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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ensino superior: mais de 9500 colocados na 2.ª fase de acesso

 Faculdade de Medicina Dentaria da Universidade do Porto NFACTOS / FERNANDO VELUDO

Os resultados da 2.ª fase estão disponíveis a partir de hoje no portal da DGES.

Os estudantes colocados nesta fase devem matricular-se entre 29 de Setembro e 3 de Outubro.

A 3.ª fase do concurso, a última e que coloca um número residual de estudantes, decorre entre 6 e 10 de Outubro, com as candidaturas online no portal da DGES.


novo ano, nova equipa, novas ideias

Todos os anos acontece: nós apelamos à participação, os meninos manifestam vontade em participar neste nosso jornal e a equipa forma-se. E as ideias brotam. Gente jovem está cheia de sonhos e de projetos!  
Bem hajam todos aqueles que querem fazer a diferença.
Caros leitores, aguardem as surpresas. Hoje deixamos apenas o nome de algumas rubricas que serão habituais:


. "Os cantinhos da ESÁS"
. "De miúdos a graúdos"
. "Fair Play"
. "Dia de... quê???"
. "Ir por aí..."


Curiosos? Esperamos que sim.


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

vem aí a noite europeia dos investigadores

Já no próximo dia 30 de setembro, sexta-feira, como tem sido habitual todos os anos no início do Outono, ir-se-á realizar o evento que celebra a ciência - a Noite Europeia dos Investigadores.
Este ano pretende-se, com esta iniciativa, chamar a atenção do público para a importância crescente da ciência no dia-a-dia.
Para isso, universidades locais da União Europeia organizaram oficinas, palestras e exposições sob diversos temas ligados à ciência.
No Porto, estas atividades terão lugar no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e no Jardim Botânico.

Pode consultar com mais detalhe o programa desta iniciativa em: http://noitedosinvestigadores.org/

terça-feira, 27 de setembro de 2016

27 de setembro: dia mundial do turismo

         O dia mundial do turismo comemora-se todos os anos, desde 1980, em 27 de setembro. Este ano a temática tem como objetivo promover a acessibilidade para todos.
Discutir este tema é importante para que todos tenham acesso ao turismo, de forma igual, sejam pessoas com limitações motoras, grávidas, crianças pequenas e idosos. Todos devem ter a oportunidade de usufruir de tudo o que os países tem para oferecer, tal como, praias, parques, restaurantes e cidades históricas.


A importância desta temática está em criarmos acessibilidades a pessoas condicionadas que queiram ver e descobrir o mundo como qualquer outra pessoa sem limitações.



Na Torre dos Clérigos arranjaram uma estratégia para as pessoas com cadeiras de rodas conseguirem ver a vista sem terem de subir 240 degraus. Criaram uma sala virtual onde se consegue ver a vista que se teria do topo da Torre, mesmo que não seja a melhor solução, é uma forma de proporcionar a estas pessoas um momento de lazer. 


 Catarina, Vânia, Ana isabel e Inês Fonseca, 12ºH (Curso Profissional de Técnico de Turismo)



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

jovem investigadora portuguesa premiada com 20 mil euros por trabalho sobre obesidade infantil

A  investigadora Liane Costa, que este ano terminou o Internato de Formação Específica em Pediatria, no Hospital de São João, Porto, venceu o Prémio Banco Carregosa/SRNOM, no valor de 20 mil euros, com um trabalho na área da obesidade infantil.

Segundo a investigadora, o trabalho, denominado Childhood Obesity - Related Inflammation and Vascular Injury – Impact on the Kidney, “contribuiu substancialmente para a compreensão do impacto da obesidade no rim e na vasculatura de crianças em idade escolar”.
Liane Costa explicou que “a maioria dos mecanismos envolvidos na associação entre obesidade, disfunção vascular e lesão renal são ainda largamente desconhecidos e têm sido muito pouco explorados em idade pediátrica”.

