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23/07/2024
22/07/2024
escola sede: "aqueles que passam por nós não vão sós..."
Hoje, o final de tarde na ESÁS foi diferente e especial. Por iniciativa dos coordenadores dos vários grupos disciplinares, os professores associaram-se num lanche colaborativo (cada um levou uma multa) e agradeceram o trabalho dos colegas (tantos!) que partem para outras escolas. Alguns estavam na escola há muitos anos e era como se fossem da casa. Obviamente que a escola agradece o seu trabalho e lhes deseja as maiores felicidades, sendo que muitos deles se aproximam dos seus lugares de residência, tornando-se efetivos. Por isso, não podia ser uma despedida triste. Só agridoce.
"Boa tarde, colegas, boa tarde a todos!
Hoje estamos aqui para
comemorar. Comemorar aquilo que os que vão sair da nossa escola fizeram em prol
desta mesma escola que queremos que continue a ser vossa.
Não pode haver lugar para
tristezas quando a Vida se encarrega de renovar. Pode haver, sim, uma sensação de
perda por parte de quem fica e sabe bem o que viveu com quem vai.
E vivemos, juntos, momentos
fantásticos: reuniões de grupo, de departamento, sessões colaborativas,
formações, intervalos tumultuosos, papéis (muitos papéis!!!), documentos na
Drive, e-mails a desoras…
Estou a brincar! Esses não
foram os melhores momentos. 😊
Os melhores momentos foram mesmo aqueles em que percebemos que o colega A, B ou C tinha os mesmos “problemas” que nós e os partilhava; que lutamos por aquele menino ou por aquela menina para que tivesse sucesso e conseguimos; quando nos apeteceu “ralhar” a um EE e não o fizemos, mas conseguimos que ele percebesse que estava errado; quando queríamos que aquele aluno (do básico, do regular ou do profissional) gostasse da nossa disciplina e tivemos que o conquistar; quando estávamos no bar para estarmos juntos e só nos apetecia a todos o silêncio; quando encontrávamos aquele colega que alinhava connosco e íamos tomar um cafezinho; quando nos envolvemos (mais ou menos) na luta dos professores; quando o “Gaitas” passou a ser a nossa mascote; quando a Oficina de Afetos era um ninho de amor; quando nos ríamos às gargalhadas uns com os outros, dos outros e de nós mesmos... quando os olhos brilham só por nos vermos.
Enfim, colegas, ficava aqui o resto deste final de tarde a enumerar o que vamos recordar com nostalgia. E nessa altura, quando a nostalgia bater, vai assomar aquele sorriso tonto que só aparece quando somos felizes. 😍
Por isso, colegas, o que vos
desejamos é que quando se lembrarem desta "casa" esse sorriso de felicidade apareça
nos vossos rostos. Nós, por cá, como sempre, mantemos a porta aberta a todos
vós, estaremos sempre a sorrir quando vos recordarmos e muito gratos pelo vosso
trabalho, companheirismo e amizade.
Como já vos dissemos, e citando Antoine de Saint-Exupéry, “aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” ● texto de Manuela Couto, docente de Português; fotos de Susana Santos, assessora da Direção
cultura: Aristides Sousa Mendes - inaugurado museu
Ao longo da sua intervenção, a ministra da Cultura recordou que Aristides de Sousa Mendes salvou milhares de vidas, num contexto e circunstâncias que “engrandecem ainda mais a sua coragem e a sua desobediência iluminada a uma ordem dos homens, para obedecer a um imperativo maior”.
“O seu legado não é apenas o seu exemplo, é tudo aquilo que ele tornou possível. A sua história e a história das vidas que salvou mostram-nos o valor inestimável da resistência face ao horror: está nas nossas mãos garantir que, até nos lugares mais violentos e nos momentos mais difíceis, a cultura e a humanidade sobrevivem”, apontou.
De Aristides de Sousa Mendes, “um homem singular”, evidenciou a sua empatia e sentido de solidariedade, em maio e junho de 1940, que lhe “valeram o estatuto de herói”.
“O Museu Aristides de Sousa Mendes é, a partir de hoje, um espaço singular do património nacional e um lugar de grande relevância cultural, social e histórica para o nosso País. A Casa do Passal é um símbolo da memória de Aristides de Sousa Mendes e da nobreza da sua ação heroica que, num dos capítulos mais negros da história da humanidade, salvou a vida a milhares”, concluiu.
A inauguração foi presenciado por centenas de pessoas familiares do diplomata e descendentes de judeus salvos com visto do cônsul. As reações foram diversas, desde o Vaticano à ONU. O Papa Francisco refere que Aristides Sousa Mendes foi "um homem perito em humanidade" e António Guterres destaca a coragem num momento difícil a nível mundial "A inauguração acontece n um momento crucial. Hoje o nosso mundo é perioso e está dividido (...) o ódio o a intolerância, o anti-semitismo e anti-islamismo e os ataques contra cristãos e outros grupos são frequentes. Corremos o risco de esquecer a nossa humanidade partilhada. Neste contexto, brilha o exemplo de Aristides Sousa Mendes." (adaptado daqui e daqui)
educação: o que vai mudar na avaliação externa dos alunos?
