... cantado pelo Rui Veloso, que anda há 30 anos nisto e enche Coliseus com público de todas as idades, cá vai uma homenagem à nossa cidade e ao seu intérprete:
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09/11/2010
08/11/2010
há fome nas escolas
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| foto Expresso |
"Um pouco por todo o país, cada vez mais crianças chegam à escola com fome e é de estômago vazio que tentam aprender. Pouco ou nada comeram de manhã. Pouco ou nada jantaram na noite anterior. Sentam-se irrequietas, estão desconcentradas e algumas queixam-se de dores de barriga. Há alterações de comportamento associadas à fome que os professores já aprenderam a detetar e que garantem serem mais notórias este ano letivo. Com a crise, os estabelecimentos de ensino desdobram-se em soluções para o problema. As escolas são cada vez mais instituições de solidariedade social."
in Expresso, 6 Novembro de 2010
07/11/2010
ao Luís e à Diana
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| actriz Joana Mocarzel |
A Diana tem quase a mesma idade. Tem 17. É uma menina-mulher criada com muito amor. Gosta de música e de dançar e é aprumadíssima nas tarefas domésticas.
São os dois muito amados.
Sorte de ambos, que encontraram nas suas famílias o suporte que muitas crianças nunca encontram, mesmo não sendo portadoras de qualquer deficiência.
Um abraço do tamanho do mundo a todos os Luís e a todas as Dianas e às famílias dessas crianças.
"A pessoa com Síndrome de Down quando adolescente e adulta tem uma vida semi-independente. Embora possa não atingir níveis avançados de escolaridade, pode trabalhar em diversas outras funções, de acordo com o seu nível intelectual. Ela pode ter a sua vida social como qualquer outra pessoa , trabalhar, praticar desporto, viajar, frequentar festas."
in weblones
A pessoa com síndrome de Down precisa, sobretudo, de muito amor.
este sexagenário é um encanto!
Inspirado em Spike, o cão preto e branco da família Shulz, Snoopy é da raça Beagle. É esperto, sonhador e apesar de nunca falar (afinal, era um cão) comunicava com os leitores através de expressões faciais e balões de pensamento. Snoopy sabe escrever, jogar basebol e tão depressa fantasia ser um piloto de aviões como um escritor consagrado. É corajoso e a única coisa de que tem medo é do gato do lado. Duas das suas actividades favoritas são beijar Lucy e roubar o cobertor de Linus. Tem como confidente (e vítima das suas partidas) Woodstock, um passarinho amarelo que sabe escrever à máquina e comunica através de pontos de exclamação. Tal como Snoopy, também Woodstock faz parte da equipa de basebol de Charlie Brown. Talvez por isso esta equipa nunca tenha ganho um único jogo.Cada personagem de "Peanuts" é uma espécie de caricatura de uma determinada personalidade e forma de estar. Está lá tudo: a preguiça, a criatividade, o egoísmo ou a sensibilidade. E é por isso que 60 anos depois Snoopy e os amigos continuam a ser intemporais.
06/11/2010
vamos confiar-vos um segredo
A qualquer leitor (colega, aluno, amigo, visitante).
À Cristina, ao Ricardo, à Diana, ao Bruno, ao Rúben, à Mónica, ao Tiago, à Marta, ao Zé, à Raquel, ao João, à Ana, ao Luís, à Catarina, ao Alexandre, à Raquel, à Eduarda, ao António, à Cátia, ao Manel, à Sara...
A propósito de uma rosa (podia ter sido sobre qualquer outra coisa), disse o Principezinho à raposa:
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. É o tempo que perdeste com a tua rosa que torna a tua rosa tão importante. Os homens esqueceram-se desta verdade. Tornas-te responsável para sempre por aquilo que cativaste. És responsável pela tua rosa..."
À Cristina, ao Ricardo, à Diana, ao Bruno, ao Rúben, à Mónica, ao Tiago, à Marta, ao Zé, à Raquel, ao João, à Ana, ao Luís, à Catarina, ao Alexandre, à Raquel, à Eduarda, ao António, à Cátia, ao Manel, à Sara...
A propósito de uma rosa (podia ter sido sobre qualquer outra coisa), disse o Principezinho à raposa:
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. É o tempo que perdeste com a tua rosa que torna a tua rosa tão importante. Os homens esqueceram-se desta verdade. Tornas-te responsável para sempre por aquilo que cativaste. És responsável pela tua rosa..."
in O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry
cursos diferentes, matrizes curriculares iguais!?
O excerto abaixo apresentado é parte de um texto datado de 2003, publicado no jornal "A Página". Alguém nos explica, muito devagarinho, o que mudou desde aí? É que podemos estar distraídos e a tal perplexidade que se destaca abaixo já não existir. Quiçá!
"No que diz respeito à proposta de revisão curricular do ensino profissional é perfeitamente legítimo o enquadramento estratégico apontado para a necessidade de dotar os jovens de um conjunto de saberes humanísticos, científicos e técnicos que lhes permitam exercer de forma activa o seu papel de cidadãos e lhes possibilitem uma efectiva inserção no mercado de trabalho.
(...)
No entanto, é com perplexidade que se extrai do documento a definição de uma matriz curricular que a aproxima das matrizes curriculares das outras modalidades do ensino secundário. Com esta medida perde-se, completamente, a especificidade do ensino profissional que tem sido tão sublinhado por todos os governos e pelos agentes sócio-económicos.
