Número total de visualizações de páginas

20/09/2022

início de aulas potencia aumento de casos, mas foco deve ser a gravidade

Neste outono/inverno é "natural" um novo aumento de infeções, tendência que já se começa a verificar. Mas mais do que a incidência, o foco deve estar na gravidade da doença e em "monitorizar com muita precisão as evoluções" do vírus, diz o pneumologista Filipe Froes. Até porque é "inevitável" uma nova variante ou subvariante. E Portugal pode ser uma porta de entrada.

Maior mobilidade da população, concentração em espaços interiores, a chegada do outono/inverno e o consequente tempo frio, bem como o início do ano letivo vão levar ao aumento de infeções por SARS-CoV-2. "É natural e expectável", afirma ao DN Carlos Antunes, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Ainda é cedo, no entanto, para fazer projeções para a estação que se aproxima, mas "a evolução recente indica o fim de um período, o da diminuição" de infeções, aponta o matemático. "A evolução dos últimos dias sobre o número de casos diários estabilizou e subiu ligeiramente. Está agora na ordem dos 2700, em termos médios", refere.
O país encontra-se numa fase de "relativa estabilidade", diz o pneumologista Filipe Froes, havendo uma situação "muito mais controlada", face aos anos anteriores. Há, contudo, uma tendência crescente de aumento de infeções, verificando-se uma subida ligeira do índice de transmissibilidade, que regista agora 1,02. "O R(t) apresentou um valor acima de 1 a nível nacional e na maioria das regiões, o que indica uma tendência crescente de novos casos", refere o boletim epidemiológico semanal da DGS, divulgado na sexta-feira.
O país encontra-se numa fase de "relativa estabilidade", diz o pneumologista Filipe Froes, havendo uma situação "muito mais controlada", face aos anos anteriores. Há, contudo, uma tendência crescente de aumento de infeções, verificando-se uma subida ligeira do índice de transmissibilidade, que regista agora 1,02. "O R(t) apresentou um valor acima de 1 a nível nacional e na maioria das regiões, o que indica uma tendência crescente de novos casos", refere o boletim epidemiológico semanal da DGS, divulgado na sexta-feira.
Carlos Antunes não acredita que a subida de casos terá a mesma dimensão da do ano passado. "A imunidade populacional é maior face ao que tínhamos em 2021. A cobertura e a proteção vacinal é maior", justifica. E, apesar da transmissibilidade da subvariante BA.5, que predomina em Portugal (94% dos casos), "provavelmente teremos uma onda muito menor do que tivemos em 2021".
Sendo certo que vamos ter um novo aumento de infeções, é necessário estar de olhos postos no impacto da doença, defende o pneumologista Filipe Froes. "A evolução progressiva do SARS-CoV-2 ao longo deste período pandémico permite-nos não valorizar a incidência como já o fizemos no início, porque havia uma relação direta entre a incidência e a gravidade. Agora focamo-nos, sobretudo, na gravidade", explica. Esse deve ser "o grande objetivo" nesta "fase de transição", considera o ex-coordenador do gabinete de crise para a covid-19 da Ordem dos Médicos.
"Vírus vai continuar a evoluir e a apresentar mutações"
"O que temos de monitorizar não é só o aumento de casos, mas a gravidade em termos de internamentos, em especial ao nível dos cuidados intensivos e mortalidade", destaca. Mas não só. "Temos de continuar a monitorizar com muita precisão as evoluções deste vírus". Até porque, afirma, "estamos a lidar com um vírus respiratório, que mantém as características de um camaleão". "Está sempre em evolução constante", nota.
Existe, atualmente, domínio de circulação da BA.5, mas não se sabe quais as variantes ou subvariantes do SARS-CoV-2 que vão surgir. "Uma coisa é certa: elas vão existir", avisa Froes. "É inevitável".
E diz mais: "O vírus vai continuar a evoluir e a apresentar mutações. Faz parte da sua natureza". Portugal pode mesmo ser a porta de entrada para uma nova variante, segundo o pneumologista. A culpa é da prevalência da atual subvariante.
"Como vai mais adiantado do que outros países em relação à circulação da BA.5, Portugal pode ser uma das portas de entrada na região europeia para uma nova variante ou subvariante, nomeadamente vindas do continente asiático ou do continente africano e beneficiando da elevada saturação da população portuguesa para a subvariante em curso", explica o também consultor da DGS.
O cenário mais provável será o de uma variante "de maior transmissibilidade, não necessariamente associada a maior gravidade".
Para Filipe Froes, é necessário continuar a manter "uma elevada monitorização, vigilância epidemiológica clínica e laboratorial da situação que está a acontecer para, diariamente, irmo-nos ajustando à nova realidade". @ DN

DGS recomenda uso de máscara em ambientes fechados

A Direção-Geral de Saúde recomenda o uso de máscara nas farmácias, nos transportes públicos e nos aeroportos, terminais marítimos e redes de metro e de comboio, para maiores de 10 anos.

