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03/02/2023

escola sede: 12º L, visita de estudo à Oficina da Regueifa e do Biscoito

Na última sexta-feira, dia 27 de janeiro, os alunos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde, 12º L, e as professoras Sara Botelho, de Área de Integração, e Bárbara Basto, de Português, realizaram uma visita guiada à Oficina da Regueifa e do Biscoito, em Valongo.

No início da visita, visualizamos um filme, em 3D, explicativo da história da regueifa e do biscoito de Valongo.

Depois da exibição do filme, foi iniciada a visita pela Oficina para vermos os artefactos utilizados na produção quer da regueifa quer dos biscoitos, os tipos de cereais, os tipos de biscoitos, a história por detrás da regueifa. Ficamos a saber como eram fabricados nos primeiros tempos e como são produzidos atualmente.

Terminada a visita guiada, tivemos a oportunidade de “pôr as mãos na massa” e criar as nossas figuras de biscoitos. Adoramos!

Enquanto aguardávamos pela cozedura dos biscoitos, a turma desfrutou de uma área de jogos interativos relacionados com o conteúdo da Oficina.

Por fim, depois de 20 minutos de espera, cada aluno experimentou os biscoitos que fez. Estavam deliciosos!

Após a visita, fomos também à famosa fábrica da Paupério comprar lembranças e os afamados biscoitos.

No regresso à escola, pelas 12h30, a turma e as professoras deram a sua opinião sobre a visita de estudo e todos concordaram que foi muito agradável, interessante e divertida. Viemos satisfeitos pela oportunidade de conhecer melhor um dos alimentos mais consumidos em Portugal: a regueifa.

                                                                                                                                Rafaela Cunha, 12º L (texto)
                                                                                                    cortesia de envio de Sara Botelho, docente de Área de Integração

textos de alunos: "Take a minute, take five!"

 Mais uma curiosidade, com informação local, sugestão de Rafaela Gonçalves, 11ºG,   subcategoria "The World Around Us".

                                                Our city has been classified as a world heritage site by UNESCO

The Historic Centre of Porto is the oldest area of the district, classified as World Heritage Site by UNESCO since 1996. 


It gathers the parishes of Sé, Vitória, São Nicolau and Miragaia. With medieval origins, and despite all the changes, the Historic Centre of Porto maintains its unique urban characteristics, incomparable to other cities in Europe...


I decided to share this curiosity because I think it's always good to know a little more about what surrounds us.

                                                                                                                                                                                        Rafaela Gonçalves, 11º G

cortesia do envio de Constância Silva, docente de Inglês e colaboradora do CRESCER 

próximos dias em Portugal: diminuição do frio e novo pico de poluição do ar

Primeiros dias de fevereiro em Portugal com diminuição gradual do frio, apesar da persistência de temperatura mínima baixa, e de algumas geadas e nevoeiro matinal no interior. Haverá também tendência para a acumulação de poluição atmosférica em torno dos principais centros urbanos. Consulte a previsão!

pôr-do-sol em Faro (foto de Meteored)


O tempo seco e soalheiro, de cariz anticiclónico, irá continuar no que resta da semana em Portugal continental. Ao longo dos próximos dias viveremos uma situação de estabilidade meteorológica no nosso país, alimentado pelas altas pressões e pelo vento de Leste/Nordeste.

O frio começará a diminuir lenta e gradualmente à medida que uma massa de ar mais temperada for percorrendo a Península Ibérica de norte para sul. As noites continuarão frescas, mas os períodos diurnos estarão mais amenos e termicamente confortáveis.

No interior de Portugal continental as noites manter-se-ão bastante frias, com formação de gelo e geada e surgimento de nevoeiro/neblina matinal nalguns locais do Nordeste Transmontano e da Beira Alta.

Na faixa litoral entre Viana do Castelo e Lisboa, haverá tendência para a concentração de poluentes atmosféricos nocivos para a saúde, especialmente para os grupos populacionais mais vulneráveis (idosos, crianças e indivíduos com doenças respiratórias).

