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26/02/2023

a luta dos professores continua

No sábado, dia 25 de fevereiro, uma vez mais, um grupo de professores do nosso agrupamento saiu em direção a Lisboa.
"Resistir em defesa da escola pública."
Não há como não louvar o espírito de resiliência destes professores, que acreditam que "resistir é vencer" e que, por isso, viajaram pela quinta vez até Lisboa. 
"Ensinamos a sonhar, pensar e decidir."
A estes, muitos outros se juntaram na capital, de vários locais do país, embora alguns se tenham associado à "Marcha por uma Vida Justa". Certo é que convergiram no destino - as portas do Parlamento.
"A escola do seu filho... é o nosso local de trabalho." 
É que quando se sente e se sabe que a luta é justa e que outros a querem fazer morrer, dividindo para reinar, só se pode tomar uma decisão: continuar a lutar e fazer ecoar as verdadeiras razões. 
"Respeito, justiça, dignidade e valorização. Escola em luta pela educação pública." é o que reclamam os professores.

Já o Gaitas é a mascote do nosso agrupamento e, mais do que isso, sendo uma presença constante nas várias manifestações, ganhou dimensões de estrela e é uma mascote conhecida a nível nacional. Até já apareceu na televisão (CNN)! Mas o que o Gaitas quer dizer, parafraseando o humorista Ricardo Araújo Pereira, é que "eles (?) falam, falam, falam, mas não dizem nada". Blá, blá, blá...

o Gaitas, a mascote do nosso Agrupamento, na CNN

Depois desta jornada, outras formas de luta se avizinham. Os professores já não esperam que este ou aquele sindicato se mexa ou proponha algumas ações. Os professores organizam-se - nas escolas, nos agrupamentos, por concelhos - acreditando que os sindicatos terão de cumprir o seu papel, em defesa daqueles que se dizem representar. 

Assim, a luta continua. Amanhã, dia 27 de fevereiro, haverá um plenário concelhio, na Escola Secundária da Maia, pelas 9 horas.


Oxalá o Governo compreenda realmente que a Educação deve ser uma prioridade em qualquer país que se diz democrático! 

texto de Manuela Couto, professora
fotos do grupo de Whatsapp "AESCAS em luta"

17/02/2023

a luta dos professores continua

E porque não há acordo à vista, uma vez que o primeiro-ministro fechou a porta a qualquer recuperação de todo o tempo de serviço, preparam-se mais vigílias e novas ações de luta. 

No Porto, hoje, os professores, "vestidos de preto e com uma luz" vão unir mãos com os professores de Gaia, no tabuleiro de cima da Ponte D. Luís, pelas 18h30m. 



Os professores estão zangados e mostram-se indignados, porque este foi o parecer da PGR sobre a greve dos professores.

Por isso, no 1º dia da ronda sindical com o ME, mostraram a sua criatividade para evidenciar a sua indignação.



As formas de luta são cada vez mais originais.




Hoje, as reuniões continuam, mas o tema é o recrutamento dos professores. 

Mário Nogueira diz que "não abdica da contagem do tempo de serviço". E recordou o que o primeiro-ministro Costa disse, há 4 anos, "no dia 3 de maio de 2019, ameaçou demitir-se quando a AR tinha um compromisso entre os partidos para aprovar a contagem integral do tempo de serviço dos professores faseadamente". Ora, depois disso "nenhum de nós estaria a contar que mudasse de ideias", por isso, garante que esta luta vai "até ao fim".

André Pestana acusa António Costa de "demagogia" e promete novas formas de luta.

A comunicação social continua a mostrar-se pouco informada, sem rebater o que alguns comentadores políticos pouco preparados insistem em afirmar. É urgente que a comunicação social se assuma como o quarto poder que deve ser.

16/02/2023

a luta dos professores continua

Depois da ronda negocial de ontem - em que o M.E. surpreendeu com a sua interpretação sobre o parecer da PGR, que a comunicação social das TVs fez ecoar em oráculos sucessivos - a luta dos professores mantém-se.

Ouça, aqui, a opinião de Rogério Alves, ex-bastonário da Ordem dos Advogados.

ontem, na CNN Portugal

Será que os professores estão entregues a si mesmos? Há, ou não, apoio dos sindicatos? Estão os sindicatos dispostos a unirem-se em torno da mesma causa? Aguardemos os próximos desenvolvimentos.

Para breve, há já muitas ações de luta agendadas, como poderão ver no blogue do Paulo Guinote.

