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25/09/2020

Google Maps vai localizar e mapear áreas de contágio

 O Google Maps, 'website' e aplicação de cartografia da gigante norte-americana Google, vai poder revelar nos mapas, consultados por utilizadores, as áreas de infeção da covid-19.


"Ao abrir o Google Maps, clique na guia à direita em 'informações da covid-19' e pode ver a taxa por cada 100.000 habitantes de casos de covid-19 numa média de sete dias na área do mapas que está a ver", pode ler-se hoje numa publicação da Google num 'blog'.

No mapa de um bairro ou destino que visita, o internauta pode também ver se os casos tendem a aumentar. Um código de cores identificará a densidade de casos variando de cinza (menos de um caso), a vermelho (entre 30 a 40 casos), depois vermelho escuro (mais de 40 casos por cada 10.000 habitantes), com os valores intermédios a amarelo e laranja.

A Google, que afirma ser capaz de oferecer essas informações cartográficas em 122 países, indica que recolhe a informação através dos Estados Unidos, particularmente da Universidade Johns Hopkins, que é a referência para a contagem de casos de infeção, extraindo ainda informações do The New York Times e da Wikipedia.

 Os dados vão também ser baseados na atualização da situação de saúde estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), autoridades públicas e instituições locais.

"Mais de mil milhões de pessoas recorrem ao Google Maps para obter informações essenciais sobre como ir de um lugar para outro, especialmente durante a pandemia, quando as preocupações com a saúde estão em primeiro plano", escreveu Sujoy Banerjee, diretor de produto do Google Maps.

"Portanto, esta semana vamos apresentar um novo recurso para o Maps, uma ferramenta que revela informações vitais sobre os casos covid-19 numa área, para que possam tomar decisões informadas sobre onde desejam ir e o que fazer", acrescentou o responsável. @ Sapo

Portugal mantém-se em Estado de Contingência até 14 de outubro


© António Cotrim/Lusa

O Governo decidiu, esta quinta-feira, prolongar o Estado de Contingência em Portugal Continental. "O Conselho de Ministros aprovou a resolução que prorroga a declaração da situação de contingência em todo o território nacional, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59 do dia 14 de outubro de 2020", pode ler-se no comunicado do Conselho de Ministros.

A decisão do Governo foi anunciada pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, adiantando que a situação de contingência no Continente será reavaliada pelo Executivo dentro de duas semanas, então já com uma análise mais aprofundada sobre o impacto das primeiras semanas de aulas nas escolas. @ NaoM

24/09/2020

sorriam... também é preciso!

Para ajudar a definir os novos critérios de avaliação.

daqui: null

festival Internacional de Marionetas do Porto regressa em outubro com 14 espetáculos

 

O Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP) regressa entre 9 e 18 de outubro, com 14 espetáculos, um dois quais um concerto, estando a lotação das 10 salas, limitada a 50%.

Sob o tema "Limites do Humano", a edição de 2020 propõe-se explorar discursos e pensamentos sobre as ciências e a política, com uma programação que inclui ainda um concerto-performance, três workshops online e as duas masterclasses.

Realizada em contexto de pandemia, a 31.ª edição do FIMP conta com a participação de seis países - Holanda, Cabo Verde, Bélgica, França, Espanha e Portugal -, num total de 25 apresentações que acontecem em dez salas de espetáculo do Porto e de Matosinhos.

"Esta é uma edição marcada pelo surto de um vírus [COVID-19] que poderá ter vindo para ficar por uns tempos. Neste contexto, procuramos o mais possível manter o programa inicialmente previsto. Deste modo, assumimos os nossos compromissos com os artistas, as equipas, as instituições parceiras e claro, o público", salientou o diretor artístico do festival, Igor Gandra, reiterando as palavras que escreveu no texto de apresentação da edição de 2020. @Sapo

23/09/2020

filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de João Botelho estreia a 01 de outubro

 Com estreia marcada para 01 de outubro, "O Ano da Morte de Ricardo Reis" é uma adaptação da obra homónima de José Saramago para cinema, do realizador João Botelho

Filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” de João Botelho estreia a 01 de outubro - ®DR

O filme “O Ano da Morte de Ricardo Reis” passa-se em Lisboa, em 1936, ano em que o médico Ricardo Reis regressa do auto-exílio de mais de uma década no Brasil. Entrelaçando a ficção com a história, José Saramago concebeu um encontro particular, o do defunto Fernando Pessoa, com este heterónimo. 1936 é o ano de todos os perigos, do fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, da terrível guerra civil espanhola e do Estado Novo de Salazar.  Pessoa e Reis são dois lúcidos observadores da agonia de um tempo, tão similar ao que vivemos, onde ascendem os populismos e os totalitarismos. Nessa relação intrometem-se duas mulheres, Marcenda (Victoria Guerra) e Lídia (Catarina Wallenstein), as paixões platónicas, carnais e impossíveis de Ricardo Reis.

