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16/06/2020

começou a Semana das Artes

Começou a Semana das Artes.
Desde o dia 15 de junho até ao dia 23 do mesmo mês teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais da atividade dos nossos alunos das Artes e do grupo de professores que os acompanha. A avaliar pelo que já se pode ver e ler no blogartes, a comunidade educativa vai ficar muito feliz por poder apreciar o trabalho dos seus jovens artistas.
Estejam atentos.
O cartaz é construído a partir da natureza morta
desenhada pelo Rodrigo Bonina, 10.ºE

15/06/2020

dilemas dos professores sobre a travessia do “Oceano Educativo”

Esta transformação digital acontecerá quando os professores atravessarem o Oceano de submarino e promoverem todo esse conhecimento com os alunos.
         Anuncia-se o novo (?) caminho para uma circum-navegação pela “transição digital”. Esta proposta surge alguns anos após uma outra viagem por mar alto, em que devido a um tal de “Magalhães” muitos se afogaram seguros à bóia de um computador, sem grande noção de como poderiam salvar-se “pedagogicamente” nesse imenso Oceano.
      A questão centra-se no planeamento do que queremos para a Educação. O que podemos e sabemos fazer com a tecnologia educativa que nos vem parar às mãos? Se toda esta “nova” tecnologia anunciada, usada e prevista, muita já existente em diversas escolas ditas do futuro, não for pensada e refletida, voltaremos a afogar-nos. Uma das razões é o facto de a tecnologia nos ser oferecida sem a pedirmos, ou, por outro lado, nos ser facultada tendo pedido, mas sem sabermos muito bem o que fazer com ela, afinal, serve apenas para “surfar” pelas ondas dos principais problemas burocráticos do sistema educativo. Ao invés disso, teremos de ter necessidade de a utilizar, mas para criar e produzir, para comunicar e interagir, como o fez tão rapidamente a Sra. Covid. Na verdade, se por um lado a necessidade técnica está criada (tenho dúvidas, se resolvida), nesta pandemia pela distância de se comunicar com professores e alunos, fica a questão: está criada a necessidade pedagógica que nos fará alterar a forma como poderemos atravessar o Oceano de forma mais profunda? E não nos voltarmos a afogar.
        Primeiro que tudo, precisamos conhecer o sentimento dos nossos super e ágeis professores, para perceber qual a vontade que têm de atravessar para o outro lado de um imenso mar. Pois, sabemos que a questão da atitude que temos perante um processo de transformação pedagógica é determinante para que este possa acontecer, não de forma imposta, mas pela vontade de continuar a ser professor, não esquecendo sempre de ser aluno. Não podemos confundir esta nova atitude, com a excelente dedicação dos milhares de professores que nesta pandemia tentaram, com o que puderam, alguns a nado, outros molhando os pés, concretizar os objetivos de aprendizagem neste mar da Educação… Mas a grande maioria atravessou o Oceano de canoa (pior é quando nem se tenta molhar os pés).
       A Educação deste novo século precisa que os alunos aprofundem, entrem num processo produtivo e construtivo, pensem e reflitam sobre o quê, e por que aprendem, precisam dar sentido a conteúdos desajustados das suas realidades. Mas isso só acontece se conhecerem o que está nas profundezas do Oceano, logo, isso não se fará pela superfície do mesmo, onde veem pouco mais que água e algumas embarcações. Esta transformação digital acontecerá quando os professores atravessarem o Oceano de submarino e promoverem todo esse conhecimento com os alunos, analisando as algas, os corais, a enorme variedade de seres que se encontram bem nas profundezas. E as profundezas só são alcançadas com o desafio de as conhecerem, e só a tecnologia nos ajuda a ir tão longe, de forma tão imersiva. Aos professores de todo o país, que fizeram o que souberam e com os meios e formas que conheciam para que a Educação acontecesse, questionamos, as atividades educativas aconteceram como projetaram? Mantinham as práticas concretizadas? Os alunos envolveram-se como pensavam? Os alunos tinham “as tais” competências de “nativos digitais” como pensavam? Estaremos prontos para um novo ano letivo, presencial, online ou misto (b-learning)? Pensamos que não, todos sabemos que na generalidade das escolas (ou será das casas?), na grande maioria das atividades, remendou-se um problema como se conseguiu, de modo a que a canoa não afundasse ou se perdesse...
     Está criada a necessidade pedagógica, ou seja, percebemos que os alunos precisam de ser ensinados, estimulados, cativados e desafiados, não na sua memorização, mas na sua real compreensão do quotidiano, com estratégias que diferem dos modelos que conhecemos e isso levará a que os alunos não continuem a “surfar” na rede e passem a “mergulhar” nas profundezas, com os professores, em perfeita harmonia colaborativa.
      Claro que é difícil, mas se fosse fácil não seriam professores, por isso, fica aqui o desafio para que nesta próxima viagem não seja necessário, “só”, que seja novamente ao sabor de milhares de equipamentos conectados à Internet (sabendo que são precisos para alunos, mas também para professores), mas, sobretudo, seja num formato de aplicação flexível do currículo, de estruturação de conceitos chave, projetos que se interliguem disciplinarmente e através da produção de conteúdos pelos alunos. Que este novo momento nos leve a contextos reais de capacitação e ambientação a novos modelos pedagógicos que, naturalmente, emergem com tecnologia, ao invés das centenas de formações que vão existindo sobre tecnologia, apenas, sem dimensão pedagógica.
       Não se pretende que se coloque a escola num scanner e se digitalize, porque nesse momento mantemos o que fazíamos no papel, mas agora num formato digital… É pouco, e é a continuidade de uma viagem pela superfície do Oceano, numa clara sensação de déjà-vu.
      A grande vantagem de um contexto de 1:1 é de respeitar os ritmos de aprendizagem de cada aluno, deixando o aluno controlar o que aprende e ter a oportunidade de aprender por si. Receamos que este novo plano anunciado nos traga o contexto 1:n, no qual o professor continuará a assumir o protagonismo da aprendizagem ao seu ritmo, formatado às práticas vigentes, com a capa do digital. Mais do que 1 dispositivo por aluno (1:1 device), pretende-se 1 aprendizagem por aluno (1:1 learner), personalizar é difícil, mas a tecnologia potencia esse modelo.
      Uma transição pode não significar qualquer tipo de mudança, mas apenas a transferência de algo, e essa ideia ganha força quando se junta à ideia de digitalizar a escola. Neste sentido, fazer o mesmo que se faz nas versões de escola analógica, mas agora com tecnologia, é quase a mesma coisa que passar de uma leitura de um livro em papel para a leitura de um livro em formato de PDF, pois fazemos o mesmo tipo de leitura, mas cansa muito mais e só achamos engraçado e motivador nas primeiras leituras! Na realidade, um PDF de um livro não é um e-book, porque um e-book só o é se for interativo, tem um formato de leitura que inclui ação, áudio, vídeo, atividades que provocam no leitor o controlo sobre o que lê, a forma como o faz e isso não é tão fácil conseguir, porque do ponto de vista pedagógico obriga-nos a repensar o desenho das atividades.
       Andamos há demasiado tempo a fazer experiências com apps e plataformas… Quando redefinimos o rumo da viagem para algo mais profundo, redefinir o processo de implementação dando o protagonismo ao aluno para criar, desenvolver, produzir, refletir e comunicar? O que pretenderemos em vez de uma transição, não será uma transformação? O que pretenderemos em vez de uma transição digital, não será uma transformação pedagógica?
        Hoje, é preciso perceber como tem de se redefinir o currículo, o que/como ensinamos e o que/como os alunos aprendem. Mas também como estes podem ser articulados com as várias áreas disciplinares, como poderemos desenvolver atividades que promovam a autorregulação e estudo autónomo em modelos invertidos de aprendizagem, nos quais os alunos controlam o que aprendem e lhes é dada a permissão de aprender por si (não confundam com aprender sozinhos… isso já o fazem muitas vezes e não resulta).
       Podem-se investir milhões em material didático, milhões em computadores, milhões em tablets, internet e afins, todos ficamos contentes, e claro que é necessário, mas depois é como oferecer as mais sofisticadas canas para pescar. @Público