 No seu trabalho, a investigadora observou que “o consumo de álcool durante a gravidez e a obesidade materna contribuíram para o impacto da obesidade na função renal das crianças”, o que, em seu entender, “reforça a necessidade de estratégias preventivas em relação à obesidade, ainda antes do nascimento”.@PÚBLICO

sorria, estamos no outono!

Confessem: quem não sentia saudades das mantas, das camisolinhas polares e das cores das folhas das árvores?

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

portugueses passam mais de hora e meia por dia nas redes sociais

Este valor "sobe entre os mais jovens e as mulheres".

O Facebook lidera REUTERS
Mais de dois terços (68%) "considera que este é o tempo adequado para dedicar às redes sociais, embora um em cada quatro refira que no último ano passou a dedicar-lhes mais tempo".
O Facebook "destaca-se claramente das restantes redes sociais, pois a maioria refere que ele é o site mais credível, o que informa melhor, o que mais gostam" e "o mais viciante", sendo também "a rede com maior penetração em Portugal, com 94% de utilizadores, a que se segue o Youtube, Google+, WhatsApp e Instagram, que foi a rede que mais subiu face a 2015".
Desde 2011, segundo o estudo da Marktest, "o número de utilizadores em Portugal cresceu 53% e abrange hoje 4,6 milhões de portugueses (54% dos residentes no continente com 15 ou mais anos)", refere.
"Entre as redes mais utilizadas regista-se uma tendência de acréscimo na penetração do Instagram, Pinterest e Google+, que duplicaram o número de utilizadores no período em análise, e um forte decréscimo na penetração do Hi5, que tem hoje um terço dos utilizadores de há cinco anos", segundo o documento. @ PÚBLICO

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

jovens portugueses são dos que mais consomem tranquilizantes e sedativos entre os europeus

Muito preocupante!
Estudo europeu que mede os consumos de álcool e drogas em 35 países mostra que 13% dos jovens portugueses em idade escolar consomem substâncias psicoativas. Faltam psicólogos nos cuidados de saúde primários, alerta responsável do Programa de Saúde Mental da DGS.
O inquérito foi feito a 96.043 jovens que completaram 16 anos em 2015 (dos quais 3456 eram alunos portugueses a frequentar o ensino público) RENATO CRUZ SANTOS/ARQUIVO
O inquérito feito a 96.043 jovens que completaram 16 anos em 2015 (dos quais 3456 eram alunos portugueses a frequentar o ensino público) coloca Portugal abaixo ou em linha com a média europeia. Mas há duas exceções. A positiva é que os portugueses consomem muito menos novas substâncias psicoativas do que a generalidade dos jovens europeus. A negativa diz respeito ao consumo de antidepressivos e de tranquilizantes com autorização médica. Aqui os jovens portugueses são apenas ultrapassados pelos letões, cujo consumo atinge os 16%, ou seja, duplica a média europeia. @ PÚBLICO

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ainda há esperança para os professores colocados a 16 de Setembro

Na Reserva de Recrutamento 2 foram atribuídos 1662 horários anuais completos ADRIANO MIRANDA

Por um dia apenas arriscam-se a perder contagem do tempo para entrada nos quadros, mas Ministério da Educação ainda não deu o processo por concluído. 

O Ministério da Educação (ME) não fecha as portas à possibilidade dos professores contratados que foram colocados a 16 de Setembro virem a ter contratos que são válidos desde o início do mês, que é a única forma destes serem contabilizados para o tempo necessário à entrada nos quadros. 

Em resposta ao PÚBLICO, o gabinete de comunicação do ME indicou que a Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE) ainda não concluiu este processo, faltando ainda disponibilizar esta aplicação para os agrupamentos de escolas, razão pela qual “não fez retroagir” ainda quaisquer dos contratos derivados da colocação de 16 de Setembro, ao abrigo da Reserva de Recrutamento 2. @ PÚBLICO


terça-feira, 20 de setembro de 2016

aprendizagem: caneta é mais eficaz?

Quando se trata de aprender, o uso de uma caneta tem um papel determinante. Esta é a principal conclusão de um estudo do Instituto Norueguês de Tecnologia, distinguido com um Nobel, que revela que tirar apontamentos com uma caneta é mais eficaz para a aprendizagem do que o uso de um teclado de um computador portátil. Mas isto não significa que os computadores tenham de ficar em casa, uma vez que escrever com uma caneta digital num ecran é tão eficaz como a escrita tradicional com lápis ou caneta num papel.

