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06/02/2024

escola sede: o QCena! no "Atelier 200"

O Teatro Nacional de São João abre as suas cortinas ao projeto "Visitações", unindo o talento de 8 escolas numa jornada única.

O Visitações 2024 coloca a revolução em cena.

Inspirando-se no 25 de abril de 1974, mas abrangendo muito mais do que isso, o projeto visa procurar e dar palco às revoluções com que os jovens se importam, e não apenas ao passado, não deixando, no entanto, que este seja esquecido. 

No passado fim de semana, dias 3 e 4 de fevereiro, foi realizado o "Atelier  200": a primeira grande reunião de todos os membros que farão parte do projeto, alunos e formadores, num conjunto de atividades que têm como objetivo criar laços entre os envolvidos para promover um ambiente mais confortável e feliz. Para além disso, foi apresentada a primeira abordagem dramatúrgica do espetáculo, que será trabalhado ao longo dos próximos meses e que estará em exibição nos dias 4 e 5 de maio no Teatro Nacional de São João.

Convidamos desde já todos a irem ver o projeto final. 

                                                                   Celina Ferreira, Gabriela Silva, Guilherme Cruz e Helena Barbosa
                                                                                  cortesia de Amélia Lopes, docente responsável pelo grupo de teatro QCena! 

escola sede: concurso "Faz a Melhor Declaração de Amor"


O CRESCER lembra:

No âmbito da comemoração do Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, a professora Maria do Carmo Barbosa, vai dinamizar o concurso Faz a Melhor Declaração de Amor, em Português, Francês, Inglês. 

Por isso, apela à participação de todos. "PARTICIPEM!", diz.

A professora enviou aos docentes do Departamento de Línguas o cartaz da "Árvore dos Afetos" (ao lado) e o Regulamento  do concurso Faz a Melhor Declaração de Amor, pelo  que os alunos devem conversar com os professores dessas disciplinas para os ajudarem.


Bom trabalho!

Boas leituras!                                             

 

cortesia da coordenadora do projeto "Oficina de Afetos", Maria do Carmo Barbosa

escola sede: visita de estudo a Lisboa: Fundação Gulbenkian, Fábrica dos Pastéis de Belém e Assembleia da República

As aulas foram diferentes no dia 29 de janeiro. Às 6 horas da manhã, as turmas G, H e A do 11.º ano rumaram a Lisboa, desafiadas pelas professoras de Filosofia (Sónia Rossa) e História (Susana Carvalho), acompanhadas pelas professoras de Biologia (Isabel Oliveira) e Português (Maria João Sousa).

A primeira paragem foi na Fundação Gulbenkian. Queríamos ver a coleção de peças do século XVII a XVIII, percorrendo a exposição “O fio da História”. “O museu enriqueceu a aprendizagem dos alunos de História A, pois foram abordados temas do programa escolar pela guia, como o reinado de Luís XIV (Lara Vieira, 11.º G). O “busto de D. Luís XIV, que representa o “Rei Sol”, foi uma das peças que mais me chamou à atenção, porque dei o reinado de D. Luís XIV na disciplina de História A” (Mariana Martins, 11.º H). “Outro aspeto interessante deste lugar foram os quadros expostos e as suas técnicas de pintura, como é o caso das obras de “Monet” (Lara Vieira, 11.º G). 

Acompanhados por simpáticas guias, fomos conhecendo a história dos móveis, quadros e jóias, sempre desafiados para encontrar nestes objetos vestígios do que temos aprendido nas aulas de História, Filosofia, Português... enfim, em todas!

Por sorte, ainda sobrou algum tempo para espreitarmos a exposição temporária da obra fotográfica de Maria Lamas (1893-1983), “jornalista e escritora, pedagoga e investigadora, tradutora e fotógrafa, lutadora pelos direitos humanos e cívicos em tempos de ditadura”.(https://gulbenkian.pt/agenda/exposicao-as-mulheres-de-maria-lamas/).