O Ministério da
Educação anunciou, na quinta-feira, alterações significativas ao modelo de
avaliação externa. A partir do próximo ano letivo, os alunos do 4.º e do 6.º
anos realizarão provas de “monitorização da aprendizagem” em Português,
Matemática e uma disciplina rotativa a cada três anos. Estas novas provas
substituirão as antigas provas de aferição dos 2.º, 5.º e 8.º anos e serão
feitas em formato digital.
Quais são as disciplinas rotativas incluídas nas provas?
Para o 4.º ano, as
disciplinas rotativas serão Inglês em 2025, Educação Artística em 2026,
Educação Física em 2027 e novamente Inglês em 2028. No caso do 6.º ano, as
disciplinas serão História e Geografia de Portugal em 2025, Inglês em 2026, e
Educação Física e Educação Visual em 2027, retornando a História em 2028.
Estas provas vão contar para a nota final?
Não, tal como as
anteriores provas de aferição, as novas provas de monitorização da aprendizagem
não contarão para a nota final dos alunos. Serão avaliadas numa escala de zero
a 100, e os resultados serão registados na ficha individual de cada aluno, mas
sem impacto na sua classificação final. Este fator tem sido criticado por
contribuir para a desvalorização das provas por parte dos alunos e das suas
famílias.
Qual é o objetivo destas provas?
Estas provas mantêm o
seu carácter de monitorização e aferição das aprendizagens dos alunos, agora
focadas no final de ciclo em vez de anos intermédios. Um dos principais
objetivos é permitir uma “comparabilidade entre anos letivos e com o próprio
percurso individual do aluno”, explicou o secretário de Estado adjunto e da
Educação, Alexandre Homem Cristo. Também servirão para avaliar o desempenho das
escolas e compará-las, considerando os seus contextos socioeconómicos.
Como serão realizadas as novas provas?
As novas provas
continuarão a ser realizadas em formato digital. As provas finais do 9.º ano de
Português e Matemática também serão digitais, mas com uma componente híbrida,
onde exercícios que exigem escrita matemática serão feitos em papel. Estas
partes serão depois digitalizadas e integradas nas respostas digitais.
Haverá mais mudanças nas provas do 9.º ano?
Sim, além de serem
digitais, as provas finais do 9.º ano continuarão a contar 30% para a nota
final da disciplina. Outra mudança significativa é que os enunciados das provas
não serão publicados, para permitir que os mesmos tipos de exercícios possam
ser aplicados nos anos seguintes, garantindo melhor comparabilidade dos
resultados.
Os resultados das provas serão publicados?
Sim, os resultados
das provas serão divulgados publicamente, à semelhança dos exames nacionais. As
escolas receberão os resultados no início do ano letivo, permitindo que tomem
medidas para melhorar as aprendizagens. O Ministério da Educação publicará um
relatório nacional anual na segunda terça-feira de novembro.
Existem mudanças no ensino secundário?
No ensino secundário, não haverá mudanças estruturais imediatas, devido às alterações previstas para 2025/2026 com o novo modelo de exames. As provas continuarão a ser realizadas em papel, mas a avaliação será feita digitalmente. As respostas dos alunos serão digitalizadas e corrigidas por itens em vez de provas completas, permitindo que vários professores avaliem diferentes partes de uma única prova. Este método será testado na disciplina de Filosofia no próximo ano letivo, antes de ser expandido a outras disciplinas onde se adeque. Fonte: Sapo
educação: provas de aferição passam a realizar-se no 4.º e 6.º ano
educação: professores corretores vão passar a avaliar apenas um item dos exames nacionais
As provas e exames
nacionais vão passar a ser corrigidos em formato digital e, no ensino
secundário, cada professor corretor passará a avaliar apenas um item e não a
totalidade das provas, para garantir maior justiça nas avaliações.
“Não
alterámos as regras dos exames nacionais porque não achámos que fosse justo
estar a introduzir uma nova disrupção”, anunciou o ministro, garantindo que as
novidades para o secundário terão como objetivo melhorar e tornar mais justa a
avaliação, uma vez que estas provas servem de acesso ao Ensino Superior.
Assim, os
exames nacionais vão continuar a ser feitos em papel, mas depois
serão digitalizados e, em vez de os professores receberem um pacote
de exames para avaliar, irão fazer a “avaliação por itens e não por
provas”, reduzindo a injustiça de um aluno ter um avaliador mais ou menos
exigente, explicou o ministro.
No próximo
ano letivo, estas mudanças na avaliação serão testadas apenas na prova de
Filosofia, sendo alargadas às restantes disciplinas no ano letivo seguinte
(2025/2026), disse o secretário de estado Alexandre Homem Cristo, acrescentando
que de fora deste modelo ficarão sempre disciplinas como Desenho A, uma vez que
a classificação eletrónica não é adequada.
O ministro
explicou que o facto de os professores avaliarem apenas um item permitirá
também “avaliar a avaliação”: “Se houver um avaliador que tenha um padrão de
avaliação muito diferente dos outros isso permite-nos identificar esse
avaliador”.