Esta recomendação surge cerca de três semanas após o Governo ter decretado o fim da obrigatoriedade do uso de máscara nos transportes públicos de passageiros, em táxis e TVDE e aviões. @ RTP Notícias

Airbus inaugura fábrica de componentes do A320 e A350 em Portugal

Na presença de autoridades locais, a Airbus Atlantic, subsidiária da fabricante europeia de aviões dedicada à produção de componentes para os modelos A320neo e A350, inaugurou na quinta-feira, 15 setembro, uma fábrica em Santo Tirso, no norte de Portugal, com um investimento de cerca de 40 milhões de euros.

A unidade começou a ser construída em 2020, num espaço de 20 mil metros quadrados e já opera com mais de uma centena de trabalhadores, informou a EFE. A Airbus espera atingir 250 trabalhadores no ano que vem e não descarta novos investimentos, já que apenas metade do terreno das instalações está a ser utilizado.

“A escolha de Portugal é um fator crucial para o sucesso face aos nossos desafios industriais”, assegurou o CEO da Airbus Atlantic, Cédric Gautier, durante a inauguração.














@ AEROIN

19/09/2022

depois dos projetos-piloto, os manuais escolares em papel começam a desaparecer já no próximo ano letivo

Depois dos projetos-piloto, os manuais escolares em papel começam a desaparecer já no próximo ano letivo.

Substituídos por manuais digitais, o Governo quer pôr os alunos do Ensino Básico e do Secundário a estudar por um ecrã.
Neste ano letivo que agora começou, 12 mil alunos irão viver neste “admirável mundo novo” em que se estuda a olhar para um ecrã. Só no continente, houve 66 agrupamentos que se voluntariaram para integrar o projeto-piloto de manuais digitais, em turmas do 3.º ao 11.º ano.
São experiências que já vêm de trás e que até já têm sido estudadas. Por exemplo, um relatório encomendado pela Direção-Geral da Educação à Universidade Católica, que agregava dados recolhidos junto das nove escolas que aderiram à primeira fase do Projeto-Piloto Manuais Digitais, no ano letivo de 2020/2021, dava notas globalmente positivas. Mas a maior queixa de alunos e professores prende-se com o acesso à internet dentro dos espaços escolares. Há muitas falhas e não só nas aldeias remotas – há escolas no centro de Lisboa onde simplesmente não há rede.
Estando a desmaterialização progressiva dos manuais escolares no programa do Governo, a VISÃO soube que a substituição do papel pelo digital não acontecerá antes de 2025 embora possa ser introduzida já no ano letivo de 2023/2024 em alguns graus do ensino.
Os alunos irão aceder aos manuais digitais através de equipamentos que o Estado vai adquirir com os fundos do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), no qual está prevista a aquisição de 600 mil computadores de uso individual para alunos e professores, assim como um largo programa de formação em competências digitais que abrangerá os professores.
Mas não faltam estudos científicos a frisar os benefícios do papel na aprendizagem das crianças, cimentando a escrita e a leitura, bem como o malefício dos ecrãs no desenvolvimento do cérebro infantil. A polémica está instalada e na VISÃO desta semana pode ler, de forma mais aprofundada, as implicações da medida que o Governo quer acelerar e uma entrevista ao Ministro da Educação. @ Sapo

Portugal ‘une-se’ para combater lixo marinho a partir de amanhã: há mais de 100 ações de limpeza em todo o país

Portugal ‘une-se’ para combater lixo marinho a partir de amanhã: há mais de 100 ações de limpeza em todo o país.

Amanhã, dia 17 de setembro, mais de uma centena de organizações portuguesas vão juntar-se para assinalar o Dia Internacional da Limpeza Costeira, com mais de 100 ações de norte a sul de Portugal, incluindo as ilhas.
A iniciativa decorre entre este sábado e o próximo dia 25, sendo esperados mais de 4 mil alunos do programa ‘Educar para uma Geração Azul’, desenvolvido conjuntamente pela Fundação Oceano Azul e pelo Oceanário de Lisboa. Outros milhares de voluntários que se vão juntar para dar o seu contributo para a proteção e conservação dos oceanos e da vida e habitats marinhos.
Em comunicado, a Fundação Oceano Azul explica que “a iniciativa integra também a campanha #EUBeachCleanup da Comissão Europeia, e pretende mobilizar a sociedade para uma maior consciência ambiental e para a alteração de comportamentos, com especial alerta para a emergência climática e para a necessidade de uma maior proteção do oceano”.
Algumas das ações deste Dia Internacional da Limpeza Costeira contarão com a presença da bodyboarder portuguesa Joana Schenker, que se sagrou campeã mundial da modalidade em 2019, trazendo pela primeira vez o ouro para Portugal.
Algumas das ações deste Dia Internacional da Limpeza Costeira contarão com a presença da bodyboarder portuguesa Joana Schenker, que se sagrou campeã mundial da modalidade em 2019, trazendo pela primeira vez o ouro para Portugal. @ Sapo

