Os jovens portugueses estão entre os mais qualificados da União Europeia, mas as desigualdades educativas persistem nos percursos escolares, no acesso a qualificações mais avançadas e na integração de alunos estrangeiros, conclui um estudo nacional.
Portugal continua a ser um “caso de sucesso” na educação, após três décadas em que se assistiu a uma quase universalização do ensino obrigatório, à redução do abandono escolar e dos chumbos e à massificação do acesso ao ensino superior, segundo o “Balanço Anual da Educação 2026”, desenvolvido pelo EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo.
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| PAULO NOVAIS/LUSA |
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