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08/02/2024

saúde: como tratar dores nas costas? Pela primeira vez, há uma diretriz mundial que o explica

A dor lombar é a principal causa de incapacidade em todo o mundo, atingindo em 2020 cerca de uma em cada 13 pessoas, num total de 619 milhões de pessoas, mais 60% do que em 1990.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou a primeira diretriz de orientação do tratamento da dor lombar crónica (lombalgia), a principal causa de incapacidade a nível mundial, listando tratamentos eficazes, abordagens a evitar e práticas sem evidências científicas.
A dor lombar é a principal causa de incapacidade em todo o mundo, atingindo em 2020 cerca de uma em cada 13 pessoas, num total de 619 milhões de pessoas, mais 60% do que em 1990, estimando a OMS que suba para 843 milhões até 2050, com maior crescimento em África e na Ásia, onde as populações estão a aumentar e as pessoas vivem mais tempo. A primeira diretriz da OMS sobre o tratamento da lombalgia em ambientes de cuidados primários e comunitários - lançada em dezembro e disponível no site da organização - enumera as intervenções que os profissionais de saúde podem utilizar e também não utilizar durante os cuidados de rotina. "Pode ser necessário um conjunto de intervenções para abordar holisticamente a lombalgia primária crónica de uma pessoa, em vez de intervenções únicas utilizadas isoladamente", lê-se no documento. A diretriz descreve 14 intervenções não recomendadas para a maioria das pessoas na maioria dos contextos e que "não devem ser oferecidas rotineiramente", uma vez que a avaliação das evidências disponíveis indicou que os potenciais danos "provavelmente superam" os benefícios. 
A OMS desaconselha intervenções como aparelhos lombares, cintos e suportes lombares, algumas terapias físicas como tração (puxar parte do corpo) e alguns medicamentos como analgésicos opioides, que diz poderem estar associados a 'overdose' e dependência.
A perda de peso promovida especificamente por remédios contra a obesidade também obteve parecer negativo dos especialistas consultados pela OMS, assim como o ultrassom terapêutico, a estimulação elétrica transcutânea e os antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina, entre outros.
A recomendação da OMS vai para programas educativos que apoiam conhecimentos e estratégias de autocuidado, programas de exercícios, acupuntura e outros métodos terapêuticos com agulhas, algumas terapias físicas como terapia manipulativa espinhal e massagem, terapias psicológicas como terapia cognitivo-comportamental e medicamentos como anti-inflamatórios não esteroides.
A diretriz enumera ainda as terapias sem evidências científicas suficientes para uma certeza sobre se funcionam ou não, no tratamento da lombalgia, e que necessitam novas pesquisas para serem incluídas no rol de tratamentos.
Nessa lista de incertezas estão o 'mindfulness' ('atenção plena') e práticas para redução do stress, o Paracetamol, remédios da classe das benzodiazepinas e preparações à base de canabis, entre outros.
Na diretriz, apenas um recurso terapêutico foi considerado uma boa prática apesar da falta de estudos específicos sobre o tema: usar dispositivos que ajudam na mobilidade da pessoa com dor nas costas.
"Nos momentos de crise, pode ser necessário utilizar dispositivos que facilitam a locomoção e evitam acidentes, como barras de suporte, bengalas ou muletas, por exemplo", destaca no documento. Fonte: DN

escola sede: decorreram os Dias da Informática

Decorreram nos dias 06 e 07 de fevereiro a XVII edição dos Dias da Informática, iniciativa dos professores do grupo de Informática em colaboração com os alunos do Curso Profissional de Técnico/a de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos. 

A realização deste evento tem por objetivo consolidar as aprendizagens técnicas e organizacionais e comunicacionais dos alunos do 10.º, 11.º e 12.º anos dos cursos profissionais de informática.

Pretendeu-se também o dar a conhecer o sucesso dos nossos diplomados e promover a partilha de experiências destes com os atuais alunos.

Na manhã do primeiro dia decorreram vários workshops de divulgação à comunidade escolar. 


