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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

OUVIR: "Lágrimas" de Slow J

O corpo editorial do CRESCER tem vindo a pedir sugestões de músicas aos seus leitores mais jovens. Aqui fica uma sugestão vinda da Sara (ela só quer ser assim referida), para ouvir e ver. Isto tudo porque alguém dizia que a música atual portuguesa era muito má. Ela contra-argumentou e exemplificou. Obrigada, Sara.              


Um bom som para o fim de semana!

o OPE é uma oportunidade para os alunos melhorarem as suas escolas

 


O Orçamento Participativo das Escolas (OPE) constitui uma oportunidade que garante aos alunos a possibilidade de participarem no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria das escolas que frequentam e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.

Potenciando o surgimento de projetos que promovam uma participação ativa e informada dos cidadãos, o OPE tem como objetivos cimeiros fomentar o espírito de cidadania e valorizar a opinião e a capacidade argumentativa dos estudantes nos processos de decisão.

Nos próximos dois anos letivos o OPE-Inclui, tematicamente direcionado para a inclusão, configura-se como um instrumento para a promoção da solidariedade e da inclusão. As propostas devem centrar-se neste eixo de atuação ao promover o envolvimento dos alunos na experiência democrática, nos princípios da representação e da construção de projetos para o bem comum.

O OPE-Inclui faz parte do Plano de Recuperação das Aprendizagens (PRA) e consta do eixo Ensinar e Aprender, domínio 1.3 – Recursos Educativos, com ações específicas complementadas por roteiros descritivos e por webinars.

No contexto do OPE- Inclui, deverão os alunos apresentar propostas que relevem, nomeadamente, para Inclusão e Bem-estar, com ações específicas que fomentem a inclusão dos alunos mais vulneráveis tendo em vista a promoção de uma escola inclusiva e promotora de bem-estar individual e coletivo.

Para mais informações, aceda a: https://escolamais.dge.mec.pt/acoes-especificas/ope-inclui

Sobre o domínio da inclusão consulte também: https://escolamais.dge.mec.pt

Podem apresentar propostas de OPE os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e/ou do ensino secundário, que frequentem estabelecimentos públicos de ensino.

As propostas são contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, e devem referir expressamente a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação atribuída ao orçamento.

Cada proposta deve ser subscrita individualmente ou em grupo (máximo de 5 proponentes); ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes com direito de voto, através da indicação do nome, número de estudante e assinatura.

Nesta edição, tal como nas anteriores, e dando continuidade à promoção da literacia digital como uma prioridade educativa, as propostas devem ser enviadas para o email:

carmen.madureira@aescas.net

colocando no assunto do correio eletrónico: OPE: proposta.

Através de uma verba adicional aos orçamentos das escolas, o Ministério da Educação disponibiliza para o OPE um euro por cada aluno do 3.º ciclo e/ou do ensino secundário. No caso das escolas com menos de 500 alunos, o valor a atribuir será de 500 euros. A verba disponibilizada pode ser complementada por financiamentos suplementares.

 O OPE inclui as seguintes etapas:

1. Apresentação da iniciativa nas escolas: até ao final de janeiro;

2. Desenvolvimento e apresentação das propostas: até ao final de fevereiro;

3. Divulgação e debate das propostas: nos 10 dias úteis anteriores à votação;

4. Votação das propostas: 24 de março, Dia do Estudante;

5. Divulgação dos resultados: até ao final de março;

6. Planeamento da execução pela escola: até ao final de maio;

7. Execução da medida: até ao final do respetivo ano civil.

 Para mais informações, aceda a: https://opescolas.pt/

cortesia de Carmen Madureira, docente adjunta da Direção

regras para ir votar: máscara cirúrgica ou FP2, uma caneta e confinados devem ir de carro ou a pé

