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11/09/2026

escola: A nossa escola entrou na GEP!

ÚLTIMA HORA: A NOSSA ESCOLA ENTROU NA GEP!

Mais uma conquista verde para uma escola que quer aprender, agir e transformar!

A nossa escola é, oficialmente, membro da Greening Education Partnership (GEP) — uma parceria internacional promovida pela UNESCO que reúne comunidades educativas e parceiros de todo o mundo empenhados em transformar a educação para responder aos grandes desafios da sustentabilidade.
Sim, é oficial: estamos na GEP!

O QUE É, AFINAL, A GEP?

A Greening Education Partnership pretende acelerar a transformação dos sistemas educativos para que sejam mais preparados para enfrentar as alterações climáticas e outros desafios ambientais.
Ser membro significa integrar uma comunidade internacional, aprender com outras escolas e organizações, partilhar experiências e contribuir para uma educação que prepare os nossos alunos para construir um futuro mais sustentável.
A nossa escola passa, assim, a fazer parte de uma rede que acredita que a sustentabilidade não se ensina apenas nos livros — pratica-se, experimenta-se e vive-se.

envio de Isabel Guimarães


escola: I Jornadas Pedagógicas

Nos dias 9 e 10 de setembro decorreram as primeiras Jornadas Pedagógicas do Agrupamento, subordinadas ao tema “Refletir, Inovar e Transformar: desafios e oportunidades para a escola de hoje”. 
Realizadas no Auditório da Junta de Freguesia de Águas Santas, no dia 9, e no Auditório Manuel Ferreira, da ESAS, no dia 10, as Jornadas marcaram o início de mais um ano letivo com dois dias dedicados à partilha, à reflexão e ao debate sobre os desafios que se colocam atualmente à escola e aos seus profissionais.
A sessão de abertura contou com as boas-vindas do Diretor do Agrupamento, Dr. Óscar Brandão, seguindo-se as intervenções da Diretora do Centro de Formação Maia Trofa, Dra. Ana Granja, do Presidente da Junta de Freguesia, Miguel Santos, anfitrião das Jornadas no dia 9, e da Vice-Presidente da Câmara Municipal da Maia e responsável pelo Pelouro da Educação, Dra. Emília Santos. Todos manifestaram o seu regozijo pela realização desta iniciativa, destacando o seu contributo para uma reflexão conjunta sobre a escola que queremos construir num mundo em permanente transformação.

A Dra. Ana Granja destacou a importância das Jornadas se constituírem como um verdadeiro espaço-tempo de pausa na vida exigente e atarefada dos professores, particularmente no início de mais um ano escolar: uma oportunidade para parar, refletir, partilhar experiências e perspetivar novos caminhos para a educação.
Ao longo do dia 9, os docentes do Agrupamento, acompanhados por vários oradores convidados, refletiram sobre algumas das questões incontornáveis da educação atual. Entre os temas abordados estiveram os “riscos, oportunidades e limites” da Inteligência Artificial, bem como a dinâmica entre “ensinar, observar e aprender” e outras questões do quotidiano escolar que, pela sua relevância, “não podemos ignorar.
No dia 10, a reflexão centrou-se na inclusão e nas “estratégias para comunicar, compreender e regular no quotidiano escolar”. Organizados pela EMAEI, os trabalhos contaram com a participação de oradores do Agrupamento e convidados externos, proporcionando momentos de partilha de conhecimentos, experiências e práticas. As Jornadas culminaram com diversos workshops práticos, que permitiram aprofundar as temáticas abordadas e encontrar estratégias com aplicação no quotidiano escolar.
Mais do que dois dias de formação, as primeiras Jornadas Pedagógicas constituíram-se como um espaço de encontro, partilha e reflexão, permitindo aos profissionais do Agrupamento questionar práticas, debater desafios e pensar, em conjunto, os caminhos para uma escola capaz de responder às transformações do presente e de preparar os seus alunos para os desafios do futuro.

22/10/2014

conhecem?

É só olhar para o teto da nossa "sala de espera" e apreciar o melhor órgão...
Os alunos das Artes brindaram-nos com mais uma série de trabalhos fantásticos. Bem hajam!


 



06/10/2014

como vai ser a escola daqui a cinco anos?

