O JNE determinou que o impresso de feitura das provas de exame, que é constituído por 4 páginas, não representa duas folhas, mas uma única folha. Asim, os examinandos devem preencher que utilizaram uma folha independentemente de terem utilizado uma, duas, três ou quatro páginas. Compreendido? Minudências! Até houve necessidade de um esclarecimento.
Número total de visualizações de páginas
19/06/2012
"imprecisões gráficas" no exame de Biologia, diz o GAVE
O enunciado do exame de Biologia e Geologia, realizado esta tarde pelos alunos do 11.º ano, continha “imprecisões gráficas” em dois gráficos do último grupo, segundo informa o site do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave).
Estas imprecisões, que já estão corrigidas na versão disponibilizada online pelo Gave, “não têm qualquer implicação na resolução dos itens deste grupo”, assegura o organismo do Ministério da Educação e Ciência responsável pelos exames.
hoje é dia de...
... exames de Biologia e Geologia, Matemática Aplicada às Ciências Sociais,
História e História e Cultura das Artes.
18/06/2012
280 mil alunos do Básico e Secundário iniciaram provas finais
Nos centros de dia para idosos em Serpa e Beja
ALUNOS
DE ANIMAÇÃO SOCIOCULTURAL EM
PROJETO NO BAIXO ALENTEJO
![]() |
| Portefólio fotográfico da autoria de Sandra Azevedo (12º F) |
No âmbito da Disciplina
de Animação Sociocultural, os alunos
do 12º ano do Curso Profissional de Técnico de Animador Sociocultural
desenvolveram, ao longo do ano, um projeto de turma subordinado à problemática:
“A Animação na Terceira Idade”.
Para a concretização deste projeto coletivo de turma, os alunos
partiram do princípio de que um dos aspetos sociais mais importantes dos
últimos tempos tem
sido o acentuado envelhecimento da população,
associado à queda da fecundidade e, sobretudo, ao aumento da esperança média de
vida, resultado do progresso material e da evolução do conhecimento médico.
Nas últimas décadas, tem-se
vindo a acentuar um considerável aumento de lares públicos e privados para
idosos e a necessidade crescente de programar ações relacionadas com a animação
sociocultural para a terceira idade, bem como de proporcionar experiências de
aprendizagem às pessoas idosas e de manter um ambiente rico e estimulante,
fazendo desta idade um espaço e um tempo positivos para aumentar as
possibilidades de educação ao longo da vida.
A animação sociocultural na
terceira idade suporta-se, pois, nos princípios de uma gerontologia educativa,
promotora de situações que auxiliem as pessoas idosas a planificarem
estratégias para a evolução natural do seu envelhecimento, que lhes promovam
novos interesses e novas atividades, estimulando e treinando a vitalidade
física e mental, enquanto se faz ocupação útil dos tempos livres disponíveis.
Consequentemente, assiste-se a
uma procura premente de animadores socioculturais com perfil profissional adequado à intervenção
nesta faixa etária, o que vem reforçar a ideia de que a terceira idade
constitui um dos âmbitos mais promissores para o futuro da animação
sociocultural.
Assim sendo, os alunos abraçaram
o projeto de animação dos utentes em dois centros de dia da terceira idade localizados nos concelhos de Serpa e de Beja,
na região do Baixo Alentejo, uma das mais envelhecidas do país.
O projeto de turma de intervenção em animação sociocultural teve
em conta os seguintes objetivos: reconhecer a importância das relações
intergeracionais; animar, cultural
e socialmente, os grupos da terceira idade; reconhecer a importância do trabalho em grupo e
do trabalho multidisciplinar; revelar
capacidades de organização e gestão da intervenção; reconhecer o papel do animador sociocultural
enquanto técnico que desenha e implementa projetos em diferentes contextos comunitários e,
finalmente, reconhecer o animador sociocultural
enquanto agente ativo do desenvolvimento partilhado das comunidades.
Todos os alunos
da turma, acompanhados pelo professor de ASC, estiveram nos passados dias 29 e
30 de Maio, em Serpa (Lar de S. Francisco)
e em Beja (Centro Social do Lidador),
onde desenvolveram um inovador programa de animação com os utentes dos dois
centros de dia alentejanos. Em cada uma das instituições, estiveram presentes
mais de uma centena de idosos que interagiram com os nossos alunos na leitura
de poemas, nas danças tradicionais, no cante alentejano e noutras modas do
cancioneiro português, tendo mesmo os utentes do Centro Social do Lidador, em
Beja, atuado com o seu grupo de cante alentejano. A par do trabalho realizado,
os alunos tiveram a oportunidade de visitar o Museu de Etnografia e o Museu
do Relógio, em Serpa e o Museu
Regional e o Museu de Arqueologia,
na cidade de Beja.
Foram parceiros do projeto, a Comissão Municipal de Cultura e
Turismo de Serpa, a Santa Casa da Misericórdia de
Serpa/Lar de S. Francisco e a Divisão de Ação
Social da Câmara Municipal de Beja/Centro Social do Lidador.
