acompanhamento e Aconselhamento Psicológico e Pedagógico (GAAPP), da responsabilidade do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal da Maia.
A sessão terá lugar na escola sede deste agrupamento às 18h45m no auditório ou anfiteatro.

o que por cá se faz... no Departamento das Ciências Sociais e Humanas

Os professores do Departamento das Ciências Sociais e Humanas também receberam os pais e encarregados de educação dos alunos do 9º ano de escolaridade, os quais tiveram a oportunidade de ver os variadíssimos trabalhos elaborados pelos nossos alunos no âmbito de PROJETO +.



Ainda foram sensibilizados para a importância da frequência das aulas de E.M.R.C. e a sessão de esclarecimento terminou com a divulgação das disciplinas que fazem parte do currículo dos cursos deste departamento, do ensino regular, profissional e Cursos de Educação e Formação (CEF).    

(post editado às 17h10m)

E de Moutidos também chegou...

... o "Moutidos News"!




                                                                                                                                                             cortesia de Ricardo Mazzei

olh' ó "Jornal da Tarde"!

E de Moutidos chegou o "Jornal da Tarde".


                                                                                                                               cortesia de Ricardo Mazzei

quinta-feira, 9 de maio de 2019

o que por cá se faz... nas Artes

Os vários grupos disciplinares têm vindo a receber os pais e encarregados de educação dos alunos do 9.º ano de escolaridade. Os professores de Artes Visuais promoveram o seu trabalho: guiaram os visitantes através das salas de aula e do espaço do átrio do pavilhão A2, que foi preparado com especial cuidado. 
foto editada do blogartes
Desde trabalhos atuais até outros mais antigos e preservados, foi possível passar a mensagem d' «o que por cá se faz», nesta "escola colorida".

quarta-feira, 8 de maio de 2019

matemática, computadores e intuição

O matemático russo, Edward Frenkel, a viver nos Estados Unidos, corre o mundo para revelar como a Matemática está a invadir as nossas vidas e está por trás de tudo. Até da crise económica.

Os computadores conseguirão substituir-nos em quase tudo? 

O responsável pela investigação e desenvolvimento da Inteligência Artificial na Google, Raymond Kurzweil, disse publicamente que em 2045 todos vamos poder fazer upload dos nossos cérebros para a cloud. Ele vive obcecado com essa ideia e tem todos os recursos da Google à disposição para trabalhar nisso e ninguém o confronta, ninguém sequer questiona. Mas isso é uma falácia. Um cérebro não é só um conjunto de neurónios. Há uma energia que está em movimento, não está localizada num ponto. Não é possível agarrar num humano e transformá-lo numa máquina. É como tentar captar a essência de um ser humano através de uma fotografia. Até mesmo na Matemática, há um elemento de imprevisibilidade, de espontaneidade, de pureza que transcende qualquer computador. Nenhuma descoberta matemática assenta apenas no pensamento racional. Há sempre uma outra parte — podemos chamar-lhe inspiração, insight, intuição, instinto que só existe em nós e que nenhuma máquina poderá reproduzir. (entrevista na íntegra aqui)

terça-feira, 7 de maio de 2019

ao largo da costa portuguesa pode estar a surgir uma fonte de sismos violentos

Geólogos ainda procuram na costa portuguesa a origem do sismo de 1755.

