Porque este senhor vai estar por cá, em Lisboa (a 7 de Dezembro, no Campo Pequeno) e no Porto (a 8 de Dezembro, na Casa da Música), aqui vai um pedacinho do que ele faz.
Ele é Herbie Hancock e este é o seu "The Imagine Project".
Que tal? A ouvir, bem alto.
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28/11/2010
27/11/2010
desafio IV
Em tempo de fim-de-semana, ele aí vem: o desafio.
Quem sabe quem foi o autor destas VERDADES? E o que acham delas?
Desfrutem. E não sejam "ridículos".
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente Ridículas.)
Quem sabe quem foi o autor destas VERDADES? E o que acham delas?
Desfrutem. E não sejam "ridículos".
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente Ridículas.)
26/11/2010
greve geral (nas escolas)
A greve nas escolas presta-se a muitas leituras. Sobretudo porque envolve vários grupos de cidadãos: os alunos, os EE, os funcionários e os professores.
Aos olhos dos alunos é uma folga.
Aos olhos dos EE é uma maçada pois não sabem o que fazer aos filhos.
Mas esta greve não foi uma greve de professores. Foi uma greve geral.
E, quando TODOS estão unidos pela mesma causa, a greve pode ser significativa.
Esta, a de dia 24, foi uma dessas oportunidades: mostrar que TODOS mostravam um cartão vermelho à situação actual em que vivemos.
E toda a gente percebe isso, se for explicado.
Vamos lá passar para os grupos directamente envolvidos com a ESCOLA:
Os alunos percebem que os professores, os funcionários e os seus EE têm muitas razões para estarem descontentes pois vive.
Os EE percebem que há muitas razões para o descontentamento dos professores e dos funcionários pois também eles sentem o mesmo nas suas profissões.
Os funcionários das escolas conhecem as razões dos professores e dos EE, porque estão informados.
Os professores sentem bem na pele o que se passa com eles (recordo bem os olhinhos de espanto dos alunos quando lhes expliquei o que se passava com os congelamentos, as horas de trabalho diárias a mais sem remuneração, a fantochada das aulas de substituição, a ADD, os cortes salariais) e conhecem o que s passa com os funcionários da escola e com os EE.
Por isso, esta greve foi diferente. Todos percebem todos.
E, por isso escrevemos, a 24, que o blogue (continuo a gostar do portuguesismo blogue em vez do anglicismo blog da imagem) estava de greve, sobretudo por aqueles que a não podiam fazer.
Não somos arautos da verdade. Nem moralistas. Nem este é um blogue político.
Este é um blogue de pessoas de uma escola que exercem a sua condição de cidadãos e que têm opinião.
Na nossa perspectiva só teriam razão para não fazerem greve: os que não conseguem trabalho; os que estão desempregados; os que trabalham a recibos verdes há anos (!); os que querendo dizer BASTA não o dizem por recearem ser excluídos; os que não podem conjugar o verbo trabalhar.
E, por eles, a responsabilidade do nosso post.
A outra, bem maior, é a responsabilidade de cada um dos eleitores.
Aos olhos dos alunos é uma folga.
Aos olhos dos EE é uma maçada pois não sabem o que fazer aos filhos.
Mas esta greve não foi uma greve de professores. Foi uma greve geral.
E, quando TODOS estão unidos pela mesma causa, a greve pode ser significativa.
Esta, a de dia 24, foi uma dessas oportunidades: mostrar que TODOS mostravam um cartão vermelho à situação actual em que vivemos.
E toda a gente percebe isso, se for explicado.
Vamos lá passar para os grupos directamente envolvidos com a ESCOLA:
Os alunos percebem que os professores, os funcionários e os seus EE têm muitas razões para estarem descontentes pois vive.
Os EE percebem que há muitas razões para o descontentamento dos professores e dos funcionários pois também eles sentem o mesmo nas suas profissões.
Os funcionários das escolas conhecem as razões dos professores e dos EE, porque estão informados.