Inspirados em estudos anteriores que sugeriam que a utilização intensiva da escrita manual aprofunda o processamento da informação, os especialistas em neuropsicologia Audrey van der Meer e Ruud van der Weel estudaram o comportamento de estudantes durante dois meses, para perceber se o facto de tirar apontamentos usando um teclado ou uma caneta e papel apresentaria diferenças na actividade cerebral, afectando assim a capacidade de aprendizagem do aluno.
Para isto pediram a 20 alunos que realizassem três tarefas diferentes – escrever num teclado, escrever à mão e desenhar (com base no jogo ‘Pictionary’) – usando um Surface Pro 4 e uma touca com 250 sensores para detectar sinais avançados do cérebro.
Os resultados comprovaram de forma conclusiva que os estudantes utilizaram diferentes partes do cérebro ao desenhar com a caneta stylus do Surface e ao escrever com o teclado do tablet. O estudo demonstrou que, ao fazer o registo de notas escritas e visuais, estavam activas áreas mais profundas do cérebro, o que se sabe afectar a aprendizagem de um modo extremamente positivo e eficiente.
Perante estas conclusões, o estudo destaca o poder da caneta na aprendizagem, numa altura em que muitos estudantes utilizam exclusivamente os seus computadores portáteis para tirar apontamentos. E os autores do estudo recomendam que os apontamentos à mão voltem a ser introduzidos nas salas de aula. @ RISCO

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

fumadores vão ter que ficar a cinco metros das portas de escolas e hospitais

Governo aprova proposta que proíbe fumar junto dos estabelecimentos de ensino e saúde e nos parques infantis. 

O Governo aprovou a proposta de proibição de fumar em parques infantis e junto a hospitais e escolas. A nova alteração à legislação do tabaco prevê que passe a ser proibido fumar em parques infantis e em áreas ao ar livre junto às portas e janelas de estabelecimentos de ensino e de saúde.

Os estabelecimentos de saúde incluem, além dos hospitais, clínicas, centros e casas de saúde, consultórios médicos, postos de socorros, laboratórios e farmácias, segundo o projeto de proposta de lei a que o PÚBLICO teve acesso.

Se esta proposta – que vai ser enviada para a Assembleia da República – tiver luz verde nos moldes em que foi aprovada, passará a ser proibido fumar na área que dista cinco metros das portas e janelas dos estabelecimentos de ensino e de saúde, soube o PÚBLICO. Mas não estão especificadas sanções para os prevaricadores. Esta é a segunda alteração à Lei do Tabaco, que está em vigor em Portugal desde 2008. @ PÚBLICO

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"Cordel", o que é?

É uma literatura que remonta ao século XVII e deve o seu nome à guita em que, nas feiras e romarias, se expunham folhas volantes de impressão rudimentar, difundindo factos históricos, versos, cenas de teatro, anedotas ou contos tradicionais. 


E há quem tenha transformado essas histórias e as tenha reinventado e encenado para se poderem ver. Então, o CRESCER deixa-lhe esta sugestão. Vá ao teatro (TNSJ) e aprecie este "Cordel", onde um dos dramaturgos é Amélia Lopes, docente de Português desta casa.

Atento às memórias e estórias, aos mitos e ritos populares, José Carretas encena este universo originário do grande caudal da literatura oral, seguindo um filão – ou cordel – eminentemente feminino: histórias de mulheres sábias, sanguinárias, místicas, dissolutas e apaixonadas, começando nessa Xerazade que é a Donzela Teodora, célebre por vencer duelos de sabedoria com os maiores eruditos do seu tempo, e culminando numa capitoa de malfeitores que profanou o corpo da mulher amada para o preservar junto a si, dando origem a um culto secreto que guarda a memória de ladrões com nomes de mulheres… Cordel desenrola-se como umas mil e uma noites que tivessem lugar num barroco tardio e de feira. Vidas exemplares em rimas imaginosas, desfiadas como um novelo.