12/06/2020

um coração vermelho nos céus de Roterdão

        O estúdio de design holandês Drift encontrou uma forma criativa de homenagear os profissionais de saúde que estão a trabalhar para combater, em todo o mundo, a pandemia do coronavírus. Criou a imagem de um coração vermelho no céu de Roterdão, um espetáculo que foi transmitido ao vivo pelo Dezeen para um festival de design virtual.
          No vídeo abaixo, a partir dos 5 minutos e 40 segundos, é possível ver o coração de drones pulsando no céu de Roterdão, com duração de mais ou menos um minuto. Apesar deste ponto alto, vale a pena assistir ao vídeo completo.
           
         A apresentação já aconteceu no dia 5 de maio, no 75º aniversário do Dia da Libertação, um feriado que marcou o fim da ocupação nazi na Holanda. Para impedir que as pessoas violassem as regras de isolamento social, o local da apresentação foi mantido em sigilo.
      O espetáculo durou 15 minutos e o coração começou a pulsar só no final, o que foi possível pela junção de um conjunto de 300 drones de luz, num projeto criado pelo estúdio de design batizado de Franchise Freedom. Eles uniram-se num formato tridimensional vermelho brilhante, que pulsava com luz como se estivesse batendo.
     O Franchise Freedom foi lançado pela primeira vez em Miami em 2017, e compreende a junção de 300 drones iluminados que foram programados para imitar o comportamento dos estorninhos, aves especialistas em realizar um balé no ar, que os cientistas chamam de “murmuração.
         As projeções criadas pelo estúdio Drift são consideradas verdadeiras obras de arte. “Estamos voando com a Franchise Freedom para os profissionais de saúde e as pessoas que sofrem com o vírus”, disse Ralph Nauta, co-fundador do estúdio Drift. “Infelizmente, a arte não pode ser a solução, mas pode criar conforto em tempos desesperados”, acrescentou.
        “Vimos nas nossas apresentações anteriores que quando as pessoas veem a obra de arte juntas, ela as une”, acrescentou Lonneke Gordijn, outro membro do estúdio Drift. @ Boas Novas (adaptado)

Portugal é o 10.º país da UE com pior desempenho digital

       Portugal é o 10.º país da União Europeia com pior desempenho digital, divulgou hoje a Comissão Europeia, destacando progressos no espaço comunitário, nomeadamente devido à pandemia de covid-19.

