Número total de visualizações de páginas

07/07/2023

escola sede: o Clube DELF forma diplomados


Foi mais uma vez a paixão pela língua francesa que levou os alunos do Clube DELF a deslocarem-se ao Porto para se candidatarem aos diplomas do DELF escolar.           

No dia 30 de maio, os alunos do Clube DELF candidataram-se aos diplomas do DELF escolar, nível B1, na Aliança Francesa do Porto.           

Hoje, estão todos de parabéns e enchem-nos de enorme satisfação pois estão certificados com um Diplôme d'Études en Langue Française, emitido pelo Ministério Francês da Educação Nacional e que certifica as competências dos alunos estrangeiros.                                                       


Aqui estão eles:              

         - Alícia Tajudine Idrissa – 11ºH

         - Filipe Lopes Quaresma- 11º H

         - João Nuno da Silva Leite- 11º H

         - Rafael Pereira de Oliveira- 11ºH

         - Tomás Sousa da Silva – 11ºH

                                      

        FÉLICITATIONS !

        Aprender francês continua a ser uma escolha que valoriza o currículo de qualquer aluno.

cortesia de envio (texto e imagens) de Ana Barbeitos, docente responsável pelo Clube DELF


06/07/2023

a luta dos professores: "não é possível..."

O ministro das Finanças, Fernando Medina
TIAGO PETINGA

Reivindicações dos professores: 

“Não é possível fazer a recuperação para todos de tudo aquilo que foi o passado, disse Fernando Medina, ministro das Finanças, em entrevista à CNNP (clique no azul para ver e ouvir)

país: “O que acontece ao país depende muito do sucesso do Norte”, disse António Costa

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje, no Seminário Estratégia Norte 2030, em Santa Maria da Feira, que “o que acontece ao país depende muito do sucesso” do Norte, referindo-se à sua economia e dinâmica inovadora e exportadora.

“O Norte é, efetivamente, um motor fundamental do crescimento da economia, do investimento em investigação e desenvolvimento, da inovação, da capacidade exportadora. Portanto, o que acontece ao conjunto do país depende muito, obviamente, do sucesso dessa região”, disse António Costa no encerramento da sessão da manhã, que decorreu no Europarque, em Santa Maria da Feira (distrito de Aveiro).

Perante uma plateia cheia, no centro de congressos, António Costa já tinha salientado que o Programa Operacional (PO) Norte 2030, hoje apresentado a milhares de autarcas, funcionários das administrações públicas, empresas e membros da comunidade científica, “é, de longe, o PO regional com maior peso”, estimando-o em 43% “da totalidade das verbas alocadas aos PO regionais”.
António Costa considerou essa proporção como algo “decisivo para o país”, face à importância do Norte no contexto nacional.
“Esta estratégia Norte 2030 e os seus três ‘is’ – industrialização, internacionalização e inovação – estão particularmente alinhados com aquilo que são os grandes objetivos, também, do desenvolvimento a nível nacional no horizonte 2030”, frisou o chefe do Governo.
António Costa lembrou que “o primeiro grande objetivo é garantir uma década de convergência com a União Europeia”, levando a que Portugal tenha de crescer durante 10 anos consecutivos acima da média europeia.
“É assim que tem acontecido desde 2016”, com a exceção de 2020 devido à pandemia de covid-19, assinalou, querendo assegurar que Portugal continua a “aproximar-se dos países mais desenvolvidos”.
“Para isso, a convergência da região Norte com o conjunto do país é também absolutamente decisiva, porque um dos fatores que nos tem permitido convergir com a União Europeia tem sido, precisamente, o facto de a região Norte também estar a convergir com o conjunto do país”, referiu.
António Costa lembrou que o Norte “foi uma das regiões mais afetadas pelo choque competitivo que o país sofreu na viragem do século, e que fez com que a região Norte tenha regredido, em termos de convergência, durante muitos anos”.
“Agora está num forte processo de aceleração, já era visível em 2019, e infelizmente ninguém vai poder saber o que é que teria acontecido se não tivéssemos tido a covid. A verdade é que passado a covid, retomou claramente esse ritmo, e isso é absolutamente fundamental”, frisou.
Assim, para atingir a convergência, “é preciso que a estratégia o possa apoiar”, alicerçadas no aumento de 25% das empresas exportadoras e na modernização do tecido produtivo nacional, bem como no aumento das qualificações da população, afirmou. Fonte: Sapo 

ensino superior: estudantes em situação de emergência humanitária passam a ter prioridade no alojamento

