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28/11/2018

o Geoatualidades informa: número de imigrantes em Portugal aumenta pelo quinto ano consecutivo

Como sabem, os alunos de Geografia Humana investigam questões  sobre a relação entre os seres humanos e o ambiente em que vivem. Desta vez, pesquisaram informação sobre o tema da imigração.


"O número de imigrantes em Portugal aumentou em 2017 pelo quinto ano consecutivo, estimando-se que tenham entrado no território 36.639 pessoas para residir no país, mais 6714 face a 2016, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
As estatísticas demográficas referentes a 2017 revelam que 51% do total de imigrantes permanentes são mulheres, 55% tinham nacionalidade portuguesa, 38% nasceram em Portugal, 47% residiam anteriormente num país da União Europeia e 81% eram pessoas em idade activa (15 a 64 anos).
Já no que se refere aos que saíram de Portugal para residir no estrangeiro por um período igual ou superior a um ano (emigrantes permanentes), as estatísticas do INE registam que 31.753 pessoas o fizeram, menos 17% do que em 2016 (38.272)." @ PÚBLICO

22/11/2018

o "Geoatualidades" lembra que já há transportes alternativos

Antecipando o Techdays Aveiro 2018, a Altice Portugal e Ericsson voltam a surpreender na área da tecnologia. De acordo com a informação da Altice Portugal, está hoje em exclusivo e pela primeira vez em circulação na cidade de Aveiro um Mini Bus 5G.
Além da tecnologia 5G, destaque para o facto deste Mini Bus ser totalmente autónomo.

O Caso de Uso 5G Mini Bus, que resulta ainda do contributo dos parceiros da Ericsson, CarMedia e EasyMile, que fornecem a interface multimédia e o veículo autónomo, consiste num transporte com autonomia e capacidade para seis pessoas que terão acesso à plataforma inovadora de gestão de conteúdos Ultra TV, desenvolvida pela Altice, Labs, em parceria com a Universidade de Aveiro, e poderão interagir com aplicações e aceder a serviços municipais e a imagens apelativas da cidade de Aveiro, evidenciando a mobilidade e a autonomia aportadas pela tecnologia. 
(Ler a notícia completa aqui.)

07/11/2018

o "Geoatualidades" insiste no tema da erosão costeira

Está na ordem do dia esta preocupação. Tanto mais que, agora, parece haver um Plano de Ação Litoral que inclui medidas de planeamento e prevenção, de proteção da zona costeira e relocalização de construções nas zonas de risco. 

Por isso, o projeto "Geoatualidades de cá e de lá" volta ao tema com mais uma notícia.

Portugal é um dos países europeus mais afetados pela erosão costeira. Nas zonas mais expostas, a linha de costa já recuou cem metros.
A erosão é mais grave no centro e norte do país. Em Esposende, o mar tem vindo a aproximar-se das casas, nomeadamente em Cedovém e Pedrinhas. Foram colocados troncos de madeira e pedras para tentar travar as investidas das ondas.
                                                                              Clima@Edumedia
Os proprietários de casas (de segunda habitação) queixam-se de algumas opções tomadas pelas autoridades. "O mar está a encarregar-se naturalmente e infelizmente de ir comendo a areia, mas do norte para sul foram postos esporões que prejudicaram exatamente as dunas", realça Rui Lages.
O vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente e presidente da Polis Litoral Norte, Pimenta Machado, reconhece que a construção de esporões para consolidar mais a norte, pode provocar problemas de erosão a sul, mas diz que são sempre feitas análises custo-benefício antes de qualquer intervenção.
Pimenta Machado diz que o plano para o litoral português inclui medidas de planeamento e prevenção, de proteção da zona costeira e relocalização de construções nas zonas de risco.
"Aquilo que temos previsto no nosso modelo é que esse recuo se vai intensificar agora com o efeito das mudanças climáticas. Vai acelerar e intensificar a erosão costeira em Portugal e é algo que nós temos de lidar com muito cuidado para mantermos a linha de costa", diz Pimenta Machado.
A aposta do Ministério do Ambiente consiste agora na alimentação artificial de praias. Vão ser colocados 35 milhões de metros cúbicos de areia nas zonas mais vulneráveis. Um especialista da Universidade do Porto diz que a medida só peca por tardia.
"Com o agravamento da situação e face às situações que nós herdamos há algo mais a fazer e em muitos casos soluções técnicas que já foram propostas há 40, 30, 20, 10 anos, nomeadamente a alimentação artificial de praias, que não tem sido feita ou quando muito tem sido feito na zona imersa, ou seja, debaixo de água, o que é muito pouco eficiente", afirma o professor Fernando Veloso Gomes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Os geocilindros são outro dos recursos que as autoridades portuguesas têm usado para tentar travar o mar e proteger as casas em Esposende, mas alguns não têm resistido à força do Oceano Atlântico. @ Euronews
                                                                                                                             