        De acordo com o Índice de Digitalização da Economia e da Sociedade (DESI), hoje publicado pelo executivo comunitário, “a Finlândia, a Suécia, a Dinamarca e a Holanda são os líderes no desempenho digital global na UE”.
      Em sentido inverso, Portugal ocupa o 10.º lugar, num indicador que tem em conta os progressos realizados pelos Estados-membros em termos da sua digitalização, concretamente em áreas como a conectividade, o capital humano, a utilização de serviços de internet, a integração das tecnologias e ainda os serviços públicos digitais.
      Portugal ficou nesta posição, desde logo, devido às “diferenças significativas” registadas no que toca à utilização de banda larga entre as zonas urbanas e rurais, mas também por causa dos “elevados custos” associados aos serviços de internet e ainda por ser dos piores classificados relativamente à abertura dos dados, segundo o relatório hoje divulgado.
       Acresce que o setor das tecnologias de informação e comunicação pesa menos de 3% no total da economia portuguesa, uma das percentagens mais baixas ao nível da UE. Ainda de acordo com o documento, 22% da população portuguesa nunca teve acesso à internet.
      Já mais positiva é a percentagem total de agregados familiares portugueses com acesso à internet, que fica acima dos 50%, bem como a referente aos serviços da administração pública disponibilizados ‘online’, que ascende a mais de 80%.

Portugal também ocupava esta posição em 2019

      A Comissão Europeia observa que “o DESI deste ano mostra que há progressos em todos os Estados-membros e em todas as áreas-chave consideradas”, o que se torna “ainda mais importante no contexto da pandemia”.
      Isto porque, de acordo com a instituição, o surto de covid-19 “demonstrou como as tecnologias digitais se tornaram essenciais, ao permitirem a continuação dos trabalhos, o acompanhamento da propagação do vírus ou a aceleração da investigação para curas e vacinas”.
       Assim, o executivo comunitário nota que “as conclusões de 2020 devem ser lidas em conjunto com as numerosas medidas tomadas pela Comissão e pelos Estados-membros para gerir a crise e apoiar a recuperação”.
    “Os Estados-membros tomaram medidas para minimizar o contágio e apoiar os sistemas de saúde, por exemplo introduzindo aplicações e plataformas para facilitar a telemedicina e coordenar os recursos no domínio dos cuidados de saúde”, precisa a instituição
      Por seu lado, a Comissão Europeia “tomou igualmente medidas, como a emissão de uma recomendação sobre uma caixa de ferramentas comum da UE para a utilização de tecnologias e dados para combater e permitir a saída da crise, em especial no que respeita às aplicações móveis e à utilização de dados anónimos nas aplicações de rastreio”, recorda.
      “Acresce que o ORECE [Organismo dos Reguladores Europeus das Comunicações Eletrónicas], a pedido da Comissão, começou a monitorizar o tráfego na internet para evitar congestionamentos”, acrescenta ainda. @ Sapo

09/06/2020

Pedro Abrunhosa e Jeremy Irons em espetáculo de vídeo mapping

"Porto Legends" regressa esta quarta-feira, dia 10 de junho.


             "Porto Legends – The Underground Experience", uma criação do ateliê português OCUBO, reabre na quarta-feira, 10 de junho, às 11h00, nas furnas da Alfândega do Porto. 
           "Indicado para toda a família, o espetáculo, que já foi visto por quase 20 mil pessoas, dá a conhecer 10 lendas que são parte de um património imaterial do Porto e da região Norte de Portugal", lembra a organização.
      O espetáculo de vídeo mapping 360º conta com narração de Pedro Abrunhosa (versão portuguesa) e do ator britânico Jeremy Irons (versão inglesa).
            Na experiência, "os visitantes ficarão a conhecer histórias da cidade e da região de forma cativante, como a do Cerco do Porto e o seu dragão; a do mistério do tesouro da Serra do Pilar; a de Pedro Cem, o rico e ganancioso comerciante portuense que perdeu 100 navios numa tempestade e se tornou Pedro Sem; ou a do fantasma da última freira da estação de São Bento". @Sapo

08/06/2020

sustentabilidade alimentar - rótulos à lupa

No âmbito dos trabalhos sobre Educação em Sustentabilidade alimentar, os alunos do 11º B e a professora de Biologia e Geologia elaboraram este documento deveras importante para toda a Comunidade Educativa.


