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04/11/2020

portugueses passam 129 minutos por dia nas redes sociais

 Os portugueses passam, em média, 129 minutos por dia nas redes sociais, sendo Portugal o quinto país da União Europeia (UE) com maior utilização destas plataformas e, por conseguinte, dos mais expostos a fenómenos como desinformação e propagação política.

Os dados constam de um relatório divulgado pelo Centro Comum de Investigação (CCI), o serviço científico interno da Comissão Europeia, sobre "Tecnologia e democracia", realizado por investigadores comunitários para "compreender a influência das tecnologias digitais no comportamento político e na tomada de decisões".

Segundo o documento, no ano passado, "48% dos cidadãos da UE utilizavam redes de sociais todos os dias ou quase todos os dias", sendo que "o tempo médio diário de utilização - através de qualquer dispositivo - variou entre os 129 minutos por dia em Portugal e os 64 minutos na Alemanha".

"As redes sociais tornaram-se uma característica omnipresente da vida", já que através dessas plataformas digitais "é possível saber tudo, desde eventos familiares e aventuras de amigos a desenvolvimentos políticos, apenas verificando os murais do Facebook, Instagram ou Twitter", assinala o CCI no relatório.

No que toca ao peso das redes sociais na utilização digital dos cidadãos da UE, Portugal ocupava em janeiro de 2020 o quinto lugar entre os Estados-membros que mais utilizavam estas plataformas, antecedido por Malta, Chipre, Eslovénia e Dinamarca, segundo os dados apresentados no documento.

De acordo com a mesma informação, entre julho de 2019 e julho de 2020, a quase totalidade (98,5%) da utilização das redes sociais em toda a UE assentava sobre cinco plataformas, todas elas norte-americanas: Facebook (75,66%), Pinterest (8,78%), Twitter (7,61%), Instagram (4,47%) e YouTube (1,14%).

Analisando estes dados bem como as suas consequências, o CCI chegou à conclusão, neste relatório, que "há provas científicas de que as redes sociais mudam o comportamento político das pessoas no 'offline', o que inclui o incitamento a comportamentos perigosos, tais como crimes de ódio".

Isto porque foram "identificados quatro pontos de pressão que emergem quando as pessoas e o ambiente 'online' são postos em contacto sem grande controlo público ou governação democrática", sendo eles economia da atenção, definições de escolha, algoritmo personalizado e as designadas 'fake news' (notícias falsas).

No que toca às 'fake news', o CCI explica que as redes sociais reúnem as "condições perfeitas para a propagação da desinformação", desde logo por ali haver "algoritmos que promovem conteúdos atraentes" e "forte predisposição das pessoas para se orientarem para notícias negativas, uma vez que a maioria das notícias falsas tende a evocar emoções negativas tais como medo, raiva e indignação".

Relativamente à política, os peritos alertam que "os espaços 'online' isolados podem funcionar como laboratórios que desenvolvem pontos de conversa extremistas".

Reagindo a estas conclusões, a comissária europeia para a Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, observa em comunicado que as redes sociais podem, realmente, ser usadas para "difundir mensagens polarizadoras e informação enganosa, o que pode dificultar a capacidade de tomar decisões políticas informadas".

Por isso, adianta que ser necessário "tomar as ações certas para salvaguardar um futuro participativo e democrático em benefício de todos os cidadãos europeus". @ Sapo

os sintomas menos conhecidos da COVID-19 que não deve ignorar

 Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), os sintomas mais comuns da COVID-19 em Portugal são tosse, febre, dores musculares, cefaleia, fraqueza generalizada e dificuldade respiratória. Mas existem outros sinais e sintomas menos conhecidos a que deve estar atento.

Os sintomas mais comuns da COVID-19 em Portugal são a tosse (presente em 40% das pessoas com a infeção), febre (29%), dores musculares ou mialgias (21%), cefaleia (20%), fraqueza generalizada (15%) e dispneia ou dificuldade respiratória (11%), segundo dados do último boletim epidemiológico publicado pela Direção-geral da Saúde à data de fecho da edição deste artigo.

Mas há outros sinais e sintomas que podem denunciar a presença da infeção, mas que não são exclusivos da infeção, isto é, podem co-ocorrer por outras causas.

A Ordem dos Médicos salienta "que a doença pode ser assintomática, leve, moderada, grave ou muito grave e que, quando se expressa, fá-lo através de quadros clínicos com uma grande diversidade de sintomas", indicando exemplos: febre, tosse, dispneia, odinofagia, cansaço generalizado, mialgias, congestão nasal, mal-estar, cefaleias, náuseas, diarreia, anosmia, disgeusia, entre outros.

"Sabemos que a febre não está presente em 40% das situações e que a sua expressão é variável", refere ainda aquele órgão.

