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26/05/2022
dia Internacional das Crianças Desaparecidas: todos os anos há mais de 250 mil casos na Europa
25/05/2022
prémio de Literatura José Craveirinha distingue Mia Couto
O júri do Prémio de Literatura José Craveirinha atribuiu este ano a distinção ao escritor moçambicano Mia Couto, anunciou a organização na segunda-feira, em Maputo.
pandemia criou um novo bilionário quase todos os dias
Cerca de 573 pessoas juntaram-se às listas de bilionários desde 2020, elevando o total mundial para 2.668, de acordo com uma análise divulgada pela Oxfam no passado domingo. Isto significa que surgiu cerca de um novo bilionário a cada 30 horas, em média, até agora durante a pandemia.
O relatório, que se baseia em dados compilados pela Forbes, analisa o aumento da desigualdade ao longo dos últimos dois anos. Está programado para coincidir com o início da reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, na Suíça, uma reunião com algumas das pessoas mais ricas e líderes mundiais.
Os bilionários viram o seu património líquido total aumentar em 3,8 triliões de dólares, ou 42%, para 12,7 triliões de dólares durante a pandemia. Grande parte do salto na riqueza veio no primeiro ano da pandemia. Depois, a situação tornou-se mais estável e desde então tem caído um pouco, afirmou Max Lawson, chefe da política de desigualdade na Oxfam*.
Simultaneamente, a Covid-19, a crescente desigualdade e o aumento dos preços dos alimentos poderão empurrar até 263 milhões de pessoas para a pobreza extrema este ano, invertendo décadas de progresso, referiu Oxfam num relatório divulgado no mês passado.
"Nunca vi um crescimento tão dramático da pobreza e da riqueza no mesmo momento da história", revelou Lawson. "Vai prejudicar muita gente."
Beneficiar de preços elevados
Os consumidores de todo o mundo estão a lutar com o aumento do custo da energia e dos alimentos, mas as empresas destas indústrias e os seus líderes estão a beneficiar com o aumento dos preços, referiu a Oxfam.
Os bilionários no setor alimentar e do agronegócio viram a sua riqueza total aumentar em 382 mil milhões de dólares, ou 45%, nos últimos dois anos, após o ajuste da inflação. Surgiram cerca de 62 bilionários no setor alimentar desde 2020.
Entretanto, o património líquido dos seus pares nos setores do petróleo, gás e carvão aumentou 53 mil milhões de dólares, ou 24%, desde 2020, após o ajuste da inflação.
Apareceram quarenta novos milionários pandémicos na indústria farmacêutica, um setor que tem estado na linha da frente na batalha contra a Covid-19 e que tem beneficiado de mil milhões em financiamento público.
O setor tecnológico gerou muitos bilionários, incluindo sete das 10 pessoas mais ricas do mundo, tais como Elon Musk da Telsa, Jeff Bezos da Amazon e Bill Gates da Microsoft. Estes homens aumentaram a sua riqueza em 436 mil milhões de dólares para 934 mil milhões de dólares nos últimos dois anos, após o ajuste da inflação.
Taxar os ricos
Para contrariar o crescimento meteórico da desigualdade e ajudar aqueles que lutam com o aumento dos preços, a Oxfam está a pressionar os governos a taxar os ricos e as empresas.
O grupo gostaria também de cobrar um imposto permanente sobre a riqueza dos super-ricos. Sugere um imposto de 2% sobre ativos superiores a 5 milhões de dólares, subindo para 5% para o património líquido superior a mil milhões de dólares. Isto poderia aumentar 2,5 triliões de dólares em todo o mundo.
No entanto, os impostos sobre a riqueza não têm sido adotados por muitos governos. @ CNN
Covid-19: testes comparticipados nas farmácias só a partir de hoje
Só a partir de quarta-feira é que devem começar a ser feitos os testes prescritos pelo SNS e comparticipados a 100%.
alunos e professores com sinais de sofrimento psicológico
Um terço dos alunos e metade dos professores com sinais de sofrimento psicológico.
24/05/2022
projeto de cidadania: "Eu gosto de ser voluntário"
Há projetos de cidadania e projetos de cidadania!
Este foi/é particularmente especial, porque foi escolhido por UNS para OUTROS, num verdadeiro exercício de solidariedade, companheirismo e inclusão, útil e capaz de desfazer barreiras e construir laços.
Os alunos do 11º L, turma do Curso Profissional de Técnicos de Saúde, consideraram dever fazer voluntariado junto da equipa da Sala de Intervenção Especializada (SIE), duas vezes por semana, desde fevereiro (quando foi possível arrancar com vigor) até ao final das suas atividades letivas e antes de partirem para a Formação em Contexto de Trabalho.
