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sexta-feira, 27 de maio de 2016

as escolhas de...





Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o de Leonilda Costa, docente de  Psicologia.


O CRESCER quis saber que balanço faz da sua carreira, como vive a sua ligação às origens, aos animais e à família.





Que balanço faz da sua carreira profissional?

O meu balanço de carreira profissional é muito positivo em relação a tudo: aos alunos, à escola, aos colegas, aos funcionários. Sempre tive o sonho de ser professora. Em criança, colocava as bonecas em fila e as minhas brincadeiras passavam por ensiná-las. A minha profissão sempre foi muito gratificante, pelo que não tenho momentos muito negativos. Vejo a reforma com um bocadinho de ansiedade, mas vou fazer quarenta anos de carreira, pelo que tem de ser. Outra coisa que torna a minha profissão gratificante são os meus alunos e o relacionamento que ainda hoje mantenho com alguns. Nós, professores, apreciamos muito os bons alunos e, quando havia exame, era muito compensador vê-los a ter bons resultados, mas os que não eram/são tão bons também merecem o meu carinho e a minha estima, porque, às vezes, esforçam-se e não conseguem ou, outras vezes, não se esforçam sequer porque são muito jovens e não têm sentido de responsabilidade. Ajudá-los a crescer é maravilhoso, porque eles são realmente a pedra basilar da minha carreira, aquilo que é muito importante para mim.

Que ligação tem às suas origens?
Lousada
Ermesinde
Eu nasci em Lousada, o meu marido também é de Lousada. Construímos uma casa lá, quando herdamos uns terrenos, pelo que passo lá parte dos feriados, fins de semana e afins. Talvez vá para lá mais tempo, quando me reformar. Levo para Lousada o meu cão e dedico-me também à terra, porque gosto muito de plantas e flores. Costumo dizer que sou um bocado como os sem terra, porque nasci numa e fui criada noutra, mantendo a ligação com as duas. Estou dividida. Também aqui, em Ermesinde, tenho as minhas raízes, família e amigos de infância que são praticamente irmãos, mas lá tenho irmãs e sobrinhos. Sinto-me repartida entre Lousada e Ermesinde.


Platão, o cão, e Julieta,
a gata adotada pelo Platão
O CRESCER conhece a sua paixão por animais...
Sempre tive uma paixão muito grande por animais e tenho tido, ao longo da minha vida, gatos, cães, tartarugas e passarinhos. Neste momento, tenho um cão, o meu Platão, uma gata que adotei e outra vadia que começou a andar pelo jardim e foi adotada pelo Platão. Acho que os animais nos trazem coisas novas constantemente. Têm comportamentos espetaculares. Às vezes, chegamos a casa, o marido está mal disposto, mas o cão está sempre a abanar a cauda e as gatas, mesmo a vadia, vêm-me esperar. Não consigo viver sem qualquer animal, aliás, às vezes penso “se morrer um dia, quem vai ficar com os meus animais?”. Gostava de ter outro tipo de espécies, como um burro ou uma cabrinha de estimação na aldeia, mas isso requer muito trabalho, tempo e força suficiente para cuidar deles, o que é difícil. Não consigo criar animais para matar. Já tive galinhas e patos, mas nunca coragem para matar nem comer. Acho que eles nos trazem coisas muito importantes, até para as crianças, daí que goste muito que o meu neto conviva com eles, é uma forma de desenvolver a afetividade e aprender que não são peluches, mas seres vivos que nós temos de respeitar e tratar bem.