Produzido pela Ar de Filmes, com distribuição pela NOS Audiovisuais, o filme ‘O Ano da Morte de Ricardo Reis’ é uma alegoria que tem como pano de fundo a afirmação do Estado Novo. Para estar à altura deste notável romance do realismo fantástico, João Botelho decidiu filmar a preto e branco, criando um ambiente verosímil, onde os personagens se vão movendo, aflitos ou entusiasmados.

Em simultâneo com as antestreias do filme previstas para 20 de setembro no Teatro Nacional São João e dia 21 no CCB, estará patente, neste último, uma exposição ao ar livre no Caminho José Saramago, que inaugurará já dia 15 de setembro na Fundação José Saramago. É uma exposição composta por materiais gráficos do filme e da famosa agenda do escritor, elaborada pelo próprio, a partir da sua investigação na Biblioteca Nacional sobre a imprensa de 1936 e que serviram de base para a construção da trama da obra literária. Será uma oportunidade de confrontarmos as anotações de José Saramago com os Jornais da época.

Sinopse
Fernando Pessoa, um dos maiores escritores da língua portuguesa estabeleceu um gigantesco universo paralelo criando uma série de heterónimos para sobreviver à sua solidão de génio. José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, fez regressar o heterónimo Ricardo Reis a Portugal, ao fim de 16 anos de exílio no Brasil. 1936 é o ano de todos os perigos, do fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, da terrível guerra civil espanhola e do Estado Novo em Portugal, de Salazar. Fernando Pessoa, o criador, encontra Ricardo Reis, a criatura. Duas mulheres, Lídia e Marcenda são as paixões carnais e impossíveis de Ricardo Reis. “Vida e Morte é tudo um”, permite a literatura e o cinema também. Realismo fantástico.

 

Elenco Principal:

Chico Diaz – Ricardo Reis

Luis Lima Barreto – Fernando Pessoa

Catarina Wallensteien – Lídia

Victoria Guerra – Marcenda

João Barbosa – Victor

Rui Morisson – Dr. Sampaio (pai de Marcenda)

Hugo Mestre Amaro – Salvador (gerente do hotel)

Outros atores: Gustavo Vargas, Dinis Gomes, Rafael Fonseca, Cláudio da Silva, Francisco Vistas, Hugo Silva, Luís Lucas, José Martins, André Gomes, Miguel Monteiro, Márcia Breia, Luísa Cruz, Marcello Urgeghe, Solange Santos, Francisco Tavares, Paulo Filipe Monteiro, Ricardo Aibéo, Dinarte Branco, Pedro Lacerda, Mário Sabino Sousa, Alexandra Rosa, Carolina Serrão, Bruno Ferreira.@aNotícia

matemáticos fazem nova descoberta sobre o dodecaedro

 Apesar da sua antiguidade, ainda há muito a descobrir sobre os “sólidos platónicos”: cinco sólidos diferentes caracterizados por terem todos os lados iguais.

Em maio, um trio de matemáticos resolveu uma questão aparentemente simples sobre o dodecaedro, mas continuava sem resposta: imagine-se um dos vértices do dodecaedro, um sólido com doze faces e vinte vértices. Será que existe alguma linha direta que permita voltarmos à nossa posição original, sem passar por nenhum dos outros dezanove vértices?

Os três matemáticos, Jayaved Athreya, David Aulicino e Patrick Hooper, mostraram no seu estudo, publicado no jornal Experimental Mathematics, que há um número infinito destas linhas no dodecaedro, contrariando a regra dos outros quatro sólidos platónicos, já que não existem estas linhas no tetraedro, no cubo, no octaedro e no icosaedro.

No entanto, a descoberta não foi fácil: foi necessário adotar técnicas modernas e algoritmos de computador. De acordo com Anton Zorich, um matemático do Instituto de Matemática de Jussieu, em Paris, “este processo seria impensável há vinte anos”. Mesmo há dez anos, “requereria um enorme esforço para escrever todo o softare necessário.”