Já aconteceu!
Cada um leva desta experiência emoções, frustrações, encantamentos e paixões que só o próprio saberá traduzir. E também deixa marcas que só os outros saberão dizer ou sentir. Mas, para que possam conhecer um pouquinho do que por lá aconteceu, aqui fica um podcast para memória futura.
Clique no link e ouça.
Ficha técnica:
Vozes
De cada aluno do 11º L 2021/22
Manuela Couto, professora coordenadora do Projeto de Cidadania
Celeste Carvalho, professora mentora da sala SIE A3.03
Primeira música
"Wise Up", de Aimee Mann
Última música
"Eu contigo sou"
Letra: SIE A3.03 (contributos de toda a equipa e voluntários)
Música: Teresa Madeira, professora de música
mundo: 100 milhões de deslocados
"Cem milhões é um número gritante - tão preocupante como alarmante. É um recorde que nunca deveria ter sido estabelecido", defendeu o responsável pelo Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR).
"variantes da Ómicron vieram complicar o desenvolvimento das vacinas de 2.ª geração"
A comunidade científica e a indústria farmacêutica acreditavam que a meio de 2022 as vacinas mais inovadoras contra a covid-19, chamadas de 2.ª geração, estariam no mercado e a comunidade poderia respirar de alívio. Se assim fosse, seria mais um recorde para a ciência, mas o grau elevado de transmissibilidade das sublinhagens da nova variante complicou o objetivo. O médico imunologista que integra a Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19 da Direção-Geral da Saúde explica ao DN o porquê.
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já teve covid-19? o que precisa de saber depois do isolamento
São muitas as questões de quem tem alta automática ao fim de sete dias de isolamento, conforme a última norma da Direção-Geral da Saúde. Com a ajuda de um especialista, procuramos compilar as informações mais relevantes para quem esteve infetado e já pode sair de casa para fazer vida normal.
É normal sentir-me doente?
Com o isolamento a terminar ao sétimo dia após início de sintomas de covid-19, há quem se queixe que, mesmo uma semana depois, tem sintomas ligeiros que persistem. Pode acontecer, diz Bernardo Gomes, médico de Saúde Pública. “Nos primeiros dias, há indivíduos que ficam com queixas persistentes, cansaço, dificuldades de raciocínio, memória, dificuldade de respirar. Este tipo de sintomas arrastados não são atípicos em infeções respiratórias víricas”, explica o especialista. E se 14 dias de sintomas, por exemplo, não é caso raro, o ideal será procurar assistência médica caso as queixas persistam um mês após a infeção, porque podemos estar perante um caso de covid persistente ou síndrome pós-covid e eventuais sequelas da doença.
O meu teste continua positivo após a alta. Devo manter-me em isolamento?
O médico Bernardo Gomes esclarece que há uma percentagem de doentes com covid-19 que, ao sétimo dia após início de sintomas - ou mesmo os assintomáticos -, continuarão a ter um teste positivo para covid-19 e “isso deve ser encarado com normalidade”, explica, sem obrigar à manutenção do isolamento. A libertação de carga viral é mais alta nos primeiros cinco a seis dias de infeção, por isso, mesmo que o teste continue positivo, “a libertação de carga viral existe mas em quantidades certamente menores. Não deve manifestar preocupação”.
Mas é também por esta razão que nos primeiros três a quatro dias após a alta deve manter-se “um conjunto de atitudes de restrição social”, refere Bernardo Gomes. Ou seja, reduzir ao máximo deslocações, não participar em aglomerações e não fazer muito mais do que o percurso casa-trabalho e vice-versa. “Os adultos devem manter cautela até ao décimo ou décimo primeiro dia após infeção”, mantendo naturalmente o distanciamento social, a máscara e as regras de etiqueta respiratória.
Devo marcar consulta com o médico de família e pedir exames de rotina?
Não é necessário. Os mais pequenos, tal como os adultos, não precisam de seguimento após covid. Mas Bernardo Gomes deixa um conselho: pais ou cuidadores devem manter uma atitude de vigilância em relação às crianças no primeiro mês após a infeção, observando se há maior fadiga, sintomas adicionais ou novos sintomas respiratórios. “Como acontece noutras infeções víricas, existe a possibilidade de haver sobreposição de outras infeções e podem aparecer infeções bacterianas a seguir. É preciso estar atento”, explica o especialista em Saúde Pública.