O CRESCER também sabe do valor imenso que dá à família...
A família é realmente muito importante. Sempre fui muito ligada à minha. Tenho um casamento de quarenta anos, os meus filhos e agora uma alegria muito grande, o meu neto. Não o criei, mas vai visitar-nos e, apesar de não termos acreditado nisto quando nos diziam, fazem-se coisas com os netos que não se fizeram com os filhos. O meu marido era muito exigente com os filhos e não se jogava à bola dentro de casa, por exemplo. Agora, joga-se à bola na sala, anda-se de kart na sala, muita coisa. O meu neto é um miúdo fantástico, muito vivo, muito meigo e sempre muito alegre. Somos uma família a rejuvenescer graças a ele, o que é fabuloso. Depois do nascimento dos meus filhos, o nascimento do meu neto é o mais importante para mim. Nesta fase da vida em que parece que não temos muitas alegrias, surge assim uma lufada de ar fresco. Está tudo muito sossegado, entra o Bernardo e tudo fica diferente. É das melhores coisas!

Ana Pinto e Rita Almeida

"Os novos desafios que se colocam à União Europeia"


As turmas de Humanidades e a turma de Economia de 11º ano estiveram presentes numa palestra subordinada ao tema “Os novos desafios que se colocam à União Europeia” no âmbito das disciplinas de Geografia e Economia.
Foi com muito agrado que puderam relembrar vários assuntos relacionados com esta temática através de um questionário seguido de troca de opiniões.

 O CRESCER aproveita para deixar a todos quantos estiverem interessados o endereço do gabinete de apoio à oferta de emprego nos países da União Europeia – Eures.europa.eu

quarta-feira, 25 de maio de 2016

diálogo (im)provável


- Mãe, já viu ou ouviu as notícias de hoje?

- Sim... É estranho! Dantes, as pessoas lutavam por questões políticas e por convicções. Hoje, manifestam-se por interesses instalados!

a ARCO chegou a Lisboa

A Feira Internacional de Arte Contemporânea vem de Madrid para Lisboa. A ARCO abre ao público esta quinta-feira.
ARCO Lisboa/DR
Depois de fevereiro ter tido mais uma edição madrilena, maio é o mês da ARCO na capital portuguesa. 
O diretor da ARCO Lisboa garante que esta é uma feira autónoma, com identidade própria, a olhar a história da cidade de Lisboa no edifício da Cordoaria Nacional e na especificidade da característica portuguesa. São 45 galerias escolhidas, com muitos artistas na linha da frente. Foi muito difícil fazer a escolha das galerias, diz Carlos Urraz, porque houve muitos pedidos de espaços e foi o comité organizador da ARCO Lisboa que analisou uma a uma, em função da qualidade. Foram escolhidas as mais adequadas para o contexto português. Quanto aos artistas desta primeira ARCO Lisboa, o diretor diz que a responsabilidade foi de cada uma das galerias. 
Lisboa está agora cada vez mais neste trilho da arte contemporânea e a ARCO é um dos caminhos principais. Carlos Urraz está convencido disso. "Queríamos que a ARCO Lisboa fosse uma feira mais inclusiva, que não se dedicasse apenas à arte contemporânea, também tivesse mestres como Vieira da Silva, Torres Garcia e outros artistas que têm agora 80, 90 anos, mas também artistas jovens, portanto percorrer um tempo que vá desde as vanguardas até agora", explica.
No grande espaço da Cordoaria, parece que a ARCO está sem muito ar, com tantas ideias, debates e conversas alargadas sobre a arte, com entrada livre no Torreão Nascente. Com a assinatura da EGEAC, a ARCO traz a arte dos últimos tempos, assinaturas de um mundo contemporâneo. @ TSF

terça-feira, 24 de maio de 2016

à descoberta da Biodiversidade (IV)

O Jornal Crescer dá continuidade à rubrica à descoberta da Biodiversidade, da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, cujo objetivo é a promoção científica e a sensibilização para questões da biodiversidade da Maia. 

Esta rubrica pretende contribuir para um conhecimento mais alargado da população escolar sobre aspetos ligados à biodiversidade, pois conhecer é o meio para preservar. 
Os desenhos são da responsabilidade dos artistas que quiserem ilustrar os textos. Neste caso, o desenho é da responsabilidade do professor Pedro Pimenta, autor do texto.

