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03/03/2023

atualidade: hábitos 'online' causam ansiedade a metade dos jovens, mas pais não o reconhecem

Quase metade dos adolescentes portugueses admitem sofrer de ansiedade devido aos seus hábitos 'online', mas apenas 17% dos pais o reconhecem, revela hoje uma análise da revista Deco Proteste.

“Há uma discrepância muito grande entre aquilo que são os sintomas que os jovens sentem pela sua atividade” e as “respostas dos progenitores”, realçou à Lusa Marta Mesquita, porta-voz da revista da associação de consumidores.
A Deco Proteste enviou um questionário ‘online’ a mais de 1.400 pessoas entre maio e julho de 2022, obtendo 937 respostas válidas relativamente ao universo dos pais.
“Nós enviámos dois questionários. O inquérito para os adolescentes enviámos em setembro e outubro de 2022. Tivemos uma validação de 487 respostas”, disse Marta Mesquita.
Segundo a porta-voz da Deco Proteste, o teste foi também desenvolvido na Bélgica, Itália e Espanha.
“Quando questionados, 65% dos adolescentes reconhecem sofrer, pelo menos, de um problema causado, parcialmente, pelos hábitos ‘online'”, sustenta o estudo.
Além da disparidade verificada na ansiedade, 34% dos jovens também já reconheceu mudanças de humor, contudo só 18% dos pais as identificaram.
“Globalmente, os pais atribuem 8,4 pontos em 10, à saúde mental dos descendentes, mas estes ficam-se pelos 6,8 pontos”, sublinha.
No estudo, a Deco Proteste explica que, na saúde física e na qualidade de vida, a diferença é menor, apontando que “as raparigas aparentam viver piores condições, nas dimensões referidas, do que os rapazes”.
Também sustenta que a grande maioria dos jovens acede à Internet através do telemóvel, “um em quatro não tem computador para qualquer atividade ‘online’ e 11% nem possuem um dispositivo partilhado”.
“No tempo que os jovens despendem mergulhados no mundo virtual, não existem grandes diferenças entre a visão dos pais e a dos filhos: de ambos os lados, estimam a mesma duração de segunda a sexta e aos fins de semana: em média, respetivamente, 02:47 e 03:40 [horas]”, refere.
Em relação ao tempo passado ‘online’ e àquele que é gasto nos estudos, a diferença é de apenas de 10%.
“A Internet é a fachada conhecida para outros exercícios que não escolares. Embora haja uma margem de crédito da parte dos pais, a diferença é superior a 10% entre o tempo que pensam que os filhos consagram aos estudos e aquele que realmente passam a fazê-lo: 88% contra 75%, respetivamente”, indica.
“Se os rapazes usam a internet sobretudo para jogar em grupo, as raparigas preferem-na para fazer compras. Os jovens também visitam mais ‘sites’ para adultos”, frisa.
De acordo com a análise, a maioria dos adolescentes usa cerca de quatro redes sociais, mas a “consciência desse número só atinge cerca de um terço dos pais, contra mais de metade dos jovens”.
“O que se julga conhecer sobre as redes visitadas é dissemelhante em 30%, no caso, por exemplo, da Discord. Com a mesma percentagem de “desafinação”, a presença no Facebook é sobrevalorizada pelos pais, uma vez que os jovens, na realidade, migraram para outras redes. A média diária de permanência nas redes sociais supera as duas horas para 61% dos adolescentes”, anota.
Relativamente a mensagens eróticas via telemóvel — sexting, abreviação de sex e texting –, 48% dos progenitores “pais afirmam ter abordado o assunto, enquanto só 27% dos adolescentes confirmaram essa conversa”.
“Face ao tempo passado online, e que, de acordo com 40% dos adolescentes, aumentou durante a pandemia, não admirará a exposição a tais perigos”, sublinha. @ Sapo

escola sede: conheça o Quim, o "Quim Rolhas"

De uma parceria com a disciplina de Geografia, o 7º I partiu para a construção de um contentor de rolhas na disciplina de Educação Visual. 

Após fazerem e apresentarem na sala de aula a pesquisa pedida sobre o sobreiro, os alunos desenharam ramos, folhas e a árvore do sobreiro. 

E, assim, nasceu o Quim, o Quim Rolhas. Ei-lo!

foto do blogartes

Para apreciar todo o processo de criação do Quim Rolhas, clique aqui.



02/03/2023

a luta dos professores continua: hoje a greve é no centro-norte do país

Hoje, dia 2 de março, a greve é no centro-norte do país. E amanhã, dia 3, será no centro-sul do país.

Na nossa escola haverá uma concentração de professores à porta da escola pelas 11h da manhã e às 13h uma outra, pois foram decretados serviços mínimos para os primeiros três tempos dos horários dos professores, impedindo, portanto, uma greve plena.
 
Já as manifestações decorrerão no dia 4 de março, tanto no Porto como em Lisboa, pelas 15h30m.  A do Porto inicia o percurso com a concentração na Praça Marquês de Pombal e segue até à Avenida dos Aliados. A manifestação de Lisboa inicia-se com a concentração no Rossio e segue até à Assembleia da República.

a luta dos professores continua: hoje a greve é no centro-norte do país

Hoje, dia 2 de março, a greve é no centro-norte do país. E amanhã, dia 3, será no centro-sul do país.