Na parte da tarde decorreram palestras destinadas aos alunos dos cursos de informática, dinamizadas por diplomados do curso seguido de um lanche. De destacar a diversidade de percursos pós-secundário, entre entradas diretas no mercado de trabalho e prosseguimentos de estudos em CTesP e licenciaturas.

No segundo dia decorreu um workshop sobre proteção de dados dinamizado pelo Eng. Tiago Morais da ULS Matosinhos, seguido de uma lan party com torneios FC24 e Rocket League. A configuração da rede e transmissão de jogos tiveram por objetivo a aplicação prática de conhecimentos técnicos adquiridos.

Grupo de Informática

escola sede: torneios de Andebol, de Basquetebol e de Voleibol

Vem aí a época de Torneios, tão do agrado dos alunos. Vamos conhecer as datas e os promotores.

Assim, promovido pela Associação de Estudantes:

Torneio de Andebol, para o Ensino Secundário, dia 15 de fevereiro

Promovidos pelo grupo de Educação Física:

Torneio de Basquetebol, 2º ciclo, 16 de fevereiro

Torneio de Voleibol, ensino secundário, dia19 de fevereiro
cortesia de Filomena Madureira, docente de Educação Física

escola sede: Orçamento Participativo das Escolas 2024

 

Orçamento Participativo das Escolas

 

Nesta edição do OPE-Inclui, que mantém a tónica nos projetos que relevem para a inclusão e bem-estar, desafiamos as escolas a proporem projetos que, no contexto dos 50 anos da revolução de 25 de abril de 1974, mostrem como garantir o exercício da liberdade de expressão e o direito de todos termos voz para expressarmos as nossas ideias e dúvidas, de forma democrática e por isso inclusiva, pode promover a inclusão, sobretudo dos mais vulneráveis.

O Orçamento Participativo das Escolas (OPE) constitui, desde janeiro de 2017, uma oportunidade que garante, precisamente, aos alunos a possibilidade de participarem no desenvolvimento de um projeto que contribua para a melhoria das escolas que frequentam e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar.  

Potenciando o surgimento de projetos que promovam uma participação ativa e informada dos cidadãos, o OPE tem como objetivos cimeiros fomentar o espírito de cidadania e valorizar a opinião e a capacidade argumentativa dos estudantes nos processos de decisão.

Pelo terceiro ano consecutivo, o OPE-Inclui configura-se como um instrumento para a promoção da solidariedade e da inclusão. As propostas devem centrar-se neste eixo de atuação ao promover o envolvimento dos alunos na experiência democrática, nos princípios da representação e da construção de projetos para o bem comum.

O OPE-Inclui está previsto no Plano de Recuperação das Aprendizagens, Plano 23|24 Escola+ e consta do domínio 3 – Recursos Educativos, Anexo à RCM 80-B/2023, de 18 de julho:

 3.7 - OPE - Inclui

Mobilizar os alunos para a participação democrática ao serviço da recuperação das aprendizagens e da resiliência das escolas. Assumindo o compromisso com a inclusão, desafiar os alunos a apresentar propostas no âmbito do Orçamento Participativo da Escola, visando os mais afetados pela pandemia.

  Para mais informações, aceda a: 

https://escolamais.dge.mec.pt/acoes-especificas/ope-inclui 


Podem apresentar propostas de OPE os estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e/ou do ensino secundário, que frequentem estabelecimentos públicos de ensino.

As propostas são contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, e devem referir expressamente a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação atribuída ao orçamento.

Cada proposta deve ser subscrita individualmente ou em grupo (máximo de 5 proponentes); ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes com direito de voto, através da indicação do nome, número de estudante e assinatura.

Nesta edição, tal como nas anteriores, e dando continuidade à promoção da literacia digital como uma prioridade educativa do nosso tempo, é possível apresentar diretamente as candidaturas na página do OPE https://opescolas.pt/ no separador “Inscrição”.

