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26/04/2024

escola sede: na Biblioteca, abril depois de abril

 No âmbito das Comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, alunos da escola sede fizeram uma entrevista aos avós sobre a forma como viveram o 25 de abril.

Aqui fica o relato  dos avós paternos e do avô materno do aluno André Liberato do 7.ºE das vivências deste momento emocionante.

cortesia de Rosa Pinelo, docente coordenadora da Biblioaescas

escola sede: a Biblioteca vestida de abril

No âmbito das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a Biblioteca da escola sede vestiu-se de abril com trabalhos realizados pelos alunos, poemas e letras de canções da época sob a forma de código QR e várias sessões de uma brilhante representação teatral e musical intitulada "E no final foram cravos" desempenhada pela turma 8.º D, sob orientação da docente Isabel Brandão.

Muitos parabéns a todos os que animaram este espaço com as palavras, as imagens e o espírito de abril!

A Biblioteca vestida de abril ...










cortesia de Rosa Pinelo, docente coordenadora da Biblioaescas

meteorologia: Inverno está de “regresso” a partir de 6.ªfeira

 Depressão da Gronelândia traz chuva, neve e granizo

Portugal continental está a preparar-se para uma drástica reviravolta nas condições meteorológicas nos próximos dias, com a chegada de uma depressão fria procedente da Gronelândia que trará consigo aguaceiros intensos, trovoadas e queda de granizo. Este fenómeno marca um regresso abrupto ao clima invernal, após um período de temperaturas acima da média para esta época do ano.

Alfredo Graça, geógrafo e especialista do projeto de informação meteorológica Meteored, detalha que a depressão fria, associada a uma massa de ar polar marítima, se formará a sul da Gronelândia e deslocar-se-á rapidamente pelo Atlântico, atingindo Portugal continental na próxima sexta-feira, 26 de abril.

“Esta depressão fria isolada percorrerá vertiginosamente o Atlântico até alcançar Portugal continental, trazendo uma brusca mudança no estado de tempo”, afirma Graça.

No entanto, para o domingo, 28, espera-se um ligeiro alívio nas condições meteorológicas, com uma diminuição da intensidade da precipitação. Contudo, durante a tarde, prevê-se a ocorrência de nova precipitação e queda de neve, mantendo-se a vigilância e as precauções necessárias. Fonte: Sapo


Ir: visitas noturnas guiadas à Quinta da Regaleira estão de volta

A iniciativa acontece na última quinta-feira de cada mês com iluminações especiais. A primeira já aconteceu no dia 18 de abril.

Pentagramas, cruzes templárias ou referências à alquimia. Seja em estátuas ou fontes, a Quinta da Regaleira, em Sintra, está repleta de símbolos esotéricos que afastam os assustadiços, mas também atraem os curiosos pelos elementos mais macabros de um dos destinos turísticos mais populares do nosso País.

Para conhecer melhor a vila, o palácio já divulgou as datas para o regresso das visitas noturnas guiadas ao monumento, classificado como Património Mundial pela UNESCO. Uma quinta-feira por mês, a partir do dia 18 de abril, o espaço volta a abrir a todos os interessados em descobrir a mística da vila. Se pensa poder estar por lá mais tarde, pode apontar na agenda os dias 23 de maio, 20 de junho, 24 de julho, 29 de agosto, 26 de setembro e 31 de outubro para usufruir destas visitas únicas.

Nos dias em questão, os passeios começam a partir das 21h30 e duram cerca de 90 minutos, com um máximo de 25 participantes por sessão. A iniciativa é recomendada a maiores de 16 anos e é aconselhado levar calçado confortável e agasalho, mesmo quando decorre no verão.

As visitas guiadas oferecem o ponto de vista histórico e artístico do monumento, mas também passam pelo jardim. A Quinta da Regaleira, junta os estilos manuelino, gótico e renascentista, realçados pelas iluminações. Estes programas pretendem dar a conhecer as várias correntes estéticas e filosóficas presentes.