Estava a chegar a hora do almoço e as professoras tinham uma surpresa para nós! “Tivemos também um momento de surpresa e fomos ver como se faziam os pastéis de Belém. E ainda tivemos a oportunidade de os poder experimentar, (...) passamos a saber que são todos produzidos de forma caseira, chegando mesmo ao ponto de vermos as senhoras a produzirem alguns pastéis de Belém” (Martina Rodrigues, 11.º G). Para muitos, foi uma experiência memorável! “A parte de que mais gostei da visita foi, sobretudo, quando nos proporcionaram a ida aos pastéis de Belém e nos deram um de graça” (Ana Machado, 11.º G). 

Parece que quase todos gostaram dos pastéis de Belém ainda morninhos! "O Pastel de Belém era muito saboroso” (Gonçalo Ferreira, 11.º H), e “também gostei muito da sobremesa, o Pastel de Belém” (Matilde Rocha, 11.º H).

Claro que a surpresa nos encurtou o tempo para o almoço: “... o tempo que tivemos tanto para lanchar como para almoçar foi reduzido” (André Pereira, 11.º G). O tempo passou a voar e ficamos com a sensação de que “... o tempo passou a correr” (Matilde Queiroz, 11.º G). Mas não podíamos deixar de olhar para o relógio, pois estavam à nossa espera noutro sítio...

“A parte que mais gostei foi do Parlamento” (Afonso Pereira, 11.º G). Para quase todos, a visita ao Mosteiro de S. Bento, a que habitualmente chamamos Assembleia da República, foi a melhor parte. “Gostei bastante do museu, mas confesso que adorei o Parlamento. Cativou-me imenso” (Gonçalo Ferreira, 11.º H). Foi a oportunidade de visitar um espaço que todos conhecemos da televisão: “a parte de que mais gostei foi a do Parlamento, pois vejo diariamente na televisão, e foi divertido presenciar aquele espaço” (Afonso Pereira, 11.º G). Divertido, sobretudo pela “experiência de estar na sala dos deputados e de ver o seu interior” (Lara Vieira, 11.º G), especialmente ao “sentarmo-nos como se fôssemos deputados” (Leonor Carvalho, 11ºH). Para além de termos achado divertido, foi também muito  “importante, pois assim começamos a ter um pouco mais de noção de como é o local onde trabalha quem representa o nosso país, e ajudou-nos a entender um pouco do mundo deles e como tudo funciona” (Martina Rodrigues, 11.º G).

Ficam as memórias de um dia cheio de aprendizagens e bem divertido. No “autocarro divertimo-nos bastante,e o tempo passou mais rápido” (Ana Machado, 11.º G).

Em termos gerais, “Gostei muito da visita a Lisboa!” (Matilde Rocha, 11.º H). “Foi uma visita interessante e adoraria repetir esta experiência” (Ana Machado, 11.º G). Quem sabe?... 

                                                                                                                                               Pelos alunos do 11.º G, 11.º H e 11.º A
                                                                                   cortesia de envio (texto e imagens) de Susana Carvalho, docente de História

05/02/2024

divulgação: webinar "O Mundo dos Intergalácticos" - 26 de fevereiro


Anunciamos o webinar "O Mundo dos Intergalácticos" - um programa de promoção de competências socioemocionais, que se realizará no próximo dia 26 de fevereiro, entre as 18:30 e as 19:30 h, e onde será apresentado o programa de promoção de competências socioemocionais “O Mundo dos Intergalácticos", concebido como recurso psicoeducacional e ludoterapêutico para crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico. 

Dada a pertinência do tema, muito gostaríamos de contar com a sua presença, bem como solicitar-lhe a divulgação.

Pode inscrever-se no zoom, através do link  https://dge-me-pt.zoom.us/webinar/register/WN_Cpc4Q_FYR2CJa2B0n2G3dg#/registration

Agradecemos que só se inscreva se realmente puder assistir.

                                                    cortesia de Ana Helena Magalhães, docente de Biologia e Coordenadora do PES

divulgação: webinar "Olhos nas redes – abusos: prevenir e denunciar!" - 22 de fevereiro

A Direção de Serviços de Projetos Educativos, da Direção-Geral da Educação (DGE), vai promover em modalidade remota, no dia 22 de fevereiro 2024, entre as 10:30h e as 11:30h, o webinar "Olhos nas redes – abusos: prevenir e denunciar! Educar para a Cidadania com Afetos", para o qual convida a assistir, a comunidade educativa.

