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sexta-feira, 29 de abril de 2016

do conhecimento à estufa

As turmas A e B do 12º ano, deslocaram-se a Lisboa, no passado dia 26 de abril, em visita de estudo ao Pavilhão do Conhecimento e à Estufa Fria, no âmbito das disciplinas de Psicologia e de Biologia.
O sol ajudou e a boa disposição imperou.

há alguém que ainda pense que a ciência é aborrecida?

Termograma.* 

A visita à Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro encheu o dia dos alunos do nono ano, na quarta-feira ou na quinta-feira.
Até tempo ajudou. Apesar de na quarta-feira o céu ameaçar chuva, ela não caiu.
Os nossos alunos puderam comprovar que a física pode fazer os cabelos ficarem em pé. Sobretudo quando se põe as mãos, com as devidas cautelas, no globo do gerador de Van der-Graaf.
No espetáculo da química viram como se pode abrir uma caixa sem nela tocar, um líquido que ora era amarelo ora azul, líquidos em reação química que emitiam luz violeta e muitas outras coisas surpreendentes.

Também puseram as mãos na massa e provaram o pão que fizeram. E, sim, …, é verdade, tal como em tudo o resto, assim ele sabe melhor. 

"Se os nossos olhos vissem no intervalo dos infravermelhos, ver-me-iam assim. A cada cor corresponde uma temperatura". SV

quinta-feira, 28 de abril de 2016

hoje é o dia dele...


... do sorriso. Dizem!
Use e abuse dele. Contagie os outros e alegre-se a si.

as turmas de gestão e de informática foram ao "surf"






No passado dia 22 de Abril, as turmas do curso profissional de gestão e de informática, foram fazer uma atividade de surf integrada na avaliação de um dos módulos da disciplina de educação física.












Foi um dia bem passado na companhia de professores de diversas áreas.
Parabéns, mais uma vez, à postura e envolvimento dos alunos neste tipo de iniciativas.

filosofando e moralizando por aí...

Os dias do departamento das Ciências Sociais e Humanas continuam, obrigando todos a pensar e apelando a valores morais que todos devemos respeitar.
Rima e é verdade!





quarta-feira, 27 de abril de 2016

nos dias de... "o Quénia em 1ª pessoa"

Auditório cheio para assistir à palestra "Quénia na primeira pessoa " que decorreu ontem, durante a manhã, no âmbito da disciplina de geografia e na semana das CHS.


quando os lugares e os sabores vêm até nós...








Foi o que aconteceu com Piódão.

As fotos não enganam e ilustram bem a beleza do local. Os bolinhos trouxeram os sabores até à escola...

Há mãos muito generosas!

terça-feira, 26 de abril de 2016

os dias do Departamento das Ciências Sociais e Humanas

A semana do Departamento das Ciências Sociais e Humanas decorre até sexta-feira, sendo retomadas as atividades a 3 e a 13 de maio.
Apreciem as imagens e, sobretudo, apreciem visitando o corredor central.



Haverá lugar para exposição de trabalhos, palestras ("Contrastes de desenvolvimento" e "Às voltas com o Amor"), Jornadas de Turismo, um Concurso "Quem quer ser milionário" e ainda um "peddy paper". 






sexta-feira, 22 de abril de 2016

as escolhas de...

É sexta-feira. O CRESCER volta à rubrica "as escolhas de...".


Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o de Natália Caminha, docente de Física e Química.

O CRESCER quis saber o seu percurso profissional, de que forma sentiu a revolução de abril, as suas preferências literárias e musicais e os seus passatempos.


Fale-nos um pouco da sua carreira profissional.
Leciono há trinta e seis anos, apesar da minha formação académica não estar relacionada com o ensino. Eu acabei o curso em 1974, com o intuito de trabalhar na área de indústria têxtil, mas, nessa época, a indústria começou a afundar, devido ao excesso de trabalhadores, em parte, e acabei por não conseguir arranjar emprego. Entretanto, esperei dois anos, mas, como não sou pessoa de esperar muito, comecei a dar apoio a filhos de amigos e desenvolvi o meu gosto pelo ensino. Concorri e enveredei nesta área profissional. Fui chamada, ao fim de oito anos, para trabalhar numa empresa onde tinha estagiado. O vencimento era o mesmo, mas conseguiria mais profissionalmente. Refleti e acabei por decidir continuar a dar aulas, visto que era o que eu gostava mesmo de fazer. Ensino, ainda hoje, porque gosto. Infelizmente, terei de ir embora para o ano, porque a isso me obrigam. Mas ensinar é algo que faço com genuína paixão.
O sucesso dos meus alunos marca-me muito. Tenho o prazer de reencontrar ex-alunos formados e com carreiras profissionais boas. É a coisa que me dá mais gozo, especialmente quando se lembram de mim. É um grande orgulho ver os meus alunos formados e bem na vida, sabendo que os consegui ajudar nisso. O que me move nesta profissão é, fundamentalmente, o carinho que tenho pela profissão e também por quem ensino.

