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22/04/2016

22 de abril: dia mundial da terra




No âmbito do projeto Ecoescolas convidam-se todos os elementos da comunidade educativa a verem na biblioteca escolar uma árvore feita com folhas pelos alunos das turmas 7A, 7B, 7C, 7D, 7E e 7F com o apoio da docente Cristina Magalhães, de Educação Visual, bem como trabalhos efetuados pelos discentes de diversas turmas de 8º ano na disciplina de Ciências Naturais, com frases e slogans bem apelativos, de onde se extraíram os melhores para o ecocódigo deste ano letivo. 


Obrigado a todos pela colaboração e parabéns aos artistas.



Agora, toca a respeitar a nossa casa como ela bem merece, com respeito, sem desperdícios e racionalidade, o futuro é o que fizermos dele! 


Deixemos um legado que nos deixe orgulhosos, fazendo jus ao nosso símbolo da gota de água...


A equipa do projeto Ecoescolas

21/04/2016

a nossa escola na final distrital do CNL, pela 2ª vez consecutiva

Realizou-se, a 19 de abril passado, na Biblioteca Almeida Garrett o CNL (Concurso Nacional de Leitura)  que contou com a participação destes nossos brilhantes alunos.
Foi com muito orgulho que as professoras acompanharam "O ouro de Delfos" da nossa escola e a "Supergigante" Ana Margarida Silva, aluna do 7º D, que ficou entre os cinco alunos apurados para a final distrital."
Está a escola de parabéns e todos nós.
O blogue da nossa biblioteca também fez notícia. Podem apreciá-la aqui.

20/04/2016

"Masterchef Moutidos Desafio Final".

Realizou-se no passado dia 13 de abril a 3º edição do concurso culinário "Masterchef Moutidos Desafio Final". Trata-se de um concurso anual promovido pela AAF do JI de Moutidos onde as crianças dos 3 aos 6 anos cozinham diante de um júri composto por dois elementos da Câmara Municipal da Maia e dois elementos da empresa de alimentação da Gertral.
A edição deste ano contou com 20 participantes que confecionaram as mais variadas iguarias.
O vencedor, tal como ocorre todos os anos, recebeu uma jaleca, um chapéu  à chef personalizados e ainda um troféu. Todos os participantes receberam várias prendas que foram oferecidas por empresas que anualmente se associam a este evento. 

a solidão faz mal ao coração. literalmente

As pessoas que se sentem sós ou socialmente isoladas têm um risco acrescido de 30% de sofrer uma doença cardíaca ou um acidente vascular cerebral, conclui uma meta-análise de 23 artigos científicos. As relações que temos com os nossos amigos ou família são cada vez mais um indicador da nossa saúde.
 MIGUEL MADEIRA

A solidão pode provocar sérios danos na sua saúde. Mais precisamente na sua função cardíaca. Assim como o isolamento social ou a morte de um companheiro. As provas científicas sobre os efeitos das relações sociais na saúde física aumentam de dia para dia. Um estudo publicado esta semana na revista Heart, uma das publicações do grupo BMJ, mostra que estar só ou socialmente isolado vale tanto como a ansiedade ou a tensão no trabalho, quando estamos a falar factores de risco para problemas cardíacos ou AVC (acidente vascular cerebral). Outro estudo, publicado também este mês, já tinha revelado que quem perde um companheiro ganha um risco acrescido de 41% de apresentar um perigoso batimento cardíaco irregular. Mais há mais estudos. Até a felicidade pode fazer mal ao coração.

Antes de mais, um esclarecimento prévio: solidão e isolamento podem coexistir, mas não são a mesma coisa. Uma pessoa pode estar rodeada de gente e sentir-se só e pode estar isolada sem se sentir sozinha. O que um grupo de investigadores do Reino Unido agora vem dizer é que quer uma coisa quer outra (ou as duas) significam um risco para a saúde. Mais, precisamente um risco acrescido de 30% de doenças cardíacas ou AVC. A culpa da solidão não nasceu aqui e agora. Estudos anteriores já a tinham associado a um sistema imunitário comprometido, pressão arterial elevada e até a morte prematura. Agora, chegou a altura de afirmar – com provas científicas – que faz mal ao coração. @ PÚBLICO

19/04/2016

das grutas à onda gigante!















