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06/12/2017

infância não é fase de construir currículo

Chegou ao CRESCER esta sugestão de entrevista que aqui se partilha. Nunca é demais ler.

pediatra Daniel Becker
É cada vez mais comum ver crianças a lidar com agendas atribuladas, preenchidas com aulas de línguas, música, reforço, teatro, desporto.
Para o pediatra Daniel Becker, pesquisador do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro e um dos criadores do programa Saúde da Família, essa visão curricular sobre as atividades nas quais a criança precisa envolver-se pode acabar fazendo com que ela desenvolva comportamentos de competitividade e individualismo.
O especialista defende que, na infância, a prioridade deve ser o "livre brincar", atividade que não pode ser repetida noutra etapa da vida e que é capaz de estimular uma série de competências humanas que nenhuma sala de aula poderá ensinar.
Uma criança que brinca no parque com amigos vai aprender a negociar, interagir, ter empatia, vai saber ouvir o outro, fazer-se ouvir, avaliar riscos, resolver problemas, desenvolver coragem, autorregulação, auto estímulo, criatividade, imaginação… Uma série de habilidades que nenhuma aula vai oferecer. (adaptado daqui)

infância não é fase de construir currículo

Chegou ao CRESCER esta sugestão de entrevista que aqui se partilha. Nunca é demais ler.

pediatra Daniel Becker
É cada vez mais comum ver crianças a lidar com agendas atribuladas, preenchidas com aulas de línguas, música, reforço, teatro, desporto.
Para o pediatra Daniel Becker, pesquisador do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro e um dos criadores do programa Saúde da Família, essa visão curricular sobre as atividades nas quais a criança precisa envolver-se pode acabar fazendo com que ela desenvolva comportamentos de competitividade e individualismo.
O especialista defende que, na infância, a prioridade deve ser o "livre brincar", atividade que não pode ser repetida noutra etapa da vida e que é capaz de estimular uma série de competências humanas que nenhuma sala de aula poderá ensinar.
Uma criança que brinca no parque com amigos vai aprender a negociar, interagir, ter empatia, vai saber ouvir o outro, fazer-se ouvir, avaliar riscos, resolver problemas, desenvolver coragem, autorregulação, auto estímulo, criatividade, imaginação… Uma série de habilidades que nenhuma aula vai oferecer. (adaptado daqui)

26/10/2017

"Sociedade está mais violenta. O que não é positivo"

A Diretora do PortalBullying, Tânia Paias acredita que as escolas estão mais atentas e sensibilizadas para o fenómeno, mas considera que existe uma banalização do conceito. Durante todo o mês decorre uma campanha nas escolas para que os jovens mostrem como prevenir e combater o problema.
O Portal do Bullying surgiu em 2010. Como tem evoluído este fenómeno desde então?
Essa é uma questão difícil. Como as pessoas estão mais despertas e há mais informação, não sabemos se há um aumento de casos ou se as pessoas estão mais familiarizadas com o fenómeno. Por outro lado, por vezes há a ideia de que "tudo é bullying". E nem sempre é assim. A banalização do conceito não ajuda a trabalhar estas áreas. (leia toda a entrevista aqui)