Na nossa escola haverá uma concentração de professores à porta da escola pelas 11h da manhã e às 13h uma outra, pois foram decretados serviços mínimos para os primeiros três tempos dos horários dos professores, impedindo, portanto, uma greve plena.
 
Já as manifestações decorrerão no dia 4 de março, tanto no Porto como em Lisboa, pelas 15h30m.  A do Porto inicia o percurso com a concentração na Praça Marquês de Pombal e segue até à Avenida dos Aliados. A manifestação de Lisboa inicia-se com a concentração no Rossio e segue até à Assembleia da República.

educação: proposta final do Governo mantém “linhas vermelhas” identificadas por professores

O Ministério da Educação enviou ontem às organizações sindicais dos professores a versão final da proposta para o regime de recrutamento e mobilidade, mas o diploma mantém algumas das “linhas vermelhas” que os docentes já tinham apontado.

A última reunião negocial do processo iniciado em setembro sobre os concursos e colocação de professores realizou-se na semana passada e a tutela enviou hoje aos sindicatos os diplomas finais, com poucas alterações face às últimas propostas apresentadas.
As organizações sindicais têm até quinta-feira para solicitar a negociação e a maioria deverá fazê-lo, uma vez que o Ministério da Educação mantém alterações que os docentes já tinham considerado “linhas vermelhas” para um acordo, designadamente a criação de conselhos de quadro de zona pedagógica (QZP).
Estes órgãos, que até recentemente o Ministério designava de conselhos locais de diretores, serão compostos pelos diretores dos agrupamentos e escolas inseridos na área geográfica do QZP, com a responsabilidade para fazer a distribuição do serviço, inicial e resultante de necessidades temporárias que surjam no decurso do ano escolar, e elaborar os horários compostos por serviço letivo em dois agrupamentos.
“É uma das linhas vermelhas que nunca nos permitirá assinar este documento sobre concursos”, tinha dito o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, há cerca de duas semanas.
A criação dos conselhos de QZP foi uma das propostas criticadas, de forma unânime, pelas organizações que representam os docentes, mas as organizações sindicais contestaram outras medidas que também não desaparecem nos documentos finais.
Por um lado, o Ministério da Educação insiste que os docentes vinculados em QZP têm de concorrer ao agrupamento do quadro a que pertencem e a outros três QZP adjacentes ou contíguos.
De acordo com os sindicatos, essa proposta impede que os professores possam aproximar-se da sua área de residência, mas também acaba por desvirtuar, em certa medida, a redução da dimensão dos QZP, que passam dos atuais 10 para 63 mais pequenos.
As organizações apresentaram também reservas quanto ao modelo de vinculação dinâmica, alertando que levará a ultrapassagens devido aos requisitos definidos.
O diploma final prevê a vinculação dos docentes com pelo menos 1.095 dias de tempo de serviço, que estejam a lecionar a 31 de dezembro e com contratos nos dois anos anteriores, tendo prestado, pelo menos, 180 dias de tempo de serviço em cada um desses anos ou 365 dias de tempo de serviço entre os dois anos, e em nenhum deles menos de 120 dias de tempo de serviço.
Por outro lado, da última proposta desaparece a exigência de os docentes contratados concorrerem a um mínimo de QZP para poderem subir de nível remuneratório, contestada pelas organizações sindicais.
O regime de recrutamento e mobilidade de pessoal docente foi negociado entre o Ministério da Educação e 12 organizações sindicais.
Dessas, as nove que integram a plataforma sindical, que inclui a Fenprof e Federação Nacional da Educação, já anunciaram que vão requerer a negociação suplementar. @ Sapo

“Happy Schools: Positive Education for Well-Being and Life-Skills Development”, em Florença (curso 4)

O projeto “Inovar para o sucesso” é o primeiro Projeto Erasmus+ da ação KA1 do Agrupamento de Escolas de Águas Santas, destinado a docentes de diferentes áreas disciplinares e ciclos de ensino.

No mês de março iremos proceder à abertura da quinta fase de candidatura, convidando-se os docentes do 2.º ciclo  do agrupamento que sejam tutores e/ou docentes de Cidadania a participarem, de forma a beneficiarem da mobilidade formativa prevista: 

CURSO 4 - “Happy Schools: Positive Education for Well-Being and Life-Skills Development”, em Florença.

Essa candidatura deve ser formalizada através do preenchimento do “Formulário de Candidatura” que se encontra abaixo.

O formulário de candidatura deve ser impresso, preenchido, assinado e entregue na Secretaria ao cuidado da Chefe dos Serviços Administrativos.

O procedimento concursal será realizado nas seguintes datas:

Formalização de candidatura (preenchimento do formulário da candidatura): de 2 a 8 de março

Seleção do candidato: 9 março

Publicação dos resultados:13 de março

Prazo de reclamação: até 15 de março

Prazo de resposta às reclamações: até 18 de março

A identificação do candidato selecionado será divulgada no jornal da escola e no blogue do projeto, respeitando os critérios definidos para o processo de seleção.