Maia lança concurso juvenil de ideias para mobilidade sustentável

 

Pessoas, lugares, transportes públicos, planeamento e políticas são os cinco pilares do tema "Melhores ligações", que dominará a semana europeia da mobilidade na Maia. O programa de atividades arranca esta sexta-feira, dia 16, às 11 horas, na Praça do Município, e prevê o lançamento de um concurso juvenil de ideias que contribuam para uma mobilidade mais sustentável.
Entre as diversas atividades que vão ocupar a Maia até ao próximo dia 22, destaca-se o lançamento de um concurso juvenil de ideias cujo objetivo é "identificar desafios, propostas, projetos e conceitos que contribuam para uma mobilidade mais sustentável e eficiente". Mas o programa, que arranca esta sexta-feira às 11 horas na Praça do Município, inclui ainda ações de sensibilização, um pedipaper e iniciativas para os mais pequenos: "Minipolícias na praça" e "Escola de ciclismo".
Entre as atividades previstas estão "jogos interativos relacionados com a temática da mobilidade suave e neutralidade carbónica, na Praça do Município, promoção de várias campanhas e ações de sensibilização sobre mobilidade sustentável e acessibilidade para todos, ações para os mais pequenos, versando a segurança rodoviária: 'Minipolícias' na Praça e Escola de Ciclismo, exposições diversas sobre a promoção da mobilidade, transportes públicos e melhores ligações, exercícios de segurança e prevenção de queda em trotinetes e bicicletas e a realização de um pedi paper, à volta da temática do Guia de Visitação do BaZe - Living Lab".
O programa completo pode ser consultado no site da Câmara da Maia. @ JN


16/09/2022

"este inverno vai ser uma prova de fogo para a sociedade portuguesa"

Presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública diz que será teste para passar a viver com a covid-19. No Dia do SNS, aponta prioridades ao novo ministro.

A Organização Mundial de Saúde anuncia que o fim da pandemia está à vista, mas que não é altura de baixar a guarda: vacinar grupos vulneráveis antes do inverno, incluindo profissionais de saúde idosos, pode evitar mais mortes, disrupção e incerteza. Gustavo Tato Borges, presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública, fala das expectativas para os próximos meses e defende cuidados a ter no regresso às aulas, desta vez sem medidas covid-19 nas escolas. Defende que o isolamento de cinco dias deve continuar a ser respeitado, assim como o uso de máscara quando se vai à escola e trabalhar e se esteve em contacto com alguém infetado. Faltam orientações? Falta sobretudo sensibilização depois de um verão em que a guarda baixou no geral, o que a repetir-se nos meses de mais infeções respiratórias pode trazer “dissabores”, diz. Em dia de aniversário do Serviço Nacional de Saúde – criado oficialmente a 15 de setembro de 1979 –, aponta prioridades para o novo ministro da Saúde e fala de problemas estruturais que têm sido pouco discutidos, da falta de meios na Direção Geral da Saúde ao papel da linha SNS24 para lá da pandemia.

As aulas estão a começar sem medidas para a covid-19. O que esperar nas próximas semanas? Vemos por exemplo casos de crianças a testar positivo ainda durante as férias, depois de festas.

Estamos com uma situação epidemiológica muito tranquila em termos de mortalidade e internamentos, portanto nesta fase diria que é normal e aceitável não haver nenhuma medida específica para as escolas, até porque não existe uma medida específica para lado nenhum a não ser para os lares e unidades de saúde, onde à partida estão efetivamente as pessoas mais vulneráveis. É natural e compreensível que o ano letivo comece sem nenhuma medida, mas isso não quer dizer que os pais e os alunos devam negligenciar ou esquecer-se de que esta doença e esta pandemia ainda continuam a existir e que ainda podem trazer algum dissabor.

Parece-lhe que existe essa sensibilização ou que se atingiu um ponto de cansaço em relação à covid-19 e medidas de proteção?

Aquilo que acabamos por sentir, não só nós médicos de saúde pública mas os profissionais de saúde em geral, é que há uma boa parte da população que considera que a covid-19 já não é um problema. Que esta variante é muito ligeira e que não temos de nos preocupar com esta doença. Não é bem assim por isso temos de continuar a passar a informação de que esta é uma doença que pode causar mortes e que por isso precisamos de ter alguns cuidados. É importante que se perceba que não se pretende instalar o alarme ou o pânico, mas que as pessoas estejam atentas a si e aos seus familiares diretos para que possam agir o mais depressa possível. Até à pandemia as doenças respiratórias virais foram sempre encaradas como doenças secundárias, sem grandes problemas.

Defende então que se mantenham os cinco dias de isolamento em caso de teste positivo.

Para já, sim. A partir do momento em que verificarmos que a situação não é tão preocupante, acredito que a DGS a deixe cair porque as doenças que atualmente obrigam a evicção nomeadamente escolar são doenças com impacto sério nas crianças e não acredito que a covid-19 venha a integrar esta lista.

Mas antecipa que essa mudança possa acontecer este inverno?