Alexandre
Fernandes acredita que com este modelo será mais fácil “identificar o
viés” quando ele existe e, no limite, “poderá haver um contacto com o professor
para que corrija o viés”.
A equipa
do ministério sublinha estar apenas a “adotar boas práticas
internacionais” que vão alterar a equidade com que os alunos são
avaliados.
Também no
9.º ano haverá novidades. As provas nacionais de conclusão do ciclo de
Português e Matemática continuam a valer 30% para a classificação final, mas os
enunciados das provas vão deixar de ser divulgados, revelou o secretário de
estado.
A ideia do
ministério é desenhar uma prova com alguns itens repetidos que
permitam comparar provas ao longo dos anos, explicou o secretário de
estado, sublinhando que esta é uma prática comum em vários países e em
avaliações internacionais, como o PISA.
O
secretário de Estado garantiu que o facto de as provas não serem públicas não
impedirá as famílias de pedirem a sua revisão, sendo certo que nunca terão
acesso ao enunciado.
“No ano
passado, apenas 0,15% dos alunos pediram revisão de prova no 9.º ano”, revelou,
acrescentando que os alunos irão continuar a ter “todas as possibilidade de
revisão”.
A prova de Português do 9.º ano será feita em formato digital, mas a de Matemática terá um formato hibrido: Será em digital, à exceção dos exercícios que exigem escrita matemática e que serão feitos em papel. Fonte: Sapo
19/07/2024
OUVIR: NASA transmite hip-hop de Missy Elliott até Vénus
IR e OUVIR: concertos no Palácio de Cristal, entre os dias 18 e 21 de julho
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| ao luar |
O primeiro concerto foi já nesta quinta-feira, 18 de julho, e te´ve em palco o grupo Nuno Campos 4tet, que irá apresentar o novo disco “Something to Believe In”.
No dia seguinte, é a voz de soarem as guitarras, com base numa criação do guitarrista Mané Fernandes. O artista irá levar a palco uma criação multimédia chamada “matriz_motriz”.
Das guitarras para os saxofones, passamos para a banda “Axes”, que mostrará ao público portuense o talento musical do saxofonista João Mortágua. Este dará a conhecer o segundo álbum, intitulado “Hexagon”.
Por fim, para acabar este programa do “Porta Jazz ao Relento” em grande, é a vez do quarteto “GODUA” subir ao palco no domingo, 21 de julho. Será apresentado o projeto “Stop”, que conta com Duarte Ventura (vibrafone), Hugo Ferreira (guitarra), Cardita (bateria) e João Fragoso (contrabaixo).
Os concertos são de livre acesso e começam sempre pelas 22 horas. O evento conta com a organização
da empresa municipal Ágora e a associação Porta Jazz. Fonte: Viva.
clima: cientistas descobrem novo “ponto sem retorno” no degelo da Antártida
Um estudo recente
conduzido por cientistas do British Antarctic Survey (BAS) identificou um novo
e alarmante “ponto sem retorno” no derretimento do manto de gelo da Antártida,
que pode acelerar a subida do nível do mar.
A pesquisa, publicada na revista Nature Geoscience, sugere que a infiltração de água quente do oceano sob o manto de gelo está a causar um derretimento acelerado que os modelos científicos atuais não previam, indicando que as projeções sobre a subida do nível do mar podem estar significativamente subestimadas.
Os investigadores descobriram que a água
quente do oceano está a infiltrar-se por baixo do manto de gelo precisamente no
ponto onde este se eleva do fundo do mar e começa a flutuar. Este fenómeno está
a provocar um derretimento acelerado, criando cavidades que permitem a entrada
de mais água quente, num ciclo de retroação descontrolada. Alex Bradley,
investigador de dinâmica do gelo na BAS e principal autor do estudo, afirmou
que este processo “pode levar a uma mudança muito repentina na quantidade de degelo”.
Este novo ponto sem retorno pode resultar num
fluxo mais rápido de gelo para os oceanos, um fenómeno que não está atualmente
incluído nos modelos de previsão da subida do nível do mar. “As nossas
projeções da subida do nível do mar podem estar significativamente
subestimadas”, alertou Bradley. Embora o estudo não especifique prazos para
quando este ponto de viragem pode ser atingido, destaca que as consequências
seriam acumulativas ao longo de décadas e séculos, ameaçando comunidades
costeiras em todo o mundo.
O manto de gelo antártico já liberta uma
média de 150 mil milhões de toneladas métricas de gelo anualmente e contém água
suficiente para elevar o nível global do mar em cerca de 58 metros. Este estudo
é mais um a sublinhar as vulnerabilidades da Antártida às alterações
climáticas. Investigações anteriores já apontavam para a fragilidade da
Antártida Ocidental, especialmente do Glaciar Thwaites, conhecido como o
“Glaciar do Juízo Final”.
No entanto, o novo estudo revela que
glaciares da Antártida Oriental também estão entre os mais vulneráveis, uma
descoberta surpreendente que sublinha a necessidade de atenção contínua e
investigação aprofundada.