texto de 
José Carretas e Amélia Lopes
encenação e cenografia  
José Carretas
desenho de luz 
Francisco Beja
figurinos 
Margarida Wellenkamp
assistência de desenho de luz
Cláudia Valente
interpretação
Beatriz Wellenkamp Carretas, Emílio Gomes, Joana Carvalho, Leonor Wellenkamp Carretas, Margarida Carvalho, Teresa Faria (atores);Tiago Candal, João Guimarães, Manuel Brásio (músicos)
coprodução
Panmixia, TNSJ

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

as comunicações do encontro "A Ciência por quem a faz e por quem a ensina"



Como já este jornal noticiou, realizou-se no passado dia 7 de setembro, na nossa escola secundária e organizado pelo Centro de Formação de Associação de Escolas maiatrofa, o encontro “A Ciência por quem a faz e por quem a ensina”.

Na parte da manhã houve quatro comunicações que resumidamente exponho.

Na primeira comunicação da manhã, o professor Pedro Fernandes na sua palestra “Química Virtual”, respondeu à questão: Será possível “ver” as modificações das moléculas durante uma reação química? As aspas colocadas em redor do verbo pretendem modificar o seu significado. Não está em causa ver diretamente, ou por alguma técnica especial de ampliação, a realidade em causa. Não, trata-se de obter uma simulação gráfica.
Para o conseguir é necessário introduzir em supercomputadores a composição das moléculas iniciais, as equações matemáticas que descrevem a física do comportamento desses corpúsculos e esperar que a máquina execute uma imensidão de cálculos, tanto mais demorados quanto maior for a complexidade das moléculas, como o são, de facto, as moléculas orgânicas.
Embora a obtenção de resultados seja demorada, mesmo sendo a tarefa executada por um supercomputador, permite, além de outros ganhos, poupar muito tempo.
Poderá haver ainda outros ganhos. Por exemplo, saber se uma reação é possível ou não, poupar a vida de muitas cobaias, prever o que acontece em reações químicas muito rápidas ou muito lentas ou, ainda, conhecer as reações químicas que evoluem em ambientes extremos de temperatura e pressão impossíveis de experimentar.
Ao que parece estas simulações têm interessado aos laboratórios farmacêuticos por lhes permitir ficar a saber, antes de iniciar ou continuar alguma pesquisa, se determinada reação poderá ocorrer ou não.

 
O tema da segunda comunicação foram as comunicações sem fios.
Queremos ter acesso fácil e permanente a comunicações móveis de voz e internet em todos os lugares e em qualquer circunstância. O engenheiro Paulo Oliveira, ex-aluno da nossa escola, explicou a matemática complexa que fundamenta o acesso com segurança às comunicações mesmo quando o tráfego de informação é muito elevado, como no caso em que há grandes ajuntamentos de pessoas.
Hoje temos como banal o acesso de informação em qualquer lugar. Na verdade, esta operação é engenhosa e complexa e continua a ser um campo de investigação.



Na terceira comunicação, a Professora Sofia Dória respondeu à questão: O cariótipo ainda é necessário na era dos arrays CGH.
Tanto o exame do cariótipo como a do array CGH constituem técnicas de análise do material genético para identificar alterações no ADN que possam comprometer qualidade de uma qualquer idade.
No teste do cariótipo obtém-se um resultado visual de regiões coradas dos cromossomas que permite conhecer a sua estrutura. Se houver alguma alteração, em relação ao normal, indica que poderá haver, ou não, alguma doença genética.
Mais recentemente surgiu uma outra técnica, a do array CGH, que permite obter informação do ADN com muito maior detalhe. Em muitas circunstâncias este excesso de informação cria algumas dificuldades. É que nem todas as alterações têm efeitos nefastos. Algumas fazem parte das normais diferenças individuais, isto é, umas são benignas e outras não têm efeitos conhecidos.
Este acentuado crescimento conhecimento da herança genética individual levanta algumas questões. Será que queremos conhecer todas as prováveis doenças que havemos de contrair mais tarde, quando pouco podemos alterar? Quem deve ter acesso a esta informação?
Na verdade, a informação que se obtém pelo método array CGH é excessiva em algumas situações pelo que se continua a utilizar o exame do cariótipo. Podemos pois concluir que nem sempre mais informação é melhor.

