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24/07/2023

ensino superior: guia completo para não se perder e saber tudo sobre as candidaturas

Arranca na segunda-feira o concurso nacional de acesso ao Ensino Superior e, como habitual, largos milhares de jovens (e não só) já estão em ebulição com o processo de candidaturas.

A intenção de prolongar os estudos no ensino superior tem ganho relevo. O início deste novo capítulo na vida dos jovens pode ser ora empolgante, ora assustador. Mas a preocupação com as burocracias da candidatura não deve sobrepor-se ao entusiasmo perante as oportunidades a que terão acesso na universidade.
As candidaturas ao ensino superior são feitas anualmente e organizadas pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Veja abaixo o que ter em atenção antes de começar o processo e esclareça as dúvida sobre  as principais questões que podem surgir durante o processo da candidatura.
O que ter em atenção?
Em primeiro lugar, deve saber que já Gabinetes de Acesso ao Ensino Superior em algumas instituições, que estão disponíveis para ajudar no processo. No caso de usar exames estrangeiros para acesso, ou estar sujeito a contingentou o regime especial, deve recorrer a um destes espaços, com documentos próprios.
Pública vs. privada
O processo para candidatura às instituições públicas é feito no portal próprio, mas no caso de instituições de ensino superior do setor privado, terá que o fazer em plataforma própria ou deslocando-se à instituição.
No caso de universidades privadas podem ser pedidos outros requisitos, ou até exames diferentes do que seria habitual para um mesmo curso numa pública, pelo que é importante ter esta pesquisa já feita.
Também os prazos e processos de matrícula diferem nas universidades privadas, com prazos e procedimentos diferentes, pelo que, se esta é uma opção que pretende seguir, deve informar-se na instituição (ou insituições) da sua preferência.
Como é feito o processo?
– O procedimento de candidatura ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES), é feito no portal próprio da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) e cuidadosamente descrito, por isso basta seguir os passos com atenção. Por esta altura, a grande maioria dos candidatos já terão a ficha ENES e a senha de acesso.
A ficha ENES é pedida na escola após receber os resultados dos exames. Se ainda não tem é melhor pedir!
– No começo do processo deve ir preenchendo os vários campos com os códigos, datas e classificações das disciplinas e exames. Caso haja algum erro de forma recorrente o melhor será pedir nova ficha ENES à escola. Não desespere, pode candidatar-se atá ao último dia do processo.
Verifique os exames e notas, que à partida estarão corretos.
– Insira as informações de contacto atualizadas.
– Indique um Gabinete de Acesso ao Ensino Superior, idealmente o mais próximo da sua área de residência. Se estiver a fazer a candidatura num deles, é o que deve indicar. Se quiser candidatar.se a Bolsa de Ação Social da DGES, também é aqui que faz a pré-inscrição para esse efeito.
– Depois deve indicar até seis opções de curso e instituição. è aconselhável que preencha todas, podendo escolher cursos diferentes ou os mesmos, e também instituições diferentes ou as mesmas. Tenha é em atenção que segue a sua ordem de preferências (em primeiro a ‘melhor’ para si). à medida que seleciona uma opção irá ser apresentada a nota de candidatura – caso não apareça é porque a classificação que têm não é suficiente para concorrer a essa opção.
Pode verificar aqui todas as opções por área, curso, instituição e distrito.
– Verifique em seguida os pré-requisitos, de aptidão (física ou artística, que já deverá ter feito), ou de matrícula (entregues apenas no momento de matrícula na instituição). No primeiro caso deve colocar a senha de comprovação de pré-requisitos.
– Volte a confirmar todas as opções de candidatura e certifique-se que estão pela ordem correta (não custa nada verificar duas vezes).
– Está quase! Antes da submissão final da vai aparecer uma mensagem de aviso que indica se tudo está preenchido de forma correta ou se foi detetado algum erro. Caso se verifique a última hipóteses, pode voltar atrás e confirmar/modificar o que for necessário.
– E está feito. Mas pode repetir o processo de candidatura quando quiser, e até mudar as opções e ordem de preferência, até ao final da fase na qual se está a candidatar. Tenha em atenção que sempre que submeter uma nova candidatura, esta substitui a anteriormente feita.
Quem se pode candidatar?
· cidadãos portugueses;
· cidadãos nacionais de outro Estado-Membro da União Europeia;
· familiares de portugueses ou de nacionais de outro Estado-Membro, independentemente da nacionalidade;
· residentes num Estado-Membro há mais de dois anos (desde 1 de janeiro deste ano), de forma ininterrupta, bem como os filhos que com eles residam. Caso o aluno tenha tido autorização de residência para estudar em território nacional, o tempo de permanência no mesmo não é relevante;
· beneficiários de estatuto de igualdade de direitos e deveres, ao abrigo do tratado internacional entre o Estado Português e o Estado da nacionalidade do candidato;
· estudantes estrangeiros que frequentem uma instituição de ensino superior portuguesa no âmbito de um programa de mobilidade internacional, para a realização de parte de um ciclo de estudos de uma instituição de ensino superior estrangeira com quem a instituição portuguesa tenha estabelecido acordo de intercâmbio.
O que precisa para se candidatar?
· ter o ensino secundário concluído ou habilitação equivalente;
· ter realizado, nos últimos dois anos, os exames nacionais exigidos pelo curso e pela instituição que pretende frequentar;
· cumprir os pré-requisitos exigidos por cada curso e cada instituição, se aplicável;
· não estar abrangido pelo estatuto de estudante internacional.
Quando são as candidaturas? E quando anunciam os resultados?
Primeira fase
· candidaturas: entre 24 de julho e 7 de agosto.
