O PÚBLICO celebra hoje um quarto de século. Escolhemos o Tempo como tema desta edição especial, dirigida pelo físico João Magueijo. Vamos celebrar o tempo — o tempo do Universo, o tempo do jornalismo, o tempo do ócio, o tempo para pensar.
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05/03/2015
22/03/2012
que razões encontra em Portugal para protestar?
A propósito da greve geral de 22 de Março, o jornal PÚBLICO pediu opiniões sobre as razões que hoje em dia podem justificar um protesto em Portugal.
01/11/2010
circulares pela calada da noite
Não fosse um assunto sério e pensaríamos ser uma brincadeirinha da DGRHE do género "TRICK or TREAT?"
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| Foto: Enric Vives-Rubio |
Milhares de professores podem retroceder na carreira e ter de restituir vencimentos
Os representantes das associações de directores de escolas e a vice-presidente da Federação Nacional de Educação (FNE), Lucinda Dâmaso, manifestaram-se ontem "profundamente" preocupados com "a possibilidade de um número significativo de docentes retroceder na carreira e ser chamado a repor parte do vencimento que tem auferido".
A maior parte dos directores, professores e sindicalistas terá sido apanhada de surpresa. As duas circulares foram enviadas, por correio electrónico, depois das 19h de sexta-feira e foi através do blogue A Educação do Meu Umbigo, de Paulo Guinote, que o seu teor foi divulgado.
O dirigente da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, diz-se convicto de que a interpretação coincide "com a da grande maioria das escolas" e critica a direcção-geral por perturbar o normal funcionamento dos estabelecimentos de ensino em vez esclarecer a legislação mais recente. Mas a dirigente da FNE e os representantes dos directores têm convicções diferentes.
(...)
Os "vazios" deixados pelas leis e respectiva regulamentação são criticados pelos dois directores, que recordam que em poucos anos houve três modelos de progressão e se queixam de não conseguirem obter esclarecimentos da DGRHE em tempo útil.
Pedro Araújo defende que, naquelas circunstâncias, os directores "têm de tomar decisões, sob pena de estarem, por omissão, a promover o congelamento das carreiras dos professores". Adalmiro Fonseca contrapõe que, "face a circulares como estas, em que são feitas interpretações a posteriori, as direcções devem redobrar cuidados". "Antes professores angustiados a baterem-me todos os dias à porta, como acontece agora, do que cair nesta situação", afirma.
(notícia com cortes) in Público, 01-11-2011
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