Em síntese, poder-se-á dizer que foram atingidos todos os
objetivos previstos neste inovador projeto de turma em animação sociocultural e
que se traduziu num cívico e afetivo (re)encontro de gerações, agora que os
nossos alunos vão iniciar o seu percurso profissional.
Entre a Escola e a Comunidade – visita do Centro Social e Paroquial de Águas Santas à nossa escola
A interação da Escola
com a Comunidade pode assumir as mais variadas formas e ter em vista diferentes
objetivos. Um, porém, parece-me comum a qualquer iniciativa neste âmbito: o
desenvolvimento nos nossos alunos de uma cidadania ativa, responsável e
tolerante, do ponto de vista pessoal e social.
Foi com este intuito que foi realizado o
convite a um grupo de utentes do Centro Social e Paroquial de Águas Santas para
assistirem a mais uma dramatização de "A
Menina do Mar", pelos alunos do 5ºD e da UAEM.
O
resultado parece ter sido positivo, a avaliar pelos sorrisos dos convidados e
pela promessa deixada no ar de outra oportunidade para visitarem a escola.
Embora já algo familiarizados com este tipo de
atividade, não ficaram sem resposta algumas perguntas dos nossos jovens,
relativamente àquele grupo etário mais avançado e ao funcionamento de um Centro
de Dia para idosos.
Talvez tenha sido este apenas um pequenino
passo de uma futura e interessante caminhada até um conhecimento mais profundo
da população da nossa comunidade – a tal cidadania ativa.
Para já, fica o registo de um saudável e
alegre convívio, mais uma vez a propósito de "A Menina do Mar".
Ângela Campos
17/06/2012
prosa inédita de Álvaro de Campos publicada amanhã
A
prosa completa de Álvaro de Campos, alguma da qual até agora inédita, foi pela
primeira vez reunida em livro e chega às livrarias na próxima segunda-feira,
numa edição da Ática, disse à Lusa fonte do grupo Babel.
São
mais de 40 textos inéditos de Álvaro de Campos, "talvez o mais popular
heterónimo de Fernando Pessoa", como escreveu no prefácio da obra o
coordenador da nova série de Obras de Fernando Pessoa, Jerónimo Pizarro, que assina
com Antonio Cardiello a edição deste volume, com a colaboração de outro
investigador pessoano, Jorge Uribe.
Para
o investigador, a publicação, pela primeira vez, da prosa completa de Álvaro de
Campos é "um acontecimento editorial tão relevante quanto a primeira
publicação de 'O Livro do Desassossego', há exatamente 30 anos".
E
porquê? Porque "Campos foi a personagem mais ativa, interventiva e
penetrante criada por Pessoa e a única que deixou uma prosa de uma dimensão
idêntica à que se encontra no 'Livro do Desassossego' [conforme o título
original, publicado em 1982]", explica o professor da cátedra de Estudos
Portugueses do Instituto Camões na Universidade dos Andes, em Bogotá, Colômbia.
"Afinal
- prossegue -, a prosa tardia de Campos é contemporânea da prosa tardia do
'Livro' e ambas foram escritas pelo mesmo autor quando este havia já atingido
um raro domínio da sua arte. Para mais, foi o próprio Pessoa quem afirmou que o
seu semi-heterónimo Bernardo Soares se assemelhava em 'muitas coisas' ao seu heterónimo
Álvaro de Campos".
O
que esta obra demonstra é que Álvaro de Campos - apesar de mais conhecido como
"o 'dandy' de estirpe maldita que escreveu alguns dos grandes poemas
metafísicos da literatura portuguesa, retratando-se como um vencido, como um falhado,
como um marginalizado, como "um cão tolerado pela gerência"- foi também
um prosador, embora esse facto tenha sido "algo negligenciado, até pelo
próprio Pessoa", observa Jerónimo Pizarro. @ JN
16/06/2012
há pessoas e pessoas
Há pessoas de quem não gostamos, outras de quem gostamos “assim-assim”,
outras que nos são indiferentes e outras de quem gostamos muito.
Hoje escrevo sobre (ou será para?) uma de quem gosto muito.
Conheci-o quando cheguei a esta escola há 24 anos e sempre
se me afigurou como uma pessoa diferente. O que me atraiu nele desde o primeiro
momento foi a eloquência do seu discurso, a sua serenidade e o seu pensamento.
Ao longo dos anos fomos colegas/companheiros e sempre fui uma
admiradora daquela pessoa que considerei ser, desde logo, “o rosto” da escola. Um dia, ele saiu por opção profissional e
sobrou em mim um grande vazio. Não me inibo de dizer que foi uma perda para todos
nós. Obviamente, uma mais-valia para quem o ganhou.
Ao longo desta caminhada de seis anos, vimo-nos várias
vezes, sempre de forma emocionada: ou no “Homem do Leme”, por acaso, na Foz, ou
no shopping onde todos se encontram,
ou nos nossos locais de trabalho, porque nos procurámos. E era sempre como se
nos tivéssemos visto na véspera. Dizem que as grandes amizades são assim! Gosto
de acreditar que sim.