Os bilhetes custam 25€ e pode comprá-los online. Para os munícipes de Sintra há um desconto de dez por cento, mediante a apresentação de um comprovativo de morada válido para cada bilhete. Fonte: NiT

história: Portugal antes do 25 de Abril - direitos dos trabalhadores e das mulheres

Recordar para não esquecer.

Após [cinco] décadas de ditadura, a Revolução dos Cravos trouxe liberdade a Portugal a 25 de Abril de 1974. Mais do que liberdade de expressão e eleições democráticas, foram vários os direitos conquistados, nomeadamente da classe trabalhadora e das mulheres, em prol da melhoria das condições de vida.

No 50.º aniversário do 25 de Abril, é importante olhar em retrospetiva para o caminho percorrido no mundo laboral e na proteção e melhoria de condições de vida dos trabalhadores.

O mundo laboral antes do 25 de Abril de 1974:

  • Greves, associações sindicais e manifestações eram proibidas;
  • Não havia salário mínimo (foi fixado no final de maio em 3.300$00);
  • Cada empregador pagava o que queria aos seus trabalhadores;
  • A semana de trabalho era de seis dias e o horário semanal de 48 horas (passou a haver dois dias de descanso e as horas seriam reduzidas para 44 em 1991, e 40 em 1996);
  • Não havia direito a férias;
  • 13.º e 14.º meses não existiam;
  • Não havia pagamento para trabalhadores em regime de turnos;
  • Os despedimentos sem justa causa eram permitidos;
  • Não havia subsídio de desemprego nem pensões sociais;
  • Licenças de parto ou de maternidade não estavam contempladas;
  • Eram proibidas as associações ou reuniões de grupos de pessoas;
  • Era proibido festejar o Dia do Trabalhador.

As mulheres antes do 25 de Abril:

  • Só podiam votar se tivessem concluído o curso secundário ou se fossem viúvas (31% das mulheres eram analfabetas, segundo a Pordata);
  • As mulheres só podiam trabalhar com a autorização do marido e ganhavam menos 40% do que os homens;
  • Não podiam ser juízas, diplomatas ou polícias;
  • Não podiam viajar sozinhas para fora do País sem autorização escrita do marido;
  • Enfermeiras, telefonistas e hospedeiras da TAP não se podiam casar;
  • As professoras só podiam casar com autorização especial e desde que cumprissem três requisitos: o noivo tinha de apresentar um atestado de bom comportamento moral e cívico; o noivo tinha de comprovar que tinha um ordenado superior e que possuía meios suficientes para a sustentar; e o casamento tinha de ser autorizado pelo Governo;
  • Não havia turmas mistas nas escolas. Por vezes, as raparigas iam da parte da manhã e os rapazes da parte da tarde. A maioria dos liceus eram masculinos ou femininos;
  • As pessoas casadas pela Igreja não se podiam divorciar;
  • As mulheres que tinham filhos de outras relações não tinham proteção legal, nem acesso a hospitais.

A Revolução de Abril trouxe inúmeras alterações sociais, políticas e económicas, que se fizeram sentir em todos os espetros da sociedade. No contexto laboral, em particular, procurou garantir-se a segurança do posto de trabalho, a igualdade de direitos e oportunidades, e a promoção de melhores condições laborais e de vida. Fonte: Sapo

a revolução da Saúde também faz 50 anos


Num tempo em que por cada 1.000 recém-nascidos morriam 45 bebés em Portugal e em que por cada 100 mil partos havia 59 mães que perdiam a vida, num tempo em que os maridos temiam que as suas mulheres se tornassem “desobedientes” por se relacionarem com médicas, num tempo em que a contraceção era discutida na clandestinidade ou com recurso a dois bonecos e uma melancia, num tempo em que os médicos faziam desenhos porque os doentes não sabiam ler os guias de tratamento, num tempo em que o analfabetismo nem sequer permitia a devida utilização de um mero supositório, num tempo desses, que era o nosso tempo há 50 anos, grupos de jovens médicos de Lisboa, Porto e Coimbra lançaram a "semente" que faria brotar a raiz do Serviço Nacional de Saúde. "Fomos funcionários do SNS antes do tempo"