Os professores sentem bem na pele o que se passa com eles (recordo bem os olhinhos de espanto dos alunos quando lhes expliquei o que se passava com os congelamentos, as horas de trabalho diárias a mais sem remuneração, a fantochada das aulas de substituição, a ADD, os cortes salariais) e conhecem o que s passa com os funcionários da escola e com os EE.
Por isso, esta greve foi diferente. Todos percebem todos.
E, por isso escrevemos, a 24, que o blogue (continuo a gostar do portuguesismo blogue em vez do anglicismo blog da imagem) estava de greve, sobretudo por aqueles que a não podiam fazer.
Não somos arautos da verdade. Nem moralistas. Nem este é um blogue político.
Este é um blogue de pessoas de uma escola que exercem a sua condição de cidadãos e que têm opinião.
Na nossa perspectiva só teriam razão para não fazerem greve: os que não conseguem trabalho; os que estão desempregados; os que trabalham a recibos verdes há anos (!); os que querendo dizer BASTA não o dizem por recearem ser excluídos; os que não podem conjugar o verbo trabalhar.
E, por eles, a responsabilidade do nosso post.
A outra, bem maior, é a responsabilidade de cada um dos eleitores.
MC
24/11/2010
23/11/2010
a (re)ler
Breve sinopse de "Ensaio sobre a Lucidez" de José Saramago:
Num país qualquer, num dia chuvoso de votação, poucos eleitores compareceram para votar, durante a manhã. As autoridades eleitorais, preocupadas, chegaram a supor que haveria uma abstenção gigantesca. À tarde, quase no encerramento da votação, centenas de milhares de eleitores compareceram aos locais de votação. Formaram-se filas quilométricas, e tudo pareceu normal. Mas, para desespero das autoridades eleitorais, houve quase setenta por cento de votos em branco. Uma catástrofe. Evidentemente que as instituições, partidos políticos e autoridades, haviam perdido a credibilidade da população. O voto em branco fora uma manifestação inocente, um desabafo, a indignação pelo descalabro praticado por políticos pertencentes aos partidos da direita, da esquerda e do meio. Políticos de partidos diferentes, mas de actuações iguais, usufruindo de privilégios que afrontavam a população. Os eleitores estavam cansados, revoltados. Os governantes, sentindo-se ameaçados, trataram de agir em nome da ordem, perseguindo, prendendo, maltratando, eliminando. Alguns que viveram os horrores da cegueira branca, novamente sofreram. Os governantes, preocupados em salvar a própria pele, em garantir o poder, não perceberam que a cegueira branca de outrora, demonstrativo de que há muito o homem estava cego, tinham paralelo com o voto branco de agora, indicativo de que a população não perdera a lucidez.
Num país qualquer, num dia chuvoso de votação, poucos eleitores compareceram para votar, durante a manhã. As autoridades eleitorais, preocupadas, chegaram a supor que haveria uma abstenção gigantesca. À tarde, quase no encerramento da votação, centenas de milhares de eleitores compareceram aos locais de votação. Formaram-se filas quilométricas, e tudo pareceu normal. Mas, para desespero das autoridades eleitorais, houve quase setenta por cento de votos em branco. Uma catástrofe. Evidentemente que as instituições, partidos políticos e autoridades, haviam perdido a credibilidade da população. O voto em branco fora uma manifestação inocente, um desabafo, a indignação pelo descalabro praticado por políticos pertencentes aos partidos da direita, da esquerda e do meio. Políticos de partidos diferentes, mas de actuações iguais, usufruindo de privilégios que afrontavam a população. Os eleitores estavam cansados, revoltados. Os governantes, sentindo-se ameaçados, trataram de agir em nome da ordem, perseguindo, prendendo, maltratando, eliminando. Alguns que viveram os horrores da cegueira branca, novamente sofreram. Os governantes, preocupados em salvar a própria pele, em garantir o poder, não perceberam que a cegueira branca de outrora, demonstrativo de que há muito o homem estava cego, tinham paralelo com o voto branco de agora, indicativo de que a população não perdera a lucidez.balanço desafio III
Foi a mais vista das mensagens deste blogue, como podem verificar na coluna da direita, que, simpaticamente, vai fazendo as contas desta casa.