A acumulação maior de partículas poluentes está prevista para sexta-feira, dia 3 de fevereiro, entre o final da tarde e a noite, sobretudo nas áreas geográficas entre Braga e Porto, e também em redor de Aveiro, e de Lisboa.

No fim de semana espera-se não só uma diminuição ligeira do frio noturno (menos geadas), como também um pequeno aumento da temperatura máxima, com ambiente seco e céu limpo ou pouco nublado.@ Meteored

02/02/2023

a luta dos professores continua: hoje é dia de reunião com o ME

 Estarão presentes doze forças sindicais para negociarem com o Ministro da Educação, pelas 10h de hoje. Mas... o Ministro não vai estar. 


VER: é "Essencial"

 O programa "ESSENCIAL" de Conceição Lino, na SIC, conquistou os professores. Trabalho sério e honesto, coisa rara sobre o tema da educação. 

Para ver, clique aqui, uma vez que o vídeo anteriormente publicado ficou indisponível.


(post editado às 18h)

opinião: "O que prejudica os alunos, senhor ministro?"


 O que prejudica os alunos é falta de tempo para preparar aulas atraentes, dinâmicas, é a falta de computadores, projetores e internet operacionais. São salas frias, geladas em pleno inverno.

Tânia Santos *
O que prejudica os alunos, senhor ministro, não são as greves; são os professores desmotivados atulhados em burocracias, projetos sem sentido, criados num gabinete qualquer e que mudam ano após ano. Atas, sínteses, justificações, relatórios, grelhas, planificações, RTP, PCT, relatórios de processos disciplinares, relatórios para a CPCJ e reuniões e mais reuniões, que muitas vezes não levam a lado nenhum. Professores cansados porque fazem dezenas (ou centenas) de quilómetros por dia, isto quando não tiveram de arrendar uma segunda casa e deixaram tudo para trás, que pagam literalmente para trabalhar!

O que prejudica os alunos é falta de tempo para preparar aulas atraentes, dinâmicas, é a falta de computadores, projetores e internet operacionais. São os programas desajustados à nova realidade, salas frias, geladas em pleno inverno (porque não há orçamento para o aquecimento, isto quando ele existe), salas onde o vento entra pelas janelas, onde nos cai pingas de água na cabeça e onde, por vezes, temos a companhia de ratos, gaivotas e pombos.

O que prejudica os alunos, senhor ministro, é a falta de assistentes operacionais, técnicos especializados, psicólogos e o excessivo número de alunos por turma. Professores que são falsas necessidades temporárias, que são obrigados a abandonar alunos que já conhecem e conquistaram, assim como bons projetos, não desses imaginados por quem nunca deu uma aula, mas por quem conhece o contexto escolar onde trabalha, isto porque o contrato termina sempre no final do ano letivo… e lá vem outra escola … e lá vamos nós começar tudo de novo. 

E o que prejudica a sociedade, senhor ministro, é tentarem acabar com qualidade da escola pública, uma escola que não seleciona, que não escolhe, mas acolhe todos, que tenta dar as mesmas oportunidades e que é o principal motor de desenvolvimento de um país. 

Não me posso esquecer de salientar a falta de respeito com que sucessivos governos têm tratado os professores. Que exemplo estão a dar à sociedade? É assim que devemos tratar quem educa, ensina, cuida e muitas vezes abraça as nossas crianças e jovens? Talvez seja por isso que ultimamente não há quem queira ser professor, há centenas de alunos sem professor a pelo menos uma disciplina, e isso não é responsabilidade das greves.

Mas, caríssimo senhor ministro, o que prejudica mesmo os nossos alunos é o facto de no futuro pensarem que não têm o direito de lutar por melhores condições de trabalho, que o direito à greve não é um direito constitucional, de qualquer país democrático e um direito de todos, incluindo daqueles que o ensinaram, estimularam a pensar, que contribuíram para que esteja a ocupar esse lugar. O passado tem memória curta. @ Observador

*Tânia Santos, docente de Português e Espanhol no Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto

educação: professores exigem redução das tarefas burocráticas nas escolas

Professores queixam-se das tarefas burocráticas que dizem retirar-lhes tempo para ensinar. Conheça o caso de Catarina Carvalho, professora em Loures, que entre atas, relatórios e papeladas, ainda atende os encarregados de educação e gere os conflitos entre alunos.