Ontem revi-o porque fui à missa de sétimo dia da mulher. Foi
a primeira vez que fui a uma missa que celebrou o sétimo dia da morte do
cônjuge de um colega. Foi penoso e estranho! Penoso porque somos solidários com
quem perde e estranho porque também nos revemos na situação.
A pessoa que tanto admiro mais uma vez me surpreendeu. Nós,
os amigos, mantivemo-nos timidamente calados sobre o que ali nos juntava. Ele,
em cinco minutos, relatou ao grupo a sua vivência de seis anos, referiu que “a doença se vence sem se adoecer”, que
estes seis anos tinham sido “bons” porque
“quando há sofrimento há também amor”
e, depois, os meus ouvidos já só conseguiram reter as palavras “agora tenho que reaprender a viver”.
Sorriu e mandou-nos embora. E ficamos arrebatados. Tudo se invertera. Os consolados
fomos nós, os chorosos fomos nós e ele seguiu caminho para o reencontro com a
família.
Acabei de escrever sobre o meu querido amigo Queirós. Aquele
que é o autor da frase de topo deste jornal: “Esta é uma escola feita de mãos. E de muitas mãos!”. Aquele que diz que
em Águas Santas é que se “aquece”
quando tem “frio”.
Queirós, reaprende depressa a viver. Aqui em casa, os meus dizem que tu "és grande" e, por isso, só podes vencer. Entretanto, recebe um
abraço quentinho de quem gosta muito
de ti!
Manuela Couto
é preciso...
... saber bem a arte do encontro na flor da vida. (OUVIR)
... não procurar obstáculos invisíveis. (LER)
... ajudar um amigo a contornar as adversidades. (VER)
... não procurar obstáculos invisíveis. (LER)
Kafka, Franz
As forças do homem não são concebidas como uma orquestra.
No homem é necessário que todos os instrumentos toquem constantemente com toda
a sua força. Não foram destinados a ouvidos humanos e não dispõem da duração de
uma noite de concerto durante a qual cada instrumento pode esperar para se
fazer valer.
Por vezes parece que as coisas serão assim: tu tens tal
tarefa a cumprir, dispões de tantas forças quantas são necessárias para a levar
a bom termo (nem muito, nem muito pouco, sem dúvida te é necessário
concentrares-te, mas não tens que estar ansioso), com bastante tempo teu e boa
vontade para o trabalho, onde está o obstáculo ao êxito da imensa tarefa? Não
percas tempo a procurá-la , talvez não exista.
... ver um pôr-do-sol como um descanso do amanhecer.(IR)
![]() |
| daqui |
15/06/2012
os diretores dizem que...
o despacho de organização do próximo ano letivo “vai restringir” a autonomia das escolas
A
Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) considera que o despacho de
organização do próximo ano letivo “vai restringir” a autonomia das escolas e
não reforçá-la, conforme anunciado pelo Ministério da Educação e Ciência. O
despacho, publicado no passado dia 5 em Diário da República, altera
substancialmente as regras de organização do trabalho nas escolas e da
atribuição de horas suplementares para o desenvolvimento de projetos
extra-aulas. Este último passará a ser calculado a partir de uma fórmula em que
uma das variáveis será o sucesso escolar dos alunos. Educação Física não vai contar para a média final do secundário
14/06/2012
para a Bárbara
Este post é dedicado à Bárbara Teixeira, aluna do 12º B, nossa colaboradora especial, que trouxe ao CRESCER a maior parte das sugestões dos fins de semana, do OUVIR, VER, LER e IR.
Neste jornal não "pagamos" salários. Tentamos mostrar reconhecimento pelo trabalho feito. E, nesta fase em que os jovens do 12º ano se preparam para os exames e que a colaboração da Bárbara chegou ao fim, queremos agradecer-lhe a disponibilidade e desejar-lhe, publicamente, as maiores felicidades na concretização de todos os seus sonhos.
E porque este jornal é "feito de mãos" e a equipa não lhe quer dizer adeus mas sim um "até breve!", ficam as palavras do poeta:
| paina-de-santa-bárbara |
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha,
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria —
por mais amarga.
Eugénio de Andrade, in "Coração do Dia"
Curiosidade: quando floresce, a paina-de-santa-bárbara dá lugar a uma flor branca, sedosa, que brota das aparentes rígidas "couraças" verdes (ver imagem). Qualquer semelhança entre esta planta e a nossa Bárbara é pura coincidência! :)
13/06/2012
Fundação Saramago é, desde hoje, um "novo centro cultural" aberto ao mundo
O
presidente da Câmara de Lisboa afirmou, esta quarta-feira, que a Fundação José
Saramago é um "novo centro cultural" aberto "à cidade e ao
mundo", tendo como missão a fidelidade ao legado do escritor e à sua
"atualização criativa".
No
discurso de inauguração da Fundação, na Casa dos Bicos, António Costa afirmou
que este projeto, que tem o apoio da autarquia desde 2008, "é um grande
motivo de satisfação e de orgulho para a Câmara Municipal de Lisboa".