31/10/2018

o "Geoatualidades" informa: Portugal debate-se com erosão costeira


        Portugal é um dos países europeus mais afetados pela erosão costeira. Nas zonas mais expostas, a linha de costa já recuou cem metros.
       A erosão é mais grave no centro e norte do país. Em Esposende, o mar tem vindo a aproximar-se das casas, nomeadamente em Cedovém e Pedrinhas. Foram colocados troncos de madeira e pedras para tentar travar as investidas das ondas.
     Os proprietários de casas (de segunda habitação) queixam-se de algumas opções tomadas pelas autoridades. "O mar está a encarregar-se naturalmente e infelizmente de ir comendo a areia, mas do norte para sul foram postos esporões que prejudicaram exatamente as dunas", realça Rui Lages.
     O vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente e presidente da Polis Litoral Norte, Pimenta Machado, reconhece que a construção de esporões para consolidar mais a norte, pode provocar problemas de erosão a sul, mas diz que são sempre feitas análises custo-benefício antes de qualquer intervenção.
    Pimenta Machado diz que o plano para o litoral português inclui medidas de planeamento e prevenção, de proteção da zona costeira e relocalização de construções nas zonas de risco.
     "Aquilo que temos previsto no nosso modelo é que esse recuo se vai intensificar agora com o efeito das mudanças climáticas. Vai acelerar e intensificar a erosão costeira em Portugal e é algo que nós temos de lidar com muito cuidado para mantermos a linha de costa", diz Pimenta Machado.
      A aposta do Ministério do Ambiente consiste agora na alimentação artificial de praias. Vão ser colocados 35 milhões de metros cúbicos de areia nas zonas mais vulneráveis. Um especialista da Universidade do Porto diz que a medida só peca por tardia.
    "Com o agravamento da situação e face às situações que nós herdamos há algo mais a fazer e em muitos casos soluções técnicas que já foram propostas há 40, 30, 20, 10 anos, nomeadamente a alimentação artificial de praias, que não tem sido feita ou quando muito tem sido feito na zona imersa, ou seja, debaixo de água, o que é muito pouco eficiente", afirma o professor Fernando Veloso Gomes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
     Os geocilindros são outro dos recursos que as autoridades portuguesas têm usado para tentar travar o mar e proteger as casas em Esposende, mas alguns não têm resistido à força do Oceano Atlântico. @ Euronews

23/10/2018

o "Geoatualidades" informa: cinquenta por cento dos campos de milho do Baixo Mondego com colheita em risco


Cerca de 50% da colheita dos nove mil hectares de campos de milho no Baixo Mondego está em risco devido à tempestade Leslie, alertou hoje a Associação Distrital de Agricultores de Coimbra (ADACO), que exige medidas urgentes.
A ADACO afirma que a passagem da tempestade Leslie pela região, provocou prejuízos avultados na zona do Baixo Mondego em estruturas agrícolas, como estufas e barracões, bem como na produção de milho.