O professor João Lopes dos Santos, do departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, mostrou a relação entre a luz e matéria.
Não constitui surpresa afirmar que quando olhamos para um peixe que vagueia pelas águas, ele não está na direção do nosso olhar. Este fenómeno é desde há muito tempo conhecido e é conhecido por refração da luz. Este fenómeno é utilizado nas lentes e em alguns outros dispositivos óticos.
Este fenómeno é descrito pela lei de Snell e na sua expressão matemática consta um número positivo, o índice de refração, que caracteriza as propriedades óticas de cada um dos meios atravessados pela luz. Assim o índice de refração do ar é 1,00 (aqui os zeros à direita da vírgula contam) da água é de 1,33 e do vidro entre 1,5 a 1,9.
Toda a observação da realidade, em relação às propriedades óticas, era a prevista pelo fortemente sustentado edifício teórico quando, em 1967, um físico teórico ucraniano, Victor Veselago, publicou um artigo com uma análise teórica sobre materiais com um índice de refração negativo. Depois  de provocar algum furor nos meios académicos e de induzir uma forte procura destes materiais o caso foi esquecido por não se ter encontrado então nenhum com a propriedade proposta.
Contudo, 33 anos depois, David Smith confirmou a existência de um metamaterial com as propriedades previstas por Veselago. Metamateriais são materiais modificados, no caso a partir da nanotecnologia, para se obter propriedades que não existem na natureza.
Ora com o metamaterial obtido podemos obter resultados que não lembram ao cidadão comum. São alguns exemplos: o revestimento de um objeto com o este metamaterial pode torná-lo invisível; poder-se-ão construir superlentes que permitam observar, com um detalhe inédito, o DNA.
Os supermateriais têm sobretudo interessado à indústria militar.

Esta descoberta veio-nos lembrar que o Mundo é bem mais surpreendente do que julgamos, que pode mesmo aproximar-se da mais imaginativa ficção, como no caso do manto da invisibilidade do herói Harry Potter. Bem vale a pena dedicar-lhe a nossa atenção. 

Sérgio Viana, docente de Física e Química

começou o ano letivo

Dia 1.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

receção aos alunos e horários


Hoje a escola encheu-se de jovens. Uns vieram para a receção. Outros vieram ver os horários. Outros vieram, apenas.
Os mais jovens foram recebidos com o tradicional momento festivo e solene. Os mais velhos serão recebidos, hora a hora, amanhã, por cada um dos professores, nas aulas que entretanto se iniciam para todos.
O CRESCER informa que poderão encontrar os horários da turmas no portal da escola que aqui se partilha: http://portal.aescas.net/alunos/horarios

Para todos, votos de um excelente ano letivo!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

operação papelão

Já se intrigou com as belas caixas que se encontram no corredor das exposições? Descubra a razão.
contentores empilhados
"A Operação Papelão tem por objetivo munir cada sala de aula da escola sede do Agrupamento com um contentor para recolha seletiva do papel. Na construção deste trabalho estão envolvidos alunos de todos os sétimos anos de escolaridade do ano letivo 2015/2016 que, nas aulas de Educação Visual dos professores José Alberto Matos e Cristina Magalhães, desenvolveram a temática da reciclagem. O resultado final foi da autoria dos professores responsáveis.

Com esta iniciativa, realizada em parceria com os professores Sónia Lisboa e José Gomes e no âmbito do Projeto Eco-Escolas, pretende-se consciencializar os alunos para a sustentabilidade do planeta. 

