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05/05/2015

5000 ofertas de emprego na área das Tecnologias de Informação

Será? Vale a pena investigar.
@ PÚBLICO
O diretor-geral da Microsoft Portugal João Couto disse esta segunda-feira que existem em Portugal 5000 ofertas de emprego por preencher na área das Tecnologias de Informação, um setor "onde não existe desemprego", sublinhou o responsável.
A Microsoft assinou esta segunda-feira um protocolo com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que dá continuidade às 30 Academias IT disponíveis nos centros de emprego, permitindo aos desempregados usar gratuitamente o software da empresa norte-americana durante o período de formação.
A Microsoft estima que cerca de 250 mil desempregados irão beneficiar anualmente do software gratuito nos próximos três anos, durante o seu período de formação.
As academias, lançadas há cerca de um ano, permitem aos desempregados "melhorarem as suas qualificações e estarem mais bem preparados para regressar ao mercado de trabalho", adiantou João Couto na cerimónia onde foram entregues os diplomas aos primeiros oito formandos do IEFP a obter a certificação da Microsoft.
Segundo o presidente da Microsoft Internacional, Jean-Philippe Courtois, o objetivo é certificar mais 10 mil desempregados até 2016.
João Couto salientou que existem "cerca de 5000 vagas por preencher" no setor das Tecnologias de Informação em Portugal e que surgirão nos próximos anos mais de 900 mil ofertas de trabalho em toda a Europa.
O secretário de Estado do Emprego, Otávio Oliveira, também presente na assinatura do protocolo, considerou que esta parceria representa uma "mais-valia para a empregabilidade" dos inscritos nos centros de emprego e assinalou que "as necessidades apontam para um substancial reforço da formação digital".
Considerou ainda que existem oportunidades para a reconversão profissional de diplomados do ensino superior em áreas de baixa empregabilidade para empregos digitais, designadamente na área da programação. @ PÚBLICO

07/02/2013

"job of my life"???


O Programa “Job of my life” prevê bolsas de 800 euros/mês para frequentar um curso do sistema dual e um curso gratuito de alemão.
Se está desempregado e tem entre 18 e 35 anos esta pode ser a sua oportunidade. É um programa inovador que é a porta de entrada certa para quem quer ir trabalhar para a Alemanha. Uma bolsa de formação que pode chegar aos 800 euros por mês, um curso intensivo gratuito de alemão e um emprego garantido no final da formação. Estas são as condições oferecidas aos portugueses destas idades que queiram ir para a país. Os jovens não licenciados terão que frequentar os cursos do sistema dual. A formação, com a duração de três anos, prevê que a semana de formação seja repartida na sala de aula e no estágio em empresas. No final deste curso os jovens poderão obter um emprego nas empresas em que estagiaram ou noutras companhias.
Mas o programa prevê ainda outra porta de entrada no mercado de trabalho alemão onde existem 800 mil oportunidades de emprego. A partir do próximo dia 19, as autoridades alemãs iniciam um ‘road show' pelas cidades portugueses (ver calendário) para apresentar o programa e receber candidaturas. Uma iniciativa a que chamaram "Welcome to Germany Tour 2013". Este é um pedido urgente de mão-de-obra, porque prevê-se que os jovens entrem nos cursos duais já a partir de Setembro.
Para responder à falta de quadros especializados, a Alemanha está a lançar um programa massivo para atrair estudantes e jovens trabalhadores de Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Chama-se "The job of my life" o portal onde poderá obter todas as informações de que precisa para se candidatar. E o convite a participar não podia ser mais claro: "A Alemanha precisa de jovens trabalhadores motivados. Esta é a oportunidade de aprender uma profissão com futuro e ter um bom salário", escreve-se na apresentação do programa.
As áreas elétricas, mecânicas e do turismo são as que têm maior necessidade de quadros, explicou ao Económico Grit Luderitz, a responsável pela implementação do programa em Portugal. No caso dos jovens licenciados a maior procura é nas áreas de engenharia, especialistas em tecnologias de informação, turismo, trabalhadores técnicos e na área da saúde.
O programa prevê "um curso gratuito de língua alemã em Portugal", explica Dorothea Klenke-Gerdes, vice-diretor do Instituto em Lisboa. Poderão concorrer ao programa jovens licenciados. Basta estarem desempregados e registados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). @ Económico

"job of my life"???