· resultados: 27 de agosto.
Segunda fase
· candidaturas: entre 28 e 5 de setembro.
· resultados: 17 de setembro.
Terceira fase
· candidaturas: entre 22 e 25 de setembro.
· resultados: 30 de setembro.
Quais os prazos para quem pediu reapreciação da nota do exame?
Os resultados dos exames da primeira fase submetidos a reapreciação são afixados a 10 de agosto. Já os da segunda fase são anunciados a 28 de agosto.
Se os resultados das notas reavaliadas forem anunciados depois do prazo definido para a candidatura, tem um prazo de três dias úteis (a partir da divulgação da nota revista) para apresentar ou alterar as opções de candidatura. Caso não queira alterar as opções, não precisa de fazer nada, porque as notas revistas são automaticamente comunicadas.
Os estudantes colocados na primeira fase que concorram à segunda fase e nela sejam colocados veem automaticamente anulada a colocação na primeira fase e, logo, a matrícula e inscrição realizadas. De igual modo, aos estudantes colocados nas primeira ou segunda fases que concorram à terceira fase e nela sejam colocados veem automaticamente anulada aquela colocação e, logo, a matrícula e inscrição realizadas.
As notas dos últimos colocados nos concursos ou nas fases de candidatura anteriores são apenas indicativas e não devem ser consideradas notas mínimas de acesso.
Quais as classificações mínimas de cada curso?
As classificações mínimas são anualmente fixadas por cada instituição. Os candidatos só podem concorrer a uma instituição caso a nota de candidatura seja igual ou superior à classificação mínima fixada.
Para saber tudo sobre cada instituição e respetivos cursos, consulte o índice de cursos no site da DGES, que inclui todas as instituições de ensino superior públicas e privadas. Visite ainda os sites das instituições de ensino superior a que pretende concorrer para conhecer melhor os planos de curso e, assim, fazer a candidatura de forma mais informada e consciente.
Quais os critérios de entrada dos candidatos?
A admissão no curso está limitada pelo número de vagas disponíveis em cada ano e deve considerar os seguintes critérios de escolha:
· classificação final do ensino secundário (peso não inferior a 50%);
· resultados nos exames (peso não inferior a 35%);
· pré-requisitos exigidos, por exemplo, de natureza física, funcional ou vocacional (peso não superior a 15%).
Quais os contingentes especiais em cada fase?
Primeira fase
Existe o contingente geral, onde se encaixa a maioria dos candidatos, e os contingentes especiais, aos quais se destina uma determinada percentagem de vagas. Nestes últimos, estão incluídos os seguintes candidatos:
· candidatos provenientes das regiões autónomas dos Açores e da Madeira;
· candidatos emigrantes portugueses e respetivos familiares;
· candidatos militares em regime de contrato;
· candidatos portadores de deficiência.
Segunda fase
Existe apenas um contingente especial para candidatos com deficiência.
Terceira fase
Não existem quaisquer contingentes especiais.
Como pedir a senha de acesso?
O aluno só pode iniciar a candidatura com recurso à senha de acesso ao portal da DGES. A maioria dos alunos já deve ter a respetiva senha, pois muitas escolas exigiram-na para a inscrição nos exames. A senha de anos anteriores não permite a candidatura para este ano. Pode pedir uma senha até ao final do prazo de candidatura de cada fase do concurso. A mesma senha pode ser usada em qualquer fase.
Quem ainda não tenha, pode obter a senha na plataforma da DGES e seguir as instruções apresentadas. Após a submissão do pedido de senha, será enviada uma mensagem de confirmação para o e-mail indicado.
Clique no link que receber no e-mail, para que seja gerado automaticamente um recibo do pedido de senha, que deve imprimir e entregar na escola secundária ou no gabinete de acesso ao ensino superior para a respetiva certificação. Com esta última, recebe a senha de acesso no e-mail.
Caso o estudante seja menor de idade, o recibo do pedido deve ser assinado pelo encarregado de educação ou por quem exerça a respetiva representação legal.
Como concluir a candidatura?
Quando tiver a senha, pode iniciar a sessão na plataforma da DGES, com recurso à chave móvel digital. Tenha à mão o número de identificação civil (que consta no cartão de cidadão) ou o número interno da escola.
O candidato dispõe de seis opções para concorrer, indicadas pela ordem da sua preferência. No decorrer do prazo de candidatura, pode alterar livremente as suas opções.
As colocações resultarão da combinação entre a ordem de preferência e a posição que o candidato assumir nas listas. A cada candidato só pode ser atribuída uma colocação em cada fase do concurso.
Como resolver os problemas com a senha de acesso?
Se não receber a mensagem de confirmação, consulte o estado do pedido na plataforma da DGES.
Se não tiver um número de identificação válido (cartão de cidadão ou número interno atribuído pela escola), deve fazer o pedido do mesmo no site da DGES.
Se apagar a mensagem de confirmação, deve obter nova senha. Para o fazer, utilize a ferramenta de recuperação da senha e siga as instruções apresentadas. Só pode fazê-lo uma vez por dia.
Se a conta de e-mail ficou inacessível, tem de fazer novo pedido de atribuição de senha.
Se os dados pessoais da ficha estiverem incorretos, peça a respetiva correção à escola secundária. A DGES afirma que esta situação não impede, nem prejudica, a candidatura.
Se receber a indicação de que as credenciais de acesso não são válidas, depois de esgotadas todas as confirmações possíveis, deve utilizar a opção de recuperação de senha.
Fui colocado. Qual o prazo para me matricular?
Não existe um prazo legal para a matrícula. O prazo varia consoante a instituição e, por isso, o aluno deve contactá-la assim que as colocações saírem, para conhecer as datas fixadas e os documentos que deve levar. Confirme com a instituição se a matrícula pode ser feita por via eletrónica, presencial, ou de ambas as formas. Fonte: Sapo