(...)
É, pois, com grande expectativa e confiança que se espera que o ensino profissional seja melhorado e que se permita às escolas continuarem a percorrer o caminho que desbravaram, senão perdem todos, os alunos, as instituições, as empresas , as comunidades... o país.
"No que diz respeito à proposta de revisão curricular do ensino profissional é perfeitamente legítimo o enquadramento estratégico apontado para a necessidade de dotar os jovens de um conjunto de saberes humanísticos, científicos e técnicos que lhes permitam exercer de forma activa o seu papel de cidadãos e lhes possibilitem uma efectiva inserção no mercado de trabalho.
(...)
No entanto, é com perplexidade que se extrai do documento a definição de uma matriz curricular que a aproxima das matrizes curriculares das outras modalidades do ensino secundário. Com esta medida perde-se, completamente, a especificidade do ensino profissional que tem sido tão sublinhado por todos os governos e pelos agentes sócio-económicos.
(...)
É, pois, com grande expectativa e confiança que se espera que o ensino profissional seja melhorado e que se permita às escolas continuarem a percorrer o caminho que desbravaram, senão perdem todos, os alunos, as instituições, as empresas , as comunidades... o país.
Amadeu Dinis, A Página, 2003
Nota: os destaques são da nossa responsabilidade.
05/11/2010
solução desafio I: "O Falso Espelho"
O Luís desvendou o mistério do "olho".
É, de facto, "O Falso Espelho", de René Magritte e data de 1928.
"O olho, ao mesmo tempo que é um espelho da alma, é um falso espelho para o mundo concreto, porque ele não reflecte exactamente a realidade, na medida em que o que vemos sofre a interferência de cada um de nós." in Arts and Education
Verdade, não?
Surreal(ista)? Talvez.
É, de facto, "O Falso Espelho", de René Magritte e data de 1928.
"O olho, ao mesmo tempo que é um espelho da alma, é um falso espelho para o mundo concreto, porque ele não reflecte exactamente a realidade, na medida em que o que vemos sofre a interferência de cada um de nós." in Arts and Education
Verdade, não?
Surreal(ista)? Talvez.
04/11/2010
então a DGRHE orienta e nós não percebemos? mau, mau!!!
Pensamos porque razão tanto se regulamenta e depois é necessário ofícios sobre ofícios a esclarecer. Das duas, uma: ou estamos a ficar "lerdinhos" ou as regulamentações são estranhas. Nós votamos na segunda hipótese. Pode ler-se no AD DUO, blogue que se ocupa da legislação para docentes: "1.º, antes do ECD de 2007, a Formação Contínua só era exigida no momento em que se operava a progressão, ou seja, quando coincidisse com a data em que perfazia o tempo de serviço e somos de opinião que para operar as regras do novo ECD, não se pode exigir que se tivesse feito FC quando não era exigida.2.º, no ciclo 2007-09 da ADD e sobre os pressupostos do ECD de 2007, a solução encontrada para a falta de oferta formativa pública foi considerar aquela que ainda não tinha sido utilizada desde que não tivessem sido tomadas em consideração em anteriores avaliações (art.º 6.º do DR 1-A/2009).
Foi considerada, certamente, formação realizada já no escalão em que se situavam. Desconhecemos se algum professor não terá progredido ou não tenha sido avaliado por falta da realização da FC no ciclo em causa. Atrevemo-nos a considerar que seja uma situação que não ocorreu.
3.º, faltava encontrar uma solução para o ciclo ADD 2009-2011. E só poderia ser nestes termos. Consideramos que não é desajustada a solução e neste sentido, não penalizará quem realizou FC assim como quem não a realizou por falta de acesso a oferta formativa pública.
O Arlindovsky, depois, acrescentou e muito bem, que a maioria dos docentes (os bacharéis) com mais de 6 anos no índice 299 são os que por força do DL 312/99, 10.ago, estavam impedidos de subirem ao índice 340 por se encontrarem no topo da sua carreira.
Consideramos que está encontrada a solução para os Directores não terem que exigir 100 horas de FC e é bom que se sublinhe que o que está em causa não é uma benesse."
in AD DUO, 04-11-2010
então a DGRHE orienta e nós não percebemos? mau, mau!!!
Pensamos porque razão tanto se regulamenta e depois é necessário ofícios sobre ofícios a esclarecer. Das duas, uma: ou estamos a ficar "lerdinhos" ou as regulamentações são estranhas. Nós votamos na segunda hipótese. Pode ler-se no AD DUO, blogue que se ocupa da legislação para docentes: "1.º, antes do ECD de 2007, a Formação Contínua só era exigida no momento em que se operava a progressão, ou seja, quando coincidisse com a data em que perfazia o tempo de serviço e somos de opinião que para operar as regras do novo ECD, não se pode exigir que se tivesse feito FC quando não era exigida.2.º, no ciclo 2007-09 da ADD e sobre os pressupostos do ECD de 2007, a solução encontrada para a falta de oferta formativa pública foi considerar aquela que ainda não tinha sido utilizada desde que não tivessem sido tomadas em consideração em anteriores avaliações (art.º 6.º do DR 1-A/2009).