foto: Google Maps

A procura pela resolução do enigma da fonte do terramoto de 1755 levou um investigador português a confirmar uma anomalia na crosta terrestre ao largo da costa portuguesa que pode explicar por que ocorrem sismos violentos numa zona aparentemente calma.
João Duarte, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, disse à agência Lusa que, a confirmar-se, a descoberta muda a percepção sobre o risco sísmico ao largo da costa portuguesa, que vem de uma zona chamada “planície abissal da Ferradura”, situada a 250 quilómetros a sudoeste do cabo de São Vicente.
“É o local de início de um processo de subducção, em que uma placa cai por baixo ou se descasca”, conhecido nas margens do oceano Pacífico e em zonas de grande actividade sísmica, como o Japão, disse o investigador do Departamento de Geologia.
A investigação que mereceu agora destaque na revista de divulgação científica National Geographic, estando ainda por publicar como estudo numa revista científica, começou por querer “localizar a fonte do sismo de 1755, que sempre foi um enigma, porque há 250 anos não havia registos”. Esta hipótese já tinha tido sido publicada num artigo científico em 2013 na revista Geology, também por João Duarte e colegas, e noticiada
O sismo de 1969 já foi registado por sismógrafos, ocorreu numa zona plana do fundo do mar, longe da falha tectónica, a zona instável onde se unem as placas rochosas da crosta terrestre, que fica no meio do oceano Atlântico.
Com a investigadora Chiara Chiviero, também da Universidade de Lisboa, foram compilados todos os registos sismográficos para a zona da anomalia, incluindo dados recolhidos no fundo do oceano durante 11 meses em 2007, e com o investigador Nicolas Riehl, da Universidade de Mainz, na Alemanha, foi criado um modelo computorizado que confirma a hipótese de subducção.
“Não é possível dizer que vai haver mais sismos porque este é um processo absolutamente lento, demora 10 a 20 milhões de anos”, afirmou João Duarte, defendendo que com esta hipótese se percebe melhor como é que uma zona aparentemente calma do leito oceânico é capaz de gerar sismos tão fortes como o de 1755, que devastou Lisboa e parte da costa.
João Duarte frisou que a descoberta, só por si, nada tem que ver com a capacidade de prever sismos de grande dimensão, que são irregulares e cuja ciclicidade é apenas estatística. A regularidade dos sismos é “um mito urbano”, considerou.
Considera-se actualmente que um sismo na costa portuguesa na ordem dos 8,5 a 9 graus de magnitude, como o de 1755, se repete “entre mil a dois mil anos”, mas este número pode não significar nada se os sismos de grande dimensão se sucederem em períodos mais curtos de tempo, como é comum, “não se sabe bem porquê”.
Além disso, um sismo de magnitude seis, estatisticamente mais frequente, mais perto da costa ou debaixo de uma cidade pode ter efeitos ainda devastadores, indicou. @ PÚBLICO

segunda-feira, 6 de maio de 2019

cerimónia de entrega de prémios

No dia 3 de maio realizou-se a cerimónia de entrega de prémios de atividades realizadas no âmbito da Biblioteca Escolar e das disciplinas de Português e Francês.
Na presença de elementos da Direção, professores e familiares dos alunos, as irmãs Francisca e Matilde Magalhães deram início ao espetáculo.
 Foram entregues certicados e prémios  aos alunos que mais se destacaram nas diferentes atividades e projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo.
A sessão foi abrilhantada com a atuação do Clube de LeituraS que homenageou Sophia de Mello Breyner Andresen, através da declamação de excertos da sua obra poética, por vezes musicada com João Sortes à guitarra e Daniela Barbosa à viola. 
Ana Margarida Silva, ao som da melodia "Meditação de Thaïs", leu com emoção "a mais bela carta de amor" de sua autoria.
O Grupo de Teatro QCENA  apresentou dois belos momentos  da peça "Viagens, Viageiros e Viajantes".
O espetáculo foi encerrado com um momento musical em que Daniela Barbosa interpretou de forma entusiástica a canção de Michel Sardou "Je vole".



Parabéns a todos os alunos premiados e a todos os envolvidos, alunos e professores, nestas atividades e projetos.                                                                                         
                                                                                                                                 cortesia de Rosa Pinelo e Maria João Cabral                                          

sexta-feira, 3 de maio de 2019

o que por cá se faz... em Português e Francês




A escola tem recebido ao longo desta semana os pais e encarregados de educação dos alunos do 9º ano com a finalidade de fazer a divulgação da oferta formativa para o ano letivo de 2019/2020 e proporcionar uma visita acompanhada às instalações escolares.









Os professores de Português e Francês prepararam essa receção, decorando a
sala contígua à Biblioteca com a intenção de divulgar os vários projetos / atividades dinamizados pelos professores destas disciplinas, nomeadamente, o Clube de LeituraS, o Clube de Francês, o DELF, o Jornal Crescer e o Clube de T
eatro QCena.














Uma salinha pequena para tanto trabalho! Muita vontade de fazer mais e melhor.



Coimbra tem muito encanto

Nos dias 26 e 29 de abril, todas as turma do 9º ano realizaram uma visita de estudo a Coimbra, no âmbito das disciplinas de Ciências Físico–Química e de História.
exploratório

Na parte da manhã visitaram o Exploratório, um espaço de ciência viva, onde os alunos entram em contacto com as inovações científicas mais atuais e onde, também, podem interagir. Os alunos divertiram-se muito fazendo as suas próprias experiências e reproduzindo obras expostas, na área da mecânica.
guincho de  Brunelleschi


Também puderam testemunhar como grandes construções do passado foram erigidas com a ajuda dos mecanismos apresentados. Destaca-se, por exemplo, o guincho ligeiro acionado por quatro homens através de duas alavancas, concebido por Brunelleschi (1377-1446) e usado no transporte de materiais durante a construção da lanterna da famosa cúpula da catedral de Florença, na primeira metade do século XV. 
cúpula da catedral de Florença

