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26/04/2021

há grandes vencedores dos Óscares 2021 mas quase ninguém viu os filmes

Dos filmes nomeados, apenas um se encontra em exibição nas salas nacionais. Entre segunda e quinta-feira, o "Nomadland – Sobreviver na América” vendeu apenas "quase dois mil bilhetes" na NOS Cinemas.
Este ano é atípico em tudo, incluindo para a mundialmente conhecida Cerimónia dos Óscares. Em primeiro lugar, porque foi adiada dois meses, tendo sido remarcada para este domingo, 25 de abril. E depois porque poucos foram aqueles que tiveram a possibilidade de assistir aos filmes que se encontram nomeados no cinema. Pelo menos em Portugal, foi assim.
Com as restrições que foram impostas pelo Governo para conter a propagação da Covid-19, as salas de cinema foram obrigadas a fechar a meados de janeiro, tendo assim permanecido até esta segunda-feira. Por essa razão, apenas um dos filmes nomeados para a estatueta dourada já estreou em solo nacional — “Nomadland – Sobreviver na América”. Como esclarece ao ECO António Paulo Santos, diretor da FEVIP (Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais), os “restantes filmes nomeados” só começam a estrear a partir desta semana.
Assim, os portugueses não tiveram, até ao momento, qualquer hipótese de ver nas salas de cinema os filmes “O Pai”, “Minari”, “Uma Miúda Com Potencial”, que estão ainda por estrear. O mesmo acontece com “Judas e o Messias Negro”, “Mank”, “O Som do Metal” e “Os 7 de Chicago”, que não têm data agendada para serem exibidos em Portugal.
É fácil concluir que não foram assim tantos os portugueses que conseguiram assistir aos filmes nomeados para os Óscares nas salas de cinemas. Nuno Aguiar, diretor da NOS Cinemas, revelou que o “Nomadland – Sobreviver na América” contou apenas com “quase dois mil bilhetes vendidos” entre segunda e quinta-feira nas salas, de acordo com a informação que tinha disponível no momento em que falou com o ECO. Já Ramón Biarnés, diretor executivo do Sul da Europa da UCI Cinemas e responsável pelo negócio da empresa em países como Portugal, refere que “ainda não existem números” que permitam fazer o balanço da assistência a este filme nas salas UCI.
Neste regresso ao cinema, os filmes “Nomadland, – Sobreviver na América” e “Mortal Kombat” têm sido, ainda assim os mais procurados pelos portugueses, de acordo com as fontes da NOS Cinemas, da UCI Cinemas e da FEVIP consultadas pelo ECO. São estes “os dois grandes títulos desta reabertura das salas de cinema”, havendo perspetivas “positivas” para a sua exibição, revela Nuno Aguiar, diretor da NOS Cinemas. António Paulo Santos, diretor da FEVIP, arrisca-se ainda a dizer que o filme “Raya e o Último Dragão” fecha este pódio, ainda que de forma “prematura”.
Regresso aos cinemas mais forte que no primeiro desconfinamento
Desde a reabertura, a afluência às salas de cinema nacionais tem sido positiva. Ramón Biarnés, responsável pelo negócio da UCI Cinemas em Portugal, refere que esta “adesão tem sido interessante”, registando-se nomeadamente “números melhores que à data do encerramento em janeiro”, ainda que “muito longe da frequência habitual pré-covid”.
Mas comparando com a anterior reabertura dos cinemas, que ocorreu a 2 de julho, depois de longos meses de encerramento por causa da primeira vaga da pandemia, o regresso das pessoas às salas está a ser agora “bem mais simpático”. Os “crescimentos” são “na ordem dos 200% ou 300% face ao último confinamento”, refere António Paulo Santos, diretor da FEVIP. @ Sapo

DGS lança "Carta da Criança nos cuidados de saúde primários"

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou a "Carta da Criança nos Cuidados de Saúde Primários" com 10 pontos a serem cumpridos pelos centros de saúde para melhorar as condições de atendimento e acolhimento das crianças.

