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26/09/2017

alerta: seis em cada dez crianças não consomem a dose recomendada de fruta e legumes

Não é novo o alerta e é bastante preocupante.

Mais de 17 mil crianças avaliadas: 65% não cumprem a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão mínima de três porções de fruta e duas porções de legumes diárias.

De acordo com o estudo, que envolveu 17.698 crianças com idades entre os dois e os dez anos de escolas e jardins-de-infância de todo o país, 65% não cumprem a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão mínima de três porções de fruta e duas porções de legumes diárias.

Esta percentagem sobe para os 68,2% nas crianças com seis e sete anos, disse à agência Lusa o presidente e fundador da APCOI, Mário Silva, sublinhando que "é o grupo que mais se destaca pela negativa, o que menos consome" frutas e legumes. @ Público

alerta: seis em cada dez crianças não consomem a dose recomendada de fruta e legumes

Não é novo o alerta e é bastante preocupante.

Mais de 17 mil crianças avaliadas: 65% não cumprem a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão mínima de três porções de fruta e duas porções de legumes diárias.

De acordo com o estudo, que envolveu 17.698 crianças com idades entre os dois e os dez anos de escolas e jardins-de-infância de todo o país, 65% não cumprem a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma ingestão mínima de três porções de fruta e duas porções de legumes diárias.

Esta percentagem sobe para os 68,2% nas crianças com seis e sete anos, disse à agência Lusa o presidente e fundador da APCOI, Mário Silva, sublinhando que "é o grupo que mais se destaca pela negativa, o que menos consome" frutas e legumes. @ Público

23/01/2017

muito trabalho e pouco sono, a mistura explosiva


Arianna Huffington, 66 anos, tira o pulso às consequências da falta de descanso do cérebro e explica, citando várias pesquisas, por que razão é um erro vivermos “na ilusão de que conseguimos fazer o nosso trabalho tão bem com quatro ou cinco horas de sono como com sete ou oito”. A privação de sono torna-nos mais vulneráveis a doenças e, acrescenta, a incidência de morte por qualquer causa sobe em 15%, quando dormimos cinco ou menos horas por noite.




03/05/2016

ALERTA: crianças portuguesas consomem 5 milhões de psicofármacos por ano

Um relatório da Direção-Geral de Saúde alerta que as crianças portuguesas estão a consumir demasiados psicofármacos por ano.
Os dados constam do relatório de 2015 sobre a saúde mental em Portugal da Direção-Geral da Saúde e referem-se a tratamentos para a hiperatividade e défice de atenção.
De acordo com a DGS, milhares de crianças até aos 14 anos de idade consumiram mais de cinco milhões de doses de metilfenidato, um psicofármaco usado para tratar a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA). O mais comum destes fármacos é o Ritalina, que chega mesmo a ser conhecido como “a droga da boa nota”.
Os dados revelam que no grupo etário das crianças até aos quatro anos de idade foram administradas, só em 2015, cerca de 2.900 doses diárias destes “calmantes”.
No grupo etário entre os cinco e os nove anos foram prescritas 1.261.933 doses e, nas crianças dos dez aos 14 anos, foram administrados 3.873.751 doses.
No conjunto, chegou-se a um total de 5.138.584 doses.
O relatório alerta para a “ligeireza com que se fala em hiperatividade infantil, rapidamente transformada em perturbação psicopatológica e, com uma frequência não menos dramática, na prescrição de uma molécula anfetamínica”.
O relatório refere “alertas fundamentados sobre o risco do recurso fácil, e em regra continuado, a substâncias psicoativas em crianças, cujo cérebro tem, como é consabido, um processo de maturação lento e sensível”.
Os dados do relatório agora conhecido deverão ditar, em breve, recomendações aos médicos sobre a prescrição deste tipo medicamentos.
O coordenador do Programa Nacional para a Saúde Mental, Álvaro Carvalho, afirmou à Antena 1 que conta lançar, a curto prazo, várias normas, orientações e avisos.
Álvaro Carvalho sublinha que muitos diagnósticos não se confirmam, até porque se baseiam apenas em sintomas, e adverte que o uso constante destes fármacos pode causar atrasos no desenvolvimento do sistema nervoso central das crianças. @ ZAP