15/02/2023

a luta dos professores continua

Hoje e amanhã os sindicatos reúnem com o Ministério da Educação. Porém, só ontem chegou às mãos dos sindicatos a proposta do Governo. Para além disso, o Ministro Costa diz divulgar "em primeira mão" aos sindicatos (a análise d)o parecer da Procuradoria Geral da República sobre as greves convocadas pelo S.TO.P e S.I.P.E..

Quem leu o documento/proposta considera inegociável como está. Até porque o ponto da ordem de trabalhos de hoje aponta apenas para o novo modelo de colocação e recrutamento dos professores, sem quaisquer referências a questões que estão "em cima da mesa" há muito, nomeadamente a progressão na carreira, o estrangulamento em dois escalões, a contagem integral do tempo de serviço, a aposentação, a (des)burocratização...

Algumas opiniões

A manifestação de Lisboa, de 11 de fevereiro, transmitiu aos sindicatos "uma responsabilidade negocial que inscreve uma não repetição do que se passou em 2008" (Paulo Prudêncio).

O ME considera esta ronda negocial como "a última". Mas não há tempo útil, nestes dois dias, para abordar as grandes questões que unem os professores. 

Há quem diga que "Quem assinar isto, deverá estar à espera de muito mais do que 30 moedas." (Paulo Guinote), pelo que se adivinha mais movimentação dos cidadãos professores nos próximos dias/tempos.

(daqui)

Há vigílias e concentrações a decorrer e agendadas por todo o país. Os professores não desistem.

“Há um clima de comunhão entre os docentes. As opiniões divergem, como sempre, mas sentem que esta é a última oportunidade para se fazer uma viragem dos problemas.

Porque há que pensar mais além. Se os professores não tiverem solução para os seus problemas de carreira, vão ser reformados pobres. Falta devolver aos docentes seis anos de serviço e falar sobre isso, mais do que salário, é falar sobre aposentação.

O custo da recuperação integral das carreiras dos professores custaria ao Estado 331 milhões de euros por ano, segundo os cálculos do Ministério das Finanças. O que é uma gorjeta. O Governo tem dinheiro para pagar salários, mas não quer repor a justiça salarial em termos de reforma. E esse valor até seria maior, mas houve professores que já se reformaram, por isso vai custar menos. O Governo está a cortar às escondidas. E não se tem falado sobre isso, na comunicação social. 

Desta vez é a sério, quando se fala nas greves, nas manifestações, nos protestos dos professores. Quando uma coisa é muito espremida, chega o momento em que não há mais nada a espremer. Salta a mola.

Ao longo dos últimos 15 anos os problemas acumularam-se. As pessoas estão mais velhas, havia expectativas de melhoria de carreira e a carreira piorou. No acordo com Isabel Alçada (ministra da educação, em 2010) sobre o estatuto da carreira de docente, as pessoas não perceberam o que ia acontecer. Agora perceberam e não estão a gostar.

Em resumo:  quadro é muito pior, condições de trabalho pioraram, o centralismo do ministério aumentou, a burocracia representa uma carga maior… As pessoas reagem.” (Luís Sottomaior)

“A propósito do decantado “equilíbrio das nossas contas públicas”, Fernando Medina, em entrevista à TVI, disse recentemente: “O país não tem só professores.” Fernando Medina tem razão. O país não tem só os professores. Tem o escândalo da TAP (3200 milhões) para pagar, os desmandos dos bancos (22.049 milhões, segundo números recentes do Tribunal de Contas) para amortizar, a Jornada Mundial da Juventude (80 milhões) para organizar, a Brisa (140 milhões) para compensar, a Ucrânia (250 milhões) para ajudar, mais, entre tantas outras “liberalidades”, os politicamente muito convenientes aumentos dos magistrados e juízes, de 2019, e as milionárias e imorais indemnizações de agora e do futuro, para continuar a “honrar”.

Mas, se não agora, quando perceberia o Governo que tem de fazer justiça?” (Santana Castilho)

09/02/2023

a luta dos professores continua

Porto encerrou 18 dias de greves distritais com paralisação total: 98% de adesão!

Segundo o JN, "Professores unidos no Porto a pensar na ″invasão″ de Lisboa", no próximo sábado, dia 11 de fevereiro.

Isto porque, "não desistimos", diz o cartaz.

foto da web

07/02/2023

a luta dos professores continua

Como já todos sabem, a luta continua. Os professores mantêm-se convictos da sua razão e certos de que não há quem seja "dono da luta".