Lisboa
conta a partir de hoje, no "edifício memorável da Casa dos Bicos",
com "um espaço aberto a atividades culturais diversas".
"Aqui
se dá corpo e alma a um desígnio essencial da cultura, que a torna inseparável
da consciência que temos do estado do mundo e da nossa vontade de liberdade e
de justiça para todos", sublinhou o autarca.
Para
António Costa, "a fidelidade ao legado de José Saramago e à sua
atualização criativa são o fundamento e a missão deste novo centro
cultural".
"Esse
legado tem muitas dimensões e alcances. Nele, é fundamental a atenção à cultura
e à língua portuguesas, mas também a promoção de uma cultura universalista,
fundada na defesa dos direitos humanos, segundo a matriz da Declaração
Universal, e incluindo a defesa do meio ambiente e do futuro da terra",
sublinhou.
cursos que colocaram todos os alunos no desemprego
![]() |
| daqui |
Pela primeira vez, o Ministério da Educação lançou a média de empregabilidade dos cursos e mestrados existentes em Portugal. Há vários casos em que a taxa de insucesso atinge os 100%. Línguas Estrangeiras Aplicadas, em Évora, e Ecoturismo, na Escola Superior Agrária de Coimbra, fazem parte desta lista.
No pólo oposto está o curso de Medicina, da Universidade de Coimbra. É o que emprega mais gente. Teve apenas 0,08% de desempregados.
Em segundo lugar, está o curso homólogo administrado no Porto (0,09%), e em terceiro o da Universidade Nova de Lisboa (0,1%), de acordo com os dados fornecidos ontem pelo Ministério da Educação.
Entre as maiores faculdades públicas de Direito, por exemplo, a taxa de desemprego é maior no Porto, com 6,3%, seguindo-se Coimbra, com 4% e a Universidade Nova de Lisboa, 1,2%.
Com este ranking, o Governo tenciona limitar a abertura de novas vagas em cursos sem saídas profissionais. Poupados parecem estar, no entanto, as áreas de Ciências, Matemática e Informática e Engenharia, consideradas prioritárias.
Caso as instituições queiram propor o aumento de lugares, é recomendada a redistribuição interna das vagas por esses cursos, assumidos como apostas. @JN
12/06/2012
novas regras já a seguir
Esta semana, Nuno Crato, o nosso ministro da educação, voltou a trazer novidades. As novas regras atingem
professores, alunos e pais e a contestação já se faz ouvir. Multas para pais
incumpridores, mudanças nos critérios para a atribuição de horas para atividades
extra-aulas, expulsões de alunos que podem atingir três anos, estudantes
obrigados a reparar material ou a indemnizar a escola, proibição de gravar ou
usar telemóveis durante as aulas.
ERASMUS sem equivalências!!!
Universidades não estão
a reconhecer todas as cadeiras que os alunos fazem no estrangeiro. Ministério
admite problema.
Alguns
alunos portugueses estão a ter surpresas desagradáveis quando regressam de
Erasmus: problemas nas equivalências, cadeiras que valem créditos diferentes do
que se pensava e até professores que obrigam a que façam novos trabalhos ou
exames. Um semestre no estrangeiro passou a ser para muitos sinónimo de tempo
perdido.
Foi o que aconteceu a Denise Oliveira, aluna do curso de Promoção Artística e Património do Politécnico de Setúbal. Num semestre na Holanda fez nove cadeiras – em vez das seis que faria se tivesse ficado em Portugal –, mas corre o risco de ter de realizar novos exames e trabalhos para conseguir aproveitamento. «As cadeiras não valem os créditos que eu pensava que valiam e, na Holanda, o ano lectivo funciona por períodos e não por semestres», explica a estudante, a quem o coordenador do curso sugeriu «que traduzisse os trabalhos feitos em Inglês para Português» para poderem ser avaliados, apesar de já terem tido notas positivas na Holanda.
A outra opção para Denise é inscrever-se a todos os testes e voltar a fazer as cadeiras que já fez no estrangeiro. Não era o que estava à espera quando se inscreveu no programa de intercâmbio. «Antes de sair do país, assinei uma espécie de contrato – o Learning Agreement – com todas as cadeiras que ia fazer e os créditos. Mas quando cheguei lá percebi que era tudo diferente do que estava no site da universidade holandesa».
Não foi a única a ser surpreendida com uma realidade bem diferente daquela que ficou estabelecida no Learning Agreement– o documento que os estudantes assinam antes de ir para Erasmus e que contém todo plano de estudos que vão fazer o estrangeiro e a garantia de que este vai ser reconhecido quando regressarem a Portugal. @SOL
Foi o que aconteceu a Denise Oliveira, aluna do curso de Promoção Artística e Património do Politécnico de Setúbal. Num semestre na Holanda fez nove cadeiras – em vez das seis que faria se tivesse ficado em Portugal –, mas corre o risco de ter de realizar novos exames e trabalhos para conseguir aproveitamento. «As cadeiras não valem os créditos que eu pensava que valiam e, na Holanda, o ano lectivo funciona por períodos e não por semestres», explica a estudante, a quem o coordenador do curso sugeriu «que traduzisse os trabalhos feitos em Inglês para Português» para poderem ser avaliados, apesar de já terem tido notas positivas na Holanda.