O projeto de investigação começou em 2016, quando Athreya e Aulicino estavam a montar figuras geométricas com recortes de cartas. Enquanto montavam e desmontavam os sólidos, tiveram a ideia de responder à pergunta que permanecia sem resposta sobre o dodecaedro. Juntaram-se a Hooper e começaram uma pesquisa que viria a durar quatro anos.

A tradução de superfícies

Os matemáticos já especulavam sobre estas linhas diretas no dodecaedro há mais de cem anos, mas o interesse por este tópico ressurgiu nos últimos anos, após serem feitas novas descobertas sobre a “tradução de superfícies”, uma técnica da geometria que se caracteriza pela formação de superfícies através da colagem dos lados paralelos de um polígono.

O resultado final da experiência foi uma representação do dodecaedro com dez cópias de cada pentágono , que se assemelha a “um donut com oitenta e um buracos”. Ao analisar esta enorme superfície, os matemáticos chegaram à conclusão de que ela representava também uma das traduções de superfícies mais estudadas por matemáticos – o “duplo pentágono”, criada através da colagem de dois pentágonos.

Dado que o duplo pentágono e o dodecaedro são “primos geométricos”, o alto nível de simetria do primeiro ajudou a elucidar a estrutura do segundo. A relação entre estas superfícies permitiu aos investigadores utilizarem um algoritmo de análise de superfícies já existente. Através deste algoritmo, os especialistas identificaram e classificaram todas as linhas diretas que permitem ir e voltar ao mesmo vértice sem passar por outro vértice.

A exceção à regra

Este estudo provou que o dodecaedro é o único sólido platónico em que é possível desenhar linhas diretas que saem de um vértice e regressam ao mesmo, sem passar por outros vértices.

De acordo com Aulicino, esta exceção justifica-se porque “há certas simetrias que o dodecaedro não tem, mas que os outros sólidos têm.” Esta “falta de simetrias” é o que permite delinear estas linhas diretas no dodecaedro e que impede os outros de as ter.

Os “sólidos platónicos” são estudados há mais de dois mil anos. Platão associava cada um destes a um elemento natural – o cubo com a terra, o octaedro com o ar, o icosaedro com água e o tetraedro com o fogo. O quinto sólido – o dodecaedro – terá sido “utilizado pelos deuses para formar as constelações do céu”, de acordo com o filósofo grego. Agora, depois de 2380 anos, um trio de matemáticos voltou a garantir um estatuto especial ao sólido geométrico. @Sapo

 

22/09/2020

chegou!

O Outono (do latim autumnus ) é a estação do ano que sucede o Verão e antecede o Inverno. Nas regiões de clima temperado ou subtropical é caraterizado por queda gradativa na temperatura e pelo amarelar e início da queda das folhas das árvores, que indica a passagem das estações (exceto nas regiões próximas à linha do Equador).
O outono do hemisfério norte é chamado de "outono boreal" e o do hemisfério sul é chamado de "outono austral".
O começo do Outono, assim como o começo da Primavera, é marcado pelo exato instante em que os raios solares incidem perpendicularmente à linha do Equador. Isso resulta em dias e noites com duração iguais, fenómeno que é chamado de Equinócio e ocorre duas vezes por ano.
Detalhe: o Outono nunca ocorre ao mesmo tempo nos dois hemisférios. Se no Norte é Outono, no Sul é Primavera. @ Wikipédia

como identificar os sintomas?

 Coronavírus, constipação, gripe? Conheça as diferenças.

                                                                        GIA (Gabinete de Informação ao Aluno)

governo procura "soluções alternativas" para impedir concentrações à porta de escolas

 A ministra da Saúde afirmou que o Governo está a procurar "soluções alternativas" para acabar com as concentrações de pessoas que são obrigadas a estar à porta de escolas e centros de saúde pelas restrições às entradas.

Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia da covid-19, Marta Temido declarou que "os vários setores do Governo que se defrontam com esse problema estão a procurar fazer o melhor para, em tempo, encontrar soluções alternativas", como criar condições para horários de entrada desfasados.

Serão "soluções que permitam que os horários sejam ajustados ou que as pessoas tenham condições para estarem mais protegidas", afirmou a ministra, sem concretizar, indicando que "algumas já estão a ser instaladas", mas salientando que "nada disto é fácil".

"A vida prática com a covid é, de facto, muito difícil, e não conseguiremos nunca decretar todas as medidas que resolvam estes problemas", admitiu.