Através do Programa Nacional de Prevenção da Violência do Ciclo de Vida e do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, a DGS associa-se, assim, ao Instituto de Apoio à Criança na promoção dos direitos das crianças, nos Cuidados de Saúde Primários, contando com o apoio da Câmara de Lisboa.
"Depois de anos percorridos em pediatrias dos hospitais proclamando os direitos das crianças nestes contextos, emergiu a vontade de sensibilizar profissionais, famílias e as próprias crianças sobre os seus direitos, no contexto dos cuidados de saúde primários, que têm sido a prioridade em detrimento de internamentos e tratamentos em meio hospitalar", refere a DGS num comunicado publicado no seu 'site'.
Segundo a autoridade de saúde, 2021 ficará marcado como o ano de lançamento desta carta que menciona vários direitos como as crianças e os pais, ou cuidadores, terem direito a receber informação adaptada à sua idade e compreensão.
Defende ainda que as crianças "têm direito a expressar a sua opinião" e que "devem ser atendidas, sempre que possível, por profissionais com formação em Pediatria ou Saúde Infantil".
"Nos cuidados de saúde primários, embora não exista uma permanência na unidade de saúde, a oferta de serviços deve ir para além da cura física, incluindo também bem-estar psicológico e religioso, tratando, a criança como um todo", refere a DGS, sublinhando ainda que a equipa de saúde deve ter a formação adequada para responder às necessidades psicológicas e emocionais das crianças e da família.
Outra recomendação passa por a criança ter direito a ter os pais ou seus substitutos junto dela durante os cuidados de saúde que lhe são prestados, mas a partir 16 anos devem poder escolher se querem ser acompanhadas ou se preferem estar sozinhas na prestação de cuidados.
A DGS salienta ainda que, independentemente da idade ou do nível de desenvolvimento, a proteção da privacidade da criança deve ser assegurada em todas as situações, nomeadamente na comunicação e na observação.
Por fim, salienta que "as crianças têm o direito a ser tratadas todas da mesma forma independentemente da sua raça, religião, idade, classe social, entre outras".
"Todas as crianças são iguais e merecem/devem ser tratadas com respeito, igualdade, sem discriminação alguma", cabendo a cada unidade de saúde garantir que isto acontece, para que "não existam crianças discriminadas por qualquer motivo e sobretudo que isso não coloque em causa o tratamento que lhes é prestado". @ Sapo 

olhar para o passado, “sem temores nem complexos”

A lição de Marcelo no 25 de abril

O Presidente da República recordou hoje no seu discurso do 25 de Abril o passado colonial de Portugal e pediu que se olhe para a História sem temores nem complexos, sem alimentar campanhas e combatendo intolerâncias.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Na sessão solene comemorativa do 47.º aniversário do 25 de Abril, na Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa recordou o passado colonial português e realçou que os militares de Abril "não vieram de outras galáxias nem de outras nações, nem surgiram num ápice naquela madrugada para fazerem História".

Esses militares "transportavam consigo já a sua história, as suas comissões em África, uma, duas, três, alguns quatro", e tiveram de optar ao serviço das Forças Armadas "entre cumprir ou questionar" e "entre aceitar ou a partir de certo instante romper", enfrentando "situações em que a linha que separa o viver do morrer é muito ténue", referiu.

O Presidente da República afirmou que "os heróis naquela madrugada do 25 de Abril" de 1974 "não eram, não tinham sido militares de alcatifa, tinham sido grandes militares no terreno".

E enquadrou o 25 de Abril como o "resultado de décadas e depois crucialmente grito de revolta de militares que tinham dado anos das suas vidas à pátria no campo de luta", antes de "suscitar o processo popular revolucionário que o seguiu e apoiou" e de se tornar "património nacional, em que o seu único soberano é o povo português".

"Eis por que razão é tão justo galardoar os militares de Abril, tendo merecido já uma homenagem muito especial aquele de entre eles que, depois de ter estado no terreno, veio a ser peça chave na mudança de regime e primeiro Presidente da República eleito na democracia portuguesa, e que sempre recusou o marechalato que merecia e merece, o Presidente António Ramalho Eanes", acrescentou. @ Sapo

25/04/2021

relembrar e refletir o 25 de de abril de 1974

47 anos depois da revolução dos cravos, que hoje nos permite usufruir da liberdade que temos, faz todo o sentido relembrar e refletir o 25 de de abril de 1974 e os seus ideais.

Foi isso que aconteceu no Centro Escolar da Gandra. Aqui fica a reportagem fotográfica que chegou ao nosso jornal.





cortesia de imagens de Ana Rodrigues, docente da escola

23/04/2021

os livros "voadores" no Dia Mundial do Livro

Neste Dia Mundial do Livro, assinalado a 23 de abril, aqui fica uma curta-metragem, vencedora do Óscar de Melhor Curta-metragem de Animação de 2012 e que traduz muito do que possamos sentir em relação aos livros e à literatura. "Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore" (The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore), dirigido e escrito por William Joyce e Brandon Oldenburg.

sorriam... é preciso!