SUSTENTABILIDADE ALIMENTAR – RÓTULOS À LUPA

“Dentro de algumas décadas, a relação entre o ambiente, os recursos e os conflitos será tão óbvia como a ligação que vemos agora entre os direitos humanos, a democracia e a paz” - Wangari Maathai, 2004


Ao longo do dia, o Homem ingere bastantes refeições, compostas pelos mais diversos e variados produtos e alimentos da sociedade contemporânea. A verdade é que essa alimentação está a deteriorar não só a nossa saúde, como o nosso planeta.
Algo a ter em consideração é o rótulo dos produtos, que nos informam das suas origens, da sua composição, dos seus benefícios e/ou malefícios para a saúde, das suas condições de conservação e do seu grau ecológico.



Relativamente à origem, os produtos produzidos a nível regional e sazonal têm uma cadeia de distribuição mais curta, o que pressupõe menor impacto ambiental. No entanto, muitas vezes não é possível determinar a origem do produto, pelo facto de não ter sido produzido integralmente num país (a matéria prima pode ser oriunda de um país, mas o seu processamento e/ou embalamento ser realizado noutro).
É do interesse comum saber o que se está a consumir. A lista de ingredientes permite saber, por ordem de quantidade, os ingredientes que o produto contém. Do ponto de vista de sustentabilidade, permite saber se contém ingredientes saudáveis (uma vez que a alimentação sustentável requer que seja uma alimentação saudável).
A marca de salubridade, presente em produtos animais, identifica o país, a empresa produtora e confere o reconhecimento do produto sobre as normas europeias.
Em produtos biológicos existe por vezes um logótipo da UE. Este logótipo dá-nos a garantia que o produto cumpriu rigorosas exigências relativas à ecologia até chegar ao consumidor final. Um exemplo é a necessidade de conter no mínimo 95% de ingredientes biológicos. Este logótipo é crucial para apoiarmos uma agricultura que seja o mais natural e saudável possível para as populações.



O ponto verde, quando presente, garante que o fabricante, distribuidor ou embalador contribuiu financeiramente, para que as embalagens sejam recolhidas no intuito de serem recicladas ou incineradas. Este método é amigo do ambiente, pois diminui a poluição.


Uma alimentação, para além de sustentável, deve ser saudável. Deste modo, a declaração nutricional permite verificar o valor energético e os nutrientes do produto alimentar, permitindo verificar o seu principal impacto na saúde. É importante que a leitura da declaração nutricional do produto seja complementada com a informação presente na lista de ingredientes e contextualizado na alimentação geral do indivíduo.


A data limite de consumo e data de durabilidade, embora não seja um indicador imediato de sustentabilidade do alimento, quando não é analisada adequada e atentamente, pode conduzir a desperdício alimentar por ultrapassar a data prevista para o consumo, contribuindo para os resíduos urbanos gerados. É importante ter em conta a menção de validade do produto.
Produtos com a menção consumir até, significa que a data exposta corresponde à data limite de consumo seguro, caso sejam cumpridas as indicações de armazenamento presentes no rótulo. Produtos com a menção consumir de preferência antes de significa que a data exposta corresponde à data de durabilidade mínima de consumo para garantir a qualidade ideal do produto, podendo os alimentos ser consumidos após essa data, caso mantenham a sua integridade organoléptica (odor, cor, textura,…)
Assim, podemos concluir que o rótulo é uma ferramenta crucial no que toca à saúde pública e ao ambiente. Através das informações presentes nos rótulos podemos fazer escolhas alimentares mais sustentáveis.

Adaptado de: RIBEIRO, JOANA e outros, (2019) Sustentabilizar o futuro através da alimentação, Projeto de Educação para a sustentabilidade alimentar, Associação Portuguesa de Nutrição, Santillana, Porto
                                                                                                                           Alunos do 11º B, turno 2
Professora de Biologia e Geologia

05/06/2020

governo aprova 400 milhões de euros para universalização da Escola Digital

       O Governo vai lançar um programa para assegurar a universalização do acesso e utilização de recursos educativos digitais, um investimento no valor de 400 milhões de euros, anunciou hoje o primeiro-ministro.