Os sintomas menos conhecidos

1. Anosmia e disgeusia

A perda de olfato e/ou paladar são sintomas comuns em pessoas com a COVID-19 na Europa, de acordo com um estudo coordenado por dois médicos otorrinolaringologistas vinculados à Universidade de Mons (Bélgica).

Este estudo realizado em 417 pacientes infetados (263 mulheres e 154 homens) com o novo coronavírus, mas de maneira "não grave", mostra que 86% apresentam problemas com o olfato (a maioria não sente mais nada) e que 88% têm distúrbios do paladar. Os distúrbios olfativos geralmente ocorrem ao mesmo tempo que os sintomas gerais (tosse, dor muscular, perda de apetite, febre) e os sintomas otorrinolaringológicos (dor facial, nariz entupido) da doença.

O estudo indica que quase metade dos indivíduos (44%) recupera o olfato em um período bastante curto de 15 dias. "Os outros pacientes devem manter a esperança" de recuperar o olfato "dentro de 12 meses", sendo a recuperação nervosa "um processo lento", de acordo com o comunicado de imprensa publicado pela Universidade de Mons.

Os dois especialistas que coordenaram o estudo, Jérôme Lechien e Sven Saussez, recomendam considerar o aparecimento da anosmia e disgeusia (perda parcial, ou total, do paladar) em pacientes sem histórico otorrinolaringológico como "um sintoma específico de infeção por COVID-19". Como medida de precaução, essas pessoas "devem ser consideradas potencialmente infetadas pela COVID-19 e, portanto, isoladas por um período mínimo de sete dias", mesmo que não desenvolvam nenhum dos outros sintomas característicos da doença.

2. Sintomas gastrointestinais, como vómitos e diarreia

Os sintomas menos conhecidos da COVID-19 foram abordados num editorial da revista médica British Medical Journal. Os seis autores do artigo citam estudos que apontam para que 2% a 40% dos doentes infetados tenham sintomas gastrointestinais, como vómitos ou diarreia.

3. Sinais neurológicos

Há também sinais neurológicos associados à infeção pelo vírus SARS-CoV-2, como acidente vascular cerebral isquémico e acidente vascular cerebral hemorrágico, tonturas, dores de cabeça, distúrbios músculo-esqueléticos, estado mental alterado, síndrome de Guillain-Barré ou encefalopatia necrosante aguda.

4. Sinais cardíacos

Foram relatadas outras complicações associadas ao sistema cardiovascular, como arritmias, inflamação do miocárdio, miopericardite, insuficiência cardíaca, entre outras.

"A dor no peito deverá alertar clínicos para a possibilidade de COVID-19", lê-se na publicação.

4. Sintomas oculares

Manifestações oculares como hiperemia conjuntival, quemose (edema da conjuntiva ocular) e aumento de secreções foram relatadas em até 32% dos pacientes infetados em uma série de casos chineses, refere o mesmo editorial.

5. Urticária

Em Itália, um estudo com 88 doentes mostrou que 20,4% da amostra desenvolveu problemas de pele como manchas ou urticária.

Em Espanha, também surgiram relatos de casos de erupções cutâneas, sobretudo nos pés, de doentes que testaram positivo para a COVID-19.

Ao El País, dois médicos espanhóis afirmaram terem recebido informações de casos de urticária espontânea em pacientes COVID-19. @ Sapo

03/11/2020

novo coronavírus é mais contagioso agora do que no Inverno passado

O novo coronavírus é agora mais contagioso do que quando chegou no Inverno passado, mas não se tornou mais virulento, de acordo com vários estudos que analisaram a evolução do SARS-CoV-2 (responsável pela doença de covid-19) desde o seu aparecimento.

O agente patogénico adquiriu a capacidade de ser transmitido mais eficientemente graças a uma mutação genética que lhe permitiu modificar a proteína S (spike em inglês, isto é, espigão). É a proteína que o vírus utiliza como ‘gancho’ para se fixar à membrana das células humanas e infetá-las.

A mutação, chamada D614G, permite ligar-se às células de forma mais eficiente, de acordo com a investigação da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos.

Os novos dados apresentados esta semana na revista científica Nature mostram que a mutação acelera a proliferação do vírus nas vias respiratórias superiores, mas não nos pulmões.

A multiplicação acelerada do vírus explica por que é que as estirpes com esta mutação são agora predominantes no mundo. Uma vez que as pessoas infetadas com estas estirpes produzem e libertam mais vírus, e podem mais facilmente espalhá-lo.

Os novos dados também explicam que o novo coronavírus não se tornou mais viral, visto que a mutação D614G não aumenta o risco de afetar os pulmões e causar pneumonia.