Esta opção não exclui a possibilidade de entrega da candidatura em papel na secretaria, sendo que, neste caso, caberá à escola introduzi-la nessa mesma página, mais tarde, respeitando os prazos regulamentados.

O coordenador responsável pelo OPE na escola é a docente Carmen Madureira.

 Através de uma verba adicional aos orçamentos das escolas, o Ministério da Educação disponibiliza para o OPE um euro por cada aluno do 3.º ciclo e/ou do ensino secundário.

A verba disponibilizada pode ser complementada por financiamentos suplementares.

Tal como consta no regulamento, o OPE-Inclui tem as seguintes etapas:

1. Desenvolvimento e apresentação das propostas: até 29 de fevereiro;

2. Divulgação e debate das propostas: até 19 de março;

3. Votação das propostas: Entre 20 e 22 de março;

4. Divulgação dos resultados: até ao final de março;

5. Planeamento da execução pela escola: até ao final de maio;

6. Execução da medida: até ao final do respetivo ano civil.

 

Enquadramento legal:

- Despacho 436-A/2017, de 6 de janeiro

- RCM 80-B/2023, de 18 de julho

- Plano 23|24 Escola+

 

Despacho n.º 436-A/2017, de 6 de janeiro

Despacho n.º 436-A/2017, de 6 de janeiro

Despacho n.º 436-A/2017, de 6 de janeiro


Para mais informações, aceda a: https://opescolas.pt/

cortesia de Carmen Madureira, docente Adjunta do Diretor

escola sede: palestra com a PSP "Consumos e Dependências"

Nos dias 30 de janeiro e 6 de fevereiro, as turmas D, G e I de nono ano assistiram a uma ação de sensibilização, no âmbito da prevenção do consumo de drogas e substâncias psicoativas (legais e ilegais).

A palestra levada a cabo pelos agentes da Escola Segura (agentes Rui e Natália) focou-se, entre outras questões, nos cuidados a ter de forma a prevenir riscos associados ao consumo de substâncias psicoativas (legais e ilegais) e adoção de comportamentos proativos. O conteúdo da sessão centrou-se em dados estatísticos e análise de casos reais próximos da realidade dos alunos (sob devido anonimato), alertando para a suscetibilidade e a transversalidade da questão em todos os estratos etários, sociais, financeiros e raciais, metodologia que cativou a atenção dos alunos e permitiu o esclarecimento de dúvidas.

A sessão de sensibilização foi realizada no âmbito do tema abordado em contexto de aula na disciplina de Inglês, "Teen's addictions and problems", e a informação será posteriormente utilizada aquando da preparação de um debate sobre o tema.
cortesia de Constância Silva, docente de Inglês

07/02/2024

esclarecimento



Por razões alheias à vontade desta equipa redatorial, as publicações feitas neste blogue não transitam para a página oficial do CRESCER no Facebook desde segunda-feira.

Retomar-se-ão assim que a questão técnica for resolvida.

Agradecemos a Vossa compreensão.

Eduarda Ferreira e Manuela Couto

escola sede: o 11.º I visitou a Casa da Música

No passado dia 19 de janeiro, no âmbito da disciplina de Física e Química, a turma 11.º I do Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos visitou o poliedro irregular de 17 faces mais conhecido como a Casa da Música, com o objetivo de aprender mais sobre o som e fenómenos acústicos.
A apresentar 20240119_113529.jpgA Casa da Música foi projetada por Rem Koolhaas e inaugurada em 2005. Com uma arquitetura contemporânea única, oferece uma variedade de eventos musicais.


Os alunos, na visita à Casa da Música, percorreram o espaço e foram observando as diferentes características de cada sala. O isolamento acústico é fundamental num espaço dedicado à música. 
A apresentar 20240119_103419.jpg


As várias salas são revestidas de diferentes materiais como esponja e madeira entre outros, de forma a proporcionar um isolamento acústico eficaz, por exemplo, tendo em atenção a capacidade da sala e o tipo de música, determina-se a área a revestir e o material adequado de forma a ter o tempo de reverberação desejado.



