Nova tecnologia promete detetar cancro do colo do útero mais cedo
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| FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR |
Uma equipa internacional de cientistas, incluindo o português Fernando Schmitt, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), desenvolveu um método que utiliza inteligência artificial (IA) e imagens 3D para detetar células cancerígenas com mais precisão. De acordo com o professor da FMUP, esta tecnologia permite classificar células como normais ou anormais de forma autónoma, tornando o diagnóstico mais rápido e objetivo. O estudo, publicado na revista Nature, promete revolucionar o teste de papanicolau, usado para rastrear o cancro do colo do útero.
O novo sistema faz uma análise automatizada das células, cria imagens 3D e utiliza algoritmos para identificar alterações com menor risco de erro humano. Isto poderá acelerar o início de tratamentos que salvam vidas.
A investigação envolveu também cientistas, hospitais e empresas do Japão, China e Estados Unidos, e espera-se que a tecnologia esteja disponível em vários países, ajudando a detetar precocemente lesões e a reduzir a mortalidade feminina pelo cancro do colo do útero.
O novo sistema faz uma análise automatizada das células, cria imagens 3D e utiliza algoritmos para identificar alterações com menor risco de erro humano. Isto poderá acelerar o início de tratamentos que salvam vidas.
A investigação envolveu também cientistas, hospitais e empresas do Japão, China e Estados Unidos, e espera-se que a tecnologia esteja disponível em vários países, ajudando a detetar precocemente lesões e a reduzir a mortalidade feminina pelo cancro do colo do útero.
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