A menos que haja uma decisão governamental em sentido contrário, penso que este inverno iremos manter as atuais medidas, podendo até aumentá-las se infelizmente houver uma situação de sobrecarga hospitalar e aumento de mortalidade significativa. Penso que este outono/inverno nos permitirá perceber o que fazer daqui para a frente. Janeiro será em princípio o mês do veredicto. @ Sapo

curso “Structured Educatinal Visit to Schools & Training Seminars"

              Reunião final

O grupo da mobilidade para frequentar o curso estruturado “Structured Educatinal Visit to Schools & Training Seminars" que irá decorrer entre 2 e 8 de outubro, em Helsínquia, reuniu ontem pela segunda  vez para definir procedimentos a adotar durante esta mobilidade.

                                                                                                  Paula Pacheco Silva e Lizete Pinheiro, docentes responsáveis pela gestão do projeto


com obras à porta!!!

 

jornal da C. M. Maia

começaram as aulas

 


15/09/2022

como preparar o seu filho para o jardim de infância com rotinas de sono

 
21:00, hora de ir para a cama

Uma mochila, lancheira, lápis de cera e pelo menos 10 horas de sono todas as noites são tudo o que as crianças precisam para começar bem no jardim de infância, segundo um novo estudo.

Os investigadores monitorizaram a duração do sono dos jardins de infância ao longo de quatro períodos de uma semana e fizeram com que os professores das crianças avaliassem a sua transição para a escolaridade formal. Os professores não sabiam o quanto cada criança dormia durante a noite.

"Quanto mais consistentemente as crianças tiverem mais de 10 horas de sono durante a noite, melhores serão as relações entre pares, as relações com os professores, o desempenho académico geral e o reconhecimento visual de palavras e letras", disse o autor principal do estudo, Douglas Teti, professor e chefe do departamento de desenvolvimento humano e estudos familiares da Universidade Estadual da Pensilvânia, via email.

A Academia Americana de Medicina do Sono já sugere que as crianças do jardim de infância durmam de 10 a 13 horas de sono, mas isso é ao longo do dia e inclui as sestas. 

Mas os resultados do estudo desafiam a orientação, na medida em que mostram que o maior indicador de ajuste bem-sucedido à escola era dormir regularmente pelo menos 10 horas durante a noite, declarou Teti.

"Isto sugere que 'compensar' o sono noturno inadequado, permitindo que a criança durma durante o dia, não vai ajudar na transição para o jardim de infância. É melhor ter mais de 10 horas de sono concentradas durante o período de sono noturno, e tentar tornar isso o mais consistente possível durante as noites", disse Teti.  (daqui)

amanhã

 Amanhã, iniciam as aulas... Preparado? O CRESCER deseja muito sucesso a todos os seus leitores. 



14/09/2022

RTP2 exibe o documentário “O Professor Bachmann e a Sua Turma”, amanhã

“O Professor Bachmann e a Sua Turma”, de Maria Speth
Um elogio ao poder da educação e à educação enquanto poder. Documentário (ler crítica) em duas partes de Maria Speth e vencedor do Urso de Prata e do Prémio do Júri no Festival de Berlim em 2021.
Em Stadtallendorf, uma pequena cidade industrial alemã com uma história complexa no que concerne à integração e exclusão de estrangeiros, o professor Dieter Bachmann oferece aos alunos a chave para o sentimento de pertença. Com idades entre os 12 e os 14 anos, os estudantes são provenientes de doze países diferentes (Cazaquistão, Bulgária, Marrocos, Turquia…) e alguns ainda não dominam a língua alemã. São filhos de imigrantes, que fugiram de situações precárias nos seus países de origem, atraídos pelas oportunidades de trabalho nas fábricas da cidade. Bachmann, cujos métodos de ensino pouco convencionais trazem proximidade à sua relação com os alunos, está empenhado em inspirar estes cidadãos-em-construção com o sentido de curiosidade para que tenham vontade de desenvolver um vasto conjunto de saberes, disciplinas, culturas e opiniões. 
“O Professor Bachmann e a sua Turma” parte da pergunta sobre “onde nos sentimos em casa” para fazer um elogio ao poder da educação e à educação enquanto poder.
O filme será exibido dia 14 de setembro, pelas 23h25, na RTP2 e também está disponivel na plataforma da Filmin Portugal. Comunidade Cultural e Arte 

                    

espetáculo multimédia sobre Fernando Pessoa já atraiu mais de 20 mil visitantes aos Clérigos

 Já viu?