Depois da visita guiada pelo espaço, os alunos participaram num Workshop com o grupo musical “Lúdica Música”, onde fizeram exercícios de repercussão com o corpo e com instrumentos musicais.
                                                                                                  cortesia de envio (texto e imagens) de Sofia Moutinho, docente de Física e Química

efeméride PNC: semana dos afetos, melodramas e paixões!

9 a 16 de fevereiro

SEMANA DOS AFETOS, MELODRAMAS E PAIXÕES!

A propósito do dia mais romântico do ano, o Dia dos Namorados (14 de fevereiro), o PNC propõe às escolas uma programação com quatro filmes em que imperam, não só, as paixões românticas, mas também os afetos familiares e a amizade! 

Sophia de Mello Breyner Andresen (1969), de João César Monteiro é uma experiência ímpar no chamado documentarismo do cinema novo português, mas também é um encontro com o mundo dos afetos de uma família em férias de Verão junto ao mar, que tem como protagonista uma das maiores figuras da cultura portuguesa: a poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen. (https://youtu.be/wJUDYOy52TM?si=WCq_-MtwxFGaizw-) 

Belle (2013), de Amma Asante, um filme sobre a vida emocionante da herdeira Dido Elizabeth Belle, que já teve mais de 900 sessões de cinema e já foi visto por mais de 21000 alunos na plataforma do PNC! (https://youtu.be/Q6YlZloN08I?si=RbBlF_x9AZM1DDTx)

Fado, História de Uma Cantadeira (1947), de Perdigão Queiroga, um filme que conta a história do percurso de uma fadista humilde cujo namorado, um carpinteiro, é o seu acompanhante guitarrista.  Um belíssimo melodrama que se destaca na História do Cinema português, com Amália Rodrigues! (https://youtu.be/zJzMww_JDpg?si=x_c9XVCFtNybV4lg)

Cinema Paraíso (1988), de Giuseppe Tornatore, uma autêntica pérola do cinema europeu, que nos transporta à infância do menino Toto, um apaixonado de cinema, que tem como grande amigo um projecionista dum pequeno cinema da aldeia de Giancaldo, na Sicília. (https://youtu.be/y_mzpZytHZQ?si=fizaoVstMabBe0Jd)

Filme disponível para escolas inscritas no PNC, na plataforma streaming, em: https://pnc.gov.pt/filmes

                                                                                                                                                           cortesia de Fátima Seixas, Coordenadora do PNC 

a luta dos professores: professores vão estar na rua durante campanha das legislativas

A ação de rua “Professores na campanha” vai decorrer nos dez dias úteis da campanha eleitoral para as legislativas em todas as capitais de distrito e regiões autónomas, garante a FENPROF.

Os professores vão estar na rua durante a campanha eleitoral das legislativas para dar visibilidade às reivindicações dos docentes para a próxima legislatura, anunciou a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).

Em conferência de imprensa, o secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira, detalhou as três ações previstas até às eleições legislativas de 10 de março.

A ação de rua “Professores na campanha” vai decorrer nos dez dias úteis da campanha eleitoral para as legislativas em todas as capitais de distrito e regiões autónomas.

De norte para sul, em dois distritos por dia, sempre às 10h e às 15h, os professores vão concentrar-se em plenários e fazer circular quatro petições (que já reúnem as assinaturas necessárias para serem discutidas na próxima legislatura): sobre carreiras, precariedade, condições de trabalho e aposentações.

Antes da ação “Professores na campanha”, a federação de professores vai realizar, no dia 14, em Coimbra, uma conferência de imprensa com docentes impedidos de concorrer ao regime de mobilidade por doença.

No dia 19, haverá concentrações em todas as cidades com tribunais administrativos para instar o Governo a resolver politicamente a reintegração dos professores na Caixa Geral de Aposentações, sem que seja necessário avançar com ações judiciais (que os professores têm vencido).