Há muito que os professores alertam para o aumento de trabalho burocrático, um problema reconhecido em janeiro pelo ministro da Educação, João Costa, que anunciou que iria apresentar um plano para eliminar “documentos e plataformas que não contribuem para a qualidade do processo de ensino e aprendizagem”.
João Costa prometeu que iria “simplificar documentos administrativos” e “eliminar redundâncias”, mas as medidas ainda não chegaram e nas escolas os professores dizem-se “exaustos e frustrados”.
Catarina Carvalho é professora há 22 anos e tem agora a seu cargo a direção de sete turmas. Os diretores de turma e os professores do 1.º ciclo são os mais penalizados, segundo os sindicatos, que alertam para o facto de raramente conseguirem cumprir a legislação, que prevê um horário de trabalho máximo de 35 horas semanais.
Todos os dias, a diretora de turma tem um conjunto de tarefas que não podem esperar, como verificar o registo de faltas dos alunos.
“Tenho sete turmas e tenho de contar as faltas de todos os alunos, verificar se há casos que precisam de justificação dos encarregados de educação. Se isso acontecer, tenho de contactar os pais, o que nem sempre é fácil, porque os pais esquecem-se e nós temos de andar atrás deles a insistir”, exemplificou.
Naquela escola de Loures há alunos em risco de insucesso e de pobreza. “Há situações que temos de sinalizar para a Comissão de Proteção de Menores e, se o caso segue para tribunal, somos nós que temos de elaborar todo o processo”, acrescentou.
Os sindicatos alertam que também são pedidos aos professores relatórios para entregar aos médicos, tribunais e outras entidades.
Também os diretores escolares têm chamado a atenção para as inúmeras tarefas das escolas, que vão desde realizar as matrículas dos alunos a fazer listagens de dados sobre alunos e encarregados de Educação e atualizar esses mesmos registos biográficos.
São os diretores de turma que tratam dos processos quando chega um aluno com necessidades educativas especiais.
“A lei diz que temos de justificar quando temos pelo menos 50% dos alunos com negativas. Temos de deixar tudo registado. Todas as diligências que levámos a cabo para que não houvesse insucesso”. (adaptado daqui)

educação: professores exigem redução das tarefas burocráticas nas escolas

Professores queixam-se das tarefas burocráticas que dizem retirar-lhes tempo para ensinar. Conheça o caso de Catarina Carvalho, professora em Loures, que entre atas, relatórios e papeladas, ainda atende os encarregados de educação e gere os conflitos entre alunos.


Há muito que os professores alertam para o aumento de trabalho burocrático, um problema reconhecido em janeiro pelo ministro da Educação, João Costa, que anunciou que iria apresentar um plano para eliminar “documentos e plataformas que não contribuem para a qualidade do processo de ensino e aprendizagem”.
João Costa prometeu que iria “simplificar documentos administrativos” e “eliminar redundâncias”, mas as medidas ainda não chegaram e nas escolas os professores dizem-se “exaustos e frustrados”.
Catarina Carvalho é professora há 22 anos e tem agora a seu cargo a direção de sete turmas. Os diretores de turma e os professores do 1.º ciclo são os mais penalizados, segundo os sindicatos, que alertam para o facto de raramente conseguirem cumprir a legislação, que prevê um horário de trabalho máximo de 35 horas semanais.
Todos os dias, a diretora de turma tem um conjunto de tarefas que não podem esperar, como verificar o registo de faltas dos alunos.
“Tenho sete turmas e tenho de contar as faltas de todos os alunos, verificar se há casos que precisam de justificação dos encarregados de educação. Se isso acontecer, tenho de contactar os pais, o que nem sempre é fácil, porque os pais esquecem-se e nós temos de andar atrás deles a insistir”, exemplificou.
Naquela escola de Loures há alunos em risco de insucesso e de pobreza. “Há situações que temos de sinalizar para a Comissão de Proteção de Menores e, se o caso segue para tribunal, somos nós que temos de elaborar todo o processo”, acrescentou.
Os sindicatos alertam que também são pedidos aos professores relatórios para entregar aos médicos, tribunais e outras entidades.
Também os diretores escolares têm chamado a atenção para as inúmeras tarefas das escolas, que vão desde realizar as matrículas dos alunos a fazer listagens de dados sobre alunos e encarregados de Educação e atualizar esses mesmos registos biográficos.
São os diretores de turma que tratam dos processos quando chega um aluno com necessidades educativas especiais.
“A lei diz que temos de justificar quando temos pelo menos 50% dos alunos com negativas. Temos de deixar tudo registado. Todas as diligências que levámos a cabo para que não houvesse insucesso”. (adaptado daqui)