A outra opção para Denise é inscrever-se a todos os testes e voltar a fazer as cadeiras que já fez no estrangeiro. Não era o que estava à espera quando se inscreveu no programa de intercâmbio. «Antes de sair do país, assinei uma espécie de contrato – o Learning Agreement – com todas as cadeiras que ia fazer e os créditos. Mas quando cheguei lá percebi que era tudo diferente do que estava no site da universidade holandesa».
Não foi a única a ser surpreendida com uma realidade bem diferente daquela que ficou estabelecida no Learning Agreement– o documento que os estudantes assinam antes de ir para Erasmus e que contém todo plano de estudos que vão fazer o estrangeiro e a garantia de que este vai ser reconhecido quando regressarem a Portugal. @SOL
11/06/2012
através de moinhos e açudes, pelo rio Leça adentro...
Onde se falou de Carolina Michaelis
O
Leça é um rio português que nasce
junto ao Monte Córdova,
em Santo Tirso. A
bacia do rio Leça tem uma área de 189,9 km² e apenas 44,8 quilómetros de
comprimento para o curso de água principal, passa pelas freguesias de Refojos de Riba de Ave, Lamelas, Reguenga, Água Longa (Santo Tirso), Alfena, Ermesinde e Águas
Santas, indo desaguar no porto de Leixões, em Matosinhos. Uma significativa
parte do seu estuário atravessa a freguesia de Águas Santas.
No
âmbito dos Dias do Departamento de Ciências Sociais e Humanas teve lugar no
Auditório da nossa Escola um interessante colóquio, cujo tema central foi o rio
Leça por terras de Águas Santas através dos seus moinhos, açudes, levadas e
caneiros existentes nas suas margens.
Promovido
pelo Grupo Disciplinar de Geografia, o referido evento contou com as presenças
de três membros do Centro UNESCO da Maia, professoras Lurdes Graça, Fátima
Carvalho e Ana Alice que falaram sobre a importância da preservação do
património natural local em toda a bacia do rio Leça.
O
Leça é um rio português que nasce
junto ao Monte Córdova,
em Santo Tirso. A
bacia do rio Leça tem uma área de 189,9 km² e apenas 44,8 quilómetros de
comprimento para o curso de água principal, passa pelas freguesias de Refojos de Riba de Ave, Lamelas, Reguenga, Água Longa (Santo Tirso), Alfena, Ermesinde e Águas
Santas, indo desaguar no porto de Leixões, em Matosinhos. Uma significativa
parte do seu estuário atravessa a freguesia de Águas Santas.
Junto
às margens do rio Leça, na freguesia de Águas Santas, existia uma casa de campo
pertencente à família de Joaquim Vasconcelos, marido de Carolina Michaelis
considerada como a mais importante das filólogas da língua
portuguesa. Após o seu casamento com Joaquim
António da Fonseca Vasconcelos, musicólogo e historiador de arte, Carolina
Michaelis, na sua casa de campo, em Águas Santas, promoveu encontros
literários com alguns dos mais relevantes vultos da literatura portuguesa da
segunda metade do século XIX, designadamente Antero de Quental, José
Leite de Vasconcelos, Trindade Coelho, Sousa Viterbo e Conde de Sabugosa.
como não hão de os professores sofrer de stress?
O diploma - Despacho Normativo 13-A/2012 -, publicado a 5 de Junho, aliado à criação dos mega-agrupamentos, à revisão curricular, ao aumento de alunos por turma, ao encerramento dos Centros de Novas Oportunidades (CNO) e a “um conjunto de outras medidas vai ser demolidor”, sublinhou Mário Nogueira, secretário geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
De acordo com os cálculos e simulações já feitas por alguns diretores de escolas, no próximo ano letivo seriam extintos cerca de 15% dos horários das suas respetivas escolas, mas com a aplicação deste despacho a percentagem de extinção de horários ultrapassará os 20%, afirmou Mário Nogueira. @ LUSA
Metade dos professores portugueses
sofre de stress e exaustão
De acordo com o Público, um estudo recente mostra
que o excesso de carga horária e de burocracia nas escolas, a indisciplina e o
desinteresse dos alunos são os principais fatores de ansiedade.
As
docentes mais velhas e do sexo feminino são as mais afetadas. O estudo, que
contou com a participação de 800 profissionais, revela ainda que os professores
do ensino secundário são os mais insatisfeitos.
O
estudo divulgado pelo Público foi realizado por duas investigadoras do
Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) que inquiriram 807 professores
na maioria de escolas públicas, mas também estabelecimentos privados, de
Portugal continental e regiões autónomas.