Em reuniões internas desde o dia 01, os sindicatos da FENPROF aprovaram uma posição sobre as eleições legislativas de 10 de março, na qual consideram “desejável” que não haja uma maioria absoluta e consideram “muito negativo” um eventual crescimento da extrema-direita.

Nesse contexto, apelam aos professores para se inteirarem dos programas eleitorais e anotarem as promessas dos partidos. “Convém ver as letras pequeninas”, alertou Mário Nogueira.

Os sindicatos da federação aprovaram ainda o caderno reivindicativo para entregar aos partidos políticos, que fixa objetivos além da recuperação do tempo de serviço.

A valorização da profissão, o reforço dos recursos da escola pública e o aumento do financiamento público da educação são as grandes linhas do documento, no qual a FENPROF volta a propor um “protocolo negocial” a ser firmado com “a próxima equipa do Ministério da Educação”, válido para toda a legislatura.

Para a federação, a valorização dos docentes passa por recompor a carreira, atualizar os salários, eliminar a precariedade, regularizar os horários, criar regimes específicos de aposentação e de mobilidade por doença e assegurar o respeito pelos direitos sindicais.

Simultaneamente, a FENPROF propõe reverter a municipalização das escolas e “democratizar” a sua gestão, acabando com os mega-agrupamentos, bem como reforçar a autoridade do docentes, “criando condições para combater a indisciplina, evitar a violência e elevar o prestígio social” dos professores.

No documento, a federação recorda que o investimento na educação está longe de atingir os 6% do PIB recomendados pelas organizações internacionais. O “subfinanciamento (…) está a tornar-se crónico e (…) poderá pôr em causa a escola pública no prazo de dez anos”, antecipa.

Nas quatro reuniões já realizadas – com Bloco de Esquerda, PCP, PAN e Livre –, as propostas foram bem acolhidas, adiantou Mário Nogueira, em resposta à Lusa.

“Estes quatro partidos têm apresentado propostas para dar resposta a muitos dos problemas dos professores”, assinalou, frisando que “a educação tem de estar no topo das prioridades do próximo Governo”. Fonte: Sapo

Carnaval de chuva e frio: mau tempo chega em força a partir de quinta-feira

“É Carnaval, ninguém leva a mal”… mas de chapéu de chuva. 

A partir desta quinta-feira, pode esperar um rio atmosférico, o que vai trazer ao Entrudo chuva e frio. Disso mesmo deu conta o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera -, que revelou que o “o anticiclone localizado nas Ilhas Britânicas, que tem condicionado o estado do tempo no nosso território, está em enfraquecimento e, no início da semana, teremos uma transição da corrente de leste para corrente de oeste, permitindo a passagem de sistemas frontais a partir do meio da semana. Ou seja, se o fim de semana que passou foi marcado pelo sol, o início desta semana vai ser feito “com muita nebulosidade”, ainda que sem chuva – esta deverá chegar a partir de quinta-feira, devido a um “sistema frontal de atividade moderada a forte”. Na sexta-feira, é expectável precipitação intensa, por vezes forte, por todo o país, “em particular nas zonas montanhosas do litoral Norte e Centro” – pode também haver fortes rajadas de vento.

“A precipitação deverá continuar em regime de aguaceiros durante todo o fim de semana de Carnaval de 10 e 11 de fevereiro”, frisou o IPMA.

No que diz respeito às temperaturas, as máximas vão cair entre 4 e 5 graus, embora as mínimas se mantenham semelhantes às atuais. Nas terras mais altas – sobretudo a Serra da Estrela – é esperado o primeiro nevão ‘a sério’ da temporada. Fonte: Sapo 

atualidade: NASA lança hoje satélite revolucionário para avaliar saúde da Terra

A NASA lançou um satélite revolucionário que permitirá analisar os “sinais vitais” da Terra e alcançar uma melhor compreensão da saúde do planeta, especialmente os oceanos e a atmosfera.


A descolagem do satélite PACE, a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, foi marcada para as 01:33 (06:33 em Lisboa) desde o Cabo Canaveral, no centro da Florida.