Sentiu o impacto da Revolução de abril em 1974? 
A minha consciência política era muito reduzida, primeiro porque vivia numa família muito tradicional e que, portanto, estava bem com o regime e, depois, porque, à época, não tínhamos acesso a muita informação de cariz político, devido, em parte, à censura de livros. Apesar disto, eu estava em contacto com outras realidades, enquanto filha de emigrantes: os meus pais foram para a Venezuela e, naquela altura, eu conhecia o sistema democrático. Na verdade, era isso que eu queria para o meu país, daí que também nunca tenha querido emigrar. Queria que a mudança se desse cá.
Lembro-me, no entanto, de ter na porta do meu quarto um poster do Che Guevara, que era um herói para mim, devido ao seu caráter revolucionário. A minha reduzida consciência política não me fez conformada, pelo que eu era, na verdade, muito "do contra". Não sabia bem porquê, mas era. Ia para manifestações, já na faculdade, mas na hora de fugir as pernas eram fiéis ao corpo, porque sabia que seria muito complicado para a minha família saber-me presa ou com associada a algo revolucionário. Assim, andei, sobrevoando, por todos os lados.

Quais as suas preferências literárias e musicais? 
Eu gosto muito de ler. Tenho dois livros que me marcaram muito: Cem Anos deSolidão, de Gabriel García Márquez, e Teresa Batista Cansada de Guerra, de Jorge Amado. O primeiro li antes de se tornar um best seller, tendo gostado muito dele e o segundo porque me foi dado pelo meu marido, horas antes de eu ter o meu filho. Este livro marcou-me profundamente. 
Em 1974, eu tinha vinte e quatro anos e ouvia The Beatles, Pink Floyd, por aí… Gosto muito de música, mas não tenho padrões nem heróis, aliás, acho que os heróis se fazem.

Quer falar-nos um pouco dos seus passatempos? 
Neste momento tenho um papel fundamente, ser avó. É uma maravilha ter um neto com três anos que me preenche completamente, no entanto, não sou avó a tempo inteiro. Gosto muito de animais e costumo dizer que para o ano, quando me reformar, vou fazer voluntariado numa associação de apoio a animais. Gosto tanto de animais que acho que passei ao meu filho esse gosto, de tal forma que ele hoje é veterinário. Não escolhi, de todo, o curso dele, nem o condicionei, sequer, mas, na verdade, sempre vivemos com animais. Quando era mais nova, vivia com os meus avós e tínhamos muitos animais, mas nunca os comíamos. Por exemplo, a minha avó trocava as nossas galinhas com as dos vizinhos, devido ao carinho que todos tinham pelos animais que criavam.
Santorini
Também gosto muito de viajar e, quando o faço, opto por alugar um quarto em casa de alguém para perceber a realidade do sítio. Gosto, fundamentalmente, do contacto com as pessoas e considero que esse seja o meu hobby, conhecer pessoas e compreender a sua cultura. Aliás, se não fosse formada em Química, seria em Filosofia. Achava que esse curso me levaria mais longe, mas o meu pai dizia que só dava para ser professora. Ironicamente, acabei por ser professora, só que de outra área.
ilha de Creta
Destaco, das minhas viagens, uma ilha grega, Santorini, que é fantástica e parecida com o nosso Alentejo porque tem o mesmo estilo de casas, mas enquanto ilha vulcânica, também se assemelha à Madeira. Quando lá fui, fiquei em quartos de casas de família e as pessoas de lá são fantásticas. Recebem-nos lindamente e, para mais, a ilha é magnífica, muito azul. Destaco também a Ilha de Creta que é o retrato da civilização antiga. Estes são os meus destaques.


Ana Pinto e Rita Almeida

22 de abril: dia mundial da terra




No âmbito do projeto Ecoescolas convidam-se todos os elementos da comunidade educativa a verem na biblioteca escolar uma árvore feita com folhas pelos alunos das turmas 7A, 7B, 7C, 7D, 7E e 7F com o apoio da docente Cristina Magalhães, de Educação Visual, bem como trabalhos efetuados pelos discentes de diversas turmas de 8º ano na disciplina de Ciências Naturais, com frases e slogans bem apelativos, de onde se extraíram os melhores para o ecocódigo deste ano letivo. 