Athene noctua (Scopoli) 1769
desenho de Pedro Pimenta, docente de Biologia
Mocho-galego
Descrição
Comprimento: 23-27 cm.
Pequeno, com cabeça grande e bastante arredondada, patas compridas e cauda curta. Partes superiores castanhas com pintas brancas e partes inferiores esbranquiçadas, densamente listradas de castanho. Sobrancelhas oblíquas e esbranquiçadas. Olhos amarelos.

Distribuição global
Espécie que se distribui principalmente pela Europa, Ásia e norte de África.
 Distribuição nacional
O mocho-galego distribui-se por quase todo o território continental, sendo mais comum na metade sul.
Habitat
É uma ave própria de espaços abertos, frequentando pastagens, incultos, montados, hortas e pomares.
 Alimentação
Alimenta-se de insetos, aves, pequenos anfíbios e répteis.
Águas Santas
Em Águas Santas habita preferencialmente as áreas de cultivo.
Reprodução
O mocho-galego inicia a reprodução no mês de abril. Nidifica em buracos de árvores, muros e tocas de coelhos. Põe 3 a 5 ovos, incubados unicamente pela fêmea durante 28-29 dias, voando os jovens pelas quatro semanas.
Referências
Equipa Atlas (2008). Atlas das aves nidificantes em Portugal (1999-2005). Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Parque Natural da Madeira e Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Assírio & Alvim. Lisboa.

Mullarney, K., Svensson, L., Zetterstrom, D. & Grant, P.J. (2003). Guia de Aves. Guia de campo das aves de Portugal e Europa. Assírio & Alvim. Lisboa.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

o céu não é o limite

Mais uma vez a escola foi colorida pelas mãos dos nossos artistas. Desta vez, pela mãos dos meninos de 8º ano.
Bem hajam por nos colorirem os dias!




sexta-feira, 20 de maio de 2016

j´aime le DELF!

       Pela terceira vez consecutiva, os alunos da nossa Escola realizaram com sucesso os exames do DELF Escolar que decorreram na Escola Secundária Carolina Michaelis e na Aliança Francesa do Porto, nos dias 28 e 29 de abril.

       Este projeto foi levado a cabo pelo Clube DELF e contou com todo o apoio da Direção da Escola.
     O DELF (Diplôme d'Études en Langue Française) é um diploma oficial emitido pelo Ministério Francês da Educação Nacional, para certificar as competências dos alunos estrangeiros dos Ensinos Básico e Secundário, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas da União Europeia. Os alunos realizaram uma prova escrita coletiva e uma prova oral individual, de acordo com o nível a que se candidataram. É  um diploma reconhecido internacionalmente.
            A certificação DELF é uma mais-valia para o Curriculum Vitae de qualquer aluno.
             Eis agora os nomes dos nossos alunos aprovados no DELF Escolar 2016, os quais nos encheram a todos de enorme satisfação pelo sucesso alcançado.

Nível A2  - Beatriz de Sousa Ribeiro Baptista – 9ºC
                  - Catarina Raquel Silva Gonçalves – 9ºC
                  - Luís Paulo Araújo Duque da Costa – 9ºC
                  - Beatriz da Graça Pinheiro Novais Silva – 9ºB
                 - Pedro Oliveira da Costa Andrade – 9º A
                 - Gonçalo Ferreira da Mata – 9ºA
                 - Francisco Oliveira Nunes – 9º A
                 - Ricardo António Santos Carvalho - 9º F
Nível B1 -  Ana Rita da Silva Gonçalves - 11º G
                 - Andreia Patrícia Araújo Pinto - 11º G
                 - Mariana Leis Roque - 11º G
                 - Rita Gomes da Silva - 11º G                       
Félicitations!         

"que nunca caiam as pontes entre nós"


Eu tenho o tempo,
Tu tens o chão,
Tens as palavras
Entre a luz e a escuridão.
Eu tenho a noite,
E tu tens a dor,
Tens o silêncio
Que por dentro sei de cor.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,

Eu tenho o medo,
Tu tens a paz,
Tens a loucura que a manhã ainda te traz.
Eu tenho a terra,
Tu tens as mãos,
Tens o desejo que bata em nós um coração.