A oceanógrafa da NASA Violeta Sanjuan explicou esta segunda-feira à agência Efe que o PACE será colocado numa órbita mais distante que a Estação Espacial Internacional (ISS), a cerca de 677 quilómetros da Terra.

A cientista espanhola destacou que se trata de um satélite revolucionário porque irá fornecer detalhes do oceano, especialmente das microalgas (fitoplâncton), que nunca tinham sido alcançados antes.

O fitoplâncton – explica – representa apenas 1% da massa vegetal total do planeta (incluindo terrestre), mas mesmo assim “gera aqueles 50% a 60% do oxigénio” que estão disponíveis no planeta.

“É altamente eficiente na captura de dióxido de carbono e na libertação de oxigénio, muito mais que as plantas terrestres”, enfatizou.

A missão PACE, sigla em inglês para Plankton, Aerosols, Clouds and Ocean Ecosystems, é única, porque além de analisar detalhadamente o fitoplâncton, o faz do ponto de vista da sua interação com aerossóis e substâncias suspensas no ar.

“Isso dará uma visão incrível que não tínhamos até agora, de como os nossos oceanos se comportam, de como é a atmosfera e como ambos interagem e regulam o nosso clima”, frisou Sanjuan.

O satélite é composto por três instrumentos, um destes é um sensor que pode identificar até 256 cores no oceano, enquanto as ferramentas anteriores só conseguiam diferenciar menos de dez tonalidades, detalhou ainda.

“A quantidade de volume de dados é incrível em comparação com o que tínhamos antes”, frisou a cientista.

A importância de determinar essas tonalidades deve-se ao facto de a cor do fitoplâncton variar de acordo com a sua espécie.

Este organismo é muito importante, não só porque é a base da cadeia alimentar e a origem da vida, mas pela importância que tem para as alterações climáticas, acrescentou Sanjuan.

“Conhecer a saúde dos nossos oceanos é essencial, já que são os pulmões do nosso planeta”, enfatizou a oceanógrafa da missão PACE no Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt (Maryland).

Sanjuan lembrou que o oceano representa 70% da superfície terrestre e que apenas cerca de 5% foi estudado.

Nesse sentido, destaca que o PACE é um “salto tecnológico” que permitirá grandes avanços na sua vida útil de três anos.

Sanjuan sublinhou ainda que o satélite terá combustível durante dez anos e espera que sobreviva mais do que os três que a agência espacial norte-americana concedeu à sua missão.

A espanhola especificou que o satélite voará numa órbita que se move com a Terra e que poderá haver certas regiões do planeta com uma repetição entre um e dois dias, o que ajuda a observar as mudanças dos oceanos e a estudar a evolução destas espécies de fitoplâncton.

Esta informação é crucial “para as alterações climáticas, para o ciclo do carbono e para a vida do planeta”, apontou.

A missão PACE, com um custo de 946 milhões de dólares, junta-se a uma frota de vinte satélites que monitorizam diversos parâmetros da Terra.  Fonte: Sapo  

curiosidade: 2024 é ano bissexto e fevereiro terá 29 dias - saiba porquê

Há muitas coisas que temos como certas na vida: e uma delas é que fevereiro é o único mês que tem 28 dias, sendo que de quatro em quatro anos (nos anos bissextos) tem um dia ‘extra’. E acontece este mês, já que 2024 é ano bissexto. Mas já se questionou porque é que fevereiro é o mês com direito a menos dias? Saiba porquê (e porque os imperadores romanos são os ‘culpados’).

A ‘discriminação’ começa logo no primeiro calendário romano, que só começava em março e contava com 10 meses (vemos os vestígios desta tradição em alguns meses do nosso atual calendário: setembro, outubro, novembro e dezembro – correspondentes aos números sete, oito, nove e dez).