Obrigado a todos pela colaboração e parabéns aos artistas.



Agora, toca a respeitar a nossa casa como ela bem merece, com respeito, sem desperdícios e racionalidade, o futuro é o que fizermos dele! 


Deixemos um legado que nos deixe orgulhosos, fazendo jus ao nosso símbolo da gota de água...


A equipa do projeto Ecoescolas

quinta-feira, 21 de abril de 2016

a nossa escola na final distrital do CNL, pela 2ª vez consecutiva

Realizou-se, a 19 de abril passado, na Biblioteca Almeida Garrett o CNL (Concurso Nacional de Leitura)  que contou com a participação destes nossos brilhantes alunos.
Foi com muito orgulho que as professoras acompanharam "O ouro de Delfos" da nossa escola e a "Supergigante" Ana Margarida Silva, aluna do 7º D, que ficou entre os cinco alunos apurados para a final distrital."
Está a escola de parabéns e todos nós.
O blogue da nossa biblioteca também fez notícia. Podem apreciá-la aqui.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

"Masterchef Moutidos Desafio Final".

Realizou-se no passado dia 13 de abril a 3º edição do concurso culinário "Masterchef Moutidos Desafio Final". Trata-se de um concurso anual promovido pela AAF do JI de Moutidos onde as crianças dos 3 aos 6 anos cozinham diante de um júri composto por dois elementos da Câmara Municipal da Maia e dois elementos da empresa de alimentação da Gertral.
A edição deste ano contou com 20 participantes que confecionaram as mais variadas iguarias.
O vencedor, tal como ocorre todos os anos, recebeu uma jaleca, um chapéu  à chef personalizados e ainda um troféu. Todos os participantes receberam várias prendas que foram oferecidas por empresas que anualmente se associam a este evento. 

a solidão faz mal ao coração. literalmente

As pessoas que se sentem sós ou socialmente isoladas têm um risco acrescido de 30% de sofrer uma doença cardíaca ou um acidente vascular cerebral, conclui uma meta-análise de 23 artigos científicos. As relações que temos com os nossos amigos ou família são cada vez mais um indicador da nossa saúde.
 MIGUEL MADEIRA

A solidão pode provocar sérios danos na sua saúde. Mais precisamente na sua função cardíaca. Assim como o isolamento social ou a morte de um companheiro. As provas científicas sobre os efeitos das relações sociais na saúde física aumentam de dia para dia. Um estudo publicado esta semana na revista Heart, uma das publicações do grupo BMJ, mostra que estar só ou socialmente isolado vale tanto como a ansiedade ou a tensão no trabalho, quando estamos a falar factores de risco para problemas cardíacos ou AVC (acidente vascular cerebral). Outro estudo, publicado também este mês, já tinha revelado que quem perde um companheiro ganha um risco acrescido de 41% de apresentar um perigoso batimento cardíaco irregular. Mais há mais estudos. Até a felicidade pode fazer mal ao coração.

Antes de mais, um esclarecimento prévio: solidão e isolamento podem coexistir, mas não são a mesma coisa. Uma pessoa pode estar rodeada de gente e sentir-se só e pode estar isolada sem se sentir sozinha. O que um grupo de investigadores do Reino Unido agora vem dizer é que quer uma coisa quer outra (ou as duas) significam um risco para a saúde. Mais, precisamente um risco acrescido de 30% de doenças cardíacas ou AVC. A culpa da solidão não nasceu aqui e agora. Estudos anteriores já a tinham associado a um sistema imunitário comprometido, pressão arterial elevada e até a morte prematura. Agora, chegou a altura de afirmar – com provas científicas – que faz mal ao coração. @ PÚBLICO

terça-feira, 19 de abril de 2016

das grutas à onda gigante!















As turmas 11ºA, B e C foram em visita de estudo às Grutas de Santo de António, em Alvados, e ao Forte de São Miguel Arcanjo, na Nazaré.

O dia 14 de abril foi muito enriquecedor apesar da chuva intensa e dos ventos fortes não nos abandonaram. As imagens falam por si. 