 "O meu quintal"  de Paulo Guinote

Ontem, o distrito em greve foi o de Vila Real. Calculou-se 98% de adesão.

Vila Real

Também por cá, os professores continuaram a mostrar a sua indignação, tanto pela manhã como à tarde.

manhã (foto do grupo de Whatsapp AESCAS em luta)

tarde (foto do grupo de Whatsapp AESCAS em luta)

É curioso conhecer a opinião dos alunos. Segundo a "Sábado" alguns, pequenos, têm uma perspetiva curiosa sobre a situação que os seus professores vivem atualmente. Ora vejam a genuinidade.

print da revista "Sábado" @ "O meu quintal" 

Talvez seja por até as crianças compreenderem a situação precária em que vivem os seus professores, que as greves distritais continuem. 

Hoje, a greve distrital é em Viseu.

Amanhã, a última greve distrital decorre no Porto, com concentração na Avenida dos Aliados. Os professores do agrupamento já têm o seu dress code pronto.

modelo T-shirt

E esperam vir a encher a Avenida dos Aliados.


Eis que a música do Pedro Abrunhosa faz, uma vez mais, sentido: "Vem ter comigo aos Aliados".

06/02/2023

a luta dos professores continua

A luta dos professores não tem, para já, fim à vista. Porém, os docentes ambicionam, para o bem de todos, que tal aconteça.

Bastará para tal, que o Ministro da Educação queira, realmente, ir ao encontro do que move a classe e que as forças sindicais trabalhem em prol daqueles que representam, pois está mais do que provado que o descontentamento dos professores está muito para além de quem convoca as manifestações e concentrações, está muito para além de guerras sindicais e de agendas de negociações sem temas pertinentes.

A causa dos professores é clara e, por isso, eles vão-se automotivando, de forma galvanizada. É que não há como não se sentir motivado quando se sabe que há razão e há união.

No sábado, desfilaram desde a Praça do Marquês de Pombal até à Avenida dos Aliados, no Porto.


Entretanto, os professores do agrupamento encomendaram camisolas para demonstrarem claramente aquilo por que lutam.

Mobilizam-se para a greve distrital do Porto, no dia 8, apesar das dificuldades que outra greve (a da CP) poderá provocar na movimentação até à Baixa do Porto. 

Os professores do agrupamento concentrar-se-ão, inicialmente, à porta da escola sede (fase 1) e, depois, pelas 10h, encontrar-se-ão com outros colegas, junto ao café Brasileira, em frente ao Teatro Sá da Bandeira, no Porto (fase 2), para dali seguirem juntos até à Avenida dos Aliados (fase 3). 

26/01/2023

a luta dos professores continua: previstas marchas, concentrações e greves

 Hoje, o distrito em greve é o de Faro. Contou com mais de 95% de adesão. Na Escola Secundária João de Deus, os professores fizeram barulho com bombos e apitos, e o diretor da instituição, Carlos Luís, juntou-se à greve, mostrando-se solidário com os docentes.

Foto Maria Augusta Casaca/TSF

Pelo país, continuam a acontecer manifestações e concentrações em vários lugares, havendo escolas fechadas aqui e ali. 
Os professores seguem na sua determinação, preparando outras formas de luta, muitas delas à margem de qualquer força sindical.
Veja-se, por exemplo, o cartaz animado a apelar à participação na marcha da Maia, no dia 27 de janeiro; à ida a Lisboa, no dia 28 de janeiro, e à greve distrital do Porto, dia 8 de fevereiro.


Também existe já um cartaz para uma concentração a acontecer na Praça D. João I, no Porto, no dia da greve distrital, dia 8 de fevereiro.

(post em atualização)

25/01/2023

a luta dos professores continua

A luta dos professores continua: por distritos (um por dia até 8 de fevereiro), com concentraçãoes nas praças de concelhos (na Maia será na próxima sexta-feira) e, ainda, diariamente, à porta das escolas.

Assim foi hoje, à porta da nossa escola sede. Pela manhã e à tarde.

manhã
tarde
fotos do grupo de Whatsapp "AESCAS em luta"

E mais ações de luta se estão a preparar. Saiba quais.

Preparam-se faixas para servirem como gritos de revolta, quer nas concentrações concelhias quer nas manifestações nacionais.