Foi considerada, certamente, formação realizada já no escalão em que se situavam. Desconhecemos se algum professor não terá progredido ou não tenha sido avaliado por falta da realização da FC no ciclo em causa. Atrevemo-nos a considerar que seja uma situação que não ocorreu.
3.º, faltava encontrar uma solução para o ciclo ADD 2009-2011. E só poderia ser nestes termos. Consideramos que não é desajustada a solução e neste sentido, não penalizará quem realizou FC assim como quem não a realizou por falta de acesso a oferta formativa pública.
O Arlindovsky, depois, acrescentou e muito bem, que a maioria dos docentes (os bacharéis) com mais de 6 anos no índice 299 são os que por força do DL 312/99, 10.ago, estavam impedidos de subirem ao índice 340 por se encontrarem no topo da sua carreira.
Consideramos que está encontrada a solução para os Directores não terem que exigir 100 horas de FC e é bom que se sublinhe que o que está em causa não é uma benesse."
in AD DUO, 04-11-2010
03/11/2010
(in)confidências
Hoje recebi esta sms de um amigo:
"Não sem bastante emoção, no silêncio do meu gabinete, navego, com muitas memórias, através de um certo blog! :) Um abraço para todos... até que os braços me doam!"
Respondi, emocionada, como sempre lhe respondo:
"Que nunca te doam as mãos de uma escola que fizeste. Abracinho."
Eu sei que tu me perdoas a inconfidência, José Queirós! :)
"Não sem bastante emoção, no silêncio do meu gabinete, navego, com muitas memórias, através de um certo blog! :) Um abraço para todos... até que os braços me doam!"
Respondi, emocionada, como sempre lhe respondo:
"Que nunca te doam as mãos de uma escola que fizeste. Abracinho."
Eu sei que tu me perdoas a inconfidência, José Queirós! :)
cães ajudam crianças autistas
Um estudo recente desenvolvido por investigadores da Universidade de Montreal, no Canadá, concluiu que os cães desempenham um papel importantíssimo no desenvolvimento das crianças com necessidades especiais, segundo o site Softpedia, citando um estudo publicado na revista Psiconeuroendocrinologia. Sonia Lupien, investigadora sénior, professora do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal e directora do Centro de Estudos de Stress Humano do Hospital Louis-H. Lafontaine, e os seus colegas, mediram a quantidade de cortisol presente na saliva de crianças autistas, para detectarem os níveis de stress. O corpo humano produz a hormona do cortisol em resposta ao stress, que atinge o seu pico meia hora depois do acordar e estabiliza ao longo do dia. “Tentámos avaliar o efeito que os cães tinham no nível de stress das crianças em três momentos diferentes: antes e durante a introdução do cão e família e depois de o cão abandonar a família”, explicou Sonia Lupien. Aos pais foi-lhe pedido que preenchessem um questionário sobre o comportamento das crianças nesses três momentos, os revelaram que as crianças revelaram 33 comportamentos problemáticos antes e depois de o cão chegar à família e apenas 25 quando o cão estava com eles. Este estudo permitiu concluir que cães devidamente treinados ajudam a diminuir os níveis de ansiedade nestas crianças e contribuem para incrementar a sua socialização. Lupien acrescentou ainda que a investigação “conclui que os cães têm um verdadeiro impacto nos níveis da hormona do stress nas crianças”. Há várias décadas que é aconselhado às famílias com crianças autistas a terem um cão, mas este é o primeiro estudo científico que mede o impacto psicológico dos cães nestas crianças.
in JN, 02-11-2011
02/11/2010
O que há em mim é sobretudo cansaço
O que há em mim é sobretudo cansaço
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...
| picasaweb.google.com |
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
01/11/2010
tempo de congelamento
De dedo indicador esticado, tal como a Mafalda, citamos:
"Todo o tempo de serviço efectivo prestado pelos docentes dos quadros deve ser contabilizado para a sua progressão e posicionamento na carreira com a excepção (mesmo assim dolorosa e dolosa) do tempo de congelamento."
in Educação do meu Umbigo de Paulo Guinote
Por si, já suficientemente "frrrrreezing!", dizemos nós.
circulares pela calada da noite
Não fosse um assunto sério e pensaríamos ser uma brincadeirinha da DGRHE do género "TRICK or TREAT?"
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| Foto: Enric Vives-Rubio |
Milhares de professores podem retroceder na carreira e ter de restituir vencimentos
Os representantes das associações de directores de escolas e a vice-presidente da Federação Nacional de Educação (FNE), Lucinda Dâmaso, manifestaram-se ontem "profundamente" preocupados com "a possibilidade de um número significativo de docentes retroceder na carreira e ser chamado a repor parte do vencimento que tem auferido".
A maior parte dos directores, professores e sindicalistas terá sido apanhada de surpresa. As duas circulares foram enviadas, por correio electrónico, depois das 19h de sexta-feira e foi através do blogue A Educação do Meu Umbigo, de Paulo Guinote, que o seu teor foi divulgado.
O dirigente da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, diz-se convicto de que a interpretação coincide "com a da grande maioria das escolas" e critica a direcção-geral por perturbar o normal funcionamento dos estabelecimentos de ensino em vez esclarecer a legislação mais recente. Mas a dirigente da FNE e os representantes dos directores têm convicções diferentes.