Ainda antes do nascimento de Cristo, diz a lenda que Rómulo e Remo fundaram Roma e trataram de organizar as datas festivas num calendário. Com base nos cálculos dos astrónomos da altura, mediu-se o tempo entre os solstícios de verão e inverno, e os equinócios da primavera e outono, para definir que entre dois eventos destes (solstícios ou equinócios) passavam 365,242 dias.

Tornava-se complicado, especialmente perante seguir o calendário lunar, mais fácil. E assim o primeiro calendário de Rómulo contava meses lunares com 29,5 dias, adaptando que tinham 30 ou 31 dias. Contas feitas, e com apenas 10 meses, ficavam de fora 61,25 dias.

Com o sucessor, veio uma série de mudanças: os meses com números pares deixaram de existir, passando os que tinham 20 dias a 29. Foram acrescentados dois ciclos lunares, para um total de 12 meses, com o surgimento de janeiro, com 29 dias, e fevereiro, com 28 dias.

Fevereiro teve a ‘honra’ de ficar com os 28 dias, número par, porque os Romanos celebravam o “mês da purificação” nesta altura, dedicado a Februa, a quem eram oferecidos sacrifícios para que obtivessem retorno que compensasse a escassez de colheitas.

Continuava, no entanto, a existir o problema de 355 dias de ciclos lunares serem menos do que os 365 dias de ciclo solar calculados, pelo que com a passagem do tempo, alguns meses já não correspondiam às estações normais, ocasionalmente acrescentando-se mais um mês.

O ‘caos’ só veio a ser resolvido por Júlio César, que ‘importou’ o calendário egípcio, de 365 dias, e aplicou-o, trocando o calendário lunar pelo solar. Janeiro e fevereiro passaram para o início do ano e os 10 dias de diferença foram distribuídos pelos vários meses, com fevereiro a ficar com 29 dias, exceto de 4 em 4 anos, já que o ano solar é ligeiramente maior do que 365 dias.

Vieram novas mudanças, já que o dia ‘extra’ era inicialmente entre dia 23 e 24, e os meses mudaram de nome para julius (julho) e augustus (agosto) para honrar os imperadores Júlio César e César Augusto.

A ordem de alternação entre meses de 30 e 31 dias foi trocada, mas o mês dedicado a César Augusto não podia ter menos do que o de Júlio César, teriam que ser iguais. O dia foi ‘roubado’ a fevereiro.

Assim fevereiro acabou com 28 dias, sendo que as mudanças levaram ainda a que a ordem dos meses com 30 e 31 dias no final do ano fosse também alterada. Fonte:  Sapo 

06/02/2024

diversidade vs ódio: Lisboa palco de protesto xenófobo e de arraial antirracista

De um lado da cidade, um evento que celebrou a diferença e a integração dos imigrantes. Do outro, nacionalistas fizeram saudações nazis, exaltaram o ditador Salazar e acenderam tochas em protesto contra “não-portugueses”. Apesar de tudo, não houve violência.

