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18/05/2021

18 de maio: dia mundial da vacina contra a SIDA

A DGS apela à realização do teste ao VIH, hepatites virais e infeções sexualmente transmissíveis. Saiba onde pode ser testado.

AFP/JODY AMIET

"A iniciativa tem por objetivo incentivar todas as comunidades da Região Europeia da Organização Mundial da Saúde a promoverem a consciencialização sobre o benefício do diagnóstico precoce de infeções por VIH, Hepatites Virais e Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) e a eficácia da adesão ao tratamento", explica a DGS em comunicado.
Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde associa-se à iniciativa e relembra toda a comunidade que "as infeções por VIH, hepatites virais e IST requerem a continuidade de respostas adequadas por parte dos serviços que acompanham os doentes e as pessoas em situação de maior risco".
"A pandemia por COVID-19 afetou especialmente as populações mais vulneráveis. Os dados de 2020 revelaram um decréscimo no número de testes realizados, à escala global", adverte a DGS na nota.
"É, por isso, particularmente importante promover o acesso aos testes como um serviço de saúde essencial. A retoma das atividades realizada de forma segura e consciente devolve à população a confiança e oportunidade para conhecer o seu estado serológico", frisa.
O teste é gratuito, seguro e confidencial. Saiba onde fazer o teste aqui.
Segundo dados das Nações Unidas, a cada 17 segundos, uma pessoa no mundo é infetada com o vírus da imunodeficiência humana, causador da Sida, uma epidemia que já provocou 35 milhões de mortes em todo o mundo.
Pelo menos 1,8 milhões de pessoas contraiu o vírus da Sida em 2017, menos 5,3% do que em 2016, enquanto o número de mortos relacionados com a doença baixou 5%, segundo as estimativas da ONUSIDA.
A entidade revela no seu relatório anual sobre a evolução da pandemia que desde o pico alcançado em 1996, as novas infeções caíram 47%, enquanto o número de mortes de 2004 desceu mais de 51%
A cobertura dos tratamentos antirretrovirais tem ganho terreno, sendo que no final de 2017 cerca de 21,7 milhões de pessoas no mundo estavam a receber terapia antirretroviral. @ Sapo

Carta de Direitos do Património Cultural Português insta Estado a assumir “maior ousadia”

foto de Daniel Rocha
Dezasseis associações reuniram-se para subscrever uma Carta de Direitos do Património Cultural Português com “princípios civilizacionais” que visam instar o Estado a assumir “maior ousadia no investimento, na salvaguarda, na promoção, nos recursos e na formação técnica” de modo a proteger e potenciar o seu acervo patrimonial material e imaterial.

A carta alerta para o facto de os bens culturais estarem “sujeitos à degradação e envelhecimento naturais, ao abandono e ruína, ao desinteresse das tutelas, às intervenções desadequadas” e considera que “é urgente, a este respeito, saber desmontar o argumentário pobre de quem advoga a destruição ou vandalização de monumentos, esculturas, ‘obras de arte’ em geral, apregoando ideias antigas, normalmente revestidas de pseudo-modernidade, debaixo de invocações religiosas, políticas, estéticas, morais ou outras”. (daqui)

“Braço Covid”: identificado novo efeito secundário na vacina da Moderna

Facto: a vasta maioria das reações adversas a medicamentos “são observadas em geral em qualquer processo de vacinação”.

Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Yale e publicado na revista científica Jama Dermatology, identificou um novo efeito secundário ligeiro da vacina da Moderna. Trata-se de uma reação de hipersensibilidade da pele, apelidada de “braço Covid”, que surge cerca de sete dias após a primeira dose ou dois dias após a segunda, avança o ‘elEonomista’.
Segundo a mesma publicação, esta reação adversa é diferente da vermelhidão, dor ligeira ou inchaço que é comum após a vacinação. Assim, a sintomatologia do “braço Covid” não só se manifesta apenas dias após a punção, como também produz eritema, endurecimento, comichão e dor.
Esta nova descoberta ocorre alguns dias após o Comité de Avaliação de Risco de Farmacovigilância (PRAC) da Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês), ter recomendado que as informações de prescrição da vacina da Pfizer e a respetiva bula sejam alteradas, para incluir erupção cutânea e comichão como reações adversas incomuns (a acontecer em menos 1 em cada 100 pessoas).
Por sua vez, a urticária (erupção cutânea com aumento, vermelhidão e comichão) e o angioedema (inchaço rápido sob a pele) devem ser considerados reações adversas que ocorrem raramente (em menos de 1 em cada 1.000 pessoas).
As reações adversas na área da punção são as mais comuns nas vacinas. No entanto, o dermatologista do Hospital Clínic de Barcelona explica, ao jornal espanhol, que o paciente deve consultar um médico quando surgem erupções urticariformes após o terceiro dia.
O especialista explica que este tipo de efeitos secundários decorrem de uma resposta do sistema imunológico e que não são graves. No entanto, a consulta de um médico pode ser necessária, uma vez que podem ser dados conselhos importantes antes de tomar uma segunda dose. Além disso, existem tratamentos para a dor causada pelas vacinas. @Sapo 

