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sábado, 25 de abril de 2020

dia da liberdade

25 DE ABRIL


Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen

quarta-feira, 24 de abril de 2019

amanhã é feriado, porquê?



Segue-se um pouco de História de Portugal.

fotografia da Reuters
25 de Abril de 1974. De madrugada, militares do MFA (Movimento das Forças Armadas) ocuparam os estúdios do Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. Inclusive, foram postas no ar músicas de que a ditadura não gostava, como Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso.
Ao mesmo tempo, uma coluna militar com tanques, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições junto dos ministérios e depois cercou o quartel da GNR do Carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar à frente da ditadura.
Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa revolução. A certa altura, uma vendedora de flores começou a distribuir cravos. Os soldados enfiaram o cravo no cano da espingarda e os civis puseram a flor ao peito. Por isso, hoje em dia lhe chamamos Revolução dos Cravos. Foram dados alguns tiros para o ar, mas ninguém morreu nem foi ferido: foi uma revolução pacífica, como nunca existiu na história.
Ao fim da tarde, Marcelo Caetano (o último Presidente do Estado Novo) rendeu-se e entregou o poder ao general Spínola, que, embora não pertencesse ao MFA, não pensava da mesma maneira que o governo acerca das colónias. Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, os portugueses votaram pela primeira vez em liberdade desde há muitas décadas. @ Visão Júnior

quarta-feira, 25 de abril de 2018

25 de abril de 1974

44 anos depois, faz-se feriado. A propósito da História recente do nosso país, questione, informe-se. 
Sabe o que significa o cartaz? Talvez bem perto de si alguém lhe consiga contar a história em 1ª pessoa.

terça-feira, 25 de abril de 2017

hoje é feriado

Sabem porquê?

Talvez valha a pena recordar. Conversar com os mais velhos. Consultar os manuais de História. Investigar. E ter opinião. Em liberdade.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

a revolução dos cravos

de Gonçalo Morais
No dia 25 de abril de 1974, o MFA (Movimento das Forças Armadas) atuou com rapidez e precisão pondo fim ao regime salazarista. Em pouco mais de 12 horas, os militares passaram a dominar pontos estratégicos das principais cidades. Não houve praticamente resistência e derramamento de sangue. Uma particularidade desta revolução é que os soldados puseram cravos vermelhos nos canos das armas como forma de demostrar a paz e a não-violência.
Marcelo Caetano, primeiro-ministro na época, refugiou-se no Quartel do Carmo partindo para o Brasil seguidamente (passando pela ilha da Madeira) após se ter rendido ao General Spínola.
Depois de derrubado o Estado Novo era altura de se criar um novo governo. Para isso constituiu-se a Junta de Salvação Nacional presidida pelo General Spínola cuja função era governar Portugal até à formação de um governo provisório.
A revolução portuguesa contribuiu para derrubar as ditaduras espanhola e grega.

Gonçalo Morais

quinta-feira, 24 de abril de 2014

40 anos de abril festejam-se na escola

O departamento das Ciências Humanas e Sociais trouxe o espírito de abril à escola.
Os mais jovens cantaram e tocaram a mítica música "Somos livres", no auditório mostrou-se Portugal, os corredores iluminaram-se com imagens e a biblioteca rejubilou com os Poemas Ditos, com cor e com História.
docente e funcionária
 juntas
 na mesma causa

os mais jovens ajudaram a recordar os sons de abril
pelas mãos dos mais velhos
não faltaram os soldados e as mulheres de abril

 
no corredor, foi possível apreciar 40 anos de História

não faltou Salgueiro Maia
não faltou Otelo Saraiva de Carvalho
a poesia está na rua
o Futuro esteve atento


Hoje, comemorou-se abril na escola. Amanhã, a poesia, o abril e o futuro estarão nas ruas! Em liberdade.