 Estamos todos fartos de "estudos de especialistas", não? Bem a propósito.


Luís Afonso, Bartoon

os cheiros da natureza evitam doenças


Um estudo produzido por cientistas da escola de medicina Nippon, em Tóquio, revelou que os odores emitidos pela natureza têm o poder de aliviar o stress e curar doenças respiratórios e até mesmo o cancro. O estudo avaliou o efeito terapêutico que os aromas das árvores provocam nas pessoas e concluiu que eles contêm inúmeros benefícios para a saúde e mente humana.

De acordo com os especialistas, quando os cheiros da natureza começam a ser sentidos e a agir no organismo, já é possível considerar uma enorme melhoria no stress e na irritação. Dessa maneira, fazer uma caminhada numa zona verde pode estabilizar a tensão arterial e fortalecer a imunidade das pessoas. Quanto mais longo for o tempo que a pessoa passa em contacto com a natureza, melhores serão os resultados e os benefícios sentidos.

O cientista Qing Li criou, dentro da escola, o centro de pesquisa International Society of Nature and Forest Medicine, que visa aplicar a aromaterapia baseada no odor das florestas como tratamentos alternativos. De acordo com o cientista, um efeito similar ocorre quando simplesmente olhamos as florestas, mesmo que em fotografias, por exemplo. (adaptado daqui)

Aproveite o fim de semana. Caminhe ao ar livre. Beneficie do contacto com a natureza.

COVID-19: o que precisa saber sobre a fase 2 do plano de vacinação português


Depois de mais de 120 dias com escassez de vacinas, o plano de imunização da covid-19 passa à fase seguinte de “abundância” em que a rapidez e o agendamento da vacinação são os principais desafios.
Considerada como a principal “arma” para superar a pandemia, a vacinação contra o vírus SARS-CoV-2 tem enfrentado contratempos em Portugal e na Europa pela falta de vacinas, mas também pelas dúvidas de segurança dos fármacos da AstraZeneca e, mais recentemente, da Janssen (grupo Johnson & Johnson).
Depois de as autoridades europeias e nacionais terem garantido que os benefícios destas duas vacinas superam os riscos, apesar de identificada a relação com casos muito raros de coágulos sanguíneos em pessoas que as tomaram, o objetivo é agora a vacinação em massa dos portugueses.
Para isso, Portugal vai passar da fase 1, que se iniciou a 27 de dezembro de 2020 e que teve o grande objetivo de vacinar as pessoas mais vulneráveis e os serviços essenciais do Estado, para a fase 2, que tem a meta de administrar uma média de 100 mil doses por dia.
Para o cumprimento deste objetivo, o grande desafio da `task force´ que coordena no terreno este plano é o agendamento diário de cerca de 1% da população portuguesa e a consequente fluidez da vacinação.
Como está a decorrer a vacinação em Portugal
Mais de dois milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19, o que equivale a 20% da população portuguesa, enquanto cerca de 700 mil, que representam 7% dos portugueses, já têm a vacinação completa contra o vírus SARS-CoV-2.
Por grupos etários, 91% dos idosos com mais de 80 anos (617.566 pessoas) já estão vacinados com a primeira dose e 58% (394.186) já receberam as duas doses da vacina.
Na faixa etária entre os 65 e os 79 anos, 42% (669.263) também receberam a primeira toma do fármaco, uma percentagem que desce para apenas 4% (59.658) no que se refere às duas doses.
Do grupo de pessoas entre os 50 e os 64 anos, 16% (355.519) tomaram a primeira dose e 4% (84.810) têm a vacinação completa contra a covid-19, enquanto na faixa etária dos 25 a 49 anos 10% (345.865) já receberam a primeira toma e 4% (138.923) estão totalmente vacinados contra o novo coronavírus.
Desde o início da vacinação, Portugal recebeu quase três milhões de vacinas, tendo sido distribuídas pelos postos de vacinação do país mais de 2,6 milhões de doses.
Atualmente, o ‘stock’ destes fármacos no país é a reserva necessária para garantir as segundas doses mais imediatas.
Quem será vacinado na fase 2
A fase 2, que vai decorrer ao longo dos próximos meses, define duas estratégias distintas: a vacinação por idade decrescente até aos 16 anos, assim como das pessoas com 16 ou mais anos que tenham doenças com risco grave ou de morte por covid-19.
Entre as patologias incluídas nesta nova fase estão a diabetes, a obesidade grave, a doença oncológica ativa e as doenças mentais, assim como as pessoas transplantadas, com imunossupressão e doenças neurológicas graves (neuromusculares).
Grande parte das doenças associadas a maior risco de internamento e morte por covid-19 têm também um padrão etário – são tanto mais frequentes quanto maior for a idade -, como é o caso da diabetes tipo 2 e da hipertensão arterial.
Nesse sentido, uma vacinação por faixas etárias decrescentes permite também a vacinar as pessoas com grande parte das doenças identificadas inicialmente para a fase 2 do plano de vacinação.
As pessoas que recuperaram de infeção pelo vírus SARS-CoV-2 há pelo menos seis meses podem ser vacinadas, de acordo com o grupo prioritário ou a faixa etária a que pertencem, mas receberão apenas uma dose de vacina, tendo em conta que, por já terem tido a doença, têm uma imunidade natural considerada boa.
As pessoas com sintomas de covid-19, que estejam infetadas ou em isolamento profilático não devem ser vacinadas, nem se dirigir aos pontos de vacinação.
No ato da vacinação, o profissional de saúde tem a obrigação de esclarecer previamente sobre a vacina que vai ser administrada, explicando os benefícios da vacinação e as potenciais reações adversas.
Quais os locais de vacinação na fase 2
Nesta nova fase, a vacinação vai decorrer nos locais previamente existentes nos agrupamentos de centros de saúde, nos centros hospitalares e nas unidades prestadores de cuidados do sistema de saúde.
Mas o grande impulso da vacinação será dado através dos centros de vacinação covid-19 criados especificamente para este objetivo.
No total, serão 280 postos de vacinação rápida e de resposta reforçada que estão a ser criados em todo o país para se conseguir vacinar uma média de 100 mil pessoas por dia.
Para a fase 2, estarão disponíveis 119 postos de vacinação rápida e 161 postos de vacinação reforçada, o que está a ser feito pelo Ministério da Saúde em colaboração com as autarquias.
As vacinas são armazenadas e distribuídas de acordo com o plano logístico definido pela `task force´, que tem a seu cargo a implementação, no terreno, da campanha nacional de vacinação contra a covid-19.
A gestão desse plano compete à “sala de situação” do Ministério da Saúde, onde estão representados também os ministérios da Administração Interna e da Defesa, que ajusta a logística de acordo com os critérios definidos e com a disponibilização de vacinas a cada momento no país. @ Sapo