educação: aproxima-se o fim dos exames

A 2.ª fase dos exames nacionais termina dia 26 de julho.

Porém, depois dos exames terminarem, ainda há muito trabalho a fazer. 

21/07/2023

"Mergulha em Segurança": esta campanha alerta para a maior causa de lesões na coluna

A campanha “Mergulho Seguro” está de volta com mais uma edição para alertar os jovens para os perigos dos mergulhos mal calculados em piscinas, praias ou outras zonas balneares, costeiras ou fluviais.

A iniciativa é da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT) em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, salientando que estes acidentes constituem uma das maiores causas de lesões na coluna com situações graves de paraplegia e tetraplegia.

Esta aposta publicitária foi totalmente produzida, realizada e editada pela equipa da Direção de Comunicação e Marcas da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e será veiculada em vários meios. Lançada em 2013, dez anos depois o alerta mantém-se, porque “mais vale prevenir do que remediar”. Fonte: Sapo

 

ensino superior: concurso de acesso começa segunda-feira

Número de vagas representa um aumento de 671 vagas face aos lugares inicialmente disponibilizados.  


Abre já na próxima segunda-feira a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público, com o total de 54.311 vagas. 
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em comunicado divulgado esta quinta-feira, informa que o número de vagas representa um aumento de 671 vagas face aos lugares inicialmente disponibilizados.  
Por sua vez, face aos números anunciados em abril para o próximo ano letivo, há agora mais 11 cursos com um total de 275 vagas em nove instituições de ensino superior. 
Os candidatos têm até 7 de agosto para apresentarem a sua candidatura nesta primeira fase. Já os alunos com ensino secundário e provas de ingresso estrangeiras devem candidatar-se até 31 de julho. Fonte:  Sapo 

professores: perto de 3.400 reformaram-se durante o ano letivo

 O número de jovens professores não compensa o número de aposentações. A classe profissional está cada vez mais envelhecida, com mais de metade dos professores em funções a ter mais de 50 anos.