Anexos:

Formulário de candidatura:

https://docs.google.com/document/d/1oWDtb-6IDTOBc3W_2tMAYc0PUTPj0FCP/edit?usp=sharing&ouid=101827906379706199488&rtpof=true&sd=true

Critérios de seleção:

https://docs.google.com/document/d/1jm29ABYA0QcaJLMMO5WC-4UUFOXbHQdF/edit?usp=sharing&ouid=101827906379706199488&rtpof=true&sd=true

                                                        Paula Pacheco Silva e Lizete Pinheiro, docentes responsáveis pela gestão do projeto

Irão: autoridades investigam casos de envenenamento de pelo menos 650 raparigas

Centenas de raparigas têm sido alvo de envenenamento em diferentes escolas do Irão, desde novembro do ano passado. As autoridades iranianas agora consideram a possibilidade de se tratarem de ataques intencionais, com o objetivo de encerrar as escolas femininas.

Pelo menos 650 alunas foram alvo de envenenamento com um gás tóxico, desde novembro do ano passado, no que para muitos se trata de uma tentativa deliberada de fechar as suas escolas. Não houve nenhuma morte, mas dezenas têm sofrido de problemas respiratórios, náuseas, tonturas e fadiga, adiantou a BBC. Já foi aberta uma investigação.

          (Pais receiam enviar as filhas para a escola e pedem aulas online)

O primeiro caso deu-se a 30 de novembro do ano passado, e desde então têm ocorrido envenenamentos em mais de 10 escolas femininas. Só na semana passada pelo menos 194 raparigas de quatro escolas foram alvo na cidade de Borujerd.

As autoridades começaram a considerar a hipótese de se tratarem de ataques com vista ao encerramento das instituições de ensino feminino. 

O procurador-geral iraniano anunciou, na semana passada, que tinha sido aberta uma investigação.

No início de fevereiro, pelo menos 100 pessoas protestaram em frente ao gabinete do governador em Qom. "Eles estão a fazer isto numa escola secundária para raparigas em Qom para nos forçar a ficar em casa", declarou uma mulher, segundo reportado pela BBC. "Eles querem que as raparigas fiquem em casa".

(Pais reúnem-se no exterior do gabinete do governador para exigir a ação das autoridades) @ Sapo

país: Banco Alimentar enfrenta nova realidade de aumento de pedidos de ajuda

Mais emigrantes, trabalhadores e jovens com crédito à habitação. Banco Alimentar enfrenta nova realidade de aumento de pedidos de ajuda.

Isabel Jonet, presidente da FPBACF
Com o aumento galopante da inflação, o custo de vida subiu e sentiu-se nos bolsos dos portugueses, ao longo de todo o ano de 2022. Ainda que tenha sido menor nos últimos meses, tendo abrandado para 8,2% em fevereiro, segundo estima o INE, a realidade é que a desaceleração teima a verificar-se nos preços dos produtos alimentares nos supermercados.

Acrescido de outros fatores conjunturais, o que resulta são mais famílias que chegam ao final do mês a ter de optar entre pagar casa ou alimentação, e uma consequente subida de pedidos de ajuda que chegam ao Banco Alimentar Contra a Fome.

Em entrevista à Multinews, Isabel Jonet, presidente do Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome ( FPBACF) relata uma mudança na realidade de quem procura ajuda neste tipo de suportes e estruturas de solidariedade: são pessoas mais novas, com trabalho fixo, que não têm forma de chegar ao final do mês e responder a todas as despesas.
A responsável recusa que o aumento de pedidos de ajuda ao Banco Alimentar esteja relacionado com a guerra na Ucrânia. “Tem a ver com a inflação, tem a ver com a pandemia da Covid-19. Na altura da pandemia injetou-se grandes quantidades de dinheiro na economia, e o que agora vemos é o efeito dessa injeção, que agora não ocorre. O incremento de preços em alguns produtos básicos, ou aumentos na energia, sim, são efeitos da guerra. Mas não ligo nada diretamente à guerra, eventualmente apenas contribui para alguma instabilidade e nervosismo, e algumas quebras nas cadeias logísticas. Mas o resto é tudo a inflação”, aponta Isabel Jonet.
A responsável destaca outro conjunto de fatores da atualidade que resultam em mais famílias em risco: Mais aumentos dos preços, acréscimos das taxas de juro dos créditos à habitação. “Os que compraram casa, antes da pandemia e nessa altura, porque não conseguiam arrendar perante os preços do mercado, representam um aumento muito grande [nos pedidos de ajuda], mas com um ‘delay’ de seis meses, só agora estamos a ver os reflexos da última atualização das taxas de juro”, explica a presidente do banco Alimentar à Multinews.
Todos os dias chegam em média 25 pedidos de ajuda ao Banco Alimentar todos os dias, mais de 500 por mês. Nos últimos tempos, o aumento verifica-se também no número de instituição que procuram apoio desta organização. Mas nada que recorde os tempos de pandemia, quando “chegou a registar-se 300 pedidos de ajuda num só dia” no Banco Alimentar.
Lisboa, Porto, Setúbal e a região do Algarve são os locais de onde chegam mais pedidos de ajuda ao Banco Alimentar.
Nos que procuram a ajuda do banco Alimentar pela primeira vez há uma grande diversidade de realidades socioeconómicas: “Temos muitos imigrantes, famílias de nacionalidade brasileira, também muitas mulheres sozinhas com filhos, e pessoas mais novas que tem trabalho mas o que ganham não chega para acomodar a prestação do crédito à habitação”. Há também “um aumento preocupante, que se mantém de pessoas com baixas pensões de reforma”, aponta Isabel Jonet.
“É muito difícil ver a situação de pessoas mais novas, desesperadas, sem dinheiro para pagar a renda e chegar ao fim do mês, não sabem como vão conseguir sobreviver. São situações que, como é óbvio, queríamos que fossem pontuais. Queríamos que estas pessoas pudessem dará a volta por cima. Mas agora essa expectativa, a curto-prazo, até a médio-prazo é praticamente inexistente. É um desânimo muito grande que nos chega, de trabalhadores que não conseguem fazer esticar o orçamento familiar, sem perspetivas de melhorar a vida. É muito triste”, relata Isabel Jonet à Multinews.
Por outro lado, os portugueses mantêm-se solidários e as doações ao Banco Alimentar não têm registado reduções. @ Sapo