Eleitores têm de votar com máscara cirúrgica ou FP2. Isolados devem deslocar-se a pé ou de carro e não de transportes, táxi ou Uber.
Todos os eleitores vão ter de "utilizar máscara cirúrgica ou máscara FP2 de forma adequada, durante todo o processo eleitoral", de acordo com um parecer técnico da Direção Geral da Saúde (DGS), divulgado esta quinta-feira, sobre as regras de segurança para as eleições de 30 de janeiro.
Além disso, é recomendado aos eleitores que seja mantido o afastamento, "enquanto aguardam a sua vez para votar", bem como a desinfeção das mãos antes e depois de votar e antes de sair do local de votação, e ainda a utilização de uma caneta ou esferográfica própria.
Face à possibilidade excecional de deslocação de pessoas em confinamento obrigatório para o exercício do direito de voto de forma presencial, no dia da eleição, a DGS recomenda a estes eleitores que "a deslocação do domicílio ou local de confinamento para o local de votação e o regresso" seja realizada através do "uso de transporte individual ou deslocação a pé".
"Não se recomenda a utilização de transportes públicos coletivos e individuais de passageiros", lê-se no parecer.
A orientação divulgada pela DGS determina igualmente que os boletins de voto não terão de ficar em quarentena, como aconteceu em eleições anteriores. Assim, os votos antecipados devem ser entregues às câmaras em caixas seladas. @ Sapo

ANILUPA lança cinemateca digital com mais de 200 filmes de animação

O Centro Lúdico da Imagem Animada (CLIA) ANILUPA, uma valência da Associação de Ludotecas do Porto, apresenta a Cinemateca Digital ANILUPA, um projeto realizado com apoio do Fundo Municipal de Apoio ao Associativismo Portuense, que disponibiliza mais de 200 filmes de animação na plataforma digital www.anilupa.pt.


O evento de lançamento acontece nesta quarta-feira, decorre online, às 16,30 horas, e é dirigido a professores, educadores, animadores e outros agentes educativos e culturais. Para além da apresentação das potencialidades e do funcionamento da Cinemateca Digital, a sessão contará com um espaço da reflexão e partilha sobre cinema enquanto arte e recurso pedagógico em diversos contextos educativos.
A Cinemateca Digital reúne o património cinematográfico do Centro Lúdico da Imagem Animada ANILUPA, que resulta de mais de 30 anos de trabalho em parceria com várias instituições, entre as quais o Município do Porto, abrangendo grupos de participantes de diferentes contextos, faixas etárias e realidades socioculturais.
Os filmes realizados desde 1999, com os alunos das escolas do 1.º ciclo do Porto, no âmbito do Programa Educativo Municipal Porto de Crianças, sob orientação do CLIA/ANILUPA, enriquecem este espólio.
Com o intuito de promover a utilização deste património cinematográfico para fins educativos e culturais, a plataforma proporciona acesso gratuito às escolas e outras instituições do âmbito educativo, cultural ou social através do serviço da requisição. O catálogo de obras, também acessível para os utilizadores não registados, disponibiliza os trailers de todos os filmes, assim como as informações sobre os realizadores, as sinopses e outros dados da ficha técnica.
O Centro Lúdico da Imagem Animada Anilupa (CLIA Anilupa) é um equipamento lúdico, educativo, cultural e formativo que desenvolve um conjunto de modalidades de intervenção no âmbito da animação da imagem dirigido a instituições e população em geral.
Acesso ao evento disponível aqui
cortesia de Musikes 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

o futuro da Educação: mais robôs e menos professores de carne e osso

 A OCDE construiu quatro cenários possíveis para o futuro do ensino. E quer lançar o debate: “como será no meu sistema educativo?”. Ontem deu o pontapé de saída.   