Sociedade Portuguesa de Educação Física alerta para falta de hábitos de exercício no primeiro ciclo

Presidente da SPEF diz que a disciplina de Educação Física "tem alguma estabilidade" desde o segundo ciclo até ao ensino secundário. Situação entre os mais novos é mais preocupante.
Foto ©diarioaveiro.pt

A Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) manifestou preocupação pelo baixo nível de atividade física dos alunos do primeiro ciclo e alerta que a pandemia veio agravar ainda mais o “problema”.
Nuno Seruca Ferro, presidente da SPEF, disse à Lusa que a disciplina de Educação Física “tem alguma estabilidade” desde o segundo ciclo até ao ensino secundário e que é entre os alunos mais novos que a situação é mais preocupante.
O presidente da SPEF disse à Lusa que apresentou ao Ministério da Educação um conjunto de preocupações que gostaria de ver englobadas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente o desenvolvimento de programas desportivos e a existência de infraestruturas para o efeito, admite que “se podia ter ido mais além” e que, “apesar de haver uma crescente preocupação com o desporto, a atividade física, a educação e a saúde, o PRR não tem esse respaldo”. @ Observador

Sociedade Portuguesa de Educação Física alerta para falta de hábitos de exercício no primeiro ciclo

Presidente da SPEF diz que a disciplina de Educação Física "tem alguma estabilidade" desde o segundo ciclo até ao ensino secundário. Situação entre os mais novos é mais preocupante.
Foto ©diarioaveiro.pt

A Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) manifestou preocupação pelo baixo nível de atividade física dos alunos do primeiro ciclo e alerta que a pandemia veio agravar ainda mais o “problema”.
Nuno Seruca Ferro, presidente da SPEF, disse à Lusa que a disciplina de Educação Física “tem alguma estabilidade” desde o segundo ciclo até ao ensino secundário e que é entre os alunos mais novos que a situação é mais preocupante.
O presidente da SPEF disse à Lusa que apresentou ao Ministério da Educação um conjunto de preocupações que gostaria de ver englobadas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente o desenvolvimento de programas desportivos e a existência de infraestruturas para o efeito, admite que “se podia ter ido mais além” e que, “apesar de haver uma crescente preocupação com o desporto, a atividade física, a educação e a saúde, o PRR não tem esse respaldo”. @ Observador

17/05/2021

Porto 360º possibilita vista panorâmica da cidade

foto de ADRIANO MIRANDA

A experiência Porto 360º revela ao grande público um dos segredos mais bem guardados da cidade: a possibilidade de subir ao topo do  Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota, e desfrutar, desde aí, de uma panorâmica deslumbrante da cidade. 

Museu Soares dos Reis reabre com cara nova e muitas parcerias

Após quase dois anos fechado para obras de manutenção e reformulação, a reabertura teve lugar às 18:00 de sábado, data em que se assinalou a Noite Europeia dos Museus.

"José Régio: [Re]visitações à Torre de Marfim" © Pedro Correia/Global Imagens 


Foi no verão de 2019 que o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) fechou portas para obras de manutenção e reformulação. Ao encerramento previsto seguiu-se o impedimento do regresso devido à pandemia de covid-19. Hoje, quase dois anos depois, o MNSR volta a receber visitantes, entre as 18:00 e as 22:00, assinalando, de forma simbólica, a Noite Europeia dos Museus. Neste regresso, para além das exposições temporárias, a programação, conta com projeções de cinema, ciclos de conversas, música, entre outros. "Procuramos encontrar novas formas de chegar às pessoas e atrair novos públicos. Queremos, também, que os visitantes usufruam dos nossos espaços exteriores e vamos ter exposições nos jardins", explica ao DN António Ponte, diretor do MNSR.