O Governo decidiu que os estudantes em situação de emergência por razões humanitárias passam a ter prioridade no acesso ao alojamento estudantil, segundo um diploma hoje publicado em Diário da República.

Até agora, os estudantes bolseiros deslocados do ensino superior, público ou privado, tinham prioridade sobre todos os outros, mas o Governo decidiu que deveriam ficar em pé de igualdade também os “estudantes em situação de emergência por razões humanitárias".

Agora, estes dois grupos de alunos têm prioridade nos alojamentos que receberem apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), segundo a portaria assinada pela ministra da Presidência, ministro das Finanças e ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Em segundo lugar, mantêm-se os “estudantes deslocados, nacionais ou estrangeiros, incluindo estudantes no âmbito do Programa ERASMUS+, estudantes no âmbito de redes de ‘universidades europeias’ e estudantes estrangeiros ao abrigo de outros acordos de mobilidade internacional com o Estado Português, bem como estudantes internacionais que contribuam para a internacionalização efetiva do ensino superior nacional”.

E, por último, aparecem “supletivamente, investigadores, docentes e não docentes de instituições de ensino superior, designadamente em mobilidade nacional ou internacional, incluindo no âmbito do Programa ERASMUS+, de redes de «universidades europeias» e ao abrigo de outros acordos de mobilidade internacional com o Estado Português”.

O atual diploma veio alterar uma alínea da portaria 29-A/2022 que chamava a atenção para a situação nacional em comparação com o que se passa no resto da Europa, alertando para a “significativa escassez da oferta face às necessidades” e para as “condições de preço e conforto compatíveis com as capacidades economico-financeiras de muitos dos estudantes”.

Além destes factos, o Governo apontava ainda para “um crescimento da presença de operadores privados nacionais e estrangeiros que praticam condições de arrendamento exigentes, situadas nas gamas média e alta”.

Reconhecendo uma “falha de mercado” que leva a uma situação que “compromete gravemente a efetiva igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior”, o Governo considerou que se justificava uma intervenção e mobilização de recursos.

Os estudantes há muito que alertam para a falta de oferta de alojamento condigno e a preços acessíveis, uma situação que se agravou nos últimos anos com o aumento do preço das rendas.

Já no Governo de António Costa, com Manuel Heitor à frente da pasta do ensino superior, lançou o Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, que estabeleceu como meta a duplicação de oferta, ou seja, que até 2026 haveria mais 15 mil camas intervencionadas. Fonte: Sapo

no site da Universidade do Porto sobre o projeto da Biodiversidade dos Espaços Verdes da Maia

Foi publicada a seguinte notícia  no site da Universidade do Porto sobre o projeto da Biodiversidade dos Espaços Verdes da Maia, que muito nos orgulha. 

"Pedro Pimenta, antigo estudante de Biologia, incentivou os seus alunos a fotografar e a catalogar os animais e plantas do município da Maia.

São ao todo, até ao momento, 250 espécies e fazem parte do projeto Biodiversidade nos Espaços Verdes da Maia, realizado por alunos do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Águas Santas, na Maia e coordenado pelo biólogo e professor Pedro Pimenta, antigo estudante da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP). 

“O objetivo principal é o aumento do conhecimento sobre a composição da biodiversidade no município da Maia e sensibilizar sobretudo o público estudantil para a sua valorização e conservação”, conta o professor, licenciado e mestre em Biologia pela FCUP. 

O projeto começou em setembro de 2021 com o desafio lançado aos alunos do Curso de Ciências e Tecnologias, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia,  de fotografarem e identificarem a biodiversidade existente no concelho. Desde então já foram identificadas e registadas espécies como a borboleta almirante-vermelho (Vanessa atalanta), o gaio (Garrulus glandarius), a salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra) e o fungo cauda-de-peru (Trametes versicolor). 