sociedade: quais são as profissões mais procuradas por recrutadores internacionais?

Com um mundo a mudar cada vez mais rápido, decidir o que estudar pode ser desafiante. Perante o “desfasamento” entre a educação e o mercado, Karoli Hindriks, CEO da plataforma de realocação de talento Jobbatical, deixa algumas recomendações para os jovens. 

Entrar no ensino superior tem muitos desafios e escolher em que área apostar é logo o primeiro deles. Com o mundo do trabalho a mudar rapidamente, vivemos um paradoxo. Enquanto das universidades está a sair a geração mais qualificada de sempre, também “estamos a entrar na maior escassez de talento da História humana”.

“Acredito que existem duas causas principais”, afirma Karoli Hindriks, CEO da Jobbatical, uma plataforma internacional que ajuda as empresas a relocalizar as novas contratações. “A primeira é o envelhecimento da população e a segunda é o desfasamento entre a educação e o mercado do trabalho.”

Este segundo é “um enorme problema”. “Há um desencontro entre a forma como estamos a educar a nossa juventude e o que o mercado de trabalho espera, quais os principais trabalhos hoje e quais serão daqui a dez anos”, vaticina a empreendedora estónia.

“Alguns dos trabalhos que vemos no top de contratações não existiam há 15 anos. Também aí o setor público está bastante atrasado, porque não estão a ser capazes de avançar lado a lado com as tendências (atuais e futuras). Isto significa que os jovens saem (da universidade) com um mestrado e começam a sua vida, para depois perceberem que as competências [que aprenderam no curso] já não se aplicam.”

ESTAS SÃO AS NOVE PROFISSÕES MAIS PROCURADAS DO MOMENTO:

A Jobbatical entrou no mercado português em fevereiro do ano passado. “Tivemos um início louco em Portugal. Lançamos em fevereiro e, em três meses, a nossa receita cresceu seis vezes. Até agora fizemos cerca de 400 relocalizações para Portugal.”

Da experiência do mercado português, a CEO da Jobbatical consegue para já tirar algumas conclusões. De acordo com a especialista, esta é a lista de profissões mais procuradas neste momento:

- Programador de software,

- Engenheiro de software,

- Engenheiro QA (Quality Assurance),

- Engenheiro de software senior,

- Gestor de produto,

- Designer de produto,

- Engenheiro de back-end,

- Programador de software senior,

- Designer de produto.

“Estas são as principais profissões que temos estado a relocalizar para Portugal, o que significa que há falta destes (profissionais no país)”, afirma.

Mas dado o ritmo a que o mercado está a transformar-se, estudar estas profissões hoje não oferece a mesma garantia de empregabilidade no futuro, como acontecia noutros tempos. Perceber as tendências futuras torna-se “complicado”.

“Isto é referente a hoje. O que recomendo mesmo é olhar para o que irá ser. Se está a ir para a universidade, deve olhar para quais as prováveis (tendências) para os próximos cinco anos. Será big data? Inteligência artificial será certamente, a procura é enorme nessa área. @ Expresso

3ª edição Festival Cen' ARTE

É já no dia 4 de fevereiro, pelas 17 h, aqui, bem perto de si. É o CEN'ARTE, na 3ª edição, com direção artística de Ricardo Mazzei.

                                                                                                                      cortesia de envio de Ricardo Mazzei, docente do 1º ciclo 

textos de alunos: "Take a minute, take five!"