Integrar na formação dos professores a utilização das tecnologias da informação e da comunicação é um desafio considerado premente. Relatório da Comissão Europeia analisa impacto que evolução tecnológica terá no ensino nos próximos cinco anos.
Apesar de, na União Europeia, 63% das crianças de nove anos continuarem em escolas que não estão equipadas a nível digital, dentro de dois a três anos, a aprendizagem dos alunos, através de jogos de computador, deverá ser uma realidade em muitas escolas primárias e secundárias, prevê um conjunto de especialistas num relatório feito em co-autoria com a Comissão Europeia.
"É necessário tomar medidas urgentes para promover a inovação nas salas de aula”, recomendam no Horizon Report Europe, no qual um conjunto de 53 especialistas analisou as tendências previstas para os próximos cinco anos nas escolas primárias e secundárias dos 28 países da União Europeia.
De acordo com informação divulgada pela representação da Comissão Europeia em Portugal, as “baixas aptidões e competências digitais dos alunos” e a “necessidade de integrar na formação dos professores a utilização eficaz das tecnologias da informação e da comunicação” são alguns dos desafios identificados como mais “prementes”, embora “solucionáveis”.
O painel de especialistas prevê que, dentro de um ano ou menos, a utilização de tablets e de serviços online venha a ser comum em muitas escolas europeias, de forma usar aplicações do Google, o Skype e o Dropbox. Além disso, a aprendizagem através de jogos de computador e a combinação de métodos de ensino tradicional e virtual deverão passar a fazer parte do ensino nos próximos dois a três anos. Os especialistas estimam ainda que, dentro de quatro a cinco anos, haverá “laboratórios virtuais e remotos” nas escolas.
Estas são apenas algumas das tendências identificadas neste primeiro Horizon Report Europe: 2014 Schools edition, da Comissão Europeia e do New Media Consortium, que insta as escolas a darem resposta ao “complexo” desafio das competências digitais. E que conclui que “é necessário tomar medidas urgentes para promover a inovação nas salas de aula, com o objectivo de tirar partido de uma maior utilização das redes sociais e dos recursos educativos abertos”.
A comissária europeia responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude, Androulla Vassiliou, considera que “este relatório fornece informações valiosas e orientação para os responsáveis políticos e dirigentes escolares sobre a necessidade de recorrer a recursos digitais e abertos”. E acrescenta: “É fundamental trabalharmos para melhorar as competências digitais e o acesso aos recursos digitais e abertos, não só para reforçar a qualidade do ensino, mas também para criar modelos flexíveis em matéria de educação, tornando assim mais fácil a aprendizagem ao longo da vida.”
Facebook
Os especialistas concordaram que há duas grandes tendências iminentes: a mudança do papel dos professores, como resultado da influência das tecnologias da informação e comunicação, e o impacto das redes sociais, como o Facebook ou o Twitter, que já estão a encontrar o seu caminho para entrar nas salas de aula. Aliás, no relatório chama-se a atenção para o facto de as redes sociais proporcionarem, nas escolas, feedback e sugestões, permitindo o diálogo entre estudantes, pais, professores e instituição, de uma maneira menos formal.
Todas estas questões serão discutidas com mais profundidade em Dezembro, no âmbito da conferência europeia Educação na era digital, organizada pela Comissão Europeia e pela presidência italiana da União Europeia. @ PÚBLICO

02/10/2014

conhecem?



"As folhas não caem... desenham-se." 12º F
O bar dos pequenitos? Sim, mas também o bar de todos nós. Lindo, airoso!
 
 
Curva e contracurva e mais espaço para passear. 
 

E uns banquinhos simpáticos e coloridos para descansar.
 
Então, conheciam? Vale a pena descobrir todos os cantinhos desta nossa escola.

29/05/2014

quem ainda não sabia, levante a mão

alunos têm muitas horas de aulas, programas longos e turmas grandes

A carga horária dos alunos do 10.º ano é muito elevada, alguns programas são muito extensos e o sucesso escolar poderia ser mais facilmente atingido com turmas mais pequenas, revela um estudo divulgado esta quarta-feira.
O estudo, que não inquiriu os alunos dos cursos profissionais, mostra que a maioria dos estudantes estaria a estudar mesmo que o ensino não fosse obrigatório até aos 18 anos. No entanto, existe uma pequena franja de estudantes que admite que, se a situação económica fosse diferente, deixariam de estudar.
"Se as oportunidades de trabalho fossem diferentes, alguns alunos dizem que não estariam a estudar", contou a coordenadora do estudo elaborado através de um protocolo com a Direção Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência (MEC). @ JN

27/05/2014

compreendem? querem comentar?

Escolas com bons resultados recebem horas de crédito

As escolas com bons resultados nas provas e exames podem ver aumentado em 30 horas semanais o tempo de que dispõem para se organizarem e desenvolverem projetos próprios, segundo o despacho de organização do ano letivo publicado, esta sexta-feira.
As regras que vigorarão a partir de setembro, durante o ano letivo 2014-2015, visam - segundo o Ministério da Educação - o "reconhecimento do trabalho desenvolvido e um incentivo à melhoria".

24/01/2013

Sampaio da Nóvoa defende transferências de competências das escolas para autarquias

CONTROVERSO? Diga de sua justiça.

O reitor da Universidade de Lisboa (UL) defende que as escolas têm "excesso de missões", que deveriam ser transferidas para outras instituições, como as autarquias ou famílias. Só assim, considera Sampaio da Nóvoa, os estabelecimentos de ensino conseguem estar focados na aprendizagem. "À escola o que é da escola. À sociedade o que é da sociedade", defende.
Esta foi uma das propostas apresentada pelo reitor da UL, que falou na cerimónia de abertura do segundo dia de conferências sobre o futuro do Estado Social, para melhorar o escola básica e secundária.
Sampaio da Nóvoa alertou ainda para as eventuais consequências da Educação caso as escolas não se centrem na aprendizagem: "O pior que nos podia acontecer seria uma inclinação das escolas públicas para missões sociais e uma inclinação de escolas privadas para missões de aprendizagem".
Depois da grande "batalha do século XX" de conseguir "uma escola para todos", o reitor defendeu que a atual "batalha" é por "uma escola onde todos aprendem".
No que toca ao ensino superior, Sampaio da Nóvoa voltou a sublinhar a importância de reorganizar a rede do ensino superior e de reforçar a autonomia e a capacidade de gestão das instituições.
O reitor criticou os cortes do financiamento público, - sublinhando que o investimento em Educação em percentagem do PIB "é claramente inferior à média europeia" - que classificou como sendo o "garrote burocrático" que actualmente "atinge as instituições e anula as suas energias mais dinâmicas".
António da Nóvoa lembrou ainda que as políticas de educação não podem ser definidas tendo como horizonte de aplicação os "calendários trimestrais das avaliações da troika". Em educação, "as decisões mais acertadas" foram sempre "tomadas sempre num horizonte de futuro". @ Económico