Os coronavírus em circulação descendem agora de uma estirpe identificada pela primeira vez numa amostra de um doente de Itália a 20 de Fevereiro. Nessa altura, ainda não se sabia que esta estirpe ia tornar-se dominante. Cientistas norte-americanos reconstruíram a sua história numa investigação publicada a 20 de Agosto na revista Cell. Mostraram que os vírus com a mutação D614G se espalharam rapidamente pela Europa e pelo resto do mundo. No final de Março, a mutação já estava presente em 60% de todas as sequências do SARS-CoV-2 analisadas globalmente. Em Maio, estava nos 90%. E, no final de Junho, estava quase a 100%.

Mas a questão passa por saber por que razão esta rápida expansão estava a ocorrer. Poderia ser que a mutação fosse benéfica para o vírus e lhe desse uma vantagem competitiva sobre outras estirpes.

Dois novos estudos apresentados esta semana apoiam esta hipótese. Na revista Nature, cientistas da Universidade do Texas, nos EUA, publicaram os resultados de experiências em que compararam a atividade dos vírus com a mutação D614G e dos vírus sem a mutação.

Nas células e tecidos do sistema respiratório humano, observaram que os vírus SARS-CoV-2 com a mutação produzem até 2,4 vezes mais vírus novos do que aqueles sem a mutação. @ Sapo

Ordem dos Psicólogos pede "clareza" na comunicação sobre a pandemia

 O bastonário da Ordem dos Psicólogos alertou hoje para a importância de uma comunicação clara sobre a pandemia de covid-19 e mais direcionadas para as pessoas a quem as mensagens afetam, apontando o cansaço acumulado da população.  

“Ajudará que as pessoas não se sintam tão depressa exaustas se a comunicação for ajustada, se a comunicação tiver a ver com o alvo”, explicou Francisco Rodrigues.

Em declarações à agência Lusa, o bastonário comentava um estudo da Organização Mundial da Saúde que revela que 60% já sente cansaço em relação à pandemia, que em Portugal já dura há cerca de oito meses.

“Numa crise como a que estamos a viver, em que muitos dos nossos hábitos são alterados, vamos sentindo, em muitas das dimensões da nossa vida, desgaste”, disse, explicando que esse cansaço decorre do recurso permanente às competências internas para lidar com a ansiedade.

No entanto, ainda que todas as pessoas disponham dessas competências, não as têm em níveis idênticos e, por isso, o cansaço normal decorrente do prolongar da pandemia da covid-19 também não se manifesta de igual forma e em igual ritmo.

É também nesse sentido que Francisco Rodrigues refere que a comunicação e as mensagens, importantes na minimização dos impactos psicológicos da pandemia, devem ser claras e direcionadas.

“A mensagem é muito importante na sua clareza, mas para ser percebida tem de ser dirigida a quem aquela mensagem tem de chegar. Porque a mesma mensagem pode não ser adequada para outra pessoa”, justificou.

Para clarificar, o bastonário deu o exemplo da conferência de imprensa de sábado, após uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, em que o primeiro-ministro, António Costa, anunciou um conjunto de novas medidas que não se aplicam a todo o país.

“Uma coisa é comunicar ‘fiquem todos em casa’ e toda a gente tinha de ficar em casa. Outra coisa é comunicar mensagens muito diferentes, quase de pessoa para pessoa”, considerou, acrescentando que a melhor forma de o fazer era também através de canais diferenciados.

“Quem estiver do lado das autoridades de saúde tem de tentar fazer o possível de fazer chegar a melhor mensagem, a melhor explicação das medidas ou do que é necessário fazer pelo canal mais direto possível para não contaminar outras pessoas para quem a mensagem vai ter de ser diferente”, acrescentou Francisco Rodrigues, admitindo que “é difícil e não há uma resposta fácil para isto”.

Além do cansaço, o bastonário alerta ainda que o cansaço pode provocar a indiferença, decorrente de uma perceção mais reduzida do risco, de uma habituação à presença do novo coronavírus.

“Isso pode fazer com que as pessoas deixem de ter cuidados alguns. Esse é um dos perigos que pode advir daqui”, avisou, reiterando a importância de as autoridades repensarem a comunicação.

Por outro lado, Francisco Rodrigues sublinhou que, ainda assim, os efeitos psicológicos da pandemia vão continuar a fazer-se sentir e a afetar cada vez mais pessoas, apelando por isso a um reforço do apoio psicológico que vá além da linha de Aconselhamento Psicológico do SNS24 que, apesar de positiva, não é suficiente. @ Sapo

02/11/2020

COVID19/PONTO DE SITUAÇÃO

                                                                            COVID19/PONTO DE SITUAÇÃO
 
Desde a última atualização (dia 22 de outubro) e até ao dia de hoje, registaram-se neste agrupamento de escolas os seguintes casos confirmados/positivos de COVID 19:
- dezasseis  alunos de diferentes anos de escolaridade,
- um caso  no corpo não docente.
A única turma do agrupamento que se encontrava em isolamento profilático (1º ciclo) já está de regresso à escola.
Pelo bem comum e pela defesa da nossa saúde de todos, reforço a necessidade e a importância de todos continuarmos a ser rigorosos e responsáveis nos nossos comportamentos.
Estes dados serão atualizados oportunamente.
 