      
      "Esta crise demonstrou bem como é essencial combater as desigualdades, designadamente aquelas do ensino à distância", afirmou António Costa em conferência de imprensa no final da reunião do Conselho de Ministros, sublinhando a necessidade de assegurar o acesso ao ensino digital em suporte digital.
       O programa que foi hoje aprovado pelo Conselho de Ministros faz parte do Programa de Estabilização Económica e Social, que vai enquadrar o futuro Orçamento Suplementar.
      De acordo com o documento apresentado durante a intervenção do primeiro-ministro, está prevista a aquisição de computadores, conetividade e licenças de 'software' para todas as escolas públicas, "dando prioridade aos alunos abrangidos por apoios no âmbito da ação social escolar".
      O Governo vai também apoiar a produção de novos recursos didáticos e educativos, no sentido de incrementar a desmaterialização de manuais escolares.
      Nesta primeira fase do programa de universalização da Escola Digital, vai também ser desenvolvido um programa de capacitação digital dos docentes. @Sapo

04/06/2020

o teatro (ainda) online

Algumas sugestões de teatro e dança para ver sem sair do sofá.
foto de Maria Leonor Nunes

     O ator António Fonseca irá dizer Os Lusíadas a 10 de junho, Dia de Camões, da Língua e das Comunidades Portuguesas, com transmissão online, no Facebook e no canal YouTube do Teatro nacional D. Maria II (TNDMII). A leitura integral e sem interrupções dos dez cantos da epopeia de Luís Vaz de Camões tem início às 10h da manhã e prolonga-se até às 19h, numa maratona de nove horas em direto nas redes sociais do teatro.

     “Verso por verso, estrofe por estrofe, episódio por episódio, canto por canto. Foi-se-me revelando uma grande história de vida, uma grande história da condição de ser humano, uma metáfora enorme da nossa condição de seres históricos, em qualquer sítio, em qualquer contexto cultural, em qualquer tempo”, diz numa nota o ator, que começou a trabalhar sobre Os Lusíadas em 2008, que chegou a decorar por inteiro, num projeto que apresentou em vários palcos em Portugal e no Brasil. Volta agora ao poema camoniano, a convite do TNDMII e depois da apresentação em direto ficará disponível no D. Maria II em Casa, onde já estão acessíveis mais de duas dezenas de antigos espetáculos, de diferentes criadores e autores, que passaram pelas salas do Nacional, nos últimos anos.
     A programação online do D. Maria, que só reabrirá ao público em setembro, irá decorrer até ao fim de junho, encerrando a 28, com a divulgação da programação da próxima temporada, depois de, a 27, ‘subir à cena’ digital Romeu e Julieta, de Shakespeare, numa encenação de John Romão, um dos últimos espetáculos que esteve em cena no teatro.
     Todas as sextas-feiras e sábados vão estrear, às 21h, na Sala Digital, ao correr do mês, novos espetáculos: Beaumarchais, de Jorge Andrade, pela Mala Voadora, já a 5; Parlamento Elefante, de Eduardo Molina, João Pedro Leal e Marco Mendonça, a 6; Sweet Home Europa, encenado por João Pedro Mamede, a partir de Davide Carnevali, a 12; Tiranossauro Rex, com texto e encenação de Alex Cassal, a 13; Terreno Selvagem, de Miguel Castro Caldas, Pedro Gil e Raquel Castro, a 19; A Divina Comédia – Inferno, de Dante pelo Bando, encenado por João Brites, a 20; e E Todas as Crianças são Loucas, uma criação de João Cachola, inspirada em Coração das Trevas, de Joseph Conrad, e Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola, a 26.
     Aos sábados e domingos, às 11h, continua a programação dedicada aos mais novos, com atores a lerem diferentes histórias. E, às terças-feiras, às 17h, há Clube dos Poetas Vivos, no Instagram, o encontro de Teresa Coutinho com a palavra de vários poetas, com diferentes atores a lerem poesia em direto, numa parceria do TNDMII com a Casa Fernando Pessoa. Neste mês, abordar-se-ão nas sessões os temas Poesia Experimental Portuguesa, Letrista é Poeta: de Buarque a Dylan e Poesia Erótica e Satírica.
S. João online até agosto