Na manhã de 25 de abril, vários jovens médicos viram-se envolvidos numa outra revolução, a da saúde. Vasco Trancoso, escalado para trabalhar nas urgências do Hospital de São José, em Lisboa, afirma "Nesse ano, os médicos do meu curso tiveram de fazer o serviço militar obrigatório. Eu calhei ir para Mafra, éramos 400 cadetes, e isto coincidiu com o início das campanhas de dinamização cultural do MFA em outubro. Íamos em camionetes e outros veículos militares por aldeias e, no caso dos médicos, focámo-nos em inspeções sanitárias em fábricas e em educação sanitária à população – explicar um simples lavar de mãos, que uma simples gripe não deveria ir procurar logo uma urgência..."

Foi durante essas campanhas que médicos como Trancoso, José Gameiro, Eduardo Barroso e outros, ficaram cientes da "injustiça" que grassava em Portugal em termos de cuidados de saúde. "Apercebemo-nos de que as populações das aldeias e da periferia tinham todas muito menos condições", conta à distância de cinco décadas. "Tínhamos 75% da população que pertencia aos hospitais ditos distritais com apenas um quarto dos recursos de saúde. E depois Lisboa, Porto e Coimbra tinham 75% dos recursos humanos e materiais – médicos, enfermeiros, camas – para apenas um quarto da população."

Foi a "semente que faria surgir a raiz" do Serviço Médico à Periferia (SMP), conta o gastroenterologista, referindo "uma das coisas mais fantásticas e mais belas que aconteceram" na sua vida de médico. "Tem havido uma narrativa de que o Ministério da Saúde entendeu que havia necessidades de saúde a nível periférico e insistiu para que houvesse o SMP, mas não é verdade", assegura. "Foram os próprios médicos, já com esta semente, já com aquele espírito de generosidade que Abril fez nascer, que acharam que havia necessidade disso e que tiveram de negociar com o Ministério."
Ana Jorge, atual provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, passou algum tempo em Mértola com o então marido, Álvaro Carvalho, durante os primeiros meses de uma experiência que se provaria o embrião do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Uma das experiências que Ana Jorge recorda até hoje foi a de um parto que até nem foi difícil, mas em que a criança nasceu sem respirar. “A criança nasceu mal. Eu reanimei-a, dentro daquilo que era possível fazer na altura, quer dizer, aos dias de hoje eram quase barbaridades, não se faz... Mas na altura não havia mais nada. Havia mãos e pouco mais. Consegui pôr a criança a respirar e no dia seguinte estava viva. De vez em quando lembro-me desse bebé porque ainda por cima fui para Pediatria. Aquilo marcou-me.” “Os partos eram o nosso grande quebra-cabeças”, recorda Ana Jorge.
Três anos antes, em 1973, as elevadas taxas de mortalidade infantil e materna em Portugal chocavam com os números no resto da Europa – por cada 1.000 recém-nascidos morriam em média 44,8 bebés em Portugal, por cada 100 mil partos 59 mães perdiam a vida. Fonte: CNN

imagens: as comemorações dos 50 anos do 25 de abril nas escolas do agrupamento e no Fórum da Maia














          




crédito das fotos: blogartes; escola sede: grupo de História; grupo de Inglês; EB1 Moutidos; C.E. Gandra

Moutidos: "o 25 de abril nas tuas mãos"

 Do pré-escolar  ao 4.º ano, as mãos impressas, no futuro.

O 25 DE ABRIL NAS TUAS MÃOS, é um  trabalho coletivo realizado pelos alunos da EB1/JI de Moutidos

As imagens 1, 2, 3 e 4, correspondem a trabalhos de turma.


cortesia de Maria José Ribeiro, docente do 1.º ciclo

Centro Escolar da Gandra: conversas sobre o 25 de abril

A Dona Madalena, uma respeitada habitante maiata, foi convidada para visitar o Centro Escolar da Gandra e falar sobre um momento marcante da história portuguesa: a Revolução do 25 de Abril. Com a sua experiência e conhecimento, ela proporcionou aos alunos uma viagem no tempo, relembrando os acontecimentos que levaram à queda da ditadura e ao início de uma nova era de democracia em Portugal.