Uma das novidades está na possibilidade de o público escolher a "Peça do mês". O MNSR permitirá que o público se envolva na seleção das peças a exibir, sendo colocadas à votação, nas contas de Facebook e Instagram do museu, três peças. "Envolvemos a comunidade nessa iniciativa e na programação do museu. Esta será uma forma de chegar a outras pessoas e diversificar a nossa oferta cultural, com programação complementar. Pretendemos recolocar o único Museu Nacional existente na Região do Norte no mapa cultural da cidade e da região", adianta António Ponte.

Exposições temporárias e parcerias

Enquanto a exposição de longa duração está a ser reformulada, a aposta faz-se em mostras temporárias que permitem, por um lado, a apresentação de peças que estão na reserva do MNSR e, por outro, "reforçar o trabalho em rede com diferentes entidades". "As parcerias têm como grande objetivo atrair público e permitem essa ativação. Temos parcerias com a embaixada da Índia, o Instituto Camões, com a Câmara de Matosinhos (através da Biennale), com a Santa Casa da Misericórdia, entre outras. Vamos ter a promoção dos nossos eventos nas carruagens do Metro do Porto. Há toda uma rede que estamos a ativar nesta aproximação ao setor cultural e social português", explica ainda António Ponte. @DN 

encontros felizes

na sala de trabalho, feito pela Beatriz Costa, 7º I

O CRESCER vai encontrando algumas "pérolas" e aproveita-as para abrir a semana e desejar aos seus leitores uma boa semana. São "encontros felizes"!

16/05/2021

COVID-19: efeitos colaterais são mais comuns após a segunda toma da vacina


De acordo com dados analisados ​​pela app britânica ‘COVID Symptom Study’, que tem vindo a acompanhar o impacto contínuo do esforço de vacinação no Reino Unido a partir das perceções de utilizadores, os efeitos colaterais da vacina são mais comuns após a segunda toma, avança o ‘Express’.

Segundo os dados da mesma app, os efeitos colaterais mais comuns incluem dores de cabeça; febre; calafrios; cansaço (fadiga); dores nos músculos e articulações; diarreia e enjoo (náuseas). Também é comum sentir dor, inchaço, vermelhidão ou comichão no local da injeção, bem como inchaço das glândulas na axila.

Como a equipe responsável pela aplicação apontou, embora todos estes sintomas sejam desconfortáveis, são um sinal de que o seu sistema imunológico está a entrar em ação para protegê-lo do COVID-19.

Ainda assim, advertem: «Não se preocupe se não sentir nenhum desses efeitos após a vacina». «O seu sistema imunológico ainda estará a aprender a responder ao vírus – apenas não está a manifestar-se nesse sentido», acrescentam. (daqui)

COVID-19: 180 mil profissionais de educação concluíram vacinação

 

foto A. Santos

A segunda dose da vacina contra a Covid19 foi ministrada a 180 mil pessoas ligadas ao sistema de educação, durante a vacinação em massa que decorreu este fim-de-semana. 

Este número não só constituiu um novo recorde, como trouxe um enorme sentido de justiça a todos estes profissionais que sentem, agora, a sua segurança reforçada no exercício da sua atividade.

14/05/2021

Maria João Abreu (1964-2021)

 Há pessoas que parecem "nós" e entram nos nossos corações. Celebremos a sua vida. 

que apatia é esta que andamos a sentir?

Os psicólogos alertam que pode ser uma emoção dominante em 2021.

Muitas pessoas têm sentido uma espécie de vazio, de apatia. Não estão doentes, mas também, claramente, não se sentem bem. Há um nome para isso na psicologia: “languishing”. Se se sente assim, não se culpabilize. Mas também não ignore os sinais. “Não é uma coisa que o tempo resolva”, alerta o psicólogo Tiago Pereira. É preciso sermos ativos para inverter o rumo — e evitar chegar a situações mais graves. A boa notícia é que há estratégias ao nosso alcance para isso.

Ao telefone, uma avó desabafa que se sente estranha. “Eu, que antes me entusiasmava tanto com o meu neto, agora parece que não consigo vibrar com o que ele faz e diz, com os momentos em que estamos juntos”. Do outro lado da linha, a amiga responde que sente exatamente o mesmo — uns dias antes, tinha ido meio apática para o aniversário do filho.

