A DGS apela à realização do teste ao VIH, hepatites virais e infeções sexualmente transmissíveis. Saiba onde pode ser testado.
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| AFP/JODY AMIET |
A DGS apela à realização do teste ao VIH, hepatites virais e infeções sexualmente transmissíveis. Saiba onde pode ser testado.
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| AFP/JODY AMIET |
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| foto de Daniel Rocha |
A carta alerta para o facto de os bens culturais estarem “sujeitos à degradação e envelhecimento naturais, ao abandono e ruína, ao desinteresse das tutelas, às intervenções desadequadas” e considera que “é urgente, a este respeito, saber desmontar o argumentário pobre de quem advoga a destruição ou vandalização de monumentos, esculturas, ‘obras de arte’ em geral, apregoando ideias antigas, normalmente revestidas de pseudo-modernidade, debaixo de invocações religiosas, políticas, estéticas, morais ou outras”. (daqui)

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| Foto ©diarioaveiro.pt |
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| Foto ©diarioaveiro.pt |
Após quase dois anos fechado para obras de manutenção e reformulação, a reabertura teve lugar às 18:00 de sábado, data em que se assinalou a Noite Europeia dos Museus.
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| "José Régio: [Re]visitações à Torre de Marfim" © Pedro Correia/Global Imagens |
Foi no verão de 2019 que o Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) fechou portas para obras de manutenção e reformulação. Ao encerramento previsto seguiu-se o impedimento do regresso devido à pandemia de covid-19. Hoje, quase dois anos depois, o MNSR volta a receber visitantes, entre as 18:00 e as 22:00, assinalando, de forma simbólica, a Noite Europeia dos Museus. Neste regresso, para além das exposições temporárias, a programação, conta com projeções de cinema, ciclos de conversas, música, entre outros. "Procuramos encontrar novas formas de chegar às pessoas e atrair novos públicos. Queremos, também, que os visitantes usufruam dos nossos espaços exteriores e vamos ter exposições nos jardins", explica ao DN António Ponte, diretor do MNSR.
Uma das novidades está na possibilidade de o público escolher a "Peça do mês". O MNSR permitirá que o público se envolva na seleção das peças a exibir, sendo colocadas à votação, nas contas de Facebook e Instagram do museu, três peças. "Envolvemos a comunidade nessa iniciativa e na programação do museu. Esta será uma forma de chegar a outras pessoas e diversificar a nossa oferta cultural, com programação complementar. Pretendemos recolocar o único Museu Nacional existente na Região do Norte no mapa cultural da cidade e da região", adianta António Ponte.
Segundo os dados da mesma app, os efeitos colaterais mais comuns incluem dores de cabeça; febre; calafrios; cansaço (fadiga); dores nos músculos e articulações; diarreia e enjoo (náuseas). Também é comum sentir dor, inchaço, vermelhidão ou comichão no local da injeção, bem como inchaço das glândulas na axila.
Como a equipe responsável pela aplicação apontou, embora todos estes sintomas sejam desconfortáveis, são um sinal de que o seu sistema imunológico está a entrar em ação para protegê-lo do COVID-19.
Ainda assim, advertem: «Não se preocupe se não sentir nenhum desses efeitos após a vacina». «O seu sistema imunológico ainda estará a aprender a responder ao vírus – apenas não está a manifestar-se nesse sentido», acrescentam. (daqui)
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| foto A. Santos |
Este número não só constituiu um novo recorde, como trouxe um enorme sentido de justiça a todos estes profissionais que sentem, agora, a sua segurança reforçada no exercício da sua atividade.
Ao telefone, uma avó desabafa que se sente estranha. “Eu, que antes me entusiasmava tanto com o meu neto, agora parece que não consigo vibrar com o que ele faz e diz, com os momentos em que estamos juntos”. Do outro lado da linha, a amiga responde que sente exatamente o mesmo — uns dias antes, tinha ido meio apática para o aniversário do filho.
A diretora de uma empresa questiona-se: “Agora que chegaram as vacinas, que a pandemia parece estar mais controlada, não deveria estar a sentir-me melhor?”. Lembra-se de que há um ano estava cheia de energia a dar resposta aos desafios que surgiam a cada minuto. E agora sente-se amorfa, sem capacidade de se apaixonar pelos dias.
Os relatos vão-se multiplicando. As vidas que levamos desde que a covid-19 chegou são muito propícias à multiplicação destas situações.
Que sensação é esta que parece ser comum a tantas pessoas?
A palavra usada em inglês pela psicologia é languishing. Em português, não existe um equivalente óbvio. “Definhamento” é um termo pouco feliz (e nada técnico), mas pode ajudar a traduzir, de certa forma, a realidade.
“A pessoa não está deprimida, não tem uma perturbação psiquiátrica associada. É um princípio muito cíclico de nos irmos fechando, fechando, fechando…”, descreve ao SAPO24 Tiago Pereira, coordenador do gabinete de crise e membro da direção da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP).
Num artigo publicado em 19 de abril deste ano no jornal New York Times, o famoso psicólogo norte-americano Adam Grant admite que esta possa bem ser “a emoção dominante em 2021”: “Uma sensação de estagnação e vazio. Parece que vamos deambulando pelos dias, a olhar para a vida através de um nevoeiro”.