O público fica assim convidado a embarcar numa viagem interior e a explorar parte do universo de Fernando Pessoa, num espetáculo que promove uma reflexão sobre o papel do ser humano no Mundo. "Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir" é mote para 30 minutos de música, luz e poesia.
"Spiritus" é uma iniciativa que permite a cada visitante "sentir tudo excessivamente" ao imergir num espetáculo de videomapping, que invoca o heterónimo Álvaro de Campos, a ser o ponto de partida para uma experiência 360 graus.
O respeito pela simbologia religiosa, pela arquitetura e visita à Igreja dos Clérigos exigiram a realização de um trabalho que durou cerca de um ano e que culminou com "oito projetores de alta resolução, 24 focos de luz, um laser principal e uma máquina de fumo", que ajudaram a tornar vivo um tempo que é imaginário e que em último caso contacta com a espiritualidade de cada um.
"Foi bastante desafiante ter em consideração toda a arquitetura do edifício, mas também a nível conceptual de conseguir enquadrar esta sinergia com o espetáculo", revela Inês Oliveira do atelier criativo "O Cubo". @ JN

escolas: vão ser recrutados mais de 1000 profissionais para as cantinas

A Multipessoal está a recrutar mais de 1.000 profissionais para trabalhar em cantinas escolares de todo o país no ano letivo que arranca este mês, anunciou hoje a empresa de recursos humanos.

Entre os perfis procurados estão os de ‘empregado/a de refeitório’, ‘cozinheiro/a de 1.ª, 2.ª e 3.ª’, ‘técnico/a de nutrição’, ‘empregado/a de copa’, ‘despenseiro/a’ e ‘empregado/a de distribuição’, avança a empresa em comunicado.
Segundo salienta, “para estas funções é valorizada experiência prévia na função e disponibilidade imediata”.
As vagas correspondem a escolas de todo o território nacional, nomeadamente em Barcelos, Tomar, Ourém, Alcobaça, Mafra, Mealhada, Guimarães, Fafe, Nelas, Vila Verde, Lisboa, Porto, Odivelas, Seixal, Setúbal e Faro.
Os interessados podem consultar as condições e requisitos das oportunidades disponíveis e candidatar-se no ‘website’ da Multipessoal ou, em alternativa, contactar a empresa através do número gratuito 300 525 551. @ Sapo

13/09/2022

conheça aqui o novo calendário escolar

 

Aulas, férias, interrupções e exames: saiba o que vai acontecer no próximo ano letivo para planear as suas compras, organizar os tempos livres, as atividades extracurriculares e as férias de toda a família. Pais prevenidos valem por dois; por isso, tenha sempre à mão este calendário escolar 2022/2023.
Calendário escolar: quais são as novidades?
A pandemia obrigou a algumas alterações significativas nas normas de funcionamento escolar, mas o Ministério da Educação tem agora como objetivo devolver as atividades pedagógicas à normalidade pré-pandémica, retomando assim algumas regras entretanto suspensas.
Assim, a primeira novidade reside na publicação do calendário escolar para dois anos letivos, 2022/2023 e 2023/2024, de forma a proporcionar condições de maior previsibilidade de trabalho às escolas e às famílias.
A segunda novidade consiste na retoma de uma organização trimestral (três períodos) ou semestral (dois períodos), livremente escolhida por cada escola. Os estabelecimentos de ensino podem ainda substituir até dois dias de atividades letivas por outras atividades escolares de caráter formativo envolvendo os alunos, pais e encarregados de educação.
Além disso, podem utilizar até dois dias das férias da Páscoa para fixarem outro período de interrupção.
Calendário escolar 2022/2023: todas as datas
Conhecidas as novidades, impõe-se agora saber as datas do calendário escolar 2022/2023. Tome nota de quando começam e terminam as aulas, bem como das férias escolares e das épocas de exame.

1.º Período

  • Início: 16 setembro de 2022
  • Término: 16 dezembro de 2022

2.º Período

  • Início: 2 de janeiro de 2023
  • Término: 31 de março de 2023

3.º Período

  • Início: 17 de abril de 2023
  • Término: 7 junho 2023 (9.º, 11.º e 12.º anos), 14 junho 2023 (5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos) e 30 junho 2023 (1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos).

Férias escolares

  • Férias de Natal: 20 de dezembro de 2022 a 2 de janeiro de 2023.
  • Férias de Carnaval: 20 a 22 de fevereiro de 2023.
  • Férias da Páscoa: 3 a 14 de abril de 2023.
  • Férias de Verão: 8 de junho de 2023 do 9.º ao 12.º ano, 15 de junho de 2023 do 5.º ao 10.º ano, e 1 de julho de 2023 do pré-escolar ao 4.º ano.  
Exames
ExamesInícioFim
1.ª Fase19 junho de 20233 de julho de 2023
2.ª Fase20 de julho de 202326 de julho de 2023

prepare-se para chuva, vento forte e trovoada

De acordo com o IPMA a chuva será acompanhada de ventos fortes e trovoada, devido à aproximação do ciclone Danielle.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) espera-se uma "alteração significativa do estado do tempo no continente", devido ao ciclone extratropical Danielle que ser aproxima gradualmente de Portugal, com chuva, ventos fortes e trovoada nos próximos dias.
De acordo com um comunicado do IPMA, chegam a Portugal Continental "massas de ar quente e instáveis, com elevado conteúdo em vapor de água" que deverão originar "períodos de chuva ou aguaceiros no litoral a norte do Cabo Espichel" ao final da tarde.
A chuva será acompanhada por rajadas de vento e trovoadas. "Este cenário de precipitação deverá manter-se ao longo da semana, embora com menores quantidades a partir de dia 14."@ DN

substituir 30 minutos de redes sociais por exercício físico ajuda a melhorar a saúde mental e o bem-estar