As duas investigadoras do ISPA concluíram ainda que os professores do ensino secundário apresentam valores mais elevados de stress e exaustão emocional, sendo também os que mais se queixam de falta de reconhecimento profissional. Além de se sentirem colocados perante níveis de exigência e expectativas superiores para a execução do seu papel, criticam a falta de condições organizacionais nas escolas e a muita burocracia associada à profissão.
para refletir...
"Dentro
de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."
José Saramago
10/06/2012
Comemorando o Ano Europeu do Envelhecimento Ativo
![]() |
| Drª Augusta Vítor e Padre Agostinho Jardim |
As questões da pobreza e da exclusão social estiveram em debate na nossa escola por iniciativa dos alunos do Curso Profissional de Técnico de Animador Sociocultural. Com efeito, o presidente da Rede Europeia Contra a Pobreza, Padre Agostinho Jardim, orientou um colóquio em que apelou à participação ativa de todos os alunos na luta contra a pobreza e a exclusão social.
Por ocasião do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações que estamos a comemorar, o padre Agostinho Jardim questionou os presentes, dizendo: “Preocupa-vos envelhecer? Qual será o vosso papel na sociedade quando tiverem 60, 70 ou 80 anos?”.
“Há muito para viver depois dos 65, e a sociedade está a valorizar cada vez mais a contribuição das pessoas idosas. É isso que significa envelhecimento ativo: tirar mais e não menos partido da vida à medida que se envelhece, tanto no trabalho como em casa ou na comunidade. E isso não só afeta cada pessoa individualmente, mas também a sociedade no seu conjunto", disse o presidente da Rede Europeia Contra a Pobreza.
![]() |
| alunas do curso Profissional de Técnico de Animador Social |
A criação de uma Rede Europeia Anti Pobreza surge com a preocupação da Comissão Europeia perante o aumento dos fenómenos da pobreza e da exclusão social na Europa. "Em 1985 viviam nos países da União Europeia cerca de 44 milhões de pessoas abaixo do nível considerado como limiar da pobreza, número que em 1990 passou para 53 milhões”, referiu o padre Agostinho Jardim em resposta a uma das questões formuladas pelos alunos presentes.
Neste contexto, esta Instituição solicitou às Organizações Não Governamentais de Solidariedade Social, que se organizassem e constituíssem um grupo de pressão, de modo a imprimirem uma maior eficácia nas ações destinadas ao combate à pobreza e à exclusão social.
Hoje, a Rede Europeia Anti Pobreza é constituída por 30 redes nacionais e 23 instituições europeias. Moderou o debate, a Dr.ª Augusta Vítor, diretora do Curso.
Hoje, a Rede Europeia Anti Pobreza é constituída por 30 redes nacionais e 23 instituições europeias. Moderou o debate, a Dr.ª Augusta Vítor, diretora do Curso.
09/06/2012
flores para os nossos finalistas
Ontem à noite, a escola sede do agrupamento abrilhantou-se com o charme das meninas e dos meninos de 12º ano. Celebrou-se o fim dos seus estudos num jantar formal onde não faltou a passadeira rosa choque (a tradição já não é o que era), os snacks de entrada servidos no pátio, e um jantar muito bem servido numa sala decorada com esmero e ao som de uma dupla de cantores/músicos que interpretaram música dos anos 60, 70 e 80 em jeito suave, próprio para quem janta e quer conversar.
O que mais impressiona nestas ocasiões é o aprumo das jovens. São horas e horas de investimento para se mostrarem belas nos seus vestidos, penteados, maquilhagem e sapatos. Eles, os jovens, esforçam-se pela solenidade do fato ou do blazer e pela gravata e sapatos que ainda tanto estranham.
E percebe-se o cuidado e até o nervosismo mal disfarçado. É o fim de uma longa caminhada. Com mais ou menos facilidade, todos chegaram ao fim. Sobra a sensação de dever cumprido. É por isso que quando se entregam os diplomas não há "podium". Estão todos em igualdade de circunstâncias.
O CRESCER esteve lá e gostou de ver e sentir o empenho de todos. Dos pais que conduziram, babados, os filhos à noite de gala. Do orgulho da Direção da escola e da associação de pais. Da coloboração ativa de EE isolados que resolveram arregaçar as mangas e ajudar a servir. De todos aqueles que nos bastidores idealizaram e labutaram seriamente para que tudo corresse da melhor forma. Dos finalistas que tão primorosamente viveram este jantar de glamour. Dos convidados padrinhos que tão orgulhosamente entregaram os diplomas aos afilhados.
Caros finalistas, parabéns a todos! Chegados aqui pensem que este momento não é o fim de uma etapa, pensem antes que é o princípio de uma nova fase.
A vossa escola terá sempre a porta aberta para vos receber. Os vossos professores sentem orgulho nas vossas caminhadas.
Deixamo-vos um ramalhete simples de flores para elas vos embelezarem os sonhos.
