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segunda-feira, 3 de junho de 2019

difusão do ensino do português no estrangeiro

A rede do Ensino de Português no Estrangeiro (EPE), educação pré-escolar e ensinos básico, secundário e superior, nas modalidades integrado, paralelo e projetos, poderá abranger 82 países neste ano, uma previsão do Camões – Instituto da Cooperação e Língua. Relativamente a 2018, com um universo de 77 países, a rede do EPE no mundo deverá ser alargada a mais cinco nações até 31 de dezembro de 2019, mantendo a tendência de crescimento dos últimos três anos.A presença do EPE tem-se alargado desde 2016, ano em que a rede se estendeu a 70 países.Em 2017, mais três países aderiram à rede na educação pré-escolar e ensinos básico, secundário e superior do EPE, da responsabilidade do Camões – Instituto da Cooperação e Língua. Em 20 países, o português insere-se nos currículos de escolas públicas ao nível dos secundário e o Instituto Camões tem o objetivo de ampliar para o dobro a presença como idioma estrangeiro, "de forma faseada", num prazo de "quatro ou cinco anos", como refere o presidente do Instituto Camões, Luís Faro Ramos."É uma meta ambiciosa, mas que é exequível", considera, sublinhando a existência de "avanços no interesse por parte de outros países em integrar o português nos seus currículos". A língua portuguesa está a ter uma procura crescente e o Instituto Camões regista "interesse de todos os continentes", estando previsto "iniciar colaboração, em 2019, com Azerbeijão, Cazaquistão, Camarões e Gana, bem como com Panamá e Peru, ao mesmo tempo que serão reforçadas colaboração com países" onde a rede EPE está presente. SAPO (Jornal Económico com Lusa)


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