 


Os resultados apontam para maior felicidade, bem-estar e menor stress e sintomas de depressão.
Já se sabe que o exercício físico é benéfico para a saúde mental, além de todas as suas qualidades ao nível físico. Agora, um novo estudo, levado a cabo por investigadores da Universidade de Bochum, na Alemanha, vem corroborar isso mesmo, sugerindo que basta substituir a utilização de redes sociais por uma atividade física durante 30 minutos, diariamente, para que a saúde mental melhore significativamente.
A investigação, publicada no jornal SpringerLink, recrutou 642 voluntários, que foram divididos em quatro grupos e avaliados durante duas semanas. O primeiro reduziu o consumo diário de redes sociais em 30 minutos; o segundo grupo aumentou a duração da atividade física em 30 minutos diários, continuando a utilizar as redes sociais como habitual; o terceiro combinou as duas atividades, aumentando o exercício físico e diminuindo a utilização de plataformas sociais; já o quarto grupo não alterou qualquer comportamento na rotina diária, servindo como grupo de controlo.
Além disso, ao longo do estudo, os participantes também responderam a questionários sobre a duração, intensidade e significado emocional da utilização das redes sociais e da prática de exercício físico.
Os resultados da pesquisa revelaram que a diminuição da quantidade de tempo passado nas redes sociais e o aumento da atividade física durante o período de análise tiveram um impacto positivo na saúde e no bem-estar dos indivíduos, já que se sentiram mais felizes e satisfeitos, menos stressados devido à pandemia de Covid-19 e menos deprimidos relativamente ao grupo de controlo.
Seis meses após a análise, o grupo de voluntários revelou ter mais de uma hora e meia a mais por semana de atividade física do que tinha antes da investigação. “Isto mostra como é vital reduzir a nossa disponibilidade online e voltar às nossas raízes humanas”, explicam os cientistas. “Estas medidas podem ser facilmente implementadas na vida quotidiana e são totalmente gratuitas – e, ao mesmo tempo, ajudam-nos a permanecer felizes e saudáveis ​​na era digital”, concluem. @ Sapo

diretores esperam nova normalidade nas escolas

A escola não vai voltar àquilo que era até 2019, mas os diretores esperam que o novo ano letivo, que arranca a partir de terça-feira, traga uma nova normalidade apesar da pandemia de covid-19.

Pela primeira vez em dois anos, os diretores escolares prepararam o início do novo ano letivo sem a covid-19 no topo das suas preocupações, para um regresso às aulas quase a lembrar o período pré-pandemia, mas refletindo tudo aquilo que as escolas aprenderam entretanto.
É o regresso possível a uma normalidade que pais, professores e alunos desejavam. "Acho que, nesse aspeto, o céu está azul", disse à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
Segundo Filinto Lima, as escolas prepararam-se para o novo ano letivo, que arranca entre terça-feira e sexta-feira, mais ou menos como prepararam o início do ano letivo de 2019/2020, o último antes da pandemia e que começou sem quaisquer restrições.
Desde então, máscaras obrigatórias, distanciamento físico, horários desfasados, turmas organizadas em "bolhas", circuitos para entrar e sair da escola, ou planos de contingência com o que fazer em caso de surtos de covid-19 passaram a fazer parte das preocupações dos diretores a esta altura.
No próximo ano, essas restrições já não farão parte do quotidiano dos alunos, mas o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) sublinha que a pandemia da covid-19 não está ultrapassada.
"A escola de hoje não é a escola de 2019", afirmou Manuel Pereira, sustentando que apesar de já não vigorarem medidas restritivas, as escolas também aprenderam algumas lições com a pandemia que se vão refletir nas pequenas coisas, por exemplo, o reforço da higienização dos espaços.
"Os tempos novos têm de ser vividos à luz do que se aprendeu nos tempos passados, e vamos ter de continuar a viver com a pandemia", acrescentou o diretor que, por exemplo, quanto ao uso de máscara, considera positivo os alunos o façam nos transportes públicos, apesar de já não ser obrigatório.
Por outro lado, algumas escolas vão manter igualmente os planos de contingência e o contacto próximo com as autoridades de saúde para evitarem, tanto quando possível, casos de infeção e para saberem o que fazer se isso acontecer.
"Toda a gente deseja a normalidade", acrescenta, por sua vez, a presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), que admitiu que uma das principais preocupações dos pais em vésperas do regresso às aulas se prende com a saúde mental dos alunos e professores depois de três anos com constrangimentos devido à pandemia.
A atual situação epidemiológica permite que assim seja, mas o Governo não afasta a possibilidade de, com a chegada do outono e inverno, a situação se agrave e implique medidas adicionais. @ Sapo

12/09/2022

quase 50 mil jovens entraram no ensino superior

 Trata-se do segundo maior número dos últimos 33 anos. 