Porto: portas do Palacete Silva Monteiro abrem-se ao sábado a partir deste fim-de-semana

A partir de 4 de Março, o Palacete Silva Monteiro, no Porto, abre portas ao sábado para visitas guiadas e provas de Vinho Verde. A Casa do Vinho Verde distribui-se por três pisos que são dados a conhecer ao longo de uma hora de visita guiada.

Durante o percurso, a equipa do curso de Restauro da Universidade Católica do Porto destaca uma pessoa especializada para explicar os pormenores arquitetónicos e decorativos que servem de referência à história do Porto oitocentista.

Com um limite máximo de 15 participantes cada, as visitas decorrem de hora a hora e estão sujeitas a inscrição prévia, com um custo de 5 euros por pessoa. No final, realiza-se uma prova de vinho verde, com duas referências de produtores da região, que vão percorrendo os vários perfis de vinhos da Denominação de Origem. @ Sapo

ADSE: nova tabela entra em vigor esta quarta-feira

Beneficiários apanhados de surpresa com alterações de preços

A nova tabela de preços da ADSE entrou em vigor esta quarta-feira com alterações que surpreenderam a Associação 30 de Julho – Associação Nacional de Beneficiários da ADSE: desde logo porque “a proposta de revisão da tabela não foi publicamente apresentada aos beneficiários”, lamentou Fernando Vaz de Medeiros, responsável da associação, em declarações à rádio ‘TSF’.

Pode consultar a nova tabela aqui:

Tabela-de-Precos-e-Regras-de-Regime-Convencionado-e-IPSS_01_marco_2023 (1)

“Não houve qualquer alerta, qualquer comunicação aos beneficiários, nem sequer uma notícia no site a alertar que os beneficiários vão pagar mais por alguns dos atos que constam da tabela”, referiu, sublinhando que “há especialidades em que os preços sofrem uma grande alteração. Esta é uma questão muito polémica e controversa: por que é que há especialidades com um preço mais elevado do que outras? Não sabemos como os médicos das especialidades que mantêm a remuneração vão reagir a esta tabela”.

“Esperávamos que a ADSE, com a força dos seus 1,3 milhões de beneficiários, tivesse capacidade para dizer aos hospitais privados ‘nós compreendemos a posição, vamos fazer um esforço financeiro no sentido de aumentar os preços mas pedimos em contrapartida um esforço dos hospitais privados de voltar a ter médicos em todas as especialidades e atos médicos como exames'”, garantiu Fernando Vaz de Medeiros.

“Há hospitais privados, por exemplo, em que exames de imagiologia, ou as ecografias, são retirados das convenções, o que prejudica fortemente os beneficiários”, apontou o responsável, não escondendo a preocupação “com esta situação. Esperávamos que fosse uma oportunidade para corrigir isto, não criando condições para mais saídas de médicos e permitindo o regresso imediato às convenções”. @ Sapo

01/03/2023

a luta dos professores continua: protestos, apelos, greves e manifestações

Ontem, o primeiro-ministro foi recebido por protestos de professores aquando da sua visita a Matosinhos. 

ontem, em Matosinhos

António Costa esteve esta terça-feira em Matosinhos para uma sessão de esclarecimentos sobre o novo programa de habitação. No local, o secretário-geral adjunto do PS, João Torres, tentou, em representação do partido, acalmar os docentes. Os professores exigem "ser ouvidos" por António Costa, afirmou Vladimiro Campos, professor no Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto.

O Governo já disse que nos ouve, só que de ouvir a ir para a mesa de negociações, negociar, vai uma grande diferença, salientou Vladimiro Campos, professor há 22 anos. @ SicN

Por sua vez,Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) apela ao S.TO.P! que retire greve por tempo indeterminado para evitar serviços mínimos em futuros protestos.



O Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) apela ao S.TO.P! (Sindicato de Todos os Profissionais da Educação) que retire a greve por tempo indeterminado (até porque, na prática está a fazer greve em dias específicos) para, assim, retirar argumentos para imposição de serviços mínimos em futuras lutas. Isso mesmo disse Júlia Azevedo, presidente do SIPE, em declarações à CNN Portugal.
A sindicalista está convencida que os serviços mínimos decretados pelo colégio arbitral para os dias 2 e 3 de março sofre do efeito de contágio da medida que já tinha sido decretada para a greve do S.TO.P! de 27 de fevereiro a 11 de março. Até porque, alega, a greve anunciada pela plataforma sindical (que agrega, além do SIPE, a ASPL, a Fenprof, a FNE, a PRÓ-ORDEM, o SEPLEU, o SINAPE, o SINDEP e o SPLIU), é uma greve de apenas um dia entre Coimbra e o Norte e outro dia entre Leiria e o Sul. Não pode, por isso, ser um protesto reiterado no tempo e muito menos com caráter indeterminado. À semelhança de outras estruturas sindicais que compõem a plataforma, o SIPE avançou esta terça-feira com uma providência cautelar para tentar travar os serviços mínimos na quinta e na sexta-feira, mas sem grande esperança que a resposta do tribunal venha em tempo útil. A esperança de Sandra Moreno, a jurista do SIPE, é que faça, à semelhança do que já aconteceu em 2018, jurisprudência para futuras lutas. Nessa altura, os sindicatos avançaram para tribunal e o Ministério da Educação perdeu no Supremo Tribunal de Justiça. @ CNN

Greves e manifestações (novas datas)

Certo é que amanhã, dia 2 de março, decorre a greve centro-norte do país e no dia 3 a greve é a centro-sul
Já depois de as manifestações terem sido antecipadas para o dia 4 no Porto e dia 11 em Lisboa, os sindicatos consideraram posteriormente que ambas as manifestações deveriam decorrer no mesmo dia, 4 de março (sábado), para dar mais firmeza à luta. 

atualidade: centenário do nascimento de Eduardo Lourenço comemorado com iniciativas em todo o país

O centenário do nascimento do ensaísta Eduardo Lourenço (1923-2020) vai ser assinalado com iniciativas a realizar durante um ano em todo o país, disse hoje à agência Lusa uma fonte da coordenação científica do programa.

O programa das comemorações, que está a ser coordenado pela Câmara Municipal da Guarda e pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), tem início no dia 23 de maio, data de aniversário do ensaísta, e irá prolongar-se até 23 de maio de 2024.
Segundo a fonte, o programa que está a ser elaborado inclui a realização de "atividades em todo o país", com destaque para a cidade da Guarda e para a terra natal de Eduardo Lourenço, a aldeia de São Pedro do Rio Seco, no concelho de Almeida, distrito da Guarda.

As comemorações, com início na Guarda e em São Pedro do Rio Seco, terão por base quatro eixos: "aprofundar o conhecimento da obra", "ampliar o universo de leitores", "expandir o legado de Eduardo Loureço" e "territorializar um pensamento, desterrioterializado".Para "aprofundar o conhecimento da obra", a organização pretende promover jornadas, colóquios, congressos e seminários e, para "ampliar o universo de leitores", desenvolver iniciativas para os jovens no âmbito das bibliotecas.

Já no eixo "expandir o legado de Eduardo Loureço" serão promovidas edições, exposições, concertos, atividades relacionadas com o cinema e as artes performativas.

Por fim, no tocante ao tema "territorializar um pensamento, desterritorializado", é intenção da organização promover iniciativas sobre "referências do território, a geografia e lugares da memória" do filósofo e ensaísta, com destaque para a criação do "Roteiro Eduardo Lourenço", que incluirá São Pedro do Rio Seco, Guarda e Coimbra, entre outros lugares "por onde passou ao longo do tempo".

O professor, ensaísta, escritor e "pensador incansável de Portugal, da sua identidade e destino" Eduardo Lourenço, natural de São Pedro do Rio Seco (Almeida), onde nasceu em 23 de maio de 1923, faleceu no dia 01 de dezembro de 2020, com 97 anos.

A apresentação da rede de parceiros e do pré-programa das comemorações do centenário realiza-se na sexta-feira, de tarde, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), na Guarda.

Segundo o CEI e a autarquia da cidade mais alta do país, para as 15:00 está agendado o colóquio "Leituras de Eduardo Lourenço: Nós como futuro", com participação de António Sáez Delgado (Prémio Eduardo Lourenço - EL 2014), Fernando Paulouro (Prémio EL 2017), Carlos Reis (Prémio EL 2019) e Pílar del Rio (Fundação José Saramago - Prémio EL 2021).

Com esta iniciativa, a organização propõe às personalidades distinguidas com o Prémio Eduardo Lourenço "que reflitam, a partir das suas áreas específicas, sobre a sua importância e implicações para 'as luzes e as sombras do mundo em que vivemos'".

Pelas 16:30, será apresentada a Rede de Parceiros e a programação do centenário do nascimento do ensaísta Eduardo Lourenço.