15/10/2018

o "Geoatualidades" informa: autarcas do Douro insistem na reativação da Linha do Douro até Espanha

A linha ferroviária do Douro está atualmente ativa entre o Porto e o Pocinho mas os autarcas querem que vá até Salamanca.
 NELSON GARRIDO
Os autarcas do Douro aproveitaram a presença do ministro da Economia, na Régua, para reivindicarem o prolongamento da Linha do Douro até Espanha, um projeco reclamado localmente e sobre o qual, dizem, o Governo tem "mantido o silêncio". 
"Este projeto é um desígnio nacional, é um projeto que do ponto de vista técnico e económico é justificado. Não podemos deixar cair este tema", afirmou o presidente da Câmara de Peso da Régua, José Manuel Gonçalves. @ LUSA 

11/10/2018

o "Geoatualidades de cá e de lá" informa


Esperança de vida dos portugueses aumenta para 80,78 anos. Mulheres continuam a ser recordistas da longevidade
                                                                                   RICARDO MORAES
A esperança de vida continuou a ser superior para as mulheres (83,41 anos), mas a diferença para os homens tem vindo a diminuir, sendo agora de 5,67 anos A esperança de vida à nascença da população portuguesa foi estimada em 80,78 anos, revelam dados do INE, segundo os quais o Norte, o Centro e Área Metropolitana de Lisboa são as regiões onde os portugueses vivem mais.


A esperança de vida, no triénio 2015-2017, continuou a ser superior para as mulheres (83,41 anos), mas a diferença para os homens (77,74 anos) tem vindo a diminuir, sendo agora de 5,67 anos (face a 6,02 em 2008-2010), adiantam as "Tábuas de Mortalidade em Portugal 2015-2017" divulgadas esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).LUSA


29/05/2018

o "Geoatualidades" informa: a economia nacional pode aproveitar o gás dado por Pequim à globalização


© Expresso Portugal na nova rota da seda da China

A economia nacional pode aproveitar o gás dado por Pequim à globalização para valorizar portos e dinamizar os negócios do mar

Não há semana em que a China não manifeste interesse, e de um modo cada vez mais insistente, pela nossa centralidade no Atlântico no cruzamento das rotas marítimas globais, nomeadamente Sines, diz Ana Paula Vitorino, a ministra do Mar, em entrevista ao Expresso. O seu Ministério avançou com um memorando com o homólogo em Pequim para desenvolver o que batizaram de “parceria azul” (usando simbolicamente a cor dos oceanos). A meta será criar uma extensão “azul” da iniciativa das novas rotas da seda, conhecida por Uma Faixa, Uma Rota (Belt and Road), que coloque Portugal no mapa da globalização chinesa. A visita recente a Portugal de Wang Yi, a ministra dos Negócios Estrangeiros, e o encontro com o homólogo português, Augusto Santos Silva, reforçou esta oportunidade.




15/05/2018

o "Geoatualidades" informa: a região do Barroso acaba de ser considerada Património Agrícola Mundial


A região do Barroso acaba de ser considerada Património Agrícola Mundial. A decisão foi tomada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.
daqui
A região do Barroso engloba os municípios de Montalegre e Boticas, onde predominam a produção pecuária e as culturas típicas das regiões montanhosas.
Foi este território que a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) considerou agora como Património Agrícola Mundial. A cerimónia pública da atribuição do certificado decorreu na quinta-feira em Roma, Itália.
A decisão saiu do sexto encontro do Grupo de Aconselhamento Científico do Programa de Sistemas Agrícolas Tradicionais de Relevância Global (GIAHS, na sigla em inglês).
Esta é uma iniciativa da FAO para a consciencialização e o reconhecimento nacional e internacional dos sistemas de património agrícola.
Outro objetivo é alertar para a importância de proteger os bens e serviços sociais, culturais, económicos e ambientais que estes fornecem aos agricultores familiares e as comunidades locais.
Na candidatura dda região do Barroso estiveram envolvidas a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT), a Direção Regional de Agricultura (DRA), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Universidade do Minho (UM).
O processo foi iniciado em 2016 pela ADRAT, sendo depois formalizada junto da FAO pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural. @ MP

11/05/2018

o "Geoatualidades" alerta: Portugal na lista dos países com mais gases com efeito estufa


Portugal encontra-se na lista dos países com mais gases com efeito estufa absorvidos através do património florestal, de acordo com o Eurostat.




Portugal está acima da média global da União Europeia relativamente aos países que absorvem emissões de gases com efeito estufa através da floresta, gases estes com efeitos nocivos para a atmosfera terrestre, revelam os dados divulgados pelo Eurostat esta quarta-feira.@ Jornal de Negócios



18/04/2018

o "Geoatualidades" informa

O projeto "Geoatualidades de cá e de lá" está sempre atento e, desta vez, partilha a seguinte notícia. Sabiam?