O horário escolhido, permite que o mesmo seja visionado, em direto, em tempo de aula, com a possibilidade de posterior reflexão e discussão.
Questões que queiram colocar, podem ser inseridas no momento da inscrição.


Webinar onde, peritos da Procuradoria-Geral da República em cibercrime, crimes de ódio, violência contra as mulheres, violência doméstica, entre outros, vão abordar e alertar os/as jovens sobre os riscos das redes sociais, em particular os associados à violência no namoro, ao sexting/sextortion, à partilha de imagens intimas, ao bullying, bem como as situações associadas aos grupos WhatsApp.

São ainda objetivos: 

Alertar para a importância do prevenir e a necessidade (obrigação) de denunciar.

Destacar as consequências (criminais) para abusadores/as, e os direitos das vítimas

A Inscrição no Webinar - Zoom  é gratuita, mas obrigatória e não pressupõe a emissão de certificado/declaração de participação, nem o envio de documentação.

                                                              cortesia de Ana Helena Magalhães, docente de Biologia e Coordenadora do PES

divulgação: webinar "Como desenvolver a autoestima" por Eduardo Sá - 15 de fevereiro

15 de fevereiro | 18h30  

Nesta sessão online, o psicólogo e professor Eduardo Sá refletirá sobre as seguintes questões:

- como se chega à autoestima?  

- como se estraga a autoestima? 

 - como se manifesta a autoestima quando está “adoentada”? 

 - autoestima, escolha e autonomia; - autoestima e redes sociais.  

                                                                  cortesia de Ana Helena Magalhães, docente de Biologia e Coordenadora do PES

divulgação: nova formação online anti-bullying - 7 fevereiro

A No Bully Portugal vai dinamizar uma nova formação base online para Pessoal docente e não docente, no dia 7 de fevereiro, das 15h30 às 18h30. Este é o link de inscrição: https://forms.gle/mTaGkEn2V5Z5whVV6

Conteúdos:
- O que é o bullying e o cyberbullying como se manifesta?
- O que origina o bullying?
- Como podemos preveni-lo?
- Que sinais manifestam as crianças a ser alvo ou a fazer bullying?
- O que podemos fazer para pará-lo?
- Como funciona o Sistema No Bully para resolver o bullying?

                            cortesia de Ana Helena Magalhães, docente de Biologia e Coordenadora do PES

escola sede: o livro "Refugiados, Não Retornados" de Margarida Serralheiro e o QCena!

"Porque o Natal é quando um Homem quiser", aqui fica mais um registo para memória futura.

"No passado dia 12 de janeiro, no auditório Manuel Ferreira, recebemos Margarida Serralheiro, professora de Português da nossa Escola, neste momento a lecionar na Escola Portuguesa de Maputo,  veio apresentar o seu livro
REFUGIADOS, NÃO RETORNADOS, livro que nos fala sobre a sua experiência, e da sua família, no pós 25 de abril de 74, quando se viu obrigada a fugir do seu país natal, Angola, rumo a Portugal. Foi um fim de tarde extraordinário na sua companhia e um enorme gosto revê-la e ouvir o que tinha para nos dizer.

Este evento foi organizado pelo Grupo de Teatro QCena!, que aproveitou para  apresentar publicamente um esboço do trabalho cénico que está a desenvolver para as comemorações dos 50 anos do 25 de abril e da Escola.

O QCena! agradece a presença e envolvimento de representantes da Direção, do Conselho Geral, do Centro de Formação, das Associações de Estudantes e de Encarregados de Educação e de outros órgãos, bem como de alunos e famílias, professores, ex-professores e assistentes operacionais que encheram o auditório e deram o seu habitual, mas imprescindível, apoio.                                                                                                                                                                                                                      O Grupo QCena!

                                               cortesia de Nuno Marinho, docente de Artes Visuais e membro do grupo de teatro Qcena!   

escola sede: visita do Porto Canal à Sala de Intervenção Especializada

 "Ladra comigo--Intervenções Assistidas por Animais"

O Entre Nós é um novo programa do Porto Canal que representa o mundo do voluntariado. Todas as semanas damos a conhecer homens e mulheres que fazem mais pelos outros. Damos a conhecer verdadeiros heróis, de instituições e associações de diferentes temas e áreas de ação. Do ambiente ao apoio social, são inúmeras as histórias que encontramos! Neste episódio conhecemos a Ladra Comigo. Porque somos mais e melhores pessoas quando estamos assim… Entre nós!