O grupo que coordena as comemorações no CEI é constituído por António Pedro Pita e Rui Jacinto (Universidade de Coimbra) e por Roberto Vecchi e Margarida Calafate Ribeiro (Cátedra Eduardo Lourenço, Universidade de Bolonha) e "tem vindo a preparar um programa com o envolvimento direto de instituições com quem o professor estabeleceu uma relação mais estreita e que esboçam um possível Roteiro Eduardo Lourenço". @ Sapo

opinião: como se formam as nossas memórias e porque as perdemos?

Não podemos, adultos, recordar o que nos aconteceu antes dos 4 anos. Tudo o que lembramos foi reconstruído depois, são falsas memórias. 

Tudo o que guardamos em nós, guardamo-lo em sítios diferentes do cérebro. Desde que nascemos – aliás, desde antes de nascermos.
Por exemplo, a observação de um carro que desce uma rua. O som da sua aproximação é enviado para o córtex auditivo. A sua imagem vai ser decomposta pela retina e enviada por “correio separado”, em diferentes “pacotes”, para o córtex visual, na região “occipital”. Umas vias são ativadas pela cor do carro, outras pela sua forma e outras só transmitem a informação do movimento. Esta configuração única daquele carro, reunida no córtex, permite-nos reconhecê-lo como algo que se aproxima de nós ao mesmo tempo que o volume de som cresce. É uma forma distribuída, poupando circuitos, que o cérebro tem de funcionar.
Ativamos de modo simultâneo, em constelação, todos esses dados dispersos, a reconstrução numa só imagem da cor, da forma e do movimento, o som recebido no córtex, a avaliação da sua localização no córtex “parietal”, e a emoção que despertou no córtex “límbico”. A seguir, por uns instantes, noutra zona, na parte da frente, no córtex “pré-frontal”, avaliamos o conjunto disto tudo, a sua importância, comparando com outros que já vimos ou experimentámos, na chamada memória de trabalho, a curto prazo, que rapidamente se desvanece. Para conservar essa recordação, guardamos ainda noutra região, no “hipocampo”, os códigos dessa ativação, o que permite reconstruí-la quando vier a propósito ou for precisa.
Noutras estruturas ainda, a memória dos gestos. Parece complicado, mas poupa recursos. Como peças de um lego. A mesma coisa pode ser usada para situações diferentes. O todo, ou parte dele, pode ser recuperado pelas circunstâncias. Quem é esta pessoa, qual o caminho de regresso, como tocar um instrumento, utilizar grafemas na leitura ou resolver equações. Memórias a curto prazo, efémeras, e a longo prazo, do que são as coisas comuns a todos e do que nos aconteceu só a nós, conscientes ou inconscientes. Tudo disperso ocupa menos espaço, e pode ser utilizado para outros fins.
Mas, embora em números astronómicos, os circuitos são limitados e não poderiam representar tudo o que vivemos, acordados ou a dormir. Temos de perder alguma informação para guardar a que for mais importante para nós no presente. Abandonar uns circuitos e criar outros, representando novos objetos ou situações.
O saber ocupa lugar. O sono, por que passamos todos os dias, é fundamental para essa constante atualização do que somos. Porque “somos aquilo que fomos”. E o que fomos tem de ir mudando, porque o nosso corpo muda e tudo muda à nossa volta: as pessoas, os sítios, as coisas. Tal como o corpo, sem nos darmos conta, os circuitos mudam. O arquivo no cérebro fica diferente para mantermos o essencial: a consciência de nós, a identidade.
Assim dispersa por localizações cerebrais distantes, a informação fica dependente do grau de maturação dessas zonas para poder ser guardada. Ao nascer, temos já maduros os circuitos que representam as emoções. Mas o hipocampo e as suas memórias a longo prazo, só por volta dos 4 anos. É por isso que as crianças podem ter medo sem conseguirem saber porquê.
Com 6 meses, objetos novos (pessoas…) que veem pela primeira vez são recordados durante 24 horas; com 10 meses, já se “mantêm” até depois do ano. São memórias a prazo, mas ainda assim efémeras. O hipocampo ainda não amadureceu. Não podemos, adultos, recordar o que nos aconteceu antes dos 4 anos. Tudo o que lembramos foi reconstruído depois, são falsas memórias. Também precisamos delas para manter uma visão coerente do nosso passado. Ir esquecendo as perdas, as pessoas queridas que desapareceram. Para seguir em frente.
E é em função do corpo e das suas necessidades que esse esquecimento quotidiano – essa modificação de circuitos – ocorre. Não o conseguir fazer, não conseguir esquecer é, na minha opinião, o que acontece no autismo. Dificuldade em mudar o reportório.
De facto, somos pessoas diferentes todas as manhãs, ao acordar. E isso é bom. 

texto de Pedro Cabral, neurologista, publicado @ Visão

meteorologia: frio põe todos os distritos sob aviso amarelo à exceção de Faro

As temperaturas podem chegar aos sete graus negativos em algumas regiões do Interior Norte e Centro.