Adam Grant chama ao languishing o “filho do meio da saúde mental”. “É o vazio entre a depressão e o flourishing. Não temos sintomas de doença mental, mas também não somos um exemplo de saúde mental. Não conseguimos funcionar na nossa capacidade plena”.
“Flourishing quer objetivamente dizer a capacidade de cumprirmos o nosso potencial”, descreve o psicólogo Tiago Pereira. Acontece quando somos capazes de usar as nossas competências para “fruir a nossa vida”, "estabelecer propósitos", “cumprir objetivos”.
“O languishing é exatamente o contrário disto. Alguma coisa que, em vez de expandir, mirra”, continua o especialista. “Como quando um balão começa a perder o ar. Fica enrugado, mirrado”.
O conceito não nasceu com a pandemia — foi introduzido pelo sociólogo norte-americano Corey Keyes, na sequência de investigações realizadas nos anos 90 do século XX —, mas quem se tem sentido assim nos últimos meses reconhecerá os sintomas.
É aquela procrastinação, em que vamos “adiando as tarefas e vivendo esse adiar com uma espécie de culpa”, palavras de Tiago Pereira. Uma desmotivação que se entranha. A incapacidade de nos projetarmos no futuro — sim, não conseguir planear as férias ou fazer planos para as semanas seguintes contribui para que, a pouco e pouco, percamos a vontade de definir objetivos.
Com o perigo de, a dada altura, como diz Adam Grant, ficarmos “indiferentes à indiferença”. @Sapo
A nova ponte, batizada como Ponte D. António Francisco dos Santos, deverá ficar operacional no início de 2025, após dois anos de construção.
A proposta que o executivo da Câmara de Gaia debate nesta quinta-feira inclui um estudo económico e financeiro da empresa Exacto Estudos + Planeamento e um relatório do Instituto da Construção, no qual se lê que a ponte tem uma extensão total de 625 metros, 300 dos quais sobre o rio, e um perfil transversal do tabuleiro de 21,50 metros.
Ao longo de toda a proposta aparece também definido que esta empreitada “está ligada ao objetivo de pedonalização do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís I”.
De acordo com o documento, a nova travessia servirá para tráfego automóvel, transportes coletivos e meios suaves, pelo que é sugerida a instalação de uma via ciclável bidirecional e passeios nos dois lados.
A vacina portuguesa contra o novo coronavírus que está a ser desenvolvida na Immunethep, em Cantanhede, está pronta para entrar na fase de ensaios clínicos, aguardando só pelo investimento público necessário, afirmou hoje a farmacêutica.
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Após resultados promissores nos ensaios pré-clínicos (em animais) anunciados em meados de abril, a Immunethep, sediada em Cantanhede, no distrito de Coimbra, está pronta para entrar em ensaios clínicos em Portugal, estando dependente da chegada do apoio público para arrancar essa fase, disse à agência Lusa o diretor executivo da empresa, Bruno Santos.
"Estamos a aguardar o investimento para entrar em ensaios clínicos. É isso que falta para dar por arrancada a parte clínica", acrescentou, salientando que a farmacêutica tem tido "algumas conversas com o Governo", mas ainda sem nada definido.
Segundo Bruno Santos, caso já houvesse a garantia desse investimento, a empresa poderia já estar a iniciar a produção das vacinas em condições para serem usadas na primeira fase dos ensaios clínicos.
O responsável realçou que a
Immunethep tem também tido reuniões com privados, mas frisou que a maior parte
do investimento nestas situações vem "de fontes públicas e os privados
complementam esse investimento". "Gostaríamos de poder já estar a
trabalhar livremente e a pensar nas próximas fases", referiu.
Além da possibilidade de a vacina
ser apoiada através de fundos comunitários, Bruno Santos realçou que se deveria
"pensar em formas alternativas de financiamento" para acelerar o
processo, nomeadamente através da compra antecipada de vacinas por parte do Governo,
tal como foi feito noutros países.
"Seria um adiantamento, mas
permitiria podermos avançar já", acrescentou, explicando que se prevê um
gasto de cerca de 20 milhões de euros na fase de ensaios clínicos.
De acordo com o diretor executivo
da farmacêutica, os ensaios clínicos iniciais (onde é testada a segurança da
vacina em humanos e os seus primeiros sinais de eficácia) vão decorrer em
Portugal.
Numa fase mais alargada de teste
em humanos, que envolverá duas mil a cinco mil pessoas, como a maioria dos
indivíduos de risco em Portugal já se encontra vacinada, a Immunethep terá de
desenvolver ensaios noutros países, aclarou.
Questionado sobre a possibilidade
de levantamento das patentes das vacinas contra a covid-19, Bruno Santos
afirmou que esse "é um não assunto", considerando que o "mais
importante é a capacidade de produção".
"Nas vacinas mRNA [Pfizer e
Moderna], mais ninguém para além de quem está a produzir tem conhecimento ou
capacidade para as produzir", notou.