Os três dias em que Portugal só usou eletricidade de origem renovável estão a ser usados como exemplo internacional
No mês passado, Portugal esteve quase 70 horas seguidas a utilizar eletricidade produzida apenas por energias renováveis e o caso continua a ser dado como exemplo além fronteiras
"Um debate internacional sobre se é possível ter 100% de energia renovável nos países está a ganhar força. O feito de Portugal, resultado de décadas de investimento em tecnologia de baixo carbono, mostra que isso é possível", escreveu esta semana o site de notícias americano Quartz, relativamente aos resultados obtidos no mês passado.
Entre os dias 9 e 12 de março, o consumo de eletricidade no País foi assegurado na íntegra por fontes renováveis, sobretudo energia eólica. A eletricidade de origem renovável produzida entre as 16 horas dessa sexta-feira e as 13 horas de segunda-feira foi de 521 Giga Watts por hora (GWh), enquanto o consumo elétrico nacional foi de 408 GWh, disse a APREN - Associação Portuguesa de Energias Renováveis - em comunicado, acrescentando que as centrais eólicas nacionais só por si abasteceram o consumo elétrico em 65% daquele período.
"Durante a mesma altura do ano anterior, as energias renováveis forneceram apenas 6% da electricidade de Portugal (graças, em parte, a uma seca que reduziu a sua capacidade hídrica)", lê-se no artigo do Quartz.
Em Portugal, as centrais de energia renovável (hídricas, eólicas, solares, geotérmicas e de biomassa) produzem anualmente, em média, 54% das necessidades elétricas nacionais, o que permite reduzir as importações de combustíveis fósseis em perto de 750 milhões de euros por ano, afirmou a APREN no comunicado, citando dados da REN - Redes Energéticas Nacionais.
"As condições meteorológicas em Portugal foram uma ajuda para a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, já que o tempo húmido e ventoso significaram maior criação de energia a partir das turbinas eólicas e barragens", escreveu o site inglês The Independent, também esta semana.
O popular site "I Fucking Love Science", que tem 25 milhões de seguidores no Facebook, também destaca os resultados de Portugal como "impressionantes", considerando que o País já tem, por si só, "uma pegada de carbono relativamente pequena e uma situação única de fornecimento de energia". A partilha do artigo recebeu mais de 18 mil reações e já foi partilhada, até agora, mais de 3500 vezes. @ Visão




13/04/2018

geoatualidades: África começou a dividir-se em dois continentes


Assustador!
O continente africano vai dividir-se em dois. A Somália, metade da Etiópia, o Quénia, a Tanzânia e parte de Moçambique irão separar-se para formar um novo continente. Vai acontecer daqui a uns milhões de anos – mas já começou.
As discussões na comunidade científica sobre a forma como o continente africano se está a dividir em dois continentes avivaram-se depois se no dia 19 de março ter aparecido no Quénia uma gigantesca fissura, que rasgou a meio um vale e cortou uma estrada importante da região do Narok, no oeste do país.
A enorme fissura, com vários quilómetros de comprimento, tem cerca de 15 metros de profundidade e mais de 20 de largura, mas não é o primeiro fenómeno deste tipo a manifestar-se no continente africano. Há dezenas ou centenas de pontos fracos ao longo do chamado Grande Vale do Rift, que atravessa o continente desde o Corno de África, na Somália, até Moçambique. (ler texto na íntegra @ ZAP)

31/01/2018

Geoatualidades: as preocupações sobre a seca e sobre a qualidade de vida a Sul do país

A notícia que ontem nos chegou do projeto "Geoatualidades de cá e de lá", pela mão do Luís Cardoso, do 10º E, e que aqui divulgamos, sobre o carvão que continua a arder nas minas do Pejão, também tinha sido apontada pela Telma, do 11ºF. 