O destino do papel recolhido é a Conferência São Vicente de Paulo por intermédio da D. Rosa Manuela, chefe dos auxiliares de ação educativa, que se disponibilizou desde o início para colaborar." @ blogartes

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

12 de setembro: receção aos professores e funcionários


Hoje decorreu a cerimónia oficial da receção aos professores e funcionários do agrupamento.
Fomos convidados para estar às 15h no auditório e foram muitos os presentes. A sessão iniciou-se com a audição de um texto da autoria da professora Manuela Couto, dito pela própria (podem ouvir clicando no sublinhado), cuja mensagem ilustra bem a frase que encabeça este nosso jornal: “Esta é uma escola feita de mãos. E de muitas mãos”.
De seguida, o diretor, professor Manuel Ferreira, deu as boas-vindas a todos, desejou um excelente ano letivo e revelou a sua convicção de que o agrupamento tem ótimos professores e funcionários que proporcionarão uma boa formação aos alunos.
Para surpresa de todos, ao som de alguns acordes foram-se erguendo alguns elementos da plateia e um flashmob bem “rockeiro” espantou e encantou o público.

Por fim, e como já é habitual, a Direção presenteou todos com um delicioso lanche onde não faltou o bolo de abertura do ano letivo.

Parabéns a todos quantos organizaram, participaram e proporcionaram este momento.


Votos de um bom ano letivo!

domingo, 11 de setembro de 2016

há mais alunos colocados no superior e metade entrou no curso que queria

Na 1.ª fase do concurso foram colocados 42.958 estudantes, a terceira subida em três anos. 


Surpresa! Medicina já não é o curso com a média mais alta


foto de RUI GAUDÊNCIO (ARQUIVO)
Pelo terceiro ano consecutivo, há mais estudantes a entrar no ensino superior público. Na 1.ª fase do concurso nacional de acesso, cujos resultados foram divulgados na madrugada deste domingo, entraram nas universidades e politécnicos 42.958 estudantes, mais 890 do que há um ano. O ministro do Ensino Superior e os responsáveis das instituições relacionam este aumento da procura com um clima de maior confiança dos estudantes e das famílias no setor.

Estes quase 43 mil colocados significam um aumento de 2,1% em relação à mesma fase do concurso de 2015. Este é o terceiro ano consecutivo de aumento da procura do ensino superior e, face a 2013, o aumento do número de novos alunos cifra-se em 5543 — insuficientes para recuperar da quebra de mais de 8000 colocados nos três anos anteriores.

Entrei na universidade? Veja aqui todas as notas de acesso

“Com variações como estas, fica claro que a explicação não é demográfica”, sublinha o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Cunha. Este responsável acredita que, “apesar de alguns discursos negativos”, os estudantes “já perceberam a mais-valia de uma formação superior”, lembrando que o desemprego é menor entre os diplomados e que estes conseguem em regra salários mais altos. (adaptado de PÚBLICO)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

"É importante diminuir o número de alunos por turma", diz Ministro da Educação

foto de Miguel Baltazar
O ministro da Educação disse hoje em Rio Maior que a tutela está a estudar a possibilidade de vir a reduzir o número de alunos por turma, uma medida a implementar após conhecer o seu impacto financeiro e pedagógico."A redução do número de alunos por turma é uma questão que nos preocupa e estamos a estudar a forma de intervenção para fazer de forma faseada ao longo dos próximos anos", afirmou Tiago Brandão Rodrigues aos jornalistas. O governante admitiu que "é importante diminuir o número de alunos por turma" e que existem "constrangimentos". Contudo, as alterações vão ser implementadas depois de "perceber a latitude de uma medida desta natureza não só financeira como pedagógica". @ JNeg

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

a falta de reconhecimento profissional dói

"Exaustos, desiludidos e baralhados" é o título do jornal PÚBLICO à notícia de mais um estudo de José João Veiga e Duarte Ribeiro, que será apresentado em Vila Nova de Gaia, nesta sexta-feira.
A grande maioria dos professores (85%) dizem que o Ministério da Educação não “valoriza” o seu trabalho PAULO PIMENTA
“É como se um pessimismo endémico tivesse tomado conta da educação escolar”, descreve Azevedo nas conclusões do trabalho que será apresentado em Vila Nova de Gaia, nesta sexta-feira, primeiro dia que marca o período de arranque do ano letivo para o ensino básico e secundário.