Estudo de Diagnóstico de Necessidades Docentes de 2021 a 2030, publicado em 2021, já alertava para a falha no rejuvenescimento da profissão. O elevado número de professores a entrarem na reforma não coincide com o baixo número de jovens a iniciarem-se na profissão. A notícia é avançada pelo Diário de Notícias.
O documento disponibilizado pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) mostra que o número de profissionais em funções tem vindo a descer nos últimos anos, um problema que se agrava devido à “estrutura etária envelhecida" da profissão, que tem "muitos docentes próximos da idade de reforma”.
As projeções indicam que seria necessário recrutar, em média, 3.450 novos docentes por ano, até 2030, o que representa uma necessidade cumulativa de 34.508 novos docentes - cerca de 30% dos professores em funções no ano letivo 2018/19.
No entanto, não é isso que se tem verificado: no ano civil de 2022, foi batido o recorde de aposentações de professores, com 2.401 docentes a entrar na reforma. 2023 vai pelo mesmo caminho: até julho contabilizam-se já 2.106 saídas e em setembro deverá ser alcançado um novo recorde.
O número de aposentações está a crescer, mas o número de jovens a entrar na profissão não. O saldo ao final de cada ano letivo tem sido negativo, o que significa que há cada vez menos professores ao serviço.
Os dados referentes à aposentação de professores, assim como dos trabalhadores da função pública, são disponibilizados pela Caixa Geral de Aposentações. Fonte: SicN

atualidade: 41 mil peregrinos serão alojados em 110 escolas em Lisboa

Foi na Escola Básica Francisco Arruda, em Alcântara, que decorreu, esta quinta-feira, a assinatura do protocolo entre Câmara Municipal de Lisboa (CML), a empresa Construção Pública (anteriormente designada de Parque Escolar) e a Fundação JMJ Lisboa 2023.  

Milhares de não docentes chamados para trabalho suplementar nas escolas que vão receber jovens

Cerca de 41 mil peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) serão alojados e distribuídos por 110 escolas e três equipamentos municipais. O número, de acordo com Carlos Moedas, equivale a 40% dos cerca de 100 mil participantes que estarão na cidade.  

A escola, a partir de domingo e durante as próximas duas semanas, estará disponível para acolher 450 peregrinos voluntários, que ficarão distribuídos pelo ginásio, por 20 salas de aula e pela sala de alunos. 

"O alojamento dos peregrinos é uma das peças fundamentais para que as coisas corram bem. Os jovens peregrinos não são exigentes, pelo contrário, e o mínimo que eles querem é exatamente os tais 'x' metros quadrados, tomar um banho e um pequeno-almoço e, depois, seja o que Deus quiser", disse ainda o presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, bispo Américo Aguiar. 

"A malta quer é estar toda junta num pavilhão, de preferência, uns 20, 30, 40, 50, para a borga, para a festa", apontou o bispo, afirmando que "a maioria dos jovens não prefere” o alojamento familiar.  

A JMJ vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas. Fonte: SOL

atualidade: 41 mil peregrinos serão alojados em 110 escolas em Lisboa

Foi na Escola Básica Francisco Arruda, em Alcântara, que decorreu, esta quinta-feira, a assinatura do protocolo entre Câmara Municipal de Lisboa (CML), a empresa Construção Pública (anteriormente designada de Parque Escolar) e a Fundação JMJ Lisboa 2023.  

Milhares de não docentes chamados para trabalho suplementar nas escolas que vão receber jovens

Cerca de 41 mil peregrinos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) serão alojados e distribuídos por 110 escolas e três equipamentos municipais. O número, de acordo com Carlos Moedas, equivale a 40% dos cerca de 100 mil participantes que estarão na cidade.  

A escola, a partir de domingo e durante as próximas duas semanas, estará disponível para acolher 450 peregrinos voluntários, que ficarão distribuídos pelo ginásio, por 20 salas de aula e pela sala de alunos. 

"O alojamento dos peregrinos é uma das peças fundamentais para que as coisas corram bem. Os jovens peregrinos não são exigentes, pelo contrário, e o mínimo que eles querem é exatamente os tais 'x' metros quadrados, tomar um banho e um pequeno-almoço e, depois, seja o que Deus quiser", disse ainda o presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, bispo Américo Aguiar. 

"A malta quer é estar toda junta num pavilhão, de preferência, uns 20, 30, 40, 50, para a borga, para a festa", apontou o bispo, afirmando que "a maioria dos jovens não prefere” o alojamento familiar.  

