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29/01/2015

Será que o engenheiro Fernando Santos pode responder, p.f.?


“O seleccionador nacional convocou 17 jogadores para o próximo jogo de futebol. Destes 17 jogadores, 6 ficarão no banco como suplentes. Supondo que o seleccionador pode escolher os seis suplentes sem qualquer critério que restrinja a sua escolha, poderemos afirmar: 

(a) que o número de grupos diferentes de jogadores suplentes é inferior ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos; 
(b) superior ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos; 
(c) igual ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos;
(d) não se relaciona com o número de grupos diferentes de jogadores efectivos (d)?

Quem souber ganha um lugar na carreira docente. Ups! Talvez não. Está completa. 

Nota: Esta foi a questão da PACC a que, segundo os dados fornecidos pelo Instituto de Avaliação Educacional (IAVE),  78,9% dos examinanados não souberam responder. 

22/07/2014

crónica de uma PACC anunciada

@ DD
Nomes não listados na plataforma, vigilantes faltosos, atrasos, invasões de escolas, protestos dos docentes, de tudo um pouco nesta PACC anunciada.

A invasão de uma escola no Porto e as divergências entre Ministério da Educação e sindicatos sobre as providências cautelares relativas à prova de avaliação de professores marcaram a manhã do exame, agendado para hoje em 80 escolas.
Cerca de 20 manifestantes invadiram a Escola Secundaria Rodrigues de Freiras, na Cedofeita, Porto. Os manifestantes do movimento "Boicote&Cerco" entraram no átrio e corredores da escola com apitos, tachos e megafones, para perturbar a realização do exame, para o qual estavam inscritos 50 professores, tendo comparecido apenas 12.
Apesar das indicações dadas às escolas pelo Ministério da Educação para que não fosse permitida a entrada nas escolas de pessoas não diretamente ligadas à realização da prova, em algumas escolas realizaram-se reuniões sindicais convocadas pela Fenprof para a mesma hora do exame, para dar justificação aos professores efetivos para não comparecerem ao serviço de vigilância aos colegas.


Cerca de quatro mil professores contratados estavam inscritos para a prova de avaliação que decorreu hoje de manhã e que tem sido alvo de forte contestação por parte dos sindicatos. @ DD/Lusa

21/07/2014

PACC marcada para o dia de amanhã

Não é para melhorar as escolas, é para mostrar quem manda. 
José Pacheco Pereira in Voltamos à moralidade ou à falta delaPÚBLICO
Neste momento estão identificadas 90 escolas com PACC marcada para o dia de amanhã. Conheça a lista das escolas onde ela decorrerá. Esta lista foi retirada do site da Fenprof.

17/07/2014

Crato marca prova para 4000 professores para daqui a cinco dias

Crato marca prova para 4000 professores para daqui a cinco dias 


Ministério da Educação deixa cair componente específica do exame. Na terça-feira faz a prova quem não conseguiu realizá-la em dezembro, por causa da greve e protestos. Secretário de Estado confia que, desta vez, tudo decorrerá com "normalidade".

05/12/2013

professores protestaram contra Crato e prova de avaliação

"Hoje somos todos contratados e exigimos respeito pelos nossos anos de trabalho, queremos o fim da prova."
professores em protesto


02/12/2013

então a prova não era um erro "crato"?

Afinal é só para alguns.
"Todos os professores sem vínculo à função pública que tenham cinco ou mais anos de serviço foram dispensados da prova de avaliação de conhecimentos e capacidades, após um acordo entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicados de professores afectos à UGT. A notícia foi avançada ao PÚBLICO por João Dias da Silva, dirigente da Federação Nacional de Educação (FNE/UGT), e confirmada pelo ministro Nuno Crato, em conferência de imprensa." @ PÚBLICO

28/11/2013

prolongamento do prazo de inscrição para a PACC




Saiu às 22:00 o aviso nº 14712-A/2013 que procede a alteração do aviso 14185-A/2013 de 19 de Novembro e faz o prolongamento do prazo de inscrição para a PACC até ao dia 2 de Dezembro às 18 horas, bem como alarga os locais da realização da prova a mais ilhas dos Açores e a algumas localidades no estrangeiro: Díli, Luanda, Joanesburgo, Macau, Maputo e São Tomé.

12/11/2013

sobre a PACC: posição pública da Escola Secundária Francisco de Holanda

Posição pública da Escola Secundária Francisco de Holanda


"PROVA DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E CAPACIDADES
ABAIXO-ASSINADO

O Governo e o Ministério da Educação decidiram regulamentar e marcar a data da prova de avaliação de conhecimentos e competências para todos os colegas professores que não pertencem aos quadros do Ministério da Educação, muitos deles com mais de dez ou quinze anos de serviço (ou até mais) e tendo sido várias vezes avaliados com notações de Bom, Muito Bom e Excelente, prova essa considerada agora pré-requisito necessário para futuros concursos de colocação de professores.

Ora, a profissão de professor requer uma formação e provas sucessivas de avaliação das mais exigentes de todas as profissões públicas e privadas.

Antes do quadro legislativo agora aplicado pelo atual Ministro da Educação, não só a profissão de professor exigia já cinco anos de formação académica superior e um/dois anos de estágio profissional, antes da entrada na carreira, como ainda outro ano de período probatório, depois da entrada na carreira. Fazia, também, parte desse enquadramento geral de pré-requisitos para concurso à carreira ou função de professor, a realização de uma prova de avaliação de conhecimentos e competências para aqueles profissionais que, desempenhando a função de professores, tivessem obtido na avaliação do desempenho docente menção qualitativa inferior a Bom.

O que agora se preconiza é a obrigatoriedade de realização de uma prova de avaliação de conhecimentos e competências, em duas partes, para todos os colegas professores que não fazem parte dos quadros do Ministério da Educação, questionando objetivamente a qualidade do seu trabalhado, realizado, em muitos casos, durante décadas, ao serviço da educação pública em Portugal, e assim debilitando globalmente a imagem e o estatuto da profissão de Professor, junto dos alunos e dos cidadãos portugueses em geral.

Os abaixo assinados, professores dos quadros do Ministério da Educação a lecionar na Escola Secundária Francisco de Holanda, entendem esta deliberação governamental como profissionalmente inaceitável e indigna e comprometem-se a em nenhuma circunstância se disporem a vigiar, controlar ou, muito menos, corrigir, as referidas provas, se a isso vierem a ser chamados, por entenderem que essa tarefa se afasta quer de qualquer enquadramento legal ou funcional da profissão de professor, quer de um mínimo de dignidade e deontologia profissionais.

O presente abaixo-assinado será enviado para os órgãos da administração educativa, da soberania nacional e comunicação social.

Escola Secundária Francisco de Holanda, Guimarães, 11 de novembro de 2013"

Talvez seja de partilhar, sem esmorecimento.