As temperaturas estão mais baixas e os termómetros vão continuar a descer nos próximos dias. Esta segunda-feira, apenas sete distritos estão sob aviso amarelo. Mas a partir de terça-feira, a situação altera-se. 
IPMA colocou todos os distritos do país, à exceção de Faro, sob aviso amarelo na terça e quarta-feira devido ao tempo frio.
De acordo com a meteorologista Maria João Frada, do IPMA, as temperaturas podem chegar aos 7º negativos em algumas regiões do Interior Norte e Centro.
Haverá formação severa de geada, especialmente no Interior Norte e Centro, em particular no Nordeste Transmontano e Beira Alta, onde haverá impacto significativo na circulação rodoviária e, de um modo geral, na vida das pessoas, alertou a meteorologista.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) aconselha a população a ter cuidados acrescidos, como a utilização de várias camadas de roupa e a ingestão de sopas e bebidas quentes. Apela também a cuidados redobrados com a população mais vulnerável. @ Sic Notícias

curiosidade: porque é que fevereiro só tem 28 dias? a culpa é dos Romanos…

Há muitas coisas que temos como certas na vida: e uma delas é que fevereiro é o único mês que tem 28 dias, sendo que de quatro em quatro anos (nos anos bissextos) tem um dia ‘extra’. Mas já se questionou porque é que é o mês com direito a menos dias?

A ‘discriminação’ começa logo no primeiro calendário romano, que só começava em março e contava com 10 meses (vemos os vestígios desta tradição em alguns meses do nosso atual calendário: setembro, outubro, novembro e dezembro – correspondentes aos números sete, oito, nove e dez).
Ainda antes do nascimento de Cristo, diz a lenda que Rómulo e Remo fundaram Roma e trataram de organizar as datas festivas num calendário. Com base nos cálculos dos astrónomos da altura, mediu-se o tempo entre os solstícios de verão e inverno, e os equinócios da primavera e outono, para definir que entre dois eventos destes (solstícios ou equinócios) passavam 365,242 dias.
Tornava-se complicado seguir o calendário lunar. Assim o primeiro calendário de Rómulo contava meses lunares com 29,5 dias, adaptando que tinham 30 ou 31 dias. Contas feitas, e com apenas 10 meses, ficavam de fora 61,25 dias.
Com o novo rei, veio uma série de mudanças: os meses com números pares deixaram de existir, passando os que tinham 20 dias a 29. Foram acrescentados dois ciclos lunares, para um total de 12 meses, com o surgimento de janeiro, com 29 dias, e fevereiro, com 28 dias.
Fevereiro teve a ‘honra’ de ficar com os 28 dias, número par, porque os Romanos celebravam o “mês da purificação” nesta altura, dedicado a Februa, a quem eram oferecidos sacrifícios para que obtivessem retorno que compensasse a escassez de colheitas.
Continuava, no entanto, a existir o problema de 355 dias de ciclos lunares serem menos do que os 365 dias de ciclo solar calculados, pelo que com a passagem do tempo, alguns meses já não correspondiam às estações normais, ocasionalmente acrescentando-se mais um mês.
O ‘caos’ só veio a ser resolvido por Júlio César, que ‘importou’ o calendário egípcio, de 365 dias, e aplicou-o, trocando o calendário lunar pelo solar. Janeiro e fevereiro passaram para o início do ano e os 10 dias de diferença foram distribuídos pelos vários meses, com fevereiro a ficar com 29 dias, exceto de 4 em 4 anos, já que o ano solar é ligeiramente maior do que 365 dias.
Vieram novas mudanças, já que o dia ‘extra’ era inicialmente entre dia 23 e 24, e os meses mudaram de nume para julius (julho) e augustus (agosto) para honrar os imperadores Júlio César e César Augusto.
A ordem de alternação entre meses de 30 e 31 dias foi trocada, mas o mês dedicado a César Augusto não podia ter menos do que o de Júlio César, teriam que ser iguais. O dia foi ‘roubado’ a fevereiro.
Assim fevereiro acabou com 28 dias, sendo que as mudanças levaram ainda a que a ordem dos meses com 30 e 31 dias no final do ano fosse também alterada. @ Sapo

curiosidade: porque é que fevereiro só tem 28 dias? a culpa é dos Romanos…

Há muitas coisas que temos como certas na vida: e uma delas é que fevereiro é o único mês que tem 28 dias, sendo que de quatro em quatro anos (nos anos bissextos) tem um dia ‘extra’. Mas já se questionou porque é que é o mês com direito a menos dias?