E, por isso, o Porto Canal veio à nossa escola, com a associação "Ladra Comigo", fazer uma visita à Sala de Intervenção Especializada.

"A SIE.A3.03 recebeu a visita do Porto Canal. E com ele a nossa Milú que foi a estrela do programa "Entre Nós", ontem, no Porto Canal.

Estamos tão orgulhosas dos nossos utentes e colegas da Escola Básica e Secundária de Águas Santas e da APPACDM da Maia- Espaço aberto à diferença. Obrigada!" - palavras da  "Ladra comigo--Intervenções Assistidas por Animais" à data de 04.02.2024

Ora veja o vídeo, feito na nossa escola, aqui. (Re)conheça os entrevistados.

                                                                            cortesia de envio de Celeste Carvalho, docente da Educação Especial

02/02/2024

desafio: "onde estava no 25 de abril (de 1974)?" (5)


Disseram-nos para irmos para casa, não havia mais aulas, tinha rebentado uma Revolução. Lembro o receio dos meus pais, as notícias da TV, o Presidente deposto, a esquerda revolucionária a fazer-se ouvir. Na altura, aos 14 anos, a frequentar o 4.º ano (o atual oitavo) tudo era muito confuso, muito novo e amedrontador. Eram as imagens dos soldados e dos cravos.

A escola de 74 usava bata verde claro e as turmas nunca eram mistas. O ensino dividia os géneros, era uma espécie de Apartheid do Antigo Regime, que contrastou com a Liberdade de 75. A heterogeneidade, a diversidade e a inclusão fizeram-se então sentir. Eram as RGAA (Reuniões Gerais de Assembleia de Alunos) a qualquer hora ou dia. Sem aviso prévio. Interrompiam-se aulas para irmos até ao polivalente ouvir os colegas do secundário, os mais afoitos e revolucionários. O Liceu de Gaia nunca mais viveu dias calados ou submissos.


O quinto ano (atual nono) representou um turbilhão de experiências que nunca pensei viver. Permanecia-se nas salas durante os intervalos; queimavam-se os enunciados dos ‘acabadinhos de fazer’ testes de Física e Química. Quando a fumaça começava a sair da sala, lá surgia a intervenção da funcionária a obrigar os praticantes do delito a varrer as cinzas e a apagar a fogueira. O ‘piorio dos rapazes’ do Liceu encontrou abrigo na minha turma e em breve, todas, à sua maneira, mais discreta ou mais revolucionária, seguiam os líderes.

Foram tempos inquietantes, desconcertantes e hilariantes.

Aurélia Domingos
(docente de Inglês)