No dia 27 de janeiro decorrerá uma concentração dos sete agrupamentos da Maia, à porta da Escola Secundária da Maia, pelas 19h, que marchará até à Câmara da Maia.

No dia 28 de janeiro muitos professores rumarão até Lisboa para uma marcha pela Educação, que irá ao encontro do Palácio de Belém, a Residência Oficial do Presidente da República, tentando sensibilizar o Professor Marcelo Rebelo de Sousa para a sua causa. Do nosso agrupamento sairá uma camioneta de 70 lugares.

E, no dia 31 de janeiro, na escola sede, prepara-se uma reunião/plenário sindical com representatividade de vários sindicatos de professores. Confirmados até ao momento, estão o SPN, SPZN, SIP e SNPL.

(post atualizado)

19/01/2023

a luta dos professores continua

Ontem, com a greve de professores por distrito a decorrer em Beja, a rondar os 90% de adesão, fez-se igualmente sentir a manifestação aos primeiros tempos, que decorre por tempo indeterminado.

À porta da nossa escola sede, os professores continuaram a mostrar a sua indignação, tanto pela manhã, como à tarde. E nem o frio demoveu a sua determinação. Atentos e expectantes acerca do processo das reuniões negociais, que ontem tiveram início, deram continuidade à sua ação na entrada da escola sede do Agrupamento, aguardando o desfecho deste processo, esperando que impere o bom senso e o sentido de justiça.

Pela manhã:


À tarde:

fotos do grupo de Whatsapp criado para agilizar a luta

"A indignação mantém-se", dizem.

"Não há forma de aceitar que o Governo não aposte na Educação e nos seus trabalhadores e faça distinção entre os professores da Madeira e Açores relativamente aos do Continente, concedendo aos primeiros a contagem integral do seu tempo de serviço (como deve ser) e roubando aos segundos 6 anos, 6 meses e 23 dias do seu trabalho.", pôde ouvir-se.

Entre tantas outras coisas...

18/01/2023

a luta dos professores continua

Ontem, a greve por distritos aconteceu em Aveiro. Mas a greve aos primeiros tempos manteve-se. Mais uma vez, e apesar das condições meteorológicas, os professores da nossa escola mostraram a sua determinação na reivindicação das condições de dignificação e valorização da carreira, do exercício da profissão e da qualidade do ensino.

Pela manhã e à tarde, à porta da escola sede. E à noite, às portas da Câmara Municipal do Porto.

Pela manhã:


À tarde: 


À noite:

fotos do grupo de Whatsapp criado para agilizar a luta

Hoje, Beja é o distrito em greve. Os primeiros tempos também serão tempo de greve em todo o país. Há muita expectativa relativamente à série de reuniões que se iniciam hoje e decorrem até sexta-feira, entre sindicatos e governo.

17/01/2023

a luta dos professores continua

Depois de um sábado marcado por uma Marcha pela Escola Pública, por muitos designada de "histórica" e, memorável pela dimensão dos que nela quiseram/puderam participar, mas também pela sua essência, os professores estão plenamente cientes que este não foi ainda o seu "ponto de chegada".
camioneta de Águas Santas

Os professores regressaram, conforme muitos comentários, de "coração cheio" e de "alma lavada". "Foi magnífico ver-nos ressurgir, sentir-nos unidos, como há muito não se via, a dar voz aos demasiados descontentamentos e preocupações que partilhamos.", dizem.


"Foi uma verdadeira aula de cidadania, que a todos nos deve orgulhar, pelo bom exemplo que transmitimos a toda a sociedade.", pôde ouvir-se.

Consideram, agora, que todos estes esforços e propósitos têm que ser consequentes e, por isso, continuarão a manifestar-se até que as suas pretensões sejam atendidas.



Pela manhã:


À tarde:
Fotos: grupo de Whatsapp criado para agilizar a luta

Juntos somos mais fortes!, dizem.

13/01/2023

a luta dos professores continua

Hoje, o dia foi marcado por um forte otimismo, face à previsível dimensão que a manifestação de amanhã terá. Porque


Pela manhã:

À tarde:

Fotos: grupo de whatsapp criado para agilizar a luta

Agora, vão terminar o seu dia de trabalho e, mais logo, vão preparar a viagem.

a luta dos professores continua

Ontem, os professores de Norte a Sul do país mantiveram-se firmes na defesa das suas convicções e, cada vez mais, seguros da sua legitimidade.