A diretora de uma empresa questiona-se: “Agora que chegaram as vacinas, que a pandemia parece estar mais controlada, não deveria estar a sentir-me melhor?”. Lembra-se de que há um ano estava cheia de energia a dar resposta aos desafios que surgiam a cada minuto. E agora sente-se amorfa, sem capacidade de se apaixonar pelos dias.

Os relatos vão-se multiplicando. As vidas que levamos desde que a covid-19 chegou são muito propícias à multiplicação destas situações.

Que sensação é esta que parece ser comum a tantas pessoas?

A palavra usada em inglês pela psicologia é languishing. Em português, não existe um equivalente óbvio. “Definhamento” é um termo pouco feliz (e nada técnico), mas pode ajudar a traduzir, de certa forma, a realidade.

“A pessoa não está deprimida, não tem uma perturbação psiquiátrica associada. É um princípio muito cíclico de nos irmos fechando, fechando, fechando…”, descreve ao SAPO24 Tiago Pereira, coordenador do gabinete de crise e membro da direção da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP).

Num artigo publicado em 19 de abril deste ano no jornal New York Times, o famoso psicólogo norte-americano Adam Grant admite que esta possa bem ser “a emoção dominante em 2021”: “Uma sensação de estagnação e vazio. Parece que vamos deambulando pelos dias, a olhar para a vida através de um nevoeiro”.

Adam Grant chama ao languishing o “filho do meio da saúde mental”. “É o vazio entre a depressão e o flourishing. Não temos sintomas de doença mental, mas também não somos um exemplo de saúde mental. Não conseguimos funcionar na nossa capacidade plena”.

Flourishing quer objetivamente dizer a capacidade de cumprirmos o nosso potencial”, descreve o psicólogo Tiago Pereira. Acontece quando somos capazes de usar as nossas competências para “fruir a nossa vida”, "estabelecer propósitos", “cumprir objetivos”.

“O languishing é exatamente o contrário disto. Alguma coisa que, em vez de expandir, mirra”, continua o especialista. “Como quando um balão começa a perder o ar. Fica enrugado, mirrado”.

O conceito não nasceu com a pandemia — foi introduzido pelo sociólogo norte-americano Corey Keyes, na sequência de investigações realizadas nos anos 90 do século XX —, mas quem se tem sentido assim nos últimos meses reconhecerá os sintomas.

É aquela procrastinação, em que vamos “adiando as tarefas e vivendo esse adiar com uma espécie de culpa”, palavras de Tiago Pereira. Uma desmotivação que se entranha. A incapacidade de nos projetarmos no futuro — sim, não conseguir planear as férias ou fazer planos para as semanas seguintes contribui para que, a pouco e pouco, percamos a vontade de definir objetivos.

Com o perigo de, a dada altura, como diz Adam Grant, ficarmos “indiferentes à indiferença”. @Sapo

o que se passa com a tecnologia do 5G em Portugal?

Portugal, que sempre foi pioneiro na introdução de novas tecnologias, tem ainda a decorrer o leilão do 5G, que dura há mais de 80 dias, num processo controverso com vários processos judiciais e críticas dos operadores à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).

5G

© Eric Piermont/AFP


O presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento (CNA), António Costa Silva, classifica de "incompreensível" o facto da tecnologia 5G estar "prisioneira" de uma luta entre o regulador e os regulados.
"É uma grande, grande preocupação", afirma em entrevista à Lusa António Costa Silva, que vai presidir à entidade que fará o acompanhamento da aplicação dos fundos atribuídos a Portugal no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), em que uma das apostas é a digitalização e a inovação.
De acordo com o Observatório Europeu para o 5G, estrutura criada pela Comissão Europeia, no final do março havia 24 países com oferta comercial e Portugal era um dos três países que ainda não disponibilizava a tecnologia de quinta geração.
António Costa Silva sublinha que o 5G não é apenas uma nova geração tecnológica ou mais robotização, mas vai "mudar o paradigma da conectividade" como também vai impulsionar as cidades inteligentes, a Internet das Coisas (em que todos os dispositivos estão ligados entre si).
"Estamos a avançar para um mundo em que vamos ter uma galáxia eletrónica que está continuamente em comunicação, ainda por cima o 5G vai aumentar a velocidade de processamento dos dados e da informação e vai responder a muitos destes desígnios", prossegue. (adaptado daqui)

as cidades do Porto e de Gaia vão ter nova ponte

A nova ponte, batizada como Ponte D. António Francisco dos Santos, deverá ficar operacional no início de 2025, após dois anos de construção.