Eric Rignot, professor de Ciências do Sistema
Terrestre na Universidade da Califórnia, Irvine, que não esteve envolvido no
estudo, afirmou à CNN Internacional que a investigação “encoraja-nos a olhar
mais de perto para os processos físicos que ocorrem nas zonas em que o gelo se
eleva do fundo do mar e começa a flutuar”. Rignot sublinha que esta é uma
região complexa e pouco observada, necessitando de mais investigações e
observações no terreno.
Ted Scambos, glaciologista da Universidade do
Colorado em Boulder, referiu que o novo modelo desenvolvido pelos cientistas da
BAS é “potencialmente muito importante”, mas deve ser analisado em conjunto com
outras descobertas recentes, incluindo os mecanismos de fusão do gelo e o
impacto das marés.
Implicações para as Políticas Climáticas
Bradley espera que este estudo motive mais investigação sobre as regiões de
maior risco e impulsione as políticas de combate à crise climática. “Com cada
pequeno aumento da temperatura dos oceanos, com cada pequeno aumento das
alterações climáticas, aproximamo-nos destes pontos sem retorno”, afirmou
Bradley.
Este estudo acrescenta uma nova dimensão à compreensão dos impactos das alterações climáticas na Antártida e sublinha a urgência de políticas eficazes para mitigar o aquecimento global e proteger as comunidades costeiras globais. Fonte: Sapo
18/07/2024
cultura: "Maia Symphonic" oferece concertos gratuitos a 20 e 21 de julho
Maia Symphonic 2024
Praça do Doutor José Vieira de Carvalho
Sábado, 20 de julho, 22h00
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Domingo, 21 de julho, 19h00
Orquestra Clássica da Maia
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
A origem da Orquestra remonta a 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, que desde então passou por diversas designações. Após a extinção das Orquestras da Radiodifusão Portuguesa foi fundada a Régie Cooperativa Sinfonia (1989-1992), sendo posteriormente criada a Orquestra Clássica do Porto e, mais tarde, a Orquestra Nacional do Porto (1997), alcançando a formação sinfónica com um quadro de 94 instrumentistas em 2000. A Orquestra foi integrada na Fundação Casa da Música em 2006, vindo a adoptar a actual designação em 2010.
A cidade da Maia recebe um concerto especial, com algumas das mais belas melodias orquestrais de sempre. São momentos instrumentais de óperas célebres que permanecem no repertório das orquestras de todo o mundo.
Cláudio Ferreira - direção musical
Programa:
Giuseppe Verdi: Abertura de A força do destino
Alfredo Keil: Intermezzo para o 3.º ato de A serrana
Richard Wagner: Prelúdio do 3.º ato de Lohengrin
Giacomo Puccini: Intermezzo para o 3.º ato de Manon Lescaut
Gioachino Rossini: Abertura de Guilherme Tell
Georges Bizet: Intermezzo para o 3.º ato de Carmen
Johann Strauss II: Abertura de O morcego
Orquestra Clássica da Maia
Na aposta pela versatilidade que tem vindo a caracterizar o percurso da Orquestra Clássica da Maia, esta Jovem Orquestra Maiata abraça um novo desafio, interpretando alguns dos mais célebres temas da música tradicional, dos ritmos, das danças de variadas temáticas e culturas do mundo, compostas por alguns dos mais Conceituados Compositores da História da Música. Da subtileza do ballet "Lago dos Cisnes" à apaixonante história de Shakespeare "Romeu e Julieta", do fandango do nosso Alentejo aos contagiantes ritmos da América Latina sem esquecer as danças Húngaras. Este programa promete explorar diferentes "paisagens" despertando os músicos e público presentes para o lado bom da diversidade cultural e tradicional no mundo, reunidos num imaginário de paz e união.
Direção musical: Pedro Sousa
P. Tchaikovsky - Abertura do Ballet “Lago dos Cisnes”
S.Prokofiev - Dança dos cavaleiros do 1º ato de “Romeu e Julieta”
E. Grieg - suite nº1 op.46 “Peer Gynt”
Luís Freitas Branco - Fandango da “Suite Alentejana nº 1”
Arturo Marquez - “Danzon nº 2”
J. Brahms - “Dança Húngara nº1”
J. Brahms - “Dança Húngara nº5” (Encore)
Espetáculo gratuito.
Fonte: CM.Maia
educação: Ação Social Escolar - saiba como funcionam os apoios e quem tem direito
Para que todos os alunos consigam ter acesso à escolaridade obrigatória, o
Estado assegura um programa de apoio especialmente destinado aos alunos
enquadrados no primeiro e no segundo escalão do abono de família. Trata-se da chamada “ação
social escolar”. Os alunos do terceiro escalão também contam com alguns apoios.
A Deco/Proteste explica abaixo no que consiste, como funciona, quem tem
direito, entre muitas outras dúvidas que possa ter sobre o tema.
QUEM TEM DIREITO A AÇÃO SOCIAL ESCOLAR?