(...)
Os "vazios" deixados pelas leis e respectiva regulamentação são criticados pelos dois directores, que recordam que em poucos anos houve três modelos de progressão e se queixam de não conseguirem obter esclarecimentos da DGRHE em tempo útil.
Pedro Araújo defende que, naquelas circunstâncias, os directores "têm de tomar decisões, sob pena de estarem, por omissão, a promover o congelamento das carreiras dos professores". Adalmiro Fonseca contrapõe que, "face a circulares como estas, em que são feitas interpretações a posteriori, as direcções devem redobrar cuidados". "Antes professores angustiados a baterem-me todos os dias à porta, como acontece agora, do que cair nesta situação", afirma.
(notícia com cortes) in Público, 01-11-2011
31/10/2010
o António
O António deixa-me sempre assim: arrebatada.Umas vezes, emocionada e animada. Outras vezes, emocionada e frustrada.
Não consigo deixar de o ler. A custo ou não, procuro o fascínio que a sua escrita me proporciona.
O António sempre me causou esta sensação paradoxal: ou me emociona e arrebata positivamente, ou me emociona e deixa-me angustiada.
Se repararem bem no que escrevi, lê-lo emociona-me sempre. E ouvi-lo, também.
Aqui vos deixo uma entrevista, dada ao Mário Crespo, na passada sexta-feira.
Arrebatam-se ou angustiem-se, mas não deixem de ficar emocionados.
Parabéns, senhor engenheiro!
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| Pessoa por Júlio Pomar |
Deveria ter sido "postado" a 15 de Outubro mas só dele tivemos conhecimento mais tarde.
Fica aqui uma pequena "pérola" de Fernando Alves, a propósito do aniversário de Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa.
Apreciem a ironia fina!
Ao partilhá-lo com um amigo, ele deliberou: "Este engenheiro, sim, merece o nosso voto e o Fernando Alves seria o seu assessor ideal."
Cremos ser o melhor dos cumprimentos.
26/10/2010
Alô! Está aí alguém?
Escrevemos para escolas de quatro pontos diferentes do país:
Bragança
Coimbra
Lisboa
Tavira
Só queremos saber se neste blogue querem fazer o papel d' "Os Outros" para que "Nós" e eles possamos partilhar qualquer coisinha.
Esperamos respostas.
Bragança
Coimbra
Lisboa
Tavira
Só queremos saber se neste blogue querem fazer o papel d' "Os Outros" para que "Nós" e eles possamos partilhar qualquer coisinha.
Esperamos respostas.
24/10/2010
A escola serve para te ensinar coisas, não?!
Só para brincar um bocadinho :)
Cliquem no play para verem e ouvirem.
Vale a pena pensarmos todos nisto!
Cliquem no play para verem e ouvirem.
Vale a pena pensarmos todos nisto!
23/10/2010
Só 30% dos alunos conclui 12 anos de escolaridade sem chumbar
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| in aquintaondablogspot.com |
Apenas 30 por cento dos alunos portugueses concluem os 12 anos de escolaridade sem chumbar, segundo dados revelados hoje por Joaquim Azevedo, professor da Universidade Católica e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE).
Numa intervenção na conferência "A Escola de Hoje", em Lisboa, o presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP) defendeu a real autonomia das escolas como o caminho para melhorar o ensino em Portugal e evitar o abandono escolar precoce.
O professor e investigador lembrou que a autonomia das escolas já foi "decretada" em Portugal quatro vezes, em 1989, 1992, 1998 e 2002 e que, apesar disso, "tem sido difícil construir um ambiente de autonomia e de liberdade".
in CM, 23-10-2010
20/10/2010
Ministério da Educação dos mais atingidos pelo OE 2011
A redução do número de docentes é uma das medidas que constam no Orçamento de Estado para 2011 (OE). O Ministério da Educação (ME) é o segundo com mais cortes previstos no OE 2011, sendo apenas ultrapassado pelo Ministério da Saúde.
O ME vai perder 11,2 por cento dos apoios face a este ano. De acordo com o OE 2011 é referida por diversas vezes a necessidade de assegurar uma "adequada optimização" dos recursos, "sem prejuízo da qualidade das aprendizagens e do ensino".
A redução de docentes nas escolas prevista no OE 2011 dá-se através de uma medida que implica que os bibliotecários das escolas passem a dar aulas pelo menos uma a turma, diz o Público.
No que toca à extinção de vários organismos, o Gabinete Coordenador do Sistema de Informação, a Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos e o Observatório das Políticas Locais da Educação vão ser integrados no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação. Já o Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação é integrado na Secretaria-Geral do Ministério da Educação.
Os apoios aos passes para estudantes 4_18 e sub_23 também vão ser reduzidos, através do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que não especificou as alterações.
O ME vai perder 11,2 por cento dos apoios face a este ano. De acordo com o OE 2011 é referida por diversas vezes a necessidade de assegurar uma "adequada optimização" dos recursos, "sem prejuízo da qualidade das aprendizagens e do ensino".
A redução de docentes nas escolas prevista no OE 2011 dá-se através de uma medida que implica que os bibliotecários das escolas passem a dar aulas pelo menos uma a turma, diz o Público.
