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12/03/2020

Cuidem-se. É o dever de cada um.

 O CRESCER partilha uma crónica de Bárbara Wong, pelo sentido pertinente e atual das suas palavras.  
      

Meninos, isto não são umas férias 

     “Medidas de contenção” não incluem combinar uma saída com os amigos, uma ida à praia, ao cinema ou a um concerto. de Bárbara Wong



       Segunda-feira à noite: a Universidade de Lisboa envia um comunicado à comunidade escolar, informando que as aulas presenciais estão suspensas. Terça-feira à noite: o jardim do Arco do Cego, perto do Instituto Superior Técnico, está cheio dos habituais convivas que partilham cervejas e gargalhadas. Quarta-feira de manhã: as praias da linha de Cascais estão cheias de jovens, muitos estudantes universitários, das diversas escolas pertencentes à Universidade de Lisboa, já que as outras instituições da capital (ISCTE e Nova) ainda não se decidiram pelo cancelamento das aulas.
      Meninos — embora adultos têm de ser assim tratados dado o nível de irresponsabilidade —, a suspensão das aulas presenciais não é sinónimo de férias, mas de contenção, de cuidado. Afinal, o coronavírus não anda apenas pelos corredores da faculdade ou dentro da sala daquele professor mais palavroso, pode apanhar-se em qualquer sítio. Por isso, também não vale tentar combinar fazer os trabalhos de grupo na esplanada, por alguma razão a biblioteca da escola foi encerrada. O problema é que este é um vírus diferente porque, durante o seu período de incubação, ou seja, quase duas semanas sem sintomas, podemos transmiti-lo a outras pessoas.
      E se não querem levar um raspanete, ao menos, leiam as parangonas, vejam as imagens que chegam de Itália. Também muitos italianos decidiram que a covid-19 era uma óptima oportunidade para ir às compras, passear, pôr as conversas em dia e agora é ver as cidades completamente vazias, com gente confinada às suas casas, sem poder sair, com medo do vírus contagioso. É disso que se trata, de um vírus contagioso. Segundo o professor Manuel Carmo Gomes: “A teoria matemática da epidemiologia de doenças transmissíveis prevê que um vírus com as características daquele que provoca covid-19 tem potencial para infectar pelo menos 80% da população mundial (!). A velocidade com que o fará depende de nós e das medidas de contenção que adoptarmos.”
      Portanto, “medidas de contenção” não incluem combinar uma saída com os amigos, uma ida à praia, ao cinema ou a um concerto — aliás, a maior parte das salas de teatro e museus estão fechados e os concertos estão a ser adiados. E não é para vos aborrecer, é mesmo porque é necessário. O “distanciamento social” de que fala o Governo não é porque, de repente, ficamos pudicos ou moralistas, mas porque se transmite nos beijos e “dá cá mais cinco” — daí a importância de lavar as mãos, por exemplo. Isto é uma pandemia, não é uma brincadeira.
      E o mesmo se recomenda às mães que, nos grupos de WhatsApp ou de Facebook, estão a combinar saídas com os filhos. Não é porque os grupos de risco são sobretudo os da faixa etária dos avós, que os filhos (ou as próprias) estão imunes ao vírus. As crianças, com menos de dez anos, “têm o mesmo risco de serem infectadas do que o resto da população e a razão por que não se têm observado surtos nas escolas deve-se apenas a que as crianças tendem a ter sintomas suaves”, diz Manuel Carmo Gomes no mesmo artigo. E ainda não se sabe até que ponto os mais novos são transmissores do vírus, entre eles e deles para os familiares. @ PÚBLICO opinião

(As palavras em negrito são da responsabilidade do CRESCER.)