O que mais impressiona nestas ocasiões é o aprumo das jovens. São horas e horas de investimento para se mostrarem belas nos seus vestidos, penteados, maquilhagem e sapatos. Eles, os jovens, esforçam-se pela solenidade do fato ou do blazer e pela gravata e sapatos que ainda tanto estranham.
E percebe-se o cuidado e até o nervosismo mal disfarçado. É o fim de uma longa caminhada. Com mais ou menos facilidade, todos chegaram ao fim. Sobra a sensação de dever cumprido. É por isso que quando se entregam os diplomas não há "podium". Estão todos em igualdade de circunstâncias.
O CRESCER esteve lá e gostou de ver e sentir o empenho de todos. Dos pais que conduziram, babados, os filhos à noite de gala. Do orgulho da Direção da escola e da associação de pais. Da coloboração ativa de EE isolados que resolveram arregaçar as mangas e ajudar a servir. De todos aqueles que nos bastidores idealizaram e labutaram seriamente para que tudo corresse da melhor forma. Dos finalistas que tão primorosamente viveram este jantar de glamour. Dos convidados padrinhos que tão orgulhosamente entregaram os diplomas aos afilhados. Caros finalistas, parabéns a todos! Chegados aqui pensem que este momento não é o fim de uma etapa, pensem antes que é o princípio de uma nova fase.
A vossa escola terá sempre a porta aberta para vos receber. Os vossos professores sentem orgulho nas vossas caminhadas.
Deixamo-vos um ramalhete simples de flores para elas vos embelezarem os sonhos.
08/06/2012
abandono escolar precoce em Portugal é o terceiro mais elevado da UE
![]() |
| imagem Global |
Bruxelas
nota, no entanto, que Portugal fez progressos na matéria, uma vez que a taxa
era, em 2000, de 43,6% e, em 2020, de 28,7%.
O
abandono escolar precoce definido como a taxa de jovens entre os 18 e os 24
anos com habilitações secundárias, na melhor das hipóteses, que não seguem
quaisquer ações de educação nem formação.
Por
outro lado, Portugal está também longe de cumprir outro objetivo para a
educação traçado na estratégia Europa 2020, o de atingir mais de 40% de
licenciados entre os 30 e os 34 anos, até 2020.
Em
2011, a taxa de conclusão do ensino superior entre os 30-34 anos era, em
Portugal, de 26,1%, sendo a média da União Europeia de 34,6%. @JN
abandono escolar precoce em Portugal é o terceiro mais elevado da UE
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Bruxelas
nota, no entanto, que Portugal fez progressos na matéria, uma vez que a taxa
era, em 2000, de 43,6% e, em 2020, de 28,7%.
O
abandono escolar precoce definido como a taxa de jovens entre os 18 e os 24
anos com habilitações secundárias, na melhor das hipóteses, que não seguem
quaisquer ações de educação nem formação.
Por
outro lado, Portugal está também longe de cumprir outro objetivo para a
educação traçado na estratégia Europa 2020, o de atingir mais de 40% de
licenciados entre os 30 e os 34 anos, até 2020.
Em
2011, a taxa de conclusão do ensino superior entre os 30-34 anos era, em
Portugal, de 26,1%, sendo a média da União Europeia de 34,6%. @JN
07/06/2012
Primavera Sound do Porto arranca hoje no parque da cidade
A primeira edição do Optimus Primavera Sound do Porto fez com
que "pelo menos quatro ou cinco mil pessoas deixassem de ir a Barcelona",
afirmou Alberto Guijarro, um dos diretores do festival catalão, que escolheu
Portugal para se internacionalizar.
Em (quase) final de ano letivo, há muitos candidatos a espectadores deste festival. Para ficarem a saber o programa, como ir, as parcerias do festival com os STCP e a Metro do Porto, os horários dos concertos, consultem o site do festival, aqui.
matrizes curriculares voltam a ter tempos de 45 minutos?
O
Ministério da Educação e Ciência (MEC) converteu, nesta terça-feira,
formalmente para blocos de 45 minutos os tempos mínimos que atribuíra às
disciplinas do ensino básico e secundário e que provocaram confusão junto dos
professores e diretores.
As novas
matrizes foram publicadas no site da Direcção-Geral da Educação (DGE)
com a indicação que foram estas as “aprovadas em Conselho de Ministros no dia
31 de Maio”.
Em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC refere que o que foi colocado agora na página de Internet da DGE é "a versão de referência das matrizes de forma a tornar a sua leitura mais clara". "Estas versões foram colocadas hoje no site da DGE e só hoje foi introduzido o texto da aprovação em Conselho de Ministros (CM). Nas versões anteriores constava que aquelas eram as matrizes que aguardavam aprovação em CM.", acrescentou.
A “versão de referência” apresentada para o 2.º e 3.º ciclos e para o secundário vêm confirmar o que o ministro Nuno Crato garantiu na passada quinta-feira, no final do Conselho de Ministros: "Se as aulas de 45 minutos forem mantidas tudo se passará como foi apresentado em Março", quando foi apresentada a versão final da proposta de revisão da estrutura curricular, insistiu.