a testagem COVID-19 na escola continua hoje


Ontem, decorreu, com grande serenidade, a testagem aos docentes do ensino secundário, aos alunos do 10º ano e a alguns alunos do 11º ano da nossa escola. 

Hoje, essa testagem decorrerá, agora dirigida aos restantes alunos do 11º ano e aos alunos do 12º ano.

22/04/2021

a FCT NOVA destaca cinco projetos de investigação na proteção do ambiente


Para assinalar o do dia mundial da Terra, que se comemora hoje, dia 22 de abril, a NOVA School of Science and Technology / Faculdade de Ciências e Tecnologias (FCT) da Universidade NOVA reúne cinco projetos de investigação da faculdade que estão neste momento a participar no combate global pela proteção do meio ambiente.
Conheça-os:
Smart Fishing
O Smart Fishing é um projeto que consiste em acções em territórios costeiros que motivem o pescador local a participar nas decisões que afetam a sua profissão, através de uma literacia do oceano e do rio que demonstra a importância da sustentabilidade na pesca artesanal.
Geoparque Oeste
A riqueza geológica da Região Oeste de Portugal, da qual os dinossauros da Lourinhã são seu expoente máximo, levaram o departamento de Ciências da Terra da NOVA School of Science and Technology | FCT NOVA a propor a candidatura do Geoparque Oeste a património mundial da UNESCO.
(Des)construir para a Economia Circular
O projeto (Des)Construir para a Economia Circular, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), e com financiamento do mecanismo EEA Grants, pretende desenvolver uma estratégia para a reutilização dos materiais de construção, e para a reciclagem dos RCD, potenciando os princípios da economia circular.
INNOMED
O projeto INNOMED procura soluções inovadoras para a região mediterrânea através de áreas de estudo em Portugal, Espanha, Itália, Chipre e Moldávia, de modo a identificar riscos, problemas e medidas necessárias para uma melhor gestão dos recursos hídricos.
RiverSea
O projeto RiverSea estuda a distribuição de microplásticos, (MP) nos rios Lis e Mondego através de amostragem ao longo do ano. Em algumas estações, a quantidade estimada de MP pode atingir mais 2500 MP por m3 de água. Este tipo de análise permite criar um modelo de transporte de MP dos rios até ao mar e estimar o seu input para o oceano, o objectivo final do projeto é criar uma visão coletiva para delinear e implementar estratégias para mitigar este problema ambiental com os stakeholders da bacia hidrográfica. @ Sapo

