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02/03/2017

manuais escolares sem alterações no próximo ano

APEL emitiu comunicado. Ministério diz que não haveria razões para mudar manuais porque não vai fazer nenhuma reforma curricular.

foto de Pedro Cunha

Ministério da Educação faz saber apenas que "está a preparar instrumentos de flexibilização curricular e não uma reforma curricular".
Em declarações recentes ao Expresso o secretário de Estado da Educação, João Costa, afirmou que iria “emagrecer o currículo actual e fazer um reequilíbrio entre áreas”, admitindo que há disciplinas como a Geografia e a História que têm poucas horas letivas.
“Apesar de pouco se saber, em concreto e com profundidade, em relação às referidas alterações e às suas vantagens, surgiram dúvidas quanto à desatualização dos manuais escolares e à necessidade de se introduzirem alterações”, diz a APEL no comunicado. @ Público

30/05/2012

manuais para o sucesso?

                                                           
Estamos na fase de adoção de manuais escolares para o próximo ano letivo. E nunca foram tantos! Chegam em duplicado, com guiões e caderninhos, com DVD´s e links com conteúdos na internet. Recebemo-los em casa e na escola, com avisos por sms e emails, tudo em nome de um sucesso que queremos ver conseguido... sem crise. Oxalá!

11/04/2012

governo e editoras já acordaram preços de manuais

Governo e editores de manuais escolares já acordaram os preços a praticar em relação aos livros para o próximo ano letivo e fixaram um aumento máximo de 2,6%, tanto no ensino básico como no secundário.

Apesar de ser superior ao verificado em 2010/2011 - o preço dos manuais reimpressos foram então limitados a uma subida de 1,1% no básico e ao congelamento no secundário - o aumento acaba por ficar abaixo da taxa de inflação.
Na convenção assinada entre a Direção-Geral das Atividades Económicas e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros justifica-se esta limitação extraordinária "tendo em conta a situação económica adversa que o país enfrenta, bem como os compromissos assumidos no âmbito do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro". O que significa que os editores aceitaram prescindir, até 2014, dos agravamentos anuais que a lei normalmente permitiria.
Mesmo assim, os aumentos vão pesar nos orçamentos familiares. Entre os manuais que vão ser objeto de nova adoção em setembro, o mais caro será o de Matemática A do 12.º ano, que custará 37,51 euros. Entre estes, o mais barato é o de Língua Portuguesa do 3.º ano (9,46 euros). @ Expresso