E eu, e tu,
Perdidos e sós,
Amantes distantes,
Que nunca caiam as pontes entre nós
                                                                   Pedro Abrunhosa

12º B foi à ETAR


cortesia de Augusta Vítor

Os alunos da turma B do 12º ano foram à ETAR no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia numa visita que é já tradição nos cursos de Ciências e Tecnologias. Foram acompanhados pela docente titular da disciplina, Celeste Castro, e pela docente de Psicologia, Leonilda Costa.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

um vencedor nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia


"É com enorme satisfação que comunico à comunidade educativa que temos um aluno na nossa escola entre os primeiros classificados do 9º Ano nas Olimpíadas Portuguesas da Biologia Júnior 2016, organizadas pela Ordem dos Biólogos, mais concretamente: PEDRO MIGUEL DOS SANTOS MOTA do 9º B.

A cerimónia de entrega de Prémios realizar-se-á no Pavilhão de Conhecimento, em Lisboa, no próximo dia 28 de maio, pelas 15 horas.

Muitos parabéns, PEDRO (e à sua família e docentes que o acompanharam desde o 1º ciclo)!

O professor responsável pelas ONB Júnior,
José Gomes

quarta-feira, 18 de maio de 2016

e esta? é um estudo do MIT

Recurso à tecnologia nas salas de aula prejudica resultados académicos

foto de José Carlos Coelho
Estudos recentes concluem que as turmas que não usam tecnologia nas salas de aula conquistam melhores resultados académicos e conseguem responder a raciocínios mais complexos.
Um estudo publicado pelo departamento de Economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conclui que as turmas sem computadores nas salas de aula obtêm melhores resultados do que turmas que podem recorrer parcial ou totalmente a tecnologia. O estudo é destacado peloWashington Post e relança a discussão dos últimos anos sobre as consequências do uso de computadores nas salas de aula. O jornal norte-americano escreve que este estudo ganha relevância pelo número de alunos analisado, comparativamente com os estudos anteriores. 
O tema tem dividido professores e educadores e multiplicado as teorias e opiniões entre os especialistas na área da Educação. Se, por um lado, há quem considere que os computadores na sala de aula são uma distracção, por outro o molde “aborrecido e tradicional” das aulas é apontado como o principal culpado da desatenção dos alunos. Em 2003, por exemplo, um estudo da Universidade de Princeton e da Universidade de Califórnia, alertava que tirar apontamentos no computador dificultava a aprendizagem. Ao escrever em computadores, os alunos tinham mais dificuldade em recordar-se do que tinham escrito comparativamente com alunos que faziam as suas anotações num caderno. Já em 2014, um outro estudo acrescentava que os alunos tinham mais dificuldade em compreender os raciocínios mais complexos quando tiravam notas através de um computador. À data, os investigadores explicavam que os alunos que usam os computadores tendem a transcrever as aulas e não processam a informação, o que prejudica o desenvolvimento do seu raciocínio e e da sua aprendizagem, diminuindo a capacidade de resposta e os resultados académicos. @ PÚBLICO

"não cedas à pressão, tabaco não!"


Este vídeo publicita uma atividade feita com e para os nossos alunos de 8ºano pelo grupo de enfermeiros que estão a fazer a especialidade em Saúde Comunitária. As vozes são dos nossos alunos. A atividade é um Workshop que se intitula "Prevenção e Cessação Tabágica" e decorre durante o dia 18 de maio. O programa está no vídeo.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Conselho de Escolas vs Ministério da Educação