Águas Santas, 02 de novembro de 2020
O Diretor

homenagem às vítimas da covid 19: dia de luto nacional


A bandeira nacional foi esta segunda-feira colocada a meia haste numa cerimónia de homenagem aos mortos junto ao Palácio de Belém em que chefe de Estado, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro cumpriram um minuto de silêncio.

Em dia de luto nacional, as mais altas entidades do Estado participaram numa curta "cerimónia do içar da bandeira nacional em dia de luto nacional e homenagem a todos os falecidos, em especial às vítimas da pandemia da doença covid-19", que durou cerca de três minutos.

"Seria grande falta de respeito" regresso ao ensino à distância

 O CRESCER cita o que o primeiro ministro disse na conferência de imprensa depois do conselho de ministros.

"Temos de garantir a liberdade das nossas crianças e dos nossos jovens não terem de novo o seu ano letivo perturbado e poderem manter a sua atividade escolar normal", afirmou António Costa, numa conferência de imprensa após uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decorreu no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, para decretar novas medidas restritivas para controlar o aumento de casos de covid-19 em Portugal.

Após anunciar o confinamento parcial em concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, medida que abrange 121 municípios do território continental nacional, o primeiro-ministro disse que "há aqui duas linhas vermelhas muito claras", referindo-se à educação e ao "Todos, seguramente, tínhamos muitas angústias sobre como iria correr a reabertura do ano letivo e a verdade é que esta reabertura do ano letivo tem corrido de uma forma impecável, com uma grande organização das escolas, um grande empenho de todos os professores, da comunidade educativa, dos alunos", apontou António Costa.

Em modo de balanço, o governante indicou que são residuais - tendo em conta a população escolar - o número de casos de covid-19 detetados de alunos ou docentes ou não docentes infetados nas escolas.

"Portanto isso corresponde a um esforço muito grande que as comunidades educativas fizeram e seria, no mínimo, uma grande falta de respeito para o grande trabalho que foi feito na preparação deste ano letivo que o conjunto da sociedade não se empenhasse para garantir que o ano letivo decorre sem qualquer incidente", declarou o primeiro-ministro.

No início da pandemia em Portugal, em março, as escolas foram obrigadas a encerrar e o ensino passou a ser assegurado à distância, inclusive através da telescola. 

Além da medida do confinamento parcial em 121 concelhos do território continental nacional, o Governo decidiu renovar a situação de calamidade em todo o país até às 23:59 do dia 15 de novembro, que está em vigor desde 15 de outubro, no âmbito da pandemia da doença covid-19. @ País Ao Minuto

30/10/2020

Welcome to the amazing Halloween celebration!

 Hi, everyone!!!

Welcome to the amazing Halloween celebration!

 

É mesmo verdade, nada nos fez parar!

E aqui está o resultado da dedicação e criatividade dos fantásticos alunos do 1.º ciclo e das suas respetivas famílias. Estão todos de parabéns!

Preparem-se para assistir a um desfile de fantasmas, abóboras, sacos de guloseimas e sapatos de bruxa.

Será que conseguem resistir a tanta doçura?!!

 

Trick or Treat?!

HAPPY HALLOWEEN!!!

As professoras de Inglês do 1º ciclo,

                                                                        Diana Pereira, Elisabete Santos e Rosa Azevedo



Trabalho do 1º e do 2º ano

Trabalho do 3º e do 4º ano

sorriam... também é preciso!

 

Calvin and Hobbes, Bill Waterson

30 de outubro: Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama

O Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama celebra-se a 30 de outubro, com ações de sensibilização e de informação sobre a doença.


Neste dia faz-se um apelo à mudança de comportamentos perante a doença e divulga-se informação sobre o tratamento, o rastreio, o diagnóstico e a prevenção do cancro da mama. Uma eco ou mamografia é suficiente para detetar a doença, que tem 95% de hipóteses de bom prognóstico se detetada numa fase inicial.


Cancro da Mama em Portugal

Em Portugal são detetados anualmente cerca de 6000 novos casos de cancro da mama e 1500 mulheres morrem vítimas desta doença. Apesar da gravidade dos números, a taxa de mortalidade tem vindo a diminuir ao longo dos anos. Segundo a Direção-Geral da Saúde, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (não considerando o cancro de pele) e é a segunda causa de morte por cancro na mulher. Uma em cada oito mulheres portuguesas é afetada pelo cancro da mama. Estima-se que surjam todos os anos 430 000 novos casos na Europa e que uma em cada 10 mulheres venha a desenvolver a doença antes dos 80 anos.