Rã-verde (Pelophylax perezi). (Foto: Sara Faustino)

 Para divulgar e sensibilizar a comunidade para o projeto, a equipa do projeto decidiu criar uma conta no Instagram onde, diariamente, é publicada uma foto acompanhada do nome científico da espécie, o nome comum, o local onde foi observada, a data e o autor da fotografia. Mas o trabalho vai para além da Internet. Em fevereiro deste ano, submeteram um artigo sobre borboletas diurnas para a revista Ciência Elementar, que  está em processo de revisão. E já há um novo artigo a ser preparado sobre as aves do município. Para além disso, inauguraram um conjunto de exposições fotográficas junto da comunidade local. 

Este projeto desenvolve uma mudança de atitudes e de comportamentos face aos espaços verdes urbanos. Desenvolve um sentido de pertença em relação à biodiversidade local, encorajando a sua defesa através da participação cívica ativa e informada”, conta Pedro Pimenta, que, no próximo ano letivo, irá orientar estudantes do Mestrado em Ensino da Biologia e Geologia da FCUP. 

Para o futuro, já estão traçados novos objetivos para o projeto Biodiversidade nos Espaços Verdes da Maia: criar uma base de dados da biodiversidade da Maia." Fonte: Notícias UP

05/07/2023

país: dois em cada dez alunos frequentam o ensino privado

Dois em cada 10 alunos frequentavam escolas privadas no ano letivo de 2021/2022, ano em que havia mais de dois milhões de crianças e jovens inscritos desde o ensino pré-escolar até ao superior.

Os dados foram divulgados hoje pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e revelam que 80% dos mais de dois milhões de alunos matriculados frequentavam estabelecimentos de ensino públicos.
Quase metade dos alunos (cerca de 930 mil) estava no ensino básico, do 1.º ao 9.º ano, havendo outros 397 mil no secundário.
Em estabelecimentos de educação pré-escolar havia pouco mais de 259 mil crianças, quase metade dos alunos que naquele mesmo ano já estavam no ensino superior (433 mil).
Havia ainda 623 crianças e jovens cujas famílias optaram por um modelo de ensino individual ou doméstico, sendo que os dados mostram que esta é uma opção mais usada no início dos estudos: Se no ensino básico havia 592 crianças, no secundário já só estavam 31 adolescentes em ensino doméstico ou individual.
Os dados hoje divulgados pela DGEEC recordam ainda a taxa de retenção e desistência no ensino básico, que tem vindo a descer ao longo dos últimos anos: Em 2022 estava em 3,1%.
Já no ensino secundário, os chumbos são mais habituais, uma vez que a taxa de transição e conclusão foi de 91,4% no ano letivo de 2021/2022.
Olhando para os dados relativos ao ensino superior, a DGEEC destaca que havia 433.217 alunos inscritos, na maioria dos casos em licenciaturas de 1.º ciclo (61,9%).
Ciências empresariais, Administração e Direito assim como Engenharia, Industrias transformadoras e Construção são as duas áreas com mais alunos inscritos (cerca de 96 mil e 87 mil, respetivamente).
Por outro lado, as áreas com menos procura continuam a ser agricultura, silvicultura, pescas e ciências veterinárias, que tinham apenas 9.600 alunos inscritos, seguindo-se Tecnologias da Informação e Comunicação (12.663 alunos) e a área da Educação (15.229), essencial para formar professores.
Os dados da DGEEC voltam a fazer um retrato da situação dos professores, que mantêm as tendências já registadas nos últimos anos de envelhecimento da classe e uma presença maioritária de mulheres: Em 2021/2022, havia 206.504 docentes.
Nesse ano, estavam a funcionar 8487 estabelecimentos de ensino desde jardins-de-infância a universidades, dos quais 5.728 eram públicos e os restantes eram privados. Fonte:  Sapo 

cultura: “As Noites no Pátio do Museu” estão de volta ao Porto

Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto [MHNC-UP], em colaboração com a Casa Comum, voltou a abrir portas ao público. Falamos da iniciativa cultural, “Noites no Pátio do Museu”, que conta com sessões de cinema, poesia, música, ilusionismo, dança e debates ao ar livre.