Com palavras carregadas de emoção e detalhes vividos na época, a D. Adelaide trouxe à vida os desafios e as conquistas daquele período histórico. Os alunos, atentos e curiosos, tiveram a oportunidade única de ouvir relatos em primeira mão e compreender melhor o impacto da Revolução nas vidas das pessoas e no país como um todo.

A sua presença no Centro Escolar da Gandra não foi apenas uma aula sobre história; foi também uma lição de cidadania, liberdade e valorização dos direitos humanos. O seu testemunho inspirou os jovens a refletir sobre a importância da participação cívica e do compromisso com uma sociedade mais justa e igualitária.

Obrigado pela bela partilha!!! 

 
Turmas A, B e C - 3.º ano do Centro Escolar da Gandra
cortesia de Virgínia Costa, coordenadora CEG

escola sede: "25th April 1974 knocks at the door" - English activities

No âmbito das celebrações dos 50 anos do 25 de abril, o grupo de Inglês organizou um debate em língua inglesa "Time travel - life before and after the revolution" com a participação de alguns alunos do 9.º ao 12.º anos. Esta atividade teve lugar no dia 24 de abril, das 10:20h às 11:10h, no Anfiteatro da escola. Os alunos participantes demonstraram desenvoltura na língua inglesa e entusiasmo na discussão dos tópicos: política, educação, vida familiar e estilo de vida.

A atividade foi muito bem sucedida e do agrado dos alunos, tendo os mesmos dado um feedback muito positivo. Dados os constrangimentos de tempo, a discussão será eventualmente alargada ao contexto de aula.
Turmas envolvidas: 9.ºA, B, C, D, E, F; H e J; 10.º A, E e G; 11.ºA, B, C, D, E,.F e H; 12.º H

Adicionalmente, e no mesmo dia, o Clube de Inglês, English Language Club, divulgou/distribuiu pela comunidade escolar exemplares do jornal elaborado pelos membros deste clube - "Newspaper Cookies Teen". Este jornal também aborda a temática da revolução do 25 de abril.

cortesia do grupo de Inglês, pelas mãos das docentes Constância Silva e Dulce Rocha

25/04/2024

25 de abril de 2024: 50 anos de Liberdade


Hoje é feriado nacional. De alguns feriados não conhecemos a história. Deste é mais fácil sabermos algo, principalmente se formos cidadãos mais provectos, que vivenciámos esse dia.

Aqui, no jornal CRESCER, alguns leitores recordaram esse dia e partilharam o seu relato. A todos eles a equipa agradece a imensa amabilidade: Muito obrigado pelo vosso empenho e vontade de partilha!

De todos os depoimentos, a equipa retira uma conclusão: mais ou menos conscientes do que se passava à época, hoje mostram-se gratos pela Liberdade conquistada. 

Os nossos leitores mais jovens não dominam muito bem o que então aconteceu, mas quando conversam sobre o assunto com os seus professores mostram-se bastante interessados, curiosos e espantados.

 O CRESCER deixa o desafio de haver conversas em família, com os mais velhos, para que os mais novos se inteirem do assunto e se espantem com o "antes" e o "depois" dessa data.

Como um dos nossos leitores aqui citou, "Plantaram em nós a Liberdade, não a deixemos morrer!"

Bom feriado, em LIBERDADE!

Eduarda Ferreira e Manuela Couto

2.ª senha: 00h25m de 25 de abril de 1974 - "Grândola Vila Morena" de Zeca Afonso

Algum tempo depois de "E depois do Adeus", na Rádio Renascença, seria “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso, a segunda senha a confirmar o arranque da Revolução. Pelas 00h25m, do dia 25 de abril de 1974.