Mais uma curiosidade, sugestão de Maria Vilaça, 11ºG,   subcategoria "Did you know? Now you know".

                                                                            Brazil and Biodiversity

Did you know that Brazil is the country with the greatest biodiversity in the world? 
Brazil occupies almost half of South America and is the country with the greatest biodiversity in the world. There are more than 116,000 animal species and more than 46,000 plant species known in the country, spread across six terrestrial biomes and three major marine ecosystems.
                                                                                                                                                                                                           Maria Vilaça,, 11º G
                                                                                                                                                                      cortesia do envio de Constância Silva, docente de Inglês e colaboradora do CRESCER 

01/02/2023

a luta dos professores continua: a luta de ontem, de hoje e de "amanhã"

Ontem, professores de todo o país estiveram em greve e fecharam escolas. 
Por perto, alguns exemplos: Secundária Padrão da Légua; agrupamento de escolas Abel Salazar; Carolina Michaelis; agrupamento de escolas Alexandre Herculano; Vieira de Carvalho; Secundária Augusto Gomes; EB1 de Moutidos...

Os professores da nossa escola continuaram a mostrar a sua indignação. Reuniram em plenário para discutirem assuntos ligados à situação vivida nos dias atuais.

ontem

Hoje, pela manhã, também.



O mesmo aconteceu à tarde.
fotos do grupo do Whatsapp "AESCAS em luta"

Dia 1 de fevereiro é o primeiro dia de “serviços mínimos” acerca dos quais, segundo Filinto Lima, há pouco, na TSF, só foram esclarecidas dúvidas na noite de ontem. 

O M.E. esclareceu esta quarta-feira, em resposta enviada ao PÚBLICO, que os serviços mínimos nas escolas se aplicam apenas aos pré-avisos da greve por tempo indeterminado convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP).

Assim, quem teve de decidir quem cumpria ou não os serviços mínimos foram os diretores das escolas/agrupamentos. Uma "prenda" bem difícil de digerir, pois certamente gerou desagrado a direções e a docentes e não docentes. 
Será que com tal medida se pretendeu dividir para reinar? Fica a questão. Saliente-se, porém,  que o STOP não sugeriu desobediência.

Depois deste comunicado, ainda foi enviada a seguinte informação aos diretores escolares/de agrupamentos.


 
E assim se vai fazendo o caminho. 

Santarém é hoje o distrito em greve.

cordão humano

Para dia 4 de fevereiro (próximo sábado) prepara-se uma marcha no Porto, com concentação pelas 14:30 no Jardim do Marquês. A marcha iniciar-se-á pelas 15h, pela Rua de Sta.Catarina, Rua Formosa, Avenida dos Aliados e terminará na CM do Porto. Haverá atuações de grupos de jovens alunos de Dança e Música. 

Para mais adiante, está prevista uma greve nacional no dia 8 de fevereiro e uma nova marcha em Lisboa no dia 11 de fevereiro. 

Os professores têm sido e terão de ser muito criativos para poderem levar por diante a sua luta. Mas a criatividade está em alta e só podemos sorrir por essa competência chegar agora à opinião pública. Ora vejam.

Em Celorico da Basto (imagem 1) e pelas mãos de Afonso.(imagem 2).

imagem 1
professora sozinha, de boca fechada, em Celorico de Basto
 (foto em "O meu quintal")

imagem 2
cartoon
de Afonso

Nesta fase da luta, será difícil a desunião, porque os professores consideram que "resistir é vencer" e quando há união é muito difícil ser vencido.

(post atualizado às 18h)

textos de alunos: "Ciclo da água"

Este foi um trabalho conjunto das disciplinas de Ciências Naturais e Português, na turma 5º A, em DAC.

Fernanda, a Destemida

- Que molha! - gritava Fernanda.

Fernanda era uma grande gota de água que vivia mesmo por baixo da cascata do Pincho, que se pode visitar na região de Montarias, em Viana do Castelo. O sítio em geral até era bonito, mas Fernanda cansara-se de estar sempre a levar com as outras gotas nas costas. O único amigo que ela tinha era o Sol, que às vezes a levava a ela e às suas colegas a passear pelo céu.