A JMJ vai realizar-se este ano em Lisboa, entre 01 e 06 de agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas. Fonte: SOL

desafio para quem educa

 São três frases sobre a juventude. Convidamo-lo ao seguinte exercício: leia as frases e depois, e só depois, olhe para o nome dos autores:

  • "A nossa juventude é mal educada, zomba da autoridade e não tem nenhuma espécie de respeito pelos mais velhos. As nossas crianças de hoje não se levantam quando um ancião entra numa sala, respondem aos pais e tagarelam em vez de trabalhar. São simplesmente más." 

  • "Não tenho nenhuma esperança para o futuro do nosso país, se a juventude de hoje lhe assumir o comando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem compostura, simplesmente terrível."

  • "Esta juventude está corrompida até ao mais profundo do coração. Os jovens são malfeitores preguiçosos. Não serão nunca como a juventude de antigamente. Os de hoje não serão capazes de manter a nossa cultura."

Vamos lá aos autores:

  • 1ª frase: Sócrates, 470-399 a.c..

  • 2ª frase: Hesíodo, 720 a. c..

  •  3ª frase: escrita num jarro de argila nas ruínas de Babilónia: cerca de 3.000 a.c. @ "Correntes", de Paulo Prudêncio

alerta pais: saiba o que destrói a felicidade das crianças e adolescentes

Há cada vez mais crianças e adolescentes a não conseguir gerir as suas emoções e os psicólogos explicam como podem os pais ajudar.


No que diz respeito à saúde mental dos mais novos, a verdade é que nunca houve tanto acompanhamento e tanta sensibilidade para as doenças do foro psicológico como na atualidade. Ainda assim, parece que nunca as nossas crianças e adolescentes sofreram tanto com a sua saúde mental como agora.

Apesar da pandemia ter sido uma agravante, o declínio da saúde mental dos jovens começou antes. Entre 2009 e 2019, o número de adolescentes a sentir tristeza e desespero aumentou 40%. Já os jovens a terem pensamentos suicidas aumentou 36%. A Covid-19 exacerbou depois todos estes sentimentos e problemas, refere o HuffPost.

Mas há uma coisa que praticamente todos os especialistas apontam como sendo o que destrói a felicidade das crianças e adolescentes: o facto de os pais estarem incessantemente a tentar garantir que os filhos são felizes. No final, faz mais mal do que bem.

O que os especialistas explicaram ao HuffPost é que muitos pais acreditam que as crianças têm de ser felizes constantemente, fazendo com que não aprendam a lidar com todo o espectro das emoções humanas de forma saudável. Além disso, quando os pais ficam focados em mostrar o seu agrado quando há sucessos, correm o risco de não mostrar aos filhos que os valorizam e amam incondicionalmente, independentemente de terem falhado ou acertado.

DICAS

Normalizar sentir todas as emoções e não apenas felicidade

Segundo os especialistas, fazemos um desserviço quando achamos que os dias das crianças são livres de preocupações. No entanto, isto não é verdade. Os mais novos também têm momentos de maior stress e de grandes emoções.

É importante, por isso, ensinar as crianças a identificar as suas emoções e lidar com elas. Além disso é importante mostrar também o valor as emoções negativas. O medo pode proteger, assim como a raiva nos diz que fomos magoados e a tristeza conecta-nos com o que é importante.

Conversar diariamente com os filhos

Uma das melhores formas de se manter a par das emoções dos seus filhos é conversando com eles diariamente. Falar todos os dias vai permitir-lhe reconhecer as emoções e ajudar a criança a navegá-las.

Treinar a gratidão

Os especialistas acreditam que se houver foco na gratidão, em apreciar as pequenas coisas boas do dia a dia, as crianças desenvolvem uma mentalidade que encoraja a felicidade.

Uma boa forma de treinar estes pensamentos é mostrar como se faz. Ou seja, quando estiver a falar com os seus filhos, refira também as coisas pelas quais está grato.

Mostrar que o amor que se tem pelos filhos é incondicional e não está dependente de sucesso

Um questionário feito recentemente mostra que há muitas crianças que acreditam que o seu valor está diretamente ligado com as suas vitórias – quer seja as boas notas na escola ou o número de likes nas redes sociais – e não a quem são enquanto pessoas.

Nenhum pai quer que o seu filho não se sinta amado, mas às vezes o foco no sucesso transmite esta mensagem de amor condicional.

Evitar fazer comparações

As comparações são uma outra forma de mostrar que valorizamos mais o sucesso das crianças do que quem são enquanto pessoas. Evite comparações entre irmãos ou amigos.