A entrada é livre mas está sujeita a marcação prévia no portal Eventbrite. O evento começou no dia 30 de junho e vai decorrer até 31 de julho. As sessões serão realizadas no Polo Central da Reitoria da Universidade do Porto, com entrada no jardim da Cordoaria, a partir das 21h30, de terça-feira a sábado. Estes eventos são maioritariamente para todas as idades, dependendo do tipo da sessão.
Todas as quartas-feiras, o programa continua com as sessões de 2022: “A Voz dos Objetos”. Este é um ciclo de conversas, onde os curadores do MHNC-UP revelam as histórias por detrás dos objetos museológicos. Histórias verdadeiras, contadas pelas pessoas que deles cuidam. Na primeira quarta-feira deste evento, dia 5 de julho, será apresentado “Pequenas Janelas Para a Vida dos Insetos” no MHNC-UP, com José Manuel Grosso-Silva, curador das coleções de entomologia.
Em 2023, a MHNC-UP e a Casa Comum associaram-se ao CineEco — Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Aqui serão exibidos quatro filmes, sendo que o primeiro será apresentado quinta-feira, dia 6 de julho, “La Fabrique des Pandémies”, de Marie-Monique Robin. Pode consultar o programa completo na página do MHNC-UP, Casa Comum ou da Universidade do Porto. Fonte: IOL

saúde: hospital de Gaia estreia técnica inovadora para doentes cardíacos de alto risco

Uma equipa multidisciplinar, incluindo especialistas europeus, fez hoje pela primeira vez em Portugal, no Centro Hospitalar de Gaia/Espinho, um procedimento inovador para reparação da insuficiência tricúspide por cateterismo, revelou à Lusa o diretor do Serviço de Cardiologia.

Durante cerca de quatro horas e meia, especialistas espanhóis e alemães, numa equipa de 16 elementos, aplicaram o procedimento designado por 'cardioband' numa “mulher com cerca de 70 anos, com várias doenças associadas e que sofria de insuficiência cardíaca”, revelou Ricardo Fontes Carvalho.

“Na prática, a senhora tinha uma grande limitação no seu dia-a-dia, porque qualquer coisa que fizesse cansava-a muito facilmente, para além de ter uma grande quantidade de edemas, é uma doente que está sempre inchada e que precisa de doses muito altas de diuréticos (…) e que até já tinha sido hospitalizada. Esta doente tinha uma grande limitação no seu dia-a-dia, só de andar no plano ficava ofegante (…) e o risco de cirurgia era muito alto e não havia outra opção que não fosse esta nova técnica”, explicou o cardiologista.

O procedimento baseia-se na colocação de uma banda de tecido que é introduzida no coração através de um pequeno tubo através de uma veia da virilha (cateterismo), a banda de tecido é fixada nos bordos da válvula tricúspide com pequenos parafusos, sob controlo de ecografia, no final do procedimento a banda é apertada, com consequente redução do tamanho da válvula, lê-se na informação enviada à Lusa pelo hospital.

A nova técnica, explicou Ricardo Fontes Carvalho, “aplica-se há cerca de um ano e meio nos Estados Unidos, Alemanha e no Reino Unido, caracteriza-se por ser altamente complexa e diferenciadora e só é feita por quem tem muita experiência no tratamento de outros doentes com esta patologia, sendo que só é autorizada a utilização deste procedimento em centros altamente especializados”.

A seleção, continuou, cabe à empresa detentora da tecnologia, a norte-americana Edwards Lifesciences Mitral.

“Estes doentes não tinham outra alternativa de tratamento, são doentes que eram recusados para cirurgia de peito aberto”, enfatizou o diretor, assinalando que a “diferença não está nas horas do procedimento, mas na recuperação do doente”.