sabe que pode contribuir para melhorar a vida de crianças com cancro sem gastar um tostão?

 Todos os anos, quando declara o seu IRS, pode apoiar, sem custos nenhuns para si, instituições do setor social, cultural, religioso, entre outras.


Ao declarar o seu IRS, escolha a organização que beneficiará de 0,5% do valor liquidado. Isto sem qualquer custo ou perda de benefício para si, pois o valor em causa é subtraído à receita que reverte para o Estado. 

É possível que ainda não tenha pensado nisso desta maneira, mas quando uma criança ou jovem têm cancro toda a família é afetada. Para poderem acompanhar os filhos, os pais recorrem a licenças, baixas ou ficam mesmo desempregados. A pandemia trouxe mais problemas de desemprego, lay off, a precariedade laboral aumentou. 

Até ao dia 30 de junho, ao submeter a sua Declaração de IRS, basta que indique a entidade a consignar no quadro 11 do modelo 3, colocando o NIF da instituição.

Fique a saber que está a contribuir para famílias que também não sabiam o que as esperava.

CNL: o Vasco Gonçalves foi apurado para a Fase Nacional

daqui


Realizou-se ontem a Prova Oral da fase Intermunicipal do CNL e o aluno Vasco Gonçalves da EB de Corim foi apurado para a Fase Nacional.


No âmbito da 14ª edição do Concurso Nacional de Leitura - CNL, a Biblioteca Municipal de Gaia realizou hoje, em formato online, a Prova Oral da Fase Intermunicipal.


O aluno Vasco Gonçalves, da Escola Básica de Corim, em representação do nosso Agrupamento e do Município da Maia,  participou na sessão e foi apurado para a Fase Nacional do concurso a realizar em Oeiras a 5 de junho de 2021.


Veja aqui uma parte da sua prova.

A equipa de BE

formação em eTwinning


Anteontem, dia 20 de abril, realizou-se a segunda sessão da formação em eTwinning dinamizada pela embaixadora do Norte, Dra Carla Mansilha.

De acordo com as orientações apresentadas, os formandos criaram uma lista de contactos, foram convidados a utilizar as várias ferramentas do eTwinning, como procurar projetos, eventos e parceiros, bem como divulgar iniciativas ou atividades da nossa escola. 

Este grupo pareceu entusiasmado em encetar projetos, no âmbito da utilização do eTwinning. Futuramente, teremos novos etwinners nesta plataforma.

Esta informação foi também publicada no blog euroaescas.blogspot.com.

cortesia de Lizete Pinheiro e Paula Pacheco Silva, docentes responsáveis pelo projeto

21/04/2021

testagem COVID-19 na escola continua com os alunos do secundário


A testagem aos professores do ensino secundário decorre amanhã, 5ªfeira, às 14h30m, tal como aqui anunciado, e também abrange os alunos do secundário. Assim:

5ª feira:

-15h30m as turmas do 10º ano (os alunos aguardam nas salas pela chamada).

-17h00m as seguintes turmas do 11º ano: A, B, C, D e E.

6ª feira:

- 14h30m - alunos das restantes turmas do 11º ano.

- 16h00m - alunos das turmas do 12º ano.

Os alunos de 11º e de 12º aguardam no refeitório pela chamada.

testagem COVID-19 na escola continua com os alunos do secundário


A testagem aos professores do ensino secundário decorre amanhã, 5ªfeira, às 14h30m, tal como aqui anunciado, e também abrange os alunos do secundário. Assim:

5ª feira:

-15h30m as turmas do 10º ano (os alunos aguardam nas salas pela chamada).

-17h00m as seguintes turmas do 11º ano: A, B, C, D e E.

6ª feira:

- 14h30m - alunos das restantes turmas do 11º ano.

- 16h00m - alunos das turmas do 12º ano.

Os alunos de 11º e de 12º aguardam no refeitório pela chamada.

haja decoro!