As turmas 11ºA, B e C foram em visita de estudo às Grutas de Santo de António, em Alvados, e ao Forte de São Miguel Arcanjo, na Nazaré.

O dia 14 de abril foi muito enriquecedor apesar da chuva intensa e dos ventos fortes não nos abandonaram. As imagens falam por si. 



Onda gigante? Só para a próxima!

18/04/2016

portugueses (do Norte) ganham ouro, prata e bronze em Olimpíadas da Matemática

Quatro jovens da equipa portuguesa ganharam medalhas de ouro, prata e bronze nas Olimpíadas Ibero-Americanas de Matemática (OIAM), que terminaram sábado na cidade porto-riquenha de Mayagüez.
© Lusa
"Francisco Andrade alcançou um resultado brilhante, com pontuação máxima, conquistando uma medalha de ouro, à semelhança do que havia conseguido o ano passado nas Honduras", contou à Lusa a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM).
Além do aluno do 12.º ano da Escola Secundária do Padrão da Légua, em Matosinhos, também o estudante Nuno Santos, que frequenta o 12.º ano da Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, conseguiu uma medalha de prata nestas olimpíadas.
O bronze coube a Alberto Pacheco, estudante do 11.º ano do Colégio Paulo VI, em Gondomar, que ficou apenas a um ponto da prata, e a David Andrade, da Escola Secundária de Albufeira, que ficou a dois pontos do nível seguinte da classificação.
Realizada entre 6 e 14 de novembro, na cidade porto-riquenha de Mayagüez, esta edição celebra os 30 anos das OIAM ao mesmo tempo que Portugal assinala os 25 anos da sua primeira participação nesta competição.
Segundo dados da SPM, "Portugal soma agora no seu histórico de participações nas OIAM, seis medalhas de ouro, todas elas alcançadas nos últimos oito anos". @ NaoM

15/04/2016

as escolhas de...

O CRESCER regressa à rubrica "as escolhas de..." à sexta-feira. 


Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o do senhor Manuel Neto, funcionário que todos conhecem da portaria, que a todos saúda com o seu amável "Bom dia!".

O CRESCER quis saber as suas origens, qual o seu percurso profissional e os seus passatempos.




Quais as suas origens e qual o significado de família?
Adicionar legenda
Eu sou natural de Lousada, vim para a Maia com dois anos e aqui vivo há cinquenta. Gosto muito de cá estar. Em Lousada tenho familiares maternos com os quais fui perdendo ligação, enquanto na Maia tenho familiares paternos. Considero-me, realmente, um maiato, apesar de não ter nascido aqui. Para mim, a família tem um grande significado. Somos, ao todo, dez irmãos e somos muito amigos. Os meus pais tiveram um grande impacto na minha vida. Deram-me uma educação da qual estou muito grato, ensinaram-me a ser o que sou.


Fale-nos um pouco do seu percurso profissional.
Já ocupei três cargos profissionais diferentes. Trabalhei num escritório durante dezoito anos, mas, entretanto, a empresa fechou e fui para o desemprego. Tive de arranjar outra atividade e fui trabalhar para a metalomecânica, onde estive mais quinze anos, mas a empresa fechou, também, e vim parar aqui. O primeiro emprego marcou-me muito, mas gostei mais de trabalhar na metalomecânica. Era soldador de condutas de gás e água e não trabalhava num sítio certo. Gosto muito de conduzir, principalmente, de noite, e este ofício permitia-me isso. Havia dias em que fazia trezentos quilómetros e outros em que trabalhava vinte e quatro horas. Apesar de gostar do que fazia, estava longe de casa.
Agora, nesta nova oportunidade, gosto muito de trabalhar aqui na escola, caso contrário, não teria concorrido. Agrada-me o convívio com os alunos e os professores. Há aqui alunos espetaculares e, apesar de dizerem que fazem “trinta por uma linha”, nunca tive problemas com eles. Interajo muito com todos e também com os mais pequenos, que até se sentem muito à vontade comigo. Trabalho cá há quatro anos e faço o que me compete com muito prazer. Para além disso, faço muitas coisas: sou picheleiro, serralheiro, carpinteiro, lixeiro e muito mais. A verdade é que, nos dias de hoje, as pessoas têm de ser polivalentes.