24/04/2024

1.ª senha: 22h55m de 24 de abril de 1974 - "E Depois do Adeus" de Paulo de Carvalho

Por volta das 22.55 horas do dia 24, João Paulo Dinis, na antena dos Emissores Associados de Lisboa, pôs no ar “E depois do Adeus”, de Paulo Carvalho, música vencedora do Festival da Canção desse ano. Foi a primeira senha para se compreender que a Revolução ia avançar.

escola sede e Pícua: atividade de Literacia Financeira do 12.ºF na EB1 da Pícua

 

Atividade de Literacia Financeira-poupança: projeto «Vem gerir o teu dinheiro»

No passado dia 16 de abril, um grupo de alunos da turma do 12.ºF dinamizaram uma sessão sobre poupança na turma do 2.ºA da EB1 da Pícua, no âmbito do projeto que estão a desenvolver na disciplina de Economia C «Vem gerir o teu dinheiro».

Esta sessão contemplou a leitura de uma história sobre poupança e a realização de jogos sobre gestão de dinheiro e poupança através da plataforma Kahoot.

A sessão foi um sucesso e enriquecedora para todos os envolvidos, tendo os alunos do 12.º ano sentindo-se privilegiados por esta oportunidade de partilha de conhecimento.

Um agradecimento aos alunos do 2.º A e à professora Carla do Lago que nos receberam de forma calorosa!

                                                                                                  cortesia de Andreia Marques, docente de Economia

escola sede: ainda as comemorações dos 50 anos do 25 de abril

 Turmas do 9.ºB e 8.ºD celebram os 50 Anos do 25 de Abril com atividades memoráveis.

No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, os alunos das turmas do 9.ºB e 8.ºD da nossa escola realizaram uma série de atividades no dia 23 de abril. Estas atividades foram cuidadosamente planeadas para destacar a importância da Revolução dos Cravos e celebrar este momento histórico tão significativo para Portugal.

Os alunos do 9.ºB participaram ativamente dinamizando uma variedade de atividades. Um dos destaques foi o workshop intitulado "Mãos à Revolução", onde os alunos exploraram os ideais de liberdade e cidadania que caracterizaram o 25 de Abril. Além disso, encenaram a peça teatral "A Chave à Liberdade", que emocionou e inspirou os espectadores ao recriar momentos cruciais da revolução. Esta peça destacou o papel fundamental de uma jovem na luta contra a opressão, lembrando-nos que a liberdade é um direito inalienável que deve ser defendido a todo custo. O programa "Rádio ESAS: 50 Anos de Liberdade" e atividade “Conversas de Abril” permitiu aos alunos refletir sobre o impacto duradouro desta revolução nas nossas vidas, através de entrevistas com figuras proeminentes que desempenharam um papel fundamental neste marco histórico.

Por outro lado, os alunos do 8.ºD continuaram a dinamizar o teatro musical intitulado "E no Final Foram Cravos", representação que se estende até 24 de abril.

Estas iniciativas proporcionaram momentos de aprendizagem e interação entre os alunos, reforçando a importância de preservar os valores democráticos e de liberdade conquistados há 50 anos. Mais de 50 turmas, totalizando um número significativo de estudantes, visitaram ou participaram das atividades, testemunho do empenho e da criatividade dos nossos alunos em celebrar este momento histórico tão relevante para o nosso país. Este evento reflete o compromisso e dedicação dos nossos alunos em preservar e promover os ideais de liberdade e cidadania que definem a nossa sociedade.

A Escola congratula-se com o envolvimento e a participação ativa de todos os alunos, professores e funcionários nesta celebração memorável dos 50 anos do 25 de Abril. Estas atividades são mais do que simples representações, são uma homenagem aos que fizeram do 25 de abril um marco na nossa História, são uma forma de nos conectarmos com o passado e de nos inspirarmos para o futuro.

                                                                                    cortesia de Isabel Brandão, docente de História e de Cidadania