"É muito giro ver alguns comentadores televisivos, em estúdio, separados por divisórias, a criticar a vacinação de professores que entram em salas com 25 ou 28 alunos ali defronte, sem qualquer separação física, hora após hora. 
O decoro anda raro e parece que mais caro do que caviar do bom e quem consome de um parece não conseguir depois achar do outro." (texto com supressões, daqui)

testagem COVID-19 na escola: 3ª fase


Desta vez a testagem será dirigida apenas a docentes do ensino secundário e decorrerá na próxima 5ª feira, às 14:30.

A nossa equipa questionou-se se alguém conhecia a palavra "zaragatoa" antes da pandemia. Entre nós, apenas dois a conheciam. Hoje todos sabemos o que é.

Conhece verdadeiramente o seu significado? Aqui fica: 

za·ra·ga·to·a |ô|


nome feminino

1. [Medicina Objeto que consiste numa esponja ou numa porção de outro material absorvente na extremidade de uma hasteusado para aplicar medicamentos ou recolher amostras para análisegeralmente na zona da garganta e das fossas nasais.

2. [Por extensão]  Medicamento que se aplica com este objeto.

3. [Botânica Planta herbácea (Plantago afrada família das plantagináceas.

                                                                                                            in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa 

nova norma COVID-19 a implementar nas escolas

 Getty Images

Segundo “Determinação da Autoridade de Saúde Nacional”, a que a agência Lusa teve acesso, caso seja detetado um caso positivo numa turma deve ser determinada, “de imediato e preventivamente” pela autoridade de saúde local “a suspensão de atividades da turma, para salvaguarda da saúde pública”, enquanto se aguardam os resultados laboratoriais dos testes moleculares (PCR).
Mediante análise de risco realizada pela autoridade local, a estratégia de testagem deve ser tendencialmente aplicada a toda a escola, priorizando-se a sua execução nas turmas consideradas de maior risco”, sublinha o documento.
Perante a existência de outros casos confirmados, deve ser ponderado de imediato, o encerramento de mais turmas ou de toda a escola, adianta.
A autoridade de saúde local deve também determinar o isolamento profilático dos contactos com exposição de alto risco ao caso confirmado de infeção por SARS-CoV-2, bem como dos grupos populacionais em risco identificados aquando da investigação epidemiológica e da avaliação do risco efetuada.
Contactada pela Lusa, uma fonte da DGS explicou que "esta determinação foi emitida pela primeira vez em 4 de abril, na sequência da abertura letiva presencial em idades mais jovens, com o objetivo de reforçar a vigilância epidemiológica, a testagem e a identificação genómica de estirpes, atenuando o potencial impacto do desconfinamento destes grupos etários na epidemia".

No entanto, sublinhou que "é uma determinação provisória, que cessará os seus efeitos caso não se venha a verificar um impacto extraordinário na evolução da doença, resultante do regresso ao ensino presencial".

"Apesar de tudo, a determinação também prevê o faseamento das atividades propostas face à avaliação de risco pela autoridade de saúde territorialmente competente", refere a fonte da DGS numa resposta escrita.

 O documento refere que "urge reforçar as medidas de vigilância e intervenção, com especial atenção para a comunidade discente, infantil e adolescente, para além dos profissionais docentes e não docentes" perante a circulação de novas variantes e a deteção de surtos em meio escolar.

Perante a existência de casos confirmados e surtos em contexto escolar, as autoridades de saúde de âmbito regional e local, em articulação com a DGS, devem determinar "a implementação de medidas extraordinárias e excecionais de mitigação da transmissão" da doença em "estreita colaboração com a Direção dos Estabelecimentos de Ensino".

No caso de surgir um caso positivo, deve ser promovida a testagem massiva de toda a comunidade educativa desse estabelecimento num prazo máximo de 48 horas. (daqui

COVID-19: DGS atualiza norma relativa aos sintomas pediátricos

 Sintomas como cefaleia, vómitos e diarreia, que isoladamente não definem a COVID-19, passam a ser considerados sobretudo quando surgem em idade pediátrica, segundo uma normal hoje atualizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