"Alarme social" justifica fecho das escolas, defendem diretores

   
    Ninguém questiona a validade científica da posição do Conselho Nacional de Saúde Pública (CNSP), que na quarta-feira afastou um cenário de encerramento generalizado dos estabelecimentos de ensino por causa do surto de covid-19. No entanto, o “alarme social” que a doença está a provocar nas comunidades educativas justifica o fecho das escolas, defendem os presidentes das duas associações de directores.
      “Neste momento há dois tipos de pandemia”, ilustra o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira: “Há uma que é vírica e outra que é provocada pelo medo”. O cenário nas escolas é de “grande angústia e ansiedade” entre professores, pais e funcionários, confirma Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep). Os próprios alunos “já não rendem como é normal em função de toda esta situação”.
   A ANDE tinha sugerido, no início desta semana, que as férias de Páscoa fossem antecipadas em duas semanas, reorganizando o calendário escolar de modo a permitir o encerramento imediato das escolas. A medida tinha, por exemplo, o apoio da Confederação Nacional das Associações de Pais.
      Por isso, a posição do CNSP, que defende que o encerramento de escolas só se justifica se houver uma indicação expressa nesse sentido por parte das autoridades de saúde, cai “como um balde de água fria” nas escolas. “Ao longo do dia toda a gente esperava que as escolas fossem encerradas”, conta Lima.
     Manuel Pereira, que preside à ANDE, continua a acreditar que essa é a melhor solução para responder ao problema que as escolas enfrentam, neste momento, por causa do novo coronavírus. Para a defender, partilha uma mensagem recebida de um colega director de uma escola italiana, país a braços com o maior foco de doença em território europeu: “Em Itália, o Governo cometeu o mesmo erro que o Governo português está a cometer: ganhar tempo para ver a evolução dos eventos. Mas é preciso actuar de imediato e tomar medidas drásticas”.
    “Situações excepcionais exigem medidas excepcionais”, acrescenta Pereira. Nenhum dos presidentes das associações de directores de escolas públicas põe em causa que a decisão do CNSP faça sentido “do ponto de vista da saúde pública”, mas consideram que o Governo deve, no Conselho de Ministros de hoje, reavaliar a situação. O “alarme social” que a doença está a provocar junto das famílias, dos estudantes e também de professores e funcionários justifica o encerramento de escolas, entende Filinto Lima, dirigente da Andaep. @ PÚBLICO    

surto de COVID-19 é uma pandemia

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto de COVID-19 como pandemia, um anúncio que já era esperado há alguns dias. Isto significa que o vírus não conseguiu ser contido e que se espalhou por todo o Mundo.

Na segunda-feira (9 de março), a OMS tinha rejeitado elevar o Coronavírus a pandemia, mas hoje foi finalmente tomada a decisão de dar o anúncio: foram detetados casos de Covid-19 em, pelo menos 108 países, de todos os continentes. Este é um dos critérios para que um surto atinja este nível.
O aumento dos casos em Itália, no Irão e na Coreia do Sul tinham sido considerados «preocupantes» por Tedros Adhanom Ghebreyesus, director-geral da OMS, na passada segunda-feira, mas manteve-se o alerta da emergência mundial, embora o mesmo tivesse assumido que havia um «potencial pandémico».
A última vez que tinha sido declarada uma pandemia foi em 2009, durante o surto de gripe A. O termo é aplicado quando a OMS verifica que um vírus não consegue ser contido (aparece em vários pontos do mundo, ao mesmo tempo) e é transmitido de pessoa para pessoa de forma eficaz e continuada. (daqui)

11/03/2020

IV Feira de troca de livros e filmes

É sempre um sucesso esta feira promovida pelo grupo de Português da escola e dinamizada pela professora Helena Borges. A ideia é simples: deixe um livro e troque por outro. Ou deixe um filme e troque por outro filme.
É fantástico! Não há moedas, nem notas. Só troca por troca.
Aqui fica um registo fotográfico feito pela nossa repórter Luana Rodrigues.







10/03/2020

PLANO DE CONTINGÊNCIA - versão atualizada



AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUAS SANTAS


Escola Básica e Secundária de Águas Santas
         Plano de Contingência/Versão Atualizada 
Prevenção e Controlo de Infeção por Novo Corona Vírus

1. Enquadramento

Os coronavírus são um grupo de vírus que podem causar infeções, do qual faz parte o COVID-19. Normalmente estas infeções estão associadas ao sistema respiratório, podendo ser semelhantes a uma gripe comum ou evoluir para uma doença mais grave, como pneumonia.

Transmissão da Infeção

Considera-se que o COVID-19 pode transmitir-se:
Por gotículas respiratórias (partículas superiores a 5 micra); Pelo contacto direto com secreções infeciosas;
Por aerossóis em procedimentos terapêuticos que os produzem (inferiores a 1 mícron).

A transmissão de pessoa para pessoa foi confirmada e julga-se que esta ocorre durante uma exposição próxima a pessoa com COVID-19, através da disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, as quais podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas e ainda através do contacto das mãos com uma superfície ou objeto com o novo coronavírus e, em seguida, o contacto com as mucosas oral, nasal ou ocular (boca, nariz ou olhos).

Período de Incubação

O período de incubação (até ao aparecimento de sintomas) situa-se entre 2 a 12 dias, segundo as últimas informações publicadas pelas Autoridades de Saúde. Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contactos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado.
As medidas preventivas no âmbito do COVID-19 têm em conta as vias de transmissão direta (via aérea e por contacto) e as vias de transmissão indireta (superfícies/objetos contaminados).