OUVIR: Melanie Safka, a cantora do Woodstock

A cantora e compositora Melanie, que se destacou nas décadas de 1960-70 com canções como "Look What They’ve Done to My Song Ma", morreu no dia 23 de janeiro último, anunciou o seu agente dois dias depois.
Melanie Safka tinha 76 anos. Morava numa localidade próxima de Nashville, no Tennessee, onde se fixara.
O anúncio da morte à agência de notícias Associated Press pelo agente Billy James, na quinta-feira, foi feita depois de os três filhos de Melanie terem declarado nas redes sociais que "as cores de um Tennessee sombrio e chuvoso" notavam a ausência da cantora. "Este é o 'post' mais difícil de escrever [...]. A nossa mãe morreu, pacificamente, no dia 23 de janeiro de 2024".
Melanie Safka destacou-se aos 22 anos, quando atuou na primeira noite do Woodstock, em 1969. Foi uma das três mulheres a atuar no festival, com Joan Baez e Janis Joplin. Na altura, Melanie tinha já um álbum publicado, "Born to Be", e uma carreira afirmada no meio musical de Nova Iorque, onde nascera, mas era ainda desconhecida do grande público.
Os sucessos multiplicaram-se nos anos seguintes, como “Peace Will Come (According to Plan)”, “Ring the Living Bell”, “The Nickel Song” e uma versão muto própria de “Ruby Tuesday”, dos Rolling Stones, sem esquecer um dos seus principais hinos, “What Have They Done to My Song, Ma”, que esteve sempre presente na sua carreira e que em 2012 retomaria, nas Backyard Sessions de Miley Cyrus.
Muitas das suas canções foram interpretadas por músicos como Nina Simone, The New Seekers e Ray Charles.
Ao longo da carreira, Melanie manteve a sua imagem de marca: cabelos longos e vestidos ainda mais longos, que fizeram dela "uma espécie de deusa hippie gentil", cantando sobre paz com "jeito de menina", mas com uma voz "capaz de um enorme poder", como escreveu o jornal The Washington Post.
A partir de meados da década de 1970, foi no entanto trocando a popularidade pela vida familiar. Mas continuou a compor.
Em 1983, escreveu o musical “Ace of Diamonds”, baseado em cartas escritas pela 'pistoleira' Annie Oakley do Velho Oeste, que chegou ao Lincoln Center. Em 1989, conquistou um Emmy pela canção “The First Time I Loved Forever”, feita em parceria com Lee Holdridge, para a série “A Bela e o Monstro”.
Em 2019, quando se assinalaram os 50 anos do Woodstock, Melanie lembrou a importância do festival numa entrevista ao Arizona Daily Sun: "Mostrou a toda uma geração o que é valioso e verdadeiro. Para mim, essa ideia nunca desapareceu".
No início deste mês, Melanie anunciou, para fevereiro, a edição do duplo álbum "One Night Only – The Eagle Mountain House", com a gravação do concerto que realizou em Jackson, New Hampshire, em 1984, em que revisitou êxitos como “Brand New Key” e “Lay Down (Candles In The Rain)". Fonte: CNN

saúde: “O número de doentes com síndromes demenciais vai aumentar brutalmente nos próximos anos”

No décimo aniversário do CNS – Campus Neurológico, Joaquim Ferreira, diretor clínico do mesmo, aborda as doenças neurológicas, focando-se especialmente nas neurodegenerativas.

Em 2021, houve uma redução nas mortes por doenças do aparelho circulatório em Portugal, mas estas continuam a ser a principal causa de morte no país, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que foram revelados em maio passado. Mesmo com uma queda de 6,2% em comparação com o ano anterior, as doenças cardiovasculares resultaram em 32.452 óbitos, representando 25,9% de todas as mortes, uma diminuição de 5,9 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Dentro das doenças cardiovasculares, destacam-se 9.613 mortes por AVC, embora tenha havido uma queda de 16% em comparação com 2020.

Por outro lado, um estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revelou que até 2050, aproximadamente 153 milhões de pessoas em todo o mundo estarão a viver com demência, quase três vezes mais do que os 57 milhões estimados para 2019. Este estudo examinou as estimativas do número de adultos com 40 anos ou mais que terão demência em 204 países ou territórios diferentes, comparando os anos de 2019 e as projeções de 2050. Os quatro principais fatores de risco identificados são o tabagismo, obesidade, hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) e baixa escolaridade. Em Portugal, espera-se que o número de pessoas com demência chegue a 351.504 em 2050, o que é menos do dobro do número previsto para 2019, que era de 200.994. A demência mais comum é a doença de Alzheimer, que representa entre 50 a 70% dos casos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

“As doenças neurológicas que simultaneamente são mais frequentes e têm um maior impacto no estado de saúde das pessoas são os acidentes vasculares cerebrais, as demências (nomeadamente a doença de Alzheimer) e a enxaqueca”, começa por explicar Joaquim Ferreira, ao i e ao SOL, diretor clínico do CNS – Campus Neurológico, aquando do décimo aniversário da instituição. “Das doenças que mencionei, aquelas que me preocupam mais são as doenças neurodegenerativas. Este facto não desvaloriza o impacto que a enxaqueca tem na qualidade de vida dos doentes e a interferência que gera no seu dia a dia”.