E o que gosta de fazer nos seus tempos livres?
Eu caminho muito, cerca de uma hora e meia todos os dias. Costumo caminhar com a minha mulher e, quando a minha filha está, vamos os três. Gosto muito de passear com o resto da família, também. Gosto igualmente de ir à praia, porque me sinto bem ao pé do mar e, tendo uma filha que também adora, ainda melhor. Para além disto, vejo muita televisão, mas só desporto. Gosto de todos os tipos mas, principalmente, de ténis.

Ana Pinto e Rita Almeida


14/04/2016

"APELO ABERTO DE QUEM JÁ ULTRAPASSOU O LIMITE DE TOLERÂNCIA."

Esta carta tem circulado por e-mail e foi publicada pelo Paulo Prudêncio aqui. Porque há de ser do interesse de muitos docentes que se encontram nesta ou em semelhante situação, o CRESCER partilha-a. Quiçá chega ao Governo da República. Oxalá!

"APELO ABERTO DE QUEM JÁ ULTRAPASSOU O LIMITE DE TOLERÂNCIA."

Tendo como destinatário o governo da república...
  
"Dirijo-me a V. Exa com a remota esperança de usar o seu poder para terminar com uma injustiça kafkiana que se manteve nos últimos anos. Exercendo a profissão docente no quadro do ME há mais de duas décadas, sou castigado há 10 anos na progressão na carreira sem conhecer o crime que cometi, tendo contudo, cumprido sempre diligentemente o dever profissional. A justificação para suportar esse castigo fornecida pelo poder politico, é que tenho de suportar os custos da incompetência, gestão danosa e criminalidade financeira cometida por outros. 
Mas o limite do tolerável está atingido e está a ser humanamente impossível suportar estoicamente esse castigo sem que haja prejuízo grave para terceiros. Nesta fase da carreira, já deveria estar posicionado no 7º escalão, mas forçadamente continuo estagnado no 4º escalão, sem que exista evidência de desempenho profissional insuficiente.
Apelo desesperadamente à compreensão e sentido de justiça de V. Exa. para que cesse imediatamente este homicídio profissional e financeiro, com consequências gravosas para a manutenção de uma motivação necessária a um desempenho com qualidade superior. Sendo impossível ressarcir os prejuízos irreversíveis de curto e longo prazo (como por exemplo, no cálculo de uma putativa pensão de reforma), o mínimo que poderia acontecer para repor a injustiça decretada durante os últimos 10 anos, seria permitir a progressão na carreira tal como está consignada legalmente, permitindo ser posicionado não no escalão imediatamente acima, mas no escalão a que teria direito caso não tivesse sido castigado sem acusação nem condenação.
Esperando que seja a pessoa que fique na história governamental como aquela que cessou com uma condenação injusta aplicada a quem não contribuiu para nenhum prejuízo, apresento os mais respeitosos cumprimentos."

Impressão do CRESCER ou muitos se reveem nesta situação? 

13/04/2016

a 10º edição dos Dias da Informática

Dias da Informática 2016
Os Dias da Informática do Agrupamento de Escolas de Águas Santas constituem um evento pedagógico da iniciativa dos professores do Grupo de Informática direcionado para os alunos dos cursos profissionais de informática da nossa escola.


ddi_banner.jpg


No presente ano letivo, este evento, que já vai na 10.ª edição, realiza-se nos dias 13 e 14 de abril e conta mais uma vez com a já popular “LanParty”, competição de CS:GO (Counter-Strike: Global Offensive). O programa completo pode ser consultado em http://diasdainformatica.aescas.net/programa.