Têm direito a ação social escolar os alunos residentes em território
nacional, que frequentem a escolaridade do ensino público e cujas famílias
estejam dentro dos tetos máximos de rendimento definidos.
QUE ESCALÃO DO ABONO DE FAMÍLIA DÁ ACESSO À AÇÃO
SOCIAL ESCOLAR?
Os três escalões da ação social são definidos de acordo com os escalões
aplicáveis ao abono de família.
·
O escalão A da ação social corresponde ao escalão 1 do
abono de família, ou seja, aos alunos cujos agregados familiares não aufiram um
rendimento anual superior a 3363,01 euros.
·
No escalão B da ação social inserem-se os alunos dos
agregados familiares com rendimentos anuais de 3363,01 a 6726,02 euros.
·
No escalão C estão incluídos os alunos provenientes dos
agregados com rendimentos anuais de 6726,02 a 11 434,23 euros.
Estes são os valores aplicáveis aos pedidos feitos em 2024, cujo cálculo do
escalão de abono é feito por referência ao indexante dos apoios sociais (IAS)
do ano anterior.
A QUE DÁ DIREITO A AÇÃO SOCIAL ESCOLAR?
Refeições, transporte, livros, material escolar e visitas de estudo estão
incluídas na chamada ação social escolar. Crianças e jovens integrados
no contingente de refugiados recebem o auxílio correspondente
ao primeiro escalão do abono de família. Os alunos de famílias de
baixos rendimentos têm ainda direito a auxílios económicos para
suportar encargos com a frequência da escola, como refeições, livros e materiais
didáticos, visitas de estudo e alojamento.
Quem beneficia destes apoios fica automaticamente isento de propinas,
taxas e outros custos com diplomas e certificados de habilitações.
Fruta e leite escolar
A distribuição de fruta escolar é gratuita para todas as
crianças que frequentam a educação pré-escolar nos estabelecimentos de ensino
público. Durante este ciclo escolar e ao longo do 1.º ciclo do ensino básico
(até ao 4.º ano), todas as crianças têm direito à distribuição gratuita
de leite, ao qual podem ser adicionados outros alimentos nutritivos. Em
alternativa, pode ser fornecido aos alunos leite sem lactose, bem como
disponibilizada uma quota de 5% de bebida vegetal (o chamado leite de soja, por
exemplo). Os pais que optem por estas alternativas deverão avisar a escola, por
escrito, em qualquer momento do ano letivo.
Refeições escolares
As refeições fornecidas pelas escolas são gratuitas para os alunos
do primeiro escalão do abono de família e comparticipadas em
50% para os do segundo escalão (0,73 euros/refeição). O custo das refeições
escolares não pode ultrapassar o valor máximo, que, atualmente, é de 1,46 euros
(para os alunos sem comparticipação). Pode ser acrescido de 30 cêntimos quando
a marcação for realizada no próprio dia. Estes valores podem, contudo, sofrer
ajustes até ao início do próximo ano letivo. A refeição deve ser marcada até às
17h30 do dia anterior.
Durante as férias do Natal e da Páscoa, as escolas servirão
refeições aos alunos que beneficiam de ação social escolar.
Há alguns municípios que garantem outros tipos de apoio, por exemplo, a
redução de 50% no valor das refeições para os alunos sem direito à ação social
escolar. Essa informação poderá ser verificada junto da escola ou da autarquia.
Transportes escolares
Os transportes escolares são responsabilidade dos
municípios de residência dos estudantes e têm em conta a rede de transportes públicos existente. São
gratuitos para os alunos com dificuldades de locomoção que beneficiam de
medidas ao abrigo da educação inclusiva, bem como para aqueles que
residam a mais de três quilómetros do estabelecimento de ensino. Quando, devido
à distância entre a residência e a escola, o transporte não é viável, a família
pode pedir a atribuição de alojamento. Há várias possibilidades: rede oficial
de residências para estudantes, famílias de
acolhimento ou entidades privadas com as quais o Estado tenha acordo.
Para que os alunos beneficiem da ação social escolar, os respetivos
encarregados de educação devem preencher a candidatura nos serviços da
ação social escolar do agrupamento escolar onde se matriculam. Devem
fazer-se acompanhar da declaração da Segurança Social relativa ao escalão do
abono de família. A declaração deve ser pedida no próprio mês em que a
candidatura é feita. No caso de funcionários públicos, a declaração é emitida
pela entidade patronal.
Manuais escolares gratuitos para todos
Os livros escolares continuam a ser gratuitos para
todos os alunos que frequentam o ensino público ou estabelecimentos do ensino
particular com contrato de associação. Os livros emprestados têm de ser
mantidos em bom estado e devolvidos no final do ano letivo à escola.
Apoio para comprar material escolar
Também existem apoios para aquisição de material escolar.
Neste âmbito, o limite máximo de comparticipação é de 8 euros para quem está
enquadrado no escalão B, e de 16 euros para o escalão A, em qualquer nível de
ensino da escolaridade obrigatória. O material é levantado na papelaria que o
encarregado de educação escolheu aquando da candidatura à ação social escolar.