O CRESCER chama a atenção para o que abaixo destaca da notícia, tão real e tão contraditório.

O que lhes causa mais “insatisfação no trabalho” em geral é a “falta de reconhecimento profissional” (57%). O que é mencionado como trazendo mais “dificuldades” no dia-a-dia é a indisciplina na sala de aula (52%), seguido da extensão dos programas (30%). Especificamente na relação com os alunos, o que causa mais insatisfação é a "falta de respeito" (58,9%). 
Um dos maiores desafios com que se deparam na sua missão é “prestar atenção ao desenvolvimento afectivo e social dos alunos” (30,3%). Outro problema que coloca dificuldades, mencionado por um quarto dos professores: a avaliação do desempenho docente.
Mas, mesmo com tudo isto, quase todos (mais de 90%) acham que os alunos saem bem preparados da sua escola, do ponto de vista académico. E essa é, provavelmente, uma das ideias mais positivas que manifestam. Outra é que a palavra "paixão" é a mais escolhida para descrever este trabalho de "ensinar". @ PÚBLICO

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

"olhei para o céu, estava estrelado..."

Esta podia ser a banda sonora da peça de teatro que hoje se pôde apreciar na nossa escola.




De Aristóteles a Einstein, os fantoches da Centelha Criativa e dos Cabeças no Ar e Pés na Terra deliciaram a plateia do auditório, em dia consagrado ao VI encontro de cientistas e professores de ciências.



Entre palestras e workshops houve tempo para compreender que a Ciência e a Arte podem e devem dar as mãos neste que é o nosso "Auto do Universo".






 "... parece que estou a ver as estrelinhas todas, às voltinhas e voltarelas, cantando e bailando."

sobre o Sistema Solar em "Auto do Universo"

terça-feira, 6 de setembro de 2016

a ciência por quem a faz e por quem a ensina (VI)

É já uma tradição. Vai decorrer a 7 de setembro, ao longo de todo o dia, na nossa escola secundária.
Assista ao Encontro que já há seis anos é o primeiro grande evento do ano letivo.


Bem-vindos!

O CRESCER deseja a toda a comunidade escolar um excelente ano letivo. Que todos os objetivos se concretizem!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

último "post" de 2015/2016

daqui

Todos os anos, chega o dia em que fazemos a derradeira publicação. É hoje. A caminhada do CRESCER termina este ano com 321 422 visualizações e 2 110 publicações, que muito nos honram. 
É, agora, tempo de descanso.
Na última publicação do ano, o CRESCER deixa um bem-haja a todos os que aqui colaboraram e um muito obrigado a todos os que nos seguiram. O CRESCER felicita toda a comunidade educativa pela caminhada feita e formula votos de excelentes e merecidas férias para todos.
Reencontramo-nos em setembro para podermos continuar a CRESCER juntos.
Até já!
Eduarda Ferreira e Manuela Couto

quinta-feira, 21 de julho de 2016

se pudesse, o neuropediatra Luís Borges mudava a escola e medicava muito menos

     Encurtava as aulas, multiplicava os intervalos, mudava as metas curriculares, dava aos professores mais formação na área das neurociências e garantia aos miúdos mais tempo para brincar. Se pudesse, o neuropediatra Luís Borges mudava a escola. E medicava muito menos.


Ainda existem «bichos-carpinteiros» e «cabeças-no-ar»?

Sempre existiram e sempre existirão. A perturbação da hiperatividade e défice de atenção [PHDA] tem uma base genética: as crianças herdam dos pais os genes que vão condicionar este tipo de comportamento. O que acontece é que, depois, o ambiente pode facilitar ou dificultar o aparecimento dos sintomas – a hiperatividade, a impulsividade e/ou défice de atenção.



LUÍS BORGES
Tem 78 anos, é neuropediatra, preside à Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP) e continua ligado ao Hospital Pediátrico de Coimbra, instituição que lhe prestou homenagem dando o seu nome ao Centro de Desenvolvimento da Criança.