Desde o início da semana, com o começo do ano letivo, verificaram-se concentrações de centenas de pais e crianças à porta de algumas escolas, confrontadas com horários de entrada diferentes para alunos de anos diferentes e com restrições nas entradas para limpeza das mãos e calçado que fazem aumentar o tempo necessário para a entrada dos alunos na escola.

Os estabelecimentos de ensino seguem o referencial da Direção-Geral de Saúde para a reabertura do ano escolar, contestadas numa petição que reunia hoje à tarde cerca de cinco mil assinaturas e que exige uma revisão de algumas medidas, como a obrigatoriedade de uso de máscaras por crianças com menos de 12 anos -- as autoridades de saúde determinaram que a partir dos 10, é preciso usá-las -, as restrições nos intervalos ou a obrigatoriedade do uso permanente de máscaras por educadores de infância.

Questionada sobre riscos para a saúde mental e para o desenvolvimento infantil em consequência destas restrições, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, desvalorizou-os e afirmou que nenhuma medida foi adotada "de ânimo leve".

Acrescentou que "muitos pediatras" consultados pelas autoridades de saúde "sobre o potencial efeito da máscara no desenvolvimento das crianças" afirmaram que na avaliação dos custos e benefícios da medida, "as crianças facilmente se adaptam".

"Não temos escolha. Ou corremos um risco maior de nos infetarmos ou, se não queremos correr um risco tão grande - não havendo risco zero - temos que viver de forma diferente", declarou a diretora-geral da Saúde. @Sapo

21/09/2020

mais de 1 milhão de pessoas descarregaram a aplicação Stayaway Covid

 A aplicação de rastreio 'StayAway Covid' já foi descarregada por mais de um milhão de pessoas, dezanove dias após o seu lançamento, anunciou hoje o administrador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).

© DR

"Estamos muito satisfeitos, ainda que não esteja propriamente surpreendido. A aplicação é uma ajuda à população portuguesa, mas ainda faltam os restantes cinco milhões de portugueses [que têm 'smartphones']", afirmou.
A aplicação móvel, lançada no dia 01 de setembro, permite rastrear, de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre 'smartphones', as redes de contágio por covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus. A sua instalação é voluntária.
No dia do lançamento da aplicação, o primeiro-ministro, António Costa considerou que instalar nos telemóveis a aplicação 'Stayaway Covid' é um "dever cívico" para travar a pandemia enquanto não existir uma vacina.
"Entendam que é um dever cívico descarregar esta aplicação e sinalizarem se vierem a ser diagnosticados como testando positivo", afirmou António Costa, na cerimónia que contou com a presença da ministra da Saúde, Marta Temido.
Contudo, a organização de defesa do consumidor Deco Proteste colocou reservas à instalação nos telemóveis desta aplicação, invocando a possibilidade de uso não-declarado e indevido de dados pessoais pela Google e Apple. @ NaoM

Cruz Vermelha tem 500 mil testes rápidos para oferecer a escolas e lares

 

A Cruz Vermelha Portugal quer disponibilizar gratuitamente novos testes rápidos capazes de detetarem o novo coronavírus em apenas 15 minutos e quase sem erro. Governo estuda proposta.

A Cruz Vermelha Portugal quer disponibilizar gratuitamente novos testes rápidos capazes de detetarem infeções pelo novo coronavírus em apenas 15 minutos e quase sem erro, para utilização nas escolas e lares, avança o jornal Express.

Ao todo, são meio milhão de análises que a Cruz Vermelha, liderada por Francisco George, propõe oferecer e para as quais já recebeu financiamento internacional. Francisco George já fez uma primeira proposta informal, por mensagem de telemóvel, à ministra da Saúde, mas não obteve resposta. Ao jornal, o gabinete do ministério da Saúde diz que a “proposta está em análise”.

“Através de um protocolo para articulação com as autoridades de saúde, seria possível iniciar os diagnósticos ainda em setembro. Esta é a solução para cortar as cadeias de transmissão e mudar o paradigma da intervenção em saúde pública”, garantiu o ex-diretor-geral da Saúde. @Sapo

 

18/09/2020

o CRESCER saiu por aí e perguntou...

O CRESCER retomou uma rubrica antiga e "saiu por aí e perguntou..."


Estás a gostar deste regresso à escola? Sentes-te confiante? Tens algum receio? 

Maria, aluna de 11º ano - Estou admirada! Tenho visto toda a gente com máscara e a ser bem comportada. Sempre pensei que não seria possível. Confesso que vim com muito receio, mas agora estou confiante.