Não é que A Nêspera ganhou à circular da DGRHE? Devemos tirar daqui alguma ilação?
Bolas, ou será que vale a pena ser nêspera? :) Ou ser velha? :)
Nós cá achamos que o que vale mesmo a pena é ser desafiado.
Muito gratas a todos os que aqui aparecem. Em especial aos alunos e aos professores da casa. São a nossa inspiração.
Não é que A Nêspera ganhou à circular da DGRHE? Devemos tirar daqui alguma ilação?
Bolas, ou será que vale a pena ser nêspera? :) Ou ser velha? :)
Nós cá achamos que o que vale mesmo a pena é ser desafiado.
Muito gratas a todos os que aqui aparecem. Em especial aos alunos e aos professores da casa. São a nossa inspiração.
21/11/2010
desafio III
Desta vez, o desafio é solicitar que interpretem a metáfora contida no poema que apresentamos. Aguardamos comentários inspirados e contextualizados :)(Pedimos desculpa pela incoerência da imagem, mas não encontrámos nenhuma foto em que a nêspera estivesse deitada, caladita, na cama.)
A Nêspera
uma nêspera
estava na cama
deitada
muito caladaa ver
o que acontecia
chegou a Velha
e disse,
olha uma nêspera!
e, zás, comeu-a
é o que acontece
às nêsperas
que ficam deitadas
caladas
a esperar
o que acontece
in Novos Contos do Gin, Mário Henrique Leiria
20/11/2010
definição oportuna: paz
paz (latim pax, pacis)
s. f.1. Quietação de ânimo.
2. Sossego, tranquilidade.
3. Ausência de guerra, de dissensões.
4. Boa harmonia.
5. Concórdia, reconciliação.
6. Paciência, pachorra.
7. Relig. catól. Cerimónia em que, na missa, o celebrante beija a pátena e abraça o diácono.
8. A pátena.
9. A relíquia ou imagem que nas catedrais se dá a beijar ao coro, etc.
abraço de paz: o que o corpo docente dá ao que se gradua em doutor.
anjo da paz: pessoa que trata de reconciliar desavindos.
gente de paz: gente pacífica e amiga.
paz octaviana!otaviana: paz profunda e inalterável.
paz podre: silêncio profundo.
símbolo da paz: a oliveira.
s. f.1. Quietação de ânimo.
2. Sossego, tranquilidade.
3. Ausência de guerra, de dissensões.
4. Boa harmonia.
5. Concórdia, reconciliação.
6. Paciência, pachorra.
7. Relig. catól. Cerimónia em que, na missa, o celebrante beija a pátena e abraça o diácono.
8. A pátena.
9. A relíquia ou imagem que nas catedrais se dá a beijar ao coro, etc.
abraço de paz: o que o corpo docente dá ao que se gradua em doutor.
anjo da paz: pessoa que trata de reconciliar desavindos.
gente de paz: gente pacífica e amiga.
paz octaviana!otaviana: paz profunda e inalterável.
paz podre: silêncio profundo.
símbolo da paz: a oliveira.
in PRIBERAM
19/11/2010
estados de alma
A falta de condições de trabalho, as responsabilidades imputadas ao professor, a demissão das famílias na educação dos seus filhos, as horas de trabalho improdutivas, a falta de respeito pela profissão e pela pessoa do "mestre", derrotam paulatinamente qualquer educador bem-intencionado.
Mesmo aquele que, encantado com a ideia de partir à "tripla aventura" (como diz Steiner, citado no post "ser professor ainda é?"), se vê preso a "cabos na viagem" e rema "contra ventos e marés".
MC
ESTADOS DE ALMA
Estou cansada, cansada
Psicologicamente...
Mas tenho lido muito, muito
Muitos poetas
E cheguei à conclusão
Que há cabos nas nossas viagens
Tão difíceis de ultrapassar...
Sobretudo, remando, remando
Sempre contra ventos e marés!
Izilda Ribeiro (professora)
18/11/2010
para sempre???