40 anos de abril em águas santas

É este o programa da Freguesia de Águas Santas para a comemoração dos 40 anos de abril. Participe. 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

cravo vermelho a 25 de abril, porquê?

em abril de 1974
Em primeiro lugar, convém ter presente que o cravo vermelho era, à data, talvez a flor mais barata e popular.
Ora acontece que, nesse dia, 25 de Abril de 1974, havia um restaurante na Rua Braancamp, em Lisboa, que celebrava o seu primeiro aniversário.
O proprietário comprara cravos vermelhos - a tal flor que juntava o barato e o popular - para oferecer nesse dia às clientes.
Como houve a acção militar, o restaurante não funcionou e o proprietário disse aos seus trabalhadores que podiam levar os cravos com eles.
Uma das trabalhadoras, chamada Celeste, decidiu levar um molho de cravos para casa.
Ao começar a descer a Avenida da Liberdade, deparou com a população a oferecer bebidas, sandes, tabaco, aos soldados que ali estavam ou passavam.
Tomou, então, a iniciativa de lhes oferecer os cravos, dizendo "desculpem, mas não tenho mais nada para vos oferecer".
Os soldados recebiam os cravos e, não sabendo onde os colocar, decidiram enfiá-los nos canos das espingardas.

Outra explicação, certamente coincidente:
No Rossio, havia várias vendedeiras de flores que, quando os militares aí passaram, vindos do Terreiro do paço, os vitoriaram e lhes ofereceram as flores que estavam a vender, nomeadamente as tais mais baratas e populares, os já referidos cravos vermelhos.
O resto foi igual: os militares colocaram-nos na "boca" das espingardas.
E assim nasceu um dos principais, senão mesmo o principal símbolo da Revolução dos Cravos, o cravo vermelho.
Que, no dia 26 de Abril, é já a flor (também porque era barata e popular) que os familiares e amigos dos presos políticos lhes levaram a Caxias e lhes ofereceram, quando da sua libertação. Que eles, de imediato, oferecem aos militares que ali estão, que os recebem e colocam nas espingardas.
Curiosamente, dir-lhe-ei que, mais tarde, descobrimos que na crise vivida em Lisboa entre 1383 e 1385, o símbolo do povo da capital, que esteve na base da derrota infligida aos castelhanos, foi um cravo branco.

Vasco Lourenço, capitão de abril, Presidente da Associação 25 de Abril 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

"O Tesouro" de Manuel António Pina

Já no ano passado, nesta mesma época, publicamos. E este ano, de novo, deixamos o link para o livro "O Tesouro", de Manuel António Pina.

A história de Portugal deve ser do conhecimento de todos. E a mais recente, que faz emocionar tantos de nós, é quase "pré-histórica" para os nossos alunos/filhos.

Não permitamos que tal aconteça.
Deliciemo-nos  com este livro digital sobre o 25 Abril. Para qualquer idade...

Passar as páginas na seta ou nos cantos das páginas. Para ouvir o narrador carregar em ler+ giro.

Leiam ou escutem mas não fiquem indiferentes.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

38 anos depois...

Fomos aos arquivos do CRESCER e encontramos esta composição de imagens que fez a capa do CRESCER do 25 de abril de 2004, há 8 anos. Aqui estão alguns rostos de professores e funcionários à data de abril de 1974. Agora "só" têm mais 38 anitos!!!


Descubram quem é quem.

segunda-feira, 12 de março de 2012

diz a associação de estudantes...

Olá! Como sabem (ou talvez não), tem vindo a desenvolver-se um projeto anual inerente às celebrações do 25 de Abril. Como os alunos vão e chegam todos os anos, chegou a vez de recrutar novos "Filhos da Madrugada", como diria Zeca Afonso. O projeto, pelas mãos das professoras Esmeralda Moura e Isabel Azevedo, é de declamação e leitura expressiva, tendo, por vezes, canto e teatro. Depois de concluídos os ensaios, os "soldados da poesia" vão à Maia, para participar nas celebrações. Deixamos aqui as inscrições. Contamos convosco! Aqui está a ficha de inscrição.
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFNUX1pjQkVVVGlobnZpb1NPWTg3UUE6MQ

segunda-feira, 25 de abril de 2011

37 anos depois...

"O Tesouro"
de Manuel António Pina

Livro digital sobre o 25 Abril para qualquer idade...

Passar as páginas na seta ou nos cantos das páginas. Para ouvir o narrador carregar em ler+ giro.

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/elivro.php?id=otesouro

Leiam ou escutem mas não fiquem indiferentes.