Pedro, aluno de 12º ano - Acho que todos estão a cumprir. Estou confiante. É pena não nos podermos abraçar, mas tem de ser assim... Pelo menos este ano. Receios tenho, mas sou prudente e acho que todos devemos ser cautelosos. 

Ana, aluna de 7º ano - Os meus pais insistiram muito comigo que deveria ter muitos cuidados, e eu estou a ter. Brinco na mesma com os meus colegas, mas não me aproximo muito (risos).

João, aluno de 9º ano - Estou muito contente por estar de volta. Tinha muitas saudades da escola, dos meus amigos e dos professores. Não gostei nada do Ensino à distância, nem de estar em casa a olhar para o computador. Tenho os cuidados que os professores dizem para termos. 

Rita, aluna de 6º ano - Estou a adorar! Estava "cheia" de estar em casa! (risos) Não tenho receio.

É uma amostra deste nosso universo: alunos animados e confiantes.  

Oxalá assim continuem!

cada pessoa prevenida vale por duas

 "Não há razões para ter medo, mas há razões para todos termos cautela. Cada pessoa prevenida vale por duas."
O primeiro-ministro disse, esta sexta-feira, numa comunicação ao país, que, durante a próxima semana, é provável que Portugal volte a atingir os novos mil casos diários de covid-19.
"Estamos a sofrer um forte crescimento de novos casos diários. A manter-se esta tendência, na próxima semana chegaremos a mil novos casos por dia. Temos de travar o crescimento desta pandemia, mas não vamos poder parar o país como parámos em março", disse António Costa, no fim de uma reunião do Gabinete de Crise, insistindo, por várias vezes, que "o controlo da pandemia depende do controlo pessoal de cada um".

Covid-19: Costa convoca reunião de urgência do gabinete de crise

 O primeiro-ministro, António Costa, convocou com caráter de urgência, para esta sexta-feira, em São Bento, uma reunião do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da covid-19 em Portugal.

Foto: Hugo Delgado/Lusa

A mesma fonte adiantou que a reunião, que se inicia às 11:30, surge na sequência do "contínuo aumento" de novos casos diários de infeção com o novo coronavírus e pela necessidade de "reforçar a sensibilização dos cidadãos para a adoção de medidas de prevenção e de segurança contra a covid-19".

Do gabinete de crise, que se reuniu pela última vez em 29 de junho, em São Bento, fazem parte os ministros de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, de Estado e da Presidência, Marina Vieira da Silva, de Estado e das Finanças, João Leão, da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, da Administração Interna, Eduardo Cabrita, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, da Saúde, Marta Temido e das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Integram ainda este gabinete de crise os secretários de Estado dos Assuntos Parlamentares, Adjunto do Primeiro Ministro, Adjunto e da Defesa, da Juventude e Desporto e da Mobilidade.

Portugal contabilizou ontem mais 10 mortes relacionadas com a covid-19 e 770 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 1.888 mortes e 66.396 casos de infeção.

A DGS indica que cinco mortes foram registadas na região Norte, duas na região de Lisboa e Vale do Tejo, duas na região Centro e uma na região do Algarve.

Em vigilância estão 37.804 contactos, mais 517 do que na quarta-feira. @ Sábado

17/09/2020

hoje é o 1º dia do resto... do ano letivo

 Não há que iludir: este não é um ano letivo normal. Dizem que é o "novo normal". Mas é tudo muito estranho: as máscaras que nos escondem as emoções; as setas que nos orientam os passos; os lugares marcados para sempre; os abraços por dar; a conversa distante; as horas desencontradas; as gargalhadas reprimidas...

Haja saúde e muito bom comportamento!


16/09/2020

bem-vindos!


Queremos dar-vos as boas vindas a mais um ano letivo. 

Para quem que já nos conhece, segue um abraço sentido e saudoso. 

Para os que estão de novo connosco, saibam que este é o jornal da escola que procura fazer chegar aos seus leitores/seguidores as notícias do nosso quotidiano, contando com a colaboração de todos os alunos e professores. Estamos aqui, onde nos leem no momento, e também na nossa página oficial no Facebook

Contamos convosco para podermos continuar a CRESCER. 

Sejam muito bem-vindos!

As professoras responsáveis,
Eduarda Ferreira e Manuela Couto

OMS alerta: «Ainda estamos no início da pandemia»


 O mundo ainda está no início da pandemia de coronavírus, de acordo com o enviado especial da Organização Mundial da Saúde (OMS) à Covid-19, David Nabarro, citado pelo ‘The Guardian’.

