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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

uma visita de estudo a Lisboa

Dizem que pode ser um D.A.C.. Talvez. A essência é o que se regista nas memórias.

Tal como o Blogartes anunciou, realizou-se uma visita de estudo a Lisboa, nos dias 20 e 21 de fevereiro, no âmbito das Artes Visuais e do Português, que contou com a colaboração das disciplinas de Desenho, Português, História da Cultura das Artes, de História A, bem como da disciplina de Geometria Descritiva.
Estiveram envolvidas as turmas de Artes Visuais do 10º, 11º e 12º ano e as turmas de Português de 11º ano E e F. Os professores que acompanharam estes alunos foram: Ana Cristina Magalhães; Manuela Couto; Ana César; Ana Sousa; Gabriela Lopes; José Alberto Matos e Nuno Marinho.

Dia 20 - A primeira paragem aconteceu na zona de Belém. Os alunos das Artes visitaram a Central Tejo - MAAT, com visita guiada, e os restantes apreciaram o espaço geográfico onde decorreram as corridas de cavalos na obra "Os Maias" e apreciaram o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém, o CCB, o Mosteiro dos Jerónimos e a "catedral" dos pastéis de Belém.





A segunda paragem aconteceu no Jardim das Amoreiras. Houve lugar para piquenique e lazer. Depois, os alunos das Artes tiveram a oportunidade de visitar o Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, com visita guiada, e os restantes visitaram a Mãe de Água do Aqueduto das Águas Livres.




Foi depois tempo para se instalarem no Hotel, apreciarem o espaço, refrescarem os corpos e se prepararem para jantar e teatro. Assim foi, no Teatro Nacional D. Maria II, com a peça "Romeu e Julieta".



De volta ao hotel, a noite serviu para recuperar as energias e preparar o dia seguinte.

Dia 21 - Depois de um excelente pequeno-almoço, o grupo rumou em direção à Fundação Calouste Gulbenkian. Os alunos das Artes usufruíram de mais uma visita guiada e os restantes aproveitaram para conhecer os jardins da Fundação e visitar as lojas.
O almoço aconteceu ali mesmo: ou num dos bares, ou em piquenique.


A seguir, o grupo dirigiu-se de camioneta até ao Cais do Sodré. E todos juntos imaginaram o "Hotel Central" d´ "Os Maias", subiram a Rua do Alecrim, apreciaram a estátua do Eça de Queirós - "A Verdade" - e chegaram ao Largo de Camões.



Dali, onde acaba a ação da obra em estudo, puderam apreciar a movimentação em redor, a Casa Havaneza e o Teatro da Trindade, espaços sociais tão importantes na obra.



Mais uns passinhos e chegaram ao Teatro Nacional de S. Carlos, onde a família Maia tinha uma frisa para si e para os amigos. Em frente, mesmo em frente, a casa onde nasceu Pessoa.



O grupo manteve-se junto, pois todos puderam visitar gratuitamente o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.


Por fim, o grupo voltou à Rua Garrett, desceu a Rua do Carmo, apreciou a recuperação dos Armazéns do Chiado, fez umas comprinhas, apreciou a arte do Elevador de Santa Justa e ainda teve a sorte de assistir a um inusitado desfile carnavalesco de uma escola de artes de Lisboa.


Já com a energia a escassear, em pleno Rossio, viu o edifício onde Eça viveu, entrou no café Nicola (em homenagem a Bocage), imaginou o consultório de Carlos da Maia e apreciou com mais pormenor a fachada do Teatro Nacional de D. Maria II.


O senhor motorista teve a gentileza de apanhar o grupo junto da Estação do Rossio, pelo que se pôde ainda apreciar a fachada da estação, agora sem o emblemático D. Sebastião, e perceber quão importante é a sala de visitas da cidade, a Avenida da Liberdade, antigo Passeio Público.

Depois de tudo isto, ficam as memórias e a prova de que "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena".
Parabéns aos alunos e aos professores que tão bem souberam dignificar o nome da nossa escola, fora de portas. 

1 comentário:

Unknown disse...

Obrigada aos professores que os acompanharam e zelaram pela segurança deles