Principais Sintomas

Os sintomas são semelhantes a uma gripe, como por exemplo:
•  febre
•  tosse
•  falta de ar (dificuldade respiratória)
•  cansaço

2.    Plano de Contingência

Na atual situação relacionada com o COVID-19, as Autoridades de Saúde Nacionais determinam, a todos os serviços ou estabelecimentos, a elaboração de planos de contingência que minimizem o risco de contágio e permitam o bom funcionamento das atividades essenciais.

Assim, este plano centra-se nas questões operacionais a acautelar, de forma a proteger a saúde dos alunos, docentes, trabalhadores não docentes e visitantes, assegurando a continuidade da atividade.

Identificação dos efeitos
Tratando-se de um agrupamento de escolas com uma população escolar superior a três mil alunos e com um número de pessoal docente e não docente superior a trezentos trabalhadores, prevemos que a ausência ao trabalho/às aulas de um número significativo de alunos/trabalhadores poderá perturbar/impedir o normal funcionamento dos diversos setores dos estabelecimentos de ensino que compõem o Agrupamento de Escolas de Águas Santas.
Assim, se tal se justificar, será equacionada a necessidade de:
-reduzir ou suspender o período de atendimento ao público,
-suspender eventos ou iniciativas públicas,
-suspender atividades de formação presencial,
-suspender o funcionamento de bares, cantinas, refeitórios e outros espaços comuns. 

Preparação para fazer face a um possível caso de infeção  por COVID 19 Coordenação e Planeamento

Coordenador e Equipa de Apoio
Coordenador -Diretor Manuel Carneiro Ferreira e em sua substituição, em caso de impedimento, a Subdiretora Maria Manuela Barbosa


Escola/Estabelecimento

Equipa de Apoio (docente)

Equipa de Apoio (não docente)
Escola Básica e Secundária de Águas Santas
Carlos Cardoso
Rosa Manuela Martins
EB1/JI de Moutidos
Maria José Ribeiro
Armanda Amorim
EB1 Gandra
Ana Rodrigues
Júlia Pinheiro
EB1 Corim
Alice Pinto
Olinda Brazão
EB1 Pícua
Gabriela Campos
António Gonçalves

Medidas já tomadas:

.Criação (com a colaboração dos alunos do Curso Profissional de Auxiliar de Saúde) de placards informativos com toda a informação disponível e atualizada;

.Divulgação de informação através do jornal Crescer e do blogue He &She;

.Criação de áreas de “isolamento” (uma por estabelecimento) para fazer face a um possível caso de infeção, tendo em consideração as orientações da DGS. O encaminhamento de um aluno ou trabalhador para a área de “isolamento” visa impedir que outros possam ser expostos e infetados e tem como principal objetivo evitar a propagação da doença, pelo que o percurso escolhido até lá chegar deve evitar os espaços com maior concentração de pessoas;

.Aferição de procedimentos com as coordenadoras de estabelecimento;

.(In) formação de trabalhadores relativos aos procedimentos a adotar em relação à higiene e limpeza;

.Divulgação do presente plano junto de toda a comunidade educativa;

.Divulgação da definição de caso suspeito, conforme orientações da DGS.

 .Caso Suspeito

 De acordo com a DGS, define-se como caso suspeito quem apresente como critérios clínicos infeção respiratória aguda (febre ou tosse ou dificuldade respiratória), associados a critérios epidemiológicos.



 Procedimentos a adotar em caso suspeito

Quem apresente critérios compatíveis com a definição de caso suspeito ou com sinais e sintomas de COVID-19, deve informar a direção da escola, preferencialmente por via telefónica.

Caso se encontre na escola, deve ser encaminhado para a área de “isolamento”, já referida neste plano de contingência. Os alunos serão acompanhados por um adulto (assistente operacional ou docente).
Já na área de “isolamento” deve ser contactada a linha SNS 24 (808 24 24 24).

Quem acompanhe o aluno, docente ou trabalhador não docente, deve cumprir as precauções básicas de controlo de infeção, quanto à higiene das mãos.

Após avaliação, o SNS 24:
·    define os procedimentos adequados à situação clínica se não se tratar de caso suspeito de COVID-19;
·     contacta a Linha de Apoio ao Médico (LAM), da DGS, para validação da suspeição, se se tratar de caso suspeito de COVID-19

Desta validação o resultado poderá ser:
1.    Caso Suspeito Não Validado: este fica encerrado para COVID-19. O SNS24 define os procedimentos habituais e adequados à situação clínica do aluno, docente ou trabalhador não docente.
2.    Caso Suspeito Validado: a DGS ativa o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) e Autoridade de Saúde Regional, iniciando-se a investigação epidemiológica e a gestão de contactos.