No que toca à extinção de vários organismos, o Gabinete Coordenador do Sistema de Informação, a Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos e o Observatório das Políticas Locais da Educação vão ser integrados no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação. Já o Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação é integrado na Secretaria-Geral do Ministério da Educação.
Os apoios aos passes para estudantes 4_18 e sub_23 também vão ser reduzidos, através do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que não especificou as alterações.
in Fábrica de Conteúdos, 19-10-2010
17/10/2010
nós por cá
- Também sou mineiro... Tirem-me daqui!, gritou ao meu ouvido, hoje, um colega da escola.
Não é uma piada "tuga" de mau gosto nem desconsideração pelos desafortunados trabalhadores do Chile.
Devo dizer que a nossa escola está em obras (pertencemos agora a um Agrupamento) e, nesta fase, já alberga 2.250 alunos. A construção vai de vento em popa mas tem provocado as maleitas de qualquer obra em casa. No fim, há-de ficar bem. O pior é mesmo o "durante", pois nos movimentamos em corredores entaipados e os serviços centrais estão à distância de um intervalo. Ir à secretaria, ao bar, à casa de banho, ou à sala dos professores é uma verdadeira aventura para quem tem aulas no pavilhão situado no extremo oposto.
A par de todas as mexidas salariais e ajustes de tarefas a que estamos sujeitos, nós, por cá, vamos desesperando.
Então, respondi ao meu colega:
- Eu até te tirava, mas creio estar numa situação pior do que a tua:
. como trabalho no pav D, não tenho tempo para ir ao bufete, nem à sala de profes, nem à casa de banho;
. levo o lanche, tomo café da máquina, descanso e trabalho num gabinete emprestado pela malta da Biologia, vou à casa de banho das alunas (e ainda tenho que expulsar de lá os rapazes que espreitam "Xô, meninos, o que estão aqui a fazer?" e levar o papel higiénico na mão - “Está bem assim ou quer mais, setora?”, pergunta-me a diligente funcionária);
. já ganhei alergias ao pó das obras, ao cheiro das canetas dos quadros brancos e todos os dias tenho que lavar toda a roupa que visto, pois nada resiste ao pó;
. levo o lanche, tomo café da máquina, descanso e trabalho num gabinete emprestado pela malta da Biologia, vou à casa de banho das alunas (e ainda tenho que expulsar de lá os rapazes que espreitam "Xô, meninos, o que estão aqui a fazer?" e levar o papel higiénico na mão - “Está bem assim ou quer mais, setora?”, pergunta-me a diligente funcionária);
. já ganhei alergias ao pó das obras, ao cheiro das canetas dos quadros brancos e todos os dias tenho que lavar toda a roupa que visto, pois nada resiste ao pó;
. os meus ouvidos já não distinguem o barulho que vem do exterior do pavilhão do barulho do interior da sala de aula (É mais uma perfuração ou são os garotos a entrar?; É o Sr. Silva da obra ou é o Zé do H a falar?; Já tocou ou são vocês que já não aguentam mais?);
. já apanhei todos os vírus dos miúdos pois as janelas do pav D não abrem uma vez que estão preparadas para receberem o ar condicionado que há-de haver (esperemos!);
. estive a ter formação em QIM não só para aprender a trabalhar com os QIM que a escola há-de ter mas também para poder mudar de escalão (!?), fora de horas, longe, num espaço sem as mínimas condições;
. ando com o meu pc às costas (muitas das vezes levo-o e não há projector disponível) para mostrar coisas novas e diferentes;
. a net não funciona no pavilhão em que trabalho e no outro tem dias (também tem fios desligados!);
. não tenho cacifo por perto, ando permanentemente com a casa às costas;
. ia mudar agora para o antigo 10º escalão e congelaram-me;
. como sou secretária, vou a reuniões com EE fora das minhas horas de trabalho e não recebo horas extras;
. saio da escola, de reuniões onde estão mais de trinta pessoas a opinar, às dez da noite;
…
e, tal como tu sabes e sentes, sei e sinto que “estão mexendo no meu bolso”.
. já apanhei todos os vírus dos miúdos pois as janelas do pav D não abrem uma vez que estão preparadas para receberem o ar condicionado que há-de haver (esperemos!);
. estive a ter formação em QIM não só para aprender a trabalhar com os QIM que a escola há-de ter mas também para poder mudar de escalão (!?), fora de horas, longe, num espaço sem as mínimas condições;
. ando com o meu pc às costas (muitas das vezes levo-o e não há projector disponível) para mostrar coisas novas e diferentes;
. a net não funciona no pavilhão em que trabalho e no outro tem dias (também tem fios desligados!);
. não tenho cacifo por perto, ando permanentemente com a casa às costas;
. ia mudar agora para o antigo 10º escalão e congelaram-me;
. como sou secretária, vou a reuniões com EE fora das minhas horas de trabalho e não recebo horas extras;
. saio da escola, de reuniões onde estão mais de trinta pessoas a opinar, às dez da noite;
…
e, tal como tu sabes e sentes, sei e sinto que “estão mexendo no meu bolso”.
Amigo, também bati no fundo!
Arranja lá a “cápsula fénix” a ver se alguém nos acode.
Abraço,
MC
Arranja lá a “cápsula fénix” a ver se alguém nos acode.
Abraço,
MC
06/10/2010
Estamos de volta
Estamos de volta.