Em vez de calcular os tempos letivos em blocos de 45 e 90 minutos, como até agora, o ministério – que vai dar autonomia às escolas para fixarem os tempos das aulas –, apresentou o total de minutos semanal para cada disciplina, suscitando de imediato dúvidas sobre alegados novos cortes nas cargas horárias de várias disciplinas.
Nas matrizes agora publicadas referentes aos tempos mínimos e total semanal por disciplina refere-se também que, em relação ao tempo a cumprir, poderão "ser feitos ajustes de compensação entre semanas".
Na quinta-feira, Crato garantiu também que as direções regionais de educação irão reunir com diretores de todo o país para explicarem o novo modelo. @ PÚBLICO
Em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC refere que o que foi colocado agora na página de Internet da DGE é "a versão de referência das matrizes de forma a tornar a sua leitura mais clara". "Estas versões foram colocadas hoje no site da DGE e só hoje foi introduzido o texto da aprovação em Conselho de Ministros (CM). Nas versões anteriores constava que aquelas eram as matrizes que aguardavam aprovação em CM.", acrescentou.
A “versão de referência” apresentada para o 2.º e 3.º ciclos e para o secundário vêm confirmar o que o ministro Nuno Crato garantiu na passada quinta-feira, no final do Conselho de Ministros: "Se as aulas de 45 minutos forem mantidas tudo se passará como foi apresentado em Março", quando foi apresentada a versão final da proposta de revisão da estrutura curricular, insistiu.
Em vez de calcular os tempos letivos em blocos de 45 e 90 minutos, como até agora, o ministério – que vai dar autonomia às escolas para fixarem os tempos das aulas –, apresentou o total de minutos semanal para cada disciplina, suscitando de imediato dúvidas sobre alegados novos cortes nas cargas horárias de várias disciplinas.
Nas matrizes agora publicadas referentes aos tempos mínimos e total semanal por disciplina refere-se também que, em relação ao tempo a cumprir, poderão "ser feitos ajustes de compensação entre semanas".
Na quinta-feira, Crato garantiu também que as direções regionais de educação irão reunir com diretores de todo o país para explicarem o novo modelo. @ PÚBLICO
o despacho da discórdia
O CRESCER transcreve alguns do artigos do despacho de organização do ano letivo 2012/2013 para que possam ler e refletir:
Artigo 8.º,
ponto 1: "A componente letiva, a constar no horário semanal de
cada docente, encontra -se fixada no artigo 77.º do ECD, considerando -se
que está completa quando totalizar 25 horas semanais, no caso do pessoal docente
da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, ou 22 horas
semanais (1100 minutos), no caso do pessoal dos restantes ciclos e níveis de
ensino, incluindo a educação especial".
Artigo 8.º,
ponto 4: "A componente letiva de
cada docente dos quadros tem de estar totalmente completa, não podendo, em caso algum, conter qualquer tempo de
insuficiência".
Artigo 8.º,
ponto 5: "Para os efeitos previstos no número anterior,
utilizam-se atividades letivas existentes na escola ou agrupamento,
designadamente substituições temporárias, lecionação de grupos de alunos de homogeneidade
relativa em disciplinas estruturantes, reforço da carga curricular de quaisquer
disciplinas, atividades de Apoio ao Estudo ou outro tipo de apoio ou
coadjuvação.
Que tal? O que vos oferece dizer?
06/06/2012
mandar um filho para a universidade custa seis mil euros por ano
As famílias portuguesas pagam anualmente, em média,
cerca de seis mil euros pelos gastos de um filho no ensino superior. Segundo um
estudo desenvolvido pelo Instituto de Investigação da Universidade de Lisboa,
os agregados familiares de Portugal acabam por fazer um esforço maior que o
verificado noutros países.
Luísa Cerdeira, coordenadora do trabalho, refere que este montante de seis mil euros implica uma comparação entre o nível de rendimentos existente em Portugal e os montantes auferidos noutros países. Quando essa comparação é feita, explica a investigadora, “pode-se concluir que há um grande esforço por parte das famílias portuguesas, que é maior que na generalidade dos países da Europa”.
Este estudo resulta de um inquérito realizado no ano letivo 2010-2011 e vai ser apresentado esta quarta-feira, durante um seminário em que vão estar presentes representantes dos estudantes, que vão comentar os resultados. @JN
Luísa Cerdeira, coordenadora do trabalho, refere que este montante de seis mil euros implica uma comparação entre o nível de rendimentos existente em Portugal e os montantes auferidos noutros países. Quando essa comparação é feita, explica a investigadora, “pode-se concluir que há um grande esforço por parte das famílias portuguesas, que é maior que na generalidade dos países da Europa”.
Este estudo resulta de um inquérito realizado no ano letivo 2010-2011 e vai ser apresentado esta quarta-feira, durante um seminário em que vão estar presentes representantes dos estudantes, que vão comentar os resultados. @JN
jovem de 15 anos cria teste para deteção precoce de três tipos de cancro
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| em primeiro plano, o medalhado Jack Andraka |
05/06/2012
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