O Diretor do agrupamento informa de imediato o delegado regional de educação da respetiva área de circunscrição sobre a existência do caso suspeito validado.
Contacto ACES Maia/Valongo
Av. Visconde Barreiros 4470-151 Maia Maria Helena Reis Marques Teixeira
T- 229490584

Na situação de caso confirmado:

A escola deve:
-  Providenciar a limpeza e desinfeção (descontaminação) da área de “isolamento”;
-  Reforçar a limpeza e desinfeção, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo doente confirmado, com maior probabilidade de estarem contaminadas;
-  Dar especial atenção à limpeza e desinfeção do local onde se encontrava o doente confirmado (incluindo materiais e equipamentos utilizados por este);
-   Armazenar os resíduos do caso confirmado em saco de plástico (com espessura de 50 ou 70 mícron) que, após ser fechado (ex. com abraçadeira), deve ser segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

Procedimentos de vigilância de contactos próximos

Considera-se “contacto próximo” quem não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto próximo com um caso confirmado de COVID-19.
O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

 1.  “Alto risco de exposição”:
-  Quem partilhou os mesmos espaços (sala, gabinete, secção, zona até 2 metros) do caso;
-  Quem esteve face-a-face com o caso confirmado ou em espaço fechado com o mesmo;
-  Quem partilhou com o caso confirmado loiça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos que possam estar contaminados com expetoração, sangue, gotículas respiratórias.

 2.  “Baixo risco de exposição” (casual), é definido como:

-  Quem teve contacto esporádico (momentâneo) com o caso confirmado (ex. em movimento/circulação durante o qual houve exposição a gotículas/secreções respiratórias através de conversa face-a-face superior a 15 minutos, tosse ou espirro);
-  Quem prestou assistência ao caso confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada de meios de contenção respiratória; etiqueta respiratória; higiene das mãos).
Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contactos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado.  

Divulgação de medidas de prevenção diária

• Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, esfregando-as bem durante pelo menos 20 segundos;

• Reforçar a lavagem das mãos antes e após as refeições, após o uso da casa de banho e sempre que as mãos estejam sujas;
•  Usar lenços de papel (de utilização única) para se assoar;
•  Deitar os lenços usados num caixote do lixo e lavar as mãos de seguida;
•  Tossir ou espirrar para o braço com o cotovelo fletido, e não para as mãos;
.  Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos sujas ou contaminadas com secreções respiratórias;

Procedimentos preventivos
Regresso de deslocações ao estrangeiro
Os docentes, alunos e demais acompanhantes que tenham regressado ou que tenham estado em contacto próximo e direto com quem tenha regressado de país ou zona de risco para a infeção pelo COVID-19, identificados pela DGS, devem, nos 14 dias subsequentes, monitorizar o seu estado de saúde, medindo a temperatura corporal duas vezes ao dia, registando os valores e estar atentos a tosse ou a dificuldades respiratórias. Devem ainda evitar cumprimentos sociais com contacto físico.

Quaisquer alterações ao estado de saúde devem ser comunicadas de imediato à linha SNS 24 (808 24 24 24) que analisará o risco em concreto e dará as devidas recomendações/orientações.


Águas Santas, 10 de março de 2020

         O Diretor,
Manuel Carneiro Ferreira

concurso literário: "Escrever é a minha onda"








A Biblioteca está a promover um novo concurso literário. Aprecie o regulamento, aqui ou no Biblio@esc@s, e concorra.
                                               Escrever é a minha onda 

2019/2020
REGULAMENTO

Objetivos

A atividade Escrever é a minha onda pretende promover a criatividade e desenvolver as competências de escrita nos alunos do Agrupamento.

Destinatários

Esta atividade é dirigida a alunos do 4.º ano, 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário, inserindo-se no Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar.

Modalidades

São consideradas apenas as modalidades de texto narrativo e texto poético.

Temática

A minha escola

Características formais do trabalho

O trabalho é individual, tendo no máximo duas páginas A4, com o tipo de letra Arial, o tamanho 12 e espaçamento 1,5.

Apresentação da atividade

O trabalho deve ser assinado com um pseudónimo e apresentado dentro de um envelope fechado. Nesse envelope deve ainda ser colocada uma folha onde se indique nome do aluno e pseudónimo, turma, ano e escola a que pertence.
O trabalho deve ser entregue na Biblioteca Escolar até ao dia 27 de abr.