Acabou-se a interrupção da emissão.
Mudámos o rosto e a intenção.
O intercâmbio que procurámos em Timor e em Angola não foi fácil.
As comunicações não ajudaram.
A realidade é bem diferente da nossa imaginação.
Então, decidimos voltar-nos para dentro.
Procuramos intercâmbios com escolas de Portugal.
E com estudantes e alunos.
E com gente deste país e do mundo.
Para tal, precisamos de colaboradores.
Queres dar resposta a este apelo?
Procuramos jovens talentosos que queiram partir à procura de realidades diferentes da nossa e tentem comunicar com outros jovens de outras escolas do interior do país, do litoral, do centro, do sul, ou até das ilhas.
Será sempre bem-vindo quem vier por bem.
Contacta com as professoras Eduarda Ferreira ou Manuela Couto.
Acabou-se a interrupção da emissão.
Mudámos o rosto e a intenção.
O intercâmbio que procurámos em Timor e em Angola não foi fácil.
As comunicações não ajudaram.
A realidade é bem diferente da nossa imaginação.
Então, decidimos voltar-nos para dentro.
Procuramos intercâmbios com escolas de Portugal.
E com estudantes e alunos.
E com gente deste país e do mundo.
Para tal, precisamos de colaboradores.
Queres dar resposta a este apelo?
Procuramos jovens talentosos que queiram partir à procura de realidades diferentes da nossa e tentem comunicar com outros jovens de outras escolas do interior do país, do litoral, do centro, do sul, ou até das ilhas.
Será sempre bem-vindo quem vier por bem.
Contacta com as professoras Eduarda Ferreira ou Manuela Couto.
14/06/2010
"a emissão volta dentro de momentos"
Está a aproximar-se o final do ano lectivo e, com ele, o fim (ou não) do nosso projecto.
Tentámos, em vão, comunicar com Os Outros, de Timor e de Angola. Com muita pena nossa, não obtivemos feedback.
Claro que lançámos mão de um Plano B e o blogue tornou-se unilateral, no sentido em que Nós publicamos tudo: o que dizia respeito a Nós e o que dizia respeito aos Outros. Como tal, o que foi publicado no nosso blogue é da nossa inteira responsabilidade. E fizemo-lo com gosto. Nada nos impediu de continuar. Os nossos alunos, sobretudo, foram persistentes e procuraram o impensável.
O tempo encarregou-se de fazer deste blogue um blogue de divulgação das actividades da Nossa escola e do Nosso mundo. E, curiosamente, permitiu que aprendessemos muito. Sobre Nós e sobre o mundo.
Pretendemos continuar. Numa outra abordagem. Com uma nova equipa. Com outros objectivos.
Como diz Jorge Palma: "Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar..."
Por último: um bem-haja a todos os alunos que aqui colaboraram e um muito obrigado a todos os que nos seguiram.
ZZZZZZZzzzzz... PPpppzzzz... Ppppvvvvvvvvvvvvvv... Pppfffffff...
Esperem, esperem. Não desliguem. Como dizia a RTP em tempo de avaria: "Pedimos desculpa por esta interrupção. A emissão volta dentro de momentos".
Até já!
EF e MC
Tentámos, em vão, comunicar com Os Outros, de Timor e de Angola. Com muita pena nossa, não obtivemos feedback.
Claro que lançámos mão de um Plano B e o blogue tornou-se unilateral, no sentido em que Nós publicamos tudo: o que dizia respeito a Nós e o que dizia respeito aos Outros. Como tal, o que foi publicado no nosso blogue é da nossa inteira responsabilidade. E fizemo-lo com gosto. Nada nos impediu de continuar. Os nossos alunos, sobretudo, foram persistentes e procuraram o impensável.
O tempo encarregou-se de fazer deste blogue um blogue de divulgação das actividades da Nossa escola e do Nosso mundo. E, curiosamente, permitiu que aprendessemos muito. Sobre Nós e sobre o mundo.
Pretendemos continuar. Numa outra abordagem. Com uma nova equipa. Com outros objectivos.
Como diz Jorge Palma: "Enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar..."
Por último: um bem-haja a todos os alunos que aqui colaboraram e um muito obrigado a todos os que nos seguiram.
ZZZZZZZzzzzz... PPpppzzzz... Ppppvvvvvvvvvvvvvv... Pppfffffff...
Esperem, esperem. Não desliguem. Como dizia a RTP em tempo de avaria: "Pedimos desculpa por esta interrupção. A emissão volta dentro de momentos".
Até já!
EF e MC
10/06/2010
Timor: exames à noite... por culpa do fuso horário
Ministra confrontada por alunos de Timor com exames à noite
Alunos queixam-se de desvantagem originada pelos fusos horários
A ministra da Educação foi confrontada esta quarta-feira com o descontentamento de alunos da Escola Portuguesa de Díli, em Timor-Leste, por serem obrigados a fazer exames à noite, noticia a Lusa.
A Escola Portuguesa de Díli funciona integrada no sistema de ensino português, pelo que os alunos têm de fazer os exames nacionais em simultâneo com os colegas que estudam em Portugal.
A diferença horária de oito horas entre os países origina que tenham de prestar provas à noite, sob efeito do cansaço, sem luz natural para fazer os exames e a horas em que já não têm transportes públicos para o regresso a casa, o que cria problemas de segurança.