Na escola sede, como habitual, mostraram a sua indignação, pela manhã e à tarde. "Por nós. Pelo nosso país. Pelo futuro de todos!", dizem.

Amanhã, uma camioneta de 70 lugares rumará até Lisboa, para se juntar à Marcha pela Educação. 

A Marcha pela Educação é uma iniciativa do S.T.O.P., o mesmo sindicato que organizou o protesto de 17 de dezembro e que juntou milhares de professores na rua.

Pela manhã:


À tarde:

Fotos: grupo de whatsapp criado para agilizar a luta

12/01/2023

a luta dos professores continua

Os professores continuam firmes na defesa das suas convicções e, cada vez mais, seguros da sua legitimidade.

É imperioso que a Educação mereça a atenção e o investimento condizentes com a sua importância.

Enquanto os professores se manifestaram à porta da escola sede pela sétima vez, pela manhã e à tarde, organizaram também a ida a Lisboa, que conta já com uma camioneta de 70 lugares.

Juntos somos mais fortes!, dizem.

Pela manhã:



À tarde:

                                                                                                                                                            Fotos: grupo de whatsapp criado para agilizar a luta

11/01/2023

a luta dos professores continua


Ontem, n
ovo dia, igualmente mobilizados pelas elementares reivindicações de valorização das condições de trabalho, de carreira e de defesa da qualidade da Escola Pública, os professores continuaram a manifestar o seu desagrado com a forma como sucessivos governos tem vindo a tratar os professores.


Nem a chuva esmoreceu a determinação dos professores. Pela manhã e à tarde. Porque são justas as suas solicitações e é tão nobre a arte de educar/ensinar. E também, porque “amanhã” pode ser, irremediavelmente, tarde demais.

Pela manhã:


À tarde:

Fotos: grupo de whatsapp criado para agilizar a luta

Os professores de todo o país têm vindo a manifestar-se à porta das suas escolas. No sábado, participarão numa marcha, em Lisboa, pela defesa dos seus direitos e consequente vida da Escola Pública. 
Não há Escola de qualidade sem profissionais reconhecidos.

10/01/2023

a luta dos professores continua

No nosso Agrupamento e nas escolas de todo o país a indignação é crescente. São cada vez mais aqueles que se juntam ao coro da indignação. Desde os que entram na carreira, até aos que estão no fim dela, todos sentem que este é o tempo para mudar. "Agora, das duas, uma: ou os professores ganham, ou o país perde", ProfessorSantana Castilho (in PÚBLICO, 04.01.2023).

"Ninguém quer ser professor." "Nenhuma empresa pode contrata pessoas durante 20 anos. O Estado pode. Porquê?" "Não há expectativas de  progressão na carreira." "Não posso ir trabalhar para o Algarve se vivo no Porto, pois mais de metade do ridículo vencimento vai para o alojamento e deslocações." "Há vinte anos que ando com casa às costas." "Nunca chegarei ao topo da carreira." "Tive Excelente na avaliação, mas as cotas não me permitiram avançar.""A avaliação é injusta e indigna.", são algumas das vozes que se fazem ouvir.

Ontem iniciou-se uma das semanas que se perspetivam (ainda mais) determinantes em todo o processo de manifestação pública, dos profissionais da educação, sobre as condições desta área, que nos são tão sobejamente conhecidas.

E foi de forma expressiva que os professores se apresentaram!

Já ninguém duvida que esta é uma causa de todos e em prol de todos! Seja enquanto profissionais da educação, seja como cidadãos, pois “É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.” (Immanuel Kant)

Pela manhã:





À tarde:



No nosso Agrupamento e nas escolas de todo o país a indignação é crescente. Muitas escolas encerraram já e são cada vez mais aqueles que se juntam ao coro da indignação. Desde os que entram na carreira, até aos que estão no fim dela, todos sentem que o tempo de espera se esgotou.  

"Ninguém quer ser professor." "Nenhuma empresa pode contrata pessoas durante 20 anos. O Estado pode. Porquê?" "Não há expectativas de  progressão na carreira." "A avaliação é injusta e indigna."

Em marcha está a preparação da marcha nacional de dia 14 Os professores inscrevem-se para requisitarem camionetas que os levarão a Lisboa no próximo sábado. 
Espera-se uma robusta marcha para mostrar que, se o Governo não for sensível a esta contestação, a Escola Pública vai morrer.
                                                                                            Fonte das fotos: grupo do whatsapp da escola, criado para agilizar a luta