Prevenção do Cancro da Mama

A partir dos 40 anos, é aconselhável realizar anualmente uma mamografia por prevenção. A eficácia do tratamento é muito mais eficaz na sequência de um diagnóstico precoce.

Fatores de Risco do Cancro da Mama

  • Idade - probabilidade aumenta com a idade. Uma mulher com mais de 60 anos apresenta maior risco. O cancro da mama é menos comum antes da menopausa.
  • Reincidência do cancro da mama - uma mulher na qual tenha sido detetado cancro numa mama, tem maior risco de ter a doença na outra mama.
  • História familiar - o risco é agravado se a mãe, tia ou irmã tiveram cancro da mama, especialmente em idades mais jovens (antes dos 40 anos).
  • Alterações genéticas - alterações em certos genes (BRCA1, BRCA2, entre outros).
  • Primeira gravidez depois dos 31 anos.
  • História menstrual longa - mulheres que tiveram a primeira menstruação em idade precoce (antes dos 12 anos de idade), tiveram uma menopausa tardia (após os 55 anos) ou que nunca tiveram filhos (nuliparidade), apresentam um risco aumentado.
  • Terapêutica hormonal de substituição - mulheres que tomam terapêutica hormonal para a menopausa (apenas com estrogénios ou estrogénios e progesterona), durante 5 ou mais anos após a menopausa parecem, também, apresentar maior possibilidade de desenvolver cancro da mama.
  • Raça - o cancro da mama ocorre com maior frequência em mulheres caucasianas (brancas), comparativamente a mulheres latinas, asiáticas ou afro-americanas.
  • Obesidade após a menopausa.
  • Falta de atividade física. @ Calendarr (com a colaboração do 12º M)

29/10/2020

29 de outubro: dia mundial do AVC

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), apontam que o acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por 12,2% de mortes anualmente, ocupando o segundo lugar na lista de causas de morte em todo o mundo.

© iStock

O AVC consiste no bloqueio do fluxo sanguíneo ou ruptura de uma artéria, provocando a morte das células cerebrais pela falta de oxigénio e nutrientes, como consequência da ausência de irrigação no cérebro. 
São dois os tipos de AVC. O AVC isquémico, que ocorre pelo bloqueio do fluxo sanguíneo; e o AVC hemorrágico, que se dá pelo rompimento de uma artéria.
De forma a assinalar o Dia Mundial do AVC, que se celebra a 29 de outubro, a Doctorino uniu-se à nutricionista Sara Biscaia Fraga e divulgou uma lista de hábitos fundamentais para prevenir a incidência de derrames. A saber:
Diminuir a ingestão de gorduras saturadas e de origem animal
Nomeadamente, evitar o consumo de gorduras trans, óleo de coco e palma. A fast-food e outros alimentos processados também apresentam uma grande quantidade destas gorduras. Alimentos ricos em sal e açúcar também devem ser banidos da dieta, já que contribuem para o aumento da pressão arterial e do colesterol;
Aumentar o consumo de alimentos ricos em fibra solúvel
Como é o caso da linhaça, lentilhas e aveia, pois ajudam a controlar os níveis de colesterol;
Consumir de forma regular alimentos que facilitam o fluxo sanguíneo
Resveratrol, um fitoquímico presente na uva, nas nozes e no vinho tinto, promove a inibição da formação de coágulos e ajuda no relaxamento dos vasos sanguíneos;
Ingerir frequentemente alimentos ricos em ómega-3 (entre duas a três vezes por semana)
Esta gordura está presente em diversos peixes, em maior quantidade nos peixes gordos, como o salmão, a sardinha, a cavala e o atum. O ómega-3 previne a formação de coágulos pela redução da aderência das plaquetas.
Evitar o consumo de sal e bebidas alcoólicas
Diversos estudos mostram que a incidência de AVC aumenta em pessoas que bebem bebidas alcoólicas e consomem sal com regularidade;
Privilegiar alimentos com polpa branca
Estamos a falar de alimentos como a pêra, a maçã, a banana e o pepino por exemplo, uma vez que promovem uma redução de 52% de probabilidade sofrer um acidente vascular cerebral, de acordo com um estudo realizado na Universidade de Wageningen, na Holanda. @ NaoM

"Esta palavra é isto"

Aconteceu numa oficina de escrita do 8º B com a professora Rosa Oliveira. 
Após a análise do poema "Esta palavra é isto", de João Pedro Mésseder, cada aluna teve de expandir os versos dos dísticos numa relação de causa, tempo e condição. Após a correção de todos os textos, produziram um único poema, selecionando o final do verso que acharam mais bonito. O resultado coletivo foi este que se apresenta.