É notícia no PÚBLICO e oferece oportunidade para reflexão. Leia, ajuíze e tenha opinião.
FOTO DE PAULO PIMENTA
"O Conselho das Escolas (CE) considera que os novos critérios propostos pelo Ministério da Educação (ME) para a atribuição dos chamados créditos horários são limitadores da autonomia dos estabelecimentos de ensino. Num parecer sobre a proposta de despacho de organização do próximo ano lectivo, aquele organismo consultivo do ME, que representa os directores, contesta que a atribuição de mais horas pagas às escolas para reforçar as aprendizagens dos alunos volte a depender de “dois critérios meramente administrativos, que escapam à acção directa dos órgãos de gestão das escolas”.
Com efeito, se a proposta do ME for por diante, a atribuição dos créditos horários passará a depender do número de turmas existente na escola e do conjunto das horas de redução da componente lectiva dos professores mais velhos. Deixarão assim de ser considerados os critérios relativos ao desempenho das escolas que a partir de 2012, com Nuno Crato, passaram também a pesar na atribuição de horas extra. São eles os resultados obtidos pelos alunos na avaliação interna (feita pelos professores) e nos exames, a percentagem dos que conseguem transitar de ano, bem como a redução dos que abandonam o ensino a meio da escolaridade." Ler notícia completa, aqui.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

"falta um bocadinho assim!"




O fim do ano letivo aproxima-se e com ele a festa mais importante de todas: o baile dos nossos alunos finalistas.


A Associação de Estudantes já começou o seu trabalho e fez chegar a cada um dos alunos de 12º ano o apelo em forma de convite especial

É sempre com grande pompa e circunstância que a escola os recebe para os premiar pelo caminho feito e celebrar com eles a felicidade de terem atingido a meta.

As meninas planeiam os vestidos e os adereços com muito cuidado, os rapazes questionam-se sobre a melhor forma de se aprumarem em traje mais clássico, as famílias orgulham-se dos "seus meninos" e os professores deles também já sentem as borboletas na barriga.

É já no dia 2 de junho e o CRESCER vai estar lá para assistir e poder regozijar-se.

Até lá, é preciso caprichar para atingir a meta com todo o mérito. 

Vamos lá! 
"Falta um bocadinho assim!"

alunos vencedores no SuperTmatik




Foram publicados os resultados dos Campeonatos Escolares - SuperTmatik (fase nacional) pela entidade organizadora, a EUDACTICA. 



Após a realização da fase escolar deste campeonato, na disciplina de Geografia, foram apurados 2 alunos por cada nível para participarem na fase final nacional online que decorreu na nossa Biblioteca no dia 29 de abril.

O desempenho dos alunos apurados foi o seguinte:

Rúben Fonseca: 28º - nível 7 (7ºH)
Ana Margarida Silva: 14º - nível 7 (7ºD)

Mafalda Pacheco 13º - nível 8 (8ºA)
Vasco Pacheco 34º - nível 8 (8ºK)

Pedro Miguel Mota 5º - nível 9 (9ºB)
Sara Santos 21º - nível 9  (9ºB) (substituiu o aluno Pedro Andrade do 9ºA)

Estes resultados são excelentes, pois todos os alunos tiveram classificações meritórias, com destaque para o Pedro Mota que se classificou no TOP 10.

Para informações complementares: consultar eudactica.com

Parabéns a todos os partticipantes!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

as escolhas de...




Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o de Isabel Garção, docente de História.

O CRESCER quis saber a sua opinião sobre o futuro das gerações mais jovens, a sua ligação ao ensino profissional, o seu gosto pelas viagens e como chegou à docência da História.