     No Porto, o Teatro Nacional S. João (TNSJ) já reabriu as suas portas, depois dos meses de confinamento pela emergência sanitária, mas o teatro só entrará em cena em agosto. E logo a 6, com a estreia, no Teatro Carlos Alberto (Teca), de O Burguês Fidalgo, uma criação do grupo Palmilha Dentada, a partir de Molière, com encenação de Ricardo Alves, que irá ficar em cartaz até 23 desse mês. E a 20 de agosto será a vez de Castro, de António Ferreira, encenada por Nuno Cardoso, diretor do TNSJ, chegar ao palco do S. João. O espetáculo, uma produção própria do TNSJ, que estreou no Teatro Aveirense antes da pandemia, e que foi apresentado online no Dia Mundial do Teatro, tendo tido ainda um ensaio aberto digital, irá permanecer em cena até 12 de setembro.
     O TNSJ antecipa dessa forma a nova temporada, tendo reprogramado para 2021 todas as criações e co-produções nacionais que estavam previstas para os meses em que esteve encerrado.
      Até agosto, prossegue a programação online do São João, com destaque para dois projetos digitais criados especialmente neste período em que foram envolvidos 12 atores, que têm feito parte do elenco das produções próprias nos últimos anos: Pedro Almendra, Jorge Mota, Paulo Freixinho, João Castro, Diana Sá, Pedro Frias, Paulo Calatré, Miguel Loureiro, Luís Araújo, Mafalda Lencastre, António Afonso Parra e Pedro Manana. Um “Glossário Intempestivo de Teatro”, um “compêndio de termos técnicos, conceitos, jargão”, a prática e a história teatral, um “dicionário performativo”, como se explica em nota, é uma dessas criações. A outra tem que ver com a leitura de Vou ao Teatro Ver o Mundo, do dramaturgo e ensaísta francês Jean-Pierre Sarrazac, editado em 2016, numa edição conjunta do TNSJ e da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com tradução de Alexandra Moreira da Silva e ilustrações de Abigail Ascenso.
Ainda online
     Entretanto, os Artistas Unidos, que irão retomar os espetáculos a 28 de agosto, no Teatro da Politécnica, já parcialmente reaberto, com Uma Solidão Demasiado Ruidosa, de Bohumil Hrabal, numa criação revisitada por António Simão, que a 16 e 17 de julho estará no palco do Teatro da Rainha, nas Caldas da Rainha, continua com algumas criações antigas no Facebook e no YouTube em Uma Peça de Cada Vez. Por tudo e por Nada, de Nathalie Sarraute, está agora acessível.
     A oferta online de teatro, dança e performance, é vasta e variada. De destacar, por exemplo, no âmbito da iniciativa RHI Think (www.rhi-think.com), do Arte Institute, ‘Tudo Quanto Vi – um poema coreográfico para Sophia’, de Fernando Duarte, da Dança em Diálogos, ainda disponível para visualização no site.
     E Sónia Baptista, a criadora e performer de quem a Culturgest disponibilizou online Direito à Tristeza, Hoje, integra as Consultations Poétiques do Theatre de la Ville, de Paris, dirigido pelo lusodescendente Emmanuel Demarcy-Mota, um “projeto revisto para este período de quarentena e confinamento”. As pessoas inscrevem-se e podem escolher fazer as suas consultas poéticas em várias línguas. E Sónia Baptista colabora com telefonemas, conversa e poemas na língua portuguesa. @Visao.Sapo

03/06/2020

sensibilização e informação sobre Sustentabilidade Alimentar


No seguimento da visualização de um documentário, SustainablEating,  produzido pela academia espanhola de Dietistas-nutricionistas em colaboração com a Confederação Internacional das Associações de Dietética, o Conselho geral de dietistas de Espanha a Fundação MAPFRE e à qual se aliou a Sociedade Portuguesa de Nutrição traduzindo o documentário, que o reconheceu como uma importante ferramenta de Educação em Sustentabilidade alimentar, os alunos do 11ºD e a professora de Biologia e Geologia elaboraram este documento deveras importante para a Comunidade Educativa.

Veja o teaser do documentário e leia, depois, a sensibilização.

De modo a melhorar o futuro do planeta, tornando-o mais verde e limpo a Organização das Nações Unidas lançou a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável até 2030.
Foram definidos 17 objetivos, que pretendem impulsionar e restituir um planeta mais saudável às gerações futuras.
Uma dieta sustentável tem baixo impacto ambiental e contribui para a segurança alimentar e nutricional da população, assim como para o seu estado de saúde, tanto no presente como no futuro (definição da FAO, 2015)).
FACTOS E NÚMEROS:
Em 2050 a população será superior a 9 biliões e, como tal, será necessário produzir mais 60% de alimentos;
A população mundial gasta o equivalente a 1,6 planetas. Caso a sociedade continue a registar este ritmo de consumo, até 2030 terá sido gasto o equivalente a 2 planetas Terra;
Cerca do 1/3 dos alimentos produzidos não é consumido, o que corresponde a 1,3 biliões de toneladas por ano;
São produzidas 263 milhões de toneladas de carne no mundo, sendo 20% desta carne desperdiçada;
Há 900 milhões de pessoas que passam fome em todo o mundo e 1,9 milhões sofrem de excesso de peso;
Mais de 3,5 milhões de portugueses (34%) consomem mais de 100gr de carne por dia e consomem menos produtos de origem vegetal;
São necessários 2000 a 5000 litros de água, para produzir alimentos consumidos diariamente, por pessoa, sendo as reservas de água doce esgotáveis e não chegando a 700 milhões de pessoas no mundo;
As perdas alimentares correspondem a gastos de recursos (água e energia,…) e o desperdício alimentar são responsáveis pela emissão de 8% de gases com efeito de estufa;
,
Alimentar o futuro, uma reflexão sobre sustentabilidade alimentar, Associação Portuguesa de Nutrição

 Pequenas coisas que posso realizar no dia-a-dia para diminuir as sobras e desperdícios alimentares tendo uma alimentação saudável e sustentável
·       Reaproveitar as sobras de outras refeições;
·       Reduzir o desperdício na preparação e confecção de alimentos;
·   Atentar à data de validade dos produtos e acondicionar na zona frontal do frigorífico os alimentos com a data de fim de validade mais próxima:
·       Realizar uma lista de compras e adquirir apenas os alimentos que se vão consumir;
·   Confecionar apenas as porções definidas para cada refeição, conforme o perfil e nº de utilizadores;
·       Descongelar apenas a quantidade necessária de alimentos, já que uma vez descongelados não devem voltar a ser congelados;
·   Utilizar utensílios adequados para preparar e servir refeições, por exemplo descascador, colheres doseadoras, …;
·    