“Relativamente aos acidentes vasculares cerebrais, devemos reconhecer que nos últimos 20 anos houve uma enorme melhoria nos cuidados prestados na fase aguda e, desta forma, tem sido possível tratar muito melhor os doentes nas horas iniciais de ocorrência de um AVC. Relativamente às doenças neurodegenerativas, não temos ainda tratamentos que verdadeiramente impeçam ou atrasem a progressão dos sintomas e a perda de autonomia dos doentes”, adianta. “Por outro lado, é expectável que o número de doentes com doenças neurodegenerativas, nomeadamente doença de Parkinson e doença de Alzheimer, venha a aumentar muito nos próximos anos”, alerta. Fonte: Sapo

escola sede: "da Maia para o Mundo, de bicicleta"


“Da Maia para o Mundo, de bicicleta” é uma atividade promovida pelo Grupo de Educação Física e integrada no Plano de Recuperação de Aprendizagens 23/24 do Agrupamento de Escolas de Águas Santas.

No  dia 10 de fevereiro (sábado), vamos percorrer alguns percursos do concelho de Matosinhos, com o objetivo de fomentar a prática de uma atividade desportiva utilizando a bicicleta e incentivar o seu uso no dia a dia. 

A concentração terá lugar na rotunda da Anémona – Matosinhos e terminará no mesmo local. O trajeto será ao longo da orla marítima de Matosinhos até Labruge e regresso a Matosinhos.
A atividade destina-se aos docentes, não docentes, alunos e encarregados de educação e terá cerca de 25 km. O percurso é realizado na sua quase totalidade em ciclovia e é praticamente plano em todo o seu percurso.


É obrigatório o uso de capacete e recomenda-se uma prévia verificação do estado da bicicleta.

Ponto de partida – Anémona - Matosinhos - encontro pelas 9:15h.    Horário de início - 9:30h

Duração prevista - cerca de 60 / 90 minutos. 

Qualquer questão pode ser colocada aos professores António Portela e Serafim Borges. (antónio.portela@aescas.net ou serafim.borges@aescas.net)

"porque o Natal é quando um Homem quiser": veja ou recorde a Feirinha de Natal

O CRESCER não quer deixar esquecer as atividades que decorrem na escola. Por isso, mesmo que elas tenham ocorrido há algum tempo, aqui ficam os registos, para memória futura. Além de que "o Natal é quando um Homem quiser". ☺

A 7ª edição da já tradicional Feirinha de Natal, este ano organizada pelos alunos do 1º ano do curso de Técnico de Turismo, 10.ºI1, decorreu com um enorme sucesso. A comunidade escolar reuniu-se para apoiar os seus artesãos desfrutando de uma grande variedade de produtos.

No apelidado “corredor da Fama” da escola, encontravam-se bancas coloridas, exibindo bijuterias únicas, artigos natalícios encantadores, frutos secos, frutos frescos, produtos da horta, entre outros. Os visitantes puderam apreciar azeites de produção local e peças de tecelagem, destacando-se as habilidades e criatividade dos nossos artesãos.

Ao fechar as portas da Feirinha de Natal, os alunos refletiram sobre o êxito do evento, que não só proporcionou uma oportunidade de mostrar capacidade, talento e habilidades, mas também promoveu a união e celebração dentro da comunidade escolar. 

A 7.ª edição da Feirinha de Natal foi, sem dúvida, um marco memorável, deixando a expetativa para futuras iniciativas dos alunos do curso de Técnico de Turismo.                                                                           cortesia de envio de Ginette Carvalho, Formadora do Curso de Turismo

01/02/2024

a luta dos professores: STOP arrancou com campanha pela escola pública

O STOP – Sindicato de Todos os Profissionais da Educação iniciou esta quarta-feira a “Campanha pela Escola Pública”, ação que levará os representantes sindicais a estabelecimentos de ensino de norte a sul do País, com concentrações e protestos regionais.

A campanha vai manter-se nas próximas duas semanas, perante o atual contexto de campanha eleitoral

“Esta CAMPANHA PELA ESCOLA PÚBLICA irá denunciar as muitas injustiças/problemas que afetam quem trabalha (e estuda) nas escolas e, também, apresentaremos as nossas propostas”, assinala o sindicato em comunicado.

Depois do Porto, seguem-se os distritos de Trás-os-Montes e Braga, sendo que os locais vão sendo revelados semanalmente, com a estrutura sindical a prometer “não parar” os protestos.