Como vê o futuro das gerações mais jovens (o CRESCER leu o seu comentário feito na entrevista do professor António Leite)?
Há coisas que o António diz que eu acho que são inteiramente verdade, como a possibilidade que esta geração tem de sair do país e que a minha geração não teve (eu fui a primeira vez a Lisboa com dezoito anos). Esta oportunidade fornece-lhes horizontes muitíssimo mais vastos que os nossos, mas
não considero que as gerações mais jovens possam ser as mais felizes, porque têm dificuldade em obter um trabalho estável e não podem organizar a vida em termos de construir o seu cantinho e conseguir nele ficar, como a minha geração conseguiu. Apesar de tudo, a minha geração foi uma geração feliz. Eu, por exemplo, com vinte e poucos anos já tinha uma situação profissional vinculada com o Estado e pude organizar, de certa forma, a minha vida. Tinha a expectativa que com o passar dos anos estaria cada vez melhor financeiramente, algo que hoje não acontece com os jovens. As pessoas não sabem o que esperar, se vão ou não ter trabalho e, mesmo quando o têm, é, muitas vezes, precário. Não existe assistência médica e têm de fazer seguros de saúde. Não ganham nas férias. A minha nora, por exemplo, teve uma bebé e viu-se obrigada a ir trabalhar ao fim de relativamente pouco tempo porque não tinha os direitos que tem uma grávida com contrato. Portanto, é nessa perspetiva que eu não concordo com o António Leite. Acho que é a primeira vez na história que uma geração tem tão poucas expectativas de felicidade. A felicidade plena nunca se encontra, mas eu tive estabilidade, consegui organizar a minha vida familiar, ter a minha casa e ter esperança de que as coisas iam correr bem. Custa-me vê-los, sobretudo aqueles que trabalharam e se esforçaram, a não terem expectativas de fazer e mostrar aquilo que foi o seu trabalho e aprendizagem. É extremamente revoltante. Não tenho a mentalidade de admitir que tudo é provisório, aliás, se eu tivesse essa mentalidade, sofreria muito por estes jovens, pelo meu filho, pela minha nora, pela minha neta.

Pode falar um pouco da sua ligação ao Ensino Profissional?
Apesar de se ter uniformizado o ensino no 25 de abril, hoje repensamos e percebemos que também se cometeram erros, como extinguir o Ensino Técnico. Na verdade, se um aluno quer algo mais prático, porque não há de começar a trabalhar numa coisa mais vocacionada, através de um curso técnico e profissional?
Já trabalho há muitos anos no Ensino Profissional. Comecei numa escola profissional muito pequenina, ligada à Moda, da qual tenho as melhores recordações. Depois acabei por me voltar a ligar a este tipo de ensino quando abriu nesta escola, mas aqui é tudo muito diferente. Na escola onde comecei, conhecíamos os alunos todos, portanto a proximidade entre estes, os professores e a própria instituição era muito grande, o que não quer dizer que não houvesse problemas, porque havia. Eu gosto de estar no Ensino Profissional e acho que os que optam por este tipo de ensino têm de ter uma oportunidade e devemos prepará-los no sentido de perceberem o que é o mundo do trabalho. Tenho muitos casos no Curso Profissional de Turismo, ao que estou ligada, de sucesso mas também há casos de insucesso. Os casos de sucesso são aqueles que me dão mais gozo. São alunos que, apesar de não terem sido brilhantes, hoje trabalham em companhias de cruzeiros e em hotéis e até já deram a volta ao mundo. Outros enveredaram no ensino superior e estão a seguir carreiras de técnicos superiores nesta mesma área. São eles que tornam o trabalho prazeiroso e tenho muito gosto em seguir os seus percursos. O que considero dever ressalvar é que quando vêm para o ensino profissional não devem vir para passear mas para trabalhar, porque o mundo profissional é exigentíssimo e o choque é enorme. Eles têm uma carga horária muito pesada, não levam, portanto, trabalhos para casa mas a sala de aula tem de ser um espaço de trabalho, pelo que nós, professores, lhes fornecemos muitos materiais para que possam nela trabalhar. Inclusivamente, esses alunos têm um privilégio enorme: têm um financiamento, dado pelo Fundo Social Europeu e pelo próprio Estado português, tal que não pagam livros, nem visitas de estudo, nem alimentação e têm subsídios de alimentação e transporte quando vão fazer estágios, ou seja, têm uma série de benefícios. E revolta-me, mesmo muito, que pessoas que têm esses apoios brinquem e gozem com quem quer trabalhar. Fico completamente triste e desanimada. Chego muitas vezes a pensar que esses alunos deviam indemnizar o Estado pelo facto de ter sido feito um investimento que não aproveitaram. Tira-me do sério ver pessoas com competências recusarem trabalhar. O que é facto é que os alunos que têm dificuldades têm muito apoio. Eu faço mais fichas, sento-me à beira deles e ajudo-os até conseguirem fazer o que lhes é solicitado autonomamente. Apesar de terem mais dificuldades a chegar lá, chegam, porque têm realmente vontade. 