Onda gigante? Só para a próxima!

segunda-feira, 18 de abril de 2016

portugueses (do Norte) ganham ouro, prata e bronze em Olimpíadas da Matemática

Quatro jovens da equipa portuguesa ganharam medalhas de ouro, prata e bronze nas Olimpíadas Ibero-Americanas de Matemática (OIAM), que terminaram sábado na cidade porto-riquenha de Mayagüez.
© Lusa
"Francisco Andrade alcançou um resultado brilhante, com pontuação máxima, conquistando uma medalha de ouro, à semelhança do que havia conseguido o ano passado nas Honduras", contou à Lusa a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM).
Além do aluno do 12.º ano da Escola Secundária do Padrão da Légua, em Matosinhos, também o estudante Nuno Santos, que frequenta o 12.º ano da Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, conseguiu uma medalha de prata nestas olimpíadas.
O bronze coube a Alberto Pacheco, estudante do 11.º ano do Colégio Paulo VI, em Gondomar, que ficou apenas a um ponto da prata, e a David Andrade, da Escola Secundária de Albufeira, que ficou a dois pontos do nível seguinte da classificação.
Realizada entre 6 e 14 de novembro, na cidade porto-riquenha de Mayagüez, esta edição celebra os 30 anos das OIAM ao mesmo tempo que Portugal assinala os 25 anos da sua primeira participação nesta competição.
Segundo dados da SPM, "Portugal soma agora no seu histórico de participações nas OIAM, seis medalhas de ouro, todas elas alcançadas nos últimos oito anos". @ NaoM

sexta-feira, 15 de abril de 2016

as escolhas de...

O CRESCER regressa à rubrica "as escolhas de..." à sexta-feira. 


Hoje, o rosto da escola que damos a conhecer é o do senhor Manuel Neto, funcionário que todos conhecem da portaria, que a todos saúda com o seu amável "Bom dia!".

O CRESCER quis saber as suas origens, qual o seu percurso profissional e os seus passatempos.




Quais as suas origens e qual o significado de família?
Adicionar legenda
Eu sou natural de Lousada, vim para a Maia com dois anos e aqui vivo há cinquenta. Gosto muito de cá estar. Em Lousada tenho familiares maternos com os quais fui perdendo ligação, enquanto na Maia tenho familiares paternos. Considero-me, realmente, um maiato, apesar de não ter nascido aqui. Para mim, a família tem um grande significado. Somos, ao todo, dez irmãos e somos muito amigos. Os meus pais tiveram um grande impacto na minha vida. Deram-me uma educação da qual estou muito grato, ensinaram-me a ser o que sou.


Fale-nos um pouco do seu percurso profissional.
Já ocupei três cargos profissionais diferentes. Trabalhei num escritório durante dezoito anos, mas, entretanto, a empresa fechou e fui para o desemprego. Tive de arranjar outra atividade e fui trabalhar para a metalomecânica, onde estive mais quinze anos, mas a empresa fechou, também, e vim parar aqui. O primeiro emprego marcou-me muito, mas gostei mais de trabalhar na metalomecânica. Era soldador de condutas de gás e água e não trabalhava num sítio certo. Gosto muito de conduzir, principalmente, de noite, e este ofício permitia-me isso. Havia dias em que fazia trezentos quilómetros e outros em que trabalhava vinte e quatro horas. Apesar de gostar do que fazia, estava longe de casa.
Agora, nesta nova oportunidade, gosto muito de trabalhar aqui na escola, caso contrário, não teria concorrido. Agrada-me o convívio com os alunos e os professores. Há aqui alunos espetaculares e, apesar de dizerem que fazem “trinta por uma linha”, nunca tive problemas com eles. Interajo muito com todos e também com os mais pequenos, que até se sentem muito à vontade comigo. Trabalho cá há quatro anos e faço o que me compete com muito prazer. Para além disso, faço muitas coisas: sou picheleiro, serralheiro, carpinteiro, lixeiro e muito mais. A verdade é que, nos dias de hoje, as pessoas têm de ser polivalentes.

E o que gosta de fazer nos seus tempos livres?
Eu caminho muito, cerca de uma hora e meia todos os dias. Costumo caminhar com a minha mulher e, quando a minha filha está, vamos os três. Gosto muito de passear com o resto da família, também. Gosto igualmente de ir à praia, porque me sinto bem ao pé do mar e, tendo uma filha que também adora, ainda melhor. Para além disto, vejo muita televisão, mas só desporto. Gosto de todos os tipos mas, principalmente, de ténis.

Ana Pinto e Rita Almeida


quinta-feira, 14 de abril de 2016

"APELO ABERTO DE QUEM JÁ ULTRAPASSOU O LIMITE DE TOLERÂNCIA."

Esta carta tem circulado por e-mail e foi publicada pelo Paulo Prudêncio aqui. Porque há de ser do interesse de muitos docentes que se encontram nesta ou em semelhante situação, o CRESCER partilha-a. Quiçá chega ao Governo da República. Oxalá!

"APELO ABERTO DE QUEM JÁ ULTRAPASSOU O LIMITE DE TOLERÂNCIA."

Tendo como destinatário o governo da república...
  