Repensar a forma como se elogia as crianças

Normalmente os pais são rápidos a elogiar os feitos académicos dos filhos. É uma atitude normal, mas que muitas vezes pode ter o efeito contrário ao desejado. Mais uma vez, estamos a mostrar às crianças que apenas as vitórias interessam.

Em vez de apenas se elogiar os feitos, os pais devem elogiar também aquilo que veem como características importantes dos filhos, como a empatia, o humor, a simpatia, a capacidade de resolver problemas, e tudo o mais que vejam como pontos fortes.

Mostrar à criança que ela importa

Uma forma de manter a saúde mental das crianças é mostrar que elas importam e que têm um papel a desempenhar no seio familiar. Os especialistas acreditam que uma boa forma de o fazer é dando-lhes tarefas para eles cumprirem. Fonte: IOL


Para refletir! (sublinhados não incluídos no original)

20/07/2023

saúde: qual é a temperatura máxima que um ser humano pode suportar?

O verão muito quente vivido na Europa, causado por diversas ondas de calor que têm colocados as temperaturas acima dos 40 graus Celsius, é não só um incómodo no dia a dia mas também negativo para o ambiente: no entanto, a maior preocupação é para a saúde das pessoas, indicou esta quarta-feira o jornal espanhol ‘El Confidencial’. Um estudo recente aponta que o calor foi responsável por um excesso de 60 mil mortes na Europa em 2022.

De acordo com a popular conta do TikTok, @ciencia_radioactiva, com mais de 360 mil seguidores, o corpo humano pode sofrer consequências graves quando expostos a elevadas temperaturas.

A nossa temperatura corporal é, normalmente, de 37 graus mas se a temperatura exterior for superior, o corpo lança os seus mecanismos de defesa para nos proteger: a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos, que pretendem libertar calor e arrefecer o nosso organismo. No entanto, quando fica muito quente, o corpo começa a revelar dificuldades para lidar com isso.

Assim, com que temperaturas devemos preocupar-nos?

Segundo o especialista em ciências, a partir de 42 graus começam os riscos de “danos contínuos a órgãos vitais” e, acima dos 45 graus, as células podem começar a morrer. Muito mais preocupante seria estar exposto a uma temperatura de 55 graus, porque “o risco de morte é altíssimo” , e a 60 graus “o nosso sangue estaria a evaporar e morreríamos queimados”. Fonte: Sapo

 

ensino superior: Universidade ou Politécnico?

A decisão de estudar no Ensino Superior acarreta com ela algumas questões relativamente à instituição a escolher: universidade ou instituto politécnico? Sabe as diferenças?

Cada instituição tem as suas particularidades, que vão ao encontro do que os vários alunos procuram. Conheça então as várias possibilidades para tomar uma decisão mais fácil.

Quais as diferenças entre Ensino Universitário e Ensino Politécnico?

O Ensino Universitário e o Ensino Politécnico são os dois sistemas que fazem parte do Ensino Superior Português.

A grande diferença que distingue estes sistemas são os métodos de ensino. Porém, é importante ressalvar que por se regerem por métodos distintos, não significa que um seja melhor que o outro. No fundo, permitem uma maior abertura de opções para os futuros estudantes, que, certamente, não terão todos as mesmas preferências de aprendizagem.

Começando pelo Ensino Universitário, este rege-se por um método de ensino mais teórico e científico, e pretende apurar as competências de investigação de cada um. O objetivo é assegurar que os alunos tenham formação técnica que os prepare para o mundo profissional. Por este método de ensino, os alunos ficam preparados para a conceção, inovação e análise crítica.

O Ensino Universitário divide-se em universidades, em institutos universitários e ainda engloba outras instituições de ensino.

Por outro lado, o Ensino Politécnico alia a vertente teórica com a prática. Este centra-se mais em formações vocacionais e orientadas para a parte técnica e de desenvolvimento, com vista à avaliação e resolução de problemas. O propósito neste é sempre a aplicação daquilo que se aprende a exercícios da vida profissional.

O Ensino Politécnico encontra-se em institutos politécnicos e outras instituições de ensino politécnico.

As médias diferem consoante o Ensino?

Na sua maioria, os cursos de cada tipo de instituição são exclusivos de cada uma, mas há cursos que existem em simultâneo nas duas.

Nesses cursos existe uma clara diferença entre as médias de entrada. É mais frequente as médias serem mais baixas no Ensino Politécnico, por ser menos procurado. Isto porque existe uma maior preferência pelo Ensino Universitário, já que é aquele que os estudantes portugueses mais frequentam. O que faz com que as médias sejam então diferentes, consoante a instituição.