O CRESCER sabe do seu gosto por viagens...
Quando eu entrei na faculdade, arranjei emprego numa agência de viagens e trabalhei a acompanhar grupos. Foi uma oportunidade fantástica. Acompanhei turistas em muitas viagens, sobretudo pela Europa. E abriu-se-me este mundo. Depois, quando casei com o César, fomos dois a querer conhecer mundo. Não tínhamos possibilidades económicas de o fazer através de agências e, portanto, começamos a viajar autonomamente. Ganhamos esse gosto e é realmente uma oportunidade extraordinária.



Costumo dizer que gosto de vir cansada das viagens e ninguém me diga que as viagens são para descansar. São, aliás, para ficarmos muito cansados e fazermos, depois, férias das viagens. Nós, efetivamente, queremos conhecer o mundo para onde vamos e, então, caminhamos, caminhamos e caminhamos. Sacrificamo-nos, em termos monetários, por causa dos custos controlados, pelo que se cozinha qualquer coisa para comer, dorme-se, muitas vezes, em piores condições do que aquelas que temos em casa, mas, como se pretende conhecer, não faz mal. Eu falo muito mal inglês e gosto muito de ir para países onde consigo conversar com as pessoas, algo que acho essencial, porque se formos ver os países só pelos olhos do turista, não ficamos a conhecer verdadeiramente o sítio. Temos de conseguir estabelecer contacto com as pessoas, conseguir conversar com elas, conseguir que nos contem as suas histórias e, às tantas, até partilhar algumas das nossas.
Há uma viagem que me marcou particularmente. Eu gosto muito da América do Sul por causa do castelhano e adorei a Bolívia, onde fui quase por acidente. É duma autenticidade pura. É um país que ainda não tem o turismo muito desenvolvido e, como tal, ainda não é escravo do turista nem do turismo. As pessoas funcionam ainda sem estar com a preocupação de agradar ao turista. Então, são genuínas. 

 Como se deu a sua escolha pelo curso de História?

Eu queria seguir Artes e não História. O meu pai era escultor e vivi desde pequena muito ligada às artes. Acompanhava-o à escola onde era professor e lembro-me, por exemplo, de ir com ele às aulas do curso de formação feminina e ver os trabalhos maravilhosos que as alunas faziam. O meu pai gostava muito de música, de literatura, de cinema, de modo que eu fui muito habituada a lidar com a arte. Porém, quando era estudante e cheguei ao quinto ano de liceu, queria ir para a escola Soares dos Reis e a minha mãe não me deixou porque achou que o ensino técnico e profissional não era para uma menina e obrigou-me a continuar no liceu até ao fim do secundário. Como não era boa aluna na área das ciências e não havia área de artes no liceu, segui uma que tinha mais que ver com Ciências Sociais e Humanas e acabei por ir para História por isso. Um bocado por acidente. Se fosse hoje, eu acho que não ia, porque me angustia muito o facto de o Homem não aprender com os erros. Agora, espera-me a reforma e a hipótese de um dia fazer algumas coisinhas manuais, talvez numa universidade sénior. 

Ana Pinto e Rita Almeida

quinta-feira, 12 de maio de 2016

alunos da escola no Equamat 2016

Os alunos do 8º B, Ana Beatriz, Ana Margarida, Daniel Nogueira, Diogo Teixeira, Filipa Melo e Roselimar do projeto Equamat (8º ano) participaram esta semana nas competições nacionais de ciência (CNC).