Quando devo voltar a testar-me?
Segundo as indicações da Direção-Geral da Saúde, quem estiver recuperado da infeção por covid-19 há menos de seis meses encaixa na definição de contacto de baixo risco, logo não precisará de fazer teste após ter contactado com um infetado. “Se voltar a ter sintomas após uma infeção de covid-19 num prazo de um mês, ou um mês e meio, não iria voltar a testar”, refere Bernardo Gomes. Mas o especialista aponta um problema: houve quem fosse infetado em dezembro do ano passado com a variante Delta e em janeiro deste ano com a variante Ómicron. “O cenário de uma reinfeção com uma variante que escape à imunidade montada pela variante anterior é normal”, assinala. “Diria que um intervalo de um mês na testagem é sempre de considerar. Mas sempre com esta ressalva” da possibilidade de reinfeção com uma nova variante, esclarece Bernardo Gomes.
Qual é o risco de reinfeção?
Aqui, Bernardo Gomes prefere “deixar alguma margem para a incerteza”. “Não temos ainda dados sobre a perenidade da imunidade da infeção por Ómicron”, refere, “ainda está a ser estudada”. Mas vai deixando o aviso: “Não vale a pena contar com imunidades muito longas com esta família de vírus. O que todos esperamos, num cenário otimista, é que perante a vacinação e o número de pessoas já infetadas tenhamos imunidade acumulada para que as infeções sucessivas sejam menos severas”. Porém, esta expectativa não descarta a possibilidade de surgir uma nova variante mais severa que venha alterar o que sabemos até agora.
Quando posso voltar a receber visitas em casa?
“Ficaria confortável com duas semanas após a infeção”, esclarece Bernardo Gomes. Sendo que, a partir dos dez dias depois da covid-19 é legítimo que se pense em iniciar a vida social. “Quando mais precoce for este reinício da vida social, mais importante é escolher espaços ventilados e arejar a casa para diminuir riscos de contágio. O foco deve ser, segundo o especialista, na ventilação do espaço e não tanto na desinfeção das superfícies.
Devo desinfetar os espaços e substituir objetos pessoais?
Os objetos usados na atividade diária não precisam de ser substituídos após uma infeção por covid-19. Trocar escovas de dentes ou deitar fora toalhas usadas pelos infetados não se justifica, garante o médico Bernardo Gomes. O mais importante para prevenir eventual contaminação é a “higiene das mãos, que tem uma mais-valia transversal”, garante. Não há necessidade de “uma desinfeção muito marcada do espaço e dos objetos”, diz Bernardo Gomes, sublinhando que o importante é ventilar os espaços, garantindo que o ar circula por todo o lado.
Quando posso tomar a dose de reforço da vacina contra a covid-19?
Se foi infetado enquanto esperava para ser chamado a levar a dose de reforço da vacina contra a covid-19, a norma da Direção-Geral da Saúde recomenda no mínimo um intervalo de cinco meses após o diagnóstico. No caso de ter recebido a vacina da Janssen, este intervalo reduz-se para três meses após a infeção. No caso de ter iniciado a vacinação com uma vacina com esquema de duas doses, levando apenas a primeira, deve ser vacinado com uma dose da mesma vacina três meses após a notificação da infeção. (daqui)
comer mais frutas e vegetais pode reduzir sintomas de défice de atenção e hiperatividade em crianças
O consumo destes alimentos pode ajudar a reduzir os níveis de falta de atenção.
23/05/2022
"Imaginarius" evoca Saramago com percurso noturno entre o absurdo e a fantasia da sua obra
O "Imaginarius" - Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira vai evocar o centenário do nascimento de José Saramago com um percurso noturno através de exemplos de "absurdo e fantasia" identificados na obra do escritor.
Portugal - empresas mais atrativas para trabalhar
A Delta Cafés lidera o top seguida da Farfetch e a Bosch.
A Delta Cafés foi eleita a empresa mais atrativa para trabalhar pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o Randstad Employer Brand Research (REBR) 2022, realizado pela Kantar. A Farfetch e a Bosch completam o top 3 com uma subida de 8 e 15 lugares, respetivamente.
Entre os fatores mais valorizados numa empresa, por quem procura emprego, estão o salário e benefícios (72%), mas também, o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (67%) e o bom ambiente de trabalho (67%).