A ‘discriminação’ começa logo no primeiro calendário romano, que só começava em março e contava com 10 meses (vemos os vestígios desta tradição em alguns meses do nosso atual calendário: setembro, outubro, novembro e dezembro – correspondentes aos números sete, oito, nove e dez).
Ainda antes do nascimento de Cristo, diz a lenda que Rómulo e Remo fundaram Roma e trataram de organizar as datas festivas num calendário. Com base nos cálculos dos astrónomos da altura, mediu-se o tempo entre os solstícios de verão e inverno, e os equinócios da primavera e outono, para definir que entre dois eventos destes (solstícios ou equinócios) passavam 365,242 dias.
Tornava-se complicado seguir o calendário lunar. Assim o primeiro calendário de Rómulo contava meses lunares com 29,5 dias, adaptando que tinham 30 ou 31 dias. Contas feitas, e com apenas 10 meses, ficavam de fora 61,25 dias.
Com o novo rei, veio uma série de mudanças: os meses com números pares deixaram de existir, passando os que tinham 20 dias a 29. Foram acrescentados dois ciclos lunares, para um total de 12 meses, com o surgimento de janeiro, com 29 dias, e fevereiro, com 28 dias.
Fevereiro teve a ‘honra’ de ficar com os 28 dias, número par, porque os Romanos celebravam o “mês da purificação” nesta altura, dedicado a Februa, a quem eram oferecidos sacrifícios para que obtivessem retorno que compensasse a escassez de colheitas.
Continuava, no entanto, a existir o problema de 355 dias de ciclos lunares serem menos do que os 365 dias de ciclo solar calculados, pelo que com a passagem do tempo, alguns meses já não correspondiam às estações normais, ocasionalmente acrescentando-se mais um mês.
O ‘caos’ só veio a ser resolvido por Júlio César, que ‘importou’ o calendário egípcio, de 365 dias, e aplicou-o, trocando o calendário lunar pelo solar. Janeiro e fevereiro passaram para o início do ano e os 10 dias de diferença foram distribuídos pelos vários meses, com fevereiro a ficar com 29 dias, exceto de 4 em 4 anos, já que o ano solar é ligeiramente maior do que 365 dias.
Vieram novas mudanças, já que o dia ‘extra’ era inicialmente entre dia 23 e 24, e os meses mudaram de nume para julius (julho) e augustus (agosto) para honrar os imperadores Júlio César e César Augusto.
A ordem de alternação entre meses de 30 e 31 dias foi trocada, mas o mês dedicado a César Augusto não podia ter menos do que o de Júlio César, teriam que ser iguais. O dia foi ‘roubado’ a fevereiro.
Assim fevereiro acabou com 28 dias, sendo que as mudanças levaram ainda a que a ordem dos meses com 30 e 31 dias no final do ano fosse também alterada. @ Sapo

atualidade: os dois melhores bolos do mundo são portugueses

 O guia gastronómico Taste Atlas considera o Pastel de Belém e o Pastel de Nata como os dois melhores bolos do mundo.

Os famosos Pastel de Belém e Pastel de Nata ocupam, respetivamente, os dois primeiros lugares no pódio do guia Taste Atlas. Na avaliação dos 50 melhores bolos do mundo, o Pastel de Belém obteve uma pontuação de 4.9 em 5, seguindo-se o pastel de nata com 4.8.. 

O guia gastronómico de viagens descreve o Pastel de Belém como um bolo tradicionalmente confecionado por monges no Mosteiro dos Jerónimos desde 1837. Além disso, apenas considera os pastéis da ilustre Fábrica Pastéis de Belém como verdadeiros pastéis de Belém. 

Relativamente ao pastel de nata, o Taste Atlas recomenda a Manteigaria, a Fábrica da Nata e a Pastelaria Aloma como os melhores espaços para provar. 

Na lista, que inclui meia centena de diferentes tipos de pastelaria, está também a bola de Berlim, com uma pontuação de 4.5 a ocupar o 26º lugar. O guia, que descreve o bolo como um "donut recheado" com creme, recomenda o estabelecimento Zé Natário, em Viana do Castelo, para saborear a melhor bola de Berlim em Portugal. 

No ano passado, o guia classificou as ameijoas à bulhão pato como o terceiro melhor prato tradicional do mundo.@ DN

da biblioteca: fase municipal do CNL

Decorreu, no dia 27 de fevereiro, na Biblioteca Municipal, a 2.ª fase da 16.ª edição do Concurso Nacional de Leitura que reuniu alunos de todos os agrupamentos do concelho da Maia.

De manhã, foi realizada a prova escrita, a partir da qual foram apurados cinco alunos por cada nível de ensino. Estes alunos realizaram, durante a tarde, a prova oral .

Foram apurados para a fase intermunicipal, 3.ª fase do Concurso Nacional de Leitura, três alunos por cada nível de ensino.

Do nosso agrupamento, foram apurados cinco participantes, a saber:
- 1.º ciclo
Luísa Branco (4.ºB - Centro Escolar de Gandra);
Mariana Rocha, (4.ºB - EB1 de Corim)
- 2.º ciclo
Victor Marques (5.ºA)
- ensino secundário
Joana Conde (12.ºA)
Tomás Afonso (12.ºA)

Muitos parabéns a todos os alunos participantes pelo empenho e prazer da leitura demonstrados e a todos os docentes que acompanharam o seu percurso.
Continuem a ler e a partilhar leituras!

Os alunos apurados têm pela frente um novo desafio - a fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura - que se realiza no dia 19 de abril em formato online (prova escrita) e, presencialmente, no dia 26 de abril (prova de palco).
As obras literárias para esta fase são:
- 1.º ciclo
Os livros do Rei, Filipe Machado
- 2.º ciclo
Eu, Pedro Palito, Maria Teresa Maia Gonzalez
- ensino secundário
O que procuras está na Biblioteca, Michiko Aoyama

Bom trabalho e boas leituras!
reportagem completa Biblioaescas