Numa sessão  do comité de negócios estrangeiros do Reino Unido, o responsável descreveu a situação da epidemia como «grotesca», considerando que o mundo ainda está longe de ver o fim desta crise de saúde pública global.

É muito pior do que qualquer ficção científica sobre pandemias. Isto é realmente sério, nem sequer estamos no meio da epidemia. Ainda estamos no início», alertou Nabarro na terça-feira. «Estamos a começar a ver os danos que isto vai causar no mundo».

O enviado especial da OMS disse ainda: «E está a ficar cada vez mais desagradável à medida que entramos nesta fase, particularmente na Europa, de um ressurgimento» de infecções. «Nenhum de nós considera a situação actual outra coisa senão horrível, grotesca, realmente embaraçosa», acrescentou.

Para Nabarro esta «é uma situação terrível, um problema de saúde tão fora de controlo que está a levar o mundo, não apenas a uma recessão, mas a uma enorme contracção económica que provavelmente vai fazer duplicar o número de pobres, duplicar o número de desnutridos e conduzir centenas de milhões de pequenas empresas à falência».

A nível global a pandemia da Covid-19 já infectou mais de 29,5 milhões de pessoas, causando ainda mais de 935 mil vítimas mortais, de acordo com dados oficiais da Universidade Jonhs Hopkins, nos Estados Unidos. @ Sapo

15/09/2020

Portugal entrou hoje em situação de contingência

 

António Costa sublinhou que as medidas apresentadas têm como objetivo evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade.

“É absolutamente decisivo manter a pandemia controlada. Não podemos dar este jogo por ganho, porque não está ganho”, afirmou o primeiro-Ministro, lembrando que a batalha contra a COVID-19 “continua e depende fundamentalmente de cada cidadão”.
“O acompanhamento desta pandemia exige uma leitura dinâmica de forma a permitir aquilo que é essencial: manter a pandemia controlada, possibilitando a recuperação económica e social do país”, referiu o governante.

Recorde o que está, agora, em vigor, aqui.

“Estamos numa nova fase da pandemia”

 

Dos 613 novos casos, apenas 10% correspondem a pacientes com idade superior a 70 anos, adiantou esta segunda-feira o secretário de Estado da Saúde.
Considerando que “estamos numa nova fase da pandemia”, António Lacerda Sales precisou que 51% dos novos infetados são pessoas com idades entre os 20 e os 49 anos, o que, disse, “nos obriga a fazer uma reflexão coletiva sobre os nossos comportamentos individuais”. @ Expresso

14/09/2020

o estranho regresso à escola

Tiago, 8 anos, ainda não sabe como vai brincar com os amigos no recreio da sua escola primária. Carolina, 11 anos, fará o caminho para a escola com uma amiga, pelo “lado que tem menos gente”. Para Berta, 15 anos, é só mudanças: novo ano, nova escola. E uma certeza: vai ser tudo muito estranho. Três testemunhos num regresso a uma escola diferente.


Tiago Martinez, 8 anos 3ª ano, Centro Escola da Gandra, Maia

“Quando faltarem zero dias para ir para a escola vou sair da cama a correr”

A minha escola é mesmo em frente à minha casa, mas este ano vai haver muitas coisas diferentes. Vou ter de usar máscara na escola, desinfectar as mãos. Tenho duas máscaras do FC Porto, duas azuis e duas pretas. Mas a máscara não é obrigatória no 1º ciclo! A minha mãe quer que eu tente usar, mas faz comichão e calor. Os meus pais são os dois enfermeiros. Acho que vou usar quando as pessoas estiverem perto de mim. No refeitório também vai ser cadeira sim, cadeira não. A minha mãe vai-me dar uma bolsinha com três partes para eu guardar as máscaras limpas, as usadas, o gel e lenços para o nariz.
Tiago Martinez, 8 anos, vai para o 3º ano. NELSON GARRIDO

Já sei que futebol não vai haver e educação física também vai ser diferente por causa do coronavírus. Também não posso levar a minha mochila, os livros ficam na escola, levo só a lancheira. Não sei como vai ser para trazer os trabalhos de casa! Nos intervalos quero correr, correr, correr mais! Mas não sei se podemos jogar ao “mata”. Só se cada uma tiver a sua bola, atira e vai buscar. Mas sei que também não vou poder ir à biblioteca e ainda tenho um livro para devolver! É sobre o Mundial de Futebol. Gostava de ser jogador de futebol ou professor. Gostava de jogar em qualquer clube, menos no Benfica e no Braga. Ou então no Barcelona, mas o Messi estragou tudo. Não estou preocupado com a escola, tenho saudades dos meus amigos. Vai custar acordar cedo, mas não tenho medo de ir para a escola. Eu confio, conheço toda a gente. Deu na televisão que a Suécia já acabou com o coronavírus. Eu gostava que acabasse rápido. Acho que no Inverno já não há coronavírus. Faço anos dia 2 de Janeiro e queria muitos amigos na minha festa, diversão total. Quando faltarem zero dias para ir para a escola vou sair da cama a correr. 