Durante estes dois dias, os alunos e professores dos cursos de informática envergarão orgulhosamente a camisola do curso, que na versão de 2016 foi projetada com referências à linguagem de programação HTML (Hypertext Markup Language), a linguagem que permite a criação de páginas Web. O design da camisola é uma proposta do nosso aluno finalista Bruno Costa (12º I).

ideia6.jpg

Uma página web é composta por duas secções definidas pelas tags "head" e "body". Na camisola podemos ver o fim da primeira e o início da segunda secção na referência ao código "/head" "body" (fim da cabeça, início do corpo).

direito ao contraditório: as escolas não são fábricas de exames

Ora, a questão de fundo é que as escolas não existem para “preparar alunos para os exames”, nem a educação consiste em “preparar alunos para exames”. O que a escola deve pretender é, acima de tudo, formar cidadãos e oferecer-lhes uma educação que lhes estimule a curiosidade e o gosto de aprender e lhes permita desenvolver e aplicar os seus talentos em múltiplas circunstâncias e não apenas no dia do exame. Quando a escola se transforma num sistema de preparação para exames e visa não a educação dos alunos mas a obtenção de notas num exame não está a fazer todo o seu papel e descura a parte essencial desse papel. @ JOSÉ VÍTOR MALHEIROS  PÚBLICO

direito ao contraditório: as escolas não são fábricas de exames

Ora, a questão de fundo é que as escolas não existem para “preparar alunos para os exames”, nem a educação consiste em “preparar alunos para exames”. O que a escola deve pretender é, acima de tudo, formar cidadãos e oferecer-lhes uma educação que lhes estimule a curiosidade e o gosto de aprender e lhes permita desenvolver e aplicar os seus talentos em múltiplas circunstâncias e não apenas no dia do exame. Quando a escola se transforma num sistema de preparação para exames e visa não a educação dos alunos mas a obtenção de notas num exame não está a fazer todo o seu papel e descura a parte essencial desse papel. @ JOSÉ VÍTOR MALHEIROS  PÚBLICO

12/04/2016

80% dos alunos que fumam querem deixar o hábito mas não pedem ajuda

Quatro em cada cinco alunos que fumam querem deixar o hábito, mas não procuram ativamente ajuda, revela um estudo que analisou os comportamentos tabágicos dos jovens portugueses do terceiro ciclo e do secundário.
O estudo, apoiado pela Direção-Geral da Saúde, decorreu no ano letivo 2013/2014 e envolveu cerca de 4.000 alunos de 31 escolas do país, numa amostra representativa da população portuguesa.
Quando questionados sobre se pensam deixar de fumar, 20% dos jovens disseram que não, “dados muito próximos dos que encontramos nos adultos, onde, em geral, os estudos indicam que cerca de 70% dos fumadores querem deixar de fumar”, disse à agência Lusa Paulo Vitória, coordenador do estudo e professor da Universidade da Beira Interior. @ DN

11/04/2016

como se de um presépio se tratasse

No âmbito da disciplina de Geografia, também as turmas de 10º e 11º ano de humanidades e de Técnicos de Turismo viajaram até Piódão. Um deleite para os olhos! Uma visita que apaixona.


"Enquanto percorremos a Serra do Açor, ao mesmo tempo que nos deixamos encantar pelo aspeto majestoso e puro da paisagem, a curiosidade e a impaciência invadem-nos. Piódão teima em permanecer escondido para, inesperadamente, deslumbrar com a sua arquitetura, que tão bem exemplifica a capacidade que temos para de forma harmoniosa nos adaptarmos aos mais inóspitos e também mais sublimes locais. Como se de um presépio se tratasse, as casas distribuem-se em redor dos socalcos, nas quais pontuam o azul e o xisto, por entre sinuosas e estreitas ruelas, que em cada canto escondem a história da Aldeia Histórica de Portugal de Piódão." @ aldeias históricas

"era uma vez um rei..."