Fernanda olhou para o céu e avistou o Sol a brilhar como nunca! Foi aí que pensou: «Vai ser agora! Vou esperar que o Sol me faça evaporar e depois esquivo-me!».

Fernanda avistou algumas das suas amigas desaparecerem lentamente. Então, preparou-se e “levantou voo”.

Subiu, subiu até ao céu. Quando lá chegou, transformou-se de novo numa gota, mas desta vez mais pequena. Deu-se a condensação. Esperou chegar o melhor momento para sair, esperou, esperou. Até que tentou sair, mas todas as gotas estavam tão juntas que não se conseguiu escapar.

«Bolas! Pronto, espero pela próxima oportunidade…», pensou Fernanda. 

Ela começou a ficar cada vez mais apertada e com frio. Até que começou a cair, mas desta vez ela não era uma gota de água! Era um pequeno cubo de gelo. Foi aí que se apercebeu que estavam a cair em forma de granizo. Acontecia agora a precipitação. 

Fernanda fez o máximo que pôde, mas mesmo assim não conseguiu escapar. Foi então que caiu na pequena cascata, já em forma de gota.

Enquanto Fernanda desesperava por não ter conseguido cumprir o seu objetivo, uma criança aproximou-se dela e colocou-a nas suas mãos côncavas e levou-a para a lagoa mais próxima, como se a menina lhe tivesse lido os pensamentos. Mas não. Apenas procurava uma gota especial para brincar. E lá ficaram as duas a brincar e a dançar sobre a água. 

Tiago Cardoso Costa, nº 18, 5º A

                                      

                                                                                                                         cortesia de envio de Cristina Machado, docente de Português do 2º ciclo


textos de alunos: "Ciclo da água"

Este foi um trabalho conjunto das disciplinas de Ciências Naturais e Português, na turma 5º A, em DAC.

ERA UMA VEZ UMA GOTINHA DE ÁGUA

      Era uma vez uma gotinha de água, mas esta gotinha de água, tal como todas as gotinhas de água, não tinha uma casa fixa, não vivia sempre no mesmo local.

      Eram tantos os locais que ela percorria… ora no mar, nas nuvens, nas encostas das montanhas, nos lagos, nas serras, nos guarda-chuvas, nos impermeáveis das crianças….

     Mas a gotinha de água nunca estava sozinha, junto dela estavam sempre milhares e milhares de gotinhas iguais a ela.

      A gotinha de água, tal como todas as outras, era transparente, líquida e sem forma definida. Ela e as suas amigas tomavam a forma dos vales por onde corriam, dos recipientes onde iam parar ou até do fundo do mar.

     A verdade é que esta gotinha era muito feliz e passava os dias a brincar com as suas amigas. Nas praias, adorava tocar nas pernas das crianças, escorrer pelas pétalas das flores, cair em forma de chuva, neve ou granizo e, no mar, dar as mãos às suas amigas gotinhas de água. Era uma vida cheia de aventuras.

      O que a gotinha de água preferia mesmo era estender-se ao sol, pois sabia que este seria o início de mais uma viagem. Com isto, conseguia ser aquecida e subir no ar, ficando mais leve, evaporando-se e passando do estado líquido ao estado gasoso. Quando chegava lá acima, unia-se às suas amigas e juntas, formavam as nuvens, passando pelo processo da condensação e de seguida voltava a transformar-se em gotinha, ou seja, regressava ao estado líquido. Quando estava nas nuvens, dava longos passeios pelo céu, empurrada pelo vento. O que menos gostava era quando passava por zonas mais frias, pois ficava arrepiada e às vezes até tinha medo, pois começava a sentir-se pesada e muito apertada no meio das outras gotinhas.

      Esta aventura desafiante era a precipitação. Numas alturas, a gotinha de água caía sob a forma de chuva e regava os campos e as searas. Noutras, se caísse numa zona mais fria, ia enroladinha de frio, em forma de neve, ou seja, caía no estado sólido.

