A propósito do Dia da Mãe, publicamos um poema, da autoria de Marisa Barradas, assistente operacional da ESAS.
Mãe
o norte certo em todos os meus dias perdidos.
És o meu mar sereno,
onde descanso a alma
e deixo o mundo em silêncio.
Em ti encontro abrigo,
um amor que não se explica — sente-se,
como o vento que toca sem se ver.
Mãe, és a flor eterna,
que nunca conhece o inverno.
Sem ti, seria um jardim vazio,
sem cor, sem vida, sem luz.
És a água pura que me sacia,
a paz que me percorre por dentro
quando tudo lá fora é tempestade.
És força, és raiz, és chão.
E eu… serei sempre tua,
em cada passo, em cada queda, em cada recomeço.
És a melodia que vive em mim,
o som que embala o meu existir.
Diamante raro,
simples na essência, infinito no valor.
Mãe, és o sol que me aquece a alma,
a luz que nunca se apaga dentro de mim.
Marisa Barradas
(assistente operacional da ESAS)
4/05/2026
4/05/2026

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