Informe-se junto da escola ou da autarquia sobre eventuais medidas
específicas para apoiar a compra de material escolar.
Bolsas de mérito
Para os alunos do ensino secundário, há ainda bolsas de mérito destinadas a
alunos provenientes de agregados familiares com dificuldades
financeiras (escalões A e B do abono de família), que revelem bom
aproveitamento nos seus estudos.
A bolsa tem um valor correspondente a duas vezes e meia o valor do
indexante dos apoios sociais – que é de 509,26 euros em 2024 –, o que resulta
numa bolsa no valor de 1273,15 euros. É paga em três momentos: 40% no primeiro
período, 30% no segundo e 30% no terceiro.
A bolsa de mérito é atribuída aos alunos do primeiro e do segundo escalão
do abono de família que, no ano anterior, tiveram aprovação em todas as
disciplinas, com classificação média igual ou superior a 4 valores (3,5), no
9.º ano, ou a 14 valores (13,5), no 10.º e 11.º ano. A bolsa implica a dispensa,
durante o ano letivo em causa, do pagamento de propinas, taxas e
emolumentos.
A candidatura deve ser apresentada pelo encarregado de educação ou pelo
próprio aluno, no caso de já ser maior de idade, na secretaria do
estabelecimento de ensino a frequentar pelo aluno, até ao final do mês de
setembro.
Visitas de estudo
Para as visitas de estudo também há um apoio anual. O valor da contribuição
é de 20 euros para os alunos do primeiro escalão e de metade deste
valor para o segundo escalão.
COMO ACEDER À AÇÃO SOCIAL ESCOLAR?
Para pedir o apoio, o encarregado de educação deve submeter o modelo no
próprio ato da matrícula ou renovação da matrícula. Pode obter este modelo
junto dos serviços de ação social da escola. Deve juntar a declaração da Segurança Social com
indicação do montante do abono, a declaração do centro de emprego que confirme
a situação do responsável que eventualmente esteja em situação de desemprego há
mais de três meses e o comprovativo do IBAN onde pretende que o apoio seja
pago.
Caso os alunos já se encontrem registados na plataforma
SIGA, a candidatura pode ser feita nessa plataforma, no separador
“Candidaturas/Ação Social Escolar [2024/2025]”.
O ANO LETIVO JÁ COMEÇOU. AINDA POSSO PEDIR APOIO?
Caso se verifique alguma redução nos rendimentos do agregado familiar
durante o ano letivo, pode contactar os serviços da ação social escolar do
agrupamento de escolas e apresentar uma nova candidatura, mediante o
comprovativo dessa situação. Pode solicitar a alteração do abono de família
junto da Segurança Social ou do Centro de Emprego.
CRECHE GRATUITA
Todas as crianças nascidas a partir de setembro de 2021 têm direito a creche gratuita. A medida visa combater a
pobreza infantil. Em regra, está limitada à capacidade autorizada para cada
estabelecimento. Tendo em conta que o número de vagas é limitado, é
aconselhável fazer a inscrição no maior número de instituições possível.
Desde junho de 2024, a área relevante é a da freguesia, o que aumenta as
possibilidades de as famílias recorrerem aos privados aderentes. Neste momento,
o Estado garante o pagamento à creche de um apoio mensal no valor de 473,80
euros, não podendo ser cobrado às famílias mais nenhum valor a título de
mensalidade.
CONTINGENTE PRIORITÁRIO PARA BENEFICIÁRIOS DE AÇÃO
SOCIAL ESCOLAR
Para os candidatos beneficiários da ação social escolar foi criado um
contingente prioritário com 2% das vagas fixadas para a primeira fase ou duas
vagas. Podem concorrer às vagas do contingente prioritário para candidatos
beneficiários de ação social escolar os estudantes que:
· - nunca estiveram matriculados em instituições de ensino superior públicas e
que façam prova de terem sido beneficiários do escalão A da ação social escolar
durante o último ano do ensino secundário;
· - ou dos dois escalões mais reduzidos de apoio na Região Autónoma dos Açores, durante o último ano do ensino secundário. Fonte: Sapo
professores: aposentações atingem “número mais elevado do milénio”
té ao final do ano, poderão reformar-se mais de 4.900 docentes, o número mais elevado do milénio”, de acordo com dados da Fenprof citados pelo ‘Diário de Notícias’: em agosto, é esperada a saúda de 300 professores, o que atira o total, desde janeiro, para cerca de 2.300 aposentações.
Se se levar em linha
de conta os anos civis, 2024 já tem mais saídas do que qualquer outro ano desde
2014, com exceção de 2022 (2.400) e 2023 (3.520).
No ensino público, a
percentagem de docentes com 50 ou mais anos ultrapassa os 55%, exceto no 1º
ciclo do Ensino Básico (42,1%) – a faixa abaixo dos 30 anos é residual. “Esta
realidade mostra que não tem ocorrido um rejuvenescimento na profissão docente e
que um número significativo de docentes atingirá a idade da reforma nos
próximos seis ou sete anos”, indica o Estudo de Diagnóstico de Necessidades
Docentes de 2021 a 2030, que indicou a necessidade de recrutamento de docentes
nos próximos anos, à razão de 3.450 por ano até 2030.