Hoje, aqui vão mais umas preocupações, desta vez da Beatriz Carvalho, do 11°F. 
Esta sobre a seca que a todos tem preocupado em Portugal.
Veja:
daqui
E esta sobre a qualidade de vida no Alentejo e no Algarve.
Veja:
 
daqui

30/01/2018

Geoatualidades: o carvão das minas do Pejão continua a arder

O Luís Cardoso, do 10º E, mostrou interesse neste assunto e o CRESCER partilha esse interesse e preocupação com todos.
daqui
"Ouvi uma notícia na RTP a falar sobre uma situação ocorrida nas minas de Pejão e fiquei com curiosidade de saber mais um pouco. Hoje descobri que o carvão presente na mina estava a arder desde os incêndios de outubro que deflagraram nessa localidade. Como é obvio este inconveniente trouxe inúmeras controvérsias."
Vejam o vídeo:

23/01/2018

geoatualidades: 2077 - 10 Segundos Para o Futuro


imagem do documentário abaixo sugerido
100 anos depois do  Homem ter pisado a Lua, é provável que esteja em condições de colonizar Marte. Caminhamos para a criação de uma civilização planetária naquela que será a maior transição da história da Humanidade. Espera-nos um admirável mundo novo. E uma corrida de velocidade para reverter o envenenamento do planeta Terra. Usámos os combustíveis fósseis para dar o grande salto da revolução industrial e enchemos a atmosfera de dióxido carbono, de forma explosiva, nos séculos XX e XXI.
Mesmo que hoje parássemos completamente de enviar dióxido de carbono para a atmosfera, a quantidade que já foi libertada é tal que é suficiente para provocar o aquecimento global durante décadas, tal como um pulmão que é sujeito à ação do tabaco durante anos. Quão estranho irá o clima ficar depende das medidas que tomarmos hoje.
Dois graus a mais é tolerável. Dez graus a mais terá consequências dramáticas e imprevisíveis, tendo como certa a impossibilidade de viver em muitos territórios hoje habitados e a deslocalização de cidades junto à costa.
O "Geoatualidades de cá e de lá" recomenda este documentário da RTP: 2077 - 10 Segundos Para o Futuro

16/01/2018

geoatualidades: um deserto de neve

Os alunos de Geografia do 10º e 11º ano, no âmbito do projeto "Geoatualidades de cá e de lá", continuam a enviar-nos as suas pesquisas, que o CRESCER partilha com a comunidade, no sentido de todos caminharmos numa cidadania responsável.
Ora vejam esta notícia.

Essa foi a cena encontrada por visitantes e moradores do Saara no último domingo. Camadas de cerca de 40 centímetros de puro gelo encobriram parte das dunas laranjas de areia do deserto mais quente do mundo. O resultado foram imagens incríveis.
As imagens foram compartilhadas na segunda-feira pelo fotógrafo independente Karim Bouchetata, morador da comunidade de Aïn Séfra, na Argélia.

04/12/2017

o projeto "Geoatualidades" alerta


Hoje, o projeto "Geoatualidades" não podia deixar passar em branco a catástrofe a decorrer no rio Tejo. 
está assim em Espanha)

Rio Tejo está em risco de secar completamente

Nível do rio nunca foi tão baixo, denuncia organização espanhola. Níveis das barragens espanholas estão nos 11% por causa da seca.

Abram o link e pasmem-se. Isto não está para brincadeiras!


27/11/2017

geoatualidades: "Alentejo não sabe a água que tem"

Os alunos de Geografia do projeto "Geoatualidades de cá e de lá" continuam a investigar sobre a geografia humana e partilham connosco temas bem atuais. Hoje é sobre a seca. E a entrevista completa está no DN.

Reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas, defende que a agricultura pode poupar mais água com algumas alterações

Tem defendido a necessidade da agricultura alentejana apostar em culturas tradicionais que gastem menos água. Esta solução é um passo decisivo para encarar a seca?
Mesmo em Alqueva, que foi uma obra fantástica na região, estamos a fazer culturas de regadio com uma água que é cara e escassa. Provavelmente, teríamos maior eficiência se fizéssemos algum regadio em culturas de sequeiro, que poderiam ter uma produtividade maior com menor gasto de água.
Seria um grande risco para uma região como o Alentejo?
Sim, porque sabemos que uma parte do Alentejo, neste momento, não tem água e que está a ficar cada vez mais abandonado. Depois há Alqueva onde, eventualmente, se estão a produzir algumas coisas a preço mais caro daquele que poderíamos estar a praticar se produzíssemos outro tipo de culturas.
Tem conversado com agricultores, recordando que é licenciada em Agronomia e com experiência na área?
Deixei de fazer investigação há algum tempo, mas acompanho o trabalho do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, onde estão os engenheiros agrónomos. As experiências realizadas confirmam o grande aumento da produtividade das culturas tradicionais com pouca rega, que pode ser a solução para agricultura do sul do mediterrâneo.
Além da agricultura, que estratégia definiu a Universidade para ajudar a encontrar uma solução no combate à seca no Alentejo?
Temos falado muito da necessidade de fazermos o cadastro das florestas, mas o cadastro de água no Alentejo também não está feito e é muito necessário. Há zonas afetadas pela seca extrema e o Alentejo não sabe a água que tem, nem em quantidade nem em qualidade. Há métodos de georreferenciação e geofísicos que nos permitem saber quais são os lençóis de água, onde estão e a que profundidades. 