Leia toda a entrevista aqui.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

PS ajudou a chumbar projeto de regime especial de aposentação para professores e educadores

"Há homens que obrigam todos os outros homens a reverem-se por dentro." in "Felizmente há luar!" de Luís de Sttau Monteiro
foto de Lusa
Dois projetos de resolução recomendando ao Governo a possibilidade de docentes com 40 anos de descontos se poderem aposentar sem penalizações foram hoje chumbados no parlamento, motivando apupos e críticas de cidadãos presentes nas galerias.
Os textos, apresentados por PCP e "Os Verdes", tiveram voto favorável destes partidos e do Bloco de Esquerda (BE), merecendo a abstenção do deputado do PAN e o voto contra de PS, PSD e CDS-PP.
Vários apupos escutaram-se no final da votação, o que levou o Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, a lembrar os cidadãos que assistiam às votações que nas galerias não é possível haver manifestações de repúdio ou agrado - "o que não é manifestamente o caso", reconheceu Ferro - pelas decisões dos deputados.
O texto do partido ecologista pedia um regime transitório para a aposentação de professores e educadores, "com vista a criar justiça no regime de aposentação", ao passo que o documento comunista era mais amplo, pedindo ao executivo "a possibilidade de aposentação aos 40 anos de descontos sem penalizações e a aplicação de regimes de aposentação relativos a situações específicas".

"É amplamente reconhecido o desgaste físico e psicológico que os educadores de infância e os professores sofrem ao longo das suas carreiras e que este desgaste, por um lado, conduz a uma enorme pressão e sobrecarga sobre o docente e, por outro lado, leva a que se comprometa não só a qualidade da prática pedagógica, como em última consequência a qualidade do próprio ensino", advogam os comunistas no seu projeto de resolução hoje chumbado. @ NaoM

há mais vagas no ensino superior

RITA CHANTRE
A partir desta quinta-feira está aberta a 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior. E o que mostra a oferta disponibilizada nos 1060 pares instituição de ensino/curso é isto: depois de quatro anos (desde 2012) marcados por uma redução, ano após ano, do número de lugares abertos, 2016 é o primeiro a registar um aumento da capacidade instalada, ainda que não chegue às 150 vagas. Trata-se de um aumento residual, sublinham tanto o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Cunha, como o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato. António Cunha considera, de resto, que o número de lugares disponíveis “é razoável”. E acrescenta: “Está ligeiramente sobredimensionado, o que permite que os estudantes tenham mais liberdade para escolher um curso em função dos critérios que considerarem mais pertinentes, o que é positivo.” @ PÚBLICO

Compare aqui as vagas, cursos e a nota do último colocado

terça-feira, 19 de julho de 2016

projeto em escola da Madeira melhora notas e reduz reprovações



Quando se procura fomentar o sucesso, chega este projeto da Madeira.

Interessante? O que acham?

PAULO PIMENTA

"Projecto com turmas homogéneas na Madeira melhora notas e reduz reprovações"

"Planos alternativos impulsionados pelo governo madeirense, dividiram alunos de duas escolas em turmas de acordo com o histórico de desempenho académico. Número de retenções caiu a pique e as notas mais altas subiram.

Quando os slides da apresentação começaram a passar, o director da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Caniço, Armando Morgado, não disfarçou o entusiasmo. Depois da polémica no início do ano lectivo, da desconfiança de pais e professores, e das acusações de discriminação de alguns partidos da oposição, o projecto Caniço Mais, que separou os alunos com base no desempenho académico dos anos anteriores, apresentava bons resultados.
A taxa de retenção do 7.º ano, o único abrangido pelo programa, fixou-se nos 2,9%, contra os 20,8% verificados no ano lectivo anterior. Verificou-se também uma melhoria generalizada nas notas das cinco turmas do projecto: 34% dos alunos atingiu o nível 4 (apenas 13% em 2014/2015) e 6% terminou o ano com 5 valores (tinham sido 2% no ano anterior). E, mais importante do que os números, diz Armando Morgado, foi a “vontade” manifestada pelos alunos em ir à escola."  Leia tudo, aqui.