    Cinco recomendações para uma alimentação mais saudável e sustentável;
Compra produtos locais sempre que possível;
Prefere alimentos frescos, locais e da época;
Tem uma alimentação mediterrânica;
Repensa, reduz, reutiliza e recicla;
Ajuda a promover uma alimentação saudável.
                                             ENVOLVE-TE
Se queres comer de forma mais sustentável, poderás começar agora mesmo, não é difícil. Come menos, COME MAIS PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL e menos carne e, se comeres produtos de origem vegetal, tenta que sejam da época. Desperdiça menos.
Suzan Tuinier, dietista-nutricionista

Alunos do 11º D
Professora de Biologia e Geologia

02/06/2020

COVID-19 | Dia 75 – Humildade

Há textos que merecem ser lidos. 


Esta nova fase deveria revelar que se aprendeu qualquer coisa, que se entendeu o quão frágil é a Humanidade e as suas “conquistas” quando um pequeno vírus fica descontrolado. Mas não é isso que me parece. A humildade é algo que nos ficaria tão bem ou melhor do que qualquer máscara usada como acessório de moda. 
Este será o último verbete desta espécie de diário que aqui* mantive durante cerca de dois meses e meio. Porque hoje termina o dever cívico do confinamento e entra-se na terceira fase de desconfinamento. Abrem-se ginásios, salas de espectáculo, centros comerciais, lojas do cidadão e estabelecimentos do pré-escolar (dos 3 aos 5 anos). Os restaurantes deixam de ter limites máximos de clientes. Os cafés já não os tinham em tantos casos. Mas bastava observar o quotidiano das ruas nos últimos dias para se perceber que o ambiente já tinha mudado por completo e que uma quantidade assinalável de pessoas já sentia que tinha ultrapassado o pior.
Nas televisões, surgem as esperadas reportagens sobre as normas de segurança desde os jardins de infância aos provadores de roupas. A economia pode renascer, por fim, para gáudio de todos aqueles que receavam que ainda ficássemos um país pouco desenvolvido. Já se anunciam lotações esgotadas em unidades turísticas para um Verão que se anuncia como melhor do que se poderia esperar. Parece que a Nação está salva e a ameaça foi derrotada.
Mas o que me está a provocar mais urticária do que seria confortável é o ar de algumas pessoas que surgem a falar como se tivessem combatido, olhos nos olhos, o vírus e vencido sem margem para dúvidas. Quando a maioria se limitou a fazer quase nada, que foi o que foi pedido a essa mesma maioria: que ficassem em casa e fizessem o mínimo. Mas parece que há uma mitologização em decurso acerca de uma espécie de heroísmo, nascida de não se ter feito quase nada durante dois meses; “vencemos o vírus” ou “conseguimos ganhar esta guerra” parecem ser pensamentos comuns. O que revela uma enorme falta de humildade.
Seria bom que se mantivesse um nível razoável de humildade porque nem o vírus e a doença foram mais do que contidos na sua propagação, nem a maioria fez grande coisa de notável. Isso fizeram os profissionais de saúde que tiveram de lidar directamente com a ameaça pandémica e algumas outras classes profissionais que tiveram de arriscar a sua saúde para manter funções económicas e sociais em funcionamento, sem poderem ficar em teletrabalho.
Esta nova fase deveria revelar que se aprendeu qualquer coisa, que se entendeu o quão frágil é a Humanidade e as suas “conquistas” quando um pequeno vírus fica descontrolado. Mas não é isso que me parece.
A humildade é algo que nos ficaria tão bem ou melhor do que qualquer máscara usada como acessório de moda. @ *Educare.pt

as crianças voltaram

Foi assim que aconteceu ...
As crianças do Jardim de Infância de Moutidos  voltaram com novas regras e a uma escola diferente.
Festejaram o Dia Mundial da Criança com alegria e com muita vontade de brincar…

As crianças querem  em cada  dia, sentir no seu coração AMOR E ALEGRIA.

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Fica aqui o seu arco-íris, porque merecem ser FELIZES e AMADOS.
cortesia de Isilda Amorim

01/06/2020

conhece as medidas da terceira fase de desconfinamento?