Em causa está a abertura do concurso público internacional para concepção e construção do projeto anunciado em Abril de 2018 pelas Câmaras do Porto e de Gaia relativamente a uma nova travessia sobre o Douro, a montante da Ponte D. Luís I, entre as pontes do Freixo (rodoviária) e de São João (ferroviária).

A proposta que o executivo da Câmara de Gaia debate nesta quinta-feira inclui um estudo económico e financeiro da empresa Exacto Estudos + Planeamento e um relatório do Instituto da Construção, no qual se lê que a ponte tem uma extensão total de 625 metros, 300 dos quais sobre o rio, e um perfil transversal do tabuleiro de 21,50 metros.

Ao longo de toda a proposta aparece também definido que esta empreitada “está ligada ao objetivo de pedonalização do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís I”.

De acordo com o documento, a nova travessia servirá para tráfego automóvel, transportes coletivos e meios suaves, pelo que é sugerida a instalação de uma via ciclável bidirecional e passeios nos dois lados.

13/05/2021

COVID-19: vacina portuguesa pronta para ensaios clínicos aguarda apoio público

A vacina portuguesa contra o novo coronavírus que está a ser desenvolvida na Immunethep, em Cantanhede, está pronta para entrar na fase de ensaios clínicos, aguardando só pelo investimento público necessário, afirmou hoje a farmacêutica.

Após resultados promissores nos ensaios pré-clínicos (em animais) anunciados em meados de abril, a Immunethep, sediada em Cantanhede, no distrito de Coimbra, está pronta para entrar em ensaios clínicos em Portugal, estando dependente da chegada do apoio público para arrancar essa fase, disse à agência Lusa o diretor executivo da empresa, Bruno Santos.

"Estamos a aguardar o investimento para entrar em ensaios clínicos. É isso que falta para dar por arrancada a parte clínica", acrescentou, salientando que a farmacêutica tem tido "algumas conversas com o Governo", mas ainda sem nada definido.

Segundo Bruno Santos, caso já houvesse a garantia desse investimento, a empresa poderia já estar a iniciar a produção das vacinas em condições para serem usadas na primeira fase dos ensaios clínicos.

O responsável realçou que a Immunethep tem também tido reuniões com privados, mas frisou que a maior parte do investimento nestas situações vem "de fontes públicas e os privados complementam esse investimento". "Gostaríamos de poder já estar a trabalhar livremente e a pensar nas próximas fases", referiu.

Além da possibilidade de a vacina ser apoiada através de fundos comunitários, Bruno Santos realçou que se deveria "pensar em formas alternativas de financiamento" para acelerar o processo, nomeadamente através da compra antecipada de vacinas por parte do Governo, tal como foi feito noutros países.

"Seria um adiantamento, mas permitiria podermos avançar já", acrescentou, explicando que se prevê um gasto de cerca de 20 milhões de euros na fase de ensaios clínicos.

De acordo com o diretor executivo da farmacêutica, os ensaios clínicos iniciais (onde é testada a segurança da vacina em humanos e os seus primeiros sinais de eficácia) vão decorrer em Portugal.

Numa fase mais alargada de teste em humanos, que envolverá duas mil a cinco mil pessoas, como a maioria dos indivíduos de risco em Portugal já se encontra vacinada, a Immunethep terá de desenvolver ensaios noutros países, aclarou.

Questionado sobre a possibilidade de levantamento das patentes das vacinas contra a covid-19, Bruno Santos afirmou que esse "é um não assunto", considerando que o "mais importante é a capacidade de produção".

"Nas vacinas mRNA [Pfizer e Moderna], mais ninguém para além de quem está a produzir tem conhecimento ou capacidade para as produzir", notou.

Bruno Santos realçou ainda o facto de a vacina desenvolvida em Cantanhede usar o vírus como um todo, o que a torna "mais robusta" perante diferentes variantes do novo coronavírus que poderão surgir e que poderão minar a eficácia das vacinas desenvolvidas tendo como foco apenas a proteína ‘spike'.