Esta palavra é isto

Esta palavra é uma nuvem porque vagueia no céu com calma,
aquela palavra é uma pétala porque nas estações vai e vem.
 
Esta palavra é um cântaro quando a curiosidade vem saciar
aquela palavra é uma chama quando me aconchega na noite fria.
 
Esta palavra é um pássaro se pelo céu me consegue guiar,
aquela palavra é um peixe se pelo oceano me ajuda a navegar.
 
Esta palavra é um rosto porque sorri a todos os olhares,
aquela palavra é uma pedra porque tudo pode quebrar.
 
Esta palavra é um sino quando toca a minha alma,
aquela palavra é um gesto quando carinho vem demonstrar.
 
Esta palavra é um anjo se para o paraíso me transportar,
aquela palavra é um segredo se a minha emoção vem ocultar.
 
Esta palavra é isto,
esta palavra é o que eu quero,
coisa que toco e registo.
                                                                                             João Pedro Mésseder e alunos do 8º B

normas excecionais para classificação dos exames nacionais mantêm-se este ano

Estela Silva /Lusa

 Os professores vão voltar a contabilizar, na classificação dos próximos exames nacionais, apenas as respostas às perguntas obrigatórias e àquelas em que o aluno tenha melhor pontuação, à semelhança das normas excecionais aplicadas no ano passado.

De acordo com a informação publicada na página do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), os alunos que realizem exames nacionais este ano letivo vão continuar a beneficiar das regras aplicadas na classificação das provas finais do ano passado, no contexto da pandemia de Covid-19, apesar do ensino presencial ter sido retomado logo em setembro.

Nos exames nacionais do 11.º e 12.º ano e nos exames de final de ciclo do 9.º (que serão retomados este ano) cada prova terá um conjunto limitado de itens de resposta obrigatória que, segundo o IAVE, irão incidir em competências consolidadas ao longo do percurso escolar ou em informação facultada na própria pergunta.

Todos restantes itens podem ser respondidos, mas só serão contabilizadas para a classificação final as respostas àqueles em que os alunos tiverem melhor pontuação, “num número a estabelecer de acordo com a especificidade de cada prova e a divulgar oportunamente”.

“Por exemplo, numa prova composta por 20 itens, 14 itens poderão ser obrigatoriamente contabilizados para a classificação final; dos 6 itens restantes, todos poderão ser respondidos pelos alunos, mas apenas serão considerados para a classificação final da prova os 3 itens cujas respostas obtenham melhor pontuação relativamente à cotação total do item”, ilustra o organismo responsável pela avaliação externa.

Apesar das normas semelhantes, o exemplo dado na informação sobre os exames deste ano difere daquele apresentado no ano letivo passado, em que apenas 5 dos 20 itens da prova era de resposta obrigatória, mas o IAVE não especifica se nos próximos exames haverá mais ou menos itens opcionais.

Quando as novas orientações para a classificação dos exames nacionais foram divulgadas em maio, previa-se que se aplicassem apenas às provas realizadas naquele ano letivo, respondendo aos constrangimentos criados pela pandemia de Covid-19, que obrigou à suspensão das aulas presenciais em março.

No entanto, neste ano letivo os alunos vão continuar a beneficiar destas regras, que se estendem também às provas de final de ciclo do 9.º de Português e Matemática, que se voltam a realizar depois de terem sido suspensas em 2019/2020.

Regressam também as provas de aferição do 1.º, 2.º e 3.º ciclos, nas disciplinas de Português, Matemática, Educação Artística e Educação Física para o 2.º ano, Português e Inglês no 5.º ano e Matemática e Inglês no 8.º ano.

No ano passado, o IAVE permitiu ainda que os alunos continuassem a poder consultar dicionários durante os exames das línguas estrangeiras, apesar de inicialmente estar prevista a sua interdição a partir desse ano letivo, mas as novas informações não fazem referência a esse tema. @ Sapo

28/10/2020

Covid-19: Matosinhos encerra centros comerciais às 21:00 e pede medidas ao Governo

 A Câmara Municipal de Matosinhos decretou hoje o encerramento dos centros comerciais às 21:00 e pede ao Governo que “adote medidas” para os concelhos da Área Metropolitana do Porto “mais afetados” pelo aumento de novos casos de covid-19.
“Não adianta um concelho, de forma isolada, adotar determinados procedimentos se os concelhos vizinhos não fizerem o mesmo”, avançou a presidente durante a reunião da Comissão Municipal da Proteção Civil (CMPC), que contou com a participação da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N). De acordo com a autarquia, os membros que compõem a CMPC aprovaram ainda recomendar ao Governo que seja determinada a proibição de circulação entre concelhos limítrofes, à semelhança do que foi adotado nos concelhos de Lousada, Paços de Ferreira e Felgueiras.
Paralelamente, recomendam a implementação de ensino à distância para o 3.º ciclo, ensino secundário, profissional e universitário, bem como o dever de permanência no domicilio, exceto em circulações autorizadas.
A CMPC vai ainda propor a partilha da localização de georreferência das pessoas infetadas e em quarentena, bem como os locais onde foram detetados surtos. “A CMPC solicita ainda a criação de um dispositivo de reforço da capacidade operacional dos corpos de bombeiros para resposta à covid-19, semelhante ao dispositivo de combate aos incêndios florestais”, acrescenta a autarquia. @ SAPO