Conheça os restantes testemunhos no PÚBLICO.

reabertura das escolas: as lições (boas e más) que podemos tirar de outros países

 Milhares de alunos portugueses voltam à escola esta semana, depois de seis meses em casa. Não somos capazes de prever o futuro. No pior dos cenários, o início do ano letivo pode dar origem a uma segunda vaga de covid-19 e no melhor dos cenários pode decorrer dentro daquilo que é a nova normalidade. Mas uma coisa podemos fazer: olhar para o que se passa lá fora para perceber o que nos pode ajudar - ou não - por aqui.


A reabertura das escolas será um dos maiores desafios para a população portuguesa, que tem assistido a um aumento exponencial do número de infetados por covid-19 no país. No meio das dúvidas dos professores, dos encarregados de educação e dos próprios alunos existe uma certeza: é inevitável o surgimento de surtos nos estabelecimentos de ensino.
Muitas escolas alegam ser impossível cumprir todas as normas da Direção-Geral da Saúde, que pede o distanciamento de um metro entre alunos nas salas de aulas, entre outras medidas que exigirão o reforço do pessoal docente e não-docente.
Para a reabertura deve ser seguido um planeamento meticuloso: atualização ou elaboração de um plano de contingência, reorganização do espaço escolar, promoção de comportamentos preventivos, gestão adequada de casos e manutenção de uma comunicação fluída com as autoridades de saúde. Tudo foi deixado nas mãos de quem dirige as escolas. 
Saiba o que acontece pelo globo: AMÉRICA; EUROPA; ÁFRICA; ÁSIA E  OCEÂNIA @ SIC Notícias

13/09/2020

o "11 de setembro" foi há 19 anos

 Para muitos adultos, este dia terrível foi "ontem". Para as nossas crianças e adolescentes, esta data faz parte de um passado que não conhecem.

foto da Wikipedia
De cima para baixo: o World Trade Center (WTC) a arder após o ataque; uma secção do Pentágono desaba; voo 175 choca contra a Torre 2 do WTC; um bombeiro pedindo ajuda no Ground Zero; parte do voo 93 sendo recuperada; voo 77 colide contra o Pentágono.

Os ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 (às vezes, referido apenas como 11 de setembro) foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda em 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. @Wikipedia

OMS defende que se deve evitar cumprimentar com o cotovelo

 O diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS) defende que, além de beijos e abraços, também o cumprimento com o cotovelo deve ser evitado.

“Ao cumprimentar as outras pessoas, o melhor é evitar cotoveladas, porque estas colocam-nos a menos de um metro de distância da outra pessoa”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) na rede social Twitter, de acordo com o Diário de Notícias.

Como alternativa, o responsável da OMS sugere o gesto de levar a mão ao coração, mantendo sempre uma distância de, no mínimo, 1,5 metros em relação a outra pessoa.

Carlos Fuente Lafuente, diretor do Centro de Treino de Protocolos do ISEMCO e ex-responsável pelo protocolo da Fundação Princesa das Astúrias, disse, em declarações ao jornal espanhol ABC, que “o toque de cotovelo a que temos assistido tanto, na minha opinião, é uma saudação de mau gosto, anti-higiénica, que não cumpre as normas sobre o distanciamento social”.

Quando se fala do cumprimento com o cotovelo, descarta-se também todas as outras formas de cumprimento que não respeitem a distância de segurança, como um toque com os pés ou com os punhos fechados.

Com isto, pretende-se que as pessoas reduzam, ao máximo, o contacto físico, que é uma tendência natural humana. Segundo especialistas, deve ser suficiente para cumprimentar alguém nos próximos tempos.

Em Portugal, esta sexta-feira, durante a conferência de imprensa onde é feito um balanço da situação epidemiológica portuguesa, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, apelou à diminuição do convívio. Graça Freitas pediu mais distanciamento, mesmo entre familiares que não vivam juntos.

Nas últimas três semanas, o ritmo de propagação do vírus cresceu, atingindo valores registados em abril, nas primeiras semanas do confinamento.