Segundo o especialista, a “recuperação de uma cirurgia de peito aberto obriga, em média, a uma semana de internamento e um mês de recuperação, enquanto neste caso, se calhar em 48 horas, já estará em casa a fazer uma vida normal”.

“Isto não vai resolver a lista de espera, vai dar é novas oportunidades aos doentes para melhorar a qualidade de vida e reduzir a taxa de mortalidade”, frisou.

Este avanço técnico permite tratar uma doença com elevada prevalência na população portuguesa, estando também associada a uma elevada mortalidade e grande impacto na qualidade de vida dos doentes. Estudos realizados apontam para uma prevalência de 4,4% - ou seja, atinge cerca de 400 mil portugueses, informa o hospital.

A insuficiência tricúspide é mais frequente com o progredir da idade e está associada a insuficiência cardíaca, disfunção do fígado e do rim e a sintomas debilitantes como edemas, cansaço extremo e falta de ar e, em última análise, à morte, refere a publicação.

Habitualmente, o tratamento da insuficiência tricúspide passa pela toma de medicamentos, que ajudam a minimizar os sintomas de insuficiência cardíaca (cansaço, falta de ar, inchaço nas pernas e na barriga). O tratamento cirúrgico convencional é raramente proposto para estes doentes, sendo frequentemente considerado de risco acrescido. Fonte: Sapo

educação: estudantes portugueses conquistam 2.º lugar no concurso internacional de arquitetura da Saint-Gobain

Mariana Almeida e Sousa e Rafael Vieira Gonçalves da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto ficaram em segundo lugar no International Saint-Gobain Architecture Student Contest.

Os estudantes da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, Mariana Almeida e Sousa e Rafael Vieira Gonçalves, conquistaram o segundo lugar na 18.ª edição do International Saint-Gobain Architecture Student Contest. O primeiro prémio foi para alunos da Coreia do Sul, da Korea University e o terceiro foi para o México, para a Universidade Iberoamericana. 

A iniciativa promovida pela multinacional francesa, com a Câmara Municipal de Lisboa, “propôs aos estudantes de arquitetura de todo o mundo, a realização de um projeto arquitetónico incluído no Plano de Pormenor do Aterro da Boavista. O desafio consistiu na reabilitação de um edifício para dar vida a uma videoteca arquivo da cidade, bem como um novo projeto residencial e o desenho urbanístico do espaço público que liga estes edifícios”, explica a multinacional francesa, em comunicado. 

O CEO da Saint-Gobain, Benoit Bazin, congratulou os finalistas de 30 países cujo “profissionalismo dos projetos apresentados poderiam facilmente ser implementados na cidade”. O líder da multinacional acrescentou que ficaram “muito satisfeitos por esta edição ter acontecido na cidade de Lisboa. Portugal é um país muito importante para a Saint-Gobain, onde temos uma presença significativa com mais de 60 anos de história.” @ Sapo


educação: listas dos alunos admitidos na educação pré-escolar e no 1.º ano já divulgadas

Esta segunda-feira foram divulgadas as listas dos alunos admitidos na educação pré-escolar e no 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico.

Assim as crianças que se estreiam no pré-escolar, e as que vão no ano letivo 2023/2024 começar a escola pela primeira vez, vão ficar a saber em que estabelecimento de ensino vão ter aulas, depois de terem já feito a matrícula.

As matrículas para o próximo ano letivo, para quem entra no pré-escolar e 1º ano do ensino básico decorreram entre 15 de abril e 15 de maio.

Outros alunos

Segundo o despacho publicado em Diário da República, a divulgação das listas dos alunos admitidos nos outros anos do ensino básico e secundário serão divulgadas a 1 de agosto.

Calendário

É também já conhecido o calendário do próximo ano letivo. Assim, segundo o despacho publicado em Diário da República, o início das aulas está marcado entre os dias 12 e 15 de setembro, com o o primeiro período a ter o fim marcado para o dia 15 de dezembro de 2023. À semelhança dos outros anos letivos, o calendário escolar conta com três períodos.

