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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

direito ao contraditório: "E agora?"

O CRESCER lança uma nova rubrica. O "direito ao contraditório" pretende e ambiciona fazer chegar aos leitores opiniões passíveis de serem contestadas, num salutar e democrático convívio de ideias.
Esta é a primeira. A responsabilidade dos textos é dos seus autores.  
E agora?
       As campanhas terminaram, os votos estão contados e a lista L saiu vencedora. Mas o que é que muda?
       A lista L já era responsável pela Associação de Estudantes, por isso, continuaremos a ver as iniciativas que foram característica desta AE, no último ano, a serem promovidas. Mas o que é que significaria se em vez de ser a lista L a ganhar tivesse sido a U ou a M? Se analisarmos os “programas eleitorais” das diferentes listas, verificamos que a matriz era a mesma, as medidas eram muito idênticas, existia até uma convergência programática entre as diferentes listas. De facto, aquelas que se deveriam ter afirmado como verdadeiras alternativas, as listas U e M, não o conseguiram, e apresentaram-se como uma continuação das políticas que têm vindo a ser promovidas nos últimos anos pela Associação de Estudantes. As medidas que ambas as listas propunham, além de muito idênticas, não significavam uma verdadeira mudança na nossa escola.
       A esta nova Associação de estudantes faço apenas um apelo: é necessário que se mudem mentalidades e se faça da Associação um verdadeiro ponto de encontro e de debate entre todos os alunos, onde estes possam expor as suas ideias e preocupações sobre a escola, e que estas cheguem à direção.
          E agora?... Agora é necessário continuar a criar uma escola onde os alunos são protagonistas. 

António Pedro Santos


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