A presença de Isabel Alçada, que cumpre uma visita oficial de cinco dias a Timor-Leste, foi aproveitada para transmitirem que, se o objectivo dos exames nacionais à mesma hora é o de todos os alunos serem tratados por igual, coloca-os em situação de desvantagem por causa dos fusos horários.
«Esta situação pode trazer-nos desvantagem e reflectir-se nas notas. É mais difícil concentrar-me à noite, principalmente a geometria descritiva que exige maior concentração», queixou-se Joana, uma das alunas do secundário.
Outro estudante, do 11.º ano de Ciências, referiu os problemas de segurança que se colocam aos alunos e alunas, no regresso a casa depois dos exames.
«Os transportes públicos acabam às 18:00 e não temos táxis nem microletes (miniautocarros) a circular perto da escola à hora a que acabam os exames. Nem todos os alunos têm transporte próprio para voltar para casa e alguns vivem em bairros onde às vezes há problemas», afirmou.
No diálogo com os alunos, Isabel Alçada deu a resposta possível no momento e alguns conselhos.
«Vocês estão numa idade cheia de energia, que devem canalizar para esses objectivos. Por isso pensem na melhor forma de naquele momento (do exame) estarem no vosso máximo. Têm de gerir a vossa energia e o vosso pensamento para darem o melhor. Este ano, não podemos fazer de outra maneira».
Em relação às saídas que a frequência da Escola Portuguesa permite, o ministro da Educação de Timor-Leste, João Câncio, salientou que os alunos ficam habilitados a entrar nas universidades dos países de Língua Oficial Portuguesa, incluindo em Universidades portuguesas, e que o Governo timorense está a preparar um programa de bolsas de estudo para proporcionar a frequência de cursos no estrangeiro.
texto in TVi24 e foto de EPA/ANTONIO DASIPARU
Nós, os de cá, desejamos aos alunos de lá MUITA ENERGIA (mesmo!) e aproveitamos para perguntar se alguém já antes tinha pensado nisto. É que, por muita energia que estes alunos possam ter, o caso é, no mínimo, insólito.
Alunos queixam-se de desvantagem originada pelos fusos horários
A ministra da Educação foi confrontada esta quarta-feira com o descontentamento de alunos da Escola Portuguesa de Díli, em Timor-Leste, por serem obrigados a fazer exames à noite, noticia a Lusa.
A Escola Portuguesa de Díli funciona integrada no sistema de ensino português, pelo que os alunos têm de fazer os exames nacionais em simultâneo com os colegas que estudam em Portugal.
A diferença horária de oito horas entre os países origina que tenham de prestar provas à noite, sob efeito do cansaço, sem luz natural para fazer os exames e a horas em que já não têm transportes públicos para o regresso a casa, o que cria problemas de segurança.
A presença de Isabel Alçada, que cumpre uma visita oficial de cinco dias a Timor-Leste, foi aproveitada para transmitirem que, se o objectivo dos exames nacionais à mesma hora é o de todos os alunos serem tratados por igual, coloca-os em situação de desvantagem por causa dos fusos horários.
«Esta situação pode trazer-nos desvantagem e reflectir-se nas notas. É mais difícil concentrar-me à noite, principalmente a geometria descritiva que exige maior concentração», queixou-se Joana, uma das alunas do secundário.
Outro estudante, do 11.º ano de Ciências, referiu os problemas de segurança que se colocam aos alunos e alunas, no regresso a casa depois dos exames.
«Os transportes públicos acabam às 18:00 e não temos táxis nem microletes (miniautocarros) a circular perto da escola à hora a que acabam os exames. Nem todos os alunos têm transporte próprio para voltar para casa e alguns vivem em bairros onde às vezes há problemas», afirmou.
No diálogo com os alunos, Isabel Alçada deu a resposta possível no momento e alguns conselhos.
«Vocês estão numa idade cheia de energia, que devem canalizar para esses objectivos. Por isso pensem na melhor forma de naquele momento (do exame) estarem no vosso máximo. Têm de gerir a vossa energia e o vosso pensamento para darem o melhor. Este ano, não podemos fazer de outra maneira».
Em relação às saídas que a frequência da Escola Portuguesa permite, o ministro da Educação de Timor-Leste, João Câncio, salientou que os alunos ficam habilitados a entrar nas universidades dos países de Língua Oficial Portuguesa, incluindo em Universidades portuguesas, e que o Governo timorense está a preparar um programa de bolsas de estudo para proporcionar a frequência de cursos no estrangeiro.
texto in TVi24 e foto de EPA/ANTONIO DASIPARU
Nós, os de cá, desejamos aos alunos de lá MUITA ENERGIA (mesmo!) e aproveitamos para perguntar se alguém já antes tinha pensado nisto. É que, por muita energia que estes alunos possam ter, o caso é, no mínimo, insólito.
08/06/2010
Os meninos dançam? Claro!
Decorreu no dia 24 de Abril o III Encontro na modalidade de Actividades Rítmicas Expressivas na Escola Secundária de Rocha Peixoto - Povoa do Varzim, onde actuaram 45 grupos de dança. A nossa escola obteve um honroso 2º lugar na classificação geral tendo alcançado a melhor classificação de sempre, desde que este grupo foi formado há cerca de 2 anos e meio. No estilo de danças sociais, com uma coreografia Afro-Latina a nossa escola obteve o 1º lugar. Igualmente, noutro estilo de dança completamente diferente, Contemporânea/Moderna, a nossa escola obteve também um 1º lugar.