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou hoje no Parlamento que os cortes aplicados aos vencimentos a partir de Janeiro de 2011 serão «para sempre».
16/11/2010
sugestão do Ricardo
Na nossa escola há cursos Profissionais. Também há Cursos Científico-Humanísticos.
Há turmas melhores do que outras. Há alunos mais empreendedores do que outros. Há professores mais dedicados do que outros.
Há, sobretudo, pessoas.
E essas, TODAS, querem um futuro melhor, zangadas ou não com o sistema, frustradas ou não com a sorte. Querem um futuro tão belo quanto a arte destas mãos o fazem.
Este post não tem nada a ver com Educação, mas foi um aluno, o Ricardo, que nos mostrou este vídeo. E o Ricardo é um aluno de um Curso Profissional vindo de um Curso Científico-Humanístico e é, sobretudo, uma pessoa que está a tentar fazer com que o seu futuro seja melhor.
Há turmas melhores do que outras. Há alunos mais empreendedores do que outros. Há professores mais dedicados do que outros.
Há, sobretudo, pessoas.
E essas, TODAS, querem um futuro melhor, zangadas ou não com o sistema, frustradas ou não com a sorte. Querem um futuro tão belo quanto a arte destas mãos o fazem.
Este post não tem nada a ver com Educação, mas foi um aluno, o Ricardo, que nos mostrou este vídeo. E o Ricardo é um aluno de um Curso Profissional vindo de um Curso Científico-Humanístico e é, sobretudo, uma pessoa que está a tentar fazer com que o seu futuro seja melhor.
15/11/2010
e o que é ser aluno de um curso profissional?
O espaço abaixo será acrescido dos comentários aqui chegados ao post ou ao email do blogue. A imagem é pura provocação.
14/11/2010
ser professor ainda é?
«Despertar noutro ser humano poderes e sonhos além dos seus; induzir nos outros um amor por aquilo que amamos; fazer do seu presente interior o seu futuro: eis uma tripla aventura como nenhuma outra.»
George Steiner
13/11/2010
desafio II
O Elmo é uma das mais doces personagens da Rua Sésamo (quem não se lembra?) e compôs a sua própria canção "Elmo's Song".
Em dias cinzentos, e em fim-de-semana, sozinhos ou com a família ou amigos, o desafio é sugerir-vos que façam como ele: criem a vossa própria canção :)
Por exemplo: la la la... la la la... ESÁS song
"See what Elmo did":
Em dias cinzentos, e em fim-de-semana, sozinhos ou com a família ou amigos, o desafio é sugerir-vos que façam como ele: criem a vossa própria canção :)
Por exemplo: la la la... la la la... ESÁS song
"See what Elmo did":
12/11/2010
alguém duvida?
No processo de ensino/aprendizagem, metaforicamente visto como uma maratona, "tão bom é o atleta que chega à meta em 1º lugar, sem qualquer dificuldade, como o coxo que chega em último, cheio de dificuldades, mas chega. Todos devem ser premiados."
J. Q.
Alguém duvida? Nós, não.
11/11/2010
pode ser um problema do belili? do proxis?
Ó malta da informática, colegas, amigos, "entendidos" no assunto, desculpem lá, mas o Bruno tem mesmo razão. Ora vejam lá isto:
10/11/2010
09/11/2010
este país não é para velhos?