No entanto, alerta a
Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), “o número de
diplomados e mestrados em formação de docentes é claramente insuficiente para
satisfazer as necessidades de recrutamento de novos docentes previstas até 2030
para a grande maioria dos grupos de recrutamento”.
Segundo Filinto Lima,
presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas
Públicas (ANDAEP), o saldo negativo entre os que saem do sistema e os jovens
que entram é o problema. “Estão a aposentar-se mensalmente centenas de
professores e não há jovens a entrar no sistema capazes de colmatar estas
aposentações”, o que deixa o saldo “negativo”.
De acordo com o
responsável, as 15 medidas anunciadas pelo Ministério da Educação são boas,
lembrando no entanto que se tratam de medidas de curto prazo. “A longo prazo é
preciso valorizar a carreira docente. Já se deu um passo importante, com a
recuperação do tempo de serviço, mas é preciso fazer mais. Devem apoiar-se os
professores na estadia e deslocação, pois muitos estão a muitas dezenas de
quilómetros de casa. Isso faria mais jovens entrarem na universidade em cursos
da Educação e deve-se também diminuir drasticamente a carga burocrática que um
professor carrega às costas. Se pensássemos a longo prazo, teríamos professores
suficientes”, indicou.
“Durante as últimas décadas não houve a atenção suficiente dos nossos políticos para com uma classe que devia ser muito bem tratada. Até houve quem dissesse que havia professores a mais. Fizeram muito mal as contas. Estamos a tentar reparar a falta de visão que os sucessivos Governos tiveram ao longo dos últimos anos em relação à escassez de professores e espero que este problema não se transforme numa pandemia. Era muito grave se assim fosse”, referiu. Fonte: Sapo
divulgação: foi criada uma agência profissional de "speakers" portugueses
Um conjunto de oradores encontra a partir de agora, o apoio de uma agência profissional que agrega talento português e cria valor em torno dele. Representar e amplificar a presença de oradores de língua Portuguesa em Portugal e no mundo é a jornada que se quer abraçar, e o grande objetivo da agência.
«Não há nada que me dê mais esperança do que apostar na inspiração e na cultura portuguesa e divulgá-la ao mundo, de forma a enriquecê-la com outros saberes e vê-la crescer na voz daqueles que têm conhecimento e temas relevantes para partilhar», afirma Martha Guedes, diretora executiva The Speakers House.
Da lista de oradores que já integram The Speakers House encontram-se nomes como os de João Maia Abreu e Laurinda Alves, na área da comunicação; Minnie Freudenthal ou Sofia Couto da Rocha na área de Saúde Preventiva; Sara do Ó ou Stephan Morais na área de empreendorismo e investimento; Agatha Áreas ou Carlota Ribeiro Ferreira na área da liderança; Salvador Mendes de Almeida ou Mafalda Ribeiro na área da inclusão e da acessibilidade; Marco André na área da Inteligência Artificial; Rui Bairrada e Rita Piçarra na área financeira; Mafalda Rebordão, nas área da tecnologia e educação; Sara Aguiar, especialista nas áreas de impacto, tecnologia e inovação; Fred Canto e Castro, extraordinário impulsionador de vidas e carreiras; Sofia de Castro Fernandes, na área do desenvolvimento pessoal e das durable skills; João Kopke, nas áreas do talento e do storytelling; entre muitos outros que dão voz na agência, que já conta com mais de duas dezenas de oradores e que tem novos nomes para anunciar, já a partir de Setembro.
Saiba mais informações aqui.
17/07/2024
meteorologia: temperaturas vão chegar aos 40 graus no final da semana
As temperaturas vão subir já a partir desta terça-feira, segundo a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Amanhã os termómetros devem ultrapassar os 30 graus em vários pontos do país.
Na quinta-feira, a subida das temperaturas continua e em alguns distritos podem mesmo ultrapassar os 35 graus.
Nos dias seguintes, a previsão de ainda mais calor mantém-se, com os termómetros a baterem nos 40 graus em várias zonas do país. Fonte: Sapo
ensino superior: candidaturas arrancam já para a semana. Não se perca nas datas e saiba como proceder
O Governo anunciou o calendário do concurso nacional de acesso ao Ensino
Superior para o ano letivo 2024/2025, conforme despacho publicado em Diário da
República. Este anúncio marca o início do processo de candidaturas, que se
desenrolará em três fases distintas ao longo dos próximos meses.
Com a primeira fase a começar já para a semana, não se perca nas datas:
Primeira fase: de 22 de julho a 5 de agosto
A primeira fase de candidaturas ao Ensino Superior público decorrerá de 22 de julho a 5 de agosto. Este período é crucial para os estudantes que desejam ingressar nas universidades e politécnicos do país. Para os candidatos do contingente prioritário, que inclui emigrantes, seus familiares residentes e lusodescendentes, assim como candidatos que solicitam substituição de provas de ingresso por exames estrangeiros, a primeira fase termina mais cedo, a 29 de julho. No dia 24 de agosto, as listas de colocação da primeira fase serão disponibilizadas às instituições de ensino superior através de meios eletrónicos. Os resultados oficiais serão divulgados no dia seguinte, 25 de agosto. Os candidatos colocados na primeira fase poderão efetuar a matrícula e inscrição nas respetivas instituições de ensino superior entre 26 e 29 de agosto. Qualquer reclamação referente aos resultados poderá ser apresentada no mesmo período, até ao dia 30 de agosto.