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) publicou ontem a sexta edição do relatório Trends Shaping Education 2022 – que apresenta uma reflexão de como será o futuro da educação – começando por abordar o impacto da covid-19 no mundo, o vírus que ainda não parou de surpreender a humanidade. A publicação “destina-se a desafiar, inspirar e, acima de tudo, encorajar os leitores a perguntarem-se a si próprios: o que significam as tendências globais para o futuro do meu sistema educativo? E o que podemos nós fazer?”.
Os desafios “O futuro vai sempre surpreender-nos”, afirmou Andreas Schleicher, diretor para a Educação e Competências da OCDE num webinar que deu o pontapé de saída para a reflexão em torno do documento. “As alterações climáticas vão romper com as nossas vidas muito mais do que esta pandemia. Não sabemos o que vai acontecer amanhã, ou no dia depois, mas podemos sempre pensar nas tendências”, insistiu, deixando um alerta: apesar dos avanços das tecnologias e de uma economia mais forte, “nem todas as pessoas beneficiaram de forma igual” nestes últimos anos.
Quatro cenários diferentes 
O relatório apresenta quatro cenários futurísticos da educação, que em alguns casos podem parecer saídos de um filme de ficção científica. Ao primeiro cenário chamaram Escola Prolongada (Schooling Extended) – baseia-se numa arquitetura de educação nas salas de aula, como acontece hoje em dia, mas com algumas particularidades como a ajuda de robôs. “As escolas passam a ter um corpo docente reduzido, mas distinto e bem treinado, que continua encarregue de conceber conteúdos e atividades de aprendizagem, que podem ser depois implementados e monitorizados por robôs educativos, juntamente com outros funcionários”, explica a OCDE. 
O segundo cenário apresentado, intitulado de “Educação Subcontratada” (Education Outsourced) – apresenta uma educação que não tem por base uma sala de aula tradicional.  Seria um misto de educação em casa, com recurso às novas tecnologias, mas com uma maior participação dos pais. Aqui, os alunos podem adaptar o seu ritmo de aprendizagem com outras atividades extracurriculares. De seguida, coloca-se um cenário de Centros de aprendizagem (Learning Hubs): o modelo de espinha dorsal da educação como a conhecemos hoje mantém-se, mas já não existem notas. A aprendizagem e a curiosidade passa a ser o foco. A ideia de professor tal como a conhecemos também muda, já que toda a comunidade acaba por ser um ator de docência, sejam pais, museus, ou empresas. Mas o professor ainda existe. “Os professores com forte conhecimento pedagógico e ligações próximas a múltiplas redes são cruciais”. 
Por último, o relatório da OCDE apresenta um quarto modelo – “Aprender à Medida que se Avança (Learn as You Go) – e talvez seja o mais futurístico dos quatro. Nesta realidade, que se baseia na evolução da inteligência artificial e de todas a tecnologias do digital, a educação é possível a qualquer hora e em qualquer lugar. Os professores iram desaparecer, dando lugar a mais palestras e outras formas de partilha de conhecimento, algumas até criadas por máquinas. Claro que com o desaparecimento da escolas física como a conhecemos, os Governos teriam de assegurar o acolhimento de algumas crianças: “Com base em sistemas de vigilância, infraestruturas interativas conectadas digitalmente, como parques infantis inteligentes, podem agora cuidar das crianças, propondo atividades de aprendizagem e fomentando comportamentos para a satisfação de determinados objetivos”, como por exemplo, estilos de vida saudáveis, refere o relatório. @ Sapo

o Cavaleiro da Dinamarca viajou até à Biblioteca

Os alunos do 8.ºI recriaram o Cavaleiro da Dinamarca, na disciplina de Educação Visual, a partir de  técnicas de geometria plana.

Os seus trabalhos podem ser apreciados na Biblioteca.








cortesia de Rosa Pinelo, docente coordenadora da  BIBLIO@ESC@S

postais premiados no Concurso "Postais de Natal em francês"

E os vencedores são:

Martim Ribeiro, n.º 15, 8.ºK
Rafael Andrade, n.º 21, 7.ºB
Lara Carvalho, n.º 14, 7.º A

Martim Ribeiro, n.º 15, 8.ºK

Rafael Andrade, n.º 21, 7.ºB

Lara Carvalho, n.º 14, 7.º A

Muitos parabéns a todos os participantes!                                      

cortesia de Rosa Pinelo, docente coordenadora da BIBLIO@ESC@S

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

centros comerciais no Algarve e Matosinhos voltam a ter rastreios de saúde gratuitos em 2022