A Immunethep foi fundada em 2014 e dedica-se ao desenvolvimento de imunoterapias, principalmente contra infeções bacterianas multirresistentes. @ Sapo 

missionários em Águas Santas acolhem duas dezenas de refugiados

Estes migrantes são todos jovens adultos e oriundos de países como a Guiné Bissau, Paquistão ou Senegal. Escaparam da violência e procuram um futuro melhor.

©DR

Os Missionários da Consolata, em Águas Santas, acolhem atualmente 22 migrantes escapados da violência dos seus países. São todos jovens adultos e oriundos de dez países como Camarões, Gâmbia, Gana, Guiné Bissau, Libéria, Nigéria, Paquistão, Senegal, Serra Leoa e Togo.

Recorde-se que, no final de setembro de 2020, o antigo Seminário de Águas Santas, agora Centro Missionário José Allamano, recebeu nove destes refugiados.

Trata-se de uma parceria com o Alto Comissariado para as Migrações e em articulação com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, onde os refugiados são acolhidos por um período de 18 meses, com o objetivo de integração plena. Recebem alojamento, alimentação, vestuário, educação (aulas de Português, sobretudo), apoio social e psicológico, apoio jurídico e processual, com vista à socialização e empregabilidade. (leia tudo aqui)

conselhos da DGS para quem esteve nos festejos do Sporting

foto de Miguel Lopes

Depois da festa descontrolada dos adeptos do Sporting, as perguntas adensam-se: Quem autorizou? A polícia foi permissiva? O clube ajudou? A Câmara Municipal de Lisboa foi conivente? O Governo precaveu-se pouco? São questões lançadas pelo jornal PÚBLICO

Entretanto, a Direção-Geral da Saúde (DGS) aconselha quem esteve na terça-feira nas celebrações da vitória do Sporting no campeonato de futebol a reduzir os contactos nos próximos 14 dias e a estar atento a sintomas de covid-19. 

Em resposta à agência Lusa, a DGS diz ainda que, se houve momentos em que a pessoa não respeitou as medidas de proteção contra a covid-19, deve fazer um teste entre o 5.º e o 10.º dia a contar das celebrações.

12/05/2021

12 de maio: dia internacional do enfermeiro

Hoje é dia de dizer obrigado e desejar melhores condições estatutárias para a classe.


O Dia Internacional do Enfermeiro celebra-se a 12 de maio. Foi criado pelo Conselho Internacional dos Enfermeiros e a data escolhida remete para o aniversário de Florence Nightingale, considerada a fundadora da enfermagem moderna.

autoteste português para a COVID-19 já está disponível em todo o país

O primeiro e único autoteste COVID-19 está disponível há menos de uma semana nas farmácias portuguesas, mas já registou uma elevada procura que levou a Pantest a intensificar a produção e a Biojam a aumentar a sua capacidade operacional para garantir a distribuição e reposição de stocks em todo o país.


O Teste Rápido do Coronavírus Ag (N)(Fossas Nasais) de antigénio, produzido pela Pantest e distribuído pela Biojam, já pode ser adquirido nas farmácias portuguesas. O valor de referência de venda ao público deste teste é de 3,5 euros.
"Para facilitar o processo de diagnóstico, cada embalagem unitária do autoteste apresenta um QR Code que remete o consumidor para um vídeo explicativo e instruções muito claras e simples para que o teste seja facilmente utilizado por qualquer pessoa", acrescenta.
As empresas responsáveis pelo teste disponibilizam um serviço de apoio prestado via WhatsApp, através do qual é possível colocar dúvidas, pedir apoio adicional e enviar fotos dos testes.
"Além da qualidade do próprio teste, uma das nossas preocupações é assegurar que o consumidor terá acesso a toda a informação, de modo a que o processo de autodiagnóstico seja realizado da forma mais correta e segura", comenta Catarina Almeida, Diretora da Pantest.
De venda livre, sem obrigatoriedade de receita médica, os autotestes poderão ser adquiridos por qualquer pessoa, desde que maior de 18 anos. Com um custo unitário que rondará os valores já praticados entre os grandes grossistas.
Para Carlos Monteiro, da Biojam, "não há dúvida que os autotestes nasais produzidos pela Pantest apresentam elevados padrões de qualidade, garantindo ao consumidor uma solução de diagnóstico com níveis de precisão próximos de um teste PCR". (leia tudo @ Sapo)

aluno do politécnico de Viana do Castelo deteta falha na Stayaway Covid

A tese de mestrado de Cibersegurança de um aluno do Instituto Politécnico de Viana do Castelo permitiu identificar uma vulnerabilidade na aplicação Stayaway Covid. Um atacante pode interromper a transmissão Bluetooth do sistema GAEN (Google/Apple Exposure Notification) com uma aplicação maliciosa instalada no mesmo dispositivo.


