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28/10/2014

Nuno Crato ainda divide para reinar?

Já ouviram a última? Por favor, senhor ministro!!!



"O Governo especializou-se na divisão dos portugueses, convencido da "bondade" do ciúme social bem estimulado. 
Nuno Crato parece que ainda recorre à receita. Desta vez foi em plena Assembleia da República. 
Tratou de estimular, para além do referido no primeiro parágrafo, a desconfiança entre pares com a conversa dos professores do topo da carreira que têm horários de 14 horas. Já se sabe: com um estatuto da carreira em bolandas, com as reduções na carreira por idade em estado de sítio e num mês de mais cortes a eito nos salários, o discurso do ministro parece uma receita spin. 
Só os eternamente jovens ou os que estão anos a fio sem sala de aula é que acham que um professor não deve ter redução letiva com a idade. O estatuto da carreira tem que garantir mecanismos de redução para os diversos ciclos de escolaridade e para as especificidades das disciplinas que se lecciona. Dá trabalho, mas nunca ouvi dizer que a democracia funcionasse de outro modo.
O que Nuno Crato nunca diz é que aumentou os horários dos professores e que não tocou no desmiolo legal vigente nas reduções da componente letiva por idade e tempo de serviço." @ CORRENTES

18/09/2014

sem comentários

Crato pede desculpa aos professores e aceita demissão de diretor-geral


Depois de mais de quatro dias de protestos, o ministro da Educação assumiu o erro e prometeu refazer os cálculos e corrigir a ordem de colocação dos professores. O diretor-geral da Administração Escolar demitiu-se.
O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, assumiu na tarde desta quinta-feira que “houve uma incongruência”, “na harmonização da fórmula” com base na qual foram ordenados milhares de professores sem vínculo, que começaram a ser contratados pelas escolas na segunda-feira passada. “Peço desculpa aos pais, aos professores e ao país”, disse, na Assembleia da República, ao assumir o erro. Ao fim da tarde, soube-se que aceitou a demissão do diretor-geral da Administração Escolar, Mário Agostinho Pereira.
Em causa está a fórmula matemática utilizada pelo MEC para criar as várias listas de contratação, nas quais milhares de docentes estão ordenados por ordem decrescente. Nos restantes concursos a lista está ordenada com base na graduação profissional. Neste, designado por Bolsa de Contratação de Escola (BCE), a legislação determina que a classificação é feita com base na graduação profissional (com a ponderação de 50%) e na avaliação curricular.
O ministro, que falava na Assembleia da República num debate de atualidade agendado pelo PSD a propósito do arranque do ano letivo, assumiu a existência de "um erro", com “implicações jurídicas”. “Estão a assistir a uma coisa que não é comum na História, que é um ministro chegar ao parlamento e reconhecer a responsabilidade por uma não compatibilidade de escalas, e um ministro assumir que o assunto vai ser corrigido”, disse. O erro, explicou, "é um aspecto não apenas matemático ou aritmético, mas que tem implicações jurídicas, e que precisa de ser visto não só de um ponto de vista quantitativo e lógico, mas também à luz da legislação existente".
Desde sexta-feira passada que há protestos e desde domingo que a Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC)  denunciava que o MEC terá somado 50% da graduação profissional (um valor a começar no zero e sem limite determinado) com 50% da avaliação curricular (determinada numa base de 0 a 100%, presumiram), sem converter uma das grandezas.

Esta segunda-feira, depois de especialistas terem dado razão aos protestos dos professores, Nuno Crato admitiu o erro, assumindo responsabilidade pela "não compatilização de escalas". A afirmação provocou aplausos nas galerias, onde estavam professores. “Não há erros dos diretores, das escolas, há erro dos serviços do MEC”, afirmou Nuno Crato, que assegurou que os alunos "não serão prejudicados” e que, “se houver duplicações na colocação de professores", estas serão analisadas “caso a caso”. Ao fim da tarde desta quinta-feira, o gabinete de imprensa do MEC confirmou que Nuno Crato aceitou a demissão do responsável da Direção-Geral da Administração Escolar, Mário Agostinho Pereira, que ocupava o cargo desde 2009. Esta quarta-feira soube-se que Mário Pereira terá responsabilizado os diretores por erros nas colocações, o que motivou a sua indignação. @ PÚBLICO

13/11/2013

seis mil professores aposentados em 2014, calcula Nuno Crato

Crato quer 4.500 professores aposentados em Janeiro
Ainda bem que temos um ministro perito em contas! :)
Respondendo a dúvidas de Luís Fazenda, Nuno Crato admitiu que as «contas são falíveis», mas assegurou que os serviços do ministério «estão em cima do problema das aposentações».
O ministro da Educação acredita que cerca de seis mil professores vão estar aposentados em 2014, 4500 dos quais já em janeiro, declaração que fez durante a discussão na especialidade do Orçamento para a Educação.
Respondendo às dúvidas do deputado Luís Fazenda, do Bloco de Esquerda, Nuno Crato admitiu que «todas as contas são falíveis, nomedamente aquelas que têm a ver com decisões humanas e com a máquina administrativa».
«Agora, elas estão tão bem feitas como conseguimos. Posso garantir que os nossos serviços estudaram e estão em cima do problema das aposentações para saber exatamente quantas elas são e para poder ter aqui uma tradução da previsão o mais fiel possível aquilo que os dados nos indicam», sublinhou. @ TSF

25/09/2012

Nuno Crato hoje em Ermesinde

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, foi, esta terça-feira, vaiado por cerca de três dezenas de pessoas à chegada ao Centro Escolar de Mirante de Sonhos, em Ermesinde, distrito do Porto. @ SICN

07/09/2012

'Redução de professores é inevitável nos próximos anos'

O ano letivo arranca segunda-feira e mais de 40 mil docentes ficaram sem lugar nas escolas. O ministro assume que há poucas esperanças para quem quer seguir a profissão: «O número de alunos caiu 14%», explica Nuno Crato. @ SOL