O Programa “Job of my life” prevê bolsas de 800 euros/mês para frequentar um curso do sistema dual e um curso gratuito de alemão.
Se está desempregado e tem entre 18 e 35 anos esta pode ser a sua oportunidade. É um programa inovador que é a porta de entrada certa para quem quer ir trabalhar para a Alemanha. Uma bolsa de formação que pode chegar aos 800 euros por mês, um curso intensivo gratuito de alemão e um emprego garantido no final da formação. Estas são as condições oferecidas aos portugueses destas idades que queiram ir para a país. Os jovens não licenciados terão que frequentar os cursos do sistema dual. A formação, com a duração de três anos, prevê que a semana de formação seja repartida na sala de aula e no estágio em empresas. No final deste curso os jovens poderão obter um emprego nas empresas em que estagiaram ou noutras companhias.
Mas o programa prevê ainda outra porta de entrada no mercado de trabalho alemão onde existem 800 mil oportunidades de emprego. A partir do próximo dia 19, as autoridades alemãs iniciam um ‘road show' pelas cidades portugueses (ver calendário) para apresentar o programa e receber candidaturas. Uma iniciativa a que chamaram "Welcome to Germany Tour 2013". Este é um pedido urgente de mão-de-obra, porque prevê-se que os jovens entrem nos cursos duais já a partir de Setembro.
Para responder à falta de quadros especializados, a Alemanha está a lançar um programa massivo para atrair estudantes e jovens trabalhadores de Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Chama-se "The job of my life" o portal onde poderá obter todas as informações de que precisa para se candidatar. E o convite a participar não podia ser mais claro: "A Alemanha precisa de jovens trabalhadores motivados. Esta é a oportunidade de aprender uma profissão com futuro e ter um bom salário", escreve-se na apresentação do programa.
As áreas elétricas, mecânicas e do turismo são as que têm maior necessidade de quadros, explicou ao Económico Grit Luderitz, a responsável pela implementação do programa em Portugal. No caso dos jovens licenciados a maior procura é nas áreas de engenharia, especialistas em tecnologias de informação, turismo, trabalhadores técnicos e na área da saúde.
O programa prevê "um curso gratuito de língua alemã em Portugal", explica Dorothea Klenke-Gerdes, vice-diretor do Instituto em Lisboa. Poderão concorrer ao programa jovens licenciados. Basta estarem desempregados e registados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). @ Económico

22/11/2012

via verde para emprego em informática e saúde

Há cursos com total empregabilidade. Economia, Psicologia e Ciências de Comunicação são os que registam maior número de desempregados. Mais de 25 mil diplomados no estrangeiro. Doutores representam 13,5% dos cérebros que fugiram do País.


Engenharia, informática, medicina, medicina dentária e ciências farmacêuticas são os cursos com a porta mais aberta para o mercado de trabalho. Quatro universidades públicas e duas privadas figuram no topo das instituições onde estes graus académicos são sinónimo de emprego. Aliás, a taxa de desemprego nestes casos é praticamente inexistente.
As conclusões são do estudo "Empregabilidade e Ensino Superior em Portugal", realizado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), que na análise à situação de emprego dos estudantes que terminam o ensino superior confirma a crescente "fuga dos cérebros" portugueses. Entre 2002 e 2010 declararam trabalhar no estrangeiro cerca de 25 mil diplomados em todos os graus do ensino superior, sendo que os doutorados já representam 13,5%. Os diplomados nas áreas da Engenharia, Ciências Sociais e Direito representam mais de 53,5% dos que foram trabalhar fora do País. Portugal é o sexto País, em 34, em que a taxa de desemprego entre os licenciados é a mais expressiva. @ DN