É de salientar que a única escola do distrito do Porto que actualmente faz frente aos trabalhos apresentados pela Escola Secundária de Águas Santas participa já na competição de Desporto Escolar há 6 anos consecutivos e num estilo de dança completamente distinto, Danças Urbanas. A excelente participação da nossa escola ao longo deste ano permitiu-nos sermos apurados para a fase regional do Desporto Escolar onde no último dia 8 de Maio, no Colégio Liceal de Lamas, em Sta Maria de Lamas, foram disputadas as Finais Regionais da zona Norte de Desportos Gímnicos e Actividades Rítmicas Expressivas.
O grupo da Escola Secundária de Águas Santas obteve um honroso 5º lugar obtendo a melhor classificação de sempre tendo apenas à sua frente Escolas com trabalhos dentro do estilo de Danças Urbanas.
texto de Alexandre Teixeira (in Portal do AEAS)
encontros com... luas
A Biblioteca Escolar participou na promoção de um encontro com a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, no Auditório do Venepor, em colaboração com as Bibliotecas Escolares do concelho da Maia e com a Biblioteca Municipal da Maia.
No dia 25 de Maio, o Agrupamento participou neste encontro com a participação da turma 4º H da Escola EB1 do Corim, orientada pela professora Alice Pinto, com um número intitulado "Fazendo Teatro", uma adaptação da obra "Rapariga Voadora".
No dia 26 de Maio, a escola sede participou neste projecto com três números: "Luas (Des)feitas"- retratos de uma adolescente, uma adaptação de "A Lua de Joana" feita pela turma 12º E, no âmbito da Área Projecto e com a orientação da professora Cristina Viana; uma outra adaptação d' "A Lua de Joana" feita pela professora Margarida Serralheiro e representada por alunos das turmas 7º E e 7º F e um número intitulado "A Várias Vozes" com a participação do Clube de Leituras e do 7º A orientado pela professora Esmeralda Moura.
No dia 25 de Maio, o Agrupamento participou neste encontro com a participação da turma 4º H da Escola EB1 do Corim, orientada pela professora Alice Pinto, com um número intitulado "Fazendo Teatro", uma adaptação da obra "Rapariga Voadora".
No dia 26 de Maio, a escola sede participou neste projecto com três números: "Luas (Des)feitas"- retratos de uma adolescente, uma adaptação de "A Lua de Joana" feita pela turma 12º E, no âmbito da Área Projecto e com a orientação da professora Cristina Viana; uma outra adaptação d' "A Lua de Joana" feita pela professora Margarida Serralheiro e representada por alunos das turmas 7º E e 7º F e um número intitulado "A Várias Vozes" com a participação do Clube de Leituras e do 7º A orientado pela professora Esmeralda Moura.
Centenário da República
O Departamento das Ciências Sociais e Humanas levou a efeito, no dia 29 de Abril de 2010, pelas 15h30m, no Auditório da Quinta da Caverneira, um colóquio subordinado ao tema, "A Primeira República: um percurso bibliográfico", tendo como orador o Doutor António José Queiroz.
Esta iniciativa marcou o início das Comemorações do Centenário da República que este Departamento leva a efeito e que se prolonga até Abril de 2011.
Esta iniciativa marcou o início das Comemorações do Centenário da República que este Departamento leva a efeito e que se prolonga até Abril de 2011.
coisas que por cá acontecem
1º lugar conquistado numa das provas do Robotop 2010
Área de Projecto do 12ºC
Como tem vindo a ser comum nestes últimos anos, a nossa escola participou com grande mérito no Campeonato Nacional de Robótica em Santo Tirso (Robotop), que este ano decorreu nos dias 16, 17 e 18 de Abril. Estiveram presentes os 17 alunos do 12ºC.
De louvar, então, o 1º lugar conseguido no Seguimento de Pista, na categoria Dear Robot.
Na realidade, das 5 equipas da escola concorrentes nesta modalidade, tivemos uma outra em 2º lugar, que não teve direito a prémio (este ano foi atribuído um só prémio).
Agradecemos a todas as instituições e empresas que nos apoiaram financeiramente na realização dos robots na disciplina de Área de Projecto desenvolvidos pelos alunos do 12ºC com a professora Helena Ferraz.
Área de Projecto do 12ºC
Como tem vindo a ser comum nestes últimos anos, a nossa escola participou com grande mérito no Campeonato Nacional de Robótica em Santo Tirso (Robotop), que este ano decorreu nos dias 16, 17 e 18 de Abril. Estiveram presentes os 17 alunos do 12ºC.
De louvar, então, o 1º lugar conseguido no Seguimento de Pista, na categoria Dear Robot.
Na realidade, das 5 equipas da escola concorrentes nesta modalidade, tivemos uma outra em 2º lugar, que não teve direito a prémio (este ano foi atribuído um só prémio).
Agradecemos a todas as instituições e empresas que nos apoiaram financeiramente na realização dos robots na disciplina de Área de Projecto desenvolvidos pelos alunos do 12ºC com a professora Helena Ferraz.
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