Henrique Faria, aluno do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), encontrou uma falha na aplicação Stayaway Covid que coloca em causa a eficácia daquela ferramenta digital, anunciou esta terça-feira aquela instituição.
Em nota publicada no seu sítio oficial na Internet, o IPVC explica que o bug foi detectado durante a investigação realizada por Henrique Faria, no âmbito da sua tese de mestrado de Cibersegurança.
“Na prática, a vulnerabilidade detectada, agora identificada como advertising overflow, permite que um atacante interrompa a transmissão Bluetooth do GAEN (Google/Apple Exposure Notification) com uma aplicação maliciosa instalada no mesmo dispositivo”.
Este ataque, explicam os responsáveis pela investigação, “compromete o comportamento de rastreamento esperado nesta app, não permitindo a transmissão de dados”.
“Num cenário real, este ataque pode, dependendo de quão disseminado está entre os dispositivos, efectivamente parar ou reduzir drasticamente o rastreamento e a eficiência do GAEN porque nenhum desses dados serão transmitidos”, adianta o IPVC.
Ou seja, acrescenta a nota, “qualquer utilizador confirmado como infectado e que envie os seus dados para que outros utilizadores possam verificar se foram expostos, não accionará nenhum aviso de exposição. A implementação deste ataque num SDK que seja usado por muitas aplicações pode comprometer a eficácia do sistema de rastreamento de contactos em vários países”, sustentam.
A falha “foi reportada e depois reconhecida pela Google, e mereceu a colocação do aluno e dos dois docentes orientadores - Pedro Pinto e Sara Paiva, no Quadro de Menções Honrosas” da empresa multinacional de serviços online e software dos Estados Unidos da América.
Esta falha “foi reportada à Google no programa de recompensa de vulnerabilidades (Google Vulnerability Reward Program), sendo que a análise da empresa confirmou a existência desta vulnerabilidade” (Leia mais @ PÚBLICO)

vacina número quatro milhões foi dada na Póvoa de Varzim

 Portugal atingiu [hoje] a marca de quatro milhões de vacinas contra a covid-19 administradas à população, com a inoculação de uma utente na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, anunciou o Ministério da Saúde.


Maria Helena Lordelo, a poveira que simbolicamente recebeu [hoje] a vacina 4 milhões, sendo inoculada com o fármaco do Moderna, considerou que este foi mais "um momento de esperança" no combate à pandemia.

Em declarações à agência Lusa, o Secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, sublinhou a aceleração do processo de vacinação, numa altura em que começa a haver mais vacinas disponíveis para sem administradas à população. "Foram precisos mais de dois meses para inocular o primeiro milhão de vacinas, 33 dias para o segundo, 19 dias para o terceiro. Agora, chegámos aos 4 milhões em apenas 14 dias. Isto é a evidência de que os nossos esforços de proteger o maior número de portugueses no mais curto espaço de tempo estão a surtir efeito", revelou o governante.

De acordo com informações do ministério da Saúde, das quatro milhões de vacinas administradas em Portugal, cerca de 2,9 milhões são primeiras doses e 1,1 milhões são segundas doses, incluindo as 18 mil vacinas da Janssen já administrada, cujo esquema vacinal só necessita de uma dose para ser completo. (daqui)

Desporto: Sporting sagra-se campeão nacional de futebol

© Getty Images

O Sporting recebeu e venceu o Boavista por 1-0, em jogo da 32.ª jornada da Liga, resultado que garante aos leões o 19.º título de campeão da história, o primeiro desde 2002.

O avançado Paulinho, aos 36 minutos, após cruzamento de Nuno Santos, assinou o único golo da partida, confirmando o triunfo do conjunto de Rúben Amorim, que com duas jornadas por jogar no campeonato tem oito pontos de avanço sobre o FC Porto, segundo classificado. O Boavista é 16.º e antepenúltimo, com 30 pontos somados. (daqui)


Milhares de adeptos juntaram-se nas imediações do estádio de Alvalade durante o jogo com o Boavista. Alguns adeptos acabaram por se envolver em confrontos com a políciaestragando a festa do título do Sporting. 