A exposição do corpo humano, também interativa, suscitou grande interesse nos alunos (foto) O corpo humano como não estamos habituados a ver e analisar.  
Uma feliz ligação entre Educação, Arte e Ciência!   
exposição do corpo humano
Seguiu-se o almoço no parque das Merendas, nas imediações do Exploratório, onde alunos e professoras passearam junto do rio Mondego tendo a cidade como pano de fundo.

a cidade de Coimbra

figueira
sequóia
De tarde, visitou-se a Quinta das Lágrimas, situada na margem esquerda do Rio Mondego. O local, referido como o cenário do romance proibido de D. Pedro e Inês de Castro, destaca-se pelos seus espaços verdes onde predominam espécies exóticas, como bambus, uma impressionante figueira australiana e uma sequóia, entre muitas outras. 

 Sendo pouco provável que o romance de Pedro e Inês tenha ocorrido neste espaço, os jardins conservam locais que a tradição lhes associa:  A Fonte dos Amores e a Fonte das Lágrimas, 

Fonte das Lágrimas
esta última designada por Camões, de onde deriva um canal que, de acordo com a lenda, transportava as cartas de amor entre a quinta e o Paço Real. Entre a realidade e a ficção, os jardins da Quinta das Lágrimas mantém uma atmosfera romântica que vale a pena sentir…
Finalmente, na hora do lanche, alunos e professoras, passearam por algumas zonas do núcleo histórico da Universidade de Coimbra, a primeira do universo português e das mais antigas da Europa e que celebrou, em 2015, os seus 725 anos. É desde 2013 Património Mundial da UNESCO.        
Universidade de Coimbra
Por fim, o regresso e a sensação de que “Coimbra tem mais encanto na hora da despedida".

                                                                                            cortesia de Cristina Silva, Helena Matos e Eva Freitas

quinta-feira, 2 de maio de 2019

mais de 2 mil alimentos à venda vão ter menos sal, açúcar e gordura má

A DGS assina esta quinta-feira protocolos com a indústria alimentar para tornar mais saudáveis produtos que os portugueses consomem todos os dias como iogurtes, pão, cereais e sumos.


O processo vai implicar a reformulação dos produtos que representam pelo menos 80% do total de vendas de cada categoria, disse ao Público a responsável pelo Programa Nacional para a Alimentação Saudável.
Iniciados em fevereiro de 2017, e previstos para junho de 2018, só esta quinta-feira vão ser assinados os protocolos negociados pela Direção-Geral da Saúde para a redução das quantidades de sal, açúcar e ácidos gordos trans nos alimentos à venda em Portugal, noticia a TSF. Entre os mais de 2 mil produtos afetados, segundo o jornal Público, estão batatas fritas, refeições prontas a consumir, cereais de pequeno-almoço, iogurtes, refrigerantes, néctares de fruta, aperitivos e pão.
As mudanças foram negociadas ao abrigo do Programa Nacional para a Alimentação Saudável, tendo o Ministério da Saúde chegado a acordo com sete associações empresariais ligadas à restauração e à produção e distribuição alimentar: Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares, Associação Nacional dos Industriais de Gelados Alimentares, Óleos, Margarinas e Derivados, Associação Nacional Comerciantes Industriais Produtos Alimentares, Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios, Associação Portuguesa de Produtores de Flocos de Cereais e Associação Portuguesa de Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas.
Conseguimos assegurar que este processo vai implicar a reformulação dos produtos que representam pelo menos 80% do total de vendas de cada categoria“, garantiu a responsável pelo Programa Nacional para a Alimentação Saudável, Maria João Gregório, ao Público. Até 2022, segundo indicou à mesma publicação, deverá haver uma redução de 10% no açúcar dos alimentos (7% nos néctares de fruta), de 10% no sal das batatas fritas e de 12% no das pizzas e dos cereais de pequeno-almoço. A quantidade de ácidos trans gordos (os que mais afetam a saúde) ficará definida em função da quantidade de gordura de um alimento: dois gramas por cada cem gramas de gordura. No caso do pão, será alargado o entendimento estabelecido com as associações de panificação (um grama de sal por cem gramas de pão).
As previsões iniciais do Governo apontavam para uma quebra de 1.825 toneladas de sal e de 13 mil toneladas de açúcar por ano (comparando o consumo de 2022 com o de 2016). Já o impacto no consumo de gordura trans “Não vai ser significativo”. A responsável pelo Programa Nacional para a Alimentação Saudável admite que provavelmente os valores não serão alcançados, mas indica que os resultados “não serão muito distantes”.  @Observador