 Os centros comerciais MAR Shopping Algarve e MAR Shopping Matosinhos estão a disponibilizar todos os meses rastreios de saúde e relaxamento gratuitos com o objetivo de sensibilizar as comunidades em que estão inseridos para a importância da deteção precoce de indicadores de saúde que careçam de acompanhamento médico, bem como aconselhar para boas práticas em matérias de saúde e bem-estar.
Em janeiro, o MAR Shopping Algarve recebe uma ação de despiste cutâneo, com a prevenção do cancro da pele como objetivo, e o MAR Shopping Matosinhos disponibilizará um rastreio visual.
Os rastreios continuarão a realizar-se no próximo ano todos os meses nos centros MAR Shopping Algarve e MAR Shopping Matosinhos. As ações de sensibilização de janeiro terão lugar no fim de semana de janeiro, dias 29 e 30, entre as 11h00 e as 19h00.
No MAR Shopping Algarve, os visitantes poderão aceder à iniciativa junto à Farmácia e Clínica HPA (piso 0) e, no MAR Shopping Matosinhos, no piso -1 (junto à Re-food). O acesso funcionará por ordem de chegada.
Os visitantes poderão ter acesso à agenda detalhada dos dois centros no seu website oficial.
O MAR Shopping Matosinhos receberá um rastreio visual, organizado pela Opticalia Premium, reforçando-se a importância do rastreio optométrico que ajuda a identificar o estado da saúde visual de forma a despistar eventuais problemas oculares maiores e ainda seguir a tensão ocular e o estado da visão, um dos sentidos mais importantes do corpo humano, muitas vezes com patologias avançadas e de difícil reversão.
A cultura dos rastreios está cada vez mais presente na sociedade que se familiariza com a importância da prevenção precoce enquanto “agente” de saúde. Os rastreios permitem uma ajuda a pessoas assintomáticas e faz com que a evolução dos estados de saúde seja mais controlada. @ Sapo

Parlamento dos Jovens

O Programa “O Parlamento dos Jovens” está a ser desenvolvido na nossa escola, podendo culminar com uma Sessão na Assembleia da República.


Este ano vamos poder participar no Parlamento Jovem Básico com o tema “Que estratégias para combater a desinformação?” e no Parlamento Jovem Secundário com o tema “O impacto da desinformação na democracia.”

O Regimento do Programa é elaborado com base no Regimento da Assembleia da República. É composto por Disposições Gerais, Regulamento Eleitoral, Regulamento da Sessão Escolar, Regulamento da Sessão Distrital/Regional, Regulamento das Comissões e Regulamento da Sessão Nacional. Estes documentos podem ser consultados no site  http://www.jovens.parlamento.pt/.

Resumindo, para poderes ir à Sessão Nacional na Assembleia da República vais ter que ser eleito pelos teus colegas em três etapas diferentes. Dá algum trabalho ser eleito deputado! Mas é bom!... Na Sessão Nacional, só participam cerca de 120 jovens, que vão estar a representar todo o país.

Quais são as etapas para ser eleito deputado à Sessão Nacional?

  1.ª Precisas de ser eleito para a Sessão Escolar – isso é fundamental –, tens de ser um legítimo representante da tua escola.

  2.ª Nessa Sessão Escolar tens de convencer os teus colegas de que sabes defender as tuas ideias e as recomendações aprovadas na escola, para que eles te elejam para a Sessão Distrital/Regional.

 3.ª Nas Sessões Distritais/Regionais vão ser eleitas, pelos jovens deputados, as escolas que, posteriormente, vão representar o distrito ou a região autónoma na Sessão Nacional.

Regista as seguintes datas.


Básico e Secundário

Data limite de entrega de listas

20-01-2022

Campanha eleitoral

21-01 a 25-01-2022

As eleições

27-01-2022

Sessão escolar

31-01-2022 

 

As listas de deputados e as recomendações devem ser entregues à Professora Carmen Madureira e/ou ao Professor David Neves para os endereços eletrónicos:

carmen.madureira@aescas.net

david.neves@aescas.net

                                                                                                                                                                                                           Participa!

cortesia de Carmen Madureira, docente adjunta da Direção

19 de janeiro/ testagem à COVID 19 para docentes e não docentes/atualização do horário


A todo o pessoal docente e não docente.