"Um velho pobre é uma abominação. É uma condenação à solidão, à doença, à miséria e à injustiça. Um velho pobre é invisível aos olhos ingratos da sociedade. (...) Portugal é um país cruel com os seus velhos, desleixa-os, abandona-os e esquece-os. O Estado tem, a seu modo, cumprido essa função de velar pelos cidadãos que não podem velar por si. (...) Este Orçamento do Estado é cruel para com os velhos e reformados, os das esqueléticas pensões, os destituídos. Os velhos com direito a um Complemento Solidário do Idoso, os que têm rendimentos até 5 mil euros por ano (como é que alguém vive com este dinheiro?) ou rendimentos conjugais de cerca de 8 mil euros, não têm direito a sigilo bancário e são inspecionados e fiscalizados. (...) Na solidão das casas e dos quartos, aguardam a chegada do inverno e do frio que lhes rói os ossos porque não têm dinheiro para as faturas da eletricicidade. Alguns morrerão gelados ou da gripe. Prescindiram do banho quente. Quem não conhece estes velhos não conhece o pobre país que temos. Obrigá-los a pagar uma fatia, mínima que seja, do orçamento, é uma obscenidade. "Clara Ferreira Alves, ÚNICA, 06-11-2010
porque o PORTO faz mais SENTIDO
... cantado pelo Rui Veloso, que anda há 30 anos nisto e enche Coliseus com público de todas as idades, cá vai uma homenagem à nossa cidade e ao seu intérprete:
08/11/2010
há fome nas escolas
![]() |
| foto Expresso |
"Um pouco por todo o país, cada vez mais crianças chegam à escola com fome e é de estômago vazio que tentam aprender. Pouco ou nada comeram de manhã. Pouco ou nada jantaram na noite anterior. Sentam-se irrequietas, estão desconcentradas e algumas queixam-se de dores de barriga. Há alterações de comportamento associadas à fome que os professores já aprenderam a detetar e que garantem serem mais notórias este ano letivo. Com a crise, os estabelecimentos de ensino desdobram-se em soluções para o problema. As escolas são cada vez mais instituições de solidariedade social."
in Expresso, 6 Novembro de 2010
07/11/2010
ao Luís e à Diana
![]() |
| actriz Joana Mocarzel |
A Diana tem quase a mesma idade. Tem 17. É uma menina-mulher criada com muito amor. Gosta de música e de dançar e é aprumadíssima nas tarefas domésticas.
São os dois muito amados.
Sorte de ambos, que encontraram nas suas famílias o suporte que muitas crianças nunca encontram, mesmo não sendo portadoras de qualquer deficiência.
Um abraço do tamanho do mundo a todos os Luís e a todas as Dianas e às famílias dessas crianças.
"A pessoa com Síndrome de Down quando adolescente e adulta tem uma vida semi-independente. Embora possa não atingir níveis avançados de escolaridade, pode trabalhar em diversas outras funções, de acordo com o seu nível intelectual. Ela pode ter a sua vida social como qualquer outra pessoa , trabalhar, praticar desporto, viajar, frequentar festas."
in weblones
A pessoa com síndrome de Down precisa, sobretudo, de muito amor.
este sexagenário é um encanto!
Inspirado em Spike, o cão preto e branco da família Shulz, Snoopy é da raça Beagle. É esperto, sonhador e apesar de nunca falar (afinal, era um cão) comunicava com os leitores através de expressões faciais e balões de pensamento. Snoopy sabe escrever, jogar basebol e tão depressa fantasia ser um piloto de aviões como um escritor consagrado. É corajoso e a única coisa de que tem medo é do gato do lado. Duas das suas actividades favoritas são beijar Lucy e roubar o cobertor de Linus. Tem como confidente (e vítima das suas partidas) Woodstock, um passarinho amarelo que sabe escrever à máquina e comunica através de pontos de exclamação. Tal como Snoopy, também Woodstock faz parte da equipa de basebol de Charlie Brown. Talvez por isso esta equipa nunca tenha ganho um único jogo.Cada personagem de "Peanuts" é uma espécie de caricatura de uma determinada personalidade e forma de estar. Está lá tudo: a preguiça, a criatividade, o egoísmo ou a sensibilidade. E é por isso que 60 anos depois Snoopy e os amigos continuam a ser intemporais.
06/11/2010
vamos confiar-vos um segredo
A qualquer leitor (colega, aluno, amigo, visitante).
À Cristina, ao Ricardo, à Diana, ao Bruno, ao Rúben, à Mónica, ao Tiago, à Marta, ao Zé, à Raquel, ao João, à Ana, ao Luís, à Catarina, ao Alexandre, à Raquel, à Eduarda, ao António, à Cátia, ao Manel, à Sara...