TIAGO PETINGA/LUSA

Os três sintomas que agora passam a ser considerados para despiste de COVID-19, sobretudo quando surge em idade pediátrica, juntam-se aos que já eram tidos em conta como a febre, tosse, dificuldade respiratória e alterações do olfato e do paladar.
norma atualiza ainda os critérios para fim do isolamento, deixando de ser preciso o teste confirmativo caso o doente tenha cumprido os critérios de melhoria clínica e o tempo mínimo de dias de isolamento definido para cada caso.
A DGS define que as pessoas que recuperaram de covid-19 e que cumpriram os critérios de fim de isolamento não precisam de realizar novos testes nos 90 dias subsequentes ao fim do isolamento, à exceção de quem desenvolva novamente sintomas e seja considerado contacto de alto risco de um caso confirmado nos últimos 14 dias ou quem tenha o sistema imunitário comprometido.
No documento, a DGS lembra que a rápida evolução científica “impõe uma atualização permanente da abordagem clínica das pessoas com suspeita e infeção confirmada por SARS-CoV-2”.
É igualmente atualizada a terapêutica definida para os doentes internados, passando a ser considerada a administração de Remdesivir nos casos de pneumonia por SARS-CoV-2 e hipoxemia (défice de oxigénio no sangue arterial) confirmada.
Nos doentes internados com doença grave ou crítica, deve ser considerada a administração de Dexametasona (ou de Metilprednisolona, na sua ausência, sobretudo em idade pediátrica).
Em Portugal, morreram 16.945 pessoas dos 831.001 casos de infeção por SARS-CoV-2 confirmados, de acordo com o mais recente boletim da DGS. @ Sapo

20/04/2021

desporto: escalões de formação das modalidades de médio risco retomam treinos

Uma boa notícia para todos os amantes de desporto!

Os treinos dos escalões de formação das modalidades desportivas de médio risco voltam a ser permitidos, após 13 meses de paragem global, no início da terceira fase do plano de desconfinamento em Portugal. 

Depois do regresso da prática de desportos de baixo risco e da atividade física ao ar livre ou em ginásios e academias até quatro pessoas, em 05 de abril, o Conselho de Ministros decidiu prosseguir a estratégia de reabertura deste setor face à pandemia de covid-19.

No lote de novidades estão as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro.

Nessa altura tinha estagnado a retoma dos escalões jovens, ensaiada desde o segundo semestre de 2020, que passou agora a impor a realização obrigatória de um teste negativo ao novo coronavírus até 72 horas antes do início das atividades desportivas.

A expectativa é minimizar os danos da pandemia na formação, que, apesar de se ter reinventado à distância, reteve apenas 89.792 atletas dos quase 252.704 inscritos nas federações de andebol, basquetebol, futebol, hóquei em patins e voleibol em 2019/20.

O Governo também decidiu estender a atividade física ao ar livre até grupos de seis pessoas, mantendo os ginásios sem aulas de grupo em quase todos concelhos do território continental.

A exceção são quatro concelhos que recuam à primeira fase de desconfinamento e outros seis que vão continuar inseridos na segunda etapa durante a próxima quinzena. @ SAPO

ensino superior: a maioria das instituições mantém sistema misto




Mesmo que o modelo varie consoante as faculdades e os cursos, não se prevê, nesta segunda-feira, um regresso total e pleno do ensino superior ao ensino presencial. Em alguns cursos dos politécnicos, porém, com menos alunos por turma, como os técnicos superiores profissionais, o ensino será presencial, bem como os da saúde, com aulas práticas e laboratoriais e horários desfasados. 

Apesar de o regresso às aulas presenciais no ensino superior estar marcado para esta segunda-feira, a maioria destas instituições deverá manter o sistema misto, com aulas presenciais e outras à distância, dividindo os alunos por turnos. Mas também há instituições que vão privilegiar o ensino remoto até ao final do ano letivo e outras nas quais regressam ao ensino presencial, em primeiro lugar, as aulas práticas e, depois, as teóricas.

abriu novo centro de vacinação na Maia

 


Abriu esta segunda-feira, dia 19 de abril, o Centro Vacinação Covid Maia II, situado no Pavilhão Municipal de Gueifães II. Este novo centro tem capacidade para administrar 2400 doses por dia e já está operacional. 

O Centro de Vacinação Covid Maia II junta-se assim a um outro centro em Gemunde, nas instalações da Junta de Freguesia de Castêlo da Maia, que iniciou trabalhos a 21 de fevereiro. 

Com a abertura do novo centro, que contém 12 boxes de inoculação, a capacidade de vacinação contra a Covid-19 no concelho da Maia sobe para 3 200 por dia. 