As férias de Natal estão marcadas entre o dia 18 de dezembro de 2023 e 2 de janeiro de 2024. O segundo período começa a 3 de janeiro e estende-se até ao dia 22 de março de 2024.

Já o terceiro período tem início marcado para dia 8 de abril, e termina entre o dia 4 e 28 de junho.

O dia em que os alunos terminam o terceiro período está relacionado com os exames, sendo que os alunos do 9º ao 12º ano de escolaridade terminam primeiro, a 4 de junho, do 5º ao 10º acabam a 14 de junho, e o pré-escolar, 1º e 2º ciclos do ensino básico, a 28 de junho. Fonte: Sapo 

04/07/2023

astrofísica: telescópio europeu Euclid vai fazer 50 mil observações durante 6 anos: Portugal em destaque na missão espacial da ESA

O telescópio espacial europeu Euclid vai fazer, durante seis anos de missão, cerca de 50 mil observações de galáxias, um trabalho que teve no seu planeamento o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA).

O IA lidera a participação portuguesa na missão da Agência Espacial Europeia (ESA) que lançará no sábado, dos Estados Unidos, se tudo correr conforme o previsto, o telescópio que irá explorar o lado escuro e desconhecido do Universo.

A descolagem do foguetão Falcon 9, da empresa SpaceX, que transportará o telescópio espacial está prevista para as 16:11 (hora de Lisboa) da base da agência espacial norte-americana (NASA) em Cabo Canaveral. Caso falhe esta primeira tentativa de lançamento há uma segunda oportunidade no domingo.

Pela primeira vez, Portugal ocupa um lugar de destaque numa missão espacial da ESA, agência da qual é Estado-membro desde 2000. No centro de controlo da missão, na Alemanha, vai estar um português a codirigir as operações de voo: Tiago Loureiro, engenheiro aeroespacial que há 19 anos trabalha na ESA.

A colaboração de Portugal no Euclid começou em 2012 quando o país assinou um acordo multilateral com a ESA e restantes representantes de um consórcio formado para desenvolver, construir e explorar o telescópio espacial.

Desde então mais de 40 investigadores e alunos de mestrado e doutoramento portugueses têm estado a trabalhar na missão.

António da Silva, investigador do IA e professor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), é o representante de Portugal na direção do consórcio do Euclid. À Lusa, o cosmólogo justificou a importância da missão espacial com a explicação de que “foi concebida para procurar respostas a perguntas científicas simples, mas verdadeiramente enigmáticas e de implicações profundas ao nível da Física fundamental, Cosmologia e Astrofísica”. “Até hoje não conhecemos verdadeiramente como se distribuem as galáxias no Universo nem porque nos indicam que o Universo se está a expandir aceleradamente”, afirmou.

A colaboração de Portugal no Euclid começou em 2012 quando o país assinou um acordo multilateral com a ESA e restantes representantes de um consórcio formado para desenvolver, construir e explorar o telescópio espacial.

Desde então mais de 40 investigadores e alunos de mestrado e doutoramento portugueses têm estado a trabalhar na missão.

António da Silva, investigador do IA e professor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), é o representante de Portugal na direção do consórcio do Euclid.

À Lusa, o cosmólogo justificou a importância da missão espacial com a explicação de que “foi concebida para procurar respostas a perguntas científicas simples, mas verdadeiramente enigmáticas e de implicações profundas ao nível da Física fundamental, Cosmologia e Astrofísica”.

“Até hoje não conhecemos verdadeiramente como se distribuem as galáxias no Universo nem porque nos indicam que o Universo se está a expandir aceleradamente”, afirmou. Fonte: Sapo

país: Padrão dos Descobrimentos vai passar a ser monumento

Com o anúncio publicado em Diário da República na quarta-feira, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) abriu o processo de classificação do Padrão dos Descobrimentos (PD), incluindo a Rosa-dos-Ventos, na zona de Belém, em Lisboa. 

O Padrão dos Descobrimentos não é um monumento nacional, nem mesmo de interesse público e a obra foi vandalizada, pelo menos, duas vezes nos últimos três anos.