Veja onde serão as ações, que contarão com a presença do coordenador do STOP, André Pestana:

31 Janeiro às 9h– Distrito do Porto – No largo em frente da Escola Secundária da Maia

1 Fevereiro às 9h– Trás-os-Montes – Distrito de Vila Real e Bragança – No Largo em frente da Escola Sede A.E. de Vila Pouca de Aguiar

2 Fevereiro às 9h– Distrito de Braga – Em frente da Escola Secundária Francisco de Holanda (no Jardim junto ao Triângulo), Guimarães. Fonte: Sapo 


saúde: Comissão Europeia quer aumentar prevenção de certos cancros pela vacinação

A Comissão Europeia quer reforçar os esforços nacionais para se chegar, em 2030, a uma taxa de vacinação de pelo menos 90% das adolescentes e pré-adolescentes e aumentar a dos rapazes, no que respeita ao HPV, propondo a vacinação em escolas.
A Comissão Europeia quer aumentar a prevenção pela vacinação de infeções virais que podem causar cancro, promovendo as vacinas contra o papilomavírus humano (HPV), nomeadamente nos rapazes, e o vírus da hepatite B (HBV).
As recomendações aos estados-membros divulgadas esta quarta-feira têm como meta aumentar as taxas nacionais de vacinação contra o HPV e o HBV, sendo que em alguns países está muito aquém das metas traçadas, e integrá-las nas medidas de prevenção do cancro.
O executivo comunitário quer reforçar os esforços nacionais para se chegar, em 2030, a uma taxa de vacinação de pelo menos 90% das adolescentes e pré-adolescentes e aumentar a dos rapazes, no que respeita ao HPV, propondo a vacinação em escolas
Este vírus pode causar cancro do colo do útero, vulvar, vaginal, peniano e também determinados cancros da cabeça e pescoço. No que respeita ao HBV, cuja infeção pode causar cirrose e cancro do fígado, Bruxelas adianta que devem ser alcançados os objetivos da Organização Mundial de saúde de se chegar, até 2030, a uma cobertura vacinal (três doses) de 95% nas crianças, de 95% de mulheres grávidas rastreadas e 95% de recém-nascidos a receberem a vacina.
A Comissão Europeia quer ainda que estas vacinas sejam gratuitas ou totalmente reembolsáveis e facilmente acessíveis aos grupos-alvo e populações vulneráveis ou de alto risco. Fonte:  DN

educação: FNE procura respostas para resultados do PISA: “Os alunos de hoje não são os alunos do passado”

O aumento da multiculturalidade nas turmas, a falta de professores, nomeadamente profissionalizados, e o pouco investimento nas escolas poderão ajudar a explicar a regressão generalizada da performance dos alunos portugueses na avaliação PISA 2022. O JE acompanha o debate da sociedade portuguesa sobre o tema.

A quebra abrupta e generalizada do desempenho dos nossos alunos em Português, Matemática e Ciências na última avaliação do programa internacional PISA continua a preocupar a sociedade. A FNE – Federação Nacional da Educação, presidida por Pedro Barreiros, e a Associação Para a Formação e Investigação em Educação e Trabalho (AFIET), liderada por João Dias da Silva, assinalaram, na semana passada, o Dia Internacional da Educação 2024, com o debate: “A Educação de que precisamos – Refletir o PISA 2022 e as políticas de educação e formação para o futuro”.

O que provocou a queda no desempenho dos alunos portugueses? Pode ser invertida? Como? Os professores têm (algumas) respostas.

“Os alunos de hoje não são os alunos do passado. Hoje em dia temos turmas muito heterogéneas  com alunos de diversos países e obviamente que em termos de resultados esta situação vai ter, naturalmente, fortes implicações, o que leva também a que a formação dos professores e outros profissionais tenha que ser diferente”, afirmou Josefa Lopes, vice-Secretária-geral da Federação Nacional da Educação (FNE).

A professora alertou igualmente para a falta de professores qualificados e de outros profissionais dentro da escola. “Hoje em dia temos muitos professores em escolas diversas do país onde quase um terço dos professores não têm profissionalização. Não são docentes profissionalizados. Obviamente que isto tem que fazer diferença nos resultados dos alunos”.

Há 50 anos quando Portugal abriu as portas à educação das suas crianças, isso era compreensível, salientou Josefa Lopes, mas hoje em dia, isso “não devia acontecer, caso tivessem sido tomadas as medidas necessárias para atrair jovens para a profissão”.