O centro resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal da Maia e o ACES Maia/Valongo e está localizado na Rua Ponte do Vasco, junto à Piscina Municipal de Gueifães e à Escola EB 23 de Gueifães. @ NM

19/04/2021

o secundário regressa ao ensino presencial

 

320 mil alunos do ensino secundário regressam hoje às escolas. E é com grande alegria que todos se passarão a ver olhando-se nos olhos e não através de um ecrã.

Pode parecer que agora estamos muito mais seguros porque a grande maioria dos docentes e não docentes tomaram já a 1ª toma da vacina contra a Covid-19. Porém, temos de continuar a apostar em boas condutas, dentro e fora das escolas, para que o resto do ano letivo decorra de forma tranquila e profícua.

Por isso, cumpra as regras de segurança, para o seu bem e para o bem de todos.

Andebol: Portugal à espreita do Mundial 2021 feminino

D.R.-Facebook da FPA
(Andreia Costa, a segunda da esquerda para a direita)

A Seleção Nacional de Andebol Feminino perdeu 32-27 com a Alemanha, no play-off de acesso ao mundial 2021. Este resultado poderá ser revertido na 2ª mão, na próxima 3ª feira. 

Registe-se a presença nesta Seleção da nossa ex-aluna Andreia Costa.

cortesia (texto) de Serafim Borges, docente de E.F.

confinar a adolescência tem custos para a saúde mental dos jovens

Há mais de um ano a viver em plena pandemia de covid-19, os jovens passaram pelo menos seis meses em casa e o confinamento da adolescência tem custos para a saúde mental que, segundo especialistas, já estão a ser pagos.

Em março do ano passado, a pandemia obrigou os jovens a pôr em pausa a adolescência e a mensagem inicial de que ia ficar tudo bem, depressa foi sendo substituída pela incerteza de quando regressariam à normalidade.
Há neste momento já muita investigação que associa os períodos de confinamento a várias manifestações de mal-estar e mesmo de sofrimento psicológico, e esse mal-estar é tanto maior quanto maiores forem os períodos de confinamento”, explicou Margarida Gaspar de Matos, psicóloga especializada em jovens.
O sentimento de cansaço, saturação e vontade de voltar aos tempos pré-pandemia é comum à generalidade das pessoas, mas nestas idades acresce o defraudar de expectativas.
A própria noção de adolescência expressa em quase tudo o oposto da palavra “confinar”. Ser adolescente é poder crescer, expandir, sair, ir mais longe das quatro paredes da casa paterna, viver amizades e inimizades, sentir paixões, gerir sentimentos”, sublinhou, por outro lado, Pedro Strecht.
Muito disso foi suspenso pela pandemia. Felizmente, acrescenta o pedopsiquiatra, valeram a muitos jovens as redes sociais e os telemóveis, que frequentemente os adultos contrariavam.
Através desses meios, foi possível “manter vivas as amizades, a partilha de emoções e sentimentos, enfim, uma pequena noção de ‘vida’ entretanto suspensa durante demasiado tempo”.
Tempo esse ainda para mais sofrido na incerteza do seu fim, do medo de ser contaminado ou contaminar alguém”, relatou Pedro Strecht, recordando conversas com jovens que lhe transmitiam precisamente esses receios.
Em menos de um ano, os jovens passaram por dois períodos de cerca de três meses em confinamentos devido à pandemia da covid-19 e a experiência do primeiro, na opinião do especialista, não tornou o segundo mais fácil.
“Observei muito mais tensão, ansiedade, angústia, desmotivação escolar, alterações do humor reativas ao isolamento social”, explicou, admitindo que este período possa deixar marcas mais prolongadas.
Por outro lado, tudo isto acaba também por se refletir no desempenho escolar.
Já se está a refletir, provocando em muitos desinvestimento e desinteresse, noutros uma maior ansiedade e angústia de desempenho. Aliás, desde o primeiro confinamento que isso é visível”, referiu o pedopsiquiatra Pedro Strecht.
A partir de segunda-feira, os estudantes do ensino secundário e do superior regressam às aulas presenciais, conforme previsto no plano de desconfinamento do Governo, mas ainda estão longe de retomar a vida normal e a adolescência em pausa, que continuará limitada pela pandemia.
E como é que se gere essa dupla, a adolescência e a pandemia? Os pais dizem que é com “diálogo, muito diálogo”, as escolas dizem que é com muito apoio e os especialistas sublinham a importância de ouvir os jovens, sossegá-los e, apesar de tudo, afirmar a esperança. @ Sapo