A mais recente aconteceu na semana passada, felizmente com pichagens de dimensão reduzida que não provocaram danos. Fonte: Sapo

A única proteção especial que impende sobre o edifício, na freguesia lisboeta de Belém, advém do facto de estar na zona de proteção especial dos Jerónimos e do Museu de Arte Popular, ambos edifícios classificados. Detetada esta lacuna, em fevereiro de 2021 a associação Fórum Cidadania LX avançou com um pedido de "abertura do procedimento de classificação de âmbito nacional", que deu agora origem à decisão da DGPC de avançar com a classificação do Padrão (que é propriedade da Câmara de Lisboa e está afeto à EGEAC, empresa municipal responsável pela gestão dos equipamentos culturais). Este não é ainda o final do processo, mas um pontapé de saída para o passo legal seguinte, que definirá se a construção, que nas últimas décadas se transformou numa das imagens icónicas de Lisboa, é classificada como monumento nacional ou de interesse público - as duas classificações possíveis, que ficam agora em aberto.

© André Luís Alves/Global imagens
A decisão de avançar para a classificação do Padrão dos Descobrimentos contou com o parecer favorável da Secção do Património Arquitetónico e Arqueológico (SPAA) do Conselho Nacional de Cultura, aprovado em janeiro deste ano, e que mereceu o acordo de todos os membros presentes. O documento, a que o DN teve acesso, não passa ao lado da controvérsia em torno do Padrão, uma obra do Estado Novo edificada em 1940, inicialmente como uma construção efémera para a Exposição do Mundo Português, e que viria a ser reconstruído em betão e pedra rosal de Leiria em 1960, por ocasião da comemoração dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique. 

"Vivemos tempos estranhos, nebulosos, que já se repetiram ciclicamente na História, e onde se navega muito, talvez demasiadamente, por imperativos morais e bipolares de arrependimento, autoflagelação, censura e cancelamento. São tempos de "pogrom". Mas conhecer a História sem a apagar e saber interpretar as suas evidências em liberdade será sempre a melhor forma de rechaçar os tempos aziagos, pela salvaguarda da humanidade e da riquíssima diversidade do seu processo cultural", lê-se no parecer, que teve como redator Elísio Summaviele, antigo presidente do Centro Cultural de Belém. Fonte: DN

exames nacionais: 2.ª fase de 20 a 26 de julho


03/07/2023

saúde: falta de vacinas cria risco de perda de oportunidade de vacinação

"A família organiza-se para levar a criança para receber a vacina e chega lá e dizem que não há. É possível que algumas dessas crianças não voltem a uma nova marcação", diz a Ordem dos Médicos. Por isso, certifique-se atempadamente se no seu Centro de Saúde há vacinas para o seu filho.

O Presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Jorge Amil Dias, disse, à data de 2 de junho, ser "difícil perceber" que haja falta de vacinas, advertindo que essa carência cria algum risco de perda de oportunidade de vacinação.

"O plano de vacinação define que uma vacina é dada aos dois meses, outra aos três, aos quatro e por aí a fora e não tem que ser num dia específico. O problema é que se houver uma marcação prévia de vacinação, a família organiza-se para levar a criança ao centro de saúde para receber a vacina e chega lá e dizem que não há vacina. É possível que algumas dessas crianças depois não voltem a uma nova marcação", explicou o pediatra.

Por isso, sustentou, "não ter 'stocks' disponíveis numa situação que é perfeitamente previsível cria algum risco de perda de oportunidades de vacinação, mais do que propriamente o facto de a criança não receber a vacina naquele dia específico, porque não é assim que a imunidade funciona".

Segundo o Expresso, a vacinação gratuita, sobretudo de recém-nascidos e crianças, está a ser feita a 'conta-gotas', adiantando que durante este ano ainda não foram compradas as vacinas necessárias e os centros de saúde estão a utilizar doses que sobraram do abastecimento anterior, sucedendo-se os relatos de falhas na imunização por todo o país.

Entretanto, o CRESCER sabe que foi autorizada pelo Governo uma despesa de cerca de 46,2 milhões de euros para aquisição de vacinas e tuberculinas, no âmbito do Programa Nacional de Vacinação durante o ano de 2023.