Segunda fase: De 26 de agosto a 4 de setembro
A segunda fase de candidaturas decorrerá de 26 de agosto a 4 de setembro. Os resultados desta fase serão conhecidos a 15 de setembro, data em que as listas de colocação serão também enviadas eletronicamente às instituições de ensino superior. Os candidatos colocados na segunda fase terão entre 16 e 18 de setembro para realizar a matrícula e inscrição. As reclamações relativas aos resultados desta fase poderão ser apresentadas entre 16 e 20 de setembro.
Terceira fase: de 21 a 24 de setembro
A terceira e última fase do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior
decorrerá entre 21 e 24 de setembro. Os resultados serão divulgados a 30 de
setembro. Os candidatos colocados nesta fase poderão matricular-se entre 30 de
setembro e 2 de outubro. As reclamações aos resultados desta fase devem ser
apresentadas até 4 de outubro, dia em que as instituições de ensino superior
comunicarão à Direção-Geral do Ensino Superior os dados sobre os candidatos
efetivamente matriculados.
Importância do processo
Este calendário estruturado permite uma organização eficaz tanto para os candidatos como para as instituições de ensino superior. A faseada distribuição das candidaturas e matrículas garante que todos os interessados têm oportunidades equitativas de acesso ao ensino superior. O concurso nacional de acesso é um momento decisivo para milhares de estudantes em Portugal, determinando o início de uma nova etapa nas suas vidas académicas e profissionais. O Governo, através deste despacho, assegura um processo transparente e bem definido, crucial para o funcionamento harmonioso do sistema de ensino superior.
Abaixo pode consultar um guia com as informações de que necessita:
Processo de candidatura
A candidatura ao Ensino Superior é feita online, através do portal da
Direção-Geral do Ensino Superior.
Quem pode candidatar-se?
Podem candidatar-se os estudantes que tenham concluído o ensino secundário
português ou equivalente estrangeiro, que tenham realizado as provas de
ingresso exigidas pelo curso e que cumpram os requisitos específicos
necessários. Além disso, é necessário ter uma classificação de candidatura
igual ou superior ao mínimo estabelecido para o par instituição/curso.
Escolher mais do que um curso? Sim, é possível
Na hora da candidatura, pode selecionar até seis combinações de
instituições e cursos, ordenadas por ordem de preferência. Isso permite
escolher o curso que mais se alinha com os seus interesses e habilidades, bem
como a instituição que melhor se adequa às suas expectativas académicas e
profissionais. Note que só pode ser selecionado para uma das opções que
escolheu.
Bolsas e apoios (novo regulamento)
O Governo anunciou alterações nas regras de atribuição de bolsas a
estudantes do Ensino Superior, abrangendo mais alunos para “promover o sucesso”
e reduzir o abandono escolar. O novo regulamento entra em vigor no próximo ano
letivo, 2024/2025.
As medidas incluem:
Alargamento dos rendimentos que os trabalhadores estudantes podem auferir sem perder o direito à bolsa, estabelecendo como máximo 14 salários mínimos por ano.
· Apoio ao alojamento para estudantes deslocados sem bolsa, correspondente a
50% do valor do complemento atribuído a bolseiros.
· Alargamento da atribuição de bolsas aos estudantes dos Cursos Técnicos
Superiores Profissionais, desde que cumpram os critérios exigidos.
· Atualização dos valores limites dos complementos de alojamento face ao ano letivo anterior, em linha com a evolução do Indexante de Apoios Sociais. Além disso, o programa + Aulas + Sucesso, divulgado a 14 de junho, inclui a atribuição de 2.000 bolsas anuais para cursos na área de ensino.
Cursos com menor taxa de desemprego
Segundo dados recentes do portal Infocursos, existem 45 cursos superiores com zero desempregados registados. Entre os cursos com emprego garantido estão medicina, enfermagem, engenharia informática, educação básica, química, física, dança, música e terapia da fala. O processo de ingresso no Ensino Superior pode variar conforme a instituição e o curso a que se pretende candidatar. É importante realizar uma pesquisa detalhada e frequente nos sites das instituições de interesse. Este guia prático é baseado nas informações divulgadas pela DGES e visa fornecer uma orientação clara para todos os candidatos.
Prepare-se bem e boa sorte na sua candidatura ao Ensino Superior
Para mais informações detalhadas sobre o processo de candidatura, os interessados devem consultar os comunicados oficiais no site da Direção-Geral do Ensino Superior ou acompanhar as atualizações nos principais meios de comunicação social. Fonte: Sapo
