11/05/2021

Brasil: manifesto assinado por Chico Buarque e outros 2.500 artistas brasileiros pede a destituição de Bolsonaro


Cerca de 2.500 artistas brasileiros, incluindo o cantor e escritor Chico Buarque e o ator Gregório Duvivier, lançaram na segunda-feira um manifesto pela destituição de Jair Bolsonaro da presidência do Brasil, devido à gestão da pandemia.

"Diversas medidas poderiam ter sido tomadas para reduzir o número de mortes, mas não foram. A estratégia seguiu direção contrária. O descaso e a negação das conquistas científicas continuam sendo incentivados", indica o manifesto divulgado no `site` da organização Jornalistas Livres.

 A par do manifesto, foi ainda lançado um abaixo-assinado pela destituição do atual chefe de Estado brasileiro, num evento virtual que juntou nomes como o do cantor e compositor Ivan Lins, a atriz Malu Galli, o músico Zeca Baleiro, o indígena Ailton Krenak, o rapper Emicida ou a atriz Maria Bopp.

"Sou uma pessoa comum, filho de um militar e de uma professora primária, fui bem educado, graças a Deus. Não consigo imaginar um presidente no nível deste 'cara', que tem total desprezo pela vida humana. Um presidente que nunca visitou um hospital para dar força aos médicos, que tem coragem de sugerir a imunização de rebanho, um morticínio. Não temos um estadista, temos um terrorista", defendeu Ivan Lins no encontro.

"Nós convidamos a nação brasileira a um pleito único, urgente e fundamental, para que tenhamos a possibilidade de enxergar (ver) um futuro através da discussão pública e ampla do processo de impugnação do atual mandato da presidência da República. Cessar um Genocídio", reforça o manifesto.

"O presidente da Câmara e os congressistas têm que colocar em discussão imediata o assunto, já que este é o desejo maior de grande parte da sociedade brasileira. Não podemos mais assistir impassíveis a essas manobras macabras e irresponsáveis que nos fazem perder, diariamente, milhares de vidas humanas para a covid-19 através de calculado genocídio", frisa.

Até ao final da noite de segunda-feira, o abaixo-assinado pela destituição de Bolsonaro já contava com cerca de 19.800 assinaturas.@ Sapo

dia 11 de maio: Dia Europeu do Melanoma

 O Dia Europeu do Melanoma celebra-se a 11 de maio.


A data surgiu em 1999, tendo Portugal se juntado a esta comemoração, também conhecida como "Euromelanoma", no ano 2000.
Este dia visa alertar a população para os perigos da exposição solar excessiva e os malefícios que esta pode originar na pele.
O melanoma é o tipo de cancro da pele mais grave. Todos os anos, surgem mais de 10 mil novos casos de melanoma em Portugal.
No Dia Europeu do Melanoma várias instituições hospitalares organizam rastreios gratuitos junto da população tendo-se já analisado 450.000 pessoas neste dia.

Como identificar o melanoma?
A: Assimetria (a forma do sinal é irregular, não redonda)
B: Bordo (o contorno do sinal é irregular, mal delimitado)
C: Cor (o sinal não apresenta uma cor uniforme, tem várias cores)
D: Diâmetro (o diâmetro do sinal é superior a 5 mm)
E: Espessamento recente.                                                                                                            
Se verificar que um sinal se altera em pouco tempo, deve recorrer a um médico dermatologista para observação.

Cuidados a ter       
 Aplicar protetor solar de índice elevado
 Evitar a exposição solar no período entre as 11 horas e as 16 horas
 Usar óculos e chapéus
 Não fazer solário                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

                                                               

                                                            
O melanoma pode afetar qualquer pessoa, em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas com mais de 50 anos, para além de ter 10 vezes maior probabilidade de ocorrer em indivíduos de raça branca do que de raça negra. @ Calendarr

concerto dos appSOUND: um concerto inclusivo

foto FB dos "appSOUND"

Foi com muito agrado que os "appSOUND" atuaram e que a comunidade educativa de Águas Santas os escutou. Bem hajam!