Olho para horizonte, vejo crianças a pedir auxílio e ninguém as socorre. Eu tento alcançar o melhor caminho para as salvar, mas sou apanhada pela avalanches das tormentas e não chego ao destino, não consigo salvá-las.
Ao pensar na visão do horizonte, tento com todas as forças percorrer as profundidades da avalanche. Acho um túnel com uma luz e tento subir onde há uma corda.
Interrogo quem a pôs ali: obra do destino ou ilusão minha? Toco na corda, vejo que é real. Tento com toda minha força árdua subir pela corda, subo e vejo milhões de crianças ali à minha espera..."
MPB