uso de máscara na rua obrigatório a partir de hoje, com exceções

 O uso de máscara na rua passa a ser obrigatório a partir de hoje, com exceções, e o não cumprimento desta imposição é punido com multas que vão até 500 euros.

Foto: Adelino Meireles / Global Imagens

Segundo a Lei promulgada pelo Presidente da República na segunda-feira e publicada na terça-feira em Diário da República, a obrigatoriedade do uso de máscaras na rua, uma forma de combater a pandemia de covid-19, terá a duração de 70 dias e abrange pessoas a partir dos 10 anos para "acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável".
Contudo a Lei estabelece exceções, nomeadamente para elementos do mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros.
O uso de máscaras deixa de ser obrigatório também para pessoas que apresentem atestado médico de incapacidade multiúsos ou declaração médica que ateste que a condição clínica da pessoa não se coaduna com o uso de máscaras e ainda quando esta seja incompatível com a natureza das atividades que as pessoas estejam a realizar.
A fiscalização do cumprimento da Lei sobre a obrigatoriedade do uso de máscara cabe às forças de segurança e às polícias municipais, devendo estas, em primeiro lugar, sensibilizar as pessoas para a importância do uso de máscara em vias públicas.
A Lei prevê a realização de campanhas de sensibilização junto da população sobre a importância do uso de máscara em espaços e vias públicas, para incentivar a adesão espontânea das pessoas esta e outras medidas de proteção individual e coletiva contra a covid-19.
O disposto no diploma aplica-se nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, com as devidas adaptações através de um decreto do respetivo governo regional. @ JN

Covid-19: tudo o que é permitido fazer no fim de semana dos Finados

 Resolução que limita deslocações permite declarações de honra e ida a espetáculos.

O diploma que limita deslocações para fora do concelho entre 30 de outubro e 3 de novembro foi publicado na segunda-feira e tem algumas exceções como uma declaração de compromisso de honra assinada ou idas a espetáculos. A resolução do Conselho de Ministros, que foi publicada segunda-feira à noite em Diário da República, determina que os cidadãos não podem circular para fora do concelho de residência habitual entre as 00:00 de dia 30 de outubro e as 06:00 de dia 03 de novembro, mas tem exceções e o fim da proibição foi antecipado. A resolução antecipa para as 06:00 o final da proibição da circulação (era até às 23:59 de dia 3 de novembro). Uma das exceções da resolução é o facto de as pessoas que trabalham nos concelhos limítrofes da residência ou nas Áreas Metropolitana não precisarem de uma declaração da entidade patronal, bastando uma “declaração de compromisso de honra”.

A proibição não se aplica “às deslocações para efeitos de atividades profissionais ou equiparadas, desde que: seja prestada uma declaração, sob compromisso de honra, se a deslocação se realizar entre concelhos limítrofes ao da residência habitual ou na mesma Área Metropolitana” ou se estiverem “munidos de uma declaração da entidade empregadora”, caso trabalhe numa localidade diferente da que mora.A restrição nas deslocações entre concelhos não se aplicam também aos profissionais de saúde e outros trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social, bem como ao pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares, aos agentes de proteção civil, às forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e aos inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.

Não se aplica também aos “titulares de cargos políticos, magistrados e dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República, aos ministros de culto, mediante credenciação pelos órgãos competentes da respetiva igreja ou comunidade religiosa e ao pessoal de apoio dos órgãos de soberania e dos partidos com representação parlamentar, desde que comprovado o respetivo vínculo profissional através de cartão de trabalhador ou outro documento idóneo”. Não se aplica também às deslocações de menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e atividades de tempos livres, bem como às deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares. Também não se aplica às deslocações dos utentes e seus acompanhantes para Centros de Atividades Ocupacionais e Centros de Dia e para a frequência de formação e realização de provas e exames, bem como de inspeções.

Segundo a resolução, a restrição não se aplica também às deslocações para participação em atos processuais junto das entidades judiciárias ou em atos da competência de notários, advogados, solicitadores, conservadores e oficiais de registos, bem como para atendimento em serviços públicos, desde que munidos de um comprovativo do respetivo agendamento, a saída de território nacional continental e as deslocações de cidadãos não residentes para locais de permanência comprovada.