Critérios de apreciação e seleção final

A seleção a realizar pelo júri adotará os seguintes critérios:
a)  obediência às características do género textual;
b)  criatividade;
c)  correção da expressão linguística;
d)  coerência e coesão textuais;
e)  obediência ao tema proposto.


Júri

O Júri será constituído pelos seguintes elementos:
-  Professoras Bibliotecárias do Agrupamento
-  Um docente do grupo 300.

Divulgação dos resultados

Os resultados do concurso serão divulgados no Facebook e no blogue da Biblioteca. Os trabalhos premiados serão publicados no blogue da Biblioteca.

Disposições finais

Não será admitido recurso da decisão do júri.
Os casos omissos neste Regulamento serão solucionados pelo júri.
Aos    melhores    trabalhos    serão    entregues    prémios    em    cerimónia    a marcar posteriormente.

09/03/2020

comemoração do Dia da Mulher em Águas Santas





Bom dia, MULHERES da Escola Secundária de Águas Santas.

As mulheres tornam a vida menos sombria, com a luz da sua graça...
As mulheres iluminam o caminho no caos e na adversidade...
As mulheres crescem depressa, criam raízes e constroem impérios.
As mulheres são mensageiras da vida, do amor e da verdade...

As mulheres são colo, abrigo, fortaleza, inspiração, deslumbramento, paixão...
São portos desconhecidos, caixinhas de segredos, vendavais descontrolados,  frutos da indignação...
São a obra mais complexa do criador, ávida de ser contemplada, mas também dedicada a qualquer causa menos afortunada...

A todas as mulheres, qualquer que seja o atributo ou a identidade,
Feliz dia da MULHER!                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Clube de Francês

Dia Internacional da Mulher

   
      O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente a 8 de março.
      História do Dia da Mulher
      A data surgiu pela primeira vez a 19 de março de 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
     Desde esse ano, o dia tem vindo a ser comemorado em vários países do mundo, de forma a reconhecer a importância e contributo da mulher na sociedade.
    Outro dos objetivos por detrás da origem do Dia Internacional da Mulher é recordar as conquistas das mulheres e a luta contra o preconceito, seja racial, sexual, político, cultural, linguístico ou económico.
     Em 1975, as Nações Unidas promoveram o Ano Internacional da Mulher e em 1977 proclamaram o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher.
    No Dia Internacional da Mulher é comum serem enviadas às mulheres mensagens de apreço e de homenagem, e fazerem-se pequenas surpresas, como o envio de flores e bombons.
      Origem do Dia Internacional da Mulher
      Há várias explicações para a origem do Dia Internacional da Mulher ser 8 de março.
     Uma delas é a própria luta das mulheres operárias por mais direitos e melhores condições de vida nas fábricas. Junte-se a  isso o movimento sufragista que reivindicava o direito ao voto.
     Há quem afirme que a data foi proposta por causa de um incêndio em 1857, numa fábrica em Nova York. No entanto, este acidente nunca existiu e o mais provável é que se fizesse referência a um sinistro ocorrido na mesma cidade em 1911.
     Na verdade, o 8 de março foi escolhido porque neste dia, em 1917, as mulheres russas protestaram, exigindo melhores condições de vida. A manifestação reuniu mais de 90 mil pessoas e a data  tornou-se oficial em 1917.
      Em 1977, a ONU reconheceu esta data como o Dia Internacional da Mulher.@ Calendarr

06/03/2020

exposição Rosa dos Ventos

Alunos do 7.º ano recriaram a rosa dos ventos usando conhecimento e imaginação. Parabéns a todos.

                                                                                                                                                                  @ Biblioteca

IV Feira de troca de livros e filmes

   

No âmbito da Semana das Línguas, que vai decorrer de 9 a 13 de março, vai ter lugar a IV Feira de Troca de livros e filmes. Não compramos, nem vendemos, mas precisamos de livros e filmes (novos ou usados) para o acervo inicial e agradecemos desde já a vossa contribuição. Devem ser entregues na biblioteca. Todos aqueles que oferecerem livros/filmes (e só esses) terão oportunidade de reservar livros que lhe interessem, patentes na feira, para posterior troca.
      
Ler é aprender sozinho num mundo cheio de gente.                                                 
                                                                                                                                                                         cortesia de Helena Borges

05/03/2020

Jornal da Tarde 89

                                                                                                                                                        cortesia de Ricardo Mazzei