Quase 50 mil jovens descobriram este sábado que tinham entrado no ensino superior, na primeira fase do concurso nacional de acesso, em que apenas 19% dos candidatos não conseguiram ser colados. 
De acordo com os dados este fim de semana divulgados, são 49.806 os novos estudantes do ensino superior público, o segundo maior número em 33 anos, apenas superado pelos quase 51 mil alunos que ficaram colocados na primeira fase do concurso em 2020. 
Dos 61 mil candidatos, 11.701 não conseguiram colocação em universidades ou politécnicos, o equivalente a 19%, menos quatro por cento em relação ao ano anterior. 
Em comunicado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior escreve que essa diminuição reflete "um crescente ajustamento entre a procura dos estudantes e a oferta das instituições".
Sabe-se ainda que cerca de metade dos candidatos conseguiram ser colocados na sua primeira escolha, sendo que 82% conseguiu uma vaga nas três primeiras opções.
Tal como o Governo esperava, houve áreas em que o número de estudantes colocado aumentou face a 2021, como é o caso dos cursos com maior concentração de alunos de excelência, com mais 2% de alunos, e dos cursos relacionados com as competências digitais, ciências de dados e engenharias aeroespaciais, em que o aumento é de 9%.
As licenciaturas em Educação Básica recuperaram também face aos anos anteriors, com um total de 727 alunos colocados, mais 14% face a 2021. 
Há também mais alunos colocados nas instituições localizadas em regiões com menor densidade populacional, tendo entrado nestas instituições 13.351 caloiros. Nas universidades da Beira Interior, de Évora e de Trás-os-Montes, por exemplo, o número de lunos colocados aumentou. 
"O relevante crescimento dos colocados em instituições do interior, bem como o aumento dos candidatos em primeira opção para essas instituições, confirma a importância que os estímulos atribuídos à fixação naquelas regiões está a surtir", lê-se no comunicado divulgado pelo ministério.
Além disso, este ano destaca-se ainda o maior número de sempre de estudantes colocados através do contingente especial para estudantes com deficiência: 381 alunos, mais 66 do que em 2021.
No que toca a estudantes emigrantes e lusodescentes, foram colocados 489 candidatos, mais 16% do que no ano anterior. 
No total, foram disponibilizadas para a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior 56.641 vagas, incluindo cerca de mil vagas adicionais incluídas no concurso na sequência de um despacho da tutela para responder ao elevado número de candidatos.
Dessas, sobram 5.284 vagas para a segunda fase, que começa já esta segunda-feira e termina a 23 de setembro, sendo os resultados conhecidos no dia 30 desse mesmo mês. @ Sapo 

Charles III é proclamado Rei

O agora proclamado rei Charles III, fez alusão ao reinado notável e inigualável da Rainha Isabel II na sua "duração, dedicação e devoção", considerando a sua morte como uma "perda irreparável".

Ao assinar o juramento pelo qual se torna Rei, Carlos III comprometeu-se a "seguir o exemplo inspirador" da sua mãe, manifestando-se "profundamente consciente da grande herança, deveres e pesada responsabilidade" da monarquia.
"Ao tomar estas responsabilidades, lutarei por seguir o exemplo inspirador que me precede, mantendo o governo constitucional, e procurando a paz, harmonia e prosperidade dos povos destas ilhas", declarou o novo Rei.
Veja aqui o discurso da proclamação (BBC):
   

09/09/2022

morreu a rainha Isabel II aos 96 anos

 Morreu a Rainha Isabel II, no palácio de Balmoral, Escócia.



Após redução dos compromissos desde 2021 devido a limitações de mobilidade, a saúde da rainha agravou-se recentemente, inspirando maior supervisão médica. Esta quinta feira, dia 8, a família mais próxima foi chamada a Balmoral para estar junto da monarca. 


Ainda esta semana, a rainha recebeu na sua residência escocesa o primeiro ministro cessante, Boris Johnson, o qual apresentou a sua demissão. No mesmo dia, recebeu Liz Truss, nomeando-a oficialmente primeira ministra. 


Foi uma das monarcas com maior longevidade na história. Nasceu princesa, terceira na linha de sucessão, subindo ao trono em 1952 depois da abdicação do tio e da morte do pai. Desde o pós Segunda Guerra Mundial até ao declínio do Império Britânico e à Commonwealth, Isabel II foi rainha entre grandes crises e mudanças, num contexto de enormes desafios para as monarquias contemporâneas. 
Aquando do discurso na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque em 2010, o então secretário geral Ban Ki-moon resumia em poucas frases o impacto da monarca no mundo:

"O seu reinado estende-se por décadas. Desde os desafios da Guerra Fria à ameaça do aquecimento global. Dos Beatles a Beckham. Da televisão ao Twitter. Ao longo destes anos, viajou pelo mundo e conheceu os vários povos. Tornou-se num símbolo vivo da elegância, constância e dignidade”, afirmou.