A participação por si só não é notícia pois há mais de 10 anos que temos por hábito levar alunos à Universidade de Aveiro para estas competições. O que é notícia é que este ano, de 456 equipas inscritas a nível nacional (8.º ano), tivemos uma equipa que ficou em 7.º lugar, constituída pela Filipa e pela Ana.

Como a excelência deve ser notícia como fator motivador da aprendizagem, o CRESCER divulga, felicita e apela a uma maior participação da comunidade educativa, no próximo ano.

jornadas de turismo estimulam vontade de viajar

As jornadas de Turismo estão aí, hoje e amanhã.
No corredor principal podem ser vistos trabalhos dos alunos, fotografias e imagens de diversos destinos que todos gostariam de visitar.
Toca a espreitar, escolher e, quiçá, partir.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

"nós orientamos, tu decides!"

Hoje, o SPO (Serviço de Psicologia e Orientação) dá uma mãozinha aos alunos de 12º ano para que estes se possam orientar melhor nas suas decisões de acesso ao ensino superior.


Palestras, workshops, bancas de algumas faculdades, brochuras e conversas são algumas das estratégias usadas para o esclarecimento.








terça-feira, 10 de maio de 2016

ora, vamos lá!


Porque é mais do que justo, nunca é demais lembrar.
cartoon de Henrique Monteiro
O vice-presidente do SPLIU, Manuel Monteiro, disse à agência Lusa que "houve o apoio total de praticamente todos os partidos" à petição, "considerando que é uma proposta justa, e alguns partidos mostraram-se disponíveis" para a trabalhar.
O sindicato reuniu-se com a comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, com representantes de todos os partidos com assento parlamentar.
A petição defende a pré-aposentação dos professores aos 55 anos de idade ou 32 anos de serviço, e a aposentação a partir dos 36 anos de serviço, independentemente da idade.
O sindicato propõe ainda a aposentação aos 35 anos de serviço, para os professores do 1.º ciclo do ensino básico.
"Quotidianamente chegam-nos casos de professores que, a partir dos 30 anos de serviço, entram em esgotamento físico e mental devido à redução das condições de trabalho e à nova realidade de trabalho realizada em contexto escolar, o aumento da idade da reforma para os 66 anos", justificou o dirigente.
A petição foi entregue em junho, na Assembleia da República, com 5793 assinaturas, pelo que deverá ser discutida em sessão plenária.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

7º E vence "Vulcão Bombástico! PROCURA-SE"

É com muito gosto que anunciamos que o 7º E, na disciplina de Ciências Naturais, da Escola Básica e Secundária de Águas Santas foi a turma vencedora do concurso "Vulcão Bombástico! PROCURA-SE" no âmbito do projecto "Exposição na Escola" nesta 8ª edição dedicada ao tema da Geologia, “Uma Viagem ao Centro da Terra”, presente na biblioteca do Agrupamento durante o mês de Abril, que contou com o apoio da Cassefaz e Vodafone.

Esta informação chegou em 1ª mão via email:

VENCEDOR: Escola Básica e Secundária de Águas Santas, Maia
MENÇÕES HONROSAS:
 Escola Básica 2º e 3º ciclos Dr. Pedrosa Veríssimo, Paião
 Escola Básica 2º e 3º ciclos D. Pedro IV, Mindelo
 Escola Básica 2º e 3º ciclos de Vialonga
O prémio atribuído à turma vencedora será a participação num Cluedo, um espetáculo a realizar na escola, onde os alunos serão intervenientes no desenrolar da ação, vestindo a pele de investigadores que recolhem provas e interrogam suspeitos para desvendar o mistério.

Parabéns aos alunos do 7º E!

Parabéns às professoras que candidataram a escola e entusiasmaram os alunos a participar: Mª Gabriela Girão e Mª de Lurdes Cardoso.