A vice-Secretária-geral da FNE referiu também que neste PISA 2022, uma grande fatia de diretores das escolas apontou a falta de professores não só em Portugal, mas em muitos países, salientou que os países onde as performances dos alunos mais desceram foram aqueles onde as escolas estiveram encerradas mais tempo durante a pandemia e chamou a atenção para a falha na recuperação das aprendizagens no pós-pandemia. 

Joaquim Santos, secretário executivo da FNE, esclareceu que o PISA não avalia conhecimentos, avalia competências, isto é, a forma com os alunos, na prática, utilizam no seu dia-a-dia os conhecimentos que adquirem na escola. “Para termos bons resultados nesta avaliação as escolas têm que estar preparadas para este tipo de ensino”, começou por dizer. “Um ensino baseado ‘no antigamente’, nos conhecimentos dos alunos não dará certamente muitos bons resultados no relatório PISA”. 

Sobre o PISA 2022 disse: “A maior parte dos países pioraram o resultados, mas esta lanterna amarela é também válida para Portugal”.

Apontou ao futuro, recomendando: “É muito importante que o próximo Governo tenha talvez mais intensidade e mais vontade e mais promoção nesta questão dos estudos de avaliação externa”.

Joaquim Santos salientou o facto de persistirem problemas de saúde mental nos alunos em todo o mundo, levantou a questão da utilização de smartphones nas escolas e da transição digital em curso e questionou: Até onde devemos ir? Até onde devemos ir, por exemplo, nos manuais digitais e noutros materiais? 

Anabela Serrão, vogal do Conselho Diretivo do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) – instituição que coordena a nível nacional o estudo do PISA, referiu que desde 2012 na OCDE já se poderia verificar uma ligeira quebra, contabilizada agora por este organismo, numa decida de 5 pontos a cada ciclo do estudo.

“Esta é uma tendência que preocupa e muito a OCDE” que quer perceber qual é a parte desde quebra entre 2018 e 2022 que já vinha acontecendo e quais as razões e qual é a parte da descida que cabe à pandemia.

De acordo com os resultados publicados no passado 5 de dezembro, em 2022, Portugal que integra o PISA desde 2000, caiu em 2022 em todas as matérias em avaliação, registando um desempenho de 472 pontos em Matemática (-20.6 que em 2018), em Ciências (-7.3)e 477 em Leitura (-15.2).

Recentemente, o ministro da Educação, João Costa, prestou esclarecimentos no Parlamento sobre as razões que estão na base da regressão generalizada da performance dos alunos portugueses no Programa de Avaliação Internacional dos Alunos e nas Provas de Aferição.

O próximo PISA vai ser em 2025 e a partir daí os ciclos desta avaliação internacional, conforme já acordado com os governos, vão passar a ser de quatro anos. Fonte: Sapo

escola sede: palestra "Prevenção do Bullying"

 




No passado dia 24 de janeiro de 2024, os alunos do 12.ºK, do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde, juntamente com o Dr. Carlos Mourão e a Dra. Filipa Neves da Associação “No Bully”, financiada pelo ActivoBank, dinamizaram uma palestra no âmbito da prevenção do Bullying.

Para além dos alunos do 12.ºK, assistiram à palestra os alunos das turmas  5.ºB, 5.ºC, 5.ºF, 8.ºA, 8.ºJ, 8.ºI e  10.ºI2, propostas à Coordenação da Promoção  de Educação para a Saúde e à Coordenação do GIA pela  Professora Susana Nascimento, Coordenadora do Gabinete de Mediação Escolar.

Durante a palestra foram abordados temas para sensibilizar os jovens a não cooperarem em situações de Bullying. Foram dinamizados jogos que fizeram entender que todos já presenciaram situações de bullying e é necessária a  mudança.

Os alunos do 12.ºK ficaram agradecidos por terem a oportunidade de receber o Dr. Carlos Mourão e a Dra. Filipa Neves, representantes da “No Bully”, que abordaram esta temática tão importante nos dias de hoje. Rita Aguiar, 12.º K



                                                                                                                cortesia de Ana Helena Magalhães e Gabriela Girão, docentes de Biologia