Jorge Amil Dias disse "achar estranhíssimo" este atraso, uma vez que as vacinas são algo que é previsível em termos de consumo. "Sabemos quantas crianças nascem e, portanto, é fácil para quem planeia as necessidades saber exatamente quantas vacinas vão ser precisas e onde". Fonte: Sábado

Porém, e apesar das notícias de junho, certifique-se se no seu Centro de Saúde existem vacinas para o seu filho poder ser vacinado como atempadamente.

Escola EB1 de Moutidos: o 1.º B no Dia da Cidadania

Para festejar o Dia da Cidadania, os alunos do 1.º B de Moutidos memorizaram e apresentaram aos nossos ilustres visitantes o poema de Miguel Torga “Sei um ninho”, porque ensinar às nossas crianças a proteger os animais e o seu habitat natural é muito importante para a proteção e preservação do Meio Ambiente. E é isso que este belíssimo poema ensina.
cortesia de envio (texto e fotos) de Alda Alves, docente do 1º ciclo

Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar…

Miguel Torga

 (post editado às 16h50m)

CEG: festa de finalistas

No dia 30 de junho foi o último dia de aulas e realizou-se a festa de finalistas! Foi um momento emocionante e significativo.

Houve música e dança. Os pequenitos do pré-escolar encantaram-nos com “A loja dos brinquedos”, uma dança pensada e coreografada pela Educadora Fátima a quem damos os parabéns porque nos surpreendeu com uma atuação cheia de cor e magia!

Os alunos do 1º CEB cantaram em português e inglês e estavam mesmo afinados!

Um dos momentos mais emotivos foi a entrega dos diplomas aos nossos finalistas. Tivemos ainda um grupo de pais que nos surpreendeu ao cantar uma canção dedicada aos filhotes.

A Apeeceg, a quem agradecemos a colaboração, ofereceu t-shirts a todos os alunos finalistas que ficaram todos catitas.

Contamos com a ilustre presença do nosso Diretor, Professor Manuel Ferreira, da professora Maria José Conceição e do professor Óscar Brandão. Gratos pela presença e apoio.

Foi um dia memorável com risos, alegria, fotos, agradecimentos aos professores e assistentes operacionais que cuidam todos os dias destas crianças e que tanto se envolveram na preparação desta atividade, mas também alguma tristeza porque os alunos do 4º ano já sentem a saudade por deixarem o lugar onde construíram boas memórias.














Desejamos que a nova etapa que se vai iniciar seja repleta de desafios, experiências enriquecedoras e momentos felizes para todas estas crianças!

cortesia de envio (texto e fotos) de Virgínia Costa docente coordenadora do CEG

CEG: inauguração da Cozinha de Lama

O Centro Escolar da Gandra inaugurou um novo espaço: a Cozinha de Lama.

Este projeto ligado à horta pedagógica, Projeto “Mãos na Terra", foi um projeto vencedor do concurso “Bairro Feliz”, organizado pelo Pingo Doce, no qual participou com grande empenho, a Comunidade Escolar do Centro Escolar da Gandra.

Na inauguração, estiveram presentes os representantes do Pingo Doce, o encarregado de educação, Sr. Luís Armada, que construiu este espaço, a educadora Carla Félix, responsável pela candidatura ao projeto, a Sr.ª Coordenadora do estabelecimento Virgínia Costa, a professora bibliotecária Maria João Cabral, as crianças do pré-escolar, as educadoras e as assistentes operacionais.







Queremos agradecer a todos os que contribuíram para tornar possível este espaço que, sem dúvida, é um lugar potenciador de experiências ricas e onde se irá privilegiar o brincar ao faz de conta, no qual é estimulada, entre outras competências, a imaginação e a criatividade.

Este espaço irá ser uma delícia para os mais novos.

cortesia de envio (texto e fotos) de Virgínia Costa, docente coordenadora do CEG

exames: 3 de julho, último dia da 1.ª fase

 





Hoje é o último dia dos exames da 1.ª fase, com Geometria Descritiva A e História B.