Estão também isentas de limitações as deslocações para assistir a espetáculos culturais, se a deslocação se realizar entre concelhos limítrofes ao da residência habitual ou na mesma Área Metropolitana e desde que munidos do respetivo bilhete e o retorno à residência habitual.

Assim, só precisam de ter uma declaração assinada pelo empregador, os trabalhadores que trabalhem fora das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto ou não trabalhem num concelho limítrofe da sua habitação.

O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira passada umaa resolução que determina a proibição de circulação entre diferentes concelhos do território para evitar propagação da covid-19. No início de abril, o Governo decidiu limitar a circulação no período da Páscoa devido à pandemia.

Assim, nessa altura, os cidadãos não podiam circular para fora do concelho de residência, “salvo por motivos de saúde ou por outros motivos de urgência imperiosa”. @ Tvi 24

27/10/2020

restrições de circulação entre concelhos - de 30 de outubro a 3 de novembro - comunicação DGEstE

"Na sequência da publicação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 89-A/2020, de 26 de outubro, que vem determinar que os cidadãos não podem circular para fora do concelho de residência habitual, no período compreendido entre as 00:00h do dia 30 de outubro de 2020 e as 06:00h do dia 3 de novembro de 2020, chamo a vossa melhor atenção para as seguintes disposições aí enunciadas no que respeita ao setor da Educação;
 
1-    Nos termos da alínea a), do n.º 16, da referida RCM, a restrição de circulação, nesses dias, não se aplica ao “pessoal docente e não docente dos estabelecimentos escolares”;
2-    Conforme a alínea g), do mesmo n.º 16, a restrição de circulação, nesses dias, também não se aplica a “menores e seus acompanhantes para estabelecimentos escolares, creches e atividades de tempos livres, bem como às deslocações de estudantes para instituições de ensino superior ou outros estabelecimentos escolares”.

Ainda assim, no caso de algum elemento da comunidade educativa ser abordado pelas forças de segurança pública poderá declarar que o motivo da deslocação é o trabalho/frequência da Escola."

Educação: criado o primeiro observatório para sobredotados

O primeiro Observatório para a Sobredotação e Talento pretende identificar alunos e formar professores.

Números exatos não existem. Não se sabe ao certo quantos alunos sobredotados frequentam as escolas portuguesas, mas estima-se que entre 3% a 5% da população tenha esta característica. “Não estão identificados” estes alunos, alertou ao i Alberto Rocha, presidente da Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação (ANEIS), sediada em Braga.

Em Portugal, há poucos estudos sobre as especificidades e sobre as necessidades destes alunos, mas esta é uma realidade que pode mudar nos próximos anos. É que há pouco mais de um mês foi criado o Observatório para a Sobredotação e Talento, um projeto da Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação, e o primeiro na área da sobredotação em Portugal. O objetivo é fazer um levantamento das crianças e jovens sobredotados que frequentam os estabelecimentos escolares do país, conhecer a realidade em que estão inseridos e criar mecanismos para garantir a inclusão destes alunos.

No âmbito deste observatório, e até ao final deste ano, a ANEIS espera ter pronto um kit de sobredotado para distribuir por oito distritos. Numa fase inicial, serão distribuídos os kits, em formato tecnológico, pelas escolas de Braga, Porto, Évora, Lisboa, Coimbra, Viseu, Açores e Madeira. “O objetivo é chegar a todas as escolas do país”, explicou Alberto Rocha, acrescentando que o kit é um conjunto de orientações para que os professores consigam identificar os alunos sobredotados. “O kit terá instrumentos de despiste, vídeos de demonstração e exercícios que podem fazer com os alunos. É um conjunto de ferramentas para que os professores possam fazer a identificação”. Com este kit, e feita a identificação dos alunos, a ANEIS espera começar a dar formação aos professores para que estes consigam responder às necessidades das crianças e jovens.

Só depois da identificação, defendeu o presidente da ANEIS, é que podem ser criados os mecanismos certos. Acontece, por exemplo, que “alguns casos são confundidos com hiperatividade” por falta de conhecimento e estes jovens “são incompreendidos”. Alberto Rocha concorda com as medidas e atenção dadas aos alunos com mais dificuldades de aprendizagem, mas alerta para a urgência em criar as mesmas medidas para os alunos que têm mais capacidades. “Devemos puxar os que estão abaixo da média para cima, mas não podemos puxar os que estão acima da média para baixo, para ficarem na média”, explicou. @Sapo

Moutidos: "Com a biblioteca escolar nós podemos..."

No dia vinte e seis de outubro (que tem como objetivo destacar a importância das bibliotecas escolares na educação, assim como promover o gosto pela leitura), alunos da Escola Básica de Moutidos participaram na elaboração de um painel no átrio do edifício 2.
cortesia de Olga Dias (texto e foto)