      Não importava a forma como caísse na terra, ela sabia que, fosse de que forma fosse, ela estava a alegrar os humanos.

     Quando caía em forma de neve no topo das montanhas, aproveitava para andar enrolada nas estâncias de inverno e era extraordinário andar a alta velocidade agarrada aos esquis das pessoas.

     Quando a temperatura começava a aquecer, a gotinha de água preparava-se para mais uma transformação, a fusão e passava do estado sólido para o estado líquido. Começava a escoar pelos caminhos escondidinhos da terra, saltitava de pedra em pedra, por entre as raízes das árvores, até aos leitos dos rios. Por vezes, fugia para as zonas onde havia moinhos e por lá andava a brincar. Quando se sentia cansada, resolvia infiltrar-se no solo e descansar nos lençóis de água subterrâneos. Mas como sabia que chegaria sempre a hora de se reencontrar com as suas amigas, rumava até aos rios e nesse caminho ia brincando, correndo e cantando rumando ao seu destino.

      Nesta jornada via barcos, homens a pescar e pontes. Quando avistava uma ou duas gaivotas, sabia que ao mar estava a chegar. Por serem cada vez mais gotinhas juntas, o rio começava a alargar, os navios começavam a ser maiores e a aparecer no horizonte, o mar estaria perto.

     Ao chegar, ela descansava, dormia, sonhava e ansiava pelo novo dia em que outra aventura se iniciasse.

      Ela sentia-se muito importante, como se fosse um tesouro, pois sabia que sem ela, não haveria vida.

Carlota Gonçalves nº 3; Gabriela Moreira nº 9; Maria Frias nº 12; 5ºA 
cortesia de envio de Cristina Machado, docente de Português do 2º ciclo

textos de alunos: "Ciclo da água"

 Este foi um trabalho conjunto das disciplinas de Ciências Naturais e Português, na turma 5º A, em DAC.

A vida de uma gotinha de água

Esta é a história de uma gotinha de água que vivia numa pequena lagoa. Todos a adoravam! Decerto, por ser muito brincalhona e a mais pequenina de todas.

Num dia quente de verão, o Sol aqueceu a água da lagoa. As gotinhas começaram a subir para a atmosfera. Apavoradas tentaram dar as mãos umas às outras para se manterem unidas, mas a temperatura não o permitiu, claro! E assim tornaram-se as protagonistas deste processo, que tem por nome evaporação. 

Após atingirem uma camada de ar mais fria e, consequentemente, uma temperatura mais baixa, lá se reencontraram e condensaram-se todas juntas, numa enorme nuvem. Enquanto o vento empurrava a nuvem, as gotinhas olhavam para baixo, a contemplar belas paisagens de lugares bem longínquos.  Passavam o tempo a abrir a porta, para uma e outra gotinha se juntarem a elas, e ouvirem as histórias de cada uma, contadas cheias de entusiasmo… 

A dada altura, não conseguiam divertir-se… estavam em sobrelotação! Já nem tinham prazer em estarem juntas! Que sufoco!!! É bom termos amigos, partilharmos histórias e momentos de convívio. Mas sabe sempre bem quando regressamos a casa, não acham?!

Ao passarem por uma frente fria, algumas gotinhas caíram sob a forma de chuva. No entanto, outras ficaram na nuvem, atravessando camadas ainda mais frias. Nessa altura caíram sob a forma de neve ou granizo. 

A gotinha pequenina e atrevida foi das primeiras a cair e infiltrou-se no solo, junto com outras gotinhas que a seguiram. Quando encontraram um solo impermeável, ficaram retidas num lençol freático. Correram muito debaixo da terra, até encontrarem uma saliência à superfície. Era a nascente de um curso de água!

As gotinhas iniciaram a sua viagem, pelo leito desse curso de água. Encontraram tantas outras amigas, aumentando assim, o caudal do rio… até que chegaram ao mar.

As outras caíram em diferentes partes da superfície terrestre. O calor do Sol fundiu a neve e o granizo e as gotinhas, alegremente, voltaram a ser água líquida.