O ensolarado sábado de inverno foi palco de duas manifestações distintas, ontem, em Lisboa. Quem passou no Largo do Intendente, ao final da tarde, viu um espetáculo de música, culinária diversa e cartazes com frases “Imigrantes, bem-vindos”. Na rua ao lado, dezenas de indianos, paquistaneses e estrangeiros de vários países assistiam timidamente à festa, filmavam e tiravam fotos. Outros, seguiam o dia normal de trabalho, com restaurantes cheios de clientes e especiarias no ar - ainda que alguns tenham decidido fechar as portas do comércio, por medo. Quase todos se recusam a falar com a imprensa e apenas observam mais ao longe, sem participar ativamente da celebração.
No palco montado, o ativista António Tonga, um dos organizadores do evento, diz que este é para “proteger as pessoas que vivem e trabalham na rua ao lado”, referindo-se à Rua do Benformoso. Acrescenta que os imigrantes “têm direito à sua existência e são pessoas como nós”.
Do outro lado do Largo do Intendente, onde existem várias esplanadas, turistas veem com graça a manifestação cultural, como mais um dia normal na cidade que abriga historicamente diferentes nacionalidades.
A manifestação reuniu centenas de pessoas de todas as idades, que repetiam a frase “Não passarão”. A polícia estava por perto, mas não foi registado qualquer incidente e o arraial seguiu noite adentro.
A menos de um quilómetro dali, o cenário era outro. O grupo nacionalista 1143, ano da fundação de Portugal, ocupou o Largo de Camões com uma manifestação contra a “Islamização da Europa”. As palavras de ordem eram “Portugal aos portugueses”, o hino nacional e exaltação ao ditador Salazar, além de palavrões e diversas saudações nazis. Jornalistas foram chamados de terroristas e aqueles que se manifestaram contra foram chamados de “fascistas” e “comunistas”. 
O grupo também criticou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, por ter proibido a manifestação no Martim Moniz e por “ser casado com uma marroquina”.
Liderados pelo militante neonazi Mário Machado, com um extenso cadastro por crimes de ódio, os participantes usavam T-shirts e anéis do movimento 1143, que pretende “reconquistar Portugal”.
O líder classificou imigrantes de fora da Europa como “escumalha” e, em entrevista à comunicação social, culpou - sem justificar com quaisquer dados - os estrangeiros pela falta de atendimento na rede pública de Saúde e vagas nas creches, além de classificar como “atrasados mentais” todos os que apoiam a imigração, citando partidos de esquerda.Tochas acesas, como em Charlottesville
Esta última manifestação foi organizada através de grupos nas redes sociais e financiada por doações de simpatizantes. O dinheiro foi usado, por exemplo, para a compra de tochas de fogo, acesas no início do protesto. A cena lembrou a marcha de supremacistas brancos em Charlottesville, nos Estados Unidos, em 2017.
Alguns dos participantes usavam panos no rosto para esconder a identidade enquanto gritavam insultos aos imigrantes. A maior parte era de adultos do género masculino, vindos de diversas regiões do país. Mulheres e crianças também lá estavam.
O protesto contou com forte proteção policial, que criou uma “caixa de proteção”, como costuma fazer com as claques de futebol. De acordo com fonte oficial da Polícia de Segurança Pública (PSP), cerca de 200 pessoas participaram do protesto xenófobo - ainda que jornalistas no local contabilizassem muito menos: “Uma centena” para a Lusa; “cerca de 50” para a CNN Portugal.
Enquanto os nacionalistas desceram pelas ruas da Baixa-Chiado com tochas acesas, sempre aos gritos de palavras de ordem e mais saudações nazistas, os turistas nas ruas olhavam assustados, ou a gravar a cena com os smartphones. Alguns esconderam-se dentro de lojas e outros até choraram.
O momento mais tenso ocorreu quando se cruzaram com militantes antifascistas. Estes gritavam “25 de Abril sempre” e “Não passarão”, ao que os nacionalistas responderam: “Já passámos.”
A manifestação terminou frente à Câmara Municipal de Lisboa, onde foi colocada a faixa com a frase “Portugal aos portugueses”. À mesma hora, no Largo do Intendente, a festa continuava e o sábado dos imigrantes que escolheram Lisboa para viver também. Fonte: DN 

projeto "ETWINNINGLAND: dream and shine" - Selo Europeu de Qualidade

É com muita alegria que o CRESCER partilha com toda a comunidade educativa a atribuição do Selo Europeu de Qualidade ao projeto "ETWINNINGLAND: dream and shine", dinamizado pelas docentes de Inglês do 1.º ciclo, Rosa Azevedo e Helena Gomes.



Este reconhecimento significa que o trabalho desenvolvido com os alunos e a colaboração com os parceiros dinamizadores cumpriram com os critérios do Quadro do Selo de Qualidade, tendo recebido uma elevada pontuação. Além disso, este projeto será apresentado numa área especial da European School Education Platform, para que possa servir de modelo para o desenvolvimento de outros projetos eTwinning.

cortesia de Rosa Azevedo, docente de Inglês do 1.º ciclo

Parabéns, professoras! Queremos continuar a CRESCER convosco!