Também os alunos de 12º ano foram viajar no dia 8. Deslocaram-se a Mafra, no âmbito da disciplina de Português, para visitar o convento, em visita guiada, e ainda assistiram à representação da obra "Memorial do Convento" pelo grupo de teatro Éter.
Um dia bem passado e muito proveitoso! Só tivemos pena do vento que se fez sentir, mas isso é nada em comparação com os ganhos desta viagem.
Ficamos a compreender bem como o carácter megalómano do rei D. João V fez nascer aquela obra e imaginamos como tantos homens tiveram de se esforçar para a erguer.

aprender é divertido e... saboroso!

Dia 8 de abril a escola esteve (quase) deserta!
Estes marinheiros destemidos e cheios de SAÚDE da turma 10º M foram até à nossa capital conhecer a exposição internacional: "Real Bodies". Saíram da mesma a compreender e sobretudo respeitar ainda mais a extraordinária máquina (quase repleta) de perfeição que é o nosso corpo. 
Com o S. Pedro a ajudar foram também enriquecer com imensa boa disposição esta sua epopeia "mirando" algum do nosso património mundial (UNESCO), bem como inevitavelmente aproveitaram para disfrutar de uma das mais afamadas das nossas sete maravilhas gastronómicas nacionais, na vizinhança do nosso recém-eleito presidente da república.
Moral da história: Aprender é bem divertido e... saboroso!!!!

07/04/2016

3º encontro de atividades rítmicas e expressivas

No próximo sábado vai decorrer na nossa escola o 3º encontro de atividades rítmicas e expressivas.
A ESÁS será a entidade acolhedora e o evento é da responsabilidade do professor Jorge Mendes e do núcleo de estágio de Educação Física.
Não faltem!

pedimos Sol e ele veio

E os novos bancos da escola servem, finalmente, as necessidades dos nossos alunos.
Olhem só que maravilhosos janotas!
alguns dos nossos campeões


desafio superado

O desafio lançado ontem no final do dia foi superado. O local da imagem é Seteais, na magnífica paisagem de Sintra.
 



O tempo favoreceu e, mais uma vez, um grupo de 130 pessoas (119 alunos de 11º ano e 11 professores) deslocou-se a Sintra para percorrer, ver e apreciar os caminhos trilhados por Carlos da Maia, personagem central de "Os Maias" de Eça de Queirós, obra estudada no 11º ano, na disciplina de Português.
Do centro da Vila até ao "Lawrence", depois até Seteais e desfrutando a beleza da Quinta da Regaleira, todos apreciaram a viagem e poucos foram os que esqueceram as "queijadas".

06/04/2016

desafio

Hoje, a equipa do CRESCER esteve, em serviço, fora da escola. Foi até aqui aprender um pouco mais sobre "Os Maias",
Como se chama o local? Quem sabe?

05/04/2016

a sério!?!?!?

Problemas de comportamento aumentam em turmas maiores

foto de Daniel Rocha
Há uma relação entre o número de alunos e o modo como os professores gastam o tempo em sala de aula, recorda o Conselho Nacional de Educação.
Quanto maiores forem as turmas, menor é o tempo gasto em actividades de ensino e aprendizagem. Esta é uma das conclusões destacadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) num estudo sobre a organização de turmas, divulgado na semana passada, onde se refere também que as salas com mais estudantes “estão associadas a uma maior proporção de alunos com problemas comportamentais”.
Para avaliar a relação entre a dimensão média das turmas e o tempo gasto em actividades de ensino e a manter a ordem na sala de aula, o CNE recuperou os dados do último inquérito realizado pela OCDE a professores e dirigentes escolares de 34 países, datado de 2013. As respostas recolhidas no âmbito do inquérito Teaching and Learning International Survey (TALIS) dão conta de que Portugal está entre os países em que os professores dizem gastar mais tempo a manter a ordem na sala de aula: 15,7% do tempo de aulas é consumido nesta tarefa, contra uma média de 13,1% na OCDE. @ PÚBLICO
 Isto de Portugal ficar no topo dos rankings pelos piores motivos já começa a cansar!!!