"Dirijo-me a V. Exa com a remota esperança de usar o seu poder para terminar com uma injustiça kafkiana que se manteve nos últimos anos. Exercendo a profissão docente no quadro do ME há mais de duas décadas, sou castigado há 10 anos na progressão na carreira sem conhecer o crime que cometi, tendo contudo, cumprido sempre diligentemente o dever profissional. A justificação para suportar esse castigo fornecida pelo poder politico, é que tenho de suportar os custos da incompetência, gestão danosa e criminalidade financeira cometida por outros. 
Mas o limite do tolerável está atingido e está a ser humanamente impossível suportar estoicamente esse castigo sem que haja prejuízo grave para terceiros. Nesta fase da carreira, já deveria estar posicionado no 7º escalão, mas forçadamente continuo estagnado no 4º escalão, sem que exista evidência de desempenho profissional insuficiente.
Apelo desesperadamente à compreensão e sentido de justiça de V. Exa. para que cesse imediatamente este homicídio profissional e financeiro, com consequências gravosas para a manutenção de uma motivação necessária a um desempenho com qualidade superior. Sendo impossível ressarcir os prejuízos irreversíveis de curto e longo prazo (como por exemplo, no cálculo de uma putativa pensão de reforma), o mínimo que poderia acontecer para repor a injustiça decretada durante os últimos 10 anos, seria permitir a progressão na carreira tal como está consignada legalmente, permitindo ser posicionado não no escalão imediatamente acima, mas no escalão a que teria direito caso não tivesse sido castigado sem acusação nem condenação.
Esperando que seja a pessoa que fique na história governamental como aquela que cessou com uma condenação injusta aplicada a quem não contribuiu para nenhum prejuízo, apresento os mais respeitosos cumprimentos."

Impressão do CRESCER ou muitos se reveem nesta situação? 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

a 10º edição dos Dias da Informática

Dias da Informática 2016
Os Dias da Informática do Agrupamento de Escolas de Águas Santas constituem um evento pedagógico da iniciativa dos professores do Grupo de Informática direcionado para os alunos dos cursos profissionais de informática da nossa escola.


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No presente ano letivo, este evento, que já vai na 10.ª edição, realiza-se nos dias 13 e 14 de abril e conta mais uma vez com a já popular “LanParty”, competição de CS:GO (Counter-Strike: Global Offensive). O programa completo pode ser consultado em http://diasdainformatica.aescas.net/programa.

Durante estes dois dias, os alunos e professores dos cursos de informática envergarão orgulhosamente a camisola do curso, que na versão de 2016 foi projetada com referências à linguagem de programação HTML (Hypertext Markup Language), a linguagem que permite a criação de páginas Web. O design da camisola é uma proposta do nosso aluno finalista Bruno Costa (12º I).

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Uma página web é composta por duas secções definidas pelas tags "head" e "body". Na camisola podemos ver o fim da primeira e o início da segunda secção na referência ao código "/head" "body" (fim da cabeça, início do corpo).

direito ao contraditório: as escolas não são fábricas de exames

Ora, a questão de fundo é que as escolas não existem para “preparar alunos para os exames”, nem a educação consiste em “preparar alunos para exames”. O que a escola deve pretender é, acima de tudo, formar cidadãos e oferecer-lhes uma educação que lhes estimule a curiosidade e o gosto de aprender e lhes permita desenvolver e aplicar os seus talentos em múltiplas circunstâncias e não apenas no dia do exame. Quando a escola se transforma num sistema de preparação para exames e visa não a educação dos alunos mas a obtenção de notas num exame não está a fazer todo o seu papel e descura a parte essencial desse papel. @ JOSÉ VÍTOR MALHEIROS  PÚBLICO

terça-feira, 12 de abril de 2016

80% dos alunos que fumam querem deixar o hábito mas não pedem ajuda

Quatro em cada cinco alunos que fumam querem deixar o hábito, mas não procuram ativamente ajuda, revela um estudo que analisou os comportamentos tabágicos dos jovens portugueses do terceiro ciclo e do secundário.
O estudo, apoiado pela Direção-Geral da Saúde, decorreu no ano letivo 2013/2014 e envolveu cerca de 4.000 alunos de 31 escolas do país, numa amostra representativa da população portuguesa.
Quando questionados sobre se pensam deixar de fumar, 20% dos jovens disseram que não, “dados muito próximos dos que encontramos nos adultos, onde, em geral, os estudos indicam que cerca de 70% dos fumadores querem deixar de fumar”, disse à agência Lusa Paulo Vitória, coordenador do estudo e professor da Universidade da Beira Interior. @ DN