Relativamente ao assunto em epígrafe, informa-se que a testagem ocorrerá, nas instalações da escola sede, na próxima 4ª feira, 19 de janeiro, com um novo horário.
Assim, a testagem terá lugar entre as 10:30 e as 16:00.

Cumprimentos.

O Diretor,
Manuel Carneiro Ferreira

*post editado

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Ary dos Santos partiu há 38 anos

 


José Carlos Pereira Ary dos Santos foi um poeta e declamador português. Ficou na História da música portuguesa por ter escrito poemas de 4 canções vencedoras do Festival Eurovisão da Canção.

Nasceu a 07 Dezembro 1937 (Lisboa)
Morreu em 18 Janeiro 1984 (Lisboa)


Mas a sua obra é extensa e a sua voz ímpar.
Será tudo o que disserem, mas "poeta castrado, não"!



Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegar a poesia
quando ela nos envenena.

Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:

Da fome já não se fala
- é tão vulgar que nos cansa -
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?

Do frio não reza a história
- a morte é branda e letal -
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?

E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
- Um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
- Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia!

Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!

sexta extinção em massa está em curso: planeta já perdeu até 13% das espécies

 

A sexta extinção em massa da biodiversidade do planeta está em curso, de acordo com um novo estudo que confirma alertas anteriores de que as espécies da Terra estão a morrer em ritmo acelerado nos últimos séculos, avança o ‘Independent’.
Até agora, o planeta passou por cinco grandes eventos de extinção marcados pela perda de biodiversidade em massa devido a fenómenos naturais extremos. Mas o atual é inteiramente causado por atividades humanas, segundo o estudo.
Até agora, o planeta passou por cinco grandes eventos de extinção marcados pela perda de biodiversidade em massa devido a fenómenos naturais extremos. Mas o atual é inteiramente causado por atividades humanas, segundo o estudo. Embora os registos oficiais sugiram que cerca de 900 espécies estão extintas, os investigadores disseram que o verdadeiro número de mortes excede em muito a taxa normal de extinções no planeta, estimando que entre 150 mil a 260 mil dos quase dois milhões de espécies conhecidas já tenham sido extintas desde por volta do ano 1500.
“Taxas de extinção de espécies a subir drasticamente e um abundante declínio de muitas populações de animais e plantas estão bem documentados, mas alguns negam que esses fenómenos representem uma extinção em massa”, disse Robert Cowie, principal autor do estudo da Universidade do Havaí em Manoa.
Segundo a equipa de investigação, essa negação deve-se a uma visão tendenciosa da crise que se desenrola, que se concentra apenas em mamíferos e aves, ignorando a taxa de mortalidade de invertebrados, que constituem cerca de 95% das espécies animais conhecidas. @ Sapo

triagem Covid da linha SNS24 vai poder ser feita na internet

 A linha SNS24 vai passar a funcionar simultaneamente a partir da linha telefónica e da internet. A triagem online será apenas para infetados com Covid-19 que não precisem de observação médica.


Por causa do elevado volume de chamadas relacionado com a Covid-19, a linha SNS24 vai passar a funcionar também na internet. Os infetados que não precisem de observação médica vão passar a poder responder a um formulário de triagem online, para acederem depois aos documentos de baixa de isolamento ou de doença.

A notícia foi avançada pela CNN Portugal. “Nós estamos agora em vias de disponibilizar outras soluções digitais em que os apoios de sistemas online serão usados quase de uma forma mista com a linha telefónica e o sistema digital, exatamente para tentar garantir um atendimento de qualidade em períodos de elevadíssimo pico“, disse o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, Luís Goes Pinheiro, em declarações ao canal televisivo.

O novo formato, que se espera que entre em funcionamento já esta semana, vai estar articulado com a linha telefónica SNS24 caso seja necessário o utente falar com um profissional de saúde. @ Sapo

prepare os agasalhos: semana vai ser fria, mas não está prevista chuva

Pelo menos até sábado, 22 de janeiro, o tempo deverá continuar a ser seco em Portugal Continental. As previsões são do IPMA e apontam ainda para temperaturas negativas em várias regiões do País.


Prepare os casacos, as luvas e os gorros porque a semana que agora começa vai ser de frio. De acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as temperatura deverão oscilar entre -4 e os 15 ºC, mas não está prevista chuva.
"Pelo menos até dia 21 ou 22 [sexta-feira ou sábado] continua-se a prever um cenário de tempo seco. Vai haver uma intensificação do vento a partir de quarta-feira, ficamos com sensação acrescida de frio, de desconforto térmico, mas não se prevê chuva", revela a meteorologista Maria João Frada, citada pelo "Jornal de Notícias". 
Para terça-feira, 18, a previsão é de que o céu se mantenha pouco nublado ou limpo e que haja formação de geada no interior do País. As temperaturas continuam semelhantes, desta vez com o termómetro a chegar aos -2ºC em Bragança.
Para quarta-feira, 19, a previsão é de mais frio, estando quase todas as regiões do País com mínimas inferiores a 5ºC. Guarda será o distrito mais frio (-3ºC/9ºC), seguindo-se Vila Real (-1ºC/10ºC) e Guarda e Castelo Branco (-2ºC/12ºC). No Porto e em Lisboa as temperaturas vão oscilar entre os os 5/6ºC e os 15ºC, e em Faro a máxima será de 16ºC e a mínima de 8ºC. @ Sapo

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

País: o que precisa saber para votar antecipadamente

Foto: Leonel de Castro / Global Imagens

Quem pode inscrever-se?

Todos os eleitores recenseados podem inscrever-se para votar antecipadamente. O site para inscrições tipifica as várias situações em que um eleitor pode inscrever-se para votar antecipadamente, desde doentes internados a cidadãos presos. Uma das modalidades identificada é a do "Voto Antecipado em Mobilidade", que foi alargado, por força da pandemia, a todos os cidadãos recenseados.

Quando e como pode inscrever-se?

As inscrições abriram domingo, dia 16, e prolongam-se até à próxima quinta-feira, dia 20. Pode tratar do processo online, de forma fácil e rápida no site www.votoantecipado.mai.gov.pt ou pedir por via postal, em carta enviada à Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, Praça do Comércio, Ala Oriental, 1149-015 Lisboa.

Onde e quando pode votar antecipadamente?

Pode votar em qualquer ponto do país numa das 2600 secções de voto criadas especificamente para o efeito em todos os municípios. O voto antecipado terá lugar a 23 de janeiro, uma semana antes da data das eleições legislativas. O total de mesas de voto pode ainda vir a ser alargado, mas os municípios maiores têm várias, incluindo aquelas em que se vota habitualmente.

Que acontece se estiver inscrito para voto antecipado e não puder ir?

Caso o eleitor se inscreva para votar antecipadamente em mobilidade e não consiga fazê-lo, pode votar no dia da eleição (30) na assembleia ou secção de voto onde se encontra recenseado.

O processo de inscrição online é difícil?

Não. Depois de passado o primeiro "menu", fica claro que o voto antecipado é aberto a todos os eleitores recenseados. Na inscrição online, deve mencionar a data de nascimento e número de identificação civil. Depois de validar um código de verificação (que garante que é um ser humano que está no computador), é remetido para um menu onde pode escolher o município e a mesa de voto onde quer exercer o direito de voto, em qualquer ponto do país. É pedido um email e um contacto telefónico, para o qual será enviado um código de confirmação. Após a inscrição pode imprimir o comprovativo ou solicitar o envio da mesma por SMS ou email, ficando assim com um comprovativo digital da inscrição.

Que precisa de apresentar no dia do voto antecipado?

O cartão do cidadão ou documento que comprove a identificação e o comprovativo da inscrição para o voto antecipado, em formato papel ou digital, a SMS ou o email que são enviados quando fica concluída a inscrição.@ JN

Covid-19: as máscaras FFP2 são as mais recomendadas face à Ómicron

O que dizem alguns especialistas internacionais sobre o tempo que se pode utilizar uma FFP2.

Getty Images

O que dizem alguns especialistas internacionais sobre o tempo que se pode utilizar uma FFP2.
Devido à nova vaga de infeções por Covid-19 provocada pela recente variante Ómicron, especialistas norte-americanos começaram a recomendar a utilização de máscaras N95/KN95 (a diferença no nome tem a ver com o local onde as máscaras são certificadas) ou FFP2, reforçando a ideia de que estas são mais adequadas devido ao seu ajuste, principalmente perto do nariz e laterais, e fabrico, com a utilização de fibras de polipropileno, considerando que as máscaras cirúrgicas, e muito menos as sociais, já não são a solução mais segura.
Comparando com as máscaras de tecido, as N95/KN95 evitam que partículas minúsculas entrem pelas vias aéreas devido, precisamente, aos materiais utilizados, que atuam como barreiras mecânicas e eletrostáticas ao ar compartilhado entre as pessoas.

Mas por quanto tempo, afinal, é que estas máscaras podem ser utilizadas?
"Eu uso uma por semana”, começa por dizer à CNN Linsey Marr, que é professora de engenharia civil e ambiental na Virginia Tech, uma universidade localizada em Blacksburg, Virgínia, nos EUA, acrescentando que é preciso estar “num ar realmente poluído durante vários dias antes de” a máscara FFP2 ou KN95 “perder a sua capacidade de filtrar partículas”.
Mas mesmo depois de se utilizar este tipo de máscara num ambiente tipicamente cheio de pessoas, Marr afirma que as FFP2 foram “realmente projetadas para lidar com muitas partículas e vão continuar a funcionar” nesse ambiente. A professora acrescenta ainda que “as pessoas têm falado em 40 horas” e que “está tudo bem com isso”, já que podem ficar sujas ou os elásticos partirem mesmo “antes de as máscaras perderem a sua capacidade de filtragem”. Contudo, a especialista explica que se alguém no seu local de trabalho testasse positivo à Covid, e ainda que ela estivesse protegida, provavelmente já não reutilizaria a máscara, por ter filtrado partículas do vírus.
No fim do mês passado, foi divulgado um estudo realizado por investigadores da Universidade de Coimbra que demonstrou a viabilidade de reutilização das máscaras mais utilizadas contra a Covid-19, para fazer face ao problema ambiental causado pela utilização massiva daqueles dispositivos de proteção individual.
A investigação teve em conta três tipos de máscaras: cirúrgicas, sociais e KN95 ou FFP2, tendo testado três métodos de descontaminação “que revelaram uma eficácia de praticamente 100 por cento nos três tipos de máscaras experimentadas, permitindo vários ciclos de reutilização“, assim afirmou a universidade em comunicado. “Esta foi a fase de viabilidade [da descontaminação para reutilização], só queríamos saber se valia a pena avaliar estes protocolos. Para ser viável tinha de ser eficaz microbiologicamente, sem deteriorar a máscara, a sua durabilidade, a sua filtração, com 10 ciclos de utilização, o que foi alcançado”, explicou Marco Reis à Lusa.
À CNN, Erin Bromage, professor de biologia na Universidade de Massachusetts Dartmouth, explica que a razão pela qual as máscaras FFP2 são designadas como de uso único é porque são categorizadas como máscaras médicas. De acordo com o especialista, os profissionais de saúde trocam de máscara com mais frequência pela possibilidade de “contaminarem o quarto de um doente com equipamento usado num quarto de uma pessoa infetada e depois passarem para o quarto seguinte e levarem essa infeção consigo”.
O professor explica ainda que uma máscara deste tipo oferece proteção durante pelo menos dois ou três dias, apesar de ser mais cara do que as cirúrgicas.

Como reutilizar as máscaras FFP2
Tendo por base a ideia de que se adquirem máscaras FFP2 certificadas, além de se dever ter em conta que, quanto mais utilizações a máscara tiver, menos capacidades de proteção tem, há que estar atento a alguns aspetos.
De acordo com Linsey Marr, é importante evitar tocar na parte externa da máscara no momento de se colocar. Além disso, pode deixar-se o lado da máscara que toca no rosto virado para a luz solar, diz a professora. E claro, se a máscara ficar húmida, suja com maquilhagem ou devido a outra situação ou dobrada, não deve ser reutilizada porque a sua capacidade de proteção pode diminuir. A professora explica que as FFP2, como ajudam a filtrar o vírus, não devem ser lavadas, já que a água pode dissipar a carga viral.
Em janeiro de 2021, o diretor-geral do Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), Braz Costa, admitiu que as máscaras FFP2 eram “muito boas” ao nível da filtração, mas que comportavam “um conjunto de problemas”, designadamente no campo da respirabilidade e na acumulação de CO2. Apesar disso, estas têm sido, de facto, as máscaras mais recomendadas pelos especialistas.
Em setembro do ano passado, um artigo publicado na revista científica Clinical Infectious Diseases concluiu que as novas variantes do SARS-CoV-2 estariam a viajar mais facilmente através do ar, aumentando assim a sua propagação. Por isso mesmo, os investigadores recomendaram o uso de máscaras mais justas ao rosto, como as máscaras FFP2. @ Sapo 

textos de alunos "Take a minute, take five!"

Mais um texto no âmbito do desafio "Take a minute, take five!". Desta feita é da autoria do José Marinho, aluno do 10º B.

Did you know?

In Portugal, there is just one used car for sale that exceeds the price of 500k euros.

I’m talking about one of the most popular cars of the Italian brand “Lamborghini”, the Lamborghini Aventador S, that anyone can purchase for 570K euros.

Under the hood, this beast has an Atmospheric V12, with 740hp. All this power is controlled by an automatic 7 speed gearbox and it’s AWD (All-Wheel Drive), that means that the acceleration is made by the 4 wheels.

In terms of performance, it makes the 0 to 100 km/h in 2,9 seconds and it can reach 350km/h.


Now you know!

José Marinho ,10ºB
cortesia do envio deConstâmcia Sikva, docente de Inglês

Ciência: reator de fusão nuclear da China atinge temperatura cinco vezes superior à do Sol

O ‘sol artificial’, que custou um bilião de dólares à China, acaba de bater mais um recorde, ao aquecer plasma a uma temperatura cinco vezes superior à do Sol durante 17 minutos.

reator de fusão nuclear Tokamak Supercondutor Experimental Avançado (EAST no acrónimo em inglês) da China estabeleceu um novo recorde ao atingir 70 milhões de graus centígrados durante 1056 segundos, segundo a agência de notícias estatal chinesa Xinhua News. O projeto de um bilião de dólares da China aproxima-se assim da criação de uma fonte de energia limpa ilimitada. O anterior recorde tinha sido estabelecido pelo Tore Supra Tokamak, localizado em França, em 2003, que durante 390 segundos atingiu a mesma temperatura. Já em 2021, o próprio EAST estabelecera um outro recorde – 101 segundos a 120 milhões de graus.

Os investigadores procuram colher energia proveniente da fusão nuclear há 70 anos, através da fusão de átomos de hidrogénio, num processo semelhante ao que acontece em estrelas como o Sol.

O desafio de replicar as condições do interior das estrelas não tem sido fácil, conta a publicação Space.com, com a abordagem mais comum a ser a dos reatores de fusão, os tokamak, que superaquecem plasma dentro de uma câmara de reator em forma de dónute, com campos magnéticos poderosos. Até aqui, não se tem conseguido gerar mais energia do que aquela que se consome em todo o processo, com as necessidades a serem elevadas para lidar com o plasma que não está quente o suficiente para se fundir.

O projeto chinês termina em junho e, por essa altura, terá custado um bilião de dólares. O EAST está a ser usado para testar novas tecnologias também para o ITER, o International Thermonuclear Experimental Reactor, que está a ser construído em Saint-Paul-lez-Durance, França, e prevê uma colaboração entre 35 países, incluindo China, EUA, Reino Unido, Índia e membros da União Europeia – contando também com tecnologia e engenharia portuguesa.

A China continuará os seus programas de desenvolvimento de reatores de fusão nuclear e estima-se que os EUA completem uma primeira iteração neste campo em 2025. Também uma empresa britânica anunciou a intenção de comercializar energia gerada desta forma já em 2030. @ Exame Informática