Que Ensino tem maiores taxas de empregabilidade?

O top de cursos que tiveram menores taxas de desemprego, com dados de 2020, pertencem ao Ensino Politécnico, com os cursos de Ciências Biomédicas e Laboratoriais e Enfermagem em diversos politécnicos. Estes terão sido cursos bastante necessários para o decorrer de uma pandemia, e, relativamente ao primeiro, por exemplo, é um curso exclusivo deste ensino.

Os graus do Ensino Universitário e do Ensino Politécnico são os mesmos?

Tanto no Ensino Universitário como no Ensino Politécnico é possível fazer Licenciatura, Mestrado e Pós-Graduação.

Porém, não é possível realizar-se um doutoramento no Ensino Politécnico. Este é um direito apenas reservado ao Ensino Superior por demonstrar capacidade científica. Fonte:  Sapo 

educação: Ministro da Educação diz que não há atrasos na preparação do ano letivo

O ministro da Educação, João Costa, garantiu ontem que não há atrasos na preparação do ano letivo 2023-2024, o que vai permitir que as escolas possam encerrar, pela primeira vez, durante uma semana do mês de agosto.

As palavras do Ministro:

"Está tudo nos calendários normais, nos calendários previstos. Os nossos serviços, as direções das escolas, têm feito tudo o que é normal nesta altura do ano e, portanto, não vale a pena estarmos com alarmismos dessa natureza, que não há qualquer razão que sustente isso", assegurou.

"Se assim não fosse [sem atrasos na preparação do próximo ano letivo], não estaríamos em condições de, pela primeira vez, até deixar os senhores diretores descansarem durante uma semana do mês de agosto. É a primeira vez que as escolas vão poder encerrar durante o mês de agosto, exatamente porque antecipámos todas as tarefas de preparação típicas", sustentou.
"A realização hoje, dia 19 de julho, desta reunião é sinal inequívoco do atraso na preparação do ano letivo, atraso este que obrigará os diretores e muitos professores a trabalharem sob pressão e durante todo o período de férias para que as escolas arranquem 2023/24 da melhor forma possível", lê-se num panfleto entregue pelos professores ao governante.
Questionado pelos jornalistas sobre a possível falta de professores no arranque do próximo ano letivo, João Costa vincou que "nada indicia que este ano seja diferente" do ano passado, em que conseguiram ter "praticamente todos os professores colocados".

~

Aos jornalistas, o ministro da Educação defendeu que "muitos avanços foram feitos" este ano, recordando as medidas que vão permitir a vinculação de 8.000 professores.

"É um número que é correspondente a 50% dos que vinculamos nos últimos seis anos e, até se compararmos com a legislatura antes deste ciclo político, só num ano, vamos vincular o dobro dos que foram vinculados em quase cinco anos na legislatura que antecedeu este ciclo político", referiu.
De acordo com João Costa, este é também um ano com "avanços na regularização dos professores das escolas artísticas" e em que estão "a reduzir as distâncias dos professores [relativamente às suas escolas], com uma alteração do mapa dos quadros de zona pedagógica".
"É a preparação de um ano em que, em 2024, vamos abrir mais de 20.000 lugares de quadros de escola, permitindo fixar os professores em escolas concretas. E é também um ano em que já aprovámos uma medida para a aceleração das carreiras, que resulta também de termos ouvido a contestação dos professores, de termos dado passos com responsabilidade financeira, que permitem a comparabilidade com outras carreiras", indicou.
Apesar de considerar que se registaram muitos avanços, admitiu que estão ainda a negociar algumas matérias com os sindicatos. Fonte: Sapo 

sessão online "Prevenção Solar" 21 julho 18H00


Nunca é demais prevenir!

No dia 21 de julho (sexta-feira) pelas 18H00, vai realizar-se uma sessão online para professores e encarregados de educação de crianças do 1º ciclo.




cortesia de envio das docentes Ana Helena Magalhães e Gabriela Girão, em associação com o Departamento de Educação para a Saúde da Liga Portuguesa contra o Cancro 

19/07/2023

país: nascimentos aumentaram em mais 1.777 bebés nos primeiros cinco meses deste ano

Nos primeiros cinco meses deste ano nasceram mais 1.777 bebés do que em período homólogo do ano passado, num total de 34.294 nascimentos, uma subida de 5,5%, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). 