Mesmo com as limitações crescentes por força da saúde e idade, mesmo que delegando algumas tarefas e funções a outros elementos da família real, Isabel II cumpriu até ao final da vida aquela promessa feita na Cidade do Cabo em 1947, ainda antes de ser rainha. Declaro diante vós que toda a minha vida, seja ela longa ou curta, será dedicada ao vosso serviço e ao serviço da nossa grande família imperial, à qual todos pertencemos”.

Isabel II morreu esta quinta-feira, em Balmoral, na Escócia. Sucede-lhe o filho varão, Carlos.


"A morte da minha adorada mãe, Sua Majestade, a Rainha, é um momento da maior tristeza para mim e para todos os membros da nossa família", anunciou o monarca.

"Nós choramos profundamente a morte de uma Soberana estimada e de uma muito amada mãe. Eu sei que a sua perda será altamente sentida por todo o país, os reinos e a Commonwealth, e por infindáveis pessoas pelo mundo", continua a mensagem de Carlos III. 

(adaptado daqui: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/morreu-a-rainha-isabel-ii_es1425926 e https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/morreu-a-rainha-isabel-ii-2 )

08/09/2022

receção aos professores, na EB1 da Gandra

 Hoje, dia 8 de setembro, pelas 15h, vai realizar-se a receção aos docentes desta Instituição. Somos um Agrupamento de Escolas, de cinco escolas, e, este ano letivo, a Direção solicitou à EB1 da Gandra, que preparasse esta receção. 

Será um momento para nos revermos, nos conhecermos e confraternizarmos pelo que todas as presenças são fundamentais. 

Esta é a escola que nos vai acolher.


Até já!

07/09/2022

primeiro post de 2022/23


Queremos dar-vos as boas vindas a mais um ano letivo. 

Para quem que já nos conhece, segue um abraço sentido e saudoso. 

Para os que estão de novo connosco, saibam que este é o jornal da escola que procura fazer chegar aos seus leitores/seguidores as notícias do nosso quotidiano, de segunda a sexta-feira ao longo do ano letivo, contando com a colaboração de todos os alunos e professores. Estamos aqui, onde nos leem no momento, e também na nossa página oficial no Facebook

Contamos convosco para podermos continuar a CRESCER. 

Sejam muito bem-vindos!  
Votos de um excelente ano letivo!
                                                                                                                                                                                                              As professoras responsáveis,
Eduarda Ferreira e Manuela Couto

28/07/2022

último post de 2021/22


Neste último post do ano letivo, como é habitual, queremos agradecer. 

Agradecer a fidelidade dos nossos leitores, agradecer à Direção do nosso Agrupamento pelo apoio incondicional e pela liberdade concedida, agradecer a participação cada vez mais ativa de docentes e alunos, agradecer à APESAS a partilha de informação, agradecer o carinho que dedicam ao CRESCER, agradecer por permitirem "espalhar a palavra" do que por se faz.

Este ano letivo queremos também agradecer, particularmente, à professora Constância Silva pelo apoio que não só deu ao trabalho de edição com imensas sugestões de notícias, como também pela criação da secção em Inglês "Take a minute, take five". Foi uma parceria fantástica, com a qual continuaremos a contar no futuro.

Estamos "aqui" desde o dia 13 de setembro. É tempo de ir descansar, "desligar" um pouco desta azáfama, ficar em "OFF" e voltar no início do próximo ano letivo. 

Esperamos que o mundo esteja um bocadinho melhor. 💛

Contamos consigo para podermos continuar a CRESCER juntos. 

Gratas por estarem aí desse lado.

Boas férias!

Eduarda Ferreira e Manuela Couto, docentes responsáveis pela edição do CRESCER

campanha "Juntos Por Um Verão Mais Seguro": cuidados a ter nas praias

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) e a Direção-Geral da Saúde (DGS) associaram-se para sensibilizar a população portuguesa para os cuidados a ter nas praias com a campanha “Juntos Por Um Verão Mais Seguro”.


Em comunicado, as duas entidades esclarecem que a campanha visa “incentivar a uma cidadania responsável, através de recomendações no âmbito da segurança e de comportamentos a adotar nas praias que ajudem a minimizar os riscos de acidentes balneares”.
Para minimizar o número de acidentes durante a época balnear 2022, a AMN e a DGS recomendam que se vigie permanentemente as crianças, a frequentar praias vigiadas, utilizar calçado adequado nos acessos à praia e na utilização de apoios balneares e respeitar a sinalização das praias.
Recomendam igualmente às pessoas que se mantenham hidratadas, a tomar refeições ligeiras, a respeitar os períodos de digestão, a evitar as horas de maior exposição solar (11:00 – 17:00), usar protetor solar, a não se aproximarem de arribas instáveis e respeitar as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade e dos elementos que reforçam a vigilância nas praias. @ Sapo