Agora a gotinha pequenina brinca no mar com os seus amigos peixes. Adora saltar as ondas. Está ansiosa por subir de novo para as nuvens e recomeçar outra viagem. Será que vai ser ainda mais fantástica?!

Raquel Pedro Santos – 5º A nº14

cortesia de envio de Cristina Machado, docente de Português do 2º ciclo

educação: serviços mínimos decretados para a greve dos professores

Antes da manifestação de professores do passado dia 14 de janeiro, o ministro da Educação, João Costa, já tinha deixado em aberto a possibilidade de serem decretados serviços mínimos no setor, deixando também críticas à forma como as greves estavam a ser feitas.


O Tribunal Arbitral acabou de decretar (27.01.2023), por unanimidade, serviços mínimos na educação. A informação foi confirmada pelo Ministério da Educação em comunicado.

"Face à duração e imprevisibilidade das greves decretadas pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação e consequências acumuladas para os alunos, no que concerne a sua proteção, alimentação e apoio em contextos de vulnerabilidade, o Ministério da Educação solicitou a definição de serviços mínimos", lê-se na nota, que especifica que "não se tendo chegado a acordo com a organização sindical foi constituído um Colégio Arbitral, tendo agora o Tribunal Arbitral determinado a fixação dos serviços mínimos".

No comunicado enviado pelo ministério são ainda especificados os termos em que os serviços mínimos vão acontecer.

Para pessoal docente e técnicos superiores:

• Garantia dos apoios às crianças e alunos que beneficiam de medidas seletivas e adicionais previstas no Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho;

• Garantia dos apoios terapêuticos prestados nas escolas e pelos Centros de Recursos para a Inclusão, bem como o acolhimento nas unidades integradas nos Centros de Apoio à Aprendizagem, para as crianças e os alunos para quem foram mobilizadas medidas adicionais;

• Garantia dos apoios às crianças e alunos em risco ou perigo sinalizados pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens e aos alunos em situações mais vulneráveis, em especial perigo de abandono escolar;

• Garantia da continuidade das medidas em curso que visam apoiar o bem estar social e emocional dos alunos, no âmbito do Plano 21|23 Escola+ - Plano Integrado para a Recuperação das Aprendizagens.

Para o pessoal não docente:

• Garantia do serviço de portaria (vigilância e controlo de acessos) dos estabelecimentos escolares; • Garantia da disponibilização das refeições (quando o refeitório não está concessionado);

• Garantia da vigilância e segurança das crianças e alunos no espaço escolar e nos locais de refeição.

Têm de ser garantidos meios:

• Os que forem estritamente necessários ao cumprimento dos serviços mínimos descritos, escola a escola, adequados à dimensão e ao número de alunos que a frequenta.

No caso de se tratarem de docentes e técnicos superiores:

• 1 por apoio, de acordo com a especialidade, aos alunos que carecem das medidas acima identificadas nos diferentes ciclos de ensino,

Para não docentes:

• Mínimo de 1 trabalhador para o serviço de portaria/controlo dos acessos acolhimento das crianças e alunos.

▪ Mínimo de 1 para vigilância do refeitório de acordo com a dimensão do espaço e o número de alunos envolvidos.

▪ Mínimo de 2 trabalhadores, de acordo com o número de refeições servidas, para assegurar a confeção das refeições nos refeitórios não concessionados.

▪ Mínimo de 1 trabalhador por espaço escolar para a vigilância e segurança dos alunos, de acordo com a dimensão do espaço.

Esta decisão surge depois de várias semanas de greves na educação. Na semana passada -- de 18 a 20 de janeiro --, os sindicatos iniciaram uma ronda negocial com o Ministério da Educação, sem, no entanto, ser alcançado qualquer acordo. Já esta sexta-feira, o Sindicato de Todos os Profissionais de Educação anunciou que vai abandonar as negociações e pediu para falar diretamente com o primeiro-ministro.

Antes da manifestação de professores do passado dia 14 de janeiro, o ministro da Educação, João Costa, já tinha deixado em aberto a possibilidade de serem decretados serviços mínimos no setor, deixando também críticas à forma como as greves estavam a ser feitas. @ DN (27 de janeiro)