04/04/2016

verbo "recomeçar"

Antes de mais, votos de um excelente 3º período, cheio de sucessos pessoais e profissionais. 
E que venha o SOL, pois os bancos já chegaram.


O CRESCER, hoje, escreve a verde para fazer um apelo e deixar um parecer. Dizem que o verde é cor de esperança. O CRESCER também ilustra o texto com trevos de quatro folhas. Dizem que dão sorte. Será? 


Senhor Ministro da Educação e parlamentares, queiram fazer o favor de se debruçarem seriamente sobre esta matéria. Deem lugar aos novos e permitam que os mais antigos saiam dignamente da carreira.

“Um regime de aposentação justo para os docentes”, relatório da Comissão de Educação e Ciência

Finalmente saiu alguma coisa da Comissão de Educação e Ciência sobre este tema. Falta, agora, que aqueles que em junho do ano passado se mostraram tão solícitos aquando da apresentação de uma outra proposta idêntica, apresentem uma iniciativa legislativa ou tomada de outras medidas… in BlogDeArlindo

23/03/2016

votos de bom descanso

O CRESCER deseja a toda a comunidade educativa um bom descanso, reparação de energia, muita paz e um bom tempo de Primavera.
Até breve!

à descoberta da Biodiversidade (III)

O Jornal Crescer dá continuidade à rubrica à descoberta da Biodiversidade, da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, cujo objetivo é a promoção científica e a sensibilização para questões da biodiversidade da Maia. 
Esta rubrica pretende contribuir para um conhecimento mais alargado da população escolar sobre aspetos ligados à biodiversidade, pois conhecer é o meio para preservar. 
Os desenhos são da responsabilidade dos artistas que quiserem ilustrar os textos. Neste caso, de novo, da Marisa Santos, do 10º E.



Papilio machaon (Linnaeus, 1758)

desenho de Marisa Santos
Borboleta cauda-de-andorinha

Descrição
Fundo amarelo, com nervuras e bandas negras na asa anterior e azuis na asa posterior, terminando em cauda pontiaguda. A asa posterior possui um ocelo alaranjado. Envergadura: 60-80mm.

Reprodução
Existem três gerações por ano. O ovo é posto isoladamente ou em pequenos grupos nas folhas de arruda (Ruta graveolensis) ou funcho (Foeniculum vulgare) e as lagartas eclodem cerca de uma semana depois. As lagartas são ativas de dia, alimentando-se durante cerca de três semanas na sua planta hospedeira. Os adultos eclodem três semanas depois da formação da crisálida, ou depois desta hibernar, ao longo dos meses frios do inverno.

Distribuição global
Existe na Europa, norte de África e na Ásia.

Distribuição nacional
Em Portugal, está dispersa por todo o território.

Época de observação
É frequente observar as lagartas no outono. O adulto vê-se de fevereiro a dezembro.

Águas Santas
Em Águas Santas, pode ser observada em terrenos incultos e jardins.

Referências
Maravalhas, E. (2003). As borboletas de Portugal. Vento Norte.
Ana Pinto e Rita Almeida

22/03/2016

está quase aí a Páscoa

Quase com o pé na interrupção da Páscoa, o CRESCER mostra aos seus leitores fotos de trabalhos feitos pelos nossos meninos de 1º ciclo, alusivos à época.
Que belas "mãos"!







21/03/2016

diretamente de Barcelona

Vão chegando registos alegres, divertidos e até com algum sabor...
daqui





 cortesia de Rita Oliveira e Ana Pinto

entrega de prémios do Concurso Ortográfico, afetos, PNL e postais de Natal

Em fase final de período, sucedem-se as atividades e houve lugar, também para uma entrega de prémios, na Biblioteca, do Concurso Ortográfico, dos Afetos, PNL e postais de Natal, tal como o CRESCER anunciara aqui.
Seguem fotos, gentilmente cedidas pela professora Paula Silva.




18/03/2016