Esta sexta-feira, foram confirmadas mais três mortes e 687 novas infeções pelo novo coronavírus. @ZAP

11/09/2020

o nosso agrupamento no projeto "Erasmus + KA1"

 

O Agrupamento de Escolas de Águas Santas foi selecionado para participar num projeto “Erasmus + KA1”.

O Agrupamento apresentou em fevereiro de 2020 uma candidatura com o projeto intitulado “Inovar para o Sucesso” que foi aprovada pela Agência Nacional Erasmus + para 2020/2022 e financiada com 43.990,00 euros.

No âmbito deste programa europeu, que visa contribuir para a internacionalização e excelência do ensino, vinte docentes vão ter a oportunidade de frequentar cursos de formação em diferentes países europeus.

cortesia de Paula Silva e Lizete Pinheiro

10/09/2020

conheça as medidas para a nova situação de contingência

Foram anunciadas as medidas que servirão para enfrentar a situação de contingência, decretada a partir do próximo dia 15.

A partir da próxima terça-feira passam a ser proibidos, em Portugal Continental, os ajuntamentos com mais de dez pessoas.

Para além disso, os estabelecimentos comerciais não podem abrir antes das 10h (com exceções), e devem fechar entre as 20h e as 23h, esta segunda medida é tomada por decisão municipal. Nas áreas de restauração dos centros comerciais, passa a haver um limite máximo de quatro pessoas por grupo.

Com o regresso às aulas em regime presencial, o governo garante a readaptação do funcionamento das escolas à nova realidade sanitária, planos de contingência em todos os estabelecimentos de ensino, a distribuição de equipamentos de proteção individual e um referencial de adaptação perante casos suspeitos, positivos ou surtos. A isto junta-se a medida de restrição dos grupos a um limite de quatro nos estabelecimentos num raio de 300 metros à volta das escolas.

Os recintos desportivos — como os estádios de futebol — vão continuar sem público.

Os locais de trabalho passam a ter obrigatoriamente o desfasamento de horários, sendo necessário existir horários diferenciados de entrada e saída, bem como horários diferenciados de pausas e refeições. Os serviços devem ainda funcionar com as equipas em espelho: com escalas de rotatividade entre teletrabalho e trabalho presencial. 

Leia tudo aqui.


"Estudo em Casa" alargado ao ensino secundário

 O Estudo em Casa vai voltar à RTP Memória. A partir de 14, primeiro dia de arranque para o ano letivo, serão repostas aulas já transmitidas no âmbito do período de recuperação das aprendizagens. Os novos conteúdos serão transmitidos a partir de 19 de outubro. O programa vai ser alargado ao ensino Secundário.
Foto: ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A nova telescola foi criada "numa situação de absoluta emergência" por causa do ensino à distância imposto pelo fecho das escolas a 16 de março e as transmissões vão manter-se durante todo o próximo ano letivo, entre 14 de setembro e 30 de junho, apesar de as aulas começarem em regime presencial, explicou esta quarta-feira o ministro da Educação.
"Valeu a pena. Foi fundamental ter esta ferramenta", frisou Tiago Brandão Rodrigues, assumindo que o Estudo em Casa se transformou num instrumento de coadjuvação para os professores mesmo em ensino presencial. Além disso, assumiu aos jornalistas, no final da apresentação, também pode ser um apoio para alunos de uma turma que tenham de ficar em casa.
O Estudo em Casa vai funcionar entre as 9 e as 16.30 horas de segunda a sexta-feira, por blocos temáticos do 1.º ao 12.º ano. Este ano letivo, as aulas do 1.º e do 2.º ano serão transmitidas em blocos separados. E as aulas do 10.º. 11.º e 12.º apenas serão divulgadas na RTP Play.
"É uma ferramenta que não substitui o ensino presencial mas que veio para coadjuvar e vai perdurar além da pandemia", insistiu o ministro.
O presidente do conselho de administração da RTP, Gonçalo Reis, frisou que o Estudo em Casa teve "um impacto enorme" e, por isso, vai tornar-se numa marca da televisão pública quer mesmo depois da pandemia manterá os conteúdos educativos e formativos na sua grelha. Além da RTP Memória, no final do anterior ano letivo, houve aulas transmitidas na RTP África e no próximo ano serão na RTP Internacional para chegar às comunidades emigrantes, garantiu.
Entre 14 de setembro e 30 de junho serão transmitidas mais de 5200 aulas. Mais de 100 professores vão estar envolvidos. @ JN