22/11/2017

projeto "Geoatualidades de cá e de lá"

Este protejo, dinamizado pelos docentes de Geografia, consiste numa recolha feita pelos alunos de noticias relacionadas com o programa de 10º e  de 11º ano de Geografia e de Geografia A. O projeto consiste na recolha de noticias da imprensa diária em suporte papel e algumas em suporte informático.
A notícia que chegou ao CRESCER é sobre a longevidade humana. Vejam só.
daqui

Cientistas acreditam que no futuro muitos viverão até aos 125 anos

Dois geneticistas mostraram-se hoje confiantes que no futuro, mesmo longínquo, muitos seres humanos podem viver até aos 125 anos, mas é obrigatório adotar um estilo de vida saudável.

Em contrapartida, Sumit Jamuar e Gabriel Otte acham que a longo prazo é possível vivermos bem mais de 100 anos com a ajuda da tecnologia aplicada à saúde e com a mudança de hábitos de vida.
"Quem tem agora 50 anos e for saudável e praticar um estilo de vida saudável tem 50% de possibilidades de chegar aos 90 anos, mas a tendência é para aumentar a longevidade", disse Jamuar, do Instituto Indiano de Tecnologia de Deli.
O "segredo" da longevidade, segundo os especialistas, está na genética, mas também em cuidar do corpo diariamente, adotar um estilo de vida saudável, ter uma ação proativa, em suma, "fazermos um pacto de não agressão ao organismo", banindo "venenos como açúcar, gorduras, hidratos de carbono" e praticando exercício física desde a infância.
Recentemente, uma equipa de cientistas analisou dados demográficos de 40 países e sugere que há um limite máximo natural para a vida humana, fixado em cerca de 125 anos.
Os cientistas da faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova Iorque, fixam o limite médio da vida humana nos 115 anos.
"Para atingir a longevidade é importantíssimo o estudo da genética humana e a tecnologia tem permitido enormes avanços nos últimos anos. Porém, ainda há muito a fazer. Temos uma base de dados de três milhões de amostras de ADN e há sete mil milhões de pessoas", explicou Otte.
"O estudo da genética associado às novas tecnologias está a revolucionar a vida humana e fizeram-me imensos progressos nos últimos anos", sustentou Jamuar, acrescentando que a adoção de estilos de vida saudáveis permitirá um planeta saudável, funcionando como um "ciclo virtuoso".
No painel seguinte da Web summit dedicado à saúde, a questão abordada foi se alguma vez será possível abolir as doenças do mundo, um tema defendido pelo biólogo Pierre Meulien, diretor executivo da Innovative Medicines Initiative (IMI), e a norte-americana Lynne Davidson da Head of Innovation & Improvement.
Muelien foi perentório: "É uma utopia, absolutamente impossível viver num mundo sem doenças", enquanto Davidson considerou que já foram feitos tantos progressos, por exemplo no combate ao VIH e na Malária, que isso pode perfeitamente acontecer no futuro.
Muelien, que disse ser "completamente a favor da vacinação", defendeu que por muitos progressos que se façam nas diversas áreas da medicina, curativa ou preventiva, os vírus encontram-se sempre formas de sofreram uma mutação e provocar doenças.
Apesar de defenderam pontos de vista diferentes, ambos os intervenientes concordam que a tecnologia e mesmo a inteligência artificial são importantes ferramentas para a evolução da medicina e do estudo da genética.
"Notícias ao minuto",  9\11\2017