"DESCONFINAR NÃO É RELAXAR"
Conheça as medidas da terceira fase de desconfinamento. Mantém-se a situação de calamidade, que vigora desde 03 de maio, por mais 15 dias.
Na Área Metropolitana de Lisboa foi adiado o levantamento de algumas restrições previstas na terceira fase de desconfinamento e foram impostas regras especiais, sobretudo relacionadas com atividades que envolvem “grandes aglomerações de pessoas”.
Estas são as principais regras definidas para a terceira fase de levantamento das medidas de confinamento:
Regras gerais
- Deixa de se estabelecer o dever cívico de recolhimento.
- Passam a ser permitidos ajuntamentos até ao limite de 20 pessoas (na Área Metropolitana de Lisboa. permanece o limite de 10 pessoas)
Celebrações comunitárias
- Passa a ser permitida a realização de celebrações com aglomerações de 20 pessoas, devendo a Direção-Geral da Saúde determinar as orientações, nomeadamente a lotação das cerimónias religiosas, dos eventos de natureza familiar (incluindo casamentos e batizados, quer quanto às cerimónias civis ou religiosas, quer quanto a outros eventos comemorativos) e dos eventos de natureza corporativa realizados em espaços adequados para o efeito.
Trabalho
- Elimina-se a regra da obrigatoriedade do teletrabalho, exceto para os trabalhadores que apresentem um certificado médico que ateste que estão abrangidos pelo regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos, trabalhadores com grau de incapacidade igual ou superior a 60%, trabalhadores com filhos ou outros dependentes a cargo menores de 12 anos ou com deficiência ou doença crónica ou quando os espaços físicos e a organização do trabalho não permitam o cumprimento seguro das orientações da Direção-Geral da Saúde e da Autoridade para as Condições do Trabalho.
- O Governo sugere que se opte por “um desconfinamento parcial”, através de turnos diários ou turnos semanais, com equipas ‘em espelho’, “para poderem ser treinadas metodologias de trabalho” que terão de continuar a ser adotadas devido à pandemia.
Comércio, restauração e outras atividades económicas
- Lojas inseridas em centros comerciais e lojas com área superior a 400 m2 podem reabrir (excepto na Área Metropolitana de Lisboa).
- Mediante a aplicação de determinadas condições e o respeito pelas orientações definidas pela Direção-Geral da Saúde a generalidade das atividades pode retomar o funcionamento, entre as quais, casinos e serviços de tatuagem.
- Nos estabelecimentos de restauração e similares deixa de existir a limitação de a ocupação não exceder 50% da capacidade, caso sejam instaladas barreiras de separação “impermeáveis” entre clientes que se encontrem frente a frente e a distância entre as mesas seja de 1,5 metros.
(os restaurantes podem, contudo, optar por manter as normas da redução da lotação e o distanciamento de dois metros que está em vigor)
- As áreas de consumo de comidas e bebidas (’food-courts’) dos conjuntos comerciais podem reabrir (exceto na Área Metropolitana de Lisboa).
Serviços Públicos
- Mantém-se a prestação dos serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas.
- O atendimento presencial continua a ser feito por marcação.
- Reabrem as Lojas do Cidadão (exceto na Área Metropolitana de Lisboa).
- Nos atendimentos presenciais é obrigatório o uso de máscara.
Cultura
- Reabertura das salas de espetáculos, cinemas e auditórios.
(Todas as filas podem ser ocupadas, mas terá que existir um lugar de intervalo entre os espetadores, que serão obrigados a usar máscara)
- É permitida a realização de eventos culturais ao ar livre.
(O uso de máscara não será obrigatório, mas terão que existir lugares assinalados)
Desporto
- Reabertura de ginásios e academias.
(Entre as medidas que terão de ser implementadas, além dos cuidados de higiene e desinfeção comuns a outras atividades, a Direção-Geral da Saúde propõe um distanciamento de três metros entre utilizadores, sugere a marcação das aulas e treinos, impõe que apenas possam ser usados os cacifos e sanitários e que todos os funcionários e clientes usem máscara, com exceção aos períodos em que estão a dar aulas ou a treinar, respetivamente)
- Reabertura de piscinas cobertas e descobertas.
- Reabertura de infraestruturas para a prática de modalidades desportivas individuais e sem contacto físico.
- É permita a prática desportiva ao “universo federado”.
Época balnear
- Reabertura em 06 de julho.
Durante a época balnear deste ano os utentes das praias devem assegurar um distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos.
Os cidadãos devem cumprir as medidas de etiqueta respiratória e proceder à limpeza frequente das mãos, bem como “evitar o acesso a zonas identificadas com ocupação elevada ou plena”.
Para informar sobre estado de ocupação das praias, vai existir “sinalética tipo semáforo”, em que a cor verde indica ocupação baixa (1/3), amarelo é ocupação elevada (2/3) e vermelho quer dizer ocupação plena (3/3).
A informação sobre o estado de ocupação das praias vai ser “atualizada de forma contínua, em tempo real”, designadamente na aplicação InfoPraia e na página da internet da APA.
Educação
- Reabertura do ensino pré-escolar (a partir de 01 de junho).
- Reabertura das Atividades de Tempos Livres (ATL’s) não integrados em estabelecimentos escolares (a partir de 15 de junho).
- Reabertura das atividades de apoio à família e de ocupação de tempos livres (no final do ano letivo, marcado para 26 de junho). @ DN