Segundo o INE, já em maio o número de nados-vivos tinha sido superior ao mesmo mês de 2022, com um total de 7.244, um acréscimo de 4,2%. A subida da natalidade no primeiro semestre do ano já tinha sido indicada pelo crescimento do número de testes do pezinho (+2.405). Dados divulgados pelo Instituto Ricardo Jorge indicam que foram analisados 41.802 recém-nascidos nos primeiros seis meses do ano no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal.
De acordo com o INE, nos primeiros cinco meses de 2023 o valor acumulado do saldo natural foi -17.382, o que representa um desagravamento relativamente ao valor observado no mesmo período de 2022 (-21.195).
Em junho de 2023, o número de óbitos foi de 8.743, valor inferior ao registado em maio de 2023 (menos 466 óbitos; -5,1%) e em junho de 2022 (menos 1.472 óbitos; -14,4%). Também em junho, o número de óbitos devido à covid-19 desceu para 151 (menos 20 do que em maio de 2023), representando 1,7% do total de óbitos. Comparativamente com junho de 2022, registou-se uma redução de 836 óbitos por covid-19.
Os dados do INE indicam ainda que, nos primeiros cinco meses deste ano, foram celebrados 11.065 casamentos, mais 1.127 (+11,3%) do que em período homólogo. Fonte: Sapo

país: governo lança cheque de formação digital universal com valor até 750 euros

O Governo vai lançar, a partir de setembro, um “Cheque – Formação + Digital” para todos os trabalhadores, independentemente do seu vínculo, com um valor até 750 euros, para formações que os capacitem em competências digitais.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Trabalho, Miguel Fontes, explicou que esta iniciativa se enquadra na medida Emprego + Digital e estará no terreno em setembro deste ano.

Esta medida assenta na “possibilidade de qualquer trabalhador, independentemente da natureza do seu vínculo com a situação em que esteja no mercado de trabalho, poder beneficiar de um cheque, no montante de [até] 750 euros, para fazer uma ação de formação em competências digitais” à sua escolha, referiu.

Segundo o governante, “podem ser em questões ligadas à cibersegurança, no tratamento de dados, no ‘marketing’ digital, naquilo que cada trabalhador entenda que é importante para o aperfeiçoamento das suas competências para o mercado de trabalho”, ou numa lógica “de quem aspira a reconversão profissional, a mudar de emprego, a encontrar um outro setor de atividade, poder, digamos, estar devidamente formado e apetrechado nesse sentido”.

O secretário de Estado recordou que o programa no seu total, com mais três medidas além do cheque, será alvo de uma mobilização de 94 milhões de euros no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

Segundo Miguel Fontes, o Governo começou pela primeira medida, que lançou em setembro do ano passado, a que chamou Emprego + Digital, que “é a possibilidade de as empresas se candidatarem a ações de formação para o conjunto total ou parcial dos seus trabalhadores”.

“Neste momento, desses 94 milhões, já estão comprometidos com esta medida 43 milhões de euros”, disse o governante, que estima que tenha sido abrangido um universo de 200 mil trabalhadores.

“O objetivo é, agora, que o restante seja repartido entre estas três medidas”, indicou, salientando que, como este é “um sistema aberto”, decidiram “não adotar uma lógica de uma dotação orçamental por medida”, mas “fazer uma gestão integrada em função da procura que cada uma destas modalidades venha a demonstrar”.

As restantes medidas estão relacionadas com a capacitação de líderes e de formadores.

O cheque, que Miguel Fontes apresentou esta tarde numa visita à empresa Fusion Fuel, tem por base a ideia de que “os destinatários, tanto podem ser trabalhadores por conta de outrem, trabalhadores independentes, como os próprios empresários em nome individual ou até os sócios de sociedades unipessoais”, para que seja “o mais universal possível”.

“Em todos os momentos da História, sempre que há estes avanços tecnológicos, estas transições que obrigam a saltos mais ambiciosos em termos de modelo de produção, neste caso, seja por via da transição digital ou da transição energética, o que nós temos de fazer é garantir que estas transições são inclusivas, porque, no final do dia, o que queremos é que elas se dirijam às pessoas”, realçou.

“Não podemos deixar ninguém para trás”, referiu, indicando que é preciso dotar os trabalhadores de “ferramentas que lhes permitam estarem bem apetrechados para ganharem novas competências” para enfrentar a possível perda de um emprego “por via da obsolescência de competências”, sendo que, garantiu, “por cada um que deixa de existir, existirão muitos outros que serão criados e para os quais temos de qualificar não apenas os jovens, mas também aqueles que já hoje estão no mercado de trabalho”. Fonte: Sapo