"Em alturas de escassez de talento, é importante olhar para o que os talentos mais valorizam e de que forma podem as empresas desenvolver estratégias que sejam capazes de responder às suas necessidades. No entanto, não podemos deixar de salientar que uma estratégia de employer brand (estratégia de construção de uma marca/cultura de empresa) não se constrói de um dia para o outro. Tem por base uma relação de confiança e, por isso, é algo que deve ser cada vez mais estratégico dentro das organizações e com efeitos reais na atração e retenção de talento", afirma José Miguel Leonardo, CEO da Randstad Portugal, citado num comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso.
O inquérito foi realizado online em janeiro de 2022, a 4.997 indivíduos (profissionais ativos, desempregados e estudantes), com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. A maioria dos participantes é residente em Lisboa (38%), seguindo-se a região Norte (34%) e o Centro (18%) do país.
O estudo levado a cabo pelo Randstad Employer Brand Research revela ainda que os benefícios que os portugueses mais gostariam que o seu empregador lhes oferecesse, para valorizar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal são acordos de trabalho flexíveis (48%) e oportunidades de progressão na carreira (47%). @ Notícias ao Minuto
o impacto da guerra no cabaz básico
Deco revela que o preço de um cabaz de produtos essenciais encareceu 21,63 euros desde o início da guerra, superando já os 205 euros.
A invasão russa à Ucrânia veio acelerar ainda mais a subida de preços da energia e a seca, agravando a escalada de preços das matérias-primas. A atual conjuntura económica tem vindo a pesar na fatura das famílias portuguesas e há já produtos que registam subidas de preços superiores a 17%.
Deste então, o preço de um cabaz de bens essenciais disparou 21,63 euros, o que representa um aumento de 11,78% face ao registado ao valor registado a 23 de fevereiro, totalizando já os 205,26 euros, segundo a última monitorização feita pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco), com base na análise de 63 produtos alimentares essenciais.
A Deco destaca que o peixe e a carne são as categorias que registam os maiores aumentos, com aumentos de 20,16% e 15,56%, respetivamente.
Entre os produtos analisados, a pescada fresca foi o produto que mais aumentou desde o início da guerra, tendo registado um aumento superior a 55%, seguido pelo óleo alimentar 100% vegetal (+47%), o salmão (+47%), o frango inteiro (+27%), a farinha para bolos (+25%), o bife de peru (+23%), o carapau (+22%), a manteiga com sal (+18%), o arroz carolino (+18%) e a febra de porco (+17%). Contas feitas, há, pelo menos, dez produtos com aumentos superiores a 17%.Contas feitas, há, pelo menos, dez produtos com aumentos superiores a 17%.
Recorde-se que várias cadeias de supermercado chegaram a limitar a venda de óleo de girassol e de farinha, por forma a evitar o açambarcamento destes produtos, dado que tanto a Ucrânia como a Rússia são considerados grandes produtores destes produtos. Contudo, em entrevista ao ECO no final de abril, o diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) garantiu que os racionamentos tinham sido levantados.
Para fazer face à escalada de preços, o Governo colocou em marcha um pacote de medidas, na qual se inclui um apoio de 60 euros para as famílias mais carenciadas. Ao ECO, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social revelou que esse apoio vai abranger cerca de 1.042.320 beneficiários. @Sapo
cortesia do envio de Constância Silva, docente de Inglês e colaboradora do CRESCER
"Take a minute, take five!"
Mais uma publicação, subcategoria "Did you know? Now you know", da autoria das alunas Mafalda Marques e Mª Helena Barbosa, 10.ºB.
Don't ever ask for salt
Futebol Clube do Porto conquista "dobradinha"
Uma semana depois de ter conquistado o Campeonato de Futebol da 1ª Liga, o Futebol Clube do Porto (FCP) conquista também a 18ª Taça de Portugal, ao vencer o Tondela por 3-1, no Estádio do Jamor. É a tão almejada "dobradinha"!
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| daqui |
E só alguns treinadores do Futebol Clube do Porto conseguiram conquistar a "dobradinha". Saiba quais. Sérgio Conceição foi o únco a conquistá-la por duas vezes.
20/05/2022
OUVIR: Vangelis teve muitos "momentos de glória"
temperaturas de (quase) 40ºC e poeiras do Saara estão a chegar
A partir desta quinta-feira, as temperaturas começam a subir gradualmente e podem mesmo chegar perto dos 40ºC já este fim de semana. A culpa é de uma massa de ar quente do Norte de África, que traz consigo não só calor, mas também poeiras do Saara.
COVID-19 Hospital de S. João perto do limite: mais de 200 profissionais com covid-19 e internamentos cheios
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| O Hospital de São João tem batido recordes de afluência às urgências MANUEL ROBERTO |

