Bruno Santos realçou ainda o facto
de a vacina desenvolvida em Cantanhede usar o vírus como um todo, o que a torna
"mais robusta" perante diferentes variantes do novo coronavírus que
poderão surgir e que poderão minar a eficácia das vacinas desenvolvidas tendo
como foco apenas a proteína ‘spike'.
A Immunethep foi fundada em 2014 e dedica-se ao desenvolvimento de imunoterapias, principalmente contra infeções bacterianas multirresistentes. @ Sapo
Estes migrantes são todos jovens adultos e oriundos de países como a Guiné Bissau, Paquistão ou Senegal. Escaparam da violência e procuram um futuro melhor.
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| ©DR |
Os Missionários
da Consolata, em Águas Santas, acolhem atualmente 22 migrantes
escapados da violência dos seus países. São todos jovens adultos e
oriundos de dez países como Camarões, Gâmbia, Gana, Guiné Bissau, Libéria,
Nigéria, Paquistão, Senegal, Serra Leoa e Togo.
Recorde-se que, no final de setembro de 2020, o antigo Seminário
de Águas Santas, agora Centro Missionário José Allamano, recebeu
nove destes refugiados.
Trata-se de uma parceria com o Alto Comissariado para as Migrações e em articulação com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, onde os refugiados são acolhidos por um período de 18 meses, com o objetivo de integração plena. Recebem alojamento, alimentação, vestuário, educação (aulas de Português, sobretudo), apoio social e psicológico, apoio jurídico e processual, com vista à socialização e empregabilidade. (leia tudo aqui)
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| foto de Miguel Lopes |
Em resposta à agência Lusa, a DGS diz ainda que, se houve momentos em que a pessoa não respeitou as medidas de proteção contra a covid-19, deve fazer um teste entre o 5.º e o 10.º dia a contar das celebrações.
Hoje é dia de dizer obrigado e desejar melhores condições estatutárias para a classe.
O primeiro e único autoteste COVID-19 está disponível há menos de uma semana nas farmácias portuguesas, mas já registou uma elevada procura que levou a Pantest a intensificar a produção e a Biojam a aumentar a sua capacidade operacional para garantir a distribuição e reposição de stocks em todo o país.
A tese de mestrado de Cibersegurança de um aluno do Instituto Politécnico de Viana do Castelo permitiu identificar uma vulnerabilidade na aplicação Stayaway Covid. Um atacante pode interromper a transmissão Bluetooth do sistema GAEN (Google/Apple Exposure Notification) com uma aplicação maliciosa instalada no mesmo dispositivo.
Portugal atingiu [hoje] a marca de quatro milhões de vacinas contra a covid-19 administradas à população, com a inoculação de uma utente na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, anunciou o Ministério da Saúde.
Em declarações à agência Lusa, o Secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, sublinhou a aceleração do processo de vacinação, numa altura em que começa a haver mais vacinas disponíveis para sem administradas à população. "Foram precisos mais de dois meses para inocular o primeiro milhão de vacinas, 33 dias para o segundo, 19 dias para o terceiro. Agora, chegámos aos 4 milhões em apenas 14 dias. Isto é a evidência de que os nossos esforços de proteger o maior número de portugueses no mais curto espaço de tempo estão a surtir efeito", revelou o governante.
De acordo com informações do ministério da Saúde, das quatro milhões de vacinas administradas em Portugal, cerca de 2,9 milhões são primeiras doses e 1,1 milhões são segundas doses, incluindo as 18 mil vacinas da Janssen já administrada, cujo esquema vacinal só necessita de uma dose para ser completo. (daqui)
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| © Getty Images |
O avançado Paulinho, aos 36 minutos, após cruzamento de Nuno Santos, assinou o único golo da partida, confirmando o triunfo do conjunto de Rúben Amorim, que com duas jornadas por jogar no campeonato tem oito pontos de avanço sobre o FC Porto, segundo classificado. O Boavista é 16.º e antepenúltimo, com 30 pontos somados. (daqui)
Milhares de adeptos juntaram-se nas imediações do estádio de Alvalade durante o jogo com o Boavista. Alguns adeptos acabaram por se envolver em confrontos com a polícia, estragando a festa do título do Sporting.
Cerca de 2.500 artistas brasileiros, incluindo o cantor e escritor Chico Buarque e o ator Gregório Duvivier, lançaram na segunda-feira um manifesto pela destituição de Jair Bolsonaro da presidência do Brasil, devido à gestão da pandemia.
"Diversas medidas poderiam ter sido tomadas para reduzir o número de mortes, mas não foram. A estratégia seguiu direção contrária. O descaso e a negação das conquistas científicas continuam sendo incentivados", indica o manifesto divulgado no `site` da organização Jornalistas Livres.
A par do manifesto, foi ainda lançado um abaixo-assinado pela destituição do atual chefe de Estado brasileiro, num evento virtual que juntou nomes como o do cantor e compositor Ivan Lins, a atriz Malu Galli, o músico Zeca Baleiro, o indígena Ailton Krenak, o rapper Emicida ou a atriz Maria Bopp.
O Dia Europeu do Melanoma celebra-se a 11 de maio.
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| foto FB dos "appSOUND" |