A propósito de uma rosa (podia ter sido sobre qualquer outra coisa), disse o Principezinho à raposa:
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. É o tempo que perdeste com a tua rosa que torna a tua rosa tão importante. Os homens esqueceram-se desta verdade. Tornas-te responsável para sempre por aquilo que cativaste. És responsável pela tua rosa..."
À Cristina, ao Ricardo, à Diana, ao Bruno, ao Rúben, à Mónica, ao Tiago, à Marta, ao Zé, à Raquel, ao João, à Ana, ao Luís, à Catarina, ao Alexandre, à Raquel, à Eduarda, ao António, à Cátia, ao Manel, à Sara...
A propósito de uma rosa (podia ter sido sobre qualquer outra coisa), disse o Principezinho à raposa:
"É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. É o tempo que perdeste com a tua rosa que torna a tua rosa tão importante. Os homens esqueceram-se desta verdade. Tornas-te responsável para sempre por aquilo que cativaste. És responsável pela tua rosa..."
in O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry
cursos diferentes, matrizes curriculares iguais!?
O excerto abaixo apresentado é parte de um texto datado de 2003, publicado no jornal "A Página". Alguém nos explica, muito devagarinho, o que mudou desde aí? É que podemos estar distraídos e a tal perplexidade que se destaca abaixo já não existir. Quiçá!
"No que diz respeito à proposta de revisão curricular do ensino profissional é perfeitamente legítimo o enquadramento estratégico apontado para a necessidade de dotar os jovens de um conjunto de saberes humanísticos, científicos e técnicos que lhes permitam exercer de forma activa o seu papel de cidadãos e lhes possibilitem uma efectiva inserção no mercado de trabalho.
(...)
No entanto, é com perplexidade que se extrai do documento a definição de uma matriz curricular que a aproxima das matrizes curriculares das outras modalidades do ensino secundário. Com esta medida perde-se, completamente, a especificidade do ensino profissional que tem sido tão sublinhado por todos os governos e pelos agentes sócio-económicos.
(...)
É, pois, com grande expectativa e confiança que se espera que o ensino profissional seja melhorado e que se permita às escolas continuarem a percorrer o caminho que desbravaram, senão perdem todos, os alunos, as instituições, as empresas , as comunidades... o país.
"No que diz respeito à proposta de revisão curricular do ensino profissional é perfeitamente legítimo o enquadramento estratégico apontado para a necessidade de dotar os jovens de um conjunto de saberes humanísticos, científicos e técnicos que lhes permitam exercer de forma activa o seu papel de cidadãos e lhes possibilitem uma efectiva inserção no mercado de trabalho.
(...)
No entanto, é com perplexidade que se extrai do documento a definição de uma matriz curricular que a aproxima das matrizes curriculares das outras modalidades do ensino secundário. Com esta medida perde-se, completamente, a especificidade do ensino profissional que tem sido tão sublinhado por todos os governos e pelos agentes sócio-económicos.
(...)
É, pois, com grande expectativa e confiança que se espera que o ensino profissional seja melhorado e que se permita às escolas continuarem a percorrer o caminho que desbravaram, senão perdem todos, os alunos, as instituições, as empresas , as comunidades... o país.
Amadeu Dinis, A Página, 2003
Nota: os destaques são da nossa responsabilidade.
05/11/2010
solução desafio I: "O Falso Espelho"
O Luís desvendou o mistério do "olho".
É, de facto, "O Falso Espelho", de René Magritte e data de 1928.
"O olho, ao mesmo tempo que é um espelho da alma, é um falso espelho para o mundo concreto, porque ele não reflecte exactamente a realidade, na medida em que o que vemos sofre a interferência de cada um de nós." in Arts and Education
Verdade, não?
Surreal(ista)? Talvez.
É, de facto, "O Falso Espelho", de René Magritte e data de 1928.
"O olho, ao mesmo tempo que é um espelho da alma, é um falso espelho para o mundo concreto, porque ele não reflecte exactamente a realidade, na medida em que o que vemos sofre a interferência de cada um de nós." in Arts and Education
Verdade, não?
Surreal(ista)? Talvez.
04/11/2010
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