No dia que marca um ano desde que o vírus SARS-CoV-2 atingiu Portugal, a ministra Marta Temido diz que não tem “noção” do número de testes que pretende atingir mas sim do universo dessa testagem, que inclui atividades onde há maiores riscos (concentração de pessoas e em espaços fechados).
MIGUEL A. LOPES/LUSA |
A ministra da Saúde apelou esta terça-feira à “calma” na hora de falar
de desconfinamento, mas reiterou que as escolas serão a principal preocupação
do Governo aquando da reabertura da economia, bem como os profissionais que
trabalham nos estabelecimentos de ensino.
Em entrevista à SIC, Marta Temido admitiu que há medidas sugeridas
pelos especialistas que fazem sentido nesse processo, como os rastreios e o
arejamento dos espaços, e referiu que os professores e pessoal não docente
poderá ter prioridade na vacinação contra a Covid-19.
“É uma hipótese que está a ser analisada em Portugal e noutros países”,
lembrou a governante. “Quando falamos de serviços essenciais – e as escolas
são-no de alguma forma – poderá fazer sentido que os adultos que trabalham nesses
locais tenham uma vacinação diferenciada, como o fizemos com outros grupos”,
sustentou.
No dia que marca um ano desde que o vírus SARS-CoV-2 atingiu Portugal,
com os primeiros casos de infeção confirmados, a responsável pela pasta da
Saúde diz que não tem “noção” do número de testes que pretende atingir mas sim
do universo dessa testagem, que inclui atividades onde há maiores riscos
(concentração de pessoas e em espaços fechados).
“Sobretudo queremos rentabilizar as novas metodologias de testes, que são muito diferentes das que tínhamos há um ano e rentabilizar a possibilidade de utilizar cada um testar-se, se os testes o permitirem. É o caminho que estão a